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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Carta de agradecimento ao Paysandu

Créditos: Canal Premiere
Este texto é uma carta de agradecimento ao Paysandu Sport Club.

"Meu Paysandu amado, meus parabéns pelos seus 103 anos, muitas glórias, histórias, conquistas e jogos marcantes e inesquecíveis, muito obrigado por tudo que me proporcionou nos 20 anos em que te acompanho



Nasci, cresci e hoje vivo Paysandu. Aprendi a te amar sozinho, na minha maior lembrança de meu irmão, que se foi, tu estavas lá. No dia da tua maior glória, a decisão é o título da Copa Campeão dos Campeões, ganhastes vaga na maior competição do continente, voou alto rumo a América. Meu irmão se foi e não te pôde te ver na Libertadores, mas eu vi. Não vi muitos jogos, pois meu pai nunca foi muito ligado a futebol, mas no dia do jogo contra o temido Boca Juniors, meu pai pegou um "gato" da Mais TV e viu o jogo. Eu vi o Iarley fazer aquele gol em plena La Bombonera e calar aquele mítico estádio, momento de alegria que eu pulava e batia no sofá feliz sozinho, olhei na janela do meu apartamento e vi todo mundo comemorando a vitória. Ainda não tinha muita noção naquela época, porém comemorava muito. Tive também de acompanhar teu rebaixamento em 2005, foi doloroso ver aquele jogo. Em 2006 a minha paixão pelo Paysandu inesperadamente aumentou, escutava nos rádios aquele rebaixamento doloroso aonde a cada derrota vinha o choro e as palavras do pai "larga esse time, foi só uma nuvem passageira em 2003", entretanto, eu sempre teimoso nem pensava na possibilidade, a Série C 2007 passou batido.

Em 2008, o gol do mito eterno Zé Augusto, contra o Ananindeua, comemorado do rádio reascendeu a esperança da Fiel e a minha. Ficar sem divisão era coisa de timinho. O Paysandu era e é bem maior que isso. Ali era o renascimento bicolor.

A cada ano na Série C, uma dificuldade nova, aquela goleada para o Icasa foi dolorosa. Mas não tanto quanto o salgueiraço. Até hoje ainda dói lembrar. Porém a payxão rompe fronteiras, e nos momentos mais difíceis ela cresce, com o Paysandu foi assim, os momentos difíceis nos fizeram fortes, seis longos e dolorosos anos.

Até que chegou 2012, o ano do tão sonhado acesso. Todo bicolor, naquele dia, chorou de emoção com o gol do eterno Vanderson. Eu não fui muito diferente, chorei como uma criança, dessa vez era de felicidade, um choro de livramento. Nós estávamos livres daquele inferno da série (pelo menos eu imaginava isso). Em 2013, a grande volta pra Série B foi um verdadeiro desastre, mais um rebaixamento na conta (em 16 anos era o meu terceiro rebaixamento). Chorei vendo a entrevista de Vandick Lima, o presidente na época e meu maior ídolo no Paysandu. Com ele subimos no ano do centenário de volta à Série B, não ganhamos nenhum título, mas ver o Papão de volta a B era a maior meta para mim.


Em 2015 não era dos mais esperançosos, fui com poucas expectativas e fui surpreendido na Série B. Quase subimos, mas ficou no quase, tradicional com o Paysandu. 2016 chegou trazendo uma nova era, a marca Lobo e todas as mudanças de ares no Paysandu, hoje tenho um orgulho ainda maior de ser Paysandu, nossa marca própria só cresce, nossa estrutura é mantida no melhor padrão possível e o nosso tão sonhado CT tá pra sair.

Então Paysandu Sport Club, muito obrigado por tudo que me proporcionastes, desses 103 anos, eu vivi 20, chorei, sofri bastante, porém vivi emoções que jamais viverei se não fosse por ti, eu nasci destinado a torcer pra ti, aprendi a te amar e jamais vou te abandonar, te amei no momento mais difícil e nas boas vou te apoiar, és o grande amor da minha vida".

