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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Vitória e 100% de aproveitamento

Como tudo na vida tem sua primeira vez, chegou o dia em que a Chapecoense voltaria para dentro de um avião, foi assim que toda delegação viajou até a capital Florianópolis, e em seguida algumas horas de ônibus até a cidade de Tubarão.


Para a partida, Vágner Mancini viajou com apenas uma dúvida, Arthur Moraes ou Elias assumiria a meta do Verdão? Melhor para o primeiro, Arthur com mais experiência ganhou a vaga e assim o técnico manteve a mesma equipe que venceu o Inter de Lages na estreia do Catarinense.

Com a bola rolando, uma partida truncada, de muitas divididas e discussões, claramente podemos perceber que nenhum atleta joga por si, mas sim cada jogador Chapecoense defendendo seu companheiro em qualquer dividida.

A primeira grande oportunidade só surgiu aos 34 minutos, quando o lateral e hoje capitão Reinaldo chutou de bico da grande área, obrigando o goleiro Jandrei fazer grande defesa, no rebote Wellington Paulista mandou para fora.

Se na primeira Wellington que leva nas costas o número do maior artilheiro da história do clube desperdiçou, na segunda não, aos 36 minutos Niltinho tocou de letra para Reinaldo, que cruzou para o atacante que de cabeça empurrou para o fundo das redes, marcando seu segundo gol na competição. Os donos da casa só assustaram nos 44 minutos, em cobrança de falta Gustavo Bastos tirou Arthur Moraes da jogada, mas acertou a trave, quase empatando a partida.

Para a segunda etapa, ambas as equipes voltaram sem alterações. Mas logo aos 5 minutos um susto, Niltinho caiu de mau jeito e sentiu o ombro, o jogador até tentou voltar, mas teve que deixar o gramado para a entrada de Osman.

A partida assim como no primeiro tempo, teve momentos sonolentos das equipes, que não conseguiam criar jogadas de perigo para os goleiros adversários. A Chapecoense se defendia e segurava o placar, já o Tubarão tentava de qualquer jeito furar o bloqueio da defesa do Verdão. Quando conseguiu aos 48 minutos, Rentería perdeu uma chance incrível, após o bate rebate, a bola caiu nos pés do atacante, que próximo da pequena área isolou, por cima da meta de Arthur Moraes.

Com o apito final do árbitro, a Chapecoense chegou a segunda vitória consecutiva, mantendo 100% de aproveitamento e a liderança do Campeonato Catarinense. O Verdão volta a campo no próximo sábado (4), quando receberá na Arena Condá o Almirante Barroso, às 19h30.

O duelo já tem uma alteração confirmada pelo técnico Mancini, Elias deverá ganhar mais uma oportunidade, um dos xodós do torcedor Chapecoense, o goleiro tem tudo para assumir de vez a vaga de titular, outra alteração poderá ser a ausência de Niltinho, que deixou o gramado com dores, com isso Osman deve ganhar a vaga na equipe titular.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Erros amenizados e um Maílson "santificado" no Rei Pelé

No Rei Pelé, majestoso e arcaico para seu torcedor, o confronto da noite foi entre CRB e Santa Rita. O Regatas com sua torcida presente nas arquibancadas, mesmo que não em grande número. Já a equipe de Boca da Mata, tinha que estar bastante concentrada para quem sabe sair com no mínimo um empate.

Escalações

CRB: Juliano; Marcos (Ratinho), Boaventura, Adalberto e Diego; Adriano (Yuri), Jocinei, Sérgio Mota, João Paulo (Audálio) e Maílson; Elias.

Santa Rita: João Paulo; Albert, Nílson, Cleiton, Nílton; André Nunes, Daniel Alves, Caio Breno, Jean (Manoel Chuva); Edjaílson (Rafael Castro).

Primeiro tempo

Um começo de jogo bastante equilibrado. As equipes tinham a posse de bola pelo meio, tentavam usufruir da técnica de seus meio-campistas, mas esbarravam na forte marcação do adversário. O Regatas utilizava nas duas alas dois jogadores de mais velocidade para surpreender o adversário com contra-ataques precisos sendo organizados por Sérgio Mota, Jocinei e Adriano. O camisa 10 do Galo não teve tanto brilho como na última partida, noite um pouco apagada do jogador no primeiro tempo.

Diego, capitão do elenco na partida segurava a bola e distribuía para os volantes. O jogo rodava, a bola chegava aos pés de Marcos Martins e o jogador efetuava o "tome a bola que não quero". Elias não recebia a bola para finalizar e, quando recebia não conseguia chegar, sempre atrasado. Aos 31' Maílson recebeu pela esquerda, usou de sua velocidade e já na área sentiu o contato do defensor e caiu na área.

Foto: TNH1
Marcado o pênalti para o CRB, o mesmo que sofreu a falta, foi executá-la. Maílson venceu a "discussão" de quem bateria o pênalti. Colocou a bola na marca, esperou o árbitro autorizar e inaugurou o placar aos 32' minutos. Bola para um lado, goleiro no outro. CRB 1 a 0 Santa Rita. Após o gol, tentativas frustradas de marcar novamente e ampliar o placar. Não houve mais oportunidades claras e o placar seguiu no mesmo.

Segundo tempo

Antes de a bola rolar, Marcos Martins sentiu desconforto muscular e deu lugar à Edson Ratinho na lateral direita. Não houve muito perigo para os dois goleiros nos primeiros minutos do segundo tempo. Meias de criação e os atacantes não conseguiam se entender e erravam de forma absurda.


Foto: TNH1
As mudanças foram feitas, e o CRB visualmente se colocava de uma forma mais defensiva em campo. Engana-se quem pensou assim. Dois volantes foram colocados no segundo tempo para a marcação no meio ser mais fechada, proibindo criação de jogadas por ali. Edson Ratinho e Diego ganharam a liberdade de subir nos contra-ataques e dar o último passe para Elias. O atacante não conseguia acertar o pé, a cabeça e muito menos seus passes.

O jogo foi ficando frio, sem jogadas espetaculares e muito menos finalizações que pudessem decidir a partida. Boaventura salvou o Galo várias vezes na defesa e em uma delas, após tirar uma bola com a cabeça, jogadores do Santa Rita reclamaram de pênalti. O árbitro não marcou, e o jogador Daniel Alves foi expulso por conta de reclamação, já que havia recebido cartão amarelo antes e depois recebeu novamente por conta da reclamação desnecessária.

Os cruzamentos de Diego e Marcos Martins não chegavam à medida para Elias, mas quando chegava o atacante não conseguia concluir. Bastante criticado e uma atuação péssima. Sérgio Mota não teve a mesma atuação do jogo anterior, infelizmente o meia também não mostrou ser o "cara" que substituiria o Gérson Magrão em primeiro momento.

Maílson novamente foi destaque da equipe na partida. Jogadas individuais que colocavam fogo no jogo, mas sem conclusão. Aos 45' minutos, já no fim da partida, Edson Ratinho teve a posse pela direita e lançou a bola na área. Maílson bem posicionado apareceu livre e marcou de cabeça o seu segundo gol na partida. CRB 2 a 0 Santa Rita. No final de jogo no Rei Pelé. Foram aplicados cinco minutos de acréscimo, mas nada mais houve na partida.

Próximo compromisso

Agora o Galo descansa, e foca totalmente suas atenções para o clássico de domingo contra o CSA pela Copa do Nordeste no Estádio Rei Pelé às 19h. Neto Baiano, carrasco do rival estará de volta após ser poupado contra a equipe do Santa Rita. 

A história não mente, jamais vai mudar

Dia de clássico, é um daqueles dias que as horas custam passar, o nível de ansiedade e nervosismo é incomparável, nosso foco, nossas mentes e orações são todas voltadas para que ocorra um bom jogo e claro, torcemos para que a Raposa vença.

Nesta quarta-feira conseguimos presenciar dois fatos raros: Clássico em dia de semana e ainda por cima com torcida mista, quer dizer, pelo menos na teoria era para ter duas torcidas, parece que não avisaram para a torcida do rival que é clássico da paz e não do silêncio.

@Cruzeiro
Enfim, o show das arquibancadas se estendeu para o campo, entretanto o maior defeito da Raposa foi não aproveitar as oportunidades que foram criadas, 1x0 ficou barato. Alguns detalhes são importantes destacar como uma defesa consistente, laterais que passam segurança e dão velocidades nas jogadas, um meio de campo que está funcionando muito bem, tranquilidade e segurança nas trocas de passes, desarmes e saída de bola.

Por mais que Cruzeiro e Atlético-MG estavam fazendo seu primeiro jogo na competição da Primeira Liga e o segundo da temporada, as expectativas para o confronto eram enormes, a rivalidade sempre fala mais alto.

Outra coisa que falou mais alto foi á história, que nunca mente e muda aqui em Minas, continua tudo normal. Com esse triunfo nossa invencibilidade aumentou para seis jogos, isso mesmo, seis.

Apesar do nervosíssimo, o Cruzeiro iniciou a partida com uma ótima postura, tinha faro de gol e não foi de propósito que dominava o duelo e obteve melhores chances do que o Atlético-MG que encontrava dificuldade para sair no jogo. Soberano no confronto, o Cruzeiro conseguiu balançar as redes aos 27’ com o mestre Arrascaeta, claro que ele contou com uma ajudinha básica do Ariel Cabral e a tremida que Felipe Santana deu, certo?

Já era de se esperar que no segundo tempo, o ritmo cruzeirense seria bem menor e que a prioridade seria apenas administrar o jogo, se desse para balançar as redes estava bom, caso contrario, pés no chão.

E no final meus amigos, não adiantou expulsar nosso jogador, juntamente com o técnico, amarelar metade do time, pois mais uma vez fomos superiores e merecedores de um resultado positivo.

Paula Fernandes / @Paulinha_CEC

Palace volta a vencer após oito jogos

Dann comemora um dos gols do Crystal Palace. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
A última vitória do "Red N Blue" havia acontecido pela 14ª rodada da Premier League, diante do Southampton no dia 03 de Dezembro passado. Há quase dois meses sem saber o que era vitória, foram seis derrotas e dois empates e um lugar na zona de rebaixamento.

Em rodada do meio de semana, o Palace arrancou importante resultado fora de casa na noite de terça (31). Big Sam que assumiu o comando da equipe durante esta sequência desastrosa, conseguiu seu primeiro triunfo em um estádio difícil de se jogar, no Vitality Stadium. A vitória serviu como um respiro na luta contra o descenso.

O Palace no fechamento da janela de transferências se fez muito ativo, trazendo o lateral Van Aanholt juntamente ao Sunderland, o meio campista Luka Milovojevic do Olympiacos e o zagueiro Sakho junto ao Liverpool. Na partida desta 23ª rodada as Águias foram a campo com: Hennessey, Ward, Tomkins, Dann, Delaney e Van Aanholt, Zaha, Cabaye (Ledley), McArthur (Townsend), Puncheon (Flamini) e Benteke.

Benteke (à esq.) foi um dos destaques do jogo. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
Finalmente a agonia ganhou um refresco na temporada, Allardyce venceu a primeira no comando após seis partidas. Dann e Benteke que foi um dos, se não, o principal destaque do Crystal na partida, fizeram os gols da vitória importantíssima, que não tira a equipe da situação incômoda, mas evita que os adversários diretos se distanciem. Ainda merece menção a atuação do estreante Van Aanholt que chegou para suprir a lacuna da lateral esquerda e fez boa participação. Placar final de vitória, 2-0 Palace.

Agora no retrospecto de confrontos por Premier League, equilíbrio absoluto. Em quatro jogos, uma vitória para cada equipe e outros dois empates. Na tabela geral do campeonato em 23 partidas, o Palace conquistou 19 pontos (5V - 4E - 14D) e o ainda indesejável 18º lugar, dois pontos atrás do Swansea. Com 15 rodadas a disputar, muita coisa pode rolar e nada está perdido para o Crystal Palace.

Próxima partida do Crystal Palace pela Premier League:04 de Fevereiro - 15h (hora Brasília) - Selhurst Park.
Crystal Palace x Sunderland.

Por: @carlosjr92educa
Carlos Alberto de Sousa Júnior - Colunista do Crystal Palace.

Por que o Arsenal nos faz sofrer tanto?

É a pergunta que todos os Gooners devem fazer a si mesmo. Está pra nascer um clube de futebol que mexa mais com o emocional de seus torcedores que o Arsenal.

Em partida válida pela 23ª rodada da Premier League, o Arsenal enfrentou o Watford, jogando nos seus domínios, em Londres. Já na rodada anterior, sofremos um bocado frente ao Burnley, quando foi preciso anotar um gol no último minuto da partida para vencermos o jogo. Foi emocionante, muito divertido no final e, de certa forma, encheu-nos de esperanças para uma arrancada de caça ao Chelsea, atual líder do campeonato. Desta vez, contudo, o final não foi feliz. Pelo contrário, foi o maior desastre.

Por favor, devolvam o Rambo da Euro (Foto: Mirror)

Fizemos um primeiro tempo pavoroso, com 15 minutos já estava 2-0 para os visitantes, algo inimaginável até para os mais otimistas torcedores rivais. Aos 17', Ramsey saiu lesionado, era só o que faltava para esta se concretizar como uma das piores apresentações do galês com a camisa do clube. Após ter desviado a bola que enganou Cech no primeiro gol, falhou em um domínio no centro do campo, após arremesso lateral; No lance seguinte, sofremos o segundo duro golpe. Nada pudemos fazer no primeiro tempo, um time derrotado em todos os aspectos que frustrou todos os fãs presentes no Emirates. Público pagante foi de: 60.035 torcedores.
 
Pelo visto, a conversa foi boa no vestiário, voltamos à campo com outra atitude – não era pra menos –. Voltamos, também, com alterações: Giroud deu lugar a Theo Walcott; Alexis foi jogar na função que lhe rendeu mais gols na temporada, atuando como centroavante; Iwobi assumiu a ponta esquerda, e diga-se, foi o ponto principal da melhora do time, não à toa. Após belíssima jogada de Alexis pela direita, Iwobi concluiu o cruzamento do chileno, para nos colocar no jogo.

Após o gol aos 58', o nigeriano continuou insinuante, sendo nossa principal arma para furar a boa defesa que o Watford montou. Foi então que, em uma medida de extremo desespero para vencer a partida a todo custo, Steve Bould sacou Coquelin para por Lucas Perez. O problema não foi a entrada do espanhol, longe disso, mas sim o novo desenho tático da equipe. Alexis voltou para a esquerda, já que Lucas entrará para ser nosso centroavante. Essas mudanças afetaram o melhor jogador do time na partida até então, Alex Iwobi, da ponta esquerda foi jogar no meio, o rendimento do nosso BIG17 obviamente não foi o mesmo.

O tempo passou, tentamos de muitas formas, mas não conseguimos reverter à situação desta vez. O estrago já estava feito, fomos castigados por uma primeira etapa que devemos esquecer. Cabe agora a nós torcedores e, principalmente aos jogadores, levantarmos a cabeça. É preciso ir ao Stamford Bridge no sábado com um único objetivo: Voltar ao norte de Londres com a vitória, se ainda quisermos ter uma chance de título na competição.

Por: Thalles Monari ||  Twitter: @_thallesmonari

Mignolet mantém a disputa pelo título viva

Mignolet se redime após defender a cobrança de Diego Costa (Foto:Liverpool FC)
O jogo mais importante da 23ª rodada seria disputado em Anfield. Liverpool e Chelsea tem uma rivalidade recente, que se deu quando Roman Abramovic comprou os Blues de Londres. Vimos vários grandes confrontos entre esses dois times, partidas decisivas em Champions League, Premier League e até mesmo em finais de FA Cup.

Desta vez, não era diferente. O time de Klopp vinha de uma péssima sequência em janeiro, vencendo apenas uma vez em oito partidas disputadas. Após a derrota contra o Wolverhamtpon, quando Klopp decidiu dar descanso aos titulares, os Reds vieram com força total para a partida de terça-feira, com: Mignolet, Clyne, Matip, Lovren e Milner; Henderson, Wijnaldum e Can; Lallana, Firmino e Coutinho.

O jogo começou com controle total por parte do Liverpool, sem criar grandes perigos ao adversário, exceto num chute de fora da área. Wijnaldum resolveu arriscar e Courtois conseguiu defender o chute sem maiores problemas. Porém, foi o adversário que abriu o placar, depois de Lallana derrubar Hazard no campo de ataque. Enquanto Mignolet estava mais preocupado com a barreira do que ao fato de o juiz já ter apitado para cobrança, David Luiz aproveitou a distração do belga e bateu a falta, que relou na trave e entrou no gol, abrindo o placar.

Chelsea's David Luiz scores their first goal from a free kick
Goleiro desatento ajuda David Luiz a abrir o placar (Foto: Mirror)
Houve muita discussão em relação ao gol do brasileiro. Muitos dizem que ele foi esperto ao bater a falta enquanto o goleiro estava desatento, outros dizem que foi falta de fair-play por parte do zagueiro e também há a possibilidade Mignolet ter pensando que William iria cobrar a falta. Particularmente, eu acho que ele deveria ter preparado a barreira antes de o juiz apitar e, ao ouvir o apito, deveria ter se posicionado decentemente, pois teria uma chance de defender a cobrança.

