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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Insistir em Janssen é "dar murro em ponta de faca" – até Poch já percebeu isso

Um dos principais responsáveis pela boa fase recente do Tottenham é o seu poderio ofensivo, onde conta com um dos melhores atacantes da atualidade, cujo Harry Kane foi o artilheiro da Premier League na temporada passada. O nível das atuações se mantém nesta temporada e o inglês se recolocou na briga pela artilharia mais uma vez com o hat-trick anotado diante o West Brom. Porém, nem tudo são flores: Vincent Janssen vive totalmente o oposto e sequer foi relacionado para o certame.

Janssen foi uma das principais contratações dos Spurs para a temporada (Foto: Divulgação/Tottenham Hotspur via Getty)
No início da temporada, o centroavante holandês foi contratado junto ao AZ Alkmaar, por cerca de 20 milhões de euros. Apesar de jovem, foram valores considerados altos para um jogador que certamente viria ser reserva, sem nunca ter tido tamanho desafio na carreira. A expectativa, porém, era que atacante pudesse resolver um problema no elenco comandado por Maurício Pochettino: A 'Kane-dependência'.

Seja qual fosse o contratado, dificilmente alguém poderia ameaçar a titularidade de Kane, que cada vez mais vai se consolidando como um dos melhores atacantes do futebol mundial. Mas não havia dúvidas que o camisa 10 precisava de um substituto que ao menos amenizassem o sofrimento que as suas eventuais ausências trazem. Assim como a carência, os números de Janssen na temporada passada justificam a sua contratação: Foram 30 gols em 46 jogos na Eredivisie – 27 na Eredivisie, onde foi o principal artilheiro.

O centroavante teve uma temporada dos sonhos na Eredivisie (Foto: Laurens Lindhout/VI Images)
Após o excelente desempenho, criou-se a expectativa que o técnico argentino pudesse até testar uma nova formação na equipe, atuando com os dois artilheiros juntos eventualmente. Na prática, porém, o jogador ainda não justificou nem a sua vaga entre os suplentes. Foram apenas três gols até então – todos em cobranças de pênalti – e é a maior decepção entre os que chegaram no início da temporada.

Há de se relevar, é claro, o pouco tempo do jogador em Londres. Porém, está mais do que óbvio que o atacante é limitado tecnicamente, as perspectivas são poucas no qual poderá dar certo num campeonato tão competitivo e, logo na temporada de estreia, o jogador não pode reclamar que não teve mais oportunidades do que podíamos imaginar – ou será que alguém previa a lesão do Kane?

A ausência do principal jogador, inclusive, coincidiu com um dos piores momentos do time na temporada. A tamanha ineficiência do reserva fez com ficássemos reféns de Son, que não deixa de ser um excelente jogador, mas nunca foi um artilheiro. O coreano teve uma sequência jogando como "falso-nove" e chegou a marcar vários gols por um curto período. Ficou nítido que a chegada de Janssen ainda não era o ideal para ser a sobra de Kane.

Entretanto, relevei as péssimas atuações, esperei um pouco mais e tive a boa vontade de acreditar que o atacante pudesse repetir o sucesso de outros jogadores vindos do futebol holandês, até o jogo válido pela FA Cup. Apesar de ser um clube tradicional, o Aston Villa não vive grande momento, foi rebaixado na temporada passada e não dá indícios que retornará à Premier League na próxima temporada, estando no meio da tabela da atual Championship. Era a oportunidade ideal para poupar titulares e testar jogadores que vem atuando com pouca frequência.

Tottenham's Dele Alli comes on as a substitute to replace Vincent Janssen
Poch deu a cartada certa para evitar o indesejável 'replay' na FA Cup (Foto: Action Images via Reuters)
Dentre eles, Janssen era um dos que mais precisavam mostrar serviço, apareceu no 'onze inicial' e havia a expectativa que pudesse aproveitar a oportunidade. Mas, após 60 minutos de uma atuação pífia, podemos dizer que o jogador decepcionou mais uma vez. A consequência disso foi a primeira substituição: Alli entrou em seu lugar. Com a alteração, Son voltou a atuar como homem mais avançado, a equipe teve seus melhores momentos no jogo e finalmente conseguiu furar a retranca adversária, vencendo por 2 a 0.

