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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Canary Review – ‘Deadlines’ – Transferências e o adeus de Moxey

Música de fundo: Gareth Emery - Standerwick - Saving Light (feat. HALIENE) 

O Norwich se movimentou no último dia da janela de transferências. Após acertar a venda de Olsson (lateral-esquerdo) para o Swansea pelo valor de três milhões de Libras. A diretoria canária ouviu meus apelos (ou melhor, nossos) e contratou reforços para tentarem ajudar a melhorar a mediana temporada dos Yellows.

Primeiro o clube anunciou a saída de Roby Brady (ponta (winger) e lateral-esquerdo), que já vinha rendendo muito abaixo do que se era esperado por ele. O valor foi de 13 milhões de Libras, o comprador foi o Burnley. Em seguida, após fazer o caixa, vieram os acertos de Mitchell Dijks, lateral-esquerdo que foi contratado por empréstimo junto ao Ajax – o contrato vai até o fim desta temporada, com opção de compra para o Norwich. Valores oficiais da transação não foram revelados.

Por fim, nada de zagueiro e sim um novo Winger! Wildschut, veio do Wigan, para atuar pelo flanco ofensivo esquerdo dos Canários. Os valores oficiais não foram confirmados, mas a imprensa inglesa acredita que a oferta tenha sido entorno de sete milhões de Libras, pelo substituto de Brady.

Fica o agradecimento pelo trabalho dos que saíram e o desejo de sorte para os que chegaram!

No mais, On the Ball, City and Never mind the danger!

*De última hora o Norwich City Football Club anunciou a saída de Jez Moxey. Braço direito de Ed Balls, Moxey era um dos membros do bordo responsável por atrair investidores. Seu cargo no bordo era “diretor executivo de futebol” e após muitas criticas, sua saída foi vista sem surpresas. Maiores detalhes no podcast.

**O atraso desta postagem deve-se a espera por maiores informações e imagens de apoio para acrescentar mais sobre a saída do cartola, mas, não houve publicações audiovisuais do clube até o dia desta postagem.

Abaixo seguem os vídeos com as apresentações dos atletas:


Acompanhe o Norwich em...

Do time todo, eu quero é raça

Foi apenas o segundo jogo da temporada!”, “É início de trabalho, tem que dar prazo para o técnico implantar a filosofia de trabalho!”, “Falta entrosamento de alguns jogadores ainda!”. São vários argumentos, mas nós Atleticanos exigimos mais, principalmente em um Atlético e Cruzeiro. Ok a Primeira Liga, não valia/não vale nada, mas era jogo de torcida dividida depois de anos, os caras tinham que dar um sanguinho a mais. Não existem argumentos, números, planilhas, fluxogramas em um jogo desse e sim, raça, vontade, dedicação da parte dos jogadores. O time pode até jogar mal, mas não pode faltar vontade. É a camisa do Atlético que estava lá.

Fonte: Globoesporte.com
Terminamos o ano de 2016 ouvindo grande parte da torcida e os jogadores alegando que havia uma falta de organização tática no Galo, críticas ao trabalho de Marcelo Oliveira que acabou demitido após derrota para o Grêmio, e realmente precisava mudar, mas alguns jogadores também precisam mudar, e é de atitude, comportamento.

Alguns argumentos são aceitáveis, afinal, o Roger tem pouco mais de três semanas de trabalho à frente do Galo, está sendo muito elogiado pela imprensa e inclusive pelos jogadores, que estão gostando do novo modelo de trabalho que está sendo implantado, denominado por alguns como “estilo europeu”, que à vista, realmente parece ser um trabalho muito bem feito, e que requer certa paciência para ver resultados, já que é algo novo, principalmente em um clube onde os jogadores se queixavam de não haver tal consistência com o ultimo treinador.

No primeiro clássico de 2017, alguns poucos pontos positivos e muitos outros negativos. A expectativa era muito grande por parte da imprensa e até mesmo da torcida. Novamente bato na tecla, vendo na pré-temporada os jogadores trabalhando pesado e elogiando a qualidade do trabalho implantado pelo novo comandante alvinegro, e pelas entrevistas dos jogadores dizendo que será um grande ano, de conquistas, era de se esperar mais, muito mais no clássico de quarta-feira de um time que tem capacidade de demonstrar muito mais.

