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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Arsenal 2-1 Man. City: Wembley nos espera, mais uma vez

Foi sofrido. 120 minutos de pura emoção. Mas no domingo (23), depois de um bom tempo, o torcedor do Arsenal voltou a sorrir. Vencemos, estamos na final! Depois de tanto tempo, não precisamos e nem devemos falar de crise, afinal a vitória foi nossa, a vaga é nossa!

A semifinal foi contra o Manchester City, de palco, o colossal estádio de Wembley. Wenger começou o jogo com seu time armado mais uma vez em um 3-4-3, com Cech no gol; Gabriel, Koscielny e Holding na linha de três defensiva; Ox-Chamberlain, Ramsey, Xhaka e Monreal; mais na frente, Ozil, Alexis Sánchez e Giroud centralizado.

O jogo começou com o City muito mais encima, com um volume de jogo bem maior, enquanto o Arsenal, intencionalmente, se preocupava mais em se defender. Era arriscado, mas funcionou. A pressão dos citzens não era convertida em tantas chances, mas sempre que era exigido, Cech se garantia. Ainda assim, por pouco não marcamos na primeira etapa, na verdade, o gol até saiu quando Koscielny mandou para as redes uma bola levantada na área, mas a arbitragem, de forma correta, assinalou impedimento, invalidando o gol. E não foi só do nosso lado que teve gol invalidado, mas também do time de Manchester, quando Cech deu rebote em chute de Aguero e Sterling somente empurrou a bola para o gol, todavia, a arbitragem, dessa vez erroneamente, enxergou que a bola passou da linha de fundo no cruzamento que originou a jogada e anulou o tento do time de Manchester. Sorte a nossa, que descemos para intervalo com o placar zerado.

No segundo tempo, mesmo sem mudanças no time, o Arsenal voltou com uma postura diferente, pressionando os adversários. Os dois meias abertos, Chamberlain e Monreal, se apresentavam muito bem pro jogo. Contudo, justo no momento que conseguimos emparelhar o jogo e até sermos superiores em determinados momentos, ficamos atras no placar: quando a pressão era constante pelo lado do Arsenal, Yaya Touré roubou a bola de Ramsey e fez lindo lançamento para Aguero, o atacante argentino conduziu a bola até próximo da área e aproveitou-se da indecisão de Cech sobre tentar ou não fechar seu angulo de chute para encobrir o goleiro tcheco e abrir o placar.

Após o gol do City, o jogo se mostrou mais uma vez equilibrado, mas dessa vez tínhamos também a infeliz desvantagem de jogar contra o relógio. O destino, tantas vez cruel com o Arsenal e seus milhões de torcedores, dessa vez pareceu querer ajudar. Pouco depois de Aguero abrir o placar -mais precisamente nove minutos depois- Monreal estava lá para completar o cruzamento de Chamberlain e empatar o jogo. Estávamos vivos, o jogo estava em aberto.
Monreal comemora seu gol marcado. (Foto: Getty)
Antes do fim do tempo regulamentar, ainda vimos a bola bater duas vezes nas traves de Cech, a primeira com Touré e a segunda com Fernandinho, e vimos também Welbeck, que veio à campo no lugar de Giroud, quase matar o jogo nos minutos finais, mas o atacante inglês finalizou pra fora. Os 90 minutos acabaram, teríamos prorrogação; prorrogação essa que à aquela altura do jogo parecia um muito bom  negocio, visto que nossos adversários estavam claramente mais cansados. E foi mesmo.

Como esperado, a prorrogação logo de início, proporcionava um jogo aberto, com os dois times buscando o gol. Quando eramos pressionados, nossos zagueiros se mostravam sempre seguros, especialmente Gabriel e Holding, partidaça de ambos.

Certamente você já ouviu aquela máxima futebolística que diz que um craque só precisa de uma bola para mudar completamente o cenário de um jogo, certo? E foi exatamente o que aconteceu. Sánchez, nosso camisa 7, nosso craque, até então apagado na partida, estava lá para fazer o que sabe fazer de melhor: decidir à nosso favor. VIRAMOS O JOGO! Alexis aproveitou a sobra de bola após cobrança de falta na área e fez explodir toda a torcida do Arsenal, não somente presente em Wembley, mas em todos os cantos do mundo. A vitória não poderia escapar de maneira alguma; e não escapou mesmo. Suportamos a pressão final dos nossos adversários e saímos de campo com a vaga depois de um jogaço de bola.
"craque só precisa de uma bola" (Foto: Getty)
Dentre os maiores destaques do jogo, certamente podemos citar o sucesso do nosso trio de zaga, que em tão pouco tempo jogando juntos, parecem entrosados já há anos, funcionando muito bem. Bola dentro de Wenger, que não teve medo de arriscar e obteve sucesso. Também não da pra deixar de citar o excelente jogo feito feito por Ox-Chamberlain; sempre muito participativo, buscando o jogo em todos os momentos, ainda foi coroado com uma assistência. Certamente o homem do jogo.

Daqui a pouco mais de um mês, no dia 27 de maio, teremos mais uma vez compromisso marcado em Wembley, a grande final contra o Chelsea, num clássico londrino que marcará  nossa vigésima final de FA Cup. Vamos em busca do nosso décimo terceiro titulo na competição.

We're the famous Arsenal and we're going to Wembley!! COYG!


Por: Matheus Moraes - Twitter: @mathmoraees





Mais uma vez o Remo fez o impossível

O Remo jogou nesse domingo (23/04) contra o Independente de Tucuruí no Mangueirão, pelas semifinais do Parazão. Os visitantes vinham com a vitória por 2 a 0 a seu favor, enquanto o time da casa precisava de uma vitória por 2 gols de diferença para levar a partida aos pênaltis. Para muitos isto era impossível, levando em consideração os diversos problemas internos que vêm acontecendo no clube, porém a esperança ainda estava viva no coração dos verdadeiros remistas, e o que parecia impossível aconteceu.

Foto: Fábio Will/ASCOM Clube do Remo


O Leão entrou em campo buscando o placar e mantinha bem a posse de bola, porém do outro lado o Galo conseguia construir melhor as jogadas, e logo aos 12 minutos Magno marcou para os tucuruienses. Assim que fizeram o gol, os visitantes passaram a manter-se na zaga, e conseguiram segurar o placar durante todo o primeiro tempo.

Entretanto aos 2' do segundo tempo Igor Joao empatou para o Leão e colocou o Independente na retranca total, e assim permaneceu durante todo o restante do jogo. Aos 40 minutos o Mais Querido finalmente virou, e aos 42' ampliou o placar para 3 a 1, levando a decisão para os pênaltis.

Ao todo foram 24 cobrancas de pênaltis, que para os torcedores pareceram não terminarem nunca. Com muita raça e sorte, o Leão conseguiu vencer os visitantes por 10 a 9, após Anderson Preto desperdiçar e deixar a vitória nas mãos de Val Barreto.

Com o triunfo perante o Independente, o Remo segue para a final do Campeonato Paraense contra o Paysandu, que venceu as semifinais contra o São Raimundo. Os jogos da decisão ocorrerão nos dias 30/04 e 07/05, e serão transmitidos pela Cultura via Transmissão Online (www.portalcultura.com.br) e pela TV (Para quem mora no Pará somente).

A lei do ex ataca e o Liverpool, 'Robin Hood', perde em casa


(Foto: Liverpool FC/Divulgação)
No último domingo (23), o Liverpool recebeu o Crystal Palace em Anfield pela Premier League. Na briga pelo top 4, os Reds até começaram bem mas não conseguiram evitar que a lei do ex e sua síndrome de Robin Hood falassem mais alto e fizessem com que os visitantes saíssem com a vitória. 

o Liverpool saiu na frente com um golaço de Phillipe Coutinho em cobrança de falta, aos 23' de jogo. Os Reds mantiveram a posse de bola próximo dos 70% desde o primeiro tempo até o apito final, no entanto, não conseguiram converter esse número em chances criadas, enquanto o Palace levava muito perigo nos contra-ataques. Ainda na primeira etapa, aos 38', Emre Can teve a chance de ampliar, quando ficou livre na frente do goleiro, mas colocou a bola pra fora após acertá-la com a canela e nos mostrar o quanto Henderson e Lallana fazem falta ao time. O empate dos eagles veio ainda no primeiro tempo, aos 42', quando Benteke, ex-Liverpool, colocou a redonda pro fundo das redes. 

