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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Fortaleza, de quem é a culpa?

Fortaleza voltou a campo nesse domingo (5), para enfrentar o Altos-PI, pela segunda rodada da Copa do Nordeste. O time foi escalado de forma diferente dos últimos jogos, com a entrada do zagueiro Gabriel Silva, formando o esquema com três zagueiros e com o atacante Gabriel Pereira no banco de reservas. O jogo foi disputado no estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina, num calor de mais de 35 graus e um gramado horrível, cheio de buracos e falhas, onde a bola não conseguia rolar de forma decente. Porém tudo isso não é e nunca será desculpa para o time atuar de uma forma tão patética e retrancada como nesse jogo.

O resultado de 1 a 1 pode ser considerado bom por ser fora de casa, mas é inadmissível empatar um jogo desse, ainda mais não jogando nada, retrancado, recuado e levando pressão o segundo tempo inteiro. O esquema com três zagueiros (que nunca havia sido testado de verdade num jogo oficial), não funcionou, levamos sufoco do time da casa e o meio-campo do time não existiu durante todo o jogo. Falta padrão tático, faltam jogadas ensaiadas. O time não é ruim, os novos contratados estão para estrear, entretanto, a torcida não aguenta mais esse treinador, ele não tem esquema de jogo, modifica muito mal o time, concede entrevistas um tanto quanto equivocadas e não tem a confiança da nação tricolor.

O gol do Leão foi marcado pelo Lúcio Flávio, de pênalti, aos 3 minutos do primeiro tempo e o empate do time piauiense aos 9 minutos da segunda etapa pelo atacante Joélson (que estava impedido), aproveitando uma bola parada. O próximo compromisso do Tricolor é na quarta-feira (8), fora de casa para enfrentar o Guarany de Sobral em duelo válido pelo Campeonato Cearense, no estádio do Junco.


Opinião do colunista:

- Jogar dessa forma recuada fora de casa é revoltante e não condiz com a camisa e tradição do Fortaleza.

- O Bahia ganhou o jogo dele na rodada e nos outros grupos os segundos colocados estão vencendo também, se cuida Fortaleza...

- Esse técnico, Hemerson Maria, não inspira a menor simpatia da torcida e suas ações dentro e fora de campo, contribuem para complicar a sua situação no comando técnico do Fortaleza.

SAUDAÇÕES TRICOLORES! BORA LEÃO!

Sem criatividade, o Sampaio segue sem vencer na Copa do Nordeste

Valendo a segunda rodada da Copa do Nordeste, o Sampaio Corrêa recebeu o River-PI no Estádio Castelão, em São Luís, na noite de ontem (04/02), às 18h15. O Galo levou a melhor sobre o Tubarão e venceu o clássico nordestino por 1 x 0.

Sampaio perde em casa para o River (Foto: divulgação sampaiocorreafc.com.br)
O jogo iniciou após um atraso de 50 minutos por conta da falta de ambulância no estádio. Com a bola rolando, o Sampaio tentava a todo custo furar o bloqueio imposto pelo River, mas não obteve êxito. O setor de criação foi deficiente e não conseguiu criar uma chance clara de gol sequer.

Chance de gol mesmo somente o time piauiense criou. Aos 28 minutos, Osmar aproveitou o espaço dado pelo setor defensivo do Sampaio e chutou forte de fora da área, obrigando Jean a espalmar para fora.

O gol riverino aconteceu aos 45 minutos do primeiro tempo. O experiente Rodrigo Tiuí limpou a defesa e “soltou o canhão” de fora da área no ângulo, sem chance para o goleiro maranhense.

Na volta para o segundo tempo, o técnico Vinícius Saldanha sacou Henrique e colocou o jovem Thaynan, meia-atacante da base, em seu lugar. Ainda promoveu a estreia do experiente zagueiro Arthur Sanches, que entrou na vaga de Uirá Marques, amarelado no primeiro tempo e que havia cometido algumas faltas bobas. Daniel Barros entrou no decorrer da segunda etapa no lugar de Felipe Costa, mas também nada fez. Errando muitos passes e definindo mal as jogadas, o Tricolor Maranhense foi derrotado em casa e acabou se complicando, apesar de ser apenas a segunda rodada, visto que teoricamente brigaria pela segunda colocação do grupo com o próprio River.