Todo torcedor bicolor tem sua história nesses 103 anos de glórias e conquistas, muitos viram aquele time de 1945 aplicar um 7x0 eterno no "rival", outros viram o Peñarol padecer na Curuzu, outros viram o título de 91. A geração mais sortuda viu aquele time maravilhoso de 2001 a 2003, nós vivemos um sonho que marcou a história de todos. Cada um tem sua história, seu modo de viver o Paysandu, e de pensar o clube, mas todos nós da fiel bicolor temos um só pensamento, queremos o melhor para o nosso amado clube e iremos apoia-lo a cada momento. Que nos próximos anos, meu Paysandu, amado você possa conquistar muitas glórias e conquistas, eu e toda essa fiel jamais deixaremos de te empurrar, e apoiar, obrigado por tudo.

"De vitórias e louros coroados altivo o Paysandu jamais temeu"

Seja sócio bicolor e contribua por um Paysandu mais forte!

Bucks: Miles Plumlee Vai a Charlotte Em Troca de Spencer Hawes e Roy Hibbert


Bem, sabemos que o Milwaukee Bucks está tentando de tudo para ir bem, e isso ficou bem visível após a troca feita hoje. De acordo com o repórter Marc Stein e Brian Windhorst do site Espn.com.


Quem diria que os dois já se conhecem?
Nesta troca o Milwaukee Bucks está mandando Miles Plumlee para Charlotte e está recebendo o Roy Hibbert e Spencer Hawes. E, além disso, o Bucks teve de dispensar o jogador Steve Novak para fazer a troca funcionar.

Quando Bucks recontratou Miles Plumlee foi oferecido um contrato de quatro anos por 50$ Milhões. Todos os fãs esperavam isso (e a maioria ficou BEM furiosa). Ver Plumlee jogar com John Henson e Giannis Antetokounmpo no começo da temporada foi mágico, nós vemos um pivô que sabia passar a bola e fazer um belo "Post" (Tipo o meu hahahaha, brincadeira, para os que acabaram de chegar ao basquete "POST" é quando você usa seu corpo para se "escorar" no "amiguinho" assim conseguindo fazer um Gancho ou um Fadeaway, você não sabe o que é Fade away? quem sabe um dia eu explico isso, HUE), Miles Plumlee tem em média menos de dez minutos, nos 32 jogos de 47 que o Bucks jogou, sendo assim não produtivo em quadra.

Roy Hibbert é bem conhecido como um ótimo defensor, ele já foi duas vezes All-Star jogando pelo Indiana Pacers, e assinou um contrato de 5$ milhões(!!) por 1 ano no Charlotte. Com os Hornets le teve uma média de 16 minutos em 42 jogos / 11.6 pontos / 8.2 Rebotes / 2.4 Tocos. Ele é um excelente protetor de aro, mas seu ataque é limitado.

Spencer Hawes tem um ataque produtivo, jogando 18 minutos em 35 jogos / 14.5 pontos / 8.4 Rebotes / 3.6 Assistências / 1.5 Tocos, ele também joga bem como defensor de aro e de perímetro pode melhorar, mas já está Okay. Esse ano também acaba seu contrato, ele recebe $6.35 Milhões, Mas tem a opção do jogador, do qual o jogador escolhe ficar no time por mais um ano ou não.

Todas as fotos são de direito da NBA

Pequena nota do autor: me sigam no twitter @Crossovo

Ramsey está na França

Aaron Ramsey na Eurocopa (Foto: Reprodução/Facebook)
Antes de começar a falar, tenho que voltar um pouco no tempo. Mais precisamente para o dia 11 junho de 2016, estreia do País de Gales na Eurocopa, contra a Eslováquia. A seleção galesa, na ocasião, surpreenderia a todos e chegaria até a semifinal, quando foi eliminada pela futura campeã,Portugal.

Na competição, o time todo de Gales merece respeito e elogios. Mas, dois se destacaram muito: Gareth Bale e o nosso Aaron Ramsey, que somou um gol e quatro assistências em cinco jogos disputados. Uma competição de gala. Ramsey jogou o fino da bola e, na época, aquilo parecia um grande presente dos céus que estava sendo entregue ao torcedor do Arsenal.