No segundo tempo o jogo ganhou ritmo, o Liverpool chegava com perigo, quase sempre com a participação de Coutinho, mas pecava na finalização das jogadas, Roberto Firmino e Origi, nossos atacantes, pouco apareceram no jogo. Aos 28', veio a virada, novamente com Benteke, após cobrança de escanteio e falha de marcação da nossa zaga, algo que, infelizmente, não surpreende mais ninguém. O que se viu depois foi um Liverpool nervoso, e no final desesperado, que tentou mas pouco assustou o time visitante. Klopp fez 3 substituições mas não conseguiu evitar que perdêssemos pela terceira vez seguida em Anfield para o Crystal Palace.

Após a partida, o Liverpool estaciona nos 66 pontos, 2 a mais que Manchester City e 3 a mais que Manchester United. O problema é que os dois estão com dois jogos a menos, e de acordo com seus resultados podem nos levar à fatídica 5ª posição na tabela. 

Palace gigante e a lei do ex

Uberlândia, MG, 24 - Espetacular! O gigante Crystal Palace, faz do Liverpool apenas mais uma de suas vítimas nessa arrancada arrebatadora que imprimiu.

A saga do Gigante do Palácio de Crystal - Edição 2017 - Episodio 34: A lei do ex contra ataca.

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Crystal Palace via: www.themoderngame.co.uk/crystal-palace-unveil-new-badge.
Já ouviu falar da lei do ex? Não? Saiba que ela é a verdade não cientificamente comprovada mais irrefutável de todo o universo. Ela é mais antiga que andar para trás, antecede os super heróis com capa. Ela não é raio. Ela cai sim, no mesmo lugar duas vezes e no mesmo dia. Mas isso é assunto para logo mais, vamos relembrar um pouco passado próximo.

(...) Em edições anteriores - 2015, o atacante Christian "Vila-gol" Benteke foi o terror das zagas adversárias, um herói em ascensão, o bom desempenho na luta contra o "0x0" fez o interesse da Sociedade Vermelha do Liverpool, "os reds", que o levaram à sede de Anfield na esperança que por lá, virasse o "artilheiro da capa vermelha", mas uma temporada turbulenta e frustante colocaram em descrédito o antigo terror dos defensores do "0x0". 

(...) 2016 - Quando  os dias de justiceiro da pequena área de Benteke eram favas contadas, eis que o Gigante do Palácio de Crystal enxergou a oportunidade das galáxias de contar com um herói que possuísse faro para o gol em sua sociedade, algo que faltara em anos anteriores. O outrora miraculoso artilheiro, chegou desacreditado em Croydon edição 2016/17, onde se tornou o "Incrível Torpedo de Selhurts Park", já foram 14 torpedos prateados na atual saga e ainda contando.

A sociedade do Gigante do Palácio de Crystal, não se encontrava e via a possibilidade de ser rebaixado para a segunda divisão das sociedades futebolísticas do Reino. Tudo ia de mal a pior, "capitão Big Sam" foi chamado afim de impedir que o Gigante do sul de Londres caísse no ostracismo, no começo da jornada do "Big Sam" o panorama não se alterava. O episódio 27 chegava para ser o divisor de águas do Gigante do Palácio de Crystal que novamente se encheu de confiança, durante a caminhada que se apresentava árdua, derrubamos o "Ponteiro Azul de Stamford Brigde" no episódio 30. No episódio 32 caíram diante do Palace os "Artilheiros do Norte de Londres".

"Capitão Big Sam" comemora mais um triunfo do Palace. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
A sociedade do Gigante do Crystal Palace e seus membros ilustres e especiais chegaram para o episodio 34, no ar pairava o suspense e você descobre o que aconteceu, agora: Depois dessa introdução digna das histórias em quadrinho, é possível explicar a remontada épica que o Palace vai engatilhando, rodada após rodada, como realmente uma história produzida pelos maiores gênios da ficção. 

O Crystal Palace novamente conseguiu bater um gigante do futebol inglês. Não é novidade que as "Águias" possuem um elenco competitivo e capaz de endurecer contra as equipes mais poderosas financeiramente, porém, isto não vinha acontecendo, pior ainda era o contraste com a proximidade de um rebaixamento à Championship. 

Nas últimas partidas, os resultados, e mais do que isso, um jogo mais vistoso deu o ar das graças no sul de Londres. Vitórias contra Chelsea e Arsenal, ajudaram no distanciamento do rebaixamento. Se contarmos os últimos oito jogos: 6V - 1E - 1D, não lembram em nada a equipe que ficou idênticos oito jogos sem vitória. Na tarde de domingo (23) em Anfield, o Palace mostrou sua força, saindo atrás no placar, jogando na espera e saindo em velocidade. A virada veio com Benteke, ex jogador do Liverpool, o atacante marcou duas vezes para confirmar a lei do ex e sacramentar o bom momento do Crystal com mais uma importante vitória, 2-1 Palace.

Membros da "Sociedade do Gigante do Palácio de Crystal" comemoram com o "Incrível Torpedo de Selhurts Park", Benteke, o primeiro à esquerda. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal palace.
Agora o Palace se encontra na 12ª posição, com 38 pontos em 33 jogos a 7 pontos do primeiro na zona de rebaixamento Swansea, com 31.

Crystal Palace: Hennessey, Ward, Kelly, Tomkins, Schlupp, Milivojevic, Cabaye (Delaney), Townsend, Puncheon, Zaha (Van Aanholt), Benteke (Campbell). Téc. Sam Allardyce.

Próximo Jogo pela Premier League:
26 de Abril - 20h (hora de Brasília) - Selhurst Park.
Crystal Palace x Tottenham.

Por: @carlosjr92educa
Carlos Alberto de Sousa Júnior - Colunista do Crystal Palace

Novos e velhos acessos de divisões na Inglaterra

Com a temporada na Inglaterra chegando ao fim, alguns clubes bastante tradicionais já garantiram o acesso de divisão para a próxima temporada. Já outros foram ate campeões..

Após anos na quarta divisão, Portsmouth consegue o tão sonhado acesso

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Jogadores comemoram o acesso (Foto:Sports Mole)
Um clube que teve jogadores notáveis nos anos de 2003 a 2010, esse último, o ano de seu rebaixamento na Premier League, como o goleiro David James,  Jermain Defoe, Peter Crouch, Glen Johnson e Sol Campbell. Além disso, o "Pompey" possui dois campeonatos ingleses em sua sala de troféus. A grandeza do Portsmouth foi manchada através de más gestões administrativas que lavaram o clube a quase decretar falência e a quase destruição de seu estádio, o Fratton Park. Um dos clubes mais tradicionais da Inglaterra, o Portsmouth finalmente após quatro anos disputando a League Two (4ª divisão) conseguiuo tão sonhado acesso e na temporada que vem vai disputar a League One (3ª divisão).
Com esse feito, dá um pouco de alegria aos torcedores e simpatizantes que viram o time no auge entre os anos citados acima e aonde o clube está no momento. Ainda há esperança de ver essa equipe em voltar a figurar as primeiras divisões da Inglaterra.

Brighton & Hove Albion retorna à Premier League

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Brighton está de volta a elite (Foto: Twitter OfficialBHAFC)
A espera foi grande, mas após 35 anos e três quedas nos play-offs da Championship, o Brighton está de volta a Premier League. A promoção foi conseguida através de uma vitória sobre o Wigan por 2 x 1 na 43ª rodada da segunda divisão inglesa.
Com 92 pontos conquistados, o time que está na primeira colocação, já garantiu matematicamente o acesso para na temporada que vem disputar a elite do futebol inglês. Esse será o quinto acesso dos "Seagulls" em 115 anos de história no futebol inglês.
O artilheiro do time, o atacante Glenn Murray é o destaque da equipe do Sul, com 22 gols nessa temporada.

Sheffield United é campeão da terceira divisão e está de volta à Championship

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Jogadores comemoram o acesso no campo (Foto: Yorkshire Post)
O Sheffield United está de volta! Com 97 pontos conquistados na League One (Terceira divisão Inglesa), o time abriu uma enorme vantagem sobre o segundo colocado, o Bolton Wanderes, que tem 83 pontos e matematicamente assegurou o título e o seu retorno à Championship.
O Sheffield é um dos clubes mais tradicionais do futebol inglês, tendo conquistado já um campeonato inglês e quatro Copas da Inglaterra.
Agora, teremos os times da cidade de Sheffield na mesma divisão, o United e o Wednesday. Teremos a oportunidade de na temporada que vem,ver o "Steel City Derby" uns dos clásscos mais tradicionais do futebol britânico.
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Os dois clubes de Sheffield (Foto:Eldomingoalascinco.com)

Newcastle retorna à Premier League

Newcastle está de volta (Foto: Twitter Official NUFC)
Após ser rebaixado na temporada passada, o Newcastle após golear o Preston North End por 4 a 1, conseguiu o acesso automático e temporada que vem, voltará a disputar a Premier League. Essa promoção foi muito comemorada pelos torcedores que aproveitaram também para dar uma alfinetada no rival Sunderland, que está em último lugar na primeira divisão e caminha a passos largos para o rebaixamento.
As derrotas de Reading e Huddersfield beneficiaram para que o time subisse para o primeiro escalão do futebol inglês faltando duas rodadas para o término da Championship. Os comandados de Rafa Benítez chegaram aos 88 pontos e junto com o Brighton, ja garantiram acesso. O terceiro e o sexto colocado irão disputar a última vaga nos play-offs.
O time possui o elenco mais caro da segunda divisão e bons jogadores como Shelvey, DeAndre Yedlin, Christian Atsu e Dwight Gyle, que com 22 gols, luta pela artilharia da competição.



João Eduardo Gurgel











Ceará 1 x 0 Guarani: Estamos na Final e você?

Ceará vence novamente o Guarani de Juazeiro e carimba vaga para a final do campeonato cearense, Vovô joga bem, criou inúmeras chances, mas só conseguiu marcar um gol com o atacante Alex Amado.

Quem não tá final, assiste pela Tv. FOTO: Reprodução/CearaSc
Finalmente, foi isso que o torcedor alvinegro falou após o time vencer e convencer no estadual, quem esperava um Ceará recuado e jogando com o regulamento debaixo do braço se deu mal. Diferente daquele futebol pouco criativo das rodadas anteriores, os comandados de Givanildo Oliveira foram incisivos do inicio ao apito final, tanto que se o goleiro Léo não estivesse em uma tarde inspirada o resultado seria bem maior.


1° Tempo: Faltou o gol

Logo no inicio do primeiro tempo o Ceará já tinha uma chance de abrir o marcador, Maxi Biancucchi aproveitou o cochilo da defesa e chutou para a defesa do goleiro Léo (decorem esse nome). Após a oportunidade desperdiçada a torcida alvinegra teve dois sustos, o primeiro quando Raul cabeçou contra o gol e obrigou a Everson defender e o segundo quando aos 11 minutos o meia Ricardinho sentiu dores no tornozelo e foi substituído por Wallace Pernambucano.

Nove minutos depois outro jogador lesionado, Maxi Biancucchi sentiu um desconforto muscular e deu lugar a Alex Amado. O Vozão seguia no ataque e sempre parando no arqueiro rubro-negro, foi assim em quatro oportunidades, a principal aconteceu aos 32 minutos quando Romário pegou o rebote e chutou forte.

2° Tempo: Léo até tentou, mas saiu o gol

Os primeiros quinze minutos da etapa final não foi no mesmo ritmo do primeiro tempo, a primeira grande oportunidade foi alvinegra, Raul fez linda jogada e chutou para novamente Léo defender. O goleiro do leão do mercado que estava pegando só tudo finalmente cedeu, em um lance até defensável por sinal, aos 25 minutos em uma triangulação rápida Richardson serviu Alex Amado que marcou o gol. Mesmo com o gol tomado o goleiro Léo continuava impossível  aos 34 segurou firme o chute do zagueiro Luiz Otávio e aos 39 defendeu a finalização de Magno Alves, o Guarani por sua vez teve até uma boa chance para empatar com o bom camisa 10 Adenilson que mandou uma bomba que tirou tinta da trave, no mais foi só esperar o apito final e comemorar a vaga na final do estadual.

Alex Amado marcou o gol da vitória. FOTO: Christhian Alekson/CearaSc
Algumas considerações

Produzimos bastante, isso já é um alento para quem sofre com a escassez de oportunidades, o goleiro do Guarani fez seu papel segurou quase tudo, menos a bola do Alex Amado que por sinal não jogou mal, mas fez muito mais que Maxi Biancucchi nas ultimas partidas. É de elogiar a partida do Lelê, ele infernizou a defesa adversária e era por meio dele que o ataque apresentava as jogadas de velocidade (principalmente na primeira etapa). Finalmente Givanildo parece ter encontrado a forma ideal de jogar, o time evoluiu bastante desde o primeiro jogo das semifinais.

Atacante Lelê fez uma boa partida. FOTO: Christian Alekson/CearaSc

Outro ponto positivo não só dessa partida, mas da temporada como um todo é a nossa dupla de volantes, Raul e Richardson estão jogando o fino da bola, destaque para o primeiro cria da base alvinegra e que agarrou com unhas e dentes a vaga de titular. Também preciso falar de Wallace Pernambucano, ele com seu jeito simples de jogar está ajudando o time e a torcida que já não sentia falta de Felipe Menezes (a moral dele com Givanildo tá igual a bola dele, quase nada) agradece.

É um campeonato cheio de percalços como é o nosso, o Ceará para muitos tinha obrigação de chegar a final e assim foi feito, mesmo na maioria do torneio devendo aquele futebol bonito que o torcedor tanto quer o time fez suas vitórias e querendo ou não é o favorito a conquistar o titulo (com todo respeito ao Ferroviário). Por fim, quero falar desse jogador que foi o melhor camisa 10 do estadual, Adenilson do Guarani de Juazeiro, abre o olho Ceará, ele tem contrato até maio com time do Cariri, vai lá, a aposta vale a pena.

Lesões de Ricardinho e Maxi

Após a partida, o Dr Leandro Rêgo falou sobre a situação das lesões de Ricardinho e Maxi Biancucchi, o primeiro sofreu uma entorse no tornozelo e deve ficar uma semana em tratamento, já o segundo apresentou uma dor na região posterior da coxa esquerda, mas para o médico alvinegro ambos não preocupam para o restante do estadual.

Ricardinho sai lesionado. FOTO: Kid Jr/Diario

A Final

Assim como nas semifinais, a decisão do campeonato cearense será em melhor de três jogos, o alvinegro enfrentará o Ferroviário. A primeira partida da final está marcada para o próximo domingo 30/04 ás 16:00 na Arena Castelão. Os demais jogos ainda não tem datas definidas pela Federação Cearense de Futebol (FCF), mas deverão ser nos dias 03 e 07 de maio. Com a classificação para a final, o Ceará assegurou as vagas na Copa do Nordeste e na Copa do Brasil do próximo ano.

