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sexta-feira, 31 de março de 2017

Lobo derrota Águia e garante vantagem na Copa Verde

Na noite desta sexta-feira (31), no Zinho Oliveira, ocorreu o primeiro dos três jogos entre Paysandu e Águia, que acontecerão em 10 dias. Este primeiro era válido pela primeira partida das quartas de final da Copa Verde e todo resultado seria uma boa vantagem para se guardar de uma “maratona” como essa.

Antes mesmo de começar o jogo, já apareciam sinais de que não seria uma partida fácil. As péssimas condições do gramado, com poças de água e buracos, levavam a crer que os melhores lances sairiam de bolas paradas. E logo que começou o jogo, esta crença parecia se confirmar, já que ambos os times viam muitas dificuldades em trabalhar a bola. O primeiro lance de perigo foi da equipe visitante, quando aos 21’, Ayrton alçou a bola na área e Alfredo desviou para frente, Wesley aproveitou a sobra e tentou a finalização, mas se atrapalhou e perdeu a oportunidade de abrir o placar.

O Águia, apesar de estar mais acostumado ao Zinho, tinha suas investidas cortadas pela defesa do Paysandu. E com o tempo, o alviazul começou a demonstrar que estava se adaptando ao gramado e o tipo de jogo que poderia ali ser jogado. Aos 34’, Alfredo chegou com velocidade, ganhou do defensor e entrou na área, chutando cruzado para Wilkerson, que de carrinho, empurrou a bola para dentro do gol, fazendo 1x0 para a equipe visitante.

(Foto: Reprodução Esporte Interativo)
O Azulão teve sua melhor oportunidade no primeiro tempo numa cobrança de falta. Esta saiu aos 40’, com Kaíque rolando para Eric chutar rasteiro e forte para o gol, a bola passou pela barreira, porém o goleiro Emerson, atento, fez a defesa. O Paysandu respondeu num belo contra-ataque aos 47’, quando Leandro Carvalho recebeu na ponta direita, cortou para o meio e arriscou um chutaço, Maycki Douglas se agigantou para evitar o que seria um golaço da cria da base bicolor.

No segundo tempo, logo aos 2’, Ayrton cobrou falta alçando bola na área e Gilvan desviou para o gol, mas Maycki Douglas apareceu para salvar o que seria o segundo gol bicolor. A resposta demorou, entretanto, quase veio como gol. Mael passou para Tiago Mandi na ponta, que cruzou rasteiro e Lombardi, tentando tirar o perigo, quase fez gol contra a própria meta. Foi aí que o Paysandu voltou a focar em ampliar a vantagem. Primeiro, Diogo Oliveira achou Ayrton, que passou de cavadinha para Alfredo dentro da área, o centroavante bicolor cortou para o meio e chutou, todavia, a força exagerada subiu a bola. Depois, Ayrton apareceu cobrando falta novamente e Wilkerson aproveitou a sobra para chutar e ver Maycki Douglas salvar em mais uma.

O Azulão voltou a pressionar pelo empate e depois de muitas investidas, Tiago Mandi foi derrubado por Hayner na área e o juiz assinalou pênalti, cobrado e convertido por Edinaldo aos 29’. O jogo voltou a esquentar, o Águia fazia muito uso das faltas para evitar que o Paysandu voltasse a ficar com o placar favorável. Mas não adiantou, nove minutos depois da penalidade, Ayrton tocou para Sobralense, o meia devolveu de letra e o lateral-direito do Papão chutou cruzado, fazendo 2x1 para o time azul e branco.

Próximo jogo: A próxima partida do clube alviazul é novamente contra o Águia, no segundo jogo das quartas da Copa Verde, nesta terça-feira (04), às 19h15, no Mangueirão.

Palavra da colunista: O jogo parecia que seria prejudicado pelo péssimo gramado, apesar disso, o Paysandu conseguiu, no geral, atuar bem no Zinho Oliveira. E mesmo com gramado molhado, Leandro Carvalho pôde fazer uso das jogadas de velocidade que foram responsáveis por boas chegadas à meta a adversária.

