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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Feliz aniversário, São Paulo FC


Como explicar o amor por futebol? Por amor você gasta quase (ou todo) seu salário em camisas do seu time, viaja para os lugares e sempre leva o manto sagrado ou a bandeira contigo; sua primeira vez no estádio é inesquecível; você abre todos os sites de notícia e fica por horas procurando novidade, saber o que técnico, diretoria ou qualquer pessoa anda fazendo pelo clube; você sonha com os jogos, fica nervoso esperando a hora, tua vida gira em torno do jogo, programa a desculpa pra sair mais cedo do trabalho ou se faltar naquela aula da faculdade não vai dar nenhum problema... E há 87 anos atrás, o "culpado" por me deixar dessa forma surgiu no mundo futebolístico.

No dia 26 de janeiro de 1930 foi assinada a ata de fundação do São Paulo Futebol Clube, nascido da união entre a Associação Atlética das Palmeiras e uma grande parte dos jogadores e alguns membros da diretoria do Club Athlético Paulistano (que resolveu fechar o departamento de futebol em 1929), ficando como data do dia 25 de janeiro de 1930, pois a reunião foi concebida neste dia e assinada 00h30 do dia 26. Os fundadores do São Paulo queriam nome, cores e formas que representassem suas vontades como esportistas. Para isso, foi retirado o vermelho do CA Paulistano, o preto da AA das Palmeiras e o branco de ambos, simbolizando a união dos times em outro, maior. Assim nasciam as três cores do clube o Tricolor Paulista manteve sempre, o mesmo nome, as mesmas cores, o mesmo escudo, o mesmo uniforme e a mesma bandeira. Após brigas políticas, o time foi refundado em 1935. O São Paulo é um dos times brasileiros mais novos e com maiores títulos representativos. São alguns deles: 21 Campeonatos Paulistas, 6 Campeonatos Brasileiros, 1 Sul-Americana, 2 Recopas, 3 Libertadores, 3 Mundiais.

São 87 anos de São Paulo. São milhares de vozes gritando por um só time. Milhares de camisas suando empurrando um só time. Podem dizer o que quiserem, podem dizer que seu time tem mais torcida, podem me chamar de bambi, de torcida modinha, do que for, que eu não ligo. Eu não ligo, porque são apenas palavras, são apenas provocações, e porque o que eu sinto vai além de tudo isso, é um sentimento mais forte que qualquer outro.

"Serei Tricolor mesmo que a bola não entre, mesmo que o Morumbi se cale, mesmo que o manto sagrado desbote, mesmo que a vitória esteja longe. Serei Tricolor seja longa a jornada, seja dura a caminhada. Tricolor no peito e na alma. Tricolor até morrer!"

Flu começa 2017 com o pé direito


Finalmente começou 2017 para o Fluminense. Depois das eleições, treinador novo, limpa no elenco e chegada de três novos contratados o Fluzão começa a se desenhar para o ano corrente. O jogo contra o Criciúma serviu para pegar um adversário mais fraco e tirar o peso que seria um clássico contra o Vasco como primeiro compromisso do ano. Não fomos perfeitos, mas dá para tirar várias lições dessa estreia na Primeira Liga.

Jogamos com um 4-3-3 enquanto tínhamos a bola e 4-5-1 quando defendíamos. Marcos Junior e Wellington foram os principais responsáveis por fazer o jogo do Fluminense funcionar tanto com a bola como sem ela. Douglas, Orejuela e Sornoza ainda não estão 100% entrosados e isso dificultou o jogo pelo meio. Nossos dois pontas tiveram que voltar muitas vezes para pegar a bola com os laterais a fim de levar o time para o campo de ataque. Esse cenário de falta de meio de campo somado à má colocação de Renato e Léo em alguns momentos foi muito prejudicial ao Flu no primeiro tempo, forçando nossos zagueiros a dar vários chutões buscando Henrique Dourado. O resultado disso foi mais um gol marcado e tomado de bola parada, relembrando nossa principal deficiência do final do ano passado.

Henrique fez nosso primeiro gol da temporada. Seria um bom ou mau sinal? Foto: Nelson Perez/Divulgação FFC
Voltamos para o segundo tempo com o meio campo um pouco mais ajeitado. A conversa no vestiário serviu para que os nossos três jogadores do setor encontrassem seus papéis e passassem a ser uma opção na saída de bola. Douglas e Orejuela começaram a distribuir melhor a bola e Sornoza se apresentou bem no ataque. A saída de Marcos Junior para a entrada de Lucas Fernandes também foi providencial. O camisa 77 entrou querendo mostrar serviço e participou muito mais das jogadas de ataque que seu antecessor. Pedro e Marquinho também foram essenciais saindo do banco e marcando um gol cada. Como nem tudo é perfeito, ainda tomamos um gol de bola cruzada com o atacante sozinho no meio da área. Fica de olho, Abel.

Sornoza se movimentou bem e deu assistência. Não à foi eleito o melhor em campo pela torcida. Foto: Nelson Perez/Divulgação FFC
Pegando o jogo como um todo, serviu para começarmos o ano ganhando e percebendo quais são nossas deficiências. O lateral Renato parecia perdido e espero que Lucas consiga fazer o lado direito melhor. Henrique Dourado continua esforçado, mas muito ruim. Espero que consigamos contratar um verdadeiro centroavante. A volta de Scarpa será essencial para nossa criação. Creio que com uma defesa bem montada, o Flu consegue um bom ano de 2017.

Saudações Tricolores,

Matheus Garzon
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