Mas não foi isso que aconteceu. O que realmente caiu do céu para nós foi uma grande nuvem escura em cima do volante galês. Desde o começo da temporada, ele não vem mostrando nem o que jogou em temporadas anteriores, quem dirá aquilo que atuara na Euro. 
Ramsey sai machucado após uma partida desastrosa (Foto: Shaun Boterill)
O último jogo, contra o Watford, foi o estopim. Os 17 mais tenebrosos minutos da carreira de Ramsey, e, com certeza, 17 minutos de raiva para todos os Gunners. No segundo gol dos caras, ele levou um drible da bola, perdendo-a para Capoue, que fez toda a jogada do gol, e nem se preocupou em voltar correndo para tentar consertar o seu erro. Para ele, tanto fez como tanto faz.

O problema não é errar. Jogadores são humanos, eles falham como qualquer outro. O problema é estar em campo por estar. Não correr atrás das bolas, não tentar ajudar os companheiros. Não ataca e nem auxilia na marcação. É apenas um corpo dentro do campo. Mas, por onde deve estar à alma dele? Provavelmente, na França. Talvez ele tenha gostado tanto de jogar por lá pela sua seleção que nunca mais deixou o bonito país.

Talvez ele tenha jogado tão bem por lá que ficou com medo de sair e ir para outro lugar, onde talvez não rendesse tanto. A verdade é que não rende mesmo. Aaron ficou preso na França, naquela bela Eurocopa que jogou e hoje o corpo dele se tornou um ser individualista, que não se importa muito com o time. Infelizmente, se for pra pensar, é melhor que vá embora. E não se esqueça de mandar fotos da França, Aaron!

Sampaio é surpreendido pelo São José e arranca empate na marra

Como complemento da segunda rodada do Maranhense 2017, o Sampaio Corrêa recebeu o São José, no Castelão, na noite de ontem (01/02). O empate em 1 x 1 devolveu a liderança ao Tricolor, mas decepcionou os torcedores.

Tricolor empata, mas volta à liderança (Foto: João Ricardo/GloboEsporte.com)
O jogo

No primeiro tempo, foram poucas as chances para os dois times. O São José quase chegou a marcar com Klinsmann, aproveitando rebote dado por Jean na pequena área, a bola ainda tocou o travessão. O Sampaio levou perigo apenas em uma cabeçada de Alex, aos 42 minutos, após a bola ser levantada na área em cobrança de falta de Cleitinho.

No segundo tempo, Kaká perdeu uma ótima chance. Ele recebeu lançamento de Tenilson, driblou lindamente Alex, mas Jean se impôs diante dele e impediu o gol.

O gol do Peixe Pedra foi marcado aos 33 do segundo tempo. Kléo alçou a bola na área, em cobrança de falta de longa distância, e o zagueiro Ramon subiu mais que a defesa Tricolor para abrir o placar.

A Bolívia Querida chegou ao empate aos 39’. Cleitinho, dentro da pequena área, aproveitando cruzamento da direita de Alex, chutou rasteiro no canto direito do goleiro Gustavo.

Análise do jogo

Quem esperava um jogo fácil para o Sampaio se enganou. O São José engrossou o jogo, marcando bem no meio de campo, principalmente com Gualberto e Arcinho, a dupla de volantes, e assustando nas bolas paradas com Kléo. O Tubarão, por sua vez, criou apenas duas chances, contando o lance do gol, cometeu muitas faltas na intermediária, possibilitando a utilização da melhor arma do São José, mostrou poder de reação, mas é pouco para quem almeja o título estadual.

Próximos confrontos

O próximo jogo do Sampaio será contra o River, no Castelão, neste sábado (04), às 18h15 (horário local), pela segunda rodada da Copa do Nordeste. Pelo Maranhense, o time só volta a campo no dia 15, fora de casa, para enfrentar o Imperatriz, no Frei Epifânio D’Abadia, confronto importantíssimo para a definição da liderança do grupo, já que os dois estão empatados com quatro pontos, mas o Tricolor tem um gol a mais de saldo.

FICHA DO JOGO:
SAMPAIO CORRÊA 1 X 1 SÃO JOSÉ

Local: Estádio Castelão, São Luís (MA)
Data: 01 de Fevereiro de 2017
Horário: 20h30 (horário local)
Árbitro: Raimundo José Chagas Araújo
Cartões amarelos: Cloves (Sampaio) e Gualberto (São José)
Gols: Cleitinho, aos 39’ 2º T (Sampaio); Ramon, aos 33’ 2º T (São José)
Sampaio Corrêa: Jean; Breno, Alex e Otávio (Cleitinho); Artur, Cloves (Daniel Barros), Valderrama, Fernandinho (Thaynan) e Esquerdinha; Henrique e Carlos Alberto. Técnico: Vinícius Saldanha.