O Atlético foi novamente escalado no 4-2-3-1 com Giovanni, Marcos Rocha, F.Santana (meu Deus me ajuda), Gabriel, Fábio Santos, Yago, Carioca, Maicossuel (novidade no lugar de Clayton), Cazares, Otero e Pratto, que substituiu Fred que cumpria suspensão. O Cruzeiro por sua vez entrou com sua árvore de natal montada, o 4-3-2-1 móvel de Mano Menezes, com Rafael, Ezequiel, Manuel, Leo e Diogo Barbosa, Henrique centralizado, Cabral executando a saída pela esquerda e Robinho mais a direita. Alisson e Arrascaeta fazendo o flanco com mais liberdade e Rafael Sóbis como uma espécie de Falso 9.  A movimentação do time rival fez com que tanto no momento defensivo quanto no momento ofensivo fossem vistas mais camisas azuis do que alvinegras. Enfim...

O jogo começou com as duas equipes se estudando, mas com o Galo mais recuado, ainda sem criatividade, sem levar perigo ao adversário.  Quando chegava ao ataque, era pelas laterais do campo, inclusive, através das cobranças de lateral do Marcos Rocha, mas sem finalizar ao gol. O meio campo parecia meio perdido, sem conseguir criar jogadas. Contudo, defensivamente a equipe novamente estava bem postada, esteve melhor, ou “menos pior” que em 2016, depende do ponto de vista.

Fonte: Globoesporte
Até os 20 minutos do primeiro tempo, o jogo ficou um pouco travado no meio do campo, sem muitas oportunidades, mas com nossa defesa levando alguns sustos. Até que aos 28 minutos, em um chutão, Felipe Santana, ainda sem ritmo de jogo, tentou cortar a bola, mas acabou ajeitando para Arrascaeta, que estava livre de marcação (incrivelmente livre, cerca de dois a três metros de distancia da linha defensiva sem ninguém na cobertura).

Após tomar o gol, o Galo esboçou uma reação, mas sem levar sustos ao adversário. O meio campo seguiu sem criar jogadas que oferecessem risco à meta adversária. Os jogadores pareciam estar sem vontade, sem demonstrar qualquer esboço de raça, tradicional característica do Galo. A culpa foi do pessoal da cozinha que certamente alimentou os caras com uma feijoada daqueles, pois a preguiça de alguns ali não tinha o mínimo cabimento.

Destaques negativos, Felipe Santana, talvez ainda pela falta de ritmo de jogo, por ter ficado cerca de seis meses sem jogar. O volante prata da casa, Yago, até entrou bem, mas depois o nervosismo tomou conta do jogador que aos 20 minutos do primeiro tempo, já estava com cartão amarelo. Rafael Carioca, jogador que tem qualidade para sair jogando, bons passes, mas que estava numa preguiça que se estivesse ficado numa rede à beira da praia tomando água de coco faria mais sentido, o jogador parecia até aquele garoto dono da bola, numa peladinha, que só grita com todo mundo, mas não faz absolutamente nada! E pela expectativa criada, esperávamos mais de Cazares e Otero, mas não que tenham jogado mal, mas esperávamos que criassem mais jogadas, o que não foi possível devido a boa marcação aplicada em cima de dois jogadores que também tem uma parcela de culpa, pois ficaram muito estáticos na canha, principalmente o equatoriano.

Fonte: Globoesporte
No segundo tempo o Galo voltou mais ligado, Roger adiantou suas linhas, mas com o resultado adverso, talvez certo nervosismo tenha crescido, propiciando inclusive lances perigosos ao time celeste nos contra-ataques. A criação também deixou muito a desejar para um time que necessitava do empate, o time quase não chutou a gol, e as bolas que chegaram foram extremamente fáceis para o goleiro Rafael.  Falando em goleiro, Giovanni que transmitiu segurança e inclusive salvou o Galo de não sofrer mais gols – ponto positivo..

