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segunda-feira, 20 de março de 2017

Exigimos mudanças

No último domingo (20/03) o Goiás não saiu do empate jogando em seus domínios contra a equipe do Anápolis. Com a ausência do artilheiro Léo Gamalho, e uma atuação apática, (diferente do que foi mostrado nos últimos jogos) a equipe esmeraldina desperdiçou muitas chances no primeiro tempo, e correu atrás do resultado na segunda etapa tendo ainda um pênalti perdido pelo camisa 10 Juan.

Foto que reflete muito do que foi o jogo, Juan e Tiago com
uma expressão facial não muito agradável. Foto: Goiás Esporte Clube
Serrinha é uma atmosfera sensacional, eu confesso que prefiro lá a qualquer outro estádio. Ontem fui levar meu primo de seis e outro de oito anos pela primeira vez no estádio para ver os jogadores de perto, chega ser prazeroso ver os olhos da garotada brilhando quando veem seus jogadores favoritos por perto, são essas experiências, essa atmosfera que marcam a vida de um torcedor e o faz amar seu clube... E ontem eu senti uma falta desse clima. Não por parte da torcida, mas sim dentro de campo.

O que falar do primeiro tempo? O time se cansou de desperdiçar gols e mais gols, uma chance atrás da outra, e por mais uma vez venho aqui dizer que Carlos Eduardo não é DIGNO de usar nossa camisa, e desta vez sou obrigado a listar meus argumentos:

Carlos Eduardo se vê pressionado, e não consegue render ao nível da expectativas criadas
quando ele atingiu o profissional. Foto: Goiás Esporte Clube
- Carlos Eduardo subiu com status de promessa das categorias de base, pouquíssimo tempo de jogo e um gol salvador contra o Sport em 2015 o colocaram como "o novo Bruno Henrique", e ele passa muito longe disso.

- Carlos tem velocidade? Tem, claro. Tem drible? Também, mesmo errando muitos. Mas atacante tem que ter duas coisas essenciais pra dar certo dentro de campo, frieza e pontaria. Eu pergunto a você torcedor quantos gols e grandes chances, cruzamentos, passes você já viu ele errar? Sinceramente eu perdi a conta, a falta dessas características fica claro que Carlos subiu ao profissional de forma precoce e foi pessimamente trabalhado na gestão passada da base (sim, aquela mesma dos 11x1 contra nosso rival) e creio fortemente que ainda estaria lá se tivesse sido trabalhado pela gestão atual.

- “Ah Artur, mas quando ele sai de campo o time morre, ele é a única peça de velocidade que a gente tem". Será? Eu garanto a você torcedor, não pelo que Thales fez contra o Anápolis, mas sim contra Vasco e Ceará ano passado (muitos se esqueceram disso) que ele é muito melhor que Carlos, e pode sim atuar na mesma posição que ele, mesmo subindo ao profissional como meia-atacante. E se quiser arriscar o Jarlan, Mael, Medina... Que arrisque! Mas por esses não coloco minha mão no fogo.

Nem preciso dizer a vocês que ontem no início do jogo ele desperdiçou mais uma chance cara a cara com o goleiro, mas não foi só ele que foi extremamente mal. Aylon entrou em campo com a camisa 9 pra jogar na lateral, e tocar a bola no meio campo como se fosse um volante. Muitos nesse momento culpariam o treinador, mas eu mesmo o vi "berrando" para que o atacante centralizasse mais dentro de campo. Todos nós sabemos que em certa fase no Internacional ele jogou assim, e por que não ontem?

O castigo pelo futebol de ''corpo mole'' foi um gol do Anápolis no início da segunda etapa. Aí vem uma coisa que percebo desde o início do campeonato, que vem de deixando intrigado: Se você está perdendo e sendo pressionado, colocaria três garotos inexperientes no jogo? Sendo a estreia de dois deles?

Muitos diriam não, eu não faria isso, a não ser que eu use o estadual como um mero teste. E agora percebo que Gilson está usando o Goianão para testar e dar uma identidade a equipe esmeraldina, um truque de ''mestre'' (incompreendido por muitos) que costuma dar certo, pois o nível técnico é baixo, e bom para os garotos ganharem tempo de jogo e experiência. Além de testar a garotada, ele mudou constantemente de formação, até se encaixar melhor com a atual, agora está testando os titulares e reservas, tudo faz parte de um processo de criação de identidade, mas creio eu que ele não pode ser longo demais, até a final do Campeonato Goiano precisamos estar com os 11 titulares definidos.

Para comprovar minha teoria, bastam olhar as mudanças (Pedro Bambu e Patrick) nas laterais e no meio campo (Juan e Tiago Luís, Jean virando reserva), além do desempenho da equipe no estadual comparado com o da Copa do Brasil e os dois clássicos contra o Atlético. Gilson já ganhou o vestiário e uniu o elenco, e achou a formação certa, falta a ele achar a escalação.

São até agora cinco mudanças no time titular, duas mudanças de posição se comparado com o time da estreia, não considerei todas as outras formações iniciais do Kleina. Além disso, já entraram em campo 11 jogadores que hoje são reservas.

Kleina está muito critiado, com toda a razão. Mas seu trabalho ainda pode
render bons frutos a torcida esmeraldina. Foto: Goiás Esporte Clube
E foi testando a garotada que ontem o time foi em busca do empate. Mudanças totalmente ofensivas, e uma extremamente equivocada (a troca de Léo Sena por Jarlan, perdendo em técnica) deixaram o time com o domínio total do jogo, ainda mais após o adversário perder um jogador. Brilhou a estrela de Otacildo Sabino, cria esmeraldina, que joga pelo clube desde os quatro anos de idade, mostrou durante seus poucos minutos em campo raça e enorme dedicação, e em seu primeiro toque na bola fez muito mais que Aylon em toda a partida, um gol. E sim, se derem mais tempo a ele, creio que chega pra competir com Aylon pela reserva de Gamalho. O Goiás ainda perdeu um pênalti com Juan e ficou por isso, 1x1.

Otacildo Sabino, de apenas 18 anos, brilhou e salvou a tarde esmeraldina. foto:Goiás Esporte Clube
Conclusão:

Não sou defensor de Gilson Kleina, ele erra muito (principalmente insistindo com Carlos Eduardo) e pra mim o que for melhor para o clube é o que vale a pena. Se for o caso dele ficar, temos muitos pontos positivos que por mim compensa sua permanência, dentre eles o fato de manter o vestiário e estar começando dar uma "cara" ao seu trabalho, que começou este ano (visto que o tempo que ele passou aqui ano passado não foi aproveitado devido à reformulação). É só você lembrar que em muitos anos não vemos um elenco tão unido, onde todos se esforçam dentro de campo, demonstrando prazer com o que estão fazendo, sem estrelismo (que é o que Walter carregava com seus 106 kg). E isso ficou muito mais visível após a saída de Walter no jogo contra o Goianésia.

Mesmo diante tanta "crise", elenco permanece reunido. Foto: Goiás Esporte Clube
Meu período de cinco jogos-teste pra Kleina se foi, e pelo futebol apresentado em geral, principalmente nas goleadas e no clássico demonstram que ele merece ficar, mas como nem tudo é mil maravilhas, está na hora dele perceber que mudanças são necessárias na escalação. Que tal começar com quem mais atrapalha do que ajuda jogando lá na frente? Acho que vocês sabem de quem estou falando, saudações esmeraldinas.

Link para a campanha da Juju, cadeirante da foto que precisa de ajuda (eu já ajudei, faça sua parte!): https://www.facebook.com/tdspelajuju/?fref=ts

Artur Pinheiro ll Facebook
Linha de Fundo ll @SiteLF
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