São José: Gustavo; Júnior Tatu, Lucas, Ramon e Jefferson Abreu (Klayton Ribamarense); Gualberto, Arcinho, Kléo, Kaká (Raul) e Itallo; Klinsmann (Tenilson). Técnico: Paulinho Kobayashi.

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Vitória, esperança e continuidade

Vitória, algo que no ano passado era somente um time onde supostamente teria colocado um jogador irregular, hoje isso significa três pontos e um voto de confiança do torcedor.

Por mais conturbado que tenha terminado o ano de 2016 dentro do Beira Rio, todo o torcedor sabia que era uma questão de tempo para que as coisas melhorassem, o mais importante no ano passado era vencer. Já nesse ano o que importa realmente é a melhora no futebol. Ontem tivemos uma amostra de bom futebol jogado pelo Internacional.

Foto: Deive Pazos
O motivo dessa esperança é o nosso "professor", o homem mais importante dentro do elenco Colorado, Antonio Carlos Zago. Desde a sua chegada eu tinha minhas duvidas referente à como ele iria lidar com o um projeto maior, como ele iria gerir um grande grupo, com grandes salários e uma torcida gigante.

Mas ele está surpreendendo até o mais cético dos Colorados, pois ele fez o ataque funcionar. Usando um time alternativo ele pode notar que Nico Lopez não é um jogador para estar no banco de reservas.

Outro que também que está ganhando muito crédito com o novo treinador é Rodrigo Dourado, além de ter comprado a briga do Inter com a Segundona, ele conseguiu o posto de 2° Capitão. Dourado está encontrando o belo futebol que o levou para a Seleção Brasileira, fazendo o que ele sabe de melhor, dominar o meio de campo. Pouco a pouco ele mostra que além de marcar e ter um passe refinado ele consegue armar e atacar, claro que com suas devidas proporções.

Agora visando a sequência do campeonato Zago teve um conjunto de boas noticias, Klaus fez uma boa estreia, Junio lateral da base mostra que tem espaço no elenco e Charles, que conseguiu empolgar os torcedores e ser considerado o melhor jogador da partida. 

Foto: Deive Pazos
Nomes individuais não são o que realmente importa nessas primeiras rodadas e sim ver que o Inter está começando a ter passes importantes, fazer tabelamentos, ter visão da partida e criando oportunidades de gol. Mesmo sabendo que é começo de temporada, a melhora tem que ser assim, gradativa, porém efetiva.

Quero que Inter volte a ser aquele time em que todo o torcedor saiba quem são os jogadores titulares, que consiga mostrar o futebol de ontem em mais jogos e que consiga sair da lama que foi colocado.

França, uma terra fértil em talento


Ben Arfa, Nasri e Benzema foram campeões na base, juntos. (Imagem: L'Equipe).
O Campeonato Francês se tornou um futebol "vendedor". Muitos dos destaques que surgem em clubes menores da Ligue 1, não permanecem por muito tempo na França. Isso é prejudicial tanto para o desenvolvimento do atleta quanto para a evolução da seleção. Mesmo com tudo isso, sempre existem novos nomes surgindo a cada temporada que passa. Algo a se pensar: Os principais jogadores do futebol francês nessa década foram revelados por times menores. Paul Pogba (Le Havre), Dimitri Payet (Nantes), por exemplo. Historicamente, podemos citar Michel Platini, que é cria do pequenino Nancy.

Na atual Ligue 1, vários jovens estão se destacando. Alguns desconhecidos do grande público, outros nem tanto. A seleção Francesa que sempre formou bons nomes no setor ofensivo, hoje também revela bons defensores. Talvez a explicação para isso seja pelo grande centro de jovens presentes em Paris. Por lá, apenas na década passada, surgiram nomes como Karim Benzema, Hatem Ben Arfa, Hugo Lloris e tantos outros. Outro fato relevante é a média de idade dos clubes na divisão principal do futebol nacional. Um incrível número de 23,4 anos por clube.