No jogo passado, Poch resolveu deixar o jogador de fora até do banco de reservas, demonstrando que não apenas nós perdemos a paciência. Sinceramente, espero errar feio, mas me arrisco a dizer que insistir nele é "dar murro em ponta de faca". O fato é que, ao fim desta temporada, ainda restarão mais três anos de contrato. Talvez um empréstimo do holandês seja a melhor forma do clube recuperar o dinheiro desperdiçado em sua contratação – contando com a sorte – e a procura por uma "sobra" de Kane continuará.

LEIA MAIS >> A escalada continua

#COYS

Por: Marcelo Júnior

Twitter: @marcelinjrr / @SiteLF / @LFEuropa

Middlesbrough e vitória precisam fazer as pazes

No sábado (14), Middlesbrough e Watford duelaram no Vicarage Road. Antes do início da partida houve homenagens merecidas a Graham Taylor dentro e fora das quatro linhas. Graham foi técnico do Watford e da seleção inglesa e morreu aos 72 anos na quinta-feira (12). Um dos seus grandes feitos foi levar os Hornets da quarta divisão ao vice da primeira em apenas cinco anos.

Belas homenagens antes do início da partida, jogo sofrível dentro de campo. Um 0 a 0 sem graça foi a cara do jogo no Vicarage. O Middlesbrough, como em praticamente todos os jogos, foi encarar o Watford com uma proposta bem defensiva e criou pouquíssimas chances para derrotar a equipe da casa. O Boro chegou a ter um gol bem anulado no início do primeiro tempo, após Stuani finalizar pra dentro do gol em posição irregular, um pouco a frente, mas o impedimento foi bem assinalado.

Fonte: UK Soccer
No pós-jogo Aitor disse que o resultado foi satisfatório, que sair com um ponto do Vicarage foi de suma importância. Ele disse o seguinte sobre a partida: "Talvez não fosse o melhor para assistir, mas para nós foi um bom jogo". De forma bem assertiva Karanka definiu bem como os torcedores viram o jogo proposto pelo Boro, um jogo sem brilho e com muita disposição defensiva, há quem goste, outros em sua maioria detestam.

Certo é que já são quatro jogos sem vitórias do Middlesbrough na Premier League, são dois empates e duas derrotas, sendo que a última vitória foi sobre o Swansea no dia 17/12/2016, campanha que deixa a equipe na 16ª colocação, quatro pontos acima da zona de rebaixamento. O próximo jogo dos comandados de Karanka será no sábado (21) contra o West Ham no Riverside, às 13h, horário brasileiro de verão. A primeira chance de "fazer as pazes" com a vitória que não aparece desde dezembro do ano passado.

Ainda dá, Liverpool?

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Será que o time de Jürgen Klopp se manterá firme na luta pelo título? (Foto: Daily Post/Divulgação)
O Liverpool foi à Manchester no último domingo para enfrentar o seu maior rival, Manchester United, pela 21ª rodada da Premier League. Com muitos desfalques, era de se esperar que o time de Klopp enfrentasse dificuldades contra o time de Mourinho, que vinha embalado, e não foi diferente. Sofremos, mas conseguimos equilibrar o jogo.

Saímos na frente, mas, infelizmente, levamos o empate próximo ao fim do jogo. Com a vitória do líder Chelsea, o empate foi caro e nos custou à segunda colocação, que agora é do Tottenham. Após os resultados, o grande questionamento na cabeça de todo torcedor Red é: ainda dá? O título é possível ou devemos focar em permanecer entre os quatro primeiros na tabela?

O JOGO

Os donos da casa foram pra cima, sorte que tínhamos um Mignolet em um dia de rara felicidade (e como é rara!). O goleiro belga foi responsável por pelo menos três defesas difíceis onde havia grande perigo de gol. Além do arqueiro, os outros integrantes da defesa se portaram bem, apesar de alguns sustos e do gol levado. 

