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sábado, 14 de janeiro de 2017

O Palace está a ponto de firmar relacionamento sério com a Championship

O Crystal Palace há tempos estava de flerte com a Championship (2ª divisão inglesa). Neste sábado (14), porém, parece que as Águias de Croydon resolveram assumir de vez a saudade de jogar um campeonato distinto à Premier League. Quem sabe uma disputa um pouco mais familiar e que desde 2012/13 não mantemos contato, a pujante e glamourosa Championship. O Palace já até planeja conversar com a família da pretendente para reatar relacionamento.

Outra vez o Palace sucumbiu na reta final da partida e outra vez se perdeu nos próprios erros, outra vez patinou na falta de organização e previsibilidade de uma equipe que tinha tudo para fazer um salto de patamar esta temporada. No verão Europeu de 2016, a expectativa era latente e só crescia com as contratações, principalmente do 'homem-gol' Benteke. Com mais da metade da temporada já tendo se esvaído, a realidade dura e crua é totalmente oposta.

Situação do Palace se torna delicada na Premier League. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
Pardew não resistiu ao mau momento, Big Sam chegou após escândalo quando era técnico da seleção inglesa, o que lhe custou o cargo. Na prática não melhorou nada. Nas últimas 15 partidas (11 sob o comando de Pardew), portanto 45 pontos disputados, o Palace conseguiu apenas seis pontos (1V - 3E - 11D). Big Sam elegeu para entrar em campo no London Stadium: Hennessey, Tomkins, Dann, Delaney, Ward, McArthur (Lee), Ledley (Schlupp), Townsend (Remy), Cabaye, Puncheon e Benteke.

O confronto de londrinos teve uma primeira etapa que não ofereceu muita emoção para os 56,984 presentes na nova casa dos Hammers. Poucas chances criadas impediram alguma equipe de assumir a liderança no encontro, Tomkins que enfrentara a sua última equipe teve talvez a melhor chance de tirar o zero do marcador e, mesmo a queima-roupa, não foi capaz de romper o gol de Randolph, 0-0 foi o saldo da etapa inicial.

No segundo tempo, os mandantes controlaram as ações da partida e ganhavam escanteios em sequência, já merecendo abrir o placar. Aos poucos, com paciência foram surgindo os espaços na defesa dos visitantes E, após o primeiro gol marcado, aos 23 minutos por Feghouli com assistência de Antonio, o Palace se lançou ao ataque e o contra-ataque do West Ham se transformou em um desfecho cruel para as Águias de Croydon. 

Gol de Carrol foi cereja do bolo melancólica para a noite do Palace. Reprodução/Twitter Oficial do West Ham.
Saíram outros dois gols, ambos com assistências de Antonio, aos 34 e 41 minutos com direito a uma obra prima de Andy Carroll numa bicicleta quase de fora da área - o Palace tem se notabilizado por sofrer golaços, vide o gol escorpião de Giroud. Mesmo sem Payet, o Palace não foi páreo para a eficiência do West Ham, que com apenas 44,4 % de posse de bola e três finalizações na direção do gol, fez 3-0 e decretou a história do embate.

O Crystal Palace agora entrou de vez na briga contra o rebaixamento, e dos rivais que estão na mesma situação, é o que está no pior momento. Em 21 jogos, são 16 pontos conquistados (4V - 4E - 13D), a mesma pontuação do Hull City, primeiro na zona de rebaixamento, e apenas um ponto do penúltimo e último colocados. O Crystal Palace estreou Remy e Schlupp e segue sem uma vitória sequer sob o comando de Sam Allardyce.

Próxima partida do Crystal Palace pela Premier League:
21 de Janeiro - 13h (hora Brasília) - Selhurst Park.
Crystal Palace x Everton.

Por: @carlosjr92educa
Carlos Alberto de Sousa Júnior - Colunista do Crystal Palace

A escalada continua

Christian Eriksen celebrates his sides second goal
O Tottenham manteve a boa fase com mais uma goleada (Foto: Getty Images)
Nenhum time da Inglaterra vive um momento melhor que o Tottenham. Ao todo, eram cinco vitórias consecutivas – quatro pela Premier League e uma pela FA Cup –, antes do compromisso que abriu a 21ª rodada. A vítima da vez foi o West Brom, no White Hart Lane, em Londres.