Abaixo, alguns dos jogadores que estão chamando atenção na França atualmente:

Kyllian Mbappe Lottin: Com apenas 17 anos, o jovem atacante que também atua como ponta vem chamando muita atenção. Titular do Mônaco, peça importante no atual líder da Ligue 1 e muito talento. Suas principais qualidades se notabilizam pela velocidade no raciocínio, na facilidade de driblar e no ótimo poder de finalização. Vale lembrar, que no Mundial Sub-17 do ano passado, Mbappe foi eleito o melhor jogador da competição.

Mbappe Lottin tem muito talento e promete muito. (Imagem: L'Equipe).

Allan Saint-Maximin: O jovem ponta de 19 anos, que surgiu de forma meteórica no Saint-Étienne em 2014/15, vem fazendo excelente temporada no Bastia emprestado pelo Mônaco. Com quatro gols e seis assistências, Maximin esteve presente na seleção dos melhores jovens da Europa feita pelo WhoScored. Driblador, veloz e de muita força física, promete se tornar um dos melhores jogadores do futebol francês nos próximos anos.

Maximin está voando baixo no Bastia. Na próxima temporada poderemos ver Mbappe e ele juntos no Mônaco. (Imagem: Bein Sports).
Nabil Fékir: Poderia fazer um texto falando apenas sobre esse jogador. Muito talento, o franco-argelino de 23 anos surgiu muitíssimo bem na surpreendente campanha do Lyon no Campeonato Francês em 2014/15, onde marcou 12 gols e assistiu seus companheiros 11 vezes. Dos citados, Fekir é um dos únicos que já tem convocação para a seleção de Didier Deschamps. Se não fosse por sua lesão no meio da temporada passada, Nabil com certeza estaria nos convocados para a Eurocopa do ano passado.

Fekir teve a carreira extremamente prejudicada após uma lesão no joelho no ano passado. (Imagem: L'Equipe).

Thomas Lemar: Outro jovem talento que vem chamando atenção pelo Mônaco. Formado na base do Caen, Lemar frequentou todas as seleções de base da França, e sempre com destaque. Há duas temporadas atrás, com apenas 18 anos, Lemar foi destaque de um Caen que tinha nomes como N'golo Kanté e Lenny Nangis. Assim como Fekir, a jóia Monegasca também tem passagens pela seleção principal. Fez sua estreia recentemente nos Bleus, no jogo diante da Suécia. Muita qualidade na bola parada, velocidade e visão de jogo. Futuro brilhante.

Thomas Lemar tem muito talento, porém as vezes parece meio desligado no jogo. (Imagem: L'Equipe).

Malang Sarr: O Nice faz grande temporada e um de seus pilares é o jovem zagueiro de 17 anos Sarr. Junto com o brasileiro Dante, forma a melhor dupla de zaga da Ligue 1. Com a chegada de Lucien Favre nessa temporada, Sarr subiu do time B dos Aiglons para o principal e de lá não saiu mais. Qualidade técnica acima do normal para um zagueiro e também podendo atuar como lateral, o jovem francês de descendência senegalesa tem muita velocidade e força, apesar da pouca idade, tem muita personalidade. O mesmo lembra muito Samuel Umtiti, zagueiro que jogava pelo Lyon, hoje no Barcelona.

Malang Sarr vem se destacando muito nessa temporada. (Imagem: L'Equipe).

Joris Gnagnon: Desses novos talentos franceses, o zagueiro do Stade Rennais é o mais desconhecido. Muito forte e um pouco pesado, o garoto de 19 anos está se destacando muito, apesar da irregular campanha de sua equipe. Nessa janela de inverno, Gnagnon recebeu propostas de clubes como Manchester City e Borussia Dortmund, porém ele preferiu por ficar no Rennes, exatamente o inverso do que fizeram Ntep e Ousmané Dembélé, por exemplo. Hoje, ambos atuam na Bundesliga.

Gnagnon é um zagueiro á moda antiga. (Imagem: L'Equipe).