Milner foi quem marcou para nós, cobrando pênalti ainda no primeiro tempo, quando passávamos por um momento de sufoco na partida. Sufoco que voltou na segunda etapa, quando José Mourinho colocou seu time pra frente, tirando um volante – Carrick, e pondo Wayne Rooney para jogar. O United tanto apertou que conseguiu, aos 38’ do segundo tempo, o gol de empate com Ibrahimovic após pequena confusão na área.

Mantemos nosso estilo de jogo durante toda a partida. Intensidade, pressão na marcação e aproximação para tocar a bola e envolver o adversário. O meio de campo formado por Henderson, Wijnaldum e Can trouxe equilíbrio entre marcação e criação. Coutinho entrou no segundo tempo e jogou por aproximadamente meia hora, o suficiente para deixar Firmino livre para finalizar em uma oportunidade, fora isso, o brasileiro foi discreto.

Jogamos bem, mas os desfalques pesaram. Pelas circunstâncias do empate, a frustração foi grande, apesar da igualdade no placar ter sido justa. O título é possível, mas é muito difícil acreditar que o Chelsea deixará escapar a liderança, agora com sete pontos de vantagem.

Reforços são necessários, visto que tanto estamos sofrendo com desfalques, precisamos de um elenco forte para manter o futebol em alto nível durante toda a temporada. Não acredito que focar em uma “perseguição” ao líder no momento seria inteligente, devemos sim buscar as vitórias a qualquer custo, mas com calma, sem a pressão de brigar pelo título, se a liderança se aproximar, então voltamos a sonhar.

Uma aula de ataque

Site oficial: SSC Napoli
O tridente ofensivo napolitano comemora um dos gols no Estádio da Luz (Foto: ESPN FC)
Não é de hoje que o Napoli tem um ataque forte e rápido. Desde 2012, passaram pelo clube nada menos que Cavani, Lavezzi e Higuain, todos com muito sucesso com a camisa napolitana. Atualmente, Mertens, Callejon e Insigne mantêm o poderio ofensivo, sendo alimentados pelo ótimo meia Hamsik juntamente com Zienlisk. Esse tridente, porém, tem funções diferentes dentro de campo:

Callejon: Ele faz uma espécie de ala, sempre atacando e voltando, buscando bastante a jogadas mais laterais e às vezes aparecendo como elemento surpresa em algum lançamento.

Insigne: Ponta esquerda que puxa bastante para o meio, dando liberdade ao lateral esquerdo Ghoulam que apoia muito e tem muita qualidade tanto no cruzamento quanto no drible. O baixinho ainda tem como o forte seus lançamentos precisos.

Mertens: Antes trabalhava pelo franco esquerdo, hoje adaptado ao Falso 9. O ponteiro belga demonstra muita habilidade, velocidade e um ótimo oportunismo quando está na frente das redes. Hoje com 12 gols no cálcio, Mertens é a principal esperança de gols do Napoli.

O Napoli venceu mais uma e segue na caça à Juve (Foto: Divulgação/Napoli)
Agora, vamos falar um pouco sobre o último jogo. No domingo (15), o Napoli recebeu o Pescara, no estádio San Paolo, tentando mostrar que aquele empate na estreia contra este adversário havia ficado para trás. Porém, mais uma vez, o Pescara demonstrou que poderia complicar a vida do clube de Nápoles.

Durante os primeiros 45 minutos, a estratégia dos visitantes de marcar pressão deu certo, não permitindo que os mandantes trocassem tantos passes em sequência. Ainda assim, conseguimos criar chances perigosas com Insigne e Hamsik, mas ambos não aproveitaram bem. O primeiro tempo terminou sem gols e deixou os presentes no estádio frustados.

O segundo tempo foi diferente. Os dois primeiros gols vieram logo no início: Tonelli - o segundo gol dele em dois jogos - e Hamsik deram tranquilidade aos torcedores. Com a boa vantagem, o Napoli manteve o controle, jogou em velocidade e chegou ao terceiro gol com Mertens. O time do sul da Itália poderia ter feito mais, porém quem marcou mesmo foi o adversário, após o árbitro marcar um pênalti a favor do Pescara. A cobrança foi convertida por Gianluca e o mesmo deu números finais ao jogo: 3 a 1.

O time vem se dando bem com o 'falso-nove', o belga vem em ótima fase e evoluindo a cada jogo. O problema seria a contratação de Pavolleti e volta de Milik, é uma questão muito delicada para se comentar. Sarri terá que "dar seus pulos".

@gabrielcec__

Um turbilhão chamado Juventus Football Club

No dia 1º de novembro de 1897 um grupo de amigos unidos pela paixão ao esporte “importado” da Inglaterra (as aspas aqui ficam por conta da teoria mais aceita é a de que o futebol foi inventado na Inglaterra, mas há outras, inclusive uma de que teria sido inventado na Itália) criam una società voltada a prática do futebol. Esse parágrafo é uma paráfrase da criação da Juventus tirada do próprio site oficial do clube.

O nome da Juventus é especial, mais do que muitos podem imaginar. Primeiramente é necessário explicar que a letra “j” (i lunga) não faz parte do alfabeto padrão do italiano. Fácil perceber que os narradores, torcedores e todos na Itália leem Juventus como “Iuventus”, pois a letra “j” é uma letra “i” acentuada.

Isso ocorre, pois os criadores da Juventus, lá no final do século XIX quiserem nomear o time inspirado no latim. Juventus significa ser jovem, a juventude. Em italiano, temos a palavra gioventù, giovane, que expressam juventude e jovem, respectivamente.

A Juventus conta com o apoio da fornecedora de material esportivo Adidas para espalhar sua nova cara. Foto: Juventus.com
A Juventus sempre foi um time vanguardista, a sua maneira. Se os times têm alma, a Juventus tem coração, alma e tudo mais que você possa imaginar. Não é porque somos uma velha senhora experiente, ciente de todas as suas glórias do passado que não temos o dever de olhar para o futuro.

Desde a forma de sua criação, seu nome e sua história transformam a Juventus nesse colosso mundial que agora, mais uma vez, se reinventa para acompanhar as rápidas mudanças do século XXI, 119 anos após sua fundação.

Após essa introdução, me explico: ontem (16), como a maioria já sabe, a Juventus divulgou seu novo símbolo. O novo símbolo, conforme explicado pela instituição na figura de nomes como o do presidente Andrea Angnelli e do diretor esportivo Pavel Nedved, vem para fazer com que todas as vezes que você veja uma letra “j” você se lembre da Juventus. A Juventus deseja acompanhar o seu tempo, sem deixar sua tradição de lado e marcar época.

O presidente Andrea Agnelli é o grande idealizador da mudança e explicou os novos rumos da Juventus. Foto: Juventus.com
A partir da divulgação as redes sociais lotaram de pessoas criticando e alguns elogiando a coragem do time. Veja, será necessário um tempo para entendermos se tal modificação será benéfica para o clube. Duas coisas podem acontecer: a primeira é o plano dar certo e ficarmos marcados pelo mundo como um time que soube ver além do seu tempo. A segunda é dar errado, tal modificação ser um fracasso e deixar um gosto que apagamos muitos símbolos tradicionais de nossa história.

Eu não sei dizer se tal modificação foi positiva ou negativa. Preciso de tempo para analisar. Nada apagará nossa história, se foi um acerto, que bom! Espero que isso nos traga glórias. Se for um erro, que se perceba o mais rápido possível para contornar o erro e retornarmos para o que era antes.

Agora, o argumento de que estamos esquecendo a história e que estamos pisando na tradição é inválido. Historicamente somos vanguardistas e sempre valorizamos nosso passado. Apenas não podemos fazer deste um fardo que nos impede de alcançar nosso futuro.

A zebra, o touro, as estrelas, o azul, o amarelo, sempre estarão presentes em nossa história. Nada os apagará! O preto e branco é a alma da Juventus, esse não pode JAMAIS estar de fora. Isso é ser Juventus, gioventù, giovane.


