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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Tem base? Acho que não

Alô, alô amigo leitor, sócio-torcedor do Linha de Fundo um feliz 2017 a todos, em um ano de muito futebol, muito Galo, muitas discussões e novidades no site, talvez a primeira delas já possa contar pois estou me sentindo o Nick Fury, pois juntei seis Vingadores (atleticanos da mais alta estirpe que me ajudarão a manter o site com o nível de atualização que a torcida merece).

Pois bem, vamos ao que interessa. Findadas competições oficiais vem ao atleticano aquela abstinência de futebol, o final de dezembro e o mês de janeiro de fato custam a passar, principalmente quando as conversas saem do campo e vão aos bastidores, que eu sinceramente acho um porre, Galhardo 98% que o diga, lembram-se dessa?

Um bom jeito de matar essa vontade de ver o Galo jogar certamente é voltar à atenção para baixo, para as categorias de base, visto que tanto em dezembro quanto em janeiro competições importantes acontecem, se desenrolam – Copa Ipiranga do Rio Grande Sul e a Copa São Paulo de Juniores. Além de uma peculiaridade desse ano que foi a Flórida Cup, competição que o Galo mandou um plantel Sub-20 com três profissionais para darem aquela experiência, dois deles com menos de 23 anos (Carlos e Lucas Cândido). 

Fonte: Superesportes.com
Vamos começar de trás para frente, ou seja, do confronto Atlético e Bayer Leverkusen. Concordo com os amigos atleticanos que esse jogo de fato não se podia esperar muita coisa, afinal foi um time de oitavas de final de Champions League contra um time de meninos. A derrota era esperada, alguns atleticanos inclusive comemoraram o placar magro a favor dos alemães, parecia que um 7x1rondava a Flórida dada disparidade técnica dos times. Muito espertamente o técnico Diogo Giacomini fechou a casinha e simplesmente negou o jogo dos alemães, com uma consistência tática louvável.

Contudo, o Atlético teve momentos cuja posse de bola foi de 20%, meus caros 20% de posse em um jogo de futebol atualmente é um símbolo crasso da total falta de capacidade de controle do jogo. Desculpem-me os Atleticanos menos exigentes,  mas o amplo domínio alemão me remete à uma reflexão não do time da Flórida Cup, mas a formação de jogadores no Atlético. Meu colega Leonardo, agora novo blogueiro do Linha, me chamou a atenção a dois jogadores do Leverkusen: Julian Brandt, alemão, nascido em 1996 (20 anos), e Benjamin Henrichs também alemão, nascido em 1997 (19 anos) – ambos na faixa etária da maioria dos jogadores que o Atlético levou a terra do Mikey.  

Fonte: Wikipedia
O primeiro é uma meia apoiador completo, joga tanto pelas extremas quanto pelo centro do campo, tem noção de posicionamento, cobertura, é rápido, das joias do futebol alemão, enquanto o segundo é um “fazedor de fumaça melhor do que os fazedores de fumaça que nós temos”, expressão cunhada pelo Leo e que concordo bastante. O que quero dizer é nessa geração de jogadores 96/97 não vi ninguém que se aproxime desses dois, nem de perto. E olha que tanto Brandt quanto Henrichs não são jogadores geniais nem do primeiro escalão do futebol alemão, mas claramente dominam fundamentos necessários para a boa prática do futebol em suas respectivas posições.

Fonte: Wikipedia
No Atlético, não vou citar nomes até porque os meninos não tiveram culpa de sua formação e de sua escolha, mas é inadmissível você recuperar a bola e errar um passe de dois metros, ou inverter o jogo e entregar no pé do adversário, se colocar constantemente em impedimento, não acertar o tempo da bola em um chute, um cruzamento certo, permitir que os alemães ficassem 80% do tempo com a bola nos pés.

Com isso constato, infelizmente, que apesar da boa fase que estamos passando nos profissionais, quatro anos mágicos que se não nos sagramos campeões, ao menos chegamos perto disso, na base à coisa me parece tenebrosa.  É o ganho que tenho para os vexames na Copa RS e na Copa São Paulo, além de outros fracassos em Copa do Brasil Sub-17 e Sub 20, Campeonato Brasileiro Sub-20 e até aqui no nosso quintal no Campeonato Mineiro Sub-20 que já não vemos há tempos. Não existe formação de jogadores, e isso me vem uma pergunta: Será que realmente os melhores jogadores possíveis treinam na base do Atlético, será que seus treinadores são capacitados. Diogo Giacomini e Rogério Micale, tenho certeza que são, os que atualmente estão lá... Não sei, principalmente visto o amplo domínio que o Atlético sofreu em duas partidas 4x0 contra o São Paulo no Rio Grande do Sul que poderiam muito bem ser oito, se não fosse a atuação do goleiro, e do 3x0 contra o Botafogo. O primeiro era um time Sub-20 do Galo contra um time mais jovem do São Paulo – perdemos! E o segundo foi um time mais jovem do Galo contra um time um pouco mais experiente do Botafogo – perdemos do mesmo jeito! Desculpa da idade definitivamente não cola.  