FICHA TÉCNICA

CEARÁ 1 X 0 GUARANI DE JUAZEIRO

CEA: Everson, Cametá, Luiz Otávio, Valdo, Romário, Raul, Richardson, Ricardinho (Wallace Pernambucano), Maxi Biancucchi (Alex Amado/Pedro Ken), Lelê e Magno Alves. T: Givanildo de Oliveira

GUA: Léo, Talisson, Regineudo, Luis Gustavo, Zé Aquiraz (Rafael Thuca), Dim, Da Silva (Rosivaldo), Leilson, Adenilson, Ronda (Emerson Catarina) e Italo. T: Washington Luiz

CARTÕES AMARELOS: CEA - Luiz Otávio / GUA - Luis Gustavo, Leilson e Dim

GOLS: Alex Amado (25 2T)

Davi Maia | @davims

Passo a passo a Juventus avança

Após o sorteio da última sexta-feira os torcedores da Juventus só conseguem pensar no time do principado. Em meu último texto fiz apenas uma análise ultra superficial dos possíveis adversários na semi-final da UCL. O time que vem surpreendendo a França e a Europa é a chave da Juventus para a grande final em Cardiff.

Porém, antes do primeiro encontro com o time que disputa o Campeonato Francês, a Juventus teve a partida de ontem (23) contra o Genoa no Juventus Stadium e ainda terá a partida contra a Atalanta em Bérgamo.

Allegri surpreendeu a todos com a escalação. Foram a campo Neto; Barzagli, Bonucci, Benatia, Asamoah; Marchisio, Khedira, Lichsteiner, Dybala, Mandukic; Higuain. Pensava-se que Allegri voltaria, após longo período, com um trio de zagueiros. Entretanto, como se pôde perceber já no início da partida, Barzagli atuou de lateral direito e Lichsteiner atuou na função de Cuadrado. Talvez uma possibilidade de Allegri para alguma eventualidade.
Marchisio é o favorito a entrar no lugar do suspenso Khedira para a partida de ida em Mônaco. Foto: Juventus.com
No primeiro turno o Genoa bateu a Juventus por 3-0 em seu estádio. Desta vez a Juve não teve qualquer problema em bater o adversário que lhe havia imposto a pior derrota na temporada: um 4-0 tranquilo no JStadium, gols de Munoz (contra – em jogada de Marchisio), Dybala, Mandukic e Bonucci. Com esta vitória, a Juventus  já venceu todos os adversários do campeonato.

Apesar do gol não ser de Marchisio (ele ainda quase fez um golaço no segundo tempo, a bola explodiu no travessão), é bom ver a evolução de seu futebol após lesão que o tirou de campo por alguns meses. Com a suspensão de Khedira para o jogo em Monaco, Marchisio é a principal opção de Allegri para a função. Rincon ainda corre por fora para atuar na posição.

Com a vitória de ontem, a Juventus abriu 11 pontos para a Roma, que ainda jogará hoje (24) contra o Pescara. Muito provavelmente o time da capital vencerá, trazendo a vantagem novamente para os oito pontos.
Amado pela torcida por seu estilo de jogo, Mandzukic comemora seu gol. Foto: Juventus.com
Nosso adversário na Champions teve um ótimo resultado pelo Campeonato Francês. O Monaco venceu o Lyon na casa do adversário por 2-1, com Mbappe em grande atuação. Enquanto nós entraremos em campo apenas contra a Atalanta antes do jogo na França, o Monaco ainda enfrentará o PSG pela final da Copa da França e o Toulouse pelo campeonato, no próximo final de semana.

Passo a passo, degrau a degrau a Juventus busca alcançar seus objetivos traçados no início da temporada. O inédito sexto Scudetto consecutivo, o inédito tri da Coppa da Italia e o tricampeonato europeu. Torcedores estão ansiosos pelo desfecho de uma caminhada que, até agora, é brilhante!

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!


domingo, 23 de abril de 2017

El Clásico: Jogo esplêndido, resultado frustante

O Real Madrid, vindo de classificação na Champions League na última terça-feira (18/04), enfrentou neste domingo (23) o Barcelona, pelo Campeonato Espanhol. Em jogo válido pela 33ª rodada da La Liga, a equipe merengue saiu do Santiago Bernabéu derrotado, no último El Clássico da temporada.

Tudo indicava que seria uma vitória fácil e sem complicações para nossa equipe — no lado da equipe catalã, havia infortúnios: Neymar suspenso e fora do jogo, equipe supostamente abatida com eliminação na Champions League, cenário conturbado e jogadores importantes em má fase. Seria hipocrisia refutar as adversidades citadas acima. Realmente, não estava nada fácil para a equipe da Catalunha.

Do outro lado, os ares estavam em perfeitas condições. Real Madrid classificado para as semifinais da Champions League, líder do Campeonato Espanhol com um jogo a menos e sonhando com um eventual doblete. Porém, como estamos tratando do melhor clássico do mundo, onde a imprevisibilidade impera, com bola rolando a história foi outra. O Real Madrid foi à campo com o que tinha de melhor. Os 11 iniciais de Zinedine Zidane foram: Keylor Navas; Marcelo, Sérgio Ramos, Nacho e Carvajal; Kroos, Casemiro e Modric; Cristiano Ronaldo, Benzema e Gareth Bale.

(Foto: Real Madrid C.F. - Facebook)
No começo do primeiro tempo, o Real Madrid começou melhor e ofereceu mais perigo nos primeiros minutos. Em menos de 5 minutos já havia acionado Ter Stegen — em rápido contra-ataque, Cristiano Ronaldo avançou, deu um corte de letra em Piqué, soltou a bomba e obrigou o goleiro alemão fazer boa defesa. Alguns minutos depois, Cristiano Ronaldo novamente avançou pela ponta-esquerda, cortou para o lado e finalizou forte ao gol. Ter Stegen novamente fez boa defesa.

Aos 27', Kroos cobrou escanteio e Ter Stegen socou a bola. Marcelo pegou a sobra, cruzou na área e encontrou Sérgio Ramos, que acertou na trave e bola acabou sobrando para Casemiro fazer o primeiro gol da partida. Não demorou muito para o Barcelona empatar — com 31 minutos de jogo, Messi recebeu na entrada da área, fez fila na zaga e chutou no canto do gol, empatando a partida. 

Durante a primeira etapa, o Barcelona passou a obter mais posse de bola e ditar o ritmo do jogo. Trocava passes no meio-campo, conseguia se livrar da marcação adiantada do Real Madrid e estava melhor até então. Pra piorar, em meados dos 40 minutos, Gareth Bale sentiu dores e saiu lesionado de campo, dando lugar ao querido da torcida e ótimo jogador Marco Asensío. O galês não era cotado para a partida de hoje, mas fez um esforço para estar em campo. Infelizmente não conseguiu jogar os 90 minutos. Sequer metade disso. 

SEGUNDO TEMPO

Dei ênfase ao citar o termo "segundo tempo" pelo espetáculo que as equipes apresentaram em campo. Onde já estava bom antes, mas que na segunda etapa tomou proporções inimagináveis. O jogo ficou mais intenso, mais pegado, mais disputado, jogadores demonstrando muita gana e vontade de vencer. Um jogo digno do tamanho deste clássico, muitíssimo estimado mundialmente.

No segundo tempo, os goleiros Keylor Navas e Ter Stegen foram uns dos grandes destaques, fazendo várias defesas importantes e boas interceptações. Teve defesa de mão trocada, de handebol, à queima roupa, com os pés e por aí vai. O placar teria sido mais amplo para as equipes se não fosse as boas defesas de seus respectivos goleiros. O goleiro alemão fez 12 defesas no total, contra 6 do goleiro costarriquenho. Há uma diferença considerável, mas o goleiro que roubou a cena no jogo mesmo foi o da equipe catalã - o grande responsável por assegurar a vitória da equipe adversária.