Maxime Lopez: Um dos principais "achados" do técnico Rudi Garcia no Olympique Marseille. Lopez tem um talento impressionante, mesmo com apenas 18 anos. O baixinho de 1.68cm se destaca pela agilidade e por ter uma visão de jogo acima da média. O próprio L'Equipe comparou o talento marselhes com o ídolo do Arsenal, Robert Pirés. E realmente, os estilos de ambos são muito similares. Maxime acumula quatro assistências e dois gols em 10 aparições pelo Marseille na atual temporada. Mostrou personalidade em um momento de transição do gigante francês.

Maxime Lopez vem sendo o principal jogador do Marseille, apesar da má campanha. (Imagem: L'Equipe).
Menções honrosas: Adama Diakhaby (Stade Rennais), Wylan Cyprien (Nice), Adama Traoré (Mônaco), Mouctar Diakhaby (Lyon), Issa Diop (Toulouse), Ait Bennasser (Nancy), Corentin Jean (Toulouse), Alexis Blin (Toulouse), Jean Kevin Augustin (PSG), Adam Ounas (Bordeaux), Marcus Coco (Guingamp), Ludovic Blas (Guingamp) e Yassine Benzia (Lille).

Seleção Sub-23 do Campeonato Francês: Alban Lafont (Toulouse); Léo Dubois (Nantes), Malang Sarr (Nice), Gnagnon (Stade Rennais) e Faitout Maoussa (Nancy): Rémi Walter (Nice), Maxime Lopez (Marseille) e Allan Saint-Maximin (Bastia); Nabil Fekir (Lyon), Mbappe Lottin (Mônaco) e Lemar (Mônaco).

A Ligue 1 prova a cada rodada que tem seus atrativos. Pode não ser a melhor liga na Europa, mas é um país com muita história no futebol e que forma e exporta muito. Defeito que ao mesmo tempo se torna uma virtude, poucos são casos de jogadores franceses que foram formados por equipes de fora da França. Lyon, Marseille e Lens, podem ser considerados os melhores e clubes que mais revelam, tanto em qualidade quanto em quantidade.

Quem não faz, leva. A Lusa não fez e levou


A Portuguesa jogou na tarde do dia 01 com o Batatais, no estádio Osvaldo Scatena, em Bebedouro e foi derrotada pelo Fantasma da Mogiana pelo placar mínimo. Pois é, mesmo com os mandantes tendo que jogar fora de seus domínios, a Portuguesa não conseguiu usar isso a seu favor e somar sequer um ponto. Lamentável.

O treinador Tuca Guimarães, que prometia evolução em relação ao time da primeira rodada que venceu o Barretos, não cumpriu sua promessa. O técnico que havia conseguido corrigir os erros da equipe no primeiro jogo, conseguiu nesse jogo com uma teimosia incrível, ignorar sua própria teoria de evolução e ver um jogo que poderia ser facilmente vencido pela Lusa ir pros ares.

Na partida diante do Batatais, a Lusa teve várias chances de abrir o marcador. Duas chances claríssimas com Adílson que cara a cara com o goleiro desperdiçou. Na armação das jogada Lusa que, diga-se de passagem, era muito melhor ao organizar o jogo, mas não havia um finalizador, pois Adílson desperdiçava gols que um jogador de futebol profissional não pode desperdiçar.

Quando o Batatais abriu o placar, aos 27 do segundo tempo, num bico de Diego Luís, a Portuguesa ficou nervosa e não tinha mais a tranquilidade para organizar jogadas, além disso as três alterações já haviam sido executadas e adivinha quem ainda estava em campo? Sim, Adílson. Enquanto isso Bruno Farias, um dos mais talentosos do time havia saído e Rodolfo, com potencial estava no banco e não fez sua estreia. Pois é, ficou difícil jogar com dois centro-avantes, Brunão que já deveria ser titular entrou no lugar de Danilo Mariotto, que se lesionou. E depois, o genial Tuca achou melhor que deixar o time com dois centro-avantes, ou seja, a construção de jogadas foi para o saco.

Sei que o texto está apelativo, muito corneta, mas vocês não tem noção da magnitude que é você ter condições de ter tudo pra começar um campeonato de forma brilhante e ver um treinador teimoso e um centro-avante que não faz o gol estragarem tudo. Enfim, foi isso, a Portuguesa perdeu pro Batatais por 1 a 0, está na 11ª colocação da Série A2 do Campeonato Paulista e o próximo compromisso é contra o Velo Clube, no estádio Benitão, em Rio Claro.

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