Sugiro calma a todos os torcedores bianconeri. Vamos entender o impacto dessa mudança brusca na nossa caminhada e incentivar o time na sua incessante sede pela vitória.

Fiorentina 2x1 Juventus

Falando rapidamente sobre o jogo do último domingo (15), a Juventus perdeu em Firenze para a Fiorentina pelo placar de 2x1. Jogo polêmico, onde a torcida reclamou de um pênalti não marcado para nós, no final do jogo, que nos daria o empate.

Fato é que a Juventus não jogou bem. Voltamos a jogar no 3-5-2 por conta da suspensão de Lichtsteiner e o time não conseguiu criar chances enquanto atuou assim na primeira etapa.

Muitos torcedores pedem a cabeça de Allegri como se isso fosse a solução para os nossos problemas. Assim como na história do nosso novo emblema, temos que ver como terminaremos essa temporada.

Higuaín sempre bem colocado foi o nome do nosso gol. Como destaque negativo, coloco nosso sistema defensivo no geral, que é tão elogiado, mas que neste jogo não conseguiu parar as investidas da Viola.

Ao final da vigésima rodada do Campeonato Italiano, a Juventus lidera com 45 pontos, um a mais que a Roma e três a mais que o Napoli, porém estamos com um jogo a menos. Este é, sem dúvidas, o Campeonato Italiano mais disputado dos últimos anos.

Esses foram dias agitados em Torino. Vamos torcer para que todo esse falatório se transforme em bons resultados para nós!

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!

Como o futebol é injusto

As injustiças nos resultados do futebol são deliciosamente apreciadas por mim, sem elas não teríamos campeonatos fantásticos como a Premier League do ano passado com o Leicester que encantou o mundo.

Ibra garante o empate no clássico. (MUFC/Getty)
No último domingo, o Manchester recebeu o Liverpool, num Old Trafford completamente lotado. A Inglaterra parou para assistir o principal clássico do país, inclusive, com a presença do antigo astro dos Red Devils, David Beckham, no jogo que fechou a 21° rodada da Premier League.

O jogo foi de domínio total do Manchester United, pois o Liverpool entrou claramente focado nos contra-ataques. Apesar de criarmos muitas chances, quem abriu o placar foram eles, num pênalti bobo do nosso craque Paul Pogba, que saltou com o braço próximo a cabeça e acabou batendo na bola. Na cobrança da penalidade, quase que o paredão De Gea salva o francês, acertou o canto e chegou muito perto de fazer a defesa.
Time que começou a partida contra o Liverpool, pra mim só faltou Bailly. (MUFC/Getty)
A partir do gol tomado, os Red Devils partiram para cima e ficou a impressão que empataríamos a qualquer momento, tanto que para mim o melhor em campo foi o belga, Mignolet, goleiro do time da cidade dos Beatles. Rooney, Mata e, por incrível que pareça, Fellaini entraram e ajudaram a equipe com muita raça e dedicação ao jogo, se entregaram completamente à missão de empatar a partida.

O camisa 10 chegou bem perto, num chute de primeira que seria o seu gol de número 250°, mas Mignolet fez uma defesa espetacular. Perto do fim do jogo, o Viking apareceu, bola alçada na área Fellaini cabeceia na trava e no rebote Valencia coloca a bola na cabeça de Ibra, e ele não perdoou: 1x1 no placar de um dos melhores jogos da rodada.

Bailly vem fazendo falta à nossa defesa, o jogador da Costa de Marfim deu uma segurança que estávamos precisando e, apesar de ser o mais novo entre os zagueiros, joga numa tranquilidade e com uma seriedade que dificilmente Rojo, Jones e Smalling vão ter. Foi uma contratação cirúrgica e todas as vezes que ele tem que se ausentar, por lesão ou para servir seu país, como é o caso, esse setor sente muito sua falta. Fica até difícil de torcer para que sua seleção chegue longe na Copa das Nações Africanas.

