A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Mais um passo para o sexto título

Diego Costa celebrates after scoring the opening goal
Diego Costa deu uma boa resposta à imprensa (Foto: AFP/Getty)
Este fim de semana não poderia ter sido melhor para nós, Blues. Com exceção do Arsenal, todos os outros times que brigam por título e vaga na Champions tropeçaram, o que deu mais tranquilidade para que o Chelsea entrasse em campo contra o Hull City. O líder da competição tinha extremo favoritismo para o jogo e isso foi confirmado dentro de campo.

No jogo deste domingo (22), vimos Diego Costa dando uma bela resposta a imprensa - que fala muito -, demonstrando que não sairá nesta janela. O jogo contra o Hull City foi o 100° jogo do artilheiro pelo Chelsea, onde é um dos jogadores mais importante do elenco, marcou 52 gols até então, sendo 15 deles na atual Premier League - dividindo a artilharia com o chileno Alexis Sánchez, do Arsenal.

No primeiro tempo, um fato deixou todos apreensivos, num lance isolado. Após uma disputa de cabeça, Ryan Mason levou a pior contra Gary Cahil, precisando de um longo tratamento dentro de campo. No mesmo dia, Mason foi diagnosticado com fratura no crânio e hemorragia no cérebro, mas agora ele se encontra estável e não corre risco de morte.

Fàbregas saiu do banco e contribuiu para que os Blues "matassem" o jogo (Foto: Ian Horrocks)
Com a bola rolando, aconteceu o esperado: o Chelsea se impôs e chegou à sua 18ª vitória na competição. Porém, se engana que foi uma vitória fácil. O primeiro gol foi marcado minutos antes do intervalo, quando Diego Costa fez jus à sua escalação, abrindo o placar em Londres. A vantagem mínima se manteve durante boa parte da segunda etapa, até que Cahill garantiu os três pontos marcando de cabeça, aos 36 minutos da etapa complementar. A assistência do segundo gol foi de Cesc Fàbregas, que entrou no decorrer do jogo, o bastante para aproveitar bem a oportunidade.

Após a vitória, o Chelsea chegou aos 55 pontos, estando oito à frente do Arsenal e encaminha uma nova boa sequência de resultados. Faltando 14 rodadas, o time azul de Londres segue firme na liderança, não dando nenhum sinal que irá dar chances aos concorrentes ao título. No próximo sábado (28), o Chelsea receberá o Brentford, em casa, pela FA Cup. Já o seu próximo compromisso pela Premier League, será no dia 31, quando vão à Anfield enfrentar o atual terceiro colocado, Liverpool.

Por: Rodrigo Saraiva | @rassaraiva

A surpresa de Allegri na vitória da Juventus

Após todo o burburinho da semana passada com a divulgação do novo escudo da Juventus, no último domingo (22) batemos a Lazio pelo placar de 2x0 no Juventus Stadium para continuarmos na liderança do Campeonato Italiano.

Com um esquema totalmente diferente do que temos visto e com um 11 inicial que jamais jogou junto em jogos oficiais, Max Allegri postou a Juve da seguinte maneira: Buffon; Lichtsteiner, Bonucci, Chiellini, Asamoah; Khedira, Pjanic; Cuadrado, Dybala, Mandzukic; Higuaín.

Nas prévias, havia especulação de que Hernanes poderia jogar no lugar de Mandukic, mas o croata aberto pela esquerda foi a grande novidade da equipe, que precisava mostrar serviço depois da atuação medíocre contra a Fiorentina em Firenze.

Em um Juventus Stadium novamente lotado, com inúmeras alusões ao novo escudo, a Juventus iniciou a partida com uma blitz diante dos comandados por Simone Inzaghi. O único jogador que ficava atrás da linha do meio campo era Buffon. Principalmente em jogadas pela esquerda do nosso ataque, combinando Lichsteiner, Cuadrado e Dybala, o pobre lateral esquerdo Radu ficava sem muitas opções.

Antes dos cinco minutos do primeiro tempo a defesa da Lazio não aguentou a pressão. Em jogada de Lichsteiner pela direita, ele cruzou de perna esquerda para Mandzukic, que ajeitou de cabeça para a entrada da área, encontrando Dybala, que pegou de primeira, contando com a colaboração de Marchetti, abrindo o placar para La Vecchia Signora.

Dybala abriu o placar da partida. Foto: Juventus.com
Importante salientar as boas apresentações do suíço após a contusão de Daniel Alves. Muito criticado por alguns da torcida, após especulações de que talvez ele tivesse forçando uma transferência (até para a Inter), Lichsteiner comprovou que ainda pode ser muito útil para o elenco da Juve. Dizem que há grandes possibilidades de renovação de seu vínculo, que termina em junho deste ano.

La Joya é outro que vem retomando seu futebol. Apesar de precisar ser mais constante, após seu retorno de lesão, parece que vem demonstrando evolução e, principalmente, participação nas jogadas ofensivas, o que é indispensável para nosso sucesso na temporada.

O segundo gol da Juventus na partida aconteceu aos 16 minutos do primeiro tempo. Com uma Lazio totalmente perdida, novamente em jogada pela direita do nosso ataque, Cuadrado cruzou a meia altura e Higuaín se antecipou aos marcadores, batendo forte sem chance para o goleiro dos biancoazzuri.

Com esse gol, Higuaín chega à marca de 17 gols na temporada, 14 apenas no campeonato. Para mim é nosso melhor jogador nessa primeira fase do campeonato italiano. Letal, ignorou as críticas sobre sua transferência e seu peso, vem colaborando demais com o time.