A Bolívia Querida voltará a campo na próxima quinta-feira (09/02) para enfrentar o São José-RS, em Novo Hamburgo (RS), no Estádio do Vale, às 19h15 (horário de Brasília), em sua estreia na Copa do Brasil. Vale lembrar que, diante das novas regras da competição, o Sampaio tem direito de jogar pelo empate para se classificar para a próxima fase.

FICHA DO JOGO:
SAMPAIO CORRÊA 0 X 1 RIVER-PI

Local: Estádio Castelão, São Luís (MA)
Data: 04 de Fevereiro de 2017
Horário: 18h15 (horário local)
Árbitro: Ítalo Medeiros de Azevedo (RN)
Cartões amarelos: Uirá Marques e Carlos Alberto (Sampaio); Osmar e Humberto (River)
Gol: Rodrigo Tiuí, aos 45’ 1ºT (River)

Sampaio Corrêa: Jean; Zé Leandro, Uirá Marques (Arthur Sanches), Alex Maranhão e Zadda; Cloves, Valderrama, Cleitinho e Felipe Costa (Daniel Barros); Henrique (Thaynan) e Carlos Alberto. Técnico: Vinícius Saldanha.

River: Leandro; Rossales, Gustavo, Oscar e Wesley; Amorim, Humberto e Osmar (André Luiz – Caique); Tety, Rodrigo Tiuí (Negueba) e Viola. Técnico: Waldemar Lemos.

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Um freguês gentil que nos dá a liderança

Em noite de clássico em Maceió, as equipes que estrearam de forma diferente e o jogo de hoje valia a liderança no grupo. A equipe do Regatas, mandante do jogo, teve sua torcida bem presente na arquibancada. O Marujo também teve o apoio de sua torcida na arquibancada, mas claro que em menor número.

Estatísticas:

Sexto confronto entre as duas equipes na Copa do Nordeste. Primeiro confronto foi realizado em 1999, empate por 0 a 0 entre as duas equipes. Foram quatro empates e uma vitória do CSA antes deste confronto.

Ficha técnica:

CRB: Juliano; Marcos, Boaventura, Gabriel e Diego; Adriano, Yuri, Danilo Pires, Sérgio Mota e Maílson; Neto Baiano.

CSA: Jeferson; Denilson, Leandro Souza, Thales e Rayro; Panda, Everton Heleno, Didira, Cleyton e Alex Henrique; Daniel Cruz

Primeiro tempo

Começando de forma mais ofensiva, tendo mais posse de bola, o CRB conseguiu com Maílson dois escanteios pela esquerda. No segundo escanteio aos 8', Diego cobrou, Gabriel cabeceou e a bola sobrou em Danilo Pires impedido sozinho para finalizar e marcar o primeiro gol da partida. CRB 1 a 0 CSA. A equipe maruja com 13' já colecionava dois cartões amarelos. Didira e Leandro Souza receberam cartão.

Mesmo com o placar ao seu favor, o Galo conseguia se comportar melhor em campo, controlando a bola e tentava ampliar o placar. Já o Azulão errava muitos passes e não conseguia passar do meio de campo. Didira e outros meias de criação do CSA não conseguiam executar jogadas e muito menos criar. Eram finalizações sem perigo para o goleiro Juliano, que até os 30' minutos só havia feito uma defesa em falta de Everton Heleno. Boaventura estava bastante seguro na marcação e nos desarmes sobre os jogadores do CSA.

Confusão após o primeiro gol do CRB. Foto: Denison Roma
Aos 35' Leandro Souza do Azulão até marcou gol, mas estava impedido e cometido falta no zagueiro Gabriel, do CRB. Nos últimos quinze minutos de primeiro tempo, a equipe Maruja até pressionou, finalizações bastante perigosas, mas Juliano não precisava fazer muito esforço para evitar. E aos 39' o Galo conseguiu ampliar com Sérgio Mota. Ele aplicou chapéu no defensor do CSA na entrada da área, tocou para Maílson, o jogador foi ao fundo, cruzou e a bola encontrou os pés de Sérgio Mota que ampliou o placar. CRB 2 a 0 CSA.