Empate no fim normalmente é saboroso, mas nesse caso ficou um gosto amargo, dava pra vencer. (MUFC/Getty)
Lá vamos nós vermos o que temos pela frente ainda em janeiro. Temos o Stoke, fora de casa pela Premier League, depois visitamos o Hull no jogo de volta da Copa da Liga Inglesa, lembrando que vencemos o primeiro jogo em Old Trafford por 2x0 e fechamos o mês jogando em casa contra o Wigan na quarta rodada da FA Cup. Podemos fechar janeiro com duas classificações e mais três pontos na tabela, são possíveis, mas se tratando de um campeonato tão equilibrado, tudo é possível.

Vou aproveitar que hoje é 17/01 e deixar um beijão para Luciana, minha esposa, que está completando mais uma primavera, te amo! Até a próxima e GGMU!

Willian se despede com homenagem do Cruzeiro

Fotos: Cruzeiro
O atacante Willian estava na Toca da Raposa II na última segunda-feira (16) para se despedir dos amigos e funcionários do clube, o atleta também foi homenageado pelo Cruzeiro.

"Foram três anos e meio de vitórias, alegrias e aprendizado. Minha convivência aqui foi muito prazerosa, muito gratificante, com muito respeito e carinho a todos profissionais, desde o presidente, comissão técnica, diretoria, jogadores e funcionários. Não tenho outra palavra a não ser gratidão, em todos os aspectos. Fui muito bem recebido desde a minha chegada. O Clube investiu em mim e saio com o dever cumprido. Foram dois títulos brasileiros importantíssimos para a história do Cruzeiro, um campeonato mineiro, gols importantes e deixo ainda essa marca de artilheiro do novo Mineirão. Fico muito feliz em receber essa homenagem", disse o atacante.

O gerente de futebol Tinga, entregou ao atleta uma placa com uma camisa do clube com o número 185, total de partidas que Willian fez pelo Cruzeiro.

É o reconhecimento que o Cruzeiro, em nome do Presidente e de mais de oito milhões de torcedores, está fazendo para o Willian. A gente sabe o quanto é importante e difícil um jogador fazer história em um clube tão grande como o Cruzeiro. Sua próxima equipe, com certeza, está ganhando um ótimo profissional, que vai ficar marcado para sempre na história do Cruzeiro”, afirmou Tinga.


Números do Willian pelo Cruzeiro

Jogos: 185 (143 como titular)
Gols: 40
Assistências: 24
Títulos: Campeonato Mineiro (2014) e Campeonato Brasileiro (2013 e 2014)

2013: 28 jogos, 8 gols e 7 assistências
2014: 61 jogos e 12 gols e 10 assistências
2015: 48 jogos, 13 gols e 6 assistências
2016: 48 jogos, 7 gols e 1 assistência

Mini DVD é possível?

O Corinthians chegou a mais um duelo da Copinha e encarou o Internacional em novo estádio: Arena Barueri, palco onde o Timãozinho já estava acostumado a jogar por conta dos campeonatos da base disputados em 2016.

Na edição passada, o Corinthians venceu em Limeira a equipe Gaúcha por 5-2 depois de estar duas vezes atrás do placar. Entre Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e Copa Internacional Sub-20, a equipe Colorada venceu três jogos e o Timão apenas dois. Com um retrospecto tão equilibrado entre as equipes em 2016, era esperado um jogão para a noite chuvosa em Barueri.

Foto: globoesporte.com
Com a bola rolando, acho que nem mesmo os mais confiantes esperaram uma goleada por 3-0 ainda no primeiro tempo. Fabricio Oya marcou um golaço, Pedrinho deixou o dele e Carlinhos com o seu gol chegou ao oitavo na competição empatando com Yuri da Ponte Preta na artilharia. Vale ressaltar que a equipe Gaúcha diminuiu o placar na etapa complementar em cobrança de pênalti duvidosa.

O Corinthians foi ousado dentro de campo, o jogo que parecia ser o mais difícil da competição para o Timão foi aniquilado em jogadas ofensivas e defesa bem posta. O Timãozinho se portou bem dentro de campo, não deu espaço ao adversário e o trabalho de Loss vem sendo cada vez melhor dando uma confiança nesta equipe que não possuía no começo da competição.

