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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Tem que entender de Vasco

 Fala, Turma da Fuzarca!

Seria essa a maior falácia dos últimos tempos? Difícil escolher uma quando o assunto é Vasco e, principalmente, Eurico.


Uma situação acomodada e uma oposição inerte fazem o torcedor não ter esperanças em dias melhores. A fria torcida espera um milagre de um possível salvador da Pátria (Mal sabe ela que nós somos os únicos candidato a essa vaga).

Entretanto, não queria jogar a responsabilidade para a torcida, uma vez que, quem está lá pode até respirar Vasco, mas não inspira confiança. Bravatas contra emissoras, contra organizadas e contra ídolos seguem sendo rotineiro na gestão.


O que importa é entender de Vasco!

Time competitivo? Técnico com noção de futebol? Jogadores bons? Gestor? “Não importa. Nós somos Vasco!

Eu espero que a derrota diante do Fluminense tenha ligado o alerta dos dirigentes. Porém sei que é difícil acreditar numa reação imediata com o comando lá...

Abcs, Galera,

Matheus Freitas  @_MFreitas9_
Linha de Fundo   @SiteLF

Mais uma decepção na conta do Borussia Dortmund

No último domingo (29), o Borussia Dortmund foi até Mainz, enfrentar o Mainz 05. Os aurinegros vinham de uma boa vitória fora de casa e buscava mais um triunfo para alcançar à terceira posição da Bundesliga. Os mandantes buscavam redenção após um decepcionante 0 a 0, contra o Colônia.

A postura de Reus diz muito sobre a decepção da torcida. Fonte (Getty Images)
Para enfrentar seu ex-time, o técnico Tomas Tuschel escalou um time ofensivo, um 4-2-3-1 que muitas vezes variava para um 4-3-3 ou até um 4-1-4-1. O Dortmund foi à campo com:  Bürki; Piszczek, Sokratis, Ginter e Schmelzer;  Weigl e Castro; Schürrle, Guerreiro e Reus; Aubameyang. Os mandantes por sua vez, vieram num tradicional 4-4-2, na tentativa de marcar forte e sair em velocidade.

Com menos de 3 minutos de jogo, a estratégia do Mainz caiu. Após lindo passe de Schürrle, Reus recebeu, tocou na saída do goleiro Lössl e marcou para equipe de Tuschel, abrindo o placar - Reus marcou 11 gols em 16 jogos frente ao Mainz -. Depois do gol, o jogo deu uma mudada em relação ao que se esperava: A equipe da casa sentiu o gol e com isso o Dortmund teve as melhores oportunidades da primeira etapa. 

A partir do segundo tempo, cada bola era lutada como se fosse a última. Fonte (Getty Images)
O segundo tempo foi totalmente diferente do primeiro: O Mainz mudou de postura, passou a ser um time muito mais intenso e ofensivo. Durante toda a segunda etapa, a equipe da casa teve chances de empatar o jogo. Empate que veio na reta final do jogo, aos 38', Latza completou cruzamento de Öztunali e empatou o jogo. Um minuto depois, no que parecia ser um replay do gol de empate, quase veio à virada.

O empate permaneceu no placar, e com ele mais uma grande decepção para torcida aurinegra, nos últimos cinco jogos são quatro empates e apenas uma vitória. O Campeonato Alemão já está totalmente fora de cogitação, a briga é para se manter na briga por vaga na Champions, pois já são 14 pontos atrás do líder Bayern. Alguns setoristas de imprensa de Dortmund diz que a má fase do time se deve também a um problema interno, mas independente disso, a atuação do time no segundo tempo foi inaceitável, e Tuschel tem muito que explicar. Na próxima rodada, o Dortmund receberá a surpresa Leipzig, buscando não só os três pontos, mas dar uma resposta a seu torcedor. 

PSG x Mônaco - A justiça prevaleceu

O jogo mais esperado desse segundo turno até aqui. Mônaco buscava retomar a liderança e tinha o Paris Saint-Germain em tese favorito ao título no início do Campeonato pela frente, atual terceiro colocado. Confronto direto, com jogo de "seis pontos", chame como quiser, fato é que essa partida teve um peso enorme para o resto da Ligue 1. No primeiro jogo entre essas equipes, em setembro do ano passado, os Monegascos levaram a melhor. Vitória incontestável, 3-1.