O segundo gol do jogo foi do Barcelona — aos 73', Rakitic finalizou de fora da área e virou a partida marcando um belo gol. Sem chances para Navas. Aos 77', em contra-ataque perigoso iniciado por Messi, Sérgio Ramos deu carrinho "criminoso" e foi embora mais cedo pra casa. Expulso pelo mesmo árbitro que o expulsou na vitória por 2-1 no Camp Nou, na temporada 15/16. Mesmo com um à menos, o Real Madrid pressionou e conseguiu o empate: Aos 85', Marcelo avançou pela esquerda, cruzou para James, que não perdoou e empatou a partida. Porém, o Real Madrid não contava com a astúcia de seu maior carrasco: Lionel Messi. 

O árbitro havia dado 2 minutos de acréscimos, suficiente para o argentino fazer o gol da vitória no último minuto. Mesmo com um jogador a menos, o Real Madrid não abdicou da marcação adiantada, pressionando até mesmo a saída de bola do goleiro, e acabou sofrendo as consequências com isso. Com lentidão na reposição merengue, Sergi Roberto avançou com a bola no pé e construiu a jogada até chegar em Jordi Alba. O lateral espanhol devolveu rasteiro e Messi finalizou no cantinho, acabando com a partida e sacramentando a vitória do clube catalão. FT: Real Madrid 2-3 Barcelona.

O Real Madrid perdeu a liderança. É vice líder por conta do critério de saldo de gols e confronto direto. Tem pela próxima rodada do Campeonato Espanhol a modesta equipe do Deportivo La Corunã, na próxima quarta (26), no Municipal de Riazor. Vale ressaltar que temos um jogo a menos, que será realizado contra o Celta de Vigo, no Balaídos. #HalaMadrid

Por: Kayo Henrique | | Twitter: @Heenrique010

Senhoras e senhores, chegamos

Fala nação azul, estão sentindo esse cheiro?  Olha, é algo bem familiar, irei me especificar, um aroma de classificação. Que sensação maravilhosa, o que torna tudo isso ainda mais emocionante, é o fato de não irmos para a final do Campeonato Mineiro por dois anos consecutivos e saber que esse ano foi incluso um novo pensamento e comportamento melhor que nas temporadas anteriores, é um alivio.

Um gol em cada tempo e todos marcados pelo Mestre Arrascaeta é isso mesmo produção? Sim, a Raposa soube se administrar e fazendo uma adaptação adequada ao decorrer da partida, até porque era o Coelho que estava no prejuízo, então o objetivo do Cruzeiro era aproveitar as poucas oportunidades que seriam criadas no jogo para definir o resultado, ou melhor, garantir nossa classificação.

Um confronto de ataque contra defesa ou se preferirem um duelo de cautela e paciência principalmente para o torcedor, quer dizer, não sei vocês, mas particularmente eu ainda estou tentando me adaptar ao estilo Mano Menezes de ser, creio que assim como eu, a torcida azul e branca está habituado com um estilo de jogo mais ofensivo. Entretanto estamos aprendendo com muita dificuldade a forma fria e calculista do técnico Mano Menezes, que por sinal vem dando certo e com isso conseguimos observar vários pontos positivos na atual equipe cruzeirense.

Foto: Washington Alves/Cruzeiro
Uma defesa consistente, um ataque equilibrado, destaques individuais e para resumir estamos construindo um grupo competitivo e unido. Por falar em destaques individuais, me desculpem o transtorno, mas irei precisar um pouco do tempo de vocês para falar sobre Hudson, Rafael e Arrascaeta.

 Hudson mais uma vez foi o “homão” do confronto, dono dos desarmes, roubadas de bola e ainda com direito á uma assistência ao segundo gol do Mestre Arrascaeta e para aproveitar que estamos falando no Uruguaio gostaria de comunicar á vocês que ele tornou o quarto maior gringo artilheiro na historia do Maior de Minas, com trinta gols. Fiz questão de deixar o melhor para o final, uma salva de palmas para o Rafael, obrigada. Galera, a definição de “goleirão” foi atualizada e o mito Rafael está nela e posso afirmar isso sem duvida alguma, que ele tem uma enorme parcela de responsabilidade por estamos classificados hoje, ele foi responsável por “defesasas”.

Cruzeiro e Atlético-MG nas finais, que a sorte esteja ao nosso favor, assim como o atual retrospecto da Raposa, toda sorte do mundo á você Cruzeiro.

Paula Fernandes/@Paulinha_CEC

O pragmatismo prevaleceu: Nice tropeça e vê chance de título distante

No início da atual temporada, o Nice começou avassalador, conseguindo resultados e encantando a todos por um conceito de futebol característico do suíço Lucien Favre: paciência para trocar passes, velocidade nas transições e qualidade direta da dupla de zaga na saída de bola. Entretanto, após chegar a ter uma vantagem confortável na liderança, o time se acomodou e viu essa diferença ir por água abaixo depois de atuações desastrosas nos confrontos cruciais, especialmente diante de Mônaco e PSG no segundo turno, onde obtiveram apenas um ponto em seis possíveis. Todavia, esse momento conturbado fez com que Favre testasse diversas formatações táticas, alternando a cada jogo as peças, conforme o adversário da ocasião. A partir do revés no Stade Louis, foram utilizadas mais de cinco esquemas distintos, de inovar com três defensores até mesmo apostar no já ultrapassado 4-4-2. 

Mais uma partida atípica do que se espera de um time com a qualidade do Nice. (Imagem: L'Equipe).

É válido ressaltar que contusões de jogadores vitais dentro da filosofia do treinador e também a ida de Mika Seri (líder de assistências do campeonato) para a Copa Africana das Nações atrapalharam o seguimento da equipe em alto nível no ano, contudo algumas escolhas da diretoria influenciaram tanto quanto. Uma sequência de jogos sem vencer ocasionou a queda do clube para terceiro na liga e eliminações em copas locais, o que decepcionou os torcedores que acreditavam em uma conquista nessa temporada tardiamente a certo tempo sem vencer algo. Em viés de crise, a data FIFA serviu como alento para o Nice reecontrar sua forma ideal, e na volta aos gramados o time mostrou outra cara, se impondo sobre o rival e assim, garantindo a tão sonhada vaga na próxima edição da UEFA Champions League. 

Seri é imprescindível pro Nice, quando ele está num dia bom, o time funciona. (Imagem: L'Equipe).

Para o jogo contra o Toulouse, fora de casa, na Cidade Rosa, o gigante da Costa Azul foi quase completo, com apenas os desfalques de Alassane Pléa (fora da temporada) e do bom meio-campista marroquino Munir Obbadi, que chegou recentemente em janeiro vindo do Lille. Como de praxe depois da grave lesão de Wylan Cyprien, os Aiglons foram a campo no 4-2-3-1: Cardinale, Souquet, Dante, Le Marchand e Dalbert na defesa, Koziello e Seri formando a dupla de volantes, com Eysseric, Ricardo Pereira e Belhanda municiando, em tese, o veterano Le Bihan que barrou o pôlemico Mário Balotelli no comando do ataque. 

O JOGO 

Logo nos primeiros minutos de jogo, o Nice já criava chances de levava perigo a meta do jovem goleiro Alban Lafont. Com muita qualidade no passe seja com Le Marchand ou com o brasileiro Dante, o time apostava em lançamentos para a ultrapassagem dos laterais, que só na etapa inicial, completaram mais de sete cruzamentos. No entanto, a oportunidade de gol mais clara aconteceu em uma jogada totalmente avulsa: o Toulouse trabalhava a bola na intermediária, quando o zagueiro Issa Diop (grande promessa do clube) recuou infantilmente a Lafont, e antes de chegar nele, Le Bihan roubou e por pouco não abriu o placar. O paranorama era esse, Nice propondo o jogo e deixando muitos espaços no sistema defensivo, enquanto os donos da casa ficavam a mercê de lampejos de Braithwaite e Delort. 