Se no profissional dedicamos cada texto a um novo DVD, podemos falar que este jogo vai para um mini DVD? Nunca saberemos, apenas que o Internacional tem vários DVD criados e pelo jeito não cansará da sua existência.

Agora vem o Flamengo pela frente, o jogo será também na Arena Barueri na próxima quinta-feira às 19h30. Expectativa é de termos um bom jogo, porém Renan Areias e Carlinhos estão suspensos do jogo por conta de cartão amarelo.

CORINTHIANS: Filipe, Samuel, Thiago, Del’Amore, Guilherme Romão; Renan Areias, Mantuan (Roni), Pedrinho (Guedes), Fabricio Oya (Carlos), Marquinhos (Lucas Amorim); Carlinhos (Matheus). TÉCNICO: Osmar Loss

Isabela Macedo || @ismacedo_
Linha de Fundo || @SiteLF

Perdono, Pioli

A fama histórica de ser "o time da virada" tem se consolidado ainda mais nessa última temporada da Internazionale, a equipe conseguiu reverter os placares desfavoráveis por várias vezes, sendo as duas últimas, consecutivas, contra Udinese e Chievo respectivamente.

A recuperação na tabela está diretamente ligada ao controle e domínio de relacionamento que Stefano  Pioli, outrora perdido, vem exercendo sobre seus comandados, com plena convicção tática e aumentando a autoestima de quem vai a campo representá-lo.

Capitão-artilheiro, Mauro Icardi comemora seu gol, o de empate. (Foto: Twitter oficial do clube)
A partida começou intensa, com o time de Milão bem postado no 4-5-1, marcação alta, pressionando a saída de bola do Chievo e tendo total controle e domínio do jogo com a posse em sua maior parte do tempo, inibindo seu adversário, que ficava por um longo período tentando tomar a bola em seu campo de defesa. Mas foi aos 34’ que, uma chegada despretensiosa da equipe oponente, gerou um escanteio e o veterano Pellissier, marcado, abriu o placar para os visitantes. 

O primeiro tempo chegou ao fim, iniciou-se o segundo, e repetindo a alteração do último jogo, porém dessa vez, de forma inversa, o técnico sacou o português João Mário e colocou Banega, mas a de maior impacto tático foi a saída de Ansaldi aos 15 minutos, que deu lugar a Éder, o jogador da seleção italiana atuou pela ala esquerda e deixou a parte defensiva por esse lado sob responsabilidade dos volantes, já que o adversário não oferecia tanto perigo, a alteração transformou a formação para um 3-4-3, sistema extremamente ofensivo, porém o comandante parecia saber muito bem o que estava fazendo.

O time sofria com a boa atuação do goleiro adversário, mas mantinha o domínio do jogo com posse de bola e alta marcação no campo de ataque, características do treinador italiano. A partida parecia se encaminhar para ter como destaque o arqueiro dos visitantes, até que, aos 23 minutos, Candreva cruzou da direita para Icardi fechar na primeira trave e marcar o gol do empate, com o gol que o tornou o artilheiro da Europa nessa temporada. A equipe continuou em seu ritmo em busca da vitória, e aos 40’, Perisic, em jogada individual pela esquerda, se livrou da marcação e chutou no canto, 2 a 1.

Com o placar a seu favor, a Inter ainda massacrava nas estatísticas, cadenciando o jogo, mantendo a posse de bola no campo de ataque, tendo oportunidades de ampliar o placar, e foi exatamente o que fez Eder depois de uma bola pressionada e roubada, Palacio cruzou da Linha de Fundo para a marca do pênalti, o ítalo-brasileiro bateu firme no canto, sacramentando a vitória Nerazzurri. O domínio tático, associado a um time enérgico e reativo, tem sido o grande trunfo do comandante italiano, que, ao que parece, faz o melhor trabalho de sua carreira no que diz respeito à obediência tática em campo.