Num belo contra-ataque do CRB aos 41', Maílson foi fominha na hora da finalização, Jeferson fez belíssima defesa e evitou o terceiro gol do Galo no primeiro tempo. Novamente aos 46' minutos, Leandro Souza fez mais um gol, e outra vez muito impedido. Sem mais perigo, o primeiro tempo teve fim aos 47'.

Segundo tempo

Clayton, jogador de destaque do CSA em 2016 deixou o campo no intervalo, dando lugar ao jogador Thiago Potiguar. Começo de segundo tempo bastante perigoso com faltas e pressão do CSA no ataque, tentando ampliar e empatar a partida. Era chutão, passe curto, passe errado e faltas sem necessidade alguma por parte dos dois lados. Aos 13' Marcos Antônio entrou no lugar de Everton Heleno, bastante apagado em campo.

Em contra-ataque aos 14', Thiago Potiguar em velocidade passou por Juliano que de forma infantil saiu do gol, passou pelo defensor e tocou para Alex Henrique diminuir o placar. CRB 2 a 1 CSA. Houve uma melhora após o gol, torcida e jogadores já começavam a se ajudar. Didira começou a aparecer mais para o jogo e Thiago Potiguar colocou fogo no jogo pelo lado direito. Aos 20' Sérgio Mota deu lugar ao meia Clebinho.

As equipes, por um determinado tempo, deixaram de finalizar em série, sendo assim trocando passes longe do gol e sem perigo para os dois goleiros. Danilo Pires, autor do primeiro gol do CRB na partida saiu aos 29' para a entrada de João Paulo Penha. Este que no ano passado defendeu a camisa do CSA no campeonato estadual e até marcou gol contra o Galo em clássico. No minuto 37, Yuri saiu aplaudido para a entrada de Jorginho.

Depois de um jogo bastante fechado e complicado no segundo tempo, o árbitro ainda deu mais quatro minutos de acréscimo. Sem muito perigo, toques de bola entre as defesas e chutão para chegar ao ataque. Neto Baiano se esforçou muito para tentar marcar seu gol, mas não conseguiu. Diego aos 47' ainda cobrou falta alta e com curva espetacular carimbou a trave. Foi se encaminhando para um fim de jogo totalmente sem brilho e o CRB segurando a vitória e conquistando os três pontos e a liderança.

Próximo compromisso

O Galo agora terá de fazer sua estreia pela Copa do Brasil no Piauí contra a equipe do Altos. O jogo será no Estádio Lindolfo Monteiro na capital do estado em Teresina. E após isso terá de viajar para o Rio Grande do Norte, onde irá jogar no Estádio Frasqueirão contra a equipe do ABC, no sábado, às 19h30.

Deus no céu e Ábila na terra

Fala nação azul. Em mais um dia acompanhando nosso Cruzeiro querido em sua trajetória pelo Campeonato Mineiro, estamos conseguindo observar várias mudanças positivas. Até mesmo neste jogo entre Cruzeiro e Tricordiano, que apesar de meio apático, foi possível ver como o atual time reserva da Raposa atuaria.

Uma pequena observação, Wanchópe não deveria nem estar brigando por uma vaga na titularidade e finalmente conseguimos achar alguém na altura do capitão Henrique. Falo de Hudson, que vem fazendo boas partidas.

@Cruzeiro
Confesso que a partida foi difícil de ver. Faltou emoção e parecia que criar jogadas, que resultassem em gol, não era a finalidade do Cruzeiro. É visível que a equipe que participou hoje ainda precisa se entrosar. É apenas o início da temporada, mas a parte boa é que grupo reserva é superior, se comparado com os outros anos.

O placar de 2x1 foi reconfortante, pensando em como foi o confronto. Para não perder o costume, as poucas vezes que chegamos ao gol do Tricordiano, errávamos e assim que abrimos o placar, o time se conformou com a situação. O problema de jogar de "qualquer maneira" é que levamos um gol por bobagem, por sorte conseguimos a virada.

Sobre o jogo, o primeiro e segundo tempo ficaram marcados pela preguiça dos jogadores, típico de alguns jogos nos estaduais. Apesar da superioridade do Cruzeiro, o primeiro gol só foi acontecer apenas aos 19’ da etapa inicial, e tinha que ser dos pés dele, o monstro Ábila.