Bernardo Silva descomplicou em seu talento e deu o empate ao Mônaco. (Imagem: L'Equipe).
Leonardo Jardim e Unai Emery não tinham força total para esse derradeiro confronto, Verratti era o desfalque do lado Parisiense, Adama Traoré no do Mônaco. Ambos mantiveram os titulares conforme as suas características. Mônaco foi a campo no tradicional 4-2-2-2, com Bernardo Silva e Lemar sendo meias jogando abertos, com Germain e Falcão no ataque. Enquanto o Paris optou pelo já conhecido 4-3-3, com um trio de pouca criatividade e de muita marcação: Thiago Motta, Matuidi e Rabiot.

Bernardo Silva e Lemar estão fazendo excelente temporada. (Imagem: GettyImages).
O JOGO

As equipes começaram o jogo se estudando. Muita cautela para ir ao ataque e muita atenção na defesa. As primeiras chances de gol foram do Mônaco, que começou tentando se impor e ter a posse, algo um tanto quanto incomum, já que os Monegascos preferem o jogo objetivo. Por contrapartida, o PSG tentava diminuir os espaços, recuperar a bola e sair em velocidade para os contra-ataques. Taticamente, ambos os times variavam de forma convencional: Mônaco do 4-2-2-2 para o 4-4-1-1, enquanto o Paris se formatava no 4-2-3-1 sem a bola. O primeiro tempo teve esse panorama, Parisienses reativos e buscando o gol e que via um Mônaco possessivo e paciente.

Na etapa complementar, o jogo passou a ser um conflito de estilos na marcação pressão: PSG compacto e zonal enquanto o Mônaco marcava alto e tentava forçar o erro do adversário. Mesmo tendo várias oportunidades de gol, o domínio do jogo foi dos visitantes. Edinson Cavani mesmo perdeu inúmeras chances de abrir o placar. E em um erro do árbitro, que assinalou pênalti de Sidibé em Di María, o mesmo Cavani bateu e converteu. PSG 1-0 Mônaco. O uruguaio chegou a seu gol de número 22 na temporada, participou diretamente de 50% dos gols de sua equipe.

Cavani joga sozinho no ataque do PSG. (Imagem: L'Equipe).
Após muita indignação pelo erro que resultou no gol, os Monegascos partiram com tudo para cima do PSG. Leonardo Jardim fez alterações e transformou um 4-2-2-2 no 4-2-4. Desespero. Já no final do jogo, em um lance de puro talento, Bernardo Silva chutou de longe e contou com o mau posicionamento de Aréola para empatar e dar números finais ao jogo. PSG 1-1 Mônaco. Empate amargo para os comandados de Unai Emery, porém justo. Em nenhum momento o Paris Saint-Germain mereceu a vitória. A arbitragem decidiu a final antecipada do Campeonato Francês.

ANÁLISE

Chegamos à metade da temporada e a Ligue 1 está polarizada entre três times: Nice, Mônaco e PSG. Ambos têm uma larga vantagem para o quarto colocado, o Lyon, que é muito irregular e não inspira confiança alguma em seu torcedor. Tendo isso em mente, podemos dizer que pelo elenco e por sua força recente no cenário nacional, o PSG tem certo favoritismo ao título. Porém, Nice e Mônaco vêm apresentando um futebol vistoso e eficiente, mesmo com menos investimento.


Tabela atualizada do Campeonato Francês. (Imagem: Sofascore).
Nos confrontos diretos entre eles, há muito equilíbrio. A grande falha de Nice e PSG tem sido os jogos contra os menores, onde ambos perderam mais de 11 pontos. Os Monegascos, em oito jogos com times da parte de baixo da tabela, conseguiram 22 pontos, um dos poucos vacilos foi o empate contra o Dijon, fora de casa. Isso é uma grande vantagem que tem o Mônaco sobre os principais concorrentes ao título.

Lembrando que tanto PSG quanto Mônaco estão vivo em todas as frentes na temporada, o que apertará o calendário e consequentemente desgastará ambos times. O Nice, já eliminado nas copas nacionais e na Europa League, volta suas atenções apenas para o Campeonato Francês. Nice tem essa vantagem, além de contar com reforços, como Munir Obbadi, que já passou pelo Mônaco, e estava encostado no Lille.

Após viver fase turbulenta, o Nice parece ter se encontrado. (Imagem: Bein Sports).
Com o empate no Parc Des Princes, o Mônaco assumiu a liderança com 49 pontos, mesma pontuação do Nice. Na próxima rodada, o Mônaco receberá justamente o Nice, outro confronto direto derradeiro e crucial para o Campeonato. Já o PSG, visita o Dijon em um jogo teoricamente tranquilo, levando em conta que o Dijon faz campanha irregular.

Ele tem vaga?