O desempenho do coletivo foi bom, mas nem todos conseguiram se sair tão bem como a maioria. E apesar do carrinho desnecessário de Hayner na área, não é ele quem leva o “pior em campo” de hoje, já que pelo terceiro jogo seguido, Fernando Lombardi conseguiu se envolver em polêmica relacionada a pênalti e quase fez um gol contra.

Antes de falar o melhor do jogo, é necessário fazer menções honrosas. Começando por Wilkerson, que marcou seu primeiro gol como profissional na partida de hoje. Outro que merece destaque é Diogo Oliveira, que teve atuação meio apagada durante alguns momentos da partida, muito por conta do campo que desfavorecia suas características, mas que conseguiu se sair bem no geral. Além de Leandro Carvalho, que já foi mencionado anteriormente, sendo eficiente no ataque e sofrendo muitas faltas que ajudaram o Paysandu a chegar mais perto da meta.

Porém, de todos os atletas, quem foi mais participativo em campo e mais ajudou a levar perigo ao adversário, foi Ayrton, que apareceu bastante no jogo e ainda foi responsável pela jogada e pelo gol da vitória.

CSA vence, lidera o hexagonal e não convence

Jogando no Trapichão com portões fechados, o CSA venceu o CEO na primeira rodada do hexagonal final do Campeonato Alagoano por 2x0. Apesar da vitória, o time ainda não convenceu em campo. A má atuação do CSA ficou evidente quando seu goleiro foi tido como destaque em campo. Claro, é bom que o goleiro Mota tenha feito seu papel, mas se ele se destacou tanto significa dizer que o sistema defensivo do CSA foi ameaçado.

Ainda sem perder no estadual, na próxima rodada o CSA enfrenta seu primeiro grande desafio na temporada, o ASA em Arapiraca. Para esta partida, o Azulão do Mutange não contará com três jogadores que receberam o terceiro cartão amarelo: Douglas Marques, Celsinho e Jacó. Por outro lado, Rayro volta ao time após cumprir suspensão e disputará a vaga na lateral esquerda com Rafinha.

Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas
Para o clássico com o ASA, o técnico Oliveira Canindé (foto) deve fazer alterações no time titular. Naturalmente são necessárias mudanças no setor ofensivo e defensivo devido aos três jogadores suspensos, mas a torcida reclama (com razão) que Didira é mantido no banco mesmo com um meio de campo deixando muito a desejar.

Se Canindé quiser mesmo vencer o ASA, muita coisa precisa mudar para o clássico.

Campeonato Maranhense Sub-19 2017 terá início neste final de semana

O Campeonato Maranhense Sub-19 2017 começará neste final de semana com dois jogos. A Federação Maranhense de Futebol divulgou somente hoje a tabela completa e o regulamento do campeonato.  

Pinheiro, campeão maranhense Sub-19, em 2016 (Foto: futebolmaranhao.com.br)
Doze clubes participarão da competição, distribuídos em três grupos (A, B e C), com quatro equipes em cada um. O campeonato será disputado em quatro fases (Grupos, Quartas de Final, Semifinal e Final). Os times se enfrentarão em jogos de ida e volta na primeira fase. Segundo o regulamento da competição, classificam-se oito times para as quartas de final, os dois melhores de cada grupo e os dois melhores terceiros colocados, por índice técnico preestabelecido pela Federação.

Confira como ficaram os grupos:

GRUPO A:
Babaçu, Expressinho, Maranhão e Sabiá

GRUPO B:
Moto Club, Sampaio Corrêa, Santa Quitéria e São José

GRUPO C:
Americano, Desportiva Ludovicense, Grêmio Maranhense e XV de Novembro

Primeira rodada

Grupo C
- 01/04 (sábado) – XV de Novembro x Grêmio Maranhense – Campo do Palmeiras (Maioba) – 9h

Grupo A
- 02/04 (domingo) – Babaçu x Expressinho – Nhozinho Santos – 9h
- 05/04 (quarta-feira) – Maranhão x Sabiá – CT Parque Valério Monteiro – 15h30

As outras três partidas que complementam a primeira rodada ainda não têm datas e locais definidos por conta da falta de campos com condições adequadas, devido às chuvas constantes que caíram nos últimos dias. Partidas adiadas: Moto Club x São José e Santa Quitéria x Sampaio Corrêa (Grupo B); e Americano x Desportiva Ludovicense (Grupo C).