O próximo compromisso da equipe pelo Campeonato Italiano será contra o Palermo, fora de casa, dia 22. Mas antes, enfrentará o Bologna, pela Copa da Itália, nesta terça-feira, em Milão.

Foi bom enquanto durou

Vindo de um recorde histórico no futebol espanhol, o Real Madrid entrou em campo neste domingo (15), pela 18ª rodada da La Liga, tentando manter a invencibilidade de 40 jogos. Num confronto que tem se repetido com certa frequência nas últimas semanas, o time merengue foi até a Andaluzia, onde visitou o Sevilla.

O compromisso não seria fundamental apenas para manter a sequência, mas também para as pretensões da equipe merengue, já que seria confronto direto na briga pelo título. Para duelar contra Jorge Sampaoli, o técnico Zinedine Zidane resolveu impor uma nova filosofia de jogo na equipe merengue, trocando o tradicional 4-3-3 e escalando a sua equipe no 3-5-2. Nesta formação, o Real Madrid foi à campo com: Navas; Varane, Sérgio Ramos e Nacho; Marcelo, Modric, Casemiro, Kroos e Carvajal; Cristiano Ronaldo e Benzema.

Os versáteis Vitolo e Modric disputando a bola, ambos fizeram uma boa partida. Fonte (Managing Madrid)
O jogo começou com ambas as equipes travando um duelo de bastante movimentação. Com muita velocidade e intensidade nas trocas de passes, porém, sem fundamento. Um alento veio com o croata Luka Modrić, que com um tapa de calcanhar, fez bela jogada pela diagonal e passou com facilidade por Rami, mas cruzou a bola pra ninguém.

No decorrer do primeiro tempo, as equipes seguram na mesma intensidade, mas não converteram as chances em gol. Vale ressaltar a partida monstruosa do volante Casemiro, que com seus desarmes e interceptações aliados a muita velocidade de pensamento na saída de bola. Foi sem sombra de dúvidas o grande destaque da partida.

A segunda parte iniciou sem mudanças: as mesmas peças que iniciaram o duelo e um jogo morno. Assim foi durante o início do segundo tempo, até em meados dos 15 minutos, quando Carvajal foi derrubado pelo goleiro Sérgio Rico na área. Após a marcação de pênalti do árbitro, Cristiano Ronaldo fez o que se esperava dele, converteu o pênalti e abriu o placar, dando a vantagem para equipe merengue. Mesmo com o gol, o craque vinha tendo uma partida pífia até então, o que não mudou no decorrer do jogo.

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Sérgio Ramos teve uma noite para esquecer (Foto: Angel Fernandez/AP)
Ao longo da noite, Sérgio Ramos foi perseguido pelos torcedores presentes no Ramón Sánchez Pizjuán, onde já atuou vestindo a camisa do time da casa. Mas não sabia que sua noite viria a ser mais conturbada ainda. Aos 82', Marcelo cometeu falta no compatriota Mariano, proporcionando uma chance ao adversário. Na cobrança, Pablo Sarabia mandou para área, Sérgio Ramos desviou contra o próprio gol e marcou contra, deixando tudo igual.

Aquilo seria ainda pior, não só para o zagueiro espanhol, como para toda equipe merengue. Com o empate, o Sevilla passou a acreditar também na virada, enquanto o revés parece ter abalado o Real Madrid. Nos minutos seguintes, uma derrota esteve mais próxima do que a vitória, o que viria a se concretizar nos acréscimos. Depois de jogada pela diagonal de Vitolo, Jovetic recebeu a bola, percebeu Navas mal posicionado e resolveu arriscar de fora da área,  assim marcando o segundo e dando a vitória ao Sevilla.

Com a derrota, o Real Madrid perdeu a invencibilidade, viu os adversários encostarem e agora tem diferença de apenas um ponto do vice-líder Sevilla - o Barcelona também se aproximou e estão a dois pontos atrás do líder. A equipe merengue joga novamente no dia 18/01, quando enfrentará o Celta de Vigo, pela Copa do Rei. Já o próximo adversário na La Liga, será o Málaga, no Santiago Bernabéu.
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