Dedicação e trabalho, seria este o segredo de Bastian? (Gold Coast Bulletin)
Pela quarta rodada do torneio mais antigo do mundo, a FA Cup, o Manchester United enfrentou o Wigan - que está em vigésimo segundo lugar na Championship -, no lendário Old Trafford. Admiro em termos levado os reservas para o confronto, eu teria poupado mais jogadores e mesmo assim teríamos a obrigação de vencer bem.

Esses jogos fáceis são um perigo, pois parece que os jogadores acham que podem marcar quantos gols quiserem na hora que quiserem. Acabamos acompanhando um primeiro tempo chato, onde teve o gol de Fellaini - sim, é verdade, realmente ele vem marcando gols -, mas nada, além disso, de interessante aconteceu.

No segundo tempo, parece que resolveram jogar um pouco mais e o resultado não poderia ser diferente, mostrando o abismo entre as equipes: 4x0. Smalling, Mkhitaryan e o carismático Schweinsteiger marcaram os gols dos Red Devils. O Bastian, por sinal, fez uma grande partida e foi coroado com o último gol, mas também deu passe pra gol na partida.

Ele vem marcando gols, jogando com raça e não está deixando espaço para as críticas. (Yahoo Sports)
O alemão é um ícone mundial. Craque de bola e tantos outros adjetivos relacionados ao nosso esporte favorito e ainda assim não podem definir o valor que Schweinsteiger tem para o momento atual do futebol. Ele é daqueles volantes que dominam o meio de campo e por vezes faz até você esquecer que existem meias de criação no futebol, pois ele também faz essa função com maestria jogando como volante. Depois de toda essa rasgação de seda, que diabos acontece que ele não consegue se firmar como titular?

Acredito que, apesar de ter apenas 32 anos, ele vem de algumas lesões e a forma como conduziu esse período fez a diferença. Em vez de se dedicar a voltar a jogar ele rodou o mundo com a esposa e acredito que isso não foi visto com bons olhos por Van Gaal e muito menos por Mourinho, que chegou afirmando que ele não faria parte dos planos do time.

A virada de situação aconteceu nessa temporada. Apesar do Special One não mostrar interesse no seu futebol, ele se dedicou, jogou com o time Sub-20 e a maior parte da temporada não foi nem para o banco, mas se entregou à paixão que tem pelo clube desde a época de criança. Trabalhou forte, mesmo não sendo convocado para os jogos ia para assistir, apoiava os companheiros e aos poucos foi mudando sua situação. Ultimamente vem ficando no banco, algumas vezes até entrando, e com isso vem ganhando seu espaço e ainda mais a torcida que já gostava dele. Mostrou inteligência e aquele velho bordão de que "com trabalho e dedicação você chega lá". Se ele vai ser titular absoluto, não sabemos, mas que ele está fazendo por onde, não podemos negar.


Confesso que, gostaria muito de ver Bastian entre os titulares, mas também não consigo encontrar um lugar para ele no meio campo, onde a briga é séria com Pogba ou Herrera e, nesse momento, não tem como ele colocar nenhum dos dois no banco. Além disso, ainda temos Mata brigando, e muito, por uma posição nesse time. Então, apesar do carisma e da torcida, a voz da razão não dá espaço para ele.

Rooney recebe de Sir Bobb Charlton uma homenagem referente ao recorde de mais gols pelos Red Devils. (Mirror)
Nessa semana, entramos numa sequência de Premier League: Hull, Leicester e Watford até o dia 11/02, antes de voltarmos a jogar pela Europa League, contra o Saint Étienne, no dia 16/02. É pontuar bem e aproveitar o mando de campo em dois dos três jogos para depois buscar a classificação.

Entre mortos e feridos, ainda estamos disputando quatro competições e queremos ganhar todas, mesmo sabendo da dificuldade em relação à Premier League. Esperar para ver e até a próxima, GGMU!

Nada mais que mediano

No último domingo, o Goiás estreou pelo Campeonato Goiano fora de casa contra a Aparecidense, em um jogo pegado onde a falta de entrosamento e uma arbitragem péssima pesaram. O verdão conseguiu segurar a vitória até os 43 minutos do segundo tempo quando Tosin de falta buscou o empate para o camaleão. Com esse resultado, após a primeira rodada o Goiás é 3º colocado no grupo A com um ponto.

Goiás não saiu do empate contra a Aparecidense. Foto: Diário de Goiás
Uma boa primeira impressão?

A opinião sobre a estreia do Goiás está muito dividida até agora. Muitos ficaram insatisfeitos pelo resultado, ainda mais com o fato do time ter deixado à vitória escapar no final do jogo. Já outros torcedores gostaram do que viram, alegando que pelo fato de ser apenas o primeiro jogo, o time foi muito bem.

