A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

domingo, 12 de fevereiro de 2017

A culpa é do 9

Momento que decidiu o jogo. (Foto: Divulgação)
Na tarde deste domingo (12), o Paysandu entrou em campo para enfrentar o seu rival, no Mangueirão. O alviazul estava desde o dia 31/01 sem jogar, quando perdeu para o Independente, fora de casa. Já o Remo havia empatado com o São Raimundo no último domingo, dia 5.

O Paysandu foi quem começou levando perigo, logo aos 2’ a bola foi alçada na área do Remo e a defesa da equipe adversária não conseguiu cortar, ela acabou sobrando para William Simões, que chutou rasteiro perto da meta azulina.

A equipe bicolor jogava melhor, buscando espaços para chegar ao gol, tentando pressionar. Porém, o Remo começou a reagir, aos dezessete minutos, após longa troca de passes, Leo Rosa cruzou, Flamel desviou e Edgar (impedido) abriu o placar no Mangueirão. Minutos depois, Ayrton bateu falta direto e num bate e rebate na área, Sobralense acabou mandando a bola para o gol. Entretanto, o lance não valia mais nada, já que o juiz já tinha assinalado falta.

O Paysandu voltou a pressionar, com chances perigosas de empatar. A primeira foi aos 22’, quando Bergson chutou de fora da área com força e André Luís tirou com a ponta dos dedos. A segunda foi cinco minutos depois, quando Gilvan deu um chutão para frente, Cearense arrancou e tentou tocar por cima do goleiro azulino. Único lance aproveitável do 9 no jogo.

(Foto: Divulgação)
Quando o cronômetro marcava 37’, Rodrigo Andrade, com liberdade, conduziu a bola e arriