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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Em busca da vitória

Joinville Esporte Clube - Site
Nessa quarta-feira o JEC enfrenta o Metropolitano em busca de sua primeira vitória no ano. Com apenas dois períodos de treinamento desde a partida contra o Criciúma, Fabinho Santos não confirmou seu time titular. Mesmo com o começo irregular de estadual ele é tratado como prioridade, perante ao embate da Primeira Liga, para o comandante tricolor.

"O que pensamos em fazer é olhando o jogo do Metropolitano. É um adversário muito difícil e que vai vir tentar causar problemas. O que vamos fazer é pensando no Metropolitano. Só nele" - Disse Fabinho Santos.

Buscando o Resultado

Como Fabinho Santos o torcedor também espera a vitória. Com quatro jogos até aqui e nenhuma vitória, está chegando a hora de ganhar, independente do bom futebol apresentado, os três pontos só virão com a bola dentro da caixinha. É pelo resultado positivo que Fabinho Santos deve manter a base que jogou o clássico do final de semana nesse jogo para dar consistência ao time, mesmo que caibam mudanças, como a pedidos da torcida Aldair no time principal.

Os Relacionados

Goleiros: Jonathan e Matheus;
Laterais: Caíque, Fernandinho e Alex Ruan;
Zagueiros: Henrique Mattos, Max e Igor;
Volantes: Roberto, Renan Teixeira e Luís Menezes;
Meias: Lúcio Flávio e Aldair;
Pontas: Fabinho Alves, Juninho, Breno e Gustavo Xuxa;
Atacantes: Ciro e Marlyson.

Preço dos Ingressos

Arquibancada descoberta: R$ 40 (meia R$ 20)
Arquibancada descoberta c/ camisa do JEC: R$ 30 (sem meia-entrada)
Cadeira Nível 1: R$ 60 (meia R$ 30)
Cadeira Nível 2: R$ 80 (meia R$ 40)
Torcida visitante: R$ 40 (meia R$ 20)
Menores de 12 anos: R$ 10

Ficha Técnica

Jogo acontece as 21h45, na Arena Joinville;
Provável Joinville: Jhonatan; Caíque, Henrique Mattos, Max e Fernandinho; Roberto, Renan Teixeira; Fabinho Alves, Lúcio Flávio e Alex Ruan; Ciro
Provável Metropolitano: Ricardo Vilar; Maranhão, Maurício, Élton e Juninho; Valkenedy, Elber, Thiago Cristian e Mazinho; Jean Moser e Sabiá;
Arbitragem: Edson da Silva apita, Diego Leonel Félix e Eli Alves Sviderski bandeiram.

Tigrão tropeça e vê rival encostar na liderança

Na última segunda-feira (6), o Vila Nova ficou no empate sem gols com o Goianésia. Enganou-se quem pensou que foi um jogo de dar sono, foi uma partida bem movimentada com boas chances dos dois lados. Pelo lado do colorado, mesmo com dificuldades para furar a barreira adversária, Moisés e Wallyson levaram perigo ao gol de Luan. O Goianésia ameaçava mais, Paulo Renê perdeu a chance de sair com a vitória do Serra Dourada. Com o empate o Tigrão retorna a liderança do Grupo A com sete pontos, um gol a mais que o segundo colocado Goiás também com sete pontos.

O empate pode servir para reparar os erros do time colorado. Ainda falta aquele cabeça de área de referência e um meia armador, Wallyson precisou buscar bola no meio e ir ao ataque. Não rendeu tanto como nos últimos jogos, mas foi dele a melhor oportunidade do Tigre na partida. Moisés ainda ficou devendo, se quiser ser titular vai ter que mostrar potencial. Novamente o destaque da partida foi a dupla de zaga, Wesley Matos e Brunão. O garoto vem fazendo seu papel muito bem, sem nenhum medo é super confiante nas divididas de bolas. Agora o Wesley Matos de início também cumpre bem seu papel, segue 100% é ainda não tomou gol. Pelo visto fez das críticas uma motivação.

Vila Nova e Goianésia empatam em 0x0 no Serra Dourada. Foto: Reprodução / Globo Esporte - GO.
A única reclamação do primeiro tempo foi o pênalti não marcado no atacante Wallyson. A partida mesmo ficou boa na etapa final, o Vila partiu para cima e por pouco não abriu o placar com Hiroshi ao bater escanteio fechado o meia por pouco não marca um golaço. O Goianésia não deixou por isso mesmo é também foi para cima. A resposta do Azulão veio com Michael, que chegou a abrir o placar, mas o árbitro já havia marcado impedimento.

O Tigrão levou perigo com Marcos Serrato e Wallyson. No chute do atacante ele tinha o gol para ele, era cobrir o goleiro e correr para o abraço. Ele jogou para fora perdendo uma boa oportunidade. Maguinho ainda desperdiçou a chance de matar a partida, que acabou resultando em um contra-ataque para os visitantes, Paulo Renê não viu Nonato chegando livre e bateu direto.

Foto: Reprodução / Diário de Goiás. 
Mazola elogiou a postura do time, mas prega cautela e pediu mais um atacante de área para reforçar a posição. O ideal seria um camisa 9 de referência. Atualmente no elenco o treinador conta apenas com Vandinho, segundo Mazola o atacante não seria bem o jogador que ele espera para a posição. Pode ser que o atacante Patrick em fase final de recuperação seja esse homem que o Mazola pede. Isso mesmo o Patrick aquele mesmo atacante contestado de 28 anos com apenas oito gols em toda carreira que veio do Remo. Caso contrário, a diretoria precisa correr atrás desse jogador o quanto antes.

No último mês houve uma negociação com o atacante uruguaio naturalizado na Armênia, Mauro Gevgozián, ele teria ficado bem próximo de um acerto com o Tigre, mas por exigências do empresário acabou não dando certo. Pelas referências do atacante ele se encaixaria perfeitamente no contexto de jogador que o Mazola citou.

Líder do Grupo A, o próximo compromisso do Vila Nova é nesta quinta-feira (9), em jogo válido pela 4ª rodada do Campeonato Goiano, onde visita a equipe da Aparecidense, no Aníbal Batista de Toledo, em Aparecida de Goiânia às 20h30min.

Só ares bons no FC Porto

O FC Porto venceu o Clássico contra o Sporting, por 2x1, pela 20ª rodada da Liga NOS, com dois gols do atacante Soares. O brasileiro fez sua estreia com a camisa do Dragão e brilhou logo no primeiro tempo. No fim, Iker Casillas garantiu os três pontos com uma defesa sensacional. Com a vitória, os tripeiros seguem na caça ao líder e continua a um ponto do Benfica. A equipe azul e branca segue com a invencibilidade de 17 partidas na liga. Na próxima rodada, os portistas vão a Guimarães enfrentar o Vitória.

Soares comemora um dos gols em que marcou na sua estreia pelo FC Porto [Fonte: Site oficial do FC Porto]
Logo no primeiro lance de ataque do jogo, aos cinco minutos, Casillas fez uma ótima reposição para Jesus Corona que deixou o Zeegelar tonto e cruzou na cabeça de Soares, o estreante livre, abriu o placar no Dragão, 1x0. Aos 27 minutos, Iker fez uma defesa fantástica na cabeçada de Semedo. Com o jogo muito truncado no meio de campo, Brahimi fez a de Danilo roubando a bola e o português fez a do argelino dando um lindo passe para Soares, que ganhou na velocidade da zaga, driblou o goleiro e fez o segundo dele no jogo, 2x0 para os tripeiros.

Na segunda parte, o Sporting perdendo por 2x0 tentou partir para cima do Porto, mas os Dragões pareciam seguros. Os leões assustava, quando Casillas não defendia, a trave salvava. Até que aos 60 minutos, Alan Ruiz encheu o pé de fora da área e diminuiu o placar, 2x1. No gol dos visitantes, Apesar do chute ter sido forte, ele foi no canto, mas um pouco para o meio do gol, Iker chegou a tocar na bola, e por isso, foi criticado por não ter feito a defesa.

O Sporting continuava insistindo, sempre alçando a bola dentro da área do Porto. Aos 81’, Coates cabeceou e o goleiro portista fez uma excelente defesa. O jogo aéreo foi insistido pelos visitantes e aos 92’, Coates tentou mais uma vez, mas Iker Casillas fez uma defesa excepcional e salvou o Porto do empate. Muitos portistas viam naquele momento a imagem do último clássico no Dragão contra o Benfica, onde os encarnados empataram o jogo numa cabeçada, após o escanteio. A defesa do goleiro espanhol foi tão fora do normal que circula na internet do mundo todo o que o camisa um do Porto fez.

Copa Africana das Nações 2017: o equilíbrio que fez a tradição prevalecer

Jogadores camaroneses comemoram a conquista (Foto: Aljazeera)
No fim de semana, encerrou-se mais uma Copa Africana de Nações (CAN), esta que foi a 31ª edição do principal torneio de seleções do continente. Em 2017, a competição aconteceu no Gabão, contou com 16 seleções e a grande novidade foi a seleção de Zimbabwe, que não havia disputado nenhuma vez na história. Em contrapartida, a seleção nigeriana foi uma ausência marcante, uma vez que é uma das principais forças do continente historicamente - não conseguiu confirmar a vaga.

Entre as atuais favoritas, estavam Argélia, Costa do Marfim, Marrocos e Senegal, sendo a seleção marfinense iniciou a competição como atual campeã. Contudo, a seleção de Camarões foi quem sagrou-se campeão do torneio, após bater a seleção do Egito na decisão, por 2 a 1. Confira os principais destaques do torneio:

Primeira fase


Desde a fase de grupos, a competição já havia sido um tanto quanto atípica: algumas das principais seleções do continente apresentaram um futebol muito aquém das expectativas e times pouco badalados vem demonstrando força na competição. Diferentemente das últimas edições do torneio, jogadores de menos reconhecimento internacional foram os destaques desta primeira fase, enquanto nomes como Aubameyang, Mahrez Wilfried Zaha não conseguiram ser protagonistas nas suas respectivas seleções.

  • Grupo A: 
(Foto: Le Africain)
Tivemos uma das mais acirradas disputas pelas vagas as quartas-de-final. Gabão e Camarões, eram francos favoritos. Porém, Burkina Fasso, liderada pelo bom atacante do Ajax, Bertrand Traoré, se classificou como líder da chave, com cinco pontos, empatada com os camaroneses. O grande dissabor foi a Seleção Gabonesa, que em teoria era a segunda força do grupo, saiu da competição sem fazer muito. O ponto curioso, é que os gaboneses foram eliminados de forma invicta, somando três empates nos três jogos. Foi uma das grandes decepções da competição.


  • Grupo B:



(Foto: Le Africain)
Senegal fez uma campanha impecável. Mesmo com sete pontos, apenas um a frente da Tunísia, Sadio Mané e cia não deram chances aos adversários. A própria Tunísia, foi a surpresa dessa chave, conseguiram boas vitórias, especialmente nos confrontos diretos, onde praticamente selaram a classificação ao mata-mata. Os mesmos argelinos, sem dúvidas foram a grande decepção dessa fase de grupos. Considerados por muitos o melhor time do continente, a seleção que possui bons nomes, como Brahimi e Mahrez, teve o seu fracasso marcado pela irregularidade. O empate diante de Zimbábue e a derrota inesperada contra os tunisianos, custaram caro.




  • Grupo C:



  • (Foto: L'Equipe)


    O grupo com mais seleções com capacidade de levar o caneco: RD Congo, Marrocos e Costa do Marfim (atual campeã) protagonizaram uma das chaves mais equilibradas. Os atuais campeões eram favoritos, porém isso não saiu do papel. Congo surpreendeu e passou com sete pontos, um à frente de Marrocos e cinco da Costa do Marfim. Diferença que não condiz com a desigualdade entre as seleções. Os principais e experientes jogadores marfinenses, não assumiram as responsabilidades que tinham, algo que culminou em sua eliminação.




  • Grupo D:



  • (Foto: L'Equipe)

    Mohamed Salah, Ramadan Sobhi 
    e cia não deram chances ao azar e confirmaram o favoritismo do Egito sobre Mali. O ponta da Roma liderou sua seleção na fase de grupos, que apresentou um ótimo futebol. Os ganeses também fizeram seu papel, classificação sem brilhantismo e sustos. Fato é que Mali poderia apresentar algo melhor, a irregularidade e as lesões atrapalharam muito. Vale lembrar que Adama Traoré, meia do Mônaco, se lesionou em sua segunda partida na competição.


    Mata-mata


    As fases decisivas da Copa Africana foram marcadas pelo equilíbrio. Os famigerados favoritos, não fizeram jus a isso dentro de campo: Na partida que abriu as quartas de final do torneio, Burkina Fasso venceu a Tunísia de forma categórica, por 2-0. Outra partida surpreendente, foi a vitória do Egito, dominou Marrocos durante os noventa minutos, mesmo vencendo apenas por 1-0. Essas duas seleções citadas foram os grandes dissabores da fase mata-mata, enquanto Camarões e Gana confirmaram seu melhor momento diante de Senegal e RD Congo, respectivamente.