Jogando no famigerado esquema com três zagueiros, Maurício Pochettino optou em manter a estratégia que vem dando certo, escalando a equipe no 3-4-1-2 – Lloris; Dier, Alderweireld e Vertonghen; Walker, Wanyama, Dembélé e Rose; Eriksen, Alli e Kane.

Desta forma, os seus comandados demonstraram que estão assimilando cada vez mais a "nova" – ou nem tão nova assim, porém mais frequente – forma de jogar, tendo uma grande atuação coletiva. A consequência disso foi o grande domínio contra uma equipe que vem fazendo um campeonato acima das suas pretensões e costuma ser muito difícil de ser batida – Nós, inclusive, deixamos de ganhar dois pontos com o empate do turno.

A maior variedade tática foi importante e não há dúvidas que esta é a melhor fase do Tottenham na temporada. A ascensão, porém, não viria sem o crescimento individual de Eriksen. Para quem acompanha a minha coluna, notou que eu cheguei a dar umas "cornetadas" no dinamarquês, pois de fato o futebol apresentado no início da temporada não fazia jus à sua capacidade e tudo isso está vindo à tona com as boas atuações recentes.

O primeiro gol do time da casa veio conforme o roteiro: do maestro para o artilheiro, do artilheiro pra rede. Logo aos 9', Eriksen encontrou espaço na defesa adversária, Kane recebeu dentro da área e finalizou no ângulo, dando mais tranquilidade aos mandantes. O placar aberto bem cedo facilitou as coisas e não permitiu aos visitantes tentarem segurar o empate – como havia feito na oportunidade anterior.

Christian Eriksen, shot is deflected by Gareth McAuley to score his teams second goal
O dinamarquês está voando (Foto: Reuters)
Após a assistência para o primeiro gol, Eriksen recebeu na entrada da área, arriscou de fora da área e contou com o desvio em McAuley, fazendo 2 a 0. Infelizmente o gol foi dado como contra do defensor adversário, mas sejamos justos: Os créditos ao maestro precisam ser os mesmos que seriam se o gol fosse concedido a ele. Sem demasia alguma, poderiam ser três, quatro, cinco só no primeiro tempo, mas foram apenas dois – Alli teve o seu gol anulado no que seria mais uma assistência do camisa 23.

A etapa complementar começou diferente. Com a boa vantagem no placar, o Tottenham optou por cadenciar mais o jogo, não manteve o ritmo imposto na primeira metade do jogo e cedeu mais espaços ao West Brom, que passou a ocupar mais o último terço do campo. Porém, a solidez defensiva da equipe londrina é algo que não nos surpreende mais e em momento algum o adversário deu sinais que poderia complicar a vitória que parecia garantida.

Para não dizer que faltou emoção na segunda etapa, alguns lances isolados nos preocuparam: Os dois principais zagueiros da equipe sentiram. Alderweireld voltou de lesão recentemente e a dividida não passou de um susto. Vertonghen, por sua vez, não teve a mesma sorte. O zagueiro belga torceu o tornozelo sozinho e teve que ser substituído por Davies – só que o lateral não alterou o desenho tático atuando como zagueiro pelo lado esquerdo.

Apesar da boa atuação defensiva, ficou a impressão que poderíamos ter matado a partida mais cedo, notada a demora de Poch para fazer mudanças. Claramente, a equipe relaxou em alguns momentos – algo normal pela vantagem conquistada –, demorou a chegar ao terceiro gol e a alteração no setor ofensivo se fez necessária. Talvez com a entrada de Son, Sissoko ou N'koudou poderia dar um novo ímpeto aos Spurs.

Harry Kane scores their fourth goal to complete his hat trick
Harry Kane anotou um hat-trick e chegou à marca de 11 gols na Premier League (Foto: Reuters)
Sem mudanças, o adversário permaneceu "vivo" durante boa parte da etapa complementar, até os 32'. Após algumas boas defesas de Foster, McAuley vacilou, Walker recuperou a bola no campo de ataque e cruzou para Kane, que definitivamente garantiu a vitória com um belo gol. Cinco minutos depois, Alli deu a assistência, o camisa 10 chegou ao hat-trick e fechou o placar, antes de dar lugar à Son já nos acréscimos. 4-0.