O curioso neste ano é que o Pinheiro (PAC), campeão em 2016 e que representou o Maranhão, junto ao Sampaio Corrêa, na Copa São Paulo 2017, não participará neste ano.

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Clássico das cores,o renascimento de uma rivalidade

Nascida, no final da década de 30, a rivalidade entre Fortaleza e Ferroviário, ganhará novos capítulos, nos próximos dias, sobretudo, pela possibilidade de ocorrerem três confrontos, válidos pela semifinal do Campeonato Cearense. Duelo possui muita história e uma tradição imensa dentro do estado. Já houve um confronto nesse ano, na primeira rodada do certame, um empate em 2 a 2. 

O nome atribuído ao jogo refere-se às cores dos times, onde ambos possuem três cores principais, sendo o Fortaleza (vermelho, azul e branco), e o Ferroviário (vermelho, preto e branco). O confronto perdeu muito o seu brilho nos últimos anos, sobretudo, pelas campanhas ruins do Tubarão da Barra (Ferroviário), que passou por grandes crises financeiras, chegando a estar na segunda divisão do Campeonato Cearense. O primeiro jogo datado entre as equipes ocorreu em 1938, com a vitória do Fortaleza por dois a zero.

Estatísticas do Clássico

- 311 Jogos
- 129 Vitórias do Fortaleza
- 89 Empates
- 93 Vitórias do Ferroviário
- 873 gols totais, sendo 467 do Fortaleza e 406 do Ferroviário

- Maior tabu a favor do Fortaleza: 27 partidas, sendo 21 vitórias e 6 empates, entre 1999 e 2007.
- Maior tabu a favor do Ferroviário: 18 partidas, sendo 8 vitórias e 10 empates, entre 1978 e 1981.

- Maior sequência de vitórias seguidas do Fortaleza: onze, de 1999 a 2002.
- Maior sequência de vitórias seguidas do Ferroviário: nove, de 1940 a 1943.
- Maior sequência de empates seguidos: sete, entre 1989 e 1990.

- Maior goleada leonina: Fortaleza 5 a 0, pelo Campeonato Cearense de 1947.
- Maiores goleadas corais: Ferroviário 6 a 1, pelo Campeonato Cearense de 1951, além de mais quatro partidas com o placar de 5 a 0, igualando assim o maior placar dos tricolores.

- Partida com o maior número de gols: Fortaleza 7 a 4, pelo Campeonato Brasileiro da Série C de 1998.

- Em nove decisões de campeonatos cearenses, a vantagem do Fortaleza é inquestionável, com oito finais ganhas e apenas uma perdida.

O "ressurgimento" do Ferroviário é muito positivo para o futebol cearense e nordestino, pois um time que revelou Jardel (brilhante no FC Porto), Iarley (decisivo no Paysandu), não pode ser esquecido e nem estar jogado às traças. Parabeniza-los pela vaga na Série D em 2018 e desejar bons jogos nas semifinais e que não tenhamos brigas entre as torcidas. Nós vemos na Arena Castelão.

O primeiro confronto das semifinais será realizado no próximo domingo (2), às 16hs, na Arena Castelão. (opovo.com.br/divulgação)
#BORA LEÃO
#TRICOLOR DO PICI
#QUEREMOS O ACESSO
#RUMO AO TRI

Gabriel Viana / @GabrielVianaSo3

Comecem a rezar

Torcedor taubateano, seja qual for sua crença religiosa, está na hora de começar a rezar. A atuação diante do Guarani escancarou os defeitos do Burro da Central. A derrota, em sim, não chega a ser uma surpresa, porém a atuação, na qual consigo encontrar adjetivos para classificar, desanimou até o mais otimista dos torcedores.

Um time apático, de onde poucos nomes se salvam, com uma escalação totalmente equivocada. A dose de “inventol” tomada pelo treinador Evaristo Piza passou dos limites. O 1x0 ficou barato.
Sem vencer há quatro partidas, a equipe está em queda livre na classificação. O sonho de retornar a elite após mais de 30 anos acabou. A realidade é outra, a de não cair para a Série A3.

Seis pontos separam o Alviazul da zona de rebaixamento. Nas cinco rodadas restantes, o Burro terá que encarar cinco pedreiras, sendo três delas fora de casa. Está difícil acreditar que a equipe sairá vencedora de campo em algum destes jogos.

Burro chegou a quatro partidas sem vitórias na A2. Foto:Bruno Castilho/EC Taubaté
Os problemas parecem ir além dos defeitos técnicos e tático e das recorrentes lesões e suspensões, e claro da falta de peças reposição. Uma imagem após a derrota para o Bugre chamou a atenção. O zagueiro Júnior Campos, que saiu machucado no segundo tempo, foi carregado por três atletas do Guarani até a porta dos vestiários, enquanto um jogador do Taubaté batia papo e dava risadas na lateral do campo com um membro da comissão técnica do time de Campinas. A falta de comprometimento de algumas peças do elenco é clara.

Resta-nos rezar para que as coisas que já estão ruins não fiquem ainda pior. Permanecer na Série A2 em 2018 já será motivo para festa.

Miami vence em jogo decisivo e abre vantagem por vaga nos playoffs

O Miami Heat necessitava da vitória para se manter na oitava colocação. Foi com essa mentalidade que a equipe entrou em quadra na terça-feira (28) contra o Detroit Pistons, última partida do Heat no Palace of Auburn Hills, que não será mais casa do Pistons na próxima temporada.

O primeiro quarto foi intenso, com bons momentos de cada time, terminando empatado em 24-24. O segundo quarto teve uma liderança maior pela equipe do Heat, que chegou a estar oito pontos a frente, mas foi para o intervalo liderando por 55-50. Os dois períodos apresentaram um jogo muito truncado, com bastante erro para os dois times.

Já o terceiro quarto, o time da Flórida impôs seu jogo e foi para o último período com uma liderança de nove pontos. No quarto, James Johnson fez uma cravada espetacular em cima de Marcus Morris e ainda recebeu a falta, mas essa não seria a jogada mais marcante da noite.

James Johnson sobe para a enterrada sobre Marcus Morris (Foto: The Ringer)
Mais uma vez na temporada, Miami não conseguiu manter a liderança e acabou cedendo a virada para os Pistons faltando 45 segundos em uma bola de três pontos de Kentavious Caldwell-Pope. Faltando 30 segundos para terminar o jogo, a situação estava complicada para o Heat, com quatro pontos atrás. Na saída de bola, Stanley Johnson, de Detroit, pisou na linha, impedindo James Johnson de cobrar o lateral. Falta técnica, lance livre certeiro de Goran Dragic. Em seguida, Dragic acertou uma bandeja, deixando o Heat apenas um ponto atrás.

É nesse momento que os times geralmente fazem a falta, mas Miami não quis e pressionou Stanley até forçar uma bola ao alto, que foi ganha por James Johnson. Bola Heat. Faltando 10 segundos, James arremessou e a bola não caiu. Whiteside ainda tentou dar um tapinha, mas sem sucesso. Dragic conseguiu pegar o rebote, tentou um arremesso também sem sucesso. Faltavam 0.5 segundos, quando a mão esquerda de Hassan Whiteside encostou-se à bola para o tapinha. E caiu! Whiteside dava a vitória ao time visitante. E uma importante. 97-96 para o Miami Heat.

Hassan Whiteside dá o tapinha para ganhar o jogo para o Heat (Foto: USA Today)
Goran Dragic- 24 pontos, 4 rebotes, 4 assistências
Hassan Whiteside- 17 pontos, 9 rebotes
James Johnson- 16 pontos, 6 rebotes
Rodney McGruder- 12 pontos, 6 rebotes, 4 assistências, 2 roubos
Josh Richardson- 9 pontos, 5 rebotes, 4 assistências

LETS GO HEAT

Gabriel Barros

quinta-feira, 30 de março de 2017

Um susto, mas apenas um susto: Começo vitorioso no hexagonal

Mais uma vez e agora última, os portões do estádio Rei Pelé estavam fechados para mais uma partida de futebol no qual o CRB seria mandante. A partida de hoje, marcando a estreia da equipe no hexagonal final do Campeonato Alagoano foi realizada contra o Murici. Paulo Sérgio, capitão da equipe visitante e que também já foi capitão do Regatas estava em campo.

