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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A maldição de Anoeta

Messi derrota Barcelona contra Real Sociedad (Foto: AP)
A maldição de Anoeta assombra os culés (Foto: AP)
Na semana de mais um jogo no Anoeta, venho aqui relembrar a todos o porquê não devemos nunca, independente de fase (nossa ou deles), entrar confiantes no estádio localizado no país Basco. O futebol é envolto em mística e poucas coisas atraem mais mística do que os tabus. E, quando falamos de tabus e de Barcelona no mesmo texto, chegamos à Real Sociedad. Um time que ficou um bom tempo sem figurar entre os grandes, mas que mesmo assim, nos mostra que tamanho não é documento sempre que os visitamos.

Para quem não se lembra de ou não conhece nosso retrospecto em terras bascas aqui vai ele: nos últimos 10 jogos, temos um saldo de cinco derrotas, três empates e duas vitórias. As duas vitórias iludem quem lê, mas é preciso se lembrar de que elas foram há 10 anos atrás e desde então muita coisa mudou... Seja no clube culé ou no “mundo exterior”.

Em 2007, Messi se consolidava como realidade, Piqué não integrava o time e Iniesta tinha cabelo; Neymar nem profissional era, Justin Timberlake era a sensação, Akon lançava hit atrás de hit e Black Eyed Peas era o grupo que todo mundo amava. Hoje, temos Drake, Fifth Harmony, Justin Bieber, Messi como um dos melhores da história, Iniesta careca, Piqué comandando a zaga e Neymar como um dos melhores do mundo.

 Antoine Griezmann comemoração Real Sociedad contra o Barcelona (Foto: AFP)
Griezmann e Vela comemoram um dos gols numa das vitórias do Real Sociedad no maldito estádio (Foto: AFP)
E não há o que esse time possa fazer para ganhar naquele estádio. Não tem fase, não tem elenco, não tem trio MSN ou trio histórico na "meiuca" que nos faça bater aquele (maldito) time em seus domínios. E falo maldito, pois não é normal um time dar tanto trabalho para um clube como o Barcelona, a impressão passada é que se a Real Sociedad nem em campo entrar, as traves caem apenas para o Barcelona não fazer o gol da vitória, alongando ainda mais esse tabu.

Estando informados sobre o tabu e sobre a opinião deste que vos escreve, se conseguiremos acabar com ele, precisamos nos alertar sobre a importância do jogo do próximo dia 19, válido pelas quartas de final da Copa do Rei. O time vinha numa curva descendente de rendimento, que nos últimos dois jogos, felizmente, voltou a ascender.

Duas boas partidas do time nos fazem crer numa melhora de rendimento, porém, no começo desta curva ascendente, vamos nos deparar com um dos piores cenários possíveis e a forma como lidaremos com ele. Além de nos dar uma prévia de como será nosso futuro na Copa, nos dirá se a melhora está mesmo ocorrendo, melhora decisiva para títulos e empregos (né, Lucho!?).

Polêmico e simples, a Juventus muda seu símbolo novamente

A mudança que chocou o futebol nesta segunda veio de Turim (foto: FootyHeadlines.com)
O dia 16 de janeiro entra pra história do clube bianconero. A Juve espantou o mundo hoje com a repentina mudança de seu emblema que já seguia o mesmo por quase 12 anos para algo totalmente inovador e que gerou, sobretudo nos seus fanáticos, uma mistura de incredulidade com desgosto em maioria, mas afinal, por quê da mudança?

"Black and White and more" essa era a campanha da Juventus com a #2beJUVENTUS há algumas semanas sem que quase ninguém soubesse de fato o motivo, hoje o segredo revelado e a nova logo com uma letra "J" formado meramente por linhas simples e o nome do clube logo viralizou por conta do espanto geral. Segundo a Juventus, "o novo logo que será implementado a partir de julho de 2017 representa a Juventus na sua essência, linhas na camisa, o Scudetto da vitória, o J do nome. Três elementos que constituem o DNA da Juventus: Em primeiro, as linhas em preto e branco que se tornaram o tema comunicativo da nova identidade e interpretado sobre qualquer interface. Depois a estilização de um Scudetto a representar a determinação com que o Clube sempre perseguiu, e sempre perseguirá, a vitória. Em terceiro o J, uma inicial distintiva, afetuosa aos torcedores, entre eles Gianni Agnelli (lendário presidente falecido em 2003) que dizia: "Me emociono toda vez que vejo nos jornais qualquer palavra que começa com J". O novo logo funde este três elementos em um símbolo único e universal, em grado de representar não apenas uma equipe de futebol, mas também uma identidade, uma filiação e uma filosofia. É um sinal forte, essencial e inconfundível. É um logo desenvolvido com os princípios com os quais se constrói um ícone global nestes tempos: Capaz de exprimir-se com força em qualquer contexto físico ou digital. Sobretudo, é um logo que deixa para trás com coragem os conformismos dos emblemas futebolísticos".

A explicação é bonita, faz sentido com a imagem e tudo mais, todavia a revolta dos torcedores, repito que em grande maioria, é contrária não só a mudança como também irritadíssima com o design do emblema novo. A Juventus de fato se mostrou inovadora em algo tão relevante como seu símbolo até por significar a tradição italiana não só com jogadores, estilo, filosofia e seu modo até ortodoxo em algumas questões menos conhecidas ao longo dos anos.

A meu ver, as opiniões contrárias seguem a linha tradicional do clube que apesar disso mudou de emblema muitas vezes, como mostra a imagem abaixo:


No meu entendimento, o símbolo usado durante a década de 90 é o mais marcante, até por ter sido meu primeiro. Entretanto, gostei da novidade e achei simples demais, de forma puramente preto e branco, sem amarelo ou azul (cores da cidade de Turim), o touro que é o mascote citadino ou ainda a zebra que é mascote do clube. Duas cores, duas linhas, um nome. A Juventus fez a sua escolha e que até poderia ficar melhor em camisas alternativas ou de treinamento, mas assim o será nos uniformes a partir da próxima temporada. Alguns já mudaram aos poucos de opinião ao longo das visualizações da novidade, mas assim como alguns uniformes espantam e depois caem nas graças, espero que o mesmo aconteça com o novo emblema que dependerá também de como se encaixará nos novos uniformes a serem revelados no final do mês de maio. Sou da teoria que uniformes bonitos são os vencedores (camiseta rosa da temporada 2011/2012 foi ridicularizada por muitos e depois ficou desejada com o título invicto e o Scudetto no meio, por exemplo).

O tempo nos fará se acostumar e se acostumar a coisas boas é mais fácil, mesmo que radicais... Se as taças seguirem vindo, sobretudo aquela tão cobiçada que muitos preferem não nomear, certamente o símbolo será o menos importante perante o fato.

Inovadora, polêmica, moderna, simples e etc, pejorativos ou não os adjetivos não faltam para esta Velha Senhora que de cara renovada se prepara para o futuro brilhante (esperamos) em bianconero per sempre.

Em noite de espanhóis, Chelsea mostra quem é dono da Premier League

Após a derrota contra o Tottenham na última rodada, muito se falou que finalmente o Chelsea iria perder força e cair no campeonato inglês. Isso se intensificou muito depois da divulgação que Diego Costa não iria jogar, por conta de uma discussão com um dos membros da comissão técnica e Antonio Conte.  Para tentar provar que a derrota não foi nada mais que um tropeço, e que a discussão não iria interferir, os Blues foram a Leicester, enfrentar os atuais campeões.

Coadjuvante, Alonso vive noite de artilheiro. Fonte (Getty Images)
Para duelar com seu compatriota, Conte fez apenas uma mudança em relação à última rodada, escalando Willian no lugar de Diego Costa. O Chelsea foi a campo com no seu tradicional 3-4-3 com: Courtois; Azpilicueta, David Luiz e Cahill; Moses, Kante, Matic e Alonso; Willian, Hazard e Pedro.

Mesmo com desfalques importantes - Mahrez e Slimani (Copa Africana de Nações) -, com apenas um minuto o Leicester já deu o primeiro susto no Chelsea, Musa fez bela jogada pela esquerda e obrigou Courtois a fazer boa defesa. A resposta dos azuis de Londres veio com 6 minutos, após cruzamento, Hazard ajeitou e Alonso abriu o placar em Leicester. O restante do primeiro tempo foi de um Chelsea controlando o jogo, praticamente sem correr risco.

Pedro vive sua melhor fase com a camisa dos Blues. Fonte (Reuters)
As mudanças que Ranieri tentava impôr para o segundo tempo vieram a cair novamente aos 6 minutos. Após a cobrança de escanteio, Alonso chutou, viu a bola desviar em Morgan e marcou mais um gol, dobrando a vantagem. A apatia do adversário era visível, o próprio camisa 3 ainda teve a chance do hat-trick, mas o último gol veio com outro espanhol. Após iniciar a jogada, Pedro deu lindo passe para Willian, que tentou devolver, mas a bola subiu e o atacante completou de cabeça.

O domínio do Chelsea durante todo o jogo foi absurdo, em nenhum momento a vitória parecia que não viria e a equipe mostra uma capacidade muito grande de controlar seus adversários. A atual campanha já é dois pontos melhor em relação à última temporada - 52 a 50 - e isso com apenas 21 rodadas. Os Blues ainda contaram com um empate do Liverpool para abrir sete pontos de vantagem. Na próxima rodada, o time londrino recebe o Hull City, adversário que deu inicio a sequencia de 13 vitórias. 
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