    No confronto das duas zebras, o Egito derrotou a seleção de Burkina Fasso nos pênaltis, contando com a estrela do veterano goleiro de 42 anos, El Hadary. Algo curioso nas penalidades, foi que o goleiro de Burkina, Koffi, defendeu dois pênaltis e ao errar a última cobrança, caiu aos prantos. O outro confronto da semifinal sem dúvidas era o mais aguardado: Camarões enfrentava Gana, um duelo de rivais históricos. Na partida, a tradição dos camaroneses prevaleceu. O jogo foi muito estudado por ambas equipes, porém, Moukandjo liderou Camarões, que venceu por 2-0.


    Com isso, uma das finais mais alternativas de Copa Africana das Nações aconteceria: O bom momento egípcio media forças com a tradição de Camarões. A final foi marcada pela grande imposição física feita pelas duas seleções. Contando com o talento de Mohamed Salah, Elneny abriu o placar na final em um magnifico gol. O Egito se manteve superior na segunda etapa, mas as entradas de Nkoulou e Aboubakar mudaram o panorama da partida a favor de Camarões. Nos minutos finais, os dois marcaram e sacramentaram a vitória heroica da seleção camaronesa, que voltou a ser o 'rei' da África após muito tempo.



    Destaques individuais


    Muito por conta do equilíbrio, os artilheiros da Copa Africana tiveram uma média baixa de gols. O principal goleador da competição, foi o atacante Junior Kabananga, da RD Congo, que marcou 3 vezes no total. Em seguida, temos o argelino Islam Slimani, atacante do Leicester City, que fez dois gols. Nas assistências, os irmãos togoleses Floyd Ayité e Floyd Ama Ayité lidereram no quesito, com dois passes para gol.



    ANÁLISE


    Os estádios vazios foram o principal ponto negativo nessa edição da Copa Africana das Nações. Isso é reflexo da crise vivida na cede do torneio, o Gabão. Diferentemente do que aconteceu em outras oportunidades, os ingressos foram vendidos por um preço elevado, e a Federação Africana muita das vezes, não divulgava o número de pagantes e renda obtida nos jogos. A média de apenas 1,8 mil torcedores por jogo foi algo ridículo para um continente do tamanho do africano. Porém, fato é que a não participação de alguns países populosos influenciou diretamente nisso.


    Time ideal do torneio: 
    El Hadary (Egito); Elmohamady (Egito), Koulibaly (Senegal), Fai (Camarões) e Steeve Yago (Burkina Fasso); Gueye (Senegal), Sliti (Tunísia), Mbemba (RD Congo); Bertrand Traoré (Burkina Fasso), Mohamed Salah (Egito) e Christian Bassogog (Camarões).

    Menções honrosas: Diallo (Senegal), Mahrez (Argélia), Fayçal Fajr (Marrocos), Youssef En-Nesyri (Marrocos), Serey Dié (Costa do Marfim), Kahraba (Egito), Moussa Sow (Senegal) e Kanabanga (RD Congo). 



    (Foto: L'Equipe)


    Melhor jogador: Mohamed Salah (Egito).


    REVELAÇÃO


    A grande sensação jovem dessa CAN, com certeza foi o ótimo atacante marroquino Youssef En-Nesyri. O atleta que pertence ao Málaga, de apenas 18 anos, foi extremamente decisivo para sua seleção na fase de grupos. Dois gols e uma assistência em 186 minutos jogados. Grande desempenho. Alguns times do velho continente já demonstraram interesse no atacante, que também é titular no seu clube.



    (Foto: L'EQUIPE)




    Agora as seleções africanas voltam suas atenções as eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018. O bom futebol apresentado por Camarões serviu de motivação para os mesmos, já que nas eliminatórias, em dois jogos, conseguiram apenas dois pontos, quatro atrás da Nigéria, que possui 6 pontos e 100% de aproveitamento.

    Metrusque 39 é verde

    O maior clássico entre os pequenos de Santa Catarina teve seu 39º capítulo nesse domingo (05/02). Com apenas uma vitória de vantagem no confronto, o Brusque ostentava três jogos de invencibilidade e pouco mais de três anos sem perder para o arquirrival. A última vitória blumenauense foi em 2013, em confronto válido pela Copa Santa Catarina.