Walter teve uma atuação apagada..contrariando o torcedor. Foto: Globo Esporte
Eu confesso a vocês que estou dividido. Pra mim, a atuação do Goiás foi uma mescla das opiniões da torcida, visto que alguns jogadores fizeram atuações muito boas, e outros renderam abaixo do esperado. Falta sim o entrosamento, e ele está longe de ser ideal... Principalmente na parte defensiva, entre os zagueiros Fábio Sanches e Everton Sena. E há muito que melhorar, a nossa posse de bola ofensiva está fraca ainda mais com Carlos Eduardo devolvendo a bola para o adversário de 5 em 5 minutos. Nós precisamos urgentemente revisar nossa bola parada defensiva, repito, urgentemente.

Partida mediana, arbitragem mediana

Se houvesse a possibilidade de resumir a atuação do Goiás com uma nota, esta nota seria seis. O time veio bem postado defensivamente, e teve um bom primeiro tempo, com destaque para o meia armador Jean Carlos. Jean mal chegou ao time esmeraldino e já prova que tem muita qualidade e visão de jogo, acertando vários lançamentos, e rodando bem a bola no meio campo.

O primeiro tempo teve poucas chances criadas pelos dois lados, o grande destaque infelizmente foi o árbitro, que deu faltas inexistentes a favor da Aparecidense e esbanjou o seu cartão amarelo para qualquer mísero lance, ridículo. Ao menos Everton Sena conseguiu abrir o placar de cabeça após escanteio batido por Paulinho, dando alegria a torcida esmeraldina, que passava apuros com o calor "infernal" que se fazia naquela tarde.

Goiás voltou muito melhor no segundo tempo, os primeiros minutos mostraram um time determinado a definir o placar. Mas em um lance de extrema felicidade, Tosin livre de marcação empatou a partida com um voleio espetacular e indefensável. Logo após o gol do time mandante, Jean Carlos em cobrança de falta serviu Léo Gamalho que testou para o fundo das redes e deixou o verdão novamente na frente. Tudo se encaminhava para a primeira vitória do ano até que o juiz expulsou de forma errada Victor Bolt, originando uma falta extremamente perigosa, que resultou no gol de empate de Tosin. Final de jogo: Aparecidense 2x2 Goiás.

Tosin empatou de falta no último minuto do segundo tempo. Foto: GloboEsporte
Previsões e expectativas

Resumindo, gostei do que vi, mas não gostei do placar. Além de um juiz fraco, tivemos Walter extremamente apático dentro de campo fazendo uma das suas piores atuações pela camisa do Goiás. Espero fortemente que Gilson Kleina reforce em seus treinamentos a nossa bola aérea defensiva, e acerte o meio campo para que se mantenha a posse de bola no campo do adversário. Pra mim o momento de Carlos Eduardo passou assim como Léo Sena ele teve 2016 para se provar titular e merecedor da camisa do Goiás... Hoje pra mim não passa de mais uma eterna promessa. Prevejo Tiago Luis entrando quarta-feira contra o Rio Verde na Serrinha, garanto que veremos um meio campo melhor.

Também contamos com a chegada de Juan, direto do Coritiba para deixar o nosso elenco ainda mais forte e variado. É um jogador versátil e foi líder de assistências no Coritiba ano passado, cai como uma luva no nosso meio campo, e também pode ser utilizado como lateral. A sua chegada faz com que minhas expectativas para 2017 sejam ainda maiores, resta ao nosso técnico Gilson Kleina usar esse elenco repleto de bons jogadores para garantir a nossa alegria. 2017 promete!

Artur Pinheiro ll Perfil no Facebook
Linha de Fundo ll @SiteLF 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Indignação é a palavra

O Fortaleza voltou a campo na tarde deste domingo (29) para a quarta rodada do Campeonato Cearense, para enfrentar o até então lanterna Horizonte, fora de casa. O time veio modificado pelas suspensões de Gastón, pela expulsão no clássico passado e pela ausência de Anderson Uchoa, pelo terceiro cartão amarelo.

O jogo começou bastante truncado, com chances para ambas as equipes, vale ressaltar o calor de mais de 30°C, que dificultou a vida dos dois times. Fortaleza perdeu duas oportunidades claras de abrir o marcador, uma com Rodrigo Andrade, outra com Jefferson e levou o castigo aos 44 minutos do primeiro tempo, quando num contra-ataque mortal o centroavante Isaque, recebeu livre, driblou o goleiro e abriu o placar.

No segundo tempo, o time começou muito desorganizado, errando passes bobos, não tendo criatividade no ataque e deixando muito espaço para as investidas do time adversário. No final do jogo até ensaiou uma pressão, colocou uma bola no travessão, mas não conseguiu empatar o jogo.

OPINIÃO

Não temos elenco, essa é a verdade, não temos uma organização mínima de jogo, temos jogadores inoperantes que ainda continuam no time titular, não temos opções no banco de suplentes e o treinador também não inspira confiança nem ao mais otimista torcedor tricolor. Precisamos de no mínimo de 8 a 10 jogadores (dois laterais, dois meias, dois atacantes de lado de campo e mais duas opções para o comando de ataque).

Enquanto isso a diretoria tenta iludir o torcedor com o lançamento de camisas, promoções nas redes sociais, discursos bonitos, pede a adesão para o programa de sócios torcedores, mas, o trabalho que necessita ser feito está à míngua, e o pior disso tudo que não temos nem aonde nos apegar em alguma perspectiva de mudança, a situação tende a piorar se não tivermos mudanças urgentes dentro do clube.

Engraçado que todos os clubes conseguem se reforçar bem, contrataram jogadores de nome e com potencial e só o Fortaleza que não consegue, engraçado né? Parece que nem existe um departamento de análise de desempenho somente voltado para contratações, e que analisou mais de 2000 jogadores.

A torcida não aguenta e não vai tolerar mais um ano de decepções, de ser chacota nacional, de ser feita de idiota. Vamos cobrar, vamos protestar, mas sem violência e nem depredar a nossa sede nem algum patrimônio do clube.

 Sem jogar bem, Fortaleza caiu para o Horizonte no Campeonato Cearense (Foto: Helene Santos/Agência Diário)

Olhar apenas para cima

Ítalo-brasileiro Éder comemora seu gol, o terceiro do time (Foto: Divulgação/ Twitter Internazionale)
A vitória que se confirmou no último domingo (29), foi apenas mais uma figuração do que tem se transformado a equipe, outrora perdida em suas ações. O sonho continua, o pulso, pulsa. A Inter está muito viva em busca do maior objetivo dessa temporada: A vaga da Champions. A rodada foi excelente para os interistas, os concorrentes tropeçaram e não conseguiram se distanciar ou se aproximar. A goleada por 3 a 0 foi o nono triunfo consecutivo, o sétimo pelo Campeonato Italiano, do confiante e empolgante time de Pioli.

Em Milão, o time da casa começou a todo vapor. Sem Ansaldi, expulso na última partida, o japonês Nagatomo foi o titular pela esquerda. Marcação alta e posse de bola, as grandes características da nova Inter, foram também as maiores virtudes durante a partida. Os comandados de Stefano Pioli começaram pressionando, e aos 22', D'Ambrosio abriu o placar.

Os outros dois gols fluíram com bastante naturalidade, não houve dificuldades para vencer o fragilizado lanterna Pescara, João Mário deixou o seu, e Éder, em uma jogada começada por ele próprio no campo de defesa definiu com o último tento. O próximo jogo é confronto direto contra a líder Juventus, no próximo Domingo, em Turim. A Inter ocupa a quarta colocação, nove pontos atrás do seu próximo adversário.

Agora, a diferença é só de um ponto

Comemoração do gol marcado por André Silva  [Fonte: Site oficial do FC Porto]
O Futebol Clube do Porto visitou o Estoril Praia e venceu o jogo por 2x1. Mas, a ida à Praia foi bastante difícil, tanto que o primeiro gol só saiu aos 37 minutos do segundo tempo com André Silva cobrando pênalti, Corona fez um belo gol aos 45’ da etapa final e por fim, o time mandante diminuiu já nos acréscimos. Os Dragões contaram com a derrota do Benfica para o Vitória de Setúbal e estão a somente um ponto dos encarnados, os líderes da liga.

Com o triunfo, os Tripeiros está há 16 jogos sem perder na Liga NOS. São sete vitórias nos últimos oito jogos. Maxi Pereira e André André foram as novidades nos onze do Porto que tomou conta do jogo desde o apito inicial. Mas, sentiu falta do time mais ofensivo, como vinha atuando, e só finalizou três vezes na primeira parte do jogo.

Numa primeira parte bastante chata, a melhor coisa que aconteceu foi a volta de Brahimi ao Porto. O atacante estava defendendo a Argélia na Copa das Nações Africanas.  Aos 36’, Nuno Espírito Santo optou por substituir Diogo Jota pelo argelino, com isso, André Silva foi atuar na zona centra do campo.  Na segunda etapa, o Futebol Clube do Porto melhorou. Mas, a entrada de Rui Pedro no lugar de Óliver Torres deu mais agressividade aos Dragões.

O jovem português criou duas boas chances e sofreu um pênalti não assinalado pela arbitragem. O jogo caminhava para o final e parecia que o Porto mais uma vez iria empatar fora de casa e sem gols. Os atletas que entraram – além do Rui Pedro e Brahimi, Corona também ingressou- e fizeram muito bem aos Tripeiros, o argelino lançou André Silva que foi derrubado na área. O artilheiro portista cobrou e converteu mais uma penalidade na competição: 1x0.

No fim, Jesus Corona tratou de fazer um golaço e concretizar a vitória portista sobre o Estoril. Mas, os mandantes não se entregaram e diminuíram o placar do jogo com Dankler, mas o vencedor da rodada era mesmo o Porto, que levou os três pontos na bagagem e viu o Vitória de Setúbal aprontar para cima do Benfica e fez com que a diferença do líder para o segundo colocado caísse para um ponto.

A ascendência do mais "indisciplinado"

Sem faltar brio ou empenho o Eintracht Frankfurt ignorou a festa da torcida adversária e venceu mais uma fora de casa. Considerado o time mais faltoso da Bundesliga o time do treinador Nico Kovac vem surpreendendo e consequentemente ascendendo, apesar da perceptível limitação técnica a questão tática contrasta com o adjetivo de "indisciplinado".

Depois da decepção que o Frankfurt causou em sua torcida ano passado disputando a repescagem para não cair e sem grandes contratações para a nova temporada todos esperava o time na metade de baixo da tabela, o que não vem acontecendo graças ao trabalho excepcional de Nico que com sua persistência tática está a se apresentar em alto nível. A classificação para a Champions League não é mais um sonho impossível.

O método compacto de Nico Kovac consiste em ajustar duas linhas de três defensores formadas pelo volante juntamente com os alas a frente dos três zagueiros e o losango ofensivo, composto por um meia criativo, dois meias atacantes e um centroavante. Se alternando em 5-4-1 sem a bola e 3-4-3 com a bola. Impressionando a todos com o nível de dedicação e empenho tático que a equipe apresenta.

O Eintracht jogando dentro ou fora da Commerzbank-Arena é temido nesta temporada, e esse "temor" por parte dos adversários trás uma sensação de felicidade intensa aos torcedores dos Águias que há muito tempo não sentiam isso.

Comemorando mais uma vitória, (produção/twitter oficial do Eintracht Frankfurt)
O Eintracht teve a chance de dar a volta por cima depois de ter sido goleado pelo RB Leipzig, na ultima rodada, nesta sexta-feira (27) em Gelsenkirchen contra o Schalke 04. Apesar da grande festa feita pela torcida dos donos da casa a estrela do capitão do Frankfurt Alex Meier brilhou e a organização mais uma vez falou mais alto em um jogo trincado.

Barkok e Branimir Hrgota reeditaram a dupla que dizimou Mainz no dia 20 deste mesmo mês (décima sexta rodada) e mais uma vez deram um "toque diferente" no meio campo do Frankfurt e por coincidência ou não venceram mais uma. O time de Kovac foi a campo com: Lindner, Abraham, Vallejo e Hasebe, Omar Mascarell, Chandler e Oczipka, Gacinovic, Barkok e Hrgota, Alex Meier.

O primeiro tempo foi sem grandes emoções, o Eintracht não correu muitos riscos e manteve sua admirada disciplina tática que foi facilitada pelos intensos erros de passe do Schalke. Merecidamente após sua primeira finalização no jogo o time visitante abriu o placar, após escanteio cobrado rasteiro pelo japonês Hasebe, a bola parou nos pés de quem sabe e o capitão e artilheiro do time Alexander Meier colocou na rede.


Alex Meier marca seu quinto gol e decreta vitória. (Produção/twitter oficial do Frankfurt)
O segundo tempo foi muito dinâmico, o time da casa pressionava enquanto o visitante explorava os contra ataques e assustava. Mas o momento máximo de indignação da torcida do Eintracht Frankfurt foi a entrada do camisa 9 Seferovic, odiado por forçar sua saída do time para vestir a camisa do Benfica de Portugal, ele entrou para dar velocidade ao ataque, apenas na tese, pois o que vimos foi o suíço perder chances e justificar as críticas.

O restante da partida foi caracterizado pela "pilha de nervos" por parte dos jogadores do Schalke, o Eintracht mais frio não conseguiu aproveitar e a partida terminou assim mesmo, 0x1 e a consagração do time de Frankfurt que concretizou sua ascendência na Bundesliga e garantiu a terceira posição, TODOS os resultados da rodada ajudaram.

De acordo com Nico Kovac, ataque ganha jogo e defesa ganha campeonato. Apartir de uma defesa sólida muito elogiada na Alemanha o time da Commerzbank-Arena se mostrou ser um time competitivo mesmo sem estrelas, mas com jovens de bastante potencial, guiados pelo capitão Meier o Frankfurt é capaz de bater de frente com qualquer time Alemão.