Na volta dos times após o intervalo, Favre trocou Le Marchand pelo capitão Paul Baysse, que não jogava há exatos dois meses, perdeu boa parte da temporada por uma lesão no joelho esquerdo. A sua notável falta de ritmo prejudicou o time, aos dez minutos do tempo complementar, Somália cruzou na área, zagueiros bateram cabeça, e na sobra, Corentin Jean fez. Toulouse 1-0 Nice. Curiosamente, o veloz ponta pertence ao Mônaco, está cedido por empréstimo ao lube, e de certa forma ajudou os Monegascos. A reação do Nice foi imediata, três minutos depois do gol que dava a vitória parcial ao Toulouse, Eysseric se aproveitou de uma falha patética de Alexis Blin, dominou e bateu com frieza, empatando o jogo. Sem muitas chances reais de virar o jogo, e tampouco de voltar á frente no placar, Nice e Toulouse ficaram nisso mesmo, empate modorrento que não muda a situação de ambos times na classificação da Ligue 1.


NOTAS/ATUAÇÕES

Cardinale - 5: Não foi muito exigido e fez o simples quando necessário. Além de participar ativamente da saída de bola do time, digamos, já que na ideologia do clube todos devem saber jogar com os pés. 

Souquet - 6: Esforçado no apoio e consistente defensivamente como sempre, Souquet chegou bem a linha de fundo algumas vezes mas pecou na hora de servir o companheiro em diversas oportunidades durante o jogo.

Dante/Baysse - 5: O erro de posicionamento e desatenção dos bons defensores do Nice custaram caro ao time, que crescia no jogo quando o adversário abriu o placar. Contudo, a dupla de zaga ainda teve papel importante no funcionamento da equipe em si. 

Dalbert - 6: Sempre eficaz quando dá amplitude ao time, muita das vezes sendo o desafogo a tanto congestionamento no meio-campo, o jovem brasileiro fez mais uma partida regular.

Seri/Koziello - 7: A versatilidade desses dois impressiona. Seja armando o jogo, ocupando espaços ou tentando deixar o companheiro frente a frente com o goleiro, ambos fizeram um bom jogo, justificando todo o carinho da torcida em cima dos mesmos. Acertaram mais passes (81%) do que qualquer outro jogador em campo.

Belhanda/Eysseric/Ricardo Pereira - 6: Em questão de se movimentar e trocar passes curtos, o trio de meias conseguiu um bom desempenho dentro de suas respectivas características, no primeiro tempo especialmente deixaram os atacantes em ótimas condições de marcar diversas vezes.

Le Bihan - 5: Partida muito abaixo do que se espera do camisa 10 do Nice, que desperdiçou inúmeras chances claras de gol, sendo substituído pelo garoto Anastasios Donis no finalzinho da partida.


Na próxima rodada, o time comandado por Lucien Favre receberá o Paris Saint Germain na Allianz Riviera, em uma partida que pouco vale para o Nice, mas que pode ser a consolidação dos parisienses no topo da tabela. Os Aiglons seguem na terceira colocação, com 74 pontos, com dois jogos a mais do que PSG e Mônaco. A grande novidade para esse grande confronto entre as equipe, será a inclusão de Balotelli entre os titulares, e possivelmente uma volta ao 5-3-2, analisando as qualidades e defeitos do time de Unai Emery.

Classificação atualizada do Campeonato Francês. (Imagem: Resultadosnet).





Fluminense: um time que joga quando é pra valer.

Foto: Lucas Merçon/FFC

Todos os jogadores que critiquei no texto antes do jogo contra o Goiás foram bem na partida. Digo que não compraria um carro usado da dupla de zaga e além dos dois fazerem gol, executaram uma partida sólida. Pedro, que estava em baixa coincidentemente após a torcida se empolgar demais e esquecer que Dourado tem o triplo de gols e sabe bater pênalti,  fez gol aproveitando um passe horrível de Wellington que acabou funcionando. A torcida compareceu, mesmo sendo o jogo da TV. Os bons tempos aparentemente voltaram de tal forma que ofuscam o fato de que Sornoza não pode bater pênalti de novo, ele é pior nisso que o Scarpa. A bronca do Abel faz milagres.

Corta para o Maracanã de novo. Sábado a noite. Fluminense x Vasco. As desculpas que os vascaínos dão para aquele 3 x 0 da primeira rodada são várias: "Cristóvão ainda estava treinando", "O time era bem diferente, tinha Julio dos Santos e Escudero" e "Primeiro jogo da temporada". Pois bem, dessa vez o pessoal da Cruz de Malta vinha de 6 partidas invicto, com algo parecido com um time de futebol e confiante depois de vencer os reservas dos reservas de um time da Série A após terem um jogador expulso. Um jogo onde a coisa mais vistosa foi o terno de Milton Mendes.

Com tudo isso, não surpreende que o primeiro lance do clássico tenha sido uma cotovelada de Luis Fabiano em Henrique. Seria injusto falar que não houve esforço, mas nem parecia que eram eles que precisavam evitar o empate. Fizeram Cavalieri trabalhar algumas vezes, mas nada tão apavorante. Assombroso por sua vez é ver que o Fluminense tem tantas peças bos que falta espaço. Wendel desbancando Douglas justo no ano em que ele jogava melhor. O time jogando tão bem ou melhor sem o Scarpa. Richarlison sendo uma realidade. Wellington jogando tudo em clássicos ou decisões, compensando alguns momentos displicentes. Um time que faz minha postagem passada ser ridícula.

Mas ontem quem passou vergonha foi o adversário. O respeito, tal qual o Vasco, estava entrando de férias. Ainda que o jogo estivesse brigado até o primeiro gol, já no segundo tempo. A partir daí o Fluminense foi o Renato Aragão com o extintor de incêndio e o Vasco era o Sargento Pincel. Diversão garantida e gargalhadas de quem vos escreve. Lucas dá um chapéu na grande área e Wellington Silva faz de letra entre as pernas de Martin Silva. Eu sempre rio quando revejo o lance. Com tudo perdido, os cruzmaltinos perdem a linha. Wellington corta, para, dribla, volta, dribla de novo, dribla o juiz caído sem conseguir acompanhar tudo aquilo e finalmente apanha. Consegue a expulsão do vascaíno logo após o time colocar dois atacantes no desespero.

Mas o extintor que ia na cara do Vasco ia também na da própria torcida. Pra completar o placar, Léo Pelé, que vinha recebendo críticas da torcida, cabeceia tal qual um centroavante e fecha o placar. Um time tão fascinante que consegue se superar em pouco tempo, dá até pra ter esperanças com o resto do ano. No entanto, aquilo que falei dos reforços continua sendo válido, não vamos empolgar, achar que tudo está perfeito e bradar que o respeito voltou, um dia poderemos estar de férias já em abril e só ter o Brasileiro pra jogar pelo resto do ano. Esse seria o momento de citar Macaé ou Volta Redonda, que jogarão a Série C, mas até eles disputarão duas competições no segundo semestre.