Fonte: Globo Esporte
Assim, sem querer ser advogado do diabo, mas o time principal do Fogão jogou e ganhou de 1x0 do time principal do Junior do galo na Taça Ipiranga. O 3x0 de ontem foi com outros jogadores um time mesclado entre 99 e 98, não era o time campeão da Copa do Brasil. Contudo em ambas as partidas, apesar da diferença de placar o Galinho foi amplamente dominado. Como foi amplamente dominado pelo São Paulo, como foi amplamente dominado pelo Sport, como não ganha Campeonato Mineiro Sub-20 tomando sacola do América e do Cruzeiro paulatinamente. Os resultados desse André Figueiredo são pífios, a base infelizmente virou um balcão de negócios, quem aqui não conhece a história de um menino bom de bola de BH que foi preterido por outro forasteiro indicado por empresários que atire a primeira pedra! E não me venham falar de revelações, pois o Bernard foi dispensado três vezes, Marcos Rocha idem, dispensado, e resgatado pelo Marcelo Oliveira. O Jemerson, por sua vez, chegou já formado.

Fonte: Globo.com
A base do Atlético não vem sendo subjugada por superioridade física.  Mas sim por superioridade tática e técnica como ficou clarividente nestes confrontos citados. Superioridade tática é na conta do técnico, que no caso atualmente no júnior é o Ricardo Rezende, que mostrou nessa Copa São Paulo uma desorganização maior que os piores momentos do Marcelo Oliveira, e olha que isso não é pouco! E técnica nos observadores, na conta de quem traz esses jogadores e pensa a base, no caso o André Figueiredo.

Há uma preguiça em gerir a base com a mesma visão que se gere o profissional, não existe um departamento de observação, e sim indicação de empresários. E meus amigos, empresários querem simplesmente recuperar o dinheiro investido.

Não é possível que a RMBH com um contingente de 2,5 milhões de pessoas não dê nem 10% dos jogadores federados no BID. O Uruguai tem a mesma população e consegue formar seleções capazes de peitar Brasil e Argentina. O que falta a Belo Horizonte, talento? Acho que não, quem vê campeonatos amadores e de futebol de salão da cidade sabe que tem muito menino bom escondido, falta coerência na captação.

E sinceramente, com o perdão da expressão, como o time atualmente tem grana, o presidente Daniel Nepumuceno está cagando e andando para o trabalho que é feito na base. Essa é a realidade. Diretoria largou, porque se fosse cobrado resultado, com o mínimo de seriedade deveria se trocar pelo menos 70% dos profissionais de comissão técnica e da administração da formação de atletas, a começar pelo senhor André Figueiredo e seus Blue Caps.

Saudações Alvinegras!

Por: @Mhfernandes89 e Equipe Vingadores do Linha!

Sede de quero mais

O Corinthians chegou à segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Junior depois de vencer seus três jogos da primeira fase. Venceu por goleada o Pinheiro-MA por 6x0 e Operário por 4x0, e venceu por 3x2 a equipe do Taubaté. Com três vitórias o Timão conseguiu os noves pontos, primeiro lugar no Grupo 17 e tinha pela frente a equipe estreante na competição de Guaratinguetá, o Manthiqueira.

Foi a primeira vez que as equipes se enfrentaram, nem mesmo no futebol profissional já rolou o encontrou dos times. A Laranja do Vale chamava atenção em seu banco de reservas, onde contava com Nilmara Alves, técnica do Manthiqueira. Ela é a primeira mulher a comandar uma equipe no Estado de São Paulo.

Para o duelo, o Timãozinho foi com 100%, Thiago voltou à titularidade depois de ficar de fora do último confronto por dores na coxa direita. Com a bola rolando era esperado já uma superioridade do Corinthians devido à preparação técnica, porém o Alvinegro surpreendeu e goleou por 5x1.

