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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Emoção em dobro: jogo no rádio e gol no final

Se você tiver problema no coração, não ouça jogo no rádio. Ainda mais se for jogo do Paraná. Uma combinação da emoção da narração do locutor de rádio combinado com esse time que nos faz sofrer até quando está ganhando (relembrando aquele 4x0 no CRB que virou um 5x3), nunca vai dar certo.

Quando tenho que ouvir jogo do Paraná na rádio, já fico nervoso. Odeio quando o jogador finaliza e o locutor respira fundo para anunciar se foi fora, trave, gol, defesa, ou seja, lá o que for. A minha sorte é que eu não tenho problema no coração, se não eu já estaria no hospital depois desse jogo.

Paraná conseguiu um empate aos 46 minutos do segundo tempo. | Miguel Pessoa/Estadão Conteúdo
Paraná sofre, mas classifica com gol nos acréscimos (Foto: Miguel Pessoa/Estadão Conteúdo)
Depois de poupar os titulares no Paratiba do domingo passado (05), Paraná entrou com o time considerado titular para a disputa da primeira fase da Copa do Brasil. O que não funcionou no começo do jogo. Entrando em campo com o time recuado, o São Bento pressionou o Tricolor nos minutos iniciais e conseguiu o gol após uma falta cobrada por Itaqui, que mandou a bola no ângulo de Léo, aos 23 minutos.

A partir do gol do time da casa, o Paraná iniciou seus avanços ao ataque. A melhor chance do primeiro tempo veio com Ítalo em um chute cruzado para a defesa de Rodrigo Viana. No final da primeira etapa, o Bentão voltou a ter chance, mas não concluída.

O segundo tempo foi de total domínio Tricolor, que ofereceu muito perigo com Renatinho no primeiro minuto. Logo depois, Wagner Lopes colocou Alex Santana no lugar de Gabriel Dias e um pouco mais tarde, Matheus Carvalho estreou entrando no lugar do apagado Jonas Pessalli. As duas substituições funcionaram e o Paraná começou a atacar cada vez mais.

Um milagre após o outro fazia o goleiro Rodrigo Viana. Airton, Ítalo, Diego Tavares e Renatinho: Todos pararam nas ótimas defesas do goleiro rival. Quando ele não defendia, os jogadores do Paraná erravam o alvo. Foi assim o segundo tempo inteiro. Até que, aos 46 minutos, Guilherme Biteco encontra Diego Tavares e cruza para o gol de Renatinho após o goleiro Rodrigo Viana, que estava pegando tudo, deixar passar pela área: 1x1 e classificação garantida.

O Tricolor esperava o vencedor de Sergipe e Bahia, que jogam quinta-feira da próxima semana. Lembrando que o também será jogo único, mas independente do adversário, o jogo será em Curitiba (decidido por sorteio). Também é válido lembrar que se empatar, o jogo vai para os pênaltis, ao contrário do que acontece na primeira fase.

Se tiver um final feliz sempre, pode fazer a torcida sofrer assim na Série B inteira. PRa cima deles, TRICOLOR!

MELHOR DA PARTIDA

Renatinho, autor do gol heroico que deu a classificação ao Tricolor (Foto: Paraná Clube)
Sem dúvidas, Renatinho foi o melhor da partida. O homem do meio do Paraná, aparecendo em quase todas as jogadas, articulando-as, concluindo para o gol, cruzando, batendo todas as bolas paradas. Quem é Ronaldinho perto de Renatinho?

PRÓXIMO CONFRONTO

A próxima partida do Tricolor é pelo Campeonato Paranaense, contra o J. Malucelli, na Vila Capanema. A partida acontecerá às 17h do próximo domingo. Se ganhar a partida, o Tricolor retoma a liderança do estadual, haja visto que o Jotinha é o líder da competição. 

Existe vida após Pratto?!

Alô alô amigo leitor, sócio-torcedor do Linha de Fundo. Um internauta mais desatento ao ler os versos da gordinha traída mais carismática do Brasil logo abaixo vai perguntar: Que diabos Marília Mendonça tem a ver com futebol, ainda mais com o Galo? Respondo com um nome: Lucas Pratto.

Ê, infiel. Eu quero ver você morar num motel
Estou te expulsando do meu coração  Assuma as consequências dessa traição
Ê, infiel. Agora ela vai fazer o meu papel
Daqui um tempo você vai se acostumar
E aí vai ser a ela a quem vai enganar. Você não vai mudar

Fonte: Hoje em Dia
A bomba do dia estourou de manhã, Lucas Pratto estaria a caminho do São Paulo por uma bagatela que giraria em torno de 10 milhões de Euros (33 milhões de reais). A torcida passional que só ela reagiu nas redes sociais tal qual Marília Mendonça nos seus piores momentos, como se estivesse sendo traída. Menos pessoal, menos. “Maluf prometeu que Pratto não sairia para o futebol Brasileiro”; Daniel Nepumuceno gênio há uma semana por Elias voltou a ser “Nepumusono” e agora corre risco até de impeachment se levar em consideração à ira da Massa. Teve até torcedor prometendo nas redes sociais cancelar o sócio caso a transferência se confirme como deve se confirmar... Ê infiel.

Contudo não estou aqui para engrossar o refrão da cantora, muito menos ser uma corneta a mais. Primeiro porque minha raiz é Rock and Roll, nada contra o sertanejo, os temas do campo sempre proveram à nossa MPB muita coisa boa. E o mais importante, o fato de que o futebol na ótica dos Atletas não deve ser encarado como paixão, torcida não pode se iludir quanto a isso, esse tempo se um dia existiu já passou há décadas. Futebol é negócio, temos que aceitar.

Bota um Pink Floyd na vitrola: 

“Money, it's a crime Share it fairly, but don't take a slice of my pie
Money, so they say Is the root of all evil today
But if you ask for a raise, it's no surprise that they're
Giving none away”

Fonte: http://www.efficienza.com.br/
Passando um pouco este lado sentimental e adentrando ao campo. Vamos ao título dessa breve crônica de meio de semana. Existe vida sem Pratto? Respondo de pronto: Claro que sim caras pálidas! É óbvio que se trata de uma perda técnica gigante, Pratto é titular da seleção Argentina, é um grande centroavante dados tempos de mediocridade da camisa 9. Contudo, também foi provado por A + B que a dupla Fred e Pratto não funcionou, um acaba roubando um pouco o espaço do outro, apesar de Pratto poder jogar sim fora da área, o instinto matador do Argentino às vezes automaticamente o empurra para dentro para situações de finalização. Pratto nunca teve a paciência necessária para roubar uma bola, trabalhar o jogo, não que seja um defeito, é uma qualidade até, mas com um cara igualmente fominha como Fred junto dele não funcionaria, como não funcionou.

Como possíveis soluções, farei duas reflexões: As internas, ou seja, como Roger pode se virar dentro do próprio elenco. E as externas: Algumas sugestões de contratações já que agora o Galo tem dinheiro em caixa para investir.

Se rememorarmos o trabalho de Roger no Grêmio, seu jogo sempre foi baseado em um tridente de meio campistas apoiadores com capacidade tanto ofensiva quanto defensiva, e três jogadores com mais liberdade de criação a frente, seja com centroavante fixo um móvel e um meia, seja com dois atacantes móveis e um meia ou até com três atacantes, um fixo, dois móveis sem a figura do meia. Nesse sentido vejo o meio campo que vai entrar como Joinville próximo do ideal, dadas às peças que temos disponíveis. Elias, Rafael Carioca e Danilo, três jogadores com capacidade de organização e destruição tal qual Wallace, Maicon e Ramiro.

Fonte: Superesportes
Na frente dois caras são intocáveis Fred, o centroavante e Cazares o único meia criativo do elenco. Quem completaria o Tridente: Resposta óbvia – Robinho.  O camisa 7 está machucado, mas entraria fatalmente quando voltasse e muito provavelmente no lugar de Pratto, o Pedalada meus caros é atacante, joga próximo a área e com o tridente por trás não teria tantas obrigações defensivas, podendo assim mostrar seu futebol na plenitude. Uma segunda alternativa dentro do elenco é de um jogador de lado de campo, esse jogador daria mais consistência defensiva dando liberdade ao próprio Cazares, essa figura pode ser muito bem Maicossuel, Luan ou até o Pé de Chumbo Otero. Sem contar Clayton, sim pessoal: Clayton (todo mundo odeia o Clayton!). Essa transferência do argentino pode ser o que o jogador precisava para finalmente jogar em sua posição, que é de segundo atacante! Clayton, assim como Carlos fica completamente desperdiçado jogando como assessor de lateral, uma das atrocidades que os professores que passaram por aqui insistiram em cometer.

Além disso, com 10 milhões de euros na conta para investir o Atlético pode também buscar dois tipos de jogadores: Um segundo atacante, ou até um meia.

O segundo atacante seria a reposição seis por meia dúzia, não acredito que seja o caso visto que temos boas opções no elenco para esse lugar. Mas se o Galo quiser vamos a alguns nomes:

Willian Pottker: O atacante da Ponte não se acertou com o Corinthians, seria uma aposta muito bem recomendada, ratificada por três bons campeonatos brasileiros por equipes menores.

Gustavo Bou: Caso o Galo opte por uma solução portenha, Bou foi um jogador sempre muito bem avaliado, experiência internacional, artilharia da Libertadores e talvez até um preço mais camarada visto que a fase do mesmo não anda muito benta por Avellaneda.

Martin Benitez: Ainda em Avellaneda, mas do lado vermelho (do Independiente), uma das maiores promessas do futebol argentino seria uma excelente aposta para suprir o ataque do alvinegro. Benitez inclusive foi especulado aqui nas duas últimas janelas. Soma-se o fato que o Independiente também se interessa pela venda do jogador.

Nilmar: atacante ex-Inter perdido nas arábias andou sendo especulado pelo lado azul da lagoa da Pampulha, apesar do histórico de lesões, é um atacante mais rápido com excelente faro de gol. Com o dinheiro levantado com Pratto seria uma contração possível.

Diego Tardelli: Esse talvez seria o sonho de uma noite de verão do Atleticano. Tardelli tem contrato com Shandong, mas nunca negou sua vontade de voltar. Talvez esses 10 milhões sejam o dinheiro necessário para repatriar o atacante completo.

Contudo temos também uma carência na meia cancha. Na Camisa 10. Cazares não tem sombra, inclusive coloco a queda de rendimento do equatoriano à falta de uma sombra que o incomode. Ano passado quando Datolo pedia passagem o equatoriano comeu a bola. Se o Galo quiser investir em um meia, vamos aos candidatos que poderiam ser pensados.

Camilo: O meia do Botafogo demonstrou ser o maior achado do futebol brasileiro do último ano, carregou o time da estrela solitária nas costas, e convenhamos gente, é o Botafogo. 10 milhões de Euros são suficientes para trazer o jogador de General Severiano.

Paulo Henrique Ganso: Especulou-se que o Galo negociaria Pratto com o Sevilla e com Ganso vindo de troco. Com esse 10 milhões, o último dos camisas 10, anos 80 poderia ser anexado ao plantel alvinegro.

Lucas Zelarayan: Meia Argentino, ex-Belgrano e atualmente no futebol Mexicano. Perna esquerda, velocidade de raciocínio, enganche clássico. É difícil tirar jogador do futebol mexicano? É! Mas 10 milhões de euros, talvez até um pingado a mais seriam suficientes para trazer esse jogadoraço! Olho nele Galo!

Concluindo meus amigos, jogadores vêm e jogadores vão. Pratto deve ser reverenciado por tudo que fez. Sempre honrou o manto, comeu grama. Que seja feliz em seu novo clube, menos quando nos enfrentar, óbvio! Vamos nos concentrar no que temos, e no que pode vir (certamente coisa boa!).

P.S. Se você que está lendo essa pequena crônica estiver naquela fossa, seja pelo Pratto ou pela gatinha, se for escutar uma gordinha com dor de corno pelo menos pluguem a Adele! Outro Nível!

Saudações Alvinegras e Aqui é Galo!

Por: @Mhfernandes89 e Equipe Vingadores LF

Há vida sem Wenger

Desde o dia primeiro de outubro de 1996, o Arsenal não sabe o que é ter um treinador diferente do saudoso Arsène Wenger. Desde então, nosso técnico nos proporcionou diversas glórias e inúmeros momentos de alegria, mas não é só de sucessos que viveu e vive até hoje Wenger no comando dos Gunners. A enorme montanha-russa que o Arsenal vive principalmente nos últimos 10 anos parece ter alcançado um ponto que jamais havia chegado, e infelizmente, pela parte de baixo. Arsène, depois de tantos e tantos anos, deixou de ser unanimidade dentro do próprio clube, e estamos mais perto do que nunca de ver um nome diferente no comando da equipe.

Arsenal news
"Desde o dia primeiro de outubro de 1996, o Arsenal não sabe o que é ter um treinador diferente do saudoso Arsène Wenger"
De acordo com sites de apostas, os principais candidatos a assumir o comando do time em uma eventual saída de Wenger seriam Massimiliano Allegri, Eddie Howe e Joachim Low, com probabilidades, em libras, de 7/2, 5/1 e 14/1, respectivamente. Alguns nomes que fogem do casual também estão na lista de cotados, mesmo com probabilidade menor ou quase nula, como os de Henry (25/1), Bergkamp (40/1) e até mesmo o de Felipão (100/1). Entretanto, levarei em conta aqui somente os dois mais prováveis: Allegri e Howe.