Enquanto no campo o time foi apático na arquibancada à massa não decepcionou. Com números totais de público presente, o Galo levou 20.792, contra 18.648 pagantes dos rivais. Ou seja, mais de dois mil torcedores alvinegros a mais, e me desculpem os puritanos, arautos do politicamente correto mantendo a tradição do icônico: “empurra as bichas”.

Mas dos males o menor, é início de temporada ainda, há tempo para corrigir os erros. O jogo serviu também como um pré-teste, um treino de pré-temporada, visto que nosso campeonato, a Libertadores começa só daqui a um mês. E como diria Ronaldinho Gaúcho: “Quando ta valendo tá valendo”.

Por: @tardelly88 e @Mhfernandes89 - Equipe Vingadores LF

Vitória com direito a gol olímpico

Depois de perder na estreia do Campeonato Carioca para o Fluminense, o Vasco venceu a primeira na competição: 3x1 em cima do Bangu.

Fonte: ESPN
O jogo foi recheado de emoção, a equipe Cruz-Maltina veio com tudo para se redimir do vexame contra o tricolor carioca. Em menos de vinte minutos o Vasco já tinha levado perigo ao Bangu pelo menos quatro vezes. Mas foi o Bangu que quase abriu o placar quando o goleiro Jordi fez um pênalti no Peralta. O pênalti batido por Loco Abreu foi fraco e Jordi conseguiu defender, se redimindo com o time.

No fim do primeiro tempo, aos 38 minutos, o Gigante da Colina finalmente conseguiu abrir o placar. Depois do cruzamento de Nenê, Guilherme subiu e cabeceou bonito para baixo, sem chance para o goleiro do time adversário. 

Fonte: GE
A segunda etapa foi mais animada, com gol para os dois lados. De cara, aos 8 minutos, Loco se redimiu do pênalti não marcado. Raphael Augusto bateu a falta e Loco desviou marcando o primeiro do Bangu na partida e o 400 da carreira dele. O Vasco conseguiu reagir rápido e marcou o segundo, Bruno Gallo mandou no travessão e Thalles no rebote, balançou as redes.

Para fechar com chave de ouro, tivemos gol olímpico! No último minuto da partida, Nenê cobrou escanteio, a bola bateu na trave e complicou o goleiro Márcio, gol olímpico do nosso camisa 10.

A partida acabou 3x1 para o Vasco da Gama, em Moça Bonita. Com essa vitória o Gigante da Colina passou a ocupar a segunda posição do Grupo C, com três pontos, atrás do Fluminense, que lidera com seis. O Bangu até agora soma apenas um ponto e caiu para a quinta colocação. No domingo o Vasco receberá o Resende, em São Januário, enquanto o Bangu enfrentará o Volta Redonda, na próxima segunda-feira.

Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)

Ficha técnica:

BANGU: Márcio; Denílson, Leonardo Luiz, Anderson Penna e Guilherme; Raphael Augusto, Leandro Chaves e Damián Eroza (Marcos Vinícius); Bruno Luiz (Lorran), Loco Abreu e Luis Peralta (Matheus Pimenta). Técnico: Eduardo Allax

VASCO: Jordi; Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Alan Cardoso (Andrezinho); Julio dos Santos (Bruno Gallo), Evander, Escudero, Guilherme (Ederson) e Nenê; Thalles. Técnico: Cristóvão Borges

Árbitro: João Batista de Arruda
Cartão amarelo: Damián Eroza, Denílson e Lorran (BAN); Alan Cardoso, Escudero, Evander, Guilherme e Jordi (VAS).

Vila Nova goleia o Anápolis e segue na liderança do Grupo A

Na última quinta-feira (2), o Tigrão recebeu o Anápolis no Serra Dourada, em jogo válido pela 2ª rodada do Goianão 2017. O Vila não tomou conhecimento no adversário e tratou logo de colocar ordem na casa ao golear o Galo da Comarca por 3x0, Wallyson 2x e Brunão. A noite ainda teve show particular e golaço de Wallyson.

Com a vitória, o Vila Nova garantiu a primeira colocação do Grupo A de forma isolada. Ao iniciar a competição com duas vitórias nas duas primeiras rodadas, o time repete o mesmo feito de 12 anos atrás. Vamos ao jogo!