Porque cometer falhas inexplicáveis é normal no futebol, e é isso que define o gol do Tricordiano: Inexplicável. A falha que os jogadores cruzeirenses cometeram é indiscutível.

Ainda bem que em nosso time está o Ábila, que não se importa em fazer gol bonito ou feio, para ele o objetivo é balançar as redes. Esse é o diferencial, sua característica não é habilidade, é ser prático. Ele foi o responsável, pelo segundo tento celeste. Graças a ele, que não desistiu da jogada, somamos mais três pontos.

O próximo jogo do Maior de Minas, é na quinta-feira, em competição valida pela Primeira liga, o adversário da vez é a Chapecoense.

Paula Fernandes / @Paulinha_CEC

A semana mais frustrante da temporada

Como dito no texto anterior "Por que o Arsenal nos faz sofrer tanto?"; Apoiamos um clube que — ao menos nos últimos anos — tem judiado do emocional de seus torcedores. Antes, tínhamos a questão da falta de uma equipe competitiva que por consequência resultava em seguidos fracassos na briga pelo título da liga. Hoje, a história é diferente.

Felizmente temos um elenco forte, com ótimas opções em todos os setores; A comparação deste atual elenco com o de anos anteriores é até divertida de se fazer, visto que não há jogadores que possuem pouca técnica ou quase nenhuma no plantel atual — Sanogo nem joga.

O problema é outro, o famigerado termo pipocar nunca se fez tão presente no Arsenal como hoje. As duras críticas à Arsène Wenger talvez sejam justas em alguns aspectos, mas ele não é o único culpado neste atual momento.

Com ele distante, as coisas podem ser ainda piores (Foto: Mirror). 
Neste sábado, fomos visitar o Chelsea em Stamford Bridge, partida válida pela 24ª rodada da Premier League. Somente a vitória seria bem-vinda — ela não veio — ao contrário, sucumbimos para o atual líder da competição, num cenário que já era o esperado.
    
Até começamos bem a partida, pressionando as linhas defensivas do adversário e criando adversidades na saída de jogo deles, através desta pressão, tivemos inclusive uma boa oportunidade com Iwobi logo nos primeiros minutos. Porém, em um ERRO ABSURDO da arbitragem, Marcos Alonso abriu o placar de cabeça, após ter dado uma cotovelada muito clara no Bellerin; O choque foi tão forte que o espanhol teve que ser substituído às pressas após ter sofrido uma concussão — 1-0 Chelsea.

Aguentamos a pressão dos mandantes todo o primeiro tempo, após os 30' até voltamos ao jogo, criamos boas oportunidades, mas pecamos na hora de finalizar — Gabriel e Özil pararam em Cortouis.

Na etapa complementar, pouco fizemos, vimos Eden Hazard expor nossa defesa ao ridículo, sem tirar os méritos da grande jogada do atacante, mas é inadmissível que o jogador adversário pegue a bola no meio-campo, drible uns quatro defensores e faça o gol. Àquela altura, o jogo já estava ganho pelo Chelsea, mas o pior ainda estava por vir; Cesc Fàbregas entrou no lugar do próprio Hazard e após uma lambança inaceitável do ex-blue, Cech, o ex-Gunner, Fàbregas, encobriu nosso arqueiro. A lei do ex nos reservou um terrível castigo; Até descontamos no fim do jogo com Giroud, que havia entrado no segundo tempo — o francês marcou seu primeiro gol contra o Chelsea.

No geral, nosso jogo foi frustrante mais uma vez, nossa defesa não foi capaz de parar o ataque adversário pelo segundo jogo seguido num intervalo de quatro dias. Nosso ataque, em especial neste jogo contra o Chelsea, pouco produziu, até nossos principais jogadores sumiram, Alexis e Özil foram completamente anulados.

Quando nem nossos craques aparecem pro jogo, vencer fica ainda mais difícil (Foto: Mirror).
Agora, não adianta lamentar mais, precisamos seguir em frente, é o momento para darmos oportunidades a quem merece — me refiro a Lucas Perez — e elevarmos nosso astral, temos jogos importantes ainda na temporada, há outras competições, somos capazes de reagir e é nisso que devemos acreditar.

Por: Thalles Monari // Twitter: @_thallesmonari

Sada Cruzeiro está 100% na Superliga

Foto: Divulgação/Sada Cruzeiro
No último sábado, o Sada Cruzeiro recebeu o Copel Telecom-Maringa-PR no Ginásio do Riacho, em Contagem. Os donos da casa dominaram a partida e venceram por 3 sets a 0 com parciais de parciais de 25/17, 25/23 e 25/19.

Vencer o Sada Cruzeiro já se tornou o grande desafio da Superliga, com 15 rodadas já disputadas, os mineiros não perderam nenhuma partida na competição e estão sobrando na liderança da Superliga.

Já no primeiro set, o Cruzeiro já mostrou que dominaria a partida, com saques e bloqueios muito bem feitos, a equipe da Raposa chegou a abrir 20 a 12 e não deu chances para a equipe paranaense e venceu o set por 25 a 17.

O segundo set foi o único em que pareceu que o Sada teria dificuldades, o set estava equilibrado, as equipes disputavam ponto a ponto, mas os donos da casa não vacilaram e com a ajuda de William e Evandro fecharam o set por 25 a 23.

Para não ser diferente, no último set o Sada Cruzeiro mostrou que tem não só um time, mas um elenco com muita potência, Filipe torceu o tornozelo e deixou a partida sendo substituído por Rodriguinho, que entrou muito bem e ajudou a equipe a vencer o terceiro set por 25 a 19.

Com essa vitória, a equipe mineira se isolou na liderança com 44 pontos, 15 vitórias e nenhuma derrota.

Atlético 3x0 Tombense – Um novo começo


Depois da magra vitória sobre o América de Teófilo Otoni e da fatídica partida da última quarta-feira contra nossos rivais, o Galo fez ontem seu primeiro jogo fora de casa pelo campeonato mineiro. A peleja aconteceu na cidade de Muriaé-MG contra a equipe do Tombense, que veio de uma vitória contra o Tupi, em Juiz de Fora.

O Atlético entrou em campo com Giovanni no gol, na defesa Marcos Rocha, Felipe Santana, Gabriel e Fábio Santos, os meias de contenção Rafael Carioca, Yago e Danilo Barcelos (novidade da escalação), o meia de ligação Cazares e no ataque Lucas Pratto e Fred.

Fonte: Portal Superesportes























Para quem gosta de números, 4-3-1-2 com um losango desenhado no meio campo, o que corresponde exatamente ao que o técnico Roger Machado falou sexta-feira em entrevista coletiva na Cidade do Galo. Para ele será difícil jogar com três atacantes desguarnecendo o meio campo.

Disse mais o comandante alvinegro, nas palavras dele: “na frente da trinca de marcadores é preciso um jogador que faça o enganche com os dois jogadores do ataque”. Foi exatamente o que aconteceu hoje. Rafael Carioca, Yago e Danilo Barcelos formaram a tal trinca, e a Cazeres coube à função de fazer a ligação entre a defesa e o ataque, alimentando Pratto e Fred, com o argentino tendo mais liberdade para se movimentar.

Amigo, temos um esquema tático, que em muitos aspectos tem que evoluir, mas é um começo. Foi uma boa tentativa do técnico Roger em dar certo equilíbrio a equipe. E talvez até tenha sido um ensaio à entrada de Elias, formando essa trinca de apoiadores, seja no lugar de Yago ou no lugar de Danilo.

Fonte: Portal Superesportes
Contra o Tombense o esquema funcionou muito bem, o Atlético abriu o placar logo aos 4 minutos do primeiro tempo. Após cobrança de escanteio, Felipe Santana chutou para o gol, o goleiro rebateu e a bola sobrou para o estreante Danilo Barcelos que mandou para a rede adversária. Que estrela do garoto, gol na estreia.   O Atlético fez o segundo gol aos 45 minutos da primeira etapa, Gabriel foi lançado e recebeu sozinho na área, tocou para o meio e Danilo Barcelos chutou para marcar novamente.

O 2x0 na primeira etapa poderia sugerir um domínio absoluto do Atlético, não foi bem assim, o Tombense chegou a ter 63% de posse de bola contra 37% do Galo, segundo dados da ESPN, e marcou um gol (mal anulado) que seria o empate. O atacante Daniel Amorim, em posição legal, fez o gol de cabeça, mas o árbitro Ronei Cândido Alves marcou impedimento.

O Tombense tinha uma clara proposta de explorar as falhas da defesa atleticana, por isso foram muitos lançamentos nas costas dos laterais, muitas vezes deram certo e a bola cruzava perigosamente a área do Galo. A defesa ainda precisa de muitos ajustes, pois venhamos e convenhamos, era a Tombense.

No início da segunda etapa, com 1 minuto e 55 segundos, Fred arrumou de tomar um cartão amarelo completamente desnecessário, talvez por isso tenha sido substituído por Otero aos 11 minutos, e o venezuelano aproveitou a oportunidade, minutos após entrar, depois de um primoroso lançamento de Danilo Barcelos com um chute de primeira, de peito de pé, na veia para encobrir o goleiro Darley, uma pintura, um golaço.

Fonte: Globo.com
A partir daí o jogo voltou ao controle alvinegro, e transcorreu morno até o apito final, o Tombense sem forças para reagir e o Atlético mais que satisfeito com o resultado. Três destaques do jogo: O óbvio, Danilo Barcelos, dois gols e uma assistência. Lucas Pratto, o melhor em campo, atacou, ajudou a defesa na marcação com roubadas de bola. É um grande jogador, é o cara mais sem mimimi atuando no futebol brasileiro, ele cumpre a função tática, não reclama, não faz encenação, luta o jogo inteiro. Grande jogador o Lucas Pratto. Aos cornetas de plantão, não há como Pratto ficar de fora desse time, Roger que se vire para achar um lugar onde o argentino se encaixe.Além de uma menção honrosa para Marcos Rocha, que fez incríveis lançamentos, longos, difíceis. Ele muitas vezes falha na marcação, mas não dá para negar que tem recursos técnicos interessantes.

Destaques negativos: Felipe Santana, que mal posicionado deu condições ao atacante Daniel Amorim no gol indevidamente anulado pela arbitragem. É um zagueiro que não passa nenhuma confiança, dificilmente será titular do time. Pela lateral esquerda, Fábio Santos errou muitos passes, não apoiou o ataque e mesmo assim permitiu que vários lançamentos às suas costas. Nesse ponto contou com a boa cobertura de Yago, que saiu contundido aos 30 minutos do primeiro tempo e depois de Ralph, que entrou e não comprometeu.

Para finalizar um breve comentário sobre o esquema tático, como disse acima e o próprio Roger Machado falou nas entrevistas, vamos de 4-3-1-2. Na aritmética tudo bem, os números meus amigos sem certa coerência são apenas números, não são nada sem boa execução. No jogo de sábado, o problema foi a marcação na saída de bola do time adversário. Essa marcação começa a ser feita a partir da linha de meio de campo pelos jogadores de ataque. Fred dá o primeiro combate, com Cazares na sobra e Pratto um pouco mais atrás, o desenho formado pelos três é o de um triangulo.

O problema dessa abordagem é que dá condições ao adversário de trabalhar a bola usando a metade do campo, sem ser incomodado. É muito espaço, e que consequentemente dá condições para o adversário propor o jogo e empurrar o Atlético para o campo de defesa. Contra o Tombense funcionou, mas confrontos mais duros virão, contra Santos, Palmeiras, Grêmio, contra esses times não dá para dar tanta liberdade. Algo que o técnico Roger terá que trabalhar nesse mês antes do início da Libertadores.

Para fins de comparação, na seleção brasileira Tite joga com a chamada marcação alta, ou seja, os jogadores da seleção brasileira começam a marcação já no goleiro adversário: Se ele está com a bola à marcação chega nele; se passa para o zagueiro, a marcação chega ao zagueiro e os jogadores ficam todos bem próximos uns dos outros, quase todos no campo do adversário, que fica sem opção e dá o famoso chutão pra frente. Assim a posse de bola volta para a seleção brasileira, que vai novamente ao ataque.

Para início de trabalho o 4-3-1-2 funciona para dar estabilidade e consistência defensiva a um time claramente desequilibrado pelo trabalho executado por Marcelo Oliveira em 2016. Mas terá que evoluir muito.

Fonte: Globo.com
Essa evolução pode ser alcançada com o tempo, com treinos, e até com o amadurecimento do nosso comandante. Os jogadores também precisam se conscientizar que a marcação cabe a todos, como disse o próprio Roger Machado: “títulos se ganham pelo ataque, mas se constroem pela defesa”.