O Galo entrava em campo com algumas caras novas em relação ao jogo do último domingo contra o CSA. Edson Ratinho e Audálio entraram para o time titular por conta da suspensão do zagueiro Flávio Boaventura e do atacante Maílson. A diretoria não reforçou o time e poupou também nas dispensas, nenhum jogador entrou ou saiu do time para a disputa do hexagonal.

Primeiro tempo

O silêncio das arquibancadas repercutia em campo. A cena mais normal da primeira etapa era ver Elias deitado no campo, seja caindo de forma natural ou derrubado por um marcador do time adversário. Começo intenso do Galo no ataque, roubando a bola já na saída e mostrando que poderia ser um jogo diferente dos demais.

   (Crédito: Pei Fon / Portal TNH1)
Foto: TNH1
A equipe do Murici utilizava normalmente o toque de bola desacelerado em alguns momentos, para esfriar o jogo e fazer com que as opções de criação de jogadas no ataque só aumentassem. Foi assim e utilizando o jogo mais rápido com seus atacantes e meias de beirada que o alviverde criou momentos que dificultava a marcação para os defensores regatianos. Gabriel foi bem regular em campo junto do seu parceiro Audálio.

Mas foi no final da partida que as redes balançaram. No minuto 41', falta para o Regatas cobrada pelo lateral Diego, viajou e encontrou Gabriel que desviou de cabeça para abrir o placar aos 41' da primeira etapa. CRB 1 a 0 Murici. Mas a vantagem durou por pouco, no minuto 44' Tarcísio fez cruzamento e Deysinho empatou a partida. CRB 1 a 1 Murici. Lance este que finalizou o primeiro tempo.

Segundo tempo

No intervalo, Emaxwell entrou na equipe no lugar de Marcos Martins. E foi ele, Emaxwell, que teve a primeira grande oportunidade do segundo tempo. Cruzamento feito pela direita e sozinho perdeu um gol feito. Mas não demorou a Emaxwell se redimir e deixar o Galo novamente na frente do placar. Danilo Pires cruzou e o atacante livre na área colocou para as redes para ampliar o placar aos 3'. CRB 2 a 1 Murici.

Novamente o Murici buscou o placar e conseguiu o empate. Aos 8', Tarcísio sozinho dentro da área recebeu a redonda e chutou forte para deixar o goleiro Juliano sem chances de defesa. CRB 2 a 2 Murici.

   (Crédito: Alysson Teixeira / Ascom CRB)
Foto: TNH1
O caldeirão esquentava, mas a feijoada ainda não estava pronta. E assim, tentando o gol de todas as formas, o Galo conseguiu chegar mais uma vez ao gol. Elias recebeu, usou o corpo e viu Danilo Pires entrar livre pelo lado direito, lançou o meia que, sozinho, finalizou forte no canto de Dias para ampliar o placar aos 18'. CRB 3 a 2 Murici. Após o terceiro gol do Regatas, o Alviverde ainda tentou algumas vezes empatar a partida. Mas sempre esbarrando em finalizações que colidiam com travessão e falha na pontaria de seus jogadores. O jogo foi finalizado aos 51' sem drama ou reclamação por parte dos atletas.

Próximo passo

O Galo agora descansa e aguarda ansioso a chegada do Domingo, volta da torcida pelas arquibancadas do Rei Pelé para a partida contra o Santa Rita que será realizada às 16h. Partida esta em que contará com a volta dos atletas Boaventura e Maílson, desfalques importantíssimos no jogo contra o Murici.

Hoje tem festa lá na Vila

Paraná e Atlético se enfrentaram na última rodada da primeira fase do Campeonato Paranaense. Enquanto o Paraná já estava garantido como líder, o Atlético precisava da vitória para se classificar não dependendo de outros resultados. A quarta-feira em Curitiba foi fria e apesar de ter saído apenas um gol, o jogo foi bem agitado.

Renatinho comemorando o gol da vitória (Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo)
Orgulho. Esse é o sentimento da torcida paranista com a fase atual da equipe. Após tantos anos de sofrimento com o time, 2017 vai se mostrando muito favorável para a torcida do Tricolor. Com 100% de aproveitamento no estadual na Vila Capanema e um gol sofrido, o Paraná está classificado como líder absoluto para as quartas de final. Um misto de jogadores de alta qualidade, a torcida (mais do que fiel) sempre apoiando e um técnico que sabe o que faz, o Paraná tem um excelente começo de temporada.

O jogo começou quente. Aos 8 minutos, Thiago Heleno fez o gol do Atlético, mas o juiz invalidou o gol alegando toque no braço do defensor atleticano. Gol bem anulado, aliás. O segundo lance de perigo também foi da equipe visitante: Eduardo da Silva chutou cruzado e a bola passou à direita do gol defendido por Léo.

Apesar da estreia do atacante Pedro Bortoluzo, vindo do São Paulo, o primeiro lance perigoso do Tricolor veio de um jogador de defesa. Aos 40 minutos, Renatinho cruzou na área e Airton, livre, cabeceou a bola que passou muito perto do gol de Weverton.

O Paraná voltou sem mudanças, assim como o Atlético. O jogo foi perdendo a agitação, até que, aos 13 minutos, Guilherme Biteco entrou no lugar do estreante Pedro Bortoluzo. Não demorou muito para que ele criasse uma jogada de perigo. Aos 15’, Biteco cruzou para a defesa de Weverton após finalização de Airton.

O Paraná começou a crescer no jogo, enquanto o Atlético não conseguia investir no ataque. Com a pressão exercida pelo Tricolor após a entrada de Biteco, o time comandado por Wagner Lopes fez a alegria da torcida. Lançamento de Jhony para Robson, que fez sua reestreia hoje; o ponta paranista cruzou para Renatinho, que só teve o trabalho de escorar para o fundo do gol.

Tentativas para lá, tentativas pra cá, mas todas sem sucesso. Assim foi o jogo depois do gol do Paraná, que mostrou mais uma vez sua força no Durival Britto.

DESTAQUES

Como sempre, Renatinho comanda o meio do Paraná. Os gols do Tricolor, nas partidas que ele disputou, passaram pelo seu pé. Importantíssimo na transição da área central para o ataque, mas também sempre chegando pra fazer o gol, como foi hoje.

Outro jogador que merece destaque é Guilherme Biteco, que, mais uma vez, entrou botando fogo no jogo. Raçudo, habilidoso, rápido. Habilidade é o que não falta para ele.

Robson, que saiu ano passado para o São Paulo, fez sua reestreia hoje e jogou muito bem, participando diretamente do gol da vitória. Seu calibrado cruzamento rendeu uma assistência para o gol de Renatinho. Ele mostrou que veio pra ser titular e ajudar o Paraná no resto do ano.

Robson voltou a vestir a camisa Tricolor hoje (Foto: Daniel Castellano/Gazeta do Povo)
PRÓXIMA FASE

O Paraná pegará justamente o Atlético, que passou como 8º colocado. O primeiro jogo será realizado na Arena da Baixada e a volta com mando do Tricolor.

PRÓXIMO JOGO

O próximo jogo também será contra o Atlético. Na Arena da Baixada, o Tricolor irá enfrentar o rubro-negro pela ida das quartas do Paranaense nesse final de semana. Data e horário ainda serão definidos.

quarta-feira, 29 de março de 2017

“Lei do Ex”, nos ajude

Ela costuma ser implacável. No futebol a “Lei do Ex” sempre marca presença. Talvez ai esteja a principal esperança do Taubaté para a rodada de número 14 do Campeonato Paulista da Série A2.

O confronto diante do Guarani no Joaquinzão colocará frente a frente duas equipes com campanhas praticamente idênticas na competição, com o Burro da Central levando vantagem de um gol no saldo. Apesar da igualdade, a fase dos times é totalmente diferente.

Léo Aro foi revelados na categorias de base do Guarani. Foto Bruno Castilho/EC Taubaté
Enquanto o Bugre derrotou na rodada anterior o Água Santa, fora de casa, na estreia do técnico Vadão, elevando a moral da equipe, o Taubaté vem de três rodadas sem vitória e com os torcedores pouco otimista em dias melhores.