Próxima Partida: Eintracht Frankfurt x Darmstadt98
Sábado (05/02/2017) - Commerzbank-Arena - 14h30min (horário de Brasília)

Por: Gabriel Ferraz/@_vsferraz

Vivemos um dos últimos espetáculos do White Hart Lane

Com direito à invasão de campo, Tottenham fez o White Hart Lane vibrar intensamente aos 97 minutos.



Como todos os finais de semana, liguei minha TV, peguei a minha cerveja e sintonizei no jogo do Tottenham. Confesso que, por dentro, não fiquei satisfeito com a escalação, mas era aceitável, afinal, jogaríamos contra o Wycombe. Um clube de baixíssima expressão na Inglaterra, mas que vinha embaladíssimo.

Pra você ter uma ideia, os Chairboys não perdem na EFL League Two (4ª divisão) desde o dia 29 de outubro de 2016. Embalados e confiantes para o confronto, os visitantes foram com seu melhor plantel e conseguiram calar o White Hart Lane, até o último segundo de jogo. Especialmente nos primeiros 45 minutos, foi desastroso para nós. Os Spurs mostravam certo desinteresse na partida, alguns jogadores com preguiça de fazer seus respectivos papéis em campo.

Não demorou muito e o time superior na partida fez o seu primeiro gol. Aos 23', Paul Hayes bateu cruzado no canto esquerdo de Vorm, sem chances para o holandês ter qualquer tipo de reação. Treze minutos mais tarde, com falha inicial de Wimmer – novamente desligado –, o adversário armou um contra-ataque; Na sequência do lance, Carter-Vickers deu o bote atrasado em Kashket dentro da área, Paul Hayes não perdoou novamente e ampliou o placar para os visitantes. 2-0.
  
Paul Hayes foi o desequilíbrio do primeiro tempo.


O segundo tempo começou e confesso que já tinha jogado a minha toalha. Mas Pochettino fez uma de suas "mágicas" no intervalo e deu uma injeção de ânimo nos seus jogadores. O time voltou mais focado e, aos 60 minutos, com um pouco de sorte, diminuímos o placar com um chute cruzado de Son, contando com um desvio de Jacobson, que atrapalhou a defesa do goleiro Blackman. Logo na sequência, Janssen, entrou na área, e com um pênalti, no mínimo, juvenil do zagueiro Pierre, o Tottenham empatou com o holandês. 2-2.

Dois a dois, até os 83 minutos de jogo, tudo indicava um 'replay' – Que, eu, particularmente, odeio. Prefiro a derrota ao jogo de volta –. No entanto, Dier comprometeu o time com uma reposição de jogo horrível, deu novamente um contra-ataque para o time visitante e Myles Weston deu o famoso “drible da vaca” no próprio zagueiro, com altíssima velocidade o antiguano lançou na cabeça de Garry Thompson, que não desperdiçou. 3-2.

Agora era diferente. Tudo indicava a classificação do time do sul da Inglaterra para as oitavas da competição. Na frente de mais de 31 mil torcedores empurrando a todo o momento, Dele Alli, aos 89’, empurrou para o barbante a redonda e empatou a partida. Ainda com um placar ruim para Pochettino, já que tenho certeza que não estava na agenda de planos do argentino ir ao Adams Park.

Tottenham's Son Heung-min scores their fourth goal
O Tottenham está classificado para as oitavas da FA Cup (Foto: Reuters)
Mas Son não deixou! Após a tabela com Janssen, o craque da partida chutou fora do alcance do goleiro e também do gol, mas contou com uma infelicidade do defensor dos chairboys, que empurrou para a rede, decretando a vitória e classificação dos Spurs nos acréscimos. 4-3.

Por mais que seja contra um time de 4ª divisão, é impossível não vibrar com uma vitória desta maneira, vencendo com um gol no último lance. Paro e penso que essa atmosfera que vi no White Hart Lane no último sábado está para terminar. O nosso querido estádio está passando pelos seus últimos jogos e aperta o meu coração saber que em menos de seis meses, mais uma parte do estádio virará pó e nosso abrigo será em um estádio totalmente diferente, o Wembley.

Nem que se lotarem os 90 mil lugares no estádio do English Team, terá uma atmosfera igual ao estádio do norte de Londres com 36 mil torcedores. Jogos como este são dignos de serem gravados e colocados num DVD. Enfim, ainda não é momento de se despedir, mas o sentimento de saudade e o aperto no peito em saber que não verei você e mais desses jogos marcantes, como este, já tomam conta de mim. Farás falta, White Hart Lane!