Por: Carlos Eduardo Oliveira, @Mhfernandes89  e Equipe Vingadores LF

O "Crystal" se quebrou?

Selhurst Park não tem sido um alçapão na temporada. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
Já não tenho perspectivas agradáveis sobre a permanência do Crystal Palace na Premier League em 2017/2018. Não é de hoje que Croydon acompanha apreensiva a situação precária da temporada. Com a vitória na rodada anterior, as esperanças foram reanimadas, porém quatro dias depois fomos trazidos de volta à dura e fria realidade do Palace. O "Crystal" está aos poucos se quebrando e tendo os cacos definhados pelo tempo.

Após um importante sucesso diante do Bournemouth fora de casa, enfrentaríamos o penúltimo colocado Sunderland em Selhurst Park. A sorte estava lançada, possibilidade de ouro para conseguir enfileirar uma sequência de duas vitórias e sair da zona de rebaixamento, a torcida fez sua parte como sempre, 25.310 Águias compareceram e receberam em êxtase os jogadores.

Em sete jogos por Premier League anteriores ao confronto de sábado (04), foram três vitórias para o Palace, duas vitórias para o Sunderland e outros dois empates. O Palace que entrou em campo contou com: Hennessey, Ward, Dann (Saiu lesionado no final da partida), Delaney (Townsend), Tomkins e Van Aanholt, Zaha, McArthur (Remy), Cabaye (Ledley), Puncheon e Benteke.

As Águias começaram em cima dos rivais, pressionando nos primeiros minutos, mas rapidamente o Sunderland equilibrou e chegou ao seu gol logo aos 9 minutos com Koné. O gol não pareceu ter abalado à confiança do Palace que vinha de vitória valiosa, a pressão continuou, porém sempre parando na defesa do adversário ou na própria falta de pontaria. Aos 27 minutos Cabaye saiu lesionado obrigando Big Sam a fazer a primeira alteração.

O jogo continuava assim, até o final esmagador da primeira etapa. Entre os 43 e os 48 minutos, o Sunderland marcou três gols de forma relâmpago, basicamente definindo o resultado na saída para o intervalo, 0-4 Sunderland.

Na volta para a segunda etapa, Allardyce tirou Delaney, um dos defensores da linha com cinco jogadores para a entrada de Townsend jogar mais avançado. O Sunderland com a vantagem do resultado, apenas esperou o Palace tomar a iniciativa, até que a iniciativa veio, foram 15 finalizações só no segundo tempo, mas nenhum conseguiu vencer a parede defensiva do Sunderland. Faltando dez minutos, o Palace ainda passou a ter que jogar o restante da partida com um jogador a menos, devido a uma lesão de Dann no momento em que já haviam sido feitas todas as alterações.

O Palace novamente não conseguiu concretizar as oportunidades em gols e foi castigado com um final de primeiro tempo avassalador dos visitantes. As Águias tiveram mais de 60% de posse de bola (o que nem sempre significa domínio) além do dobro de finalizações (21 contra 10 do Sunderland). A curiosidade do encontro, é que agora o Sunderland atingiu três vitórias frente ao Crystal Palace por Premier League e todas em Selhurst Park. O Caldeirão do sul de Londres não tem funcionado a nosso favor esta temporada.

Big Sam ainda não se pagou no comando da equipe. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
Após um belo refresco com a vitória do meio de semana, a realidade retornou à Selhurst Park, dura e fria na forma de um sonoro 0-4. Na tabela de classificação do campeonato completadas 24 partidas, o Palace conquistou 19 pontos (5V - 4E - 15D), apenas um terço de vitórias em relação ao número de derrotas, boa parte delas jogando em casa. Caímos para o 19º e de quebra igualamos em número de pontos com o próprio Sunderland. De animador apenas o fato de os rivais diretos em sua maioria também terem tropeçado pelo caminho.

Próxima partida do Crystal Palace pela Premier League:
11 de Fevereiro - 15h (hora Brasília) - bet365 Stadium.
Stoke x Crystal Palace.

Por: @carlosjr92educa
Carlos Alberto de Sousa Júnior - Colunista do Crystal Palace.
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