Após o gol, o time mandante continuou a dominar a posse de bola, mas sem criar perigo ao Chelsea. Contudo, quando a posse de bola pertencia ao time de Antonio Conte, os Reds fizeram a usual pressão, mostrando que mesmo atrás no placar, o time continuava comprometido a não decepcionar.

No segundo tempo, podemos dizer que o Liverpool foi superior, pois não só dominava a posse de bola, mas também levava mais perigo ao Chelsea. Roberto Firmino teve uma grande oportunidade de igualar o placar. O Liverpool usou a principal arma do Chelsea: O contra-ataque; Lallana conduziu a bola pelo lado direito e achou Clyne no meio da área, seu chute foi bloqueado por Hazard, a bola sobrou para Firmino que tinha o gol livre, mas seu posicionamento não foi bom e o brasileiro isolou o chute.

O Liverpool certamente mostrou atitude na partida. Os Reds estavam se arriscando muito, pois atacavam com muitos jogadores e deixavam a defesa exposta para um possível contra-ataque do Chelsea. Contudo, mesmo quando o Liverpool perdia a bola, os jogadores faziam pressão imediata para recupera-la, não dando chance para um possível contra-ataque do Chelsea.

Wijnaldum salva um ponto para o Liverpool, após três derrotas em casa (Foto:Liverpool FC)
O gol de empate dos Reds veio aos 57', quando Henderson deu um belo lançamento, a bola foi para área e encontrou Milner, que conseguiu ajeitar de cabeça para o meio da área. Felizmente, o cabeceio de Milner desviou na defesa do Chelsea, sobrando para Wijnaldum que estava no lugar certo e na hora certa para empatar o jogo - algo que o Liverpool mereceu, diga-se.

Com a torcida mais confiante após o gol, o empate quase foi por água abaixo após Matip ter cometido um pênalti, faltando 15 minutos para o fim do jogo. O pênalti também é discutível, pois Matip fez contato com Diego Costa, mas restam dúvidas se esse contato seria o suficiente para derrubar o atacante. De qualquer forma, Mignolet conseguiu fazer as pazes com a torcida após defender o pênalti de Diego Costa, que chutou no canto direito do goleiro belga.

Após o pênalti perdido, o Chelsea teve a oportunidade de vencer o jogo com Pedro, que recebeu a bola após a recuperação de Kanté, mas seu chute cruzado passou raspando a trave, dando alívio para a torcida do Liverpool.

Faltando poucos minutos para o apito final, Roberto Firmino ainda teve mais uma oportunidade de colocar os Reds à frente. Sadio Mané encontrou espaço para cruzar a bola na cabeça de Firmino, que conseguiu se desvencilhar da marcação do Chelsea, mas o brasileiro não conseguiu colocar a bola no canto, facilitando para o goleiro Courtois.

Nós, torcedores Reds, podemos ver diversos pontos positivos nessa partida. O time mostrou coragem durante todo o jogo, não parou de correr e tivemos o retorno de Mané, que fez muito falta enquanto estava na Copa Africana de Nações. O Liverpool mostrou futebol similar ao que apresentaram no começo da temporada, quando teve alta intensidade, vários jogadores à frente e sempre procurando o espaço para criar oportunidades.

O jornal inglês The Telegraph mostrou em sua capa como o pênalti defendido por Mignolet manteve a disputa pelo título viva. E terei de concordar com isso. Obviamente o Chelsea é o favorito ao título com nove pontos de vantagem em relação ao segundo colocado. Mas se levarmos em conta que ainda restam 15 jogos a serem disputados, os nove pontos de vantagem do líder ainda podem ser alcançados!

O Liverpool enfrentará o Hull City no próximo sábado (04), no KCOM Stadium, casa do Hull. Será uma partida muito importante para o time, pois um tropeço poderá tirar os Reds dos lugares de classificação para a Champions League, que é o alvo da temporada.

Vou me despedindo por aqui, YNWA!

Autor: Gabriel Coelho / @gabrielcoelhof
Linha de Fundo: @SiteLF / @LFEuropa

Gramado não é desculpa

Nesta terça-feira (31), o Paysandu foi ao Navegantão para enfrentar o Independente num jogo válido pela segunda rodada do Campeonato Paraense. Ambos os times vinham de vitórias, o Papão havia vencido o Castanhal de 3x0 sobre seus domínios e o Galo Elétrico, fora de casa, aplicou um 3x2 em cima do Paragominas.

Antes mesmo de a bola rolar, os times já previa a dificuldade que seria o andamento da partida, já que o gramado do Estádio parecia impossibilitado de receber um jogo de futebol.
Foto: Divulgação
Quem começou comandando o jogo foram os donos da casa, que após um escanteio quase abriram o placar com Wellington Cabeça, mas Emerson fez a defesa e o juiz já havia paralisado a jogada por falta. Não demorou muito para o jogo esquentar e aos 12’, Monga entrou duro em Rodrigo Andrade e foi expulso.

O torcedor bicolor comemorou. Com um a mais, seria bem mais fácil ver os toques de bola sem objetividade penetrarem a defesa tricolor. Entretanto, não foi bem assim que as coisas aconteceram, o time permaneceu com dificuldades e mesmo mantendo a maior posse de bola, tentando pressionar, não conseguiu furar a zaga do Galo.

O Independente conseguiu chegar aos 35’, com Mocajuba, o mesmo fez uma boa jogada e arriscou o chute fora da área, mas Emerson apareceu para fazer a defesa. No lance seguinte, Ayrton escorregou no ataque e o Galo aproveitou para fazer uma jogada de contra-ataque, Magno entrou na área e caiu e a torcida tricolor reclamou de pênalti, num contato do atleta com o Lombardi.

No segundo tempo, a imaginação do torcedor era ver o técnico Marcelo Chamusca fazendo a leitura da partida e notando que aquele estilo de jogo não beneficiaria o clube visitante. Mas a única mudança para a segunda etapa foi a saída de Rodrigo Andrade para a entrada de Samuel (ex-atleta da Desportiva-PA), já o time permaneceu jogando igual.

Foto: Ronaldo Torres/Paysandu
A primeira chance dessa etapa também foi do mandante, que aos 17’ quase marcou com Magno, após a saída atrapalhada de Emerson da área, todavia Gilvan estava atento e conseguiu fazer o corte no meio do caminho. No lance seguinte, a zaga do alviazul não afastou e Wegno quase abriu o placar no Navegantão.

Até que aos 33’, Gilvan perdeu a bola no meio de campo e Magno partiu com velocidade para área, Lombardi derrubou o atacante tricolor e o juiz marcou o pênalti. O mesmo cobrou no canto direito e converteu, fazendo 1x0 para o Galo Elétrico em Tucuruí.

No final do jogo, o Paysandu tentou acordar e quase conseguiu empatar a partida após cruzamento de Ayrton, a bola passou por todo mundo e sobrou para Leandro Cearense, que perdeu a oportunidade de garantir um ponto para o Lobo.

Palavra da colunista: Apesar do estado em que se encontrava o gramado, não há motivos para este ser desculpa da derrota. Faltou inteligência, faltou leitura de jogo e faltou até vontade. O técnico Marcelo Chamusca não conseguiu ver o que qualquer pessoa conseguiria enxergar: Num gramado como este, a melhor opção era parar os toques para trás/lado e as tentativas de jogar pelo e incentivar a bola alçada e a penetração pelas laterais.

Poucos conseguiram sair de campo com uma atuação que não beirasse o “ruim”. Mas é preciso citar que nesta partida, vimos Leandro Carvalho com uma certa evolução, o jogador que já está mais do que acostumado a ser criticado pela torcida, merece elogios desta vez. Ele não ficou segurando a bola e até ajudou o Paysandu a melhorar em campo. Além dele, Bergson também foi um dos poucos que ainda conseguiu buscar jogo e não se escondeu.

Leandro Cearense e Lombardi disputaram o prêmio “Pior da Partida”. Um abusou dos erros e o outro errou quando não podia. O zagueiro bicolor, que fez o pênalti que deu a vitória ao clube mandante, quase cometeu o mesmo erro no primeiro tempo. Apesar de Magno ter cavado o pênalti e ter se jogado antes mesmo do toque do jogador, Lombardi arriscou tudo com sua atitude “juvenil” de dar um carrinho na área. A primeira vista, para muitos, o lance pareceu pênalti. Já o atacante do Papão ficou sumido a partida inteira foi o único a sair com o uniforme limpo e quando teve a oportunidade de nos ajudar, perdeu a melhor chance do clube no jogo.

Próximo jogo: Paysandu volta a jogar somente no dia 12/02 (domingo), às 16h00, contra o Clube do Remo, num jogo válido pela quarta rodada do Parazão, visto que a terceira rodada do Lobo foi adiada. O jogo ocorrerá no Mangueirão e o rival será o mandante do RexPa.
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