Artilheiro da A2, Éverton defendeu o Bugre em 2016. Foto: Bruno Castilho/EC Taubaté
Uma forma de animar a galera taubateana, é justamente acreditar na tal do “Lei do Ex”. Quatro jogadores do atual elenco Alviazul já defenderam a camisa do Guarani, entre eles o atacante Éverton, artilheiro da A2.

Cassinho vestiu a camisa do Guarani em 2014. Foto Bruno Castilho/EC Taubaté
Principal nome do Taubaté na temporada, o atacante atuou pelo Bugre na Série C do Brasileirão, ajudando o clube a conquistar o acesso a Série B nacional. Quem também já defendeu o time campineiro, em 2014 é o meia Cassinho. Dono da camisa 10 do Taubaté, o jogador também é um dos poucos que se destacam no atual momento da equipe.

Os outros nomes a já terem atuado pelo Guarani são o volante Vitor Rossini e o atacante Léo Aro, ambos revelados pelo Bugre. Em Taubaté, Léo ainda não mostrou o futebol de que dele se esperava. Reserva do técnico Evaristo Piza, caso entre em campo nesta quinta-feira, terá talvez a última oportunidade de justificar sua contratação. Já o volante estreou no último final de semana e também deverá esquentar o banco de reservas.

“Lei do Ex”, contamos com você!

Revelado em Campinas, Vitor Rossini estreou no último final de semana pelo Taubaté. Foto Bruno Castilho/EC Taubaté

A seleção despertou o nosso maior sintoma de inautenticidade

29 de março de 2016. Há exatamente um ano, o Brasil conseguia empatar, após de uma atuação muito fraca, a partida contra o Paraguai após estar perdendo por 2 a 0, com gols de Ricardo Oliveira e Daniel Alves, no último lance do jogo. A seleção de Dunga mais uma vez não conseguia uma atuação boa e convincente e saiu no lucro com esse empate no Defensores del Chaco.

Na época, o Brasil estaria fora até da zona de repescagem das Eliminatórias para a Copa da Rússia. “Será que a única seleção presente em todas as copas ficaria de fora?”, “Será que vamos nos classificar?”. Foram as perguntas feitas por um torcedor após uma campanha ridícula: Duas vitórias, uma derrota e três empates e zero atuações de acordo com o tamanho da Seleção Brasileira.

Ah, mas tudo bem.. A Copa América vem aí e tudo vai voltar ao normal”. É, no final das contas esse torcedor estava certo, mas chegaremos lá. Nos Estados Unidos, teríamos Equador, Taiti e Peru no nosso grupo. Desses, só conseguimos vencer da forte seleção da América Central e nem nos classificaríamos para as quartas de final, graças ao gol de Raul Ruidíaz.

Eu odeio essa seleção, tem mais é que perder mesmo e ficar fora da Copa pra ver se aprende!”.

Foi isso que aquele mesmo torcedor disse. Nesse momento, ele estava pensando em largar tudo e começar a torcer e acompanhar alguma seleção europeia. “Vai me dar mais alegrias!” – disse o revoltado torcedor.

Eis que chegou Adenor. Para os mais íntimos, Tite. Vindo com o prestígio de ser considerado o maior técnico da história do Corinthians, ele assumia o cargo na seleção em busca de, praticamente, um milagre: Colocar os “pingos nos is” e restabelecer o nome do Brasil no mundo do futebol.

Tite é bom, mas essa seleção não tem solução” – publicou o torcedor em todas as suas redes sociais.

O treinador teria doze partidas para tentar reverter toda essa situação e tentar chegar perto da Rússia. Em um terreno cheio de tristeza, Tite plantou trabalho e confiança. Nos primeiros jogos, o primeiro sinal de nesse lugar nasceria um lindo jardim: 3 a 0 contra o Equador em Quito e 2 a 1 contra a Colômbia em Manaus. Com um Brasil muito mais bonito de se ver e com Gabriel Jesus, venceríamos as duas primeiras batalhas com o novo técnico.

"Convocar Paulinho e Renato Augusto? Nem eu que não sou técnico convocaria dois jogadores da China pra seleção. Isso é piada" – mesmo com as vitórias, o torcedor continuava reclamando.