Xhaka precisa manter a calma e nós também

A adaptação a Premier League leva mais tempo para alguns jogadores, o ritmo intenso e a velocidade do jogo são pontos que dificultam a vida de bons talentos. É o caso de Granit Xhaka, que chegou ao Arsenal na última janela de verão europeu, por cerca de £30M. Ao lado de Mustafi, foram as duas principais apostas dos Gunners para a atual temporada.

Ghanit Xhaka sendo apresentado oficialmente pelo  Arsenal (Foto: Arsenal.com)
Nascido na Basiléia, Granit Xhaka (24) iniciou sua carreira no futebol no próprio país de origem, após ser revelado pelo modesto Concordia no inicio dos anos 2000. Logo aos nove anos, atraiu olhares do Basel, um dos principais clubes da Suíça, que o contratou em 2002. Apesar da origem kosovar, Xhaka optou por defender a seleção Suíça de futebol, no entanto, para chegar lá, ele precisou se provar nos clubes.

O meia teve toda sua formação no clube suíço e já aos 17 anos se destacava na equipe principal. Dois anos após ser promovido para o profissional, em 2012, se transferiu para a Alemanha, onde defendeu o Borussia Mönchengladbach. No futebol alemão, Xhaka teve seus melhores momentos, onde liderou a equipe, sendo o capitão e o principal jogador do time nas boas campanhas da Bundesliga, que garantiram classificações para a UEFA Champions League.

Além das boas temporadas no futebol alemão, também fez uma boa Eurocopa pela Suíça, algo que elevou ainda mais a moral do atleta na sua chegada em Londres. Granit sempre se destacou pelo bom chute, os ótimos passes, a boa leitura de jogo e o estilo durão de liderar a equipe. Saiu do clube alemão com status de ídolo e chegou enchendo os Gooners de esperança. O suíço chegou para substituir Arteta, que ao fim da última temporada anunciou a aposentadoria do futebol.

Arsène Wenger foi inserindo Xhaka no time titular aos poucos, com calma, para que ele pudesse ter o tempo necessário de adaptação e conhecimento suficiente da nova liga que se propôs a disputar. Logo o desejo do torcedor de vê-lo no time titular era unanimidade, após boas apresentações ganhou a admiração dos novos adeptos. No entanto, o jogador ficou conhecido negativamente pelos cartões vermelhos, com um número de expulsões que assusta.

O camisa 29 voltou a ser expulso pela Premier League (Foto: DailyPost)
Sua primeira expulsão com a camisa do Arsenal, aconteceu no duelo contra o Swansea, em partida válida pela 8ª rodada da Premier League. O fato culminou em alguns jogos de suspensão e interrompeu a sua evolução. Com as lesões de Cazorla e Ramsey, Xhaka recebeu novas oportunidades, provando estar em forma com apresentações sólidas e uma boa sequência de jogos. Contudo, na última rodada da Premier League, em casa, contra o Burnley, Xhaka novamente prejudicou a equipe com uma expulsão. Só nos últimos três anos, o suíço recebeu nove cartões vermelhos, que é um número bastante alto.

No dia seguinte ao jogo, Xhaka teria se envolvido em confusão no Aeroporto de Heathrow, em Londres. O atleta levava o amigo para pegar um voo de volta para a Alemanha, após ter ficado uns dias na Inglaterra. Segundo a BBC, o jogador teria proferido palavras racistas a uma funcionária da companhia aérea, após se irritar por seu amigo ter perdido o voo. A polícia local teria chamado o jogador para depor. O Arsenal não se pronunciou sobre o caso.

Apesar das polêmicas, o camisa 29 já provou ser um ótimo jogador, tendo uma capacidade enorme de distribuir o jogo, seja com passes curtos ou com lançamentos diretos, todos com enorme precisão. Seu posicionamento defensivo talvez seja um de seus principais problemas, algo que com treinos e mais jogos, Arsène deve acertar.

Xhaka precisa manter a calma e pôr a cabeça no lugar. Temos um atleta talentoso, cheio de virtudes. Mas, como qualquer pessoa, tem seus defeitos. Xhaka não chega a ser um jogador violento, seus cartões são mais por afobação e um mau posicionamento defensivo, que acarreta na chegada atrasada em muitos lances, tanto que além dos cartões, já cometeu dois pênaltis com a camisa do Arsenal.

Contudo, o novo reforço está em sua primeira temporada, já mostrou futebol e precisa apenas corrigir algumas coisas e aprender com os erros. É um jogador importante para o Arsenal e, assim como ele, precisamos manter a calma.
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