Após o gol, a Juventus continuou dominando a partida. Nitidamente o time da Lazio ficou apreensivo do que poderia se tornar uma goleada e jogaram o restante da partida pensando em primeiramente se defender. A Juventus viu que não corria mais riscos e tirou o pé. Administrou todo o segundo tempo de jogo.

Na segunda etapa, Lichsteiner, Dybala e Higuaín deram lugar a Barzagli, Rincon e Pjaca. Pjaca é um jogador que demonstra muito talento e espero que continue sua recuperação após a grave lesão sofrida. Além disso, tivemos pela primeira vez após a lesão o retorno de Dani Alves ao banco de reservas. Ótima notícia pensando no jogo contra o Porto pela UCL.

Sobre o esquema que entramos em campo e sobre os 11 iniciais, tenho algumas considerações. Em jogos em casa pelo campeonato italiano esse é um esquema que pode funcionar contra os outros 19 times. Contra qualquer outra equipe se a Juventus escalar um time ofensivo assim pode obter bons resultados.

Ocorre que é um esquema que possui apenas Khedira como protetor da zaga. Exatamente por isso precisamos que os outros jogadores, sem a bola, façam parte do jogo defensivo. Com a volta de Marchisio ao time titular, quem seria o jogador que perderia espaço? Pensando de forma simples, para manter o vigor ofensivo, Khedira daria lugar ao Principino, apesar do alemão ser um jogador muito constante.

Outra questão é Mandzukic aberto pela esquerda. Inegável que o croata está nas graças da torcida por se matar em campo. Está em todos os lugares, com vigor físico impressionante. Entretanto, nitidamente o lado esquerdo (principalmente sem Alex Sandro) fica mais frágil na criação de jogadas. O que ele tem de vontade, falta na capacidade técnica de dar volume de jogo por aquele lado. Ficaríamos, em tese, previsíveis com a maioria das jogadas sendo criadas pela direita (visto que além de Cuadrado – que dá volume de jogo – Dybala prefere este lado).

Onipresente! Manduzkic esteve nos quatro cantos do campo. Foto: Juventus.com
Allegri afirmou que pensou no esquema na quarta-feira da semana passada. Disse que precisava pensar em algo após a fraca exibição do time contra a Viola. Higuaín gostou, disse que os jogadores da frente tiveram que se esforçar mais na marcação, mas que seria importante manter o time.

Ele pensou, o time jogou bem. Agora, torcedor bianconero, você acredita que esse esquema pode ser mantido, por exemplo, na próxima quarta (25) no jogo contra o Milan pela Coppa? Ou que podemos manter esse esquema contra o Porto no estádio do Dragão na UCL?

Essa é uma dúvida que apenas Max Allegri será capaz de responder.

Com a vitória sobre a Lazio e a vitória (com gol polêmico) da Roma sobre o Cagliari, mantemos um ponto de distância na liderança do Italianão, com um jogo a menos.

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!

A dois passos do paraíso

O leitor mais antigo, que acompanha meus textos por aqui, lembra que a primeira análise foi "Para onde vamos, Pioli?".

O título foi muito condizente com a época, a qual a equipe vinha de péssimas atuações e não conseguia, de maneira alguma, fazer as pazes com a vitória e, consequentemente, galgar posições na tabela correspondentes com as perspectivas dessa temporada. Porém, o atual cenário, baseado no comportamento do time milanês nas últimas rodadas, e na consistência do esquema do italiano Stefano Pioli, já nos permite projetar a resposta daquele título. E é a melhor possível: Vamos à principal competição europeia!

O investimento do grupo chinês, agora detentor de 70% do clube, pôde proporcionar grandes contratações para 2016/2017, a exemplo de João Mário, Banega, Gabriel Barbosa e Gagliardini; e foram justamente essas aquisições, juntamente com a troca de treinador logo após a sequência de falhas de De Boer, que permitem a torcida e a diretoria (que há muito já não esconde o anseio de voltar a jogar uma Champions) sonharem com conquistas maiores que as dos últimos anos.

Os cartolas, no entanto, sabem que é necessário um investimento ainda maior quando se deseja conquistar o continente. Nomes como Alexis Sanchez, Verratti, Bernardeschi e Ricardo Rodriguez vêm sendo minuciosamente estudados pelos investidores em conjunto com a comissão técnica, o último, lateral, posição muito carente de nível técnico para quem já teve Zanetti e Roberto Carlos e hoje conta com Ansaldi, D'Ambrosio, Nagatomo e Santon.

Lusitano comemora seu gol logo após entrar em campo. (Foto: Tulio Puglia)
Palermo x Inter

Os comandados de Pioli foram até Palermo enfrentar o time da casa, que, pressionado na tabela, começou o jogo impondo, mas, sem sucesso, começou a sofrer bons ataques da Inter, que quando adquiriu a posse de bola levou mais perigo ao adversário do que sofreu, parando no bom e jovem goleiro croata dos anfitriões, Posavec. Vimos à equipe nerazzurri enérgica, com muita vontade é determinada a conquistar a vitória na primeira etapa.

Na segunda metade, ocorreu a mudança que já não é mais novidade: Saiu Banega e entrou o português João Mário. A partir da mudança, aos 10 minutos, o gajo deu mais qualidade no passe e com sua maior presença de área pôde completar o cruzamento de Candreva e fazer o gol da vitória com apenas nove minutos em campo.

Mais uma partida que notamos a posse de bola associada ao volume de jogo, que, por ter mais qualidade do que seu adversário foi convertido em vantagem no placar. A Inter enfrentará no próximo sábado, o lanterna Pescara. Jogando no Giuseppe Meazza e em busca da sua sétima vitória consecutiva no Calcio, o atual quinto colocado não deve ter muitos problemas em vencer o pior time do campeonato e poder encostar ainda mais em seu objetivo: A vaga para a Champions.
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana