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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Em terra de malandro, quem tem Aylon é rei

Jogos importantes têm o seu charme, e na Copa do Brasil não é diferente. Na noite de ontem (13) o Goiás conseguiu uma importantíssima (e suada) virada diante o Fluminense e venceu o primeiro capítulo da guerra contra os cariocas. Um jogo que acordou o torcedor esmeraldino para a realidade, e que precisamos ajustar pequenos detalhes se quisermos seguir firmes e dar a 2017 um final feliz com uma boa campanha na Copa do Brasil e na Série B.

Mesmo o jogo sendo em véspera de feriado, a torcida abraçou o time e fez a festa, tanto dentro como fora das arquibancadas, essa foi a recepção do ônibus. Foto: Goiás Esporte Clube
Disse a você leitor que a torcida acordou pra realidade em diversos sentidos. Primeiramente quero deixar claro aqui a minha total insatisfação (desde o jogo contra o Anápolis, confira clicando aqui) com a permanência de Carlos Eduardo no time titular, um garoto totalmente despreparado que demonstra um nervosismo absurdo e a falta de técnica é tanta que ele tropeça em suas próprias pernas.

CHEGA! NÃO DÁ MAIS!

Carlos necessita de muito, mas muito treinamento e tomar um forte "chá de banco" pra ver que precisa melhorar em fundamentos básicos do futebol. Michael com apenas 45 minutos em campo se mostrou muito mais preparado para entrar na titularidade desse time. E deixo bem claro aqui, que caso o Fluminense elimine o Goiás na próxima quarta, a culpa é toda do Carlos que perdeu o que poderia ter sido o 3º gol esmeraldino após cruzamento de Michael, e ainda conseguiu ser expulso no lance seguinte. Parabéns pela sua incompetência dentro de campo Carlos, sua ausência vai fortalecer o time no jogo de volta!

Carlos ontem deixou claro que merece ser reserva. Foto: Goiás Esporte Clube
Voltando para o jogo, ficou claro ontem que nosso elenco ainda precisa de peças, ainda temos carência de bons laterais, Helder se mostra um jogador com bastante dedicação dentro de campo, mas não passa de um lateral mediano (por isso defendo a permanência dele como reserva) e Jefferson demorou pra se encontrar na partida. Enquanto Jefferson "acordava" Wellington Silva aproveitou o vacilo de sua marcação, e costurou a defesa esmeraldina pra achar Marcos Júnior livre na esquerda, ele não costuma errar e ontem não foi diferente, um chute sem chances pra Rangel e alegria dos tricolores calava o Serra Dourada no início do jogo.

Gol fora de casa é um erro que ninguém gosta de cometer, custa caro e é um balde de água fria. Só que no caso do nosso time, esse balde não veio pra esfriar a partida e sim para acordar os jogadores. Só a partir dos 10 minutos do 1º tempo que o Goiás conseguiu acertar a marcação e começou a tocar a bola e era claro que a ausência de um meia armador no time estava atrapalhando, Léo Sena tem grande qualidade e visão de jogo mas não consegue cumprir a missão de armar todas as jogadas do time, as vezes ele "some" entre as linhas de marcação, e acaba perdendo a bola. Mesmo com um a mais em campo a melhor chance que obtivemos no primeiro tempo foi o chute de longa distância de Tiago Luís.

O primeiro tempo se encerrava com o Goiás atrás do placar. Foto: Goiás Esporte Clube
O segundo tempo veio com a estreia do jovem Michael, e que estreia! O baixinho causou muitos problemas pra defesa carioca e mostrou que veio pra brigar por titularidade, sua força de vontade, velocidade e habilidade pra driblar resultaram em um gol anulado (mas que foi um belo gol) e deram uma boa primeira impressão ao torcedor goiano que gostou do que viu. O Fluminense recuava a espera de um contra ataque e agora vem à outra parte que ficou visível ao torcedor ontem: A qualidade de nosso elenco.

Furar uma retranca é complicado? Sim, claro que é, mas os jogadores mesmo assim cometiam erros bobos (alguns passes errados, finalizações pra fora) que demonstram que ainda faltam um pouco de qualidade ao time. Mas não é nada que seja tão desesperador, pois temos sim dois ''camisas 10'' no banco (Juan e Jean Carlos) e ontem o técnico demorou em perceber que o time precisava de um armador e de um jogador que tenha qualidade no passe para levantar a bola na área. Era isso que Jean fazia ao entrar no jogo, buscava receber a bola nas laterais da intermediária e alçava na área tentando encontrar Léo Gamalho e Aylon.

Jean ontem fez a diferença, tanto empatando a partida como sendo o armador que o time precisava desde o início do jogo. Foto:Goiás Esporte Clube
A zaga do Fluminense estava bem postada, e quando parecia que nada adiantava veio um chutaço de Jean que lá da intermediária achou o ângulo de Júlio César, a bola ainda caprichosamente bateu na trave antes de entrar, e o Goiás finalmente empatava a partida e tirava da garganta o grito de gol. Após esse chute, o Fluminense abdicou da partida, e o Goiás chegou novamente ao ataque com Michael, que ao cruzar a bola dentro da área encontrou Aylon. O que aconteceu nesse lance gerou extrema polêmica, mas em um esporte que é envolvido por malandragem em diversos sentidos, a simulação de Aylon e sua sinceridade ao confessar só se tornam um simples caso dos diversos erros de arbitragem que temos aqui no Brasil.

Gamalho que não tinha nada a ver com a situação virou o jogo para nós. Não defendo a simulação de Aylon, mas não acho ruim o que aconteceu, justo o Goiás que por incontáveis vezes se viu prejudicado contra times do eixo Rio-SP e arbitragens extremamente tendenciosas, é de se estranhar que dessa vez o erro tenha sido ao nosso favor. Resta a nós torcedores esperar por uma melhorar quase utópica de nossos árbitros, enquanto isso vamos conviver com erros e mais erros por aí, quem é prejudicado reclama demais, e quem é favorecido se cala até a situação se inverter e ele ser prejudicado... Enquanto isso ninguém faz nada para tentar melhorar o nosso futebol. Ontem saímos com a vitória, e agora podemos sonhar com a vaga.

Se ajustarmos pequenos ajustes, esse time pode sim fazer história. Foto: Goiás Esporte Clube
Resumindo, nós esmeraldinos temos que comemorar e muito. Batemos no melhor ataque da Série A e ganhamos de um time que até então estavam invictos em 2017 (a formação titular de Abel Braga, no caso). O Goiás está correndo atrás de reforços ao longo do ano, creio que Jean pode sim ser nosso camisa 10, e que Juan pode se reabilitar e voltar com seu bom futebol, são apenas pequenos ajustes que vão nos garantir um 2017 cheio de alegrias. Para a partida de volta, o Fluminense perde cinco titulares (Cavalieri, Renato Chaves, Scarpa, Marcos Júnior e Henrique Dourado) e me resta fazer uma pergunta a você torcedor esmeraldino: VOCÊ ACREDITA?

Artur Pinheiro ll  Facebook
Linha de Fundo ll  @SiteLF 
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