Tite conseguiu misturar de uma maneira perfeita jogadores de sua confiança com jogadores que estão brilhando nos campos à fora. O meio-campo é uma engrenagem com a cara do treinador e que só funciona se três itens estiverem juntos: o próprio Tite, Renato Augusto e Paulinho. Os contestados meio campistas, junto com Casemiro, são a espinha dorsal de uma equipe muito forte defensivamente – desde que Tite assumiu, o Brasil só levou dois gols.

A defesa não era o único ponto forte dessa equipe. Em um 4-3-2-1, além da eficiente trinca no meio de campo, vemos Neymar e Phillipe Coutinho jogando no auge do seu futebol: Livres para circular sob todas as partes do campo e com o auxílio do atacante e de um volante surpresa (que sobe ao ataque, surpreendendo a defesa adversária), os dois vem apresentando um futebol invejável e marcando belos gols.

"Brasil voltou a jogar bem, mas tem a Argentina aí agora. Duvido que vão passar do Messi assim..."

Dito e feito. Na volta ao Mineirão, um sonoro 3 a 0 nos nossos maiores rivais. Pra colocar a cereja no bolo, 2 a 0 no Peru em Lima. Liderança e vaga para a Copa do Mundo praticamente encaminhada. E isso tudo em apenas seis jogos.

Por um tempo o torcedor ficou longe das redes sociais. Disse que teve um problema com a sua internet.

Alegria! A nova cara da Seleção! (Foto: Pedro Martins/ MoWa Press)
29 de março de 2017. Brasil é a primeira seleção do mundo classificada no campo para a próxima Copa do Mundo. Tite: 8 partidas. 8 vitórias. 24 gols marcados. O Brasil de Tite seria o primeiro colocado das Eliminatórias mesmo se tirássemos os pontos conquistados com Dunga. 4 a 1 no Uruguai e 3 a 0 no Paraguai com uma equipe que enche os olhos de qualquer um. Padrão tático, ataque e defesa.

"BRASIL! Eu te amo, Tite!! Rumo a Rússia!!!" – postou o torcedor ontem, após o jogo na Arena Corinthians.

A Seleção Brasileira despertou a inautenticidade de cada um. Muitos morderam a língua por desacreditar na pentacampeã do mundo quando estávamos em uma situação ruim. Esse torcedor, que é só mais um que foi pego na sua própria contradição. Antes, criticava e jurava que não ia mais ligar pra seleção. Hoje, ama e comemora a classificação – e com razão.

Mas, cá entre nós, a camisa da Seleção é muito pesada pra ela ficar de fora de uma Copa do Mundo. Mais do que a classificação, Tite trouxe pra gente a esperança de que podemos sim lutar pelo Hexa. Por ora, temos que manter os pés no chão e continuar o trabalho que vem sendo feito.

Até a Rússia.

Mudança mexe com a Série B do Catarinense

Com um pouco mais de três meses faltando para o início da Série B do Campeonato Catarinense, surgiu na tarde desta quarta-feira (29), uma notícia que mexe e muito com a competição.

Desistência mexe com a Segundona de SC
Em ofício enviado à FCF (Federação Catarinense de Futebol), o Atlético Itajaí comunicou que decidiu desistir de participar da próxima edição da segunda divisão de Santa Catarina. O clube alegou dificuldades financeiras para disputar a competição e pediu afastamento de todas outras competições por um ano.

Novo no futebol, o Clube Atlético Itajaí completaria um ano de vida no próximo dia 20 de abril. Em 11 meses de existência, o Itajaí chegou à final e sagrou-se campeão da terceira divisão no ano de 2016, após dois confrontos com o Fluminense de Joinville. Em uma das partidas da final, o clube Itajaiense chegou a aplicar uma goleada por 6x1 em cima de seu adversário.

Rubens Angelotti, presida FCF, ao lado de Anelisio Machado, presidente do Fluminense de Joinville (Foto: Divulgação/FCF)
O substituto do Itajaí na Série B do Catarinense será o vice-campeão da Terceirona, o Fluminense de Joinville. O clube de Joinville que se preparava para a disputa da Série C do Catarinense que começa em maio, agora terá mais um tempo para buscar mais reforços para agora disputar a Segundona.

Patrick Silva | @figueiradepre
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