Foto: Rodrigo Gazzanel/Agência Corinthians
Está foi a partida em que mais exigiu futebol do Corinthians. Marquinhos, Mantuan, Pedrinho, Renan Areias e Carlinhos foram os nomes que marcaram os gols Alvinegros. Aliás, os tentos marcados pelo Timão foram lindos, as jogadas realizadas sempre passavam de pé em pé entre os jogadores fazendo a defesa do Manthiqueira de boba.

A cada jogo o elenco de Osmar Loss vem mostrando um futebol mais bonito e bem jogado. E os atletas demonstram não estar satisfeito quando estão ganhando a peleja e vão sempre busca mais um gol.

Não podemos deixar de mencionar o gol sofrido no último lance de jogo, foi parecido contra o duelo do Taubaté, onde por falha besta o Corinthians sofreu o gol. Os três tentos contra sofrido pelo Timão na Copinha foi por falta de atenção total da equipe.

Com a vitória o Timão irá enfrentar o Coritiba em Taubaté, o time Coxa Branca se classificou ao vencer o Burro da Central por 3x0. O jogo está marcado para sexta-feira (13) às 18h45min no Estádio Joaquim de Morais Filho.

Com a melhor campanha na Copinha, depois da eliminação do São Paulo, o Corinthians terá uma vantagem para este duelo, o Timão pode empatar o jogo que irá avançar de fase. Caso venha perder o duelo contra o Coritiba, o Alvinegro tem que torcer para que o Internacional não perca nos pênaltis.

CORINTHIANS: Filipe, Samuel (Zé Gabriel), Thiago, Del’Amore, Guilherme Romão (Franklin); Renan Areias, Mantuan (Luisinho), Pedrinho (Matheus), Fabricio Oya (Vitinho), Marquinhos (Carlos); Carlinhos. TÉCNICO: Osmar Loss.

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Hino à Croácia

Jogadores demonstram união ao comemorarem juntos o segundo gol (Foto: Gazeta Esportiva)
Jogando no convencional 4-5-1, Stefano Pioli montou seu time com os tradicionais quatro homens de defesa e, como sempre, povoou o meio campo com cinco jogadores (2-3) de muito dinamismo e reatividade, a começar pelos bons volantes Brozovic e Kondogbia e pela alta capacidade de transição de Banega, Candreva e Perisic. Desta forma, a Internazionale foi até Udine, enfrentou a Udinese e manteve a boa sequência, graças aos gols do croata Ivan Perisic.

O alto índice de posse de bola e a alta marcação do time nerazzurri possibilitaram boas chances no primeiro tempo. Porém, aos 17 minutos, Samir arrancou da esquerda, passou para Jankto e o time local foi quem abriu o placar. Por mais paradoxal que pareça ser falar isso, a falha tática do sistema do técnico italiano é técnica, a defesa é vulnerável, nem tanto pelo miolo de zaga, mas sim por suas laterais, que conta com o limitado D'Ambrosio e com o esforçado Ansaldi. Com boas chegadas e uma enorme diferença no volume de jogo em relação ao seu adversário, a Inter chegou ao empate aos 47 da primeira etapa com o Perisic.

Após voltar do intervalo com 67% da posse de bola e ainda impondo seu ritmo perante Zebrette, Pioli fez a primeira mudança logo aos 10 minutos trocando Banega pelo também dinâmico João Mário. Ao ver o passar do tempo e as tentativas sem sucesso dos seus comandados, o treinador fez a segunda alteração, tirou Kondogbia e colocou o ítalo-brasileiro Éder para atuar pelo flanco esquerdo do campo de ataque; trouxe o português João Mário para o meio e deu mais liberdade a Perisic. E foi exatamente desses dois que saiu o gol da virada, o lusitano bateu uma falta do lado direito e o croata subiu para virar o jogo para os milaneses.

A janela de transferências de inverno está aberta e o time urge por dois laterais (um para cada lado) e um volante e características similares aos do atual elenco, de fazer o primeiro e o segundo papel na mesma intensidade. Aos poucos, o técnico vem mostrando o "domínio do vestiário" e tem dado certo, está é a quinta vitória consecutiva e está mais próximo de conquistar uma posição classificatória para competições europeias, e por que não o título?

A vitória fez com que o time de Milão engatou a quinta vitória seguida no campeonato italiano e subisse para a sexta colocação com 33 pontos. O próximo compromisso da Inter será no domingo (15), contra o Chievo, em casa.
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