A falácia que menospreza um charmoso futebol que é o francês

Para muitos, dentre as principais ligas do velho continente, o Campeonato Francês é o que menos chama atenção e um dos mais desnivelados quando se fala na qualidade das equipes irrelevantes. Entretanto, nessa temporada os grandes clubes do país estão provando o contrário, apresentando um jogo vistoso, indo longe em competições europeias e tornando assim, a Ligue 1 competitiva comparada as últimas edições da mesma. Os times que mais vêm se destacando fora da França, seja em Liga Europa, ou em Champions League, Lyon e Mônaco, que representam bem o momento vivido pelo futebol local atualmente: aquém dos resultados, pensam em revelar jovens talentos em prol do futuro da seleção. Exemplos que indicam com clareza tal coisa, são as ascensões inevitáveis de Kyllian Mbappé e Houssem Aouar, consideradas as jóias de ambos clubes.
Dois deles Thauvin e Mbappé, são presenças certas na seleção e fazem boa temporada no campeonato local. (Imagem: L'Equipe).
As consequências dessa boa fase notável, foi refletida na recente atualização do Coeficiente da UEFA, na qual os franceses apareceram em terceiro (o que garante quatro vagas para a UCL), á frente de ligas mais badaladas do que a local, como Premier League e Serie A da Itália. Todo esse sucesso momentâneo, não é algo repentino e tampouco eufórico, já que desde o início do século, a França investe intensamente nas divisões de base, simbolizado pelo centro de formação de atletas em Clairefontaine, que trouxe aos holofotes nomes como Karim Benzema, Hugo Lloris, Antoine Griezmann e Paul Pogba. Mostrando que os times menores revelam tanto quanto os gigantes, já que 40% dos jogadores constantemente convocados por Didier Deschamps tiveram passagem nas canteiras de equipes pequenas do país.

IDEOLOGIA DE ESTILO

PSG, Mônaco, Nice, Bordeaux e Lyon tem diversos pontos em comum, além de ocuparem as cinco primeiras posições da Ligue 1, independentemente de questões de estágio do trabalho de cada treinador e desempenho ao longo da temporada, ambos apresentam um futebol vistoso e ofensivo, o que não condiz necessariamente com propor o jogo como a maioria, intrinsecamente, pensa. O time comandado pelo português Leonardo Jardim, serve como parâmetro a isso, o Mônaco mesmo tendo um ataque potente de uma variedade tremenda para quebrar as linhas de defesa do adversário, tem sua cultura de jogo baseada em reatividade: ou seja, pressionar o rival e provocar seu erro, para a partir dele conseguir criar oportunidades. Diferentemente do que fazem os outros citados, que manualmente tentam, com a posse de bola, obter êxito nas partidas.

Agora, fugindo um pouco do assunto em si, veja alguns excelentes jogadores que com certeza podem pintar em gigantes europeus nos próximos anos, todavia lidando com a desconfiança de chegarem de um campeonato futilmente taxado como inferior tecnicamente:

Alexandre Lacazette - O atacante de 25 anos, ídolo e artilheiro do Lyon, equipe que o mesmo possui a marca de mais de 100 gols nos Gones, se consolidando no top 5 de goleadores do OL em toda história, ficando atrás apenas de nomes com mais representatividade dentro do clube. Em outra grande temporada, Lacazette já expôs sua vontade de deixar a França no próximo verão europeu; Liverpool, Arsenal, Atlético de Madrid e Tottenham demonstraram interesse na contratação. O que mais impressiona, é a rejeição sofrida pelo atleta do Lyon aos olhos do técnico da seleção, apesar de passar por uma fase maravilhosa, sequer é lembrado nas convocatórias.
Lacazette prova a cada temporada o seu valor. (Imagem: BeinSports).
Bernardo Silva - Inteligente, rápido, driblador e de muita categoria, o baixinho português que surgiu no Benfica é essencial no esquema conservador do Mônaco, onde tem pouca concorrência e sem duvidas divide protagonismo com diversos jogadores. A disputa por Bernardo no mercado que está por vir será intensa, clubes como Manchester United, Internazionale e Real Madrid prometem competir milhão a milhão pelo passe do jovem.
O craque português do Mônaco tem tudo para ser um dos líderes de seu país no futuro. (Imagem: MercattoFoot).
Corentin Tolisso - A responsabilidade de qualquer bom meio-campista é sempre ser tático e versátil no futebol moderno, além dessa doutrina, Tolisso carrega consigo o peso de vestir a camisa do histórico brasileiro Juninho Pernambucano, que marcou época pelo Lyon na década passada. Desde a base, Tolisso exercia funções variadas, quando subiu para o profissional, se tornou volante. Porém, seja com Bruno Génésio ou com Hubert Fournier, o meia atuou de lateral até segundo atacante, e sempre correspondendo. Há quem diga que Corentin tem as mesmas características de Arturo Vidal, craque chileno já reconhecido mundialmente.
 Tolisso é mais um dos ótimos volantes que a França tem em mãos. (Imagem: L'Equipe).

Kyllian Mbappé - 18 anos, personalidade, um espetáculo de se ver jogar. Mbappé pode ser considerado precoce por pular etapas na base e se juntar as estrelas monegascas com apenas 16 anos (na temporada passada). O seu ápice está acontecendo nesse ano, onde é disparado o melhor jogador de seu time, mas no último Europeu sub-21, o mesmo já destoava dos demais companheiros, sendo premiado como craque do torneio. Na próxim janela de transferência, o ainda garoto Mbappé deverá receber propostas das mais milionárias, recentemente ao ser perguntado sobre uma ida ao PSG, ele declarou que é um time interessante, podendo ser seu destino em breve.
O novo Thierry Henry, assim apelidado, Mbappé tem um grande caminho pela frente. (Imagem: L'Equipe).
Wylan Cyprien - Um dos melhores jogadores do atual campeonato na França, Cyprien foi um achado no mercado para os Aiglons, que trouxeram o meia por uma bagatela de dois milhões de euros para conseguir mais uma das promessas formadas no Lens. Atualmente, Wylan segue no departamento médico após um grave lesão, contudo isso não deve atrapalhar seu ótimo futebol, que vinha iluminando uma má fase do Nice no ano. Suas virtudes são a imposição física, a velocidade e a capacidade de decidir jogos com os chutes de longe, se assemelhando a Pogba.
Cyprien é diferenciado e para muitos, o sucessor de Matuidi no PSG, já que teve seu nome vinculado ao Paris. (Imagem: BeinSports).
Temporada já em sua reta final, enquanto isso, algumas definições ainda estão pendentes no Campeonato Francês. Principalmente no título, que tem PSG e Mônaco como principais concorrente, um pouco mais atrás o Nice, fechando o top 3 que permanecerá assim, isso porque o Lyon não tem condições matemáticas de alcançar o Nice. No entanto, a disputa mais acirrada nas últimas rodadas, fica por conta dos times que lutam contra a queda á Ligue 2.

sábado, 22 de abril de 2017

Conheça sobre o Volta Redonda FC: O Voltaço

Caros torcedores do Volta Redonda, apresentaremos todas as informações sobre o time que disputará a Série C do Campeonato Brasileiro desse ano, após o título invicto da Série D na temporada passada. Após uma campanha regular - mas abaixo do esperado - no Campeonato Carioca, o foco principal do clube passou a ser o torneio nacional, e, em segundo plano, a Copa Rio - competição estadual que o clube disputará no segundo semestre.

BREVE HISTÓRIA:


Fundado em 1976, a partir da união do Guarani Esporte Clube e do Clube de Regatas do Flamengo, Flamenguinho, de Volta Redonda - ocorrida após a união dos estados do Rio de Janeiro com Guanabara -, o Voltaço, como é carinhosamente conhecido pela sua torcida, tem uma história muito bonita nos cenários estadual e nacional, com destaque para os quatro títulos da Copa Rio, para o vice-campeonato da Série C nacional em 1995, para o vice-campeonato estadual em 2005 e para o título invicto da Série D nacional em 2016.


TÍTULOS:


- Copa Rio: 1994, 1995 (invicto), 1999 e 2007

- Taça Guanabara: 2005
- Taça Rio: 2016
- Torneio do Interior: 1994, 1995 (invicto) e 1998
- Carioca Série B: 1987, 1990 e 2004
- Copa Finta Internacional: 2005 (invicto)
- Torneio Incentivo José Lemos: 1979
- Campeonato Brasileiro Série D: 2016

CAMPANHAS DE DESTAQUE:


- Vice-Campeão Carioca: 2005

- Vice-Campeão Brasileiro da Série C: 1995
- Semifinalista da Taça Rio: 2013
- Segundo time a conquistar a Série D invicta: 2016

Nota: O primeiro clube foi o Sampaio Corrêa-MA em 2012.

RANKING DA CBF: 


- 82° lugar com 817 pontos.


TEMPORADA ATUAL:


O ano de 2017 começou com muitas esperanças para o Volta Redonda. Com os títulos da Taça Rio e Série D em 2016, o Voltaço tinha a expectativa de realizar um bom campeonato estadual. Para isso, foram contratados nomes como os goleiros Douglas Borges (ex-Remo-PA), o lateral-direito Henrique (ex-Tupi-MG), o meia-campista Mauro Gabriel (ex-Botafogo-RJ), o meia-atacante Caio César (ex-Cruzeiro-MG), o zagueiro Luan (ex-Zimbru, da Moldávia), o zagueiro Gomes e o atacante Yogo, que voltaram de empréstimo.


Contudo, o campeonato não foi dos melhores. Com o técnico Cairo Lima, o time disputou 9 partidas, conquistando 2 vitórias, 4 empates e 1 derrota, contando as partidas válidas pela Taça Guanabara e pelo Quadrangular Extra da Taça Guanabara, competição que o clube foi vice-campeão após ser derrotado nos pênaltis, em casa, para o Nova Iguaçu-RJ - chegou a estar vencendo por 2 a 0.

Após a demissão de Cairo Lima - treinador que foi destaque no clube após a sequência de 11 vitórias consecutivas do clube na Copa Rio 2013, competição em que a equipe ficou em terceiro lugar, após perder a semifinal pro Boavista-RJ - veio o retorno de um herói: Felipe Surian! Demitido no América-RN, ele voltou para o clube e comandou o time durante toda a Taça Rio e Quadrangular Extra da Taça Rio, conquistando 2 vitórias, 2 empates e 3 derrotas, sendo sua última partida uma derrota por 1 a 0 em casa para o Boavista-RJ pela semifinal do Quadrangular.

Encerrou o Campeonato Carioca! Agora o foco é no Brasileirão Série C: para isso, o clube realizou uma reformulação no seu elenco. Nomes como o do atacante Pipico e o zagueiro Felipe foram dispensados. Chegaram para recompor o plantel os seguintes jogadores: o atacante Dija Baiano (ex-América-RN), o zagueiro Daniel Felipe (ex-América-RN), o atacante Felipe Augusto (ex-Villa Nova-MG), além do polivalente Michel Benhami (ex-América-RN). Existe a possibilidade de novas contratações até o início do campeonato.

INTERTEMPORADA:


A equipe agendou dois amistosos no Estádio Raulino de Oliveira: um para o dia 22 e o outro para 29 de abril. O primeiro foi contra o Serra Macaense-RJ, em que o clube venceu por 1 a 0, com gol de Higor Leite, e o segundo será contra o America-RJ, equipes que disputarão a Série B1 do Campeonato Carioca. Logo após esses amistosos, o clube segue para o Centro de Treinamento Ubaense, em Ubá-MG, onde ficará concentrada e deve realizar um amistoso contra o Aimorés-MG. Segundo o calendário do clube, o retorno à Cidade do Aço está previsto para o dia 6 de maio.


ESTREIA NA SÉRIE C:

A estreia do clube será no dia 14 de maio, às 16:00, no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda. O adversário será o Macaé-RJ.

Resultado de imagem para escudo do volta redonda

Por: Jefferson
Saudações do Tricolor de Aço
Twitter: @SiteLF

Uma eliminação e uma lição: 2017 começou


Hoje, depois de tanta luta, demos adeus à nossa primeira ambição de 2017, o Campeonato Paulista. Diante da Ponte Preta no Allianz Parque lotado, vimos uma defesa pontepretana muito compacta e o resultado do primeiro jogo pesarem muito. Dos três gols que necessitávamos para reverter a vantagem do jogo de ida, conseguimos apenas um.


Para que pudéssemos buscar os três gols, era preciso um time ofensivo, então Eduardo Baptista optou por começar o jogo com Prass; Jean, Mina, Edu Dracena e Egídio; Felipe Melo, Tchê Tchê e Guerra; Roger Guedes, Borja e Dudu. Todavia, optou por dispô-los de forma diferente do habitual, com Felipe Melo como zagueiro pela esquerda formando a linha de três com Mina e Dracena, deixou os laterais como alas com total liberdade para apoiar, Tchê Tchê e Guerra compondo o meio, Dudu e Roger abertos pelas laterais e Borja centralizado. 


Os visitantes deixaram claro que desde o começo a única intenção deles era se defender e no máximo, tentar aproveitar um ou outro contra-ataque.


Com quase que todos os onze jogadores do time de Campinas no campo defesa durante todo o jogo, atacar pelo meio do campo ficava quase impossível. A solução foi explorar as pontas, mas sempre, sem sucesso. O jogo ditado facilmente mas as chances reais tardavam a aparecer, e quando apareciam, não finalizamos bem.


O grito de gol até saiu, é verdade, mas o bandeira corretamente enxergou Dudu adiantado e anulou o gol do camisa 7. Nas duas melhores chances que tivemos na primeira etapa, Borja parou no travessão e Guerra, em Aranha.

Terminamos o primeiro tempo com o placar zerado, mas com a torcida apoiando a todo instante.
Apoio em todos os momentos. (Foto: reprodução Twitter @Palmeiras)

No segundo tempo, voltamos a campo da mesmo forma, com a bola e pressionando constantemente.


O relógio, um dos nossos maiores inimigos hoje, infelizmente jogou contra. O tempo passava e os gols não saíam. As entradas de Michel Bastos, William e Keno para os lugares de Tchê Tchê, Borja e Egídio, respectivamente, não foram efetivas como o esperado e nosso primeiro e único gol no jogo aconteceu só aos 38 da segunda etapa, quando Aranha deixou passar uma bola levantado em escanteio e a mesma somente encostou em Felipe Melo antes de morrer no fundo das redes.


Nos minutos finais, o time de Eduardo Baptista ainda tentou uma última pressão, mas nada foi realmente efetivo. Ainda nos acréscimos, a Ponte teve a chance de empatar o jogo, mas Fernando Prass cresceu pra cima de Pottker e de forma espetacular, salvou a meta palmeirense. 


Durante os 90 minutos, tivermos também algumas reclamações de pênalti para o time do Palmeiras, mais precisamente quatro, no entanto nenhum foi assinalado pelo árbitro Raphael Claus. Não que isso tire o mérito da Ponte Preta, que soube muito bem administrar sua vantagem, mas o resultado poderia ter sido outro caso qualquer um dos quatro pênaltis fosse marcado…


Como já dito, o sonho do Paulistão acabou diferentemente de como gostaríamos, mas está eliminação pode servir como lição para o time para o resto de 2017, que de forma alguma podemos vacilar, principalmente da forma que aconteceu no jogo de ida em Campinas. Uma única atuação apática do time pode resultar no fim de todo um projeto, então que sirva de exemplo para as competições maiores, especialmente a Libertadores.


Hoje não desliguei a TV completamente desapontado, pelo contrário. Fiquei esperançoso, nossas atuações durante todo o campeonato mostraram que ainda podemos chegar muito longe em 2017 e não será uma eliminação no Campeonato Paulista que manchará isso. E antes me dizer o famigerado "empolgou", fique sabendo que sei que o time não é uma máquina de vencer e jogar bonito, ainda temos muita coisa a melhorar, mas também sei que potencial nós temos, e muito.

O próximo compromisso do Palmeiras acontecerá na quarta-feira (26), quando enfrentaremos o Peñarol no Uruguai, em jogo válido pela Copa Libertadores. E assim o sonho segue, Avanti!


Por: Matheus Moraes - Twitter: @mathmoraees

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