Em noite inspirada de Wallyson, Vila Nova goleia o Anápolis. Foto: Reprodução / Vila Nova FC.
O jogo estava bastante truncado no meio-campo, mas não demorou muito para o Tigre mostrar serviço. Wallyson deu trabalho para a zaga do Anápolis, e o primeiro gol veio aos 23' minutos do primeiro tempo, quando Maguinho fez um bela jogada e tocou para Wallyson, que não desperdiçou e marcou o primeiro gol dele com a camisa do Vila, 1x0 Vila. O Vila seguia pressionando a saída de bola do Galo, e ainda no primeiro tempo o time chegou a marcar o segundo gol, mas o volante Marcos Serrato estava impedido.

De volta do segundo tempo, o segundo gol Colorado era questão de tempo. O Tigre voltou ainda mais ligado na partida, não deu chances para a equipe do Anápolis se quer respirar. E aos 23' minutos da segunda etapa o Tigrão voltou a balançar as redes do goleiro João Vitor. Após a reposição de bola do goleiro Wendell, Matheus Anderson chegou a dividir a bola com o jogador do Anápolis, mas a bola acabou sobrando para o camisa 9 que não vacilou marcando o segundo gol dele na partida, 2x0 Vila. E não ficou por ai, aos 38' minutos da etapa final, Wallyson serviu o zagueiro Brunão que aproveitou e marcou seu primeiro gol como profissional, 3x0 Vila.

Foto: Reprodução / Vila Nova FC.
O treinador colorado, se mostrou satisfeito com o futebol apresentado pelos jogadores. Segundo ele, mesmo com tão pouco tempo o elenco entendeu sua filosofia de trabalho. Não só ele. Gostei bastante como o time está postado em campo, com uma visão de jogo bem diferente dos anos anteriores. Podemos ver um time realmente focado no trabalho e no objetivo final.

É um time que não se entrega hora nenhuma, marca em cima. A zaga consciente que ainda não sofreu gols, em breve Mazola também deve poder contar com os recém-contratados, Halisson, Alemão é o Alisson Brand. Ambos foram apresentados nesta sexta-feira (3). Bom, Wesley Matos vem mostrando que realmente mudou, até o momento não se comprometeu. As criticas lhe fizeram bem, se sente seguro ao lado do Brunão. Difícil analisar qual dos três pode entrar nesse time e no lugar de quem.

Foto: Reprodução / Vila Nova FC.
A euforia de ser campeão do estadual deve ficar somente por conta do torcedor, afinal são 12 anos sem levantar essa taça. Mas, a cada jogo vem sendo mostrado que isso também e questão de tempo, o elenco se mostra unido o ambiente realmente parece ser outro. Após anos podemos ver um Vila Nova forte. Podemos esperar um Vila Nova forte e competitivo para 2017.

O Tigrão hoje ocupa a primeira colocação do Grupo A com seis pontos, seguido pelo rival Goiás com quatro pontos, e em 3° o Crac com dois pontos. E para se manter embalado na competição, o Vila Nova receberá o Goianésia, na próxima segunda-feira(6), no Serra Dourada ás 20h. Em jogo valido pela 3ª rodada do primeiro turno.

Fortaleza 4 x 0 Maranguape: Para acalmar os ânimos

Fortaleza voltou a campo na noite da ultima quinta-feira (2) para enfrentar a equipe do Maranguape em jogo válido pela quinta rodada do certame estadual. Fora uma semana bastante complicada, em virtude da derrota no ultimo domingo frente à equipe do Horizonte. Tivemos reuniões com torcidas organizadas, protestos nas redes sociais, convocação de uma campanha de público zero para o próximo jogo em casa.

A diretoria agiu e sentiu o apelo da torcida contratando seis jogadores o lateral direito Pablo (ex América-MG), os meias Esquerdinha (ex Náutico) e William Schuster (que estava no Catar) e o retorno do meia Leandro Lima (que havia atuado quatro vezes no final da temporada passada) e dos atacantes Vinícius Baiano (destaque na copinha jogando pelo Avaí) e do centroavante conhecido Zé Carlos (ex Santa Cruz).

O jogo foi bastante movimentado na capital cearense, os pouco mais de 2 mil torcedores viram um Fortaleza com uma postura mais organizada e sabendo o que queria em campo. O time veio com algumas mudanças em relação ao jogo anterior, saíram os contestados Allan Vieira e Juninho Potiguar, para a entrada dos garotos Bruno Melo e Wesley, respectivamente. Os volantes Gastón Filgueiras e Anderson Uchôa retornaram de suspensão e reforçaram o Tricolor do Pici.

O centroavante Lúcio Flávio conseguiu desencantar e marcou os dois primeiros gols do jogo, o primeiro aos 13 minutos do primeiro tempo aproveitando o bate-rebate na área e o segundo aos 24’ do primeiro tempo, num contra-ataque bem armado, com a assistência do Rodrigo Andrade. Os outros dois gols foram marcados no segundo tempo, aos 27 minutos pelo estreante Leandro Lima e aos 43 minutos pelo garoto oriundo das categorias de base o meio-campista Wesley. O time teve uma postura mais consistente, não dando tanto espaço para o time adversário e impondo o ritmo de jogo e conseguindo criar várias chances de gol.

Uma presença pequena da torcida tricolor acompanhou a vitória do time na noite desta quinta-feira. Fortaleza, Maranguape  (Foto: Grazielle Gomes/Arquivo Pessoal)
Opinião do colunista

- O protesto das torcidas organizadas é válido e tem que ser respeitado pela dita ''torcida comum'', desde que seja pacífico e não venha a denegrir o clube ou prejudicar a instituição.

- Jogo às 19h30min, na Arena Castelão, com difícil acesso e com o time não jogando muito bem, contribuiu para um público pífio de pouco mais de 2 mil torcedores. Tem que averiguar essa situação e achar uma maneira mais conveniente para a torcida e para o clube.

- As vaias para o jogador Juninho Potiguar, foram um caso peculiar no jogo, o atleta nem tinha entrado em campo ainda e a torcida estava pegando no pé dele, vaiando e xingando o jogador, ele não jogou bem nas partidas anteriores, foi muito criticado pela nação tricolor, mas, o que estão fazendo com ele, é uma covardia, entendo o lado do torcedor, as frustrações e as decepções, mas vaiar o atleta fora de campo ou quando pega na bola, não vai contribuir para o desenvolvimento dele no time.

- O trabalho não pode parar, a torcida vai continuar cobrando na hora que tem que cobrar e apoiando na hora de apoiar, até levar esse clube para onde ele merece.

Próximo compromisso do Fortaleza é no domingo (5), pela Copa do Nordeste,vai enfrentar o Altos-PI, pela segunda rodada da competição, as 16h (horário local).

BORA LEÃO!
SAUDAÇÕES TRICOLORES! 

Não temos medo de atacar

JEC 0x0 Figueirense (Foto: Divulgação/JEC.com.br)
Joinville Esporte Clube - Site
Um empate onde o tricolor do norte catarinense se manteve bem. Posse de bola e bons passes destacam a atuação tricolor, com jogadas incisivas de ataque e boa movimentação dos pontas. O adversário por sua vez ó chegou com perigo duas vezes, sendo uma a meta tricolor, por sua vez bem defendida pelo prata da casa Jonathan.

Primeiro tempo

No primeiro tempo observou-se um ímpeto ofensivo muito grande do JEC. Ímpeto esse que não resultava em grande perigo ao Figueirense, que se manteve bem, não deixando com que Ciro jogasse, além de manter a principal arma de ataque de tricolor, a ofensiva direita com a dupla Fabinho e Caíque, bem marcada. Aliás, a jogada de mais perigo a meta adversária foi um chute de Fabinho, mostrando boa habilidade também com o pé mais fraco.


Como no último jogo o JEC manteve o 4-4-2 defensivo e o 4-2-3-1 na forma de ataque, mantendo os iniciais de Itajaí, trocando apenas Bruno Batata, que falhou a titularidade por lesão.

Segundo tempo

Diferente do primeiro tempo o segundo começou equilibrado, com poucas chances pros dois lados. Tendo o JEC na maioria do tempo alterado, porém diferente do ultimo jogo o JEC jogou o tempo todo no 4-2-3-1 não alterando pro mais efetivo 4-1-4-1 que Fabinho havia usado contra o Barroso. Com as entradas de Aldair, Juninho e Marlyson o JEC pouco mudou, apenas Aldair acrescentou ao time a qualidade que precisava, sendo a principal ferramenta criativa do time.



Com uma formação diferente apenas na marcação que saiu de um 4-4-2 para um 4-4-1-1 o JEC teve um segundo tempo com menos chances, mas não sofreu com o ataque adversário.

As análises

Jonathan - Muito bem no gol, evitou um belo chute de Ferrugem e assim em três partidas obteve o 2º clean sheet.

Caíque - O destaque tricolor manteve a regularidade fazendo mais uma ótima partida, bem no ataque e defesa.

Henrique Mattos - Pouco trabalhou no jogo, por sua vez a melhor partida dele pelo JEC.

Max - O xerifão tricolor tem ótima saída de bola e ainda leva muito perigo nas bolas paradas.

Fernandinho - Como na ultima partida, iniciou muito bem, mas não consegue aguentar 90' de intensidade.

Roberto - Joga com classe e evolui a cada jogo, em apenas três jogos no profissional já cava sua vaga cativa no time.

Kadu - Muitas vezes buscando o ataque, Kadu mantém uma ótima média de passes e ímpeto ofensivo ótimo.

Fabinho Alves - Principal válvula de escape tricolor chega muitas vezes ao fundo.

Lúcio Flávio - Mais uma vez demonstra inteligência, mas em um nível abaixo de sua sombra Aldair.

Alex Ruan - Talvez o mais apagado da partida, deveria ser testado na ala.

Ciro - Muita garra, finalizou algumas vezes, mas todas sem sucesso, lembra muito Fernando Viana, que demonstra raça mas peca ainda na conclusão.

Aldair - Entrou bem, buscando flutuar junto aos pontas, merece vaga no 11.

Juninho - Mais uma vez entra apagado, cresceu no jogo, mas pode mais.

Marlyson - Têm boa presença de área, busca sempre estar bem posicionado.

Ficha técnica do JEC
Jonathan; Caíque, Henrique Mattos, Max e Fernandinho; Roberto e Kadu; Fabinho Alves, Lúcio Flávio (Aldair) e Alex Ruan (Juninho); Ciro (Marlyson).

Substituições: Juninho entrou aos 59' na vaga de Alex Ruan, Aldair entrou na vaga de Lúcio Flávio aos 65' e Marlyson entrou na vaga de Ciro aos 74'.

Time de Micale passa em terceiro e o Uruguai tem a melhor campanha

Enfim começou o hexagonal final do Sul-Americano Sub-20, com seis equipes disputando quatro vagas para o Mundial da categoria, que será jogado no final de Maio, na Coreia do Sul. No grupo A, classificaram-se Brasil, Colômbia e a dona da casa, o Equador. Pelo grupo B, a atual campeã Argentina busca defender o título, ao lado da rival Uruguai, e da sempre forte em torneios de base, a Venezuela.

No grupo A, os três classificados terminaram com a mesma pontuação, de sete pontos. Os donos da casa, o Equador em primeiro, a Colômbia em segundo, e o Brasil na terceira colocação, muito por conta de não ter atuado na última rodada do grupo, já que folgou na ocasião. Pelo grupo B, os Uruguaios passaram em primeiro, com campanha de duas vitórias e dois empates, e seguidos pela Argentina, que também não perdeu, mas em contrapartida empatou demais, três vezes. Já a última classificada, e com a pior campanha entre as seis, a Venezuela passou com quatro pontos, mas levou vantagem sob a Bolívia, que também teve a mesma pontuação, mas perdeu nos critérios de desempate.

Foto: EFE
A campanha dos garotos de Micale foi taxativa de boa, apesar de dois primeiros jogos preocupantes, um jogo acima da média, e uma derrota. Os garotos começaram a campanha vencendo os donos da casa, em um jogo muito equilibrado, e que terminou com vitória brasileira, gol de Felipe Vizeu do Flamengo. Na segunda rodada, a seleção enfrentou o Chile, e a partida não saiu de um monótono 0 a 0, com as duas equipes pouco se arriscando, e indo para o ataque. Que se deixe claro: O Brasil até esse momento, não jogava um futebol de encher os olhos. Muito pelo contrário.

No terceiro jogo sim, uma vitória com V maiúsculo sobre o Paraguai, e a classificação antecipada no grupo B. O Brasil jogaria apenas por mera formalidade contra a Colômbia na última rodada. Talvez por isso, os garotos de Micale tenham deixado a peteca cair, e o Brasil perdeu por 1 a 0, destaque para a falha do goleiro do São Paulo, Lucas Perri, no momento do gol. Caíque, do Vitória, era quem vinha sendo o titular durante todo o campeonato.

O Hexagonal final tem início nesta segunda, à noite, e fará com que o Sul-Americano Sub-20 daqui em diante, passe a ter três jogos por dia. Um a mais do que vinha tendo na fase de grupos. Hoje, inicial a fase final Colômbia e Venezuela jogando às 19h, em seguida, as 21h15 tem Uruguai e Argentina, e no jogo de fundo, os donos da casa, o Equador, enfrenta o Brasil, as 23h30.

O Equador conseguiu se classificar em primeiro, graças a sua vitória na última rodada sobre o Paraguai, e também a ajudinha que a Colômbia deu, vencendo o Brasil na rodada anterior. Com o resultado, os Colombianos se mantiveram vivos na competição, e na rodada final se classificaram após vitória contra o Chile. No fim, todos empataram em número de pontos, mas o Equador foi líder pelo critério.

Na outra chave, a Argentina se classificou vencendo apenas o Peru. Os atuais campeões, sofreram nessa fase inicial, empatando três partidas, inclusive o jogão contra o rival Uruguai, que terminou empatado por 3 a 3. Os argentinos classificaram-se, muito graças à campanha avassaladora do Uruguai, e também a única vitória que tiveram. Uma goleada sem piedade sobre a Bolívia, por 5 a 1, que deixou os Hermanos bem confortáveis em questão de saldo.

Lá embaixo o Peru fez apenas dois pontos, e a Venezuela empatou os quatro jogos que teve. Passou para o hexagonal, pelo fato de ter ficado invicta, e o outro time com o mesmo número de pontos, a Bolívia, ter tido no meio do caminho uma derrota, a goleada para a Argentina.

Confira os jogos do Hexagonal

2ª rodada – 02/02
19h: Colômbia x Argentina
21h15: Uruguai x Brasil
23h30: Equador x Venezuela

3ª rodada - 05/02
19h: Brasil x Venezuela
21h15: Uruguai x Colômbia
23h30: Equador x Argentina        

4ª rodada – 08/02
19h: Equador x Colômbia
21h15: Uruguai x Venezuela
23h15: Brasil x Argentina

5ª rodada –11/02
19h: Argentina x Venezuela
21h15: Colômbia x Brasil
23h15: Equador x Uruguai

Estreia de gala no charmoso Gauchão 2017

Fernandinho comemorando o gol da vitória (Fonte: Globo Esporte)
Quase dois meses depois da partida épica e apoteótica que deu ao Grêmio o pentacampeonato da Copa do Brasil, o tricolor voltou a campo para a sua estreia em 2017. Estreia esta que era muito aguardada por conta da chegada dos novos jogadores e da solução iminente que Renato Portaluppi poderia propor para a saída de Wallace.

O termo charmoso para tratar do Campeonato Gaúcho é muito utilizado pelo Jornalista e narrador da RBS, Paulo Brito em suas narrações, principalmente nos jogos do interior do estado. Até porque, os jogos realizados em cada estádio com sua história guardam um pouco do charme que o Rio Grande do Sul sempre conservou nas tradições desde Bento Gonçalves e Giuseppe Garibaldi.

O Grêmio começaria a temporada com duas alterações (sendo uma estreia). O lateral Leonardo, de 20 anos, que chegou do Boa Esporte fez a sua partida inaugural no lugar de Edilson, que se recupera de uma cirurgia no joelho e deve desfalcar a equipe por mais 30 dias. Já o volante Jaílson ganhou a vaga deixada por Wallace e começou a temporada entre os 11 titulares de Renato Portaluppi.

No primeiro tempo, o tricolor começou em um ritmo mais cadenciado, mas mantendo o bom e velho toque de bola que consagrou o elenco em outros momentos, com o seu antigo treinador, Roger Machado. A equipe do Ypiranga, de Erechim, com isso, começava a querer ousar nos primeiros 18 minutos aproveitando o lado esquerdo do seu ataque. Algumas jogadas eram realizadas, mas não ameaçavam o gol gremista.

A partir do minuto 20 o Grêmio aumentou a pressão com os chutes de fora área e as bolas levantadas na área do time canarinho. Ramiro em um belo chute exigiu boa defesa de Carlão no canto esquerdo. O mesmo goleiro fez uma linda defesa após falta cobrada por Douglas e a cabeçada de Pedro Geromel e, em seguida, após um chute cruzado de Douglas e um desvio contra de Tairone, Carlão fez outra grande defesa.

Aos 34 minutos, após cobrança de escanteio de Luan, Marcelo Oliveira disputa no alto com o volante Henrique, e o jogador canário marca contra o patrimônio, abrindo o placar e a contagem de gols gremista para 2017. Após o gol, o técnico do Ypiranga, Carlos Moraes, avançou a marcação do seu time que começou há pressionar um pouco mais os erros de marcação no meio campo gremista. O time serrano teve pelo menos duas ótimas chances no fim do primeiro tempo. A primeira foi uma bola no travessão de Maicon, após boa trama d o Ypiranga aos 36 minutos e uma bela cabeçada do centroavante Michel, aos 45 minutos que parou na belíssima defesa de Marcelo Grohe.

Luan, muito bem marcado em campo, mas tentou algumas jogadas. Fonte: http://globoesporte.globo.com
No segundo tempo, o time canário voltou com uma postura mais ofensiva e que passou a dificultar mais o jogo gremista. A começar pela entrada do atacante Eder que deu mais poderio de fogo e incomodou mais a marcação do lado direito no time do Grêmio. O Ypiranga continuou ameaçando com chutes de fora da área e bola alçada na área e o meio campo gremista tentava achar o timing da marcação (o que é compreensível devido à falta de ritmo de jogo). O centro-avante Michel novamente ameaçou o gol de Marcelo Grohe, aos 11 minutos após uma bela cabeçada no canto esquerdo que o goleiro encaixou firme.

Renato Gaúcho, vendo a dificuldade de encaixar a marcação pela direita, resolveu tirar o estreante, Leonardo e promover a reestreia de Fernandinho. Com isso, Ramiro passou para a lateral direita e o Grêmio jogara no 4-2-1-3 com Fernandinho e Pedro Rocha jogando em lados invertidos. A melhora ofensiva do tricolor foi visível e aos 21 minutos, após trama ofensiva, Fernandinho pegou pela direita, cortou dois zagueiros e bateu rasteiro no canto esquerdo de Carlão, aumentando o placar da estreia tricolor.

Após o gol, Renato teve a tranquilidade para promover a entrada de Bolaños, no lugar de Douglas e de Everton, no lugar de Pedro Rocha (ambos os jogadores que saíram receberam cartão amarelo). Os suplentes entraram na partida com muito mais gás e melhorou ainda mais a qualidade técnica do tricolor nos últimos minutos, sendo responsáveis pela criação de algumas jogadas perigosas que poderiam ter resultado em gols para o tricolor. Mas o placar de 2X0 foi bem justo pelo que foi apresentado na partida e mostrou um time titular totalmente promissor e com um nível de entrosamento interessante. Este pode ser um trunfo para o Grêmio numa temporada que promete ser ainda mais dura.

Melhores Momentos: Grêmio 2 x 0 Ypiranga 

No final de semana, a equipe vai a Caxias do Sul, no estádio Centenário, enfrentar o Caxias que recentemente voltou à elite após o fracasso de 2015. A partida acontece no domingo, às 17 horas, com transmissão da RBS TV.

Por: Marcos Paulo Fernandes Alves || @makavista || 
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