    As duas equipes viram no clássico a chance de se recuperarem dos péssimos resultados da rodada passada. O Metrô, que perdeu por 2x1 para o Avaí no meio da semana, vinha pressionado em busca da 1ª vitória no estadual. O Brusque tinha que deixar para trás o atropelo que levou do Criciúma em casa, por 4x0. Para o jogo, o técnico César Paulista mudou o esquema do Metrô, deixando o time mais ofensivo. Tirou o volante Max Carrasco para colocar o meia-atacante Mazinho.

    Metrô preparado para enfrentar o Brusque (Foto: Assessoria Metropolitano)
    Logo no começo do jogo, as equipes demonstraram que iam em busca da vitória. Os doislados perderam boas chances de abrir o placar. Mas não demorou muito pro lance crucial da partida acontecer. Aos 8 minutos, o zagueiro improvisado na lateral Alexandre Carvalho acertou uma cotovelada no rosto do atacante do Metrô, Sabiá, e foi expulso de forma direta pelo árbitro Célio Amorim. Com um a mais, e embalado pelo incentivo da torcida, o Metrô partia pra cima do Brusque. Uma sequência de bons lances, mas nenhum aproveitado, quase fez o verdão abrir o placar. Preocupado com a pressão que a equipe vinha sofrendo, Ovelha tirou o atacante Jonatas para a entrada do meia Boquita, para tentar equilibrar as ações no meio de campo. Já no lado do verdão, o técnico César Paulista, com receio que o árbitro pudesse compensar a expulsão, e vendo que o time tava dominando, sacou o amarelado Élber para colocar mais um atacante: Charles. Mas mesmo com toda a pressão do Metrô, o Brusque que pouco levou perigo, conseguiu segurar o 0x0 até o intervalo.
    Uma das chances perdidas pelo Metrô no 1º tempo. Mesmo com 2 companheiros livres, Thiago Cristian(Ao fundo, de branco) não passou a bola e perdeu o gol. Foto: Reprodução Youtube

    No 2º tempo, o time da casa foi com tudo pra buscar a vitória. E de tanto tentar, enfim conseguiu marcar. Aos 9 minutos, em belo lançamento do zagueiro Élton, o jovem atacante Jean Moser cabeceou para abrir o placar para o Metropolitano. Na frente no placar, o Metrô tirou o pé do acelerador, e começou a controlar o resultado. O Brusque, que só levava perigo na bola parada, quase marcou em duas oportunidades. Melhor na partida, o Metrô conseguiu ampliar o marcador com Paulo Victor, que havia acabado de entrar. Em sua 1ª participação, o atacante deu um grande chute de fora da área, para marcar um golaço. A bola ainda bateu na trave antes de entrar. Final de jogo, 2x0 Metropolitano, e o Metrusque voltou ao empate: 15 vitórias para cada lado.

    Comemoração do 1º gol do jogo. Jean Moser abriu o placar. Foto: Reprodução Youtube
    O que importa é óbvio são os três pontos. Nada é mais importante que isso. Ainda mais quando se trata de um clássico. Mas, quem foi ao SESI, percebeu que o time ainda tá longe do ideal. Evoluiu um pouco sim, em relação aos dois primeiros jogos. Foi um time mais solto, mais ofensivo. Mas ainda temos um sério problema no ataque. Chances são criadas, mas está faltando àquele atacante. Aquele atacante que faz o básico, que é empurrar a bola para o gol.

    Contra o Tubarão e o Avaí várias chances foram criadas. Mas foram desperdiçadas por nossos atacantes. Falta de experiência, falta de técnica ou falta de confiança, não sei. Só sei que a ausência do nosso homem gol Trípodi está fazendo falta. E que a diretoria não pense que nossos problemas foram resolvidos por causa da vitória contra o Brusque. Muito da vitória de hoje, foi do fato de jogarmos o jogo inteiro (90%) com um jogador a mais. E ainda assim demoramos 45 minutos pra conseguir colocar a bola na rede.

    Na defesa, a preocupação voltou no goleiro. Após uma partida muito boa e segura contra o Tubarão, Vilar foi muito mal contra o Avaí e hoje não mostrou confiança, quase entregando gol de bandeja em duas oportunidades. Enfim, o que vale é os 3 pontos. Jogando bem, jogando mal, o que importa é os três pontos. E 4ª feira, o compromisso é lá em Joinville, contra o JEC. Tá na hora de vencer novamente lá. E a hora é essa. Que jogue mal. Mas que traga os três pontos.

    VOU COM ELE ATÉ O FIM

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