Invencibilidade mantida no White Hart Lane, agora seis vitórias consecutivas e a escalada no campeonato continua. Com o resultado, o Tottenham chegou aos 45 pontos, assumiu a vice-liderança provisoriamente – o Liverpool ainda tem um duelo complicado contra o United fora de casa – e segue na caça ao Chelsea, que também venceu na rodada. O próximo jogo será mais uma daqueles cruciais para o campeonato, quando enfrentará o City, no Etihad Stadium, em Manchester.

#COYS

Por: Marcelo Júnior

Twitter: @marcelinjrr / @SiteLF / @LFEuropa

Uma breve história do futebol - Parte 1

Futebol é o esporte mais popular do mundo: Das favelas do Rio de Janeiro à Pequim, da Flórida a Jacarta, do leste europeu até a África do Sul, as pessoas simplesmente não resistem a chutar uma bola ou assistir outras pessoas fazendo o mesmo. Os números são surpreendentes: Aproximadamente, 250 milhões de pessoas jogam futebol regularmente no mundo e se os futebolistas formassem uma nação, ela seria a quarta mais populosa na Terra. Quase poderíamos dizer que o futebol é uma linguagem universal. Se você se encontrar no meio de um país estranho sem nenhum conhecimento da língua local, ainda seria capaz de iniciar uma conversa usando alguns gestos acompanhados pelos nomes de alguns jogadores como Pelé ou Maradona.

Crianças jogam futebol numa favela do Rio de Janeiro. (Foto: Reprodução)
Futebol aproxima as pessoas uma das outras e dá a elas um senso de identidade. É uma novela sem fim que fornece um roteiro para nossas vidas e uma fonte inesgotável de debate. Todos os aspectos da existência humana estão no futebol: Heróis e vilões, amor e ódio, poder, política e dinheiro. Como a própria vida, o jogo proporciona momentos de beleza sublime e outros de grande decepção. Entretanto, o que ainda não conseguimos ter é uma explicação de por que as pessoas são tão fascinadas pelo futebol. Ainda assim, não há mal em olhar para algumas teorias.

Alguns alegam que o futebol é um substituto para a caça - em que, naturalmente, nossos antepassados dependiam para a sobrevivência. De acordo com esse ponto de vista, um gol equivale a uma morte, o que certamente explicaria o senso de importância em torno do jogo. Outra possibilidade é de que o futebol seja uma guerra ritualizada.  Afinal, o esporte é elaborado em linguagem militar - tais como campanhas, táticas e capitães - e pode não ser por acaso que sua popularidade coincidiu com uma era em que os jovens tinham sido menos regularmente envolvidos em campos de batalha do que o passado.

Jovens jogam futebol no corredor da Mesquita Kashan’s Agha Bozorg. Kashan, Irã, 2010. (Foto: Ian)
Ambas as teorias tem seus méritos, mas talvez, uma explicação mais simples precisa ser acrescentada. Nossa história pode ser vista como a história de divisão crescente entre nossos eus físicos e nossas mentes. O futebol funciona de outra forma. Unindo o cérebro com as partes do corpo na extremidade oposta, os pés, curando temporariamente a divisão. Quando nós jogamos o jogo ou nos identificamos com outros que estão fazendo o mesmo, nos tornamos inteiros novamente.

Ao lado do Coliseu rapaz sem bola se desloca e indica onde quer receber a bola. Roma, Itália, 2014. (Foto: Caio Vilela)
Não poderíamos pensar o esporte sem usar a citação mais famosa e cliché do futebol. "Algumas pessoas acreditam que o futebol é uma questão de vida ou morte", o grande técnico do Liverpool Bill Shankly disse uma vez. "Posso garantir que é muito, muito mais importante do que isso". Ninguém melhor capturou a profundidade irracional da paixão despertada por vinte e dois homens correndo atrás de uma bola.

Embora intitulada como "breve", a muito do que se contar sobre a trajetória do futebol. Então vamos com calma, amigos! Continuamos em breve na parte 2. Abraços!

Matheus Morais

Twitter: @danosmorais_
Instagram: @danosmorais
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