Massimiliano Allegri, 49, é o atual treinador da Juventus, aonde vem fazendo um bom trabalho. Ele chegou ao clube de Turim em 2014, após treinar o Milan e já acumula cinco títulos pela equipe, além de um vice-campeonato na Champions League. O italiano não é um treinador muito espalhafatoso e é consideravelmente corajoso, não teme muito os riscos e sabe variar bem seu 11 inicial, não se prendendo a uma única formação. Nesta temporada, por exemplo, usou alguns bons esquemas diferentes na Juve e conseguiu obter sucesso, sabendo utilizar muito bem uma linha defensiva tanto com quatro como com três homens. Talvez seja essa a formula necessária para o Arsenal reencontrar o sucesso: O improviso, a variação! E Allegri já provou ser muito competente nesse quesito, o que torna o italiano muito bem cotado para o cargo. Além disso, a quantidade de Gooners que se mostraram a favor de uma possível chegada sua não é pequena e já que ele não deve permanecer em sua equipe atual após o fim da temporada, é um nome que merece muita atenção.

Logo depois do italiano, a figura mais provável seria a do inglês Eddie Howe, de 39 anos, atual treinador do Bournemouth, clube onde trabalha desde 2012. Quando Howe chegou, o Bournmouth disputava a Football League One, a terceira divisão inglesa, mas logo na sua temporada de estreia, conseguiu o acesso para a Championship, a segunda divisão e lá permaneceu por duas temporadas apenas, pois após ficar em décimo na temporada 13-14, conquistou o título da Championship e levou os Cherries para a elite do futebol inglês pela primeira vez em toda historia do clube e lá permanece até hoje. Isso tudo serve para mostrar o quão promissor Howe é, pois fazer um time com as condições tão inferiores à maioria dos rivais bater de frente com alguns dos melhores times do continente não é uma tarefa nada fácil. Por essas e outras Howe merece ser visto com diferentes olhos, pois é um treinador muito jovem, um dos melhores nomes possíveis visando o futuro.

A cada jogo, o descontentamento da torcida com Wenger parece só aumentar, e as críticas, muitas das vezes injustas, estão cada vez mais frequentes. E mesmo que o francês já não seja mais unânime, grande parte dos Gooners ainda acreditam no seu potencial, o querem no comando e imaginam um cenário ainda pior sem Arsène. O que todos sabem é que algo precisa ser feito, seja com ou sem Wenger no comando, e que se caso o mesmo deixe o clube, que seja com total honra e respeito, pela porta da frente, do jeito que uma lenda merece.

Por: Matheus Moraes // Twitter: @mathmoraees 

Agora no Bragantino, volante Revson Santos enfrentará seus ex-clubes e analisa a sequência de jogos

Nesta quinta-feira (09), o Massa Bruta entra em campo diante da equipe do São Caetano, no Estádio Anacleto Campanella, às 20h, para retomar a liderança do Campeonato Paulista Série A2, já que o Água Santa, que abriu a rodada, empatou contra a Portuguesa e passou o Bragantino na tabela de classificação. Com sete pontos conquistados, em três jogos, o alvinegro quer manter a invencibilidade e conquistar mais uma vitória.

- Nossa equipe teve um ótimo início de campeonato, vencemos duas partidas e empatamos na última rodada, mas seguimos firmes e queremos essa liderança. Vejo esse jogo como uma final, sabemos da qualidade do São Caetano e por isso temos que encarar dessa forma. Teremos uma sequência de jogos muito forte pela frente, mas estamos focados e preparados, analisa o volante Revson Santos.

O Bragantino terá três jogos em menos de uma semana. Além do jogo desta quinta, antecipado da 5ª rodada, contra o São Caetano, o Massa Bruta enfrenta o Capivariano, no próximo domingo, também pelo Paulista A2 e estreia na Copa do Brasil, diante do Anápolis, na quarta-feira (15), fora de casa, no Estádio Jonas Duarte.

- Acho bom e importante ter uma sequência de jogos assim para embalar. O professor Alberto Félix tem nos orientado e trabalhado muito bem com todos e, acredito que estamos 100% para enfrentar essa série de jogos, conta o atleta que já vestiu a camisa de dois dos próximos adversários do Bragantino.

Na temporada passada, o volante Revson Santos atuou pelo Anápolis, adversário na estreia da Copa do Brasil e nos anos de 2011 a 2012, o jogador vestiu a camisa do São Caetano.

- Respeito e gratidão. Estes serão os sentimentos que me acompanharão nestes próximos jogos. Nesta quinta, diante do São Caetano, será um prazer reencontrar todos. É um clube onde fui muito feliz e adquiri um carinho especial. Sou muito feliz por Deus ter me proporcionado a oportunidade de jogar no São Caetano. Procurei sempre fazer o meu melhor em todas as vezes que vesti a camisa deste clube, mas hoje minhas cores são preta e branca, do Bragantino, e enquanto eu estiver aqui darei minha vida para defender a altura esse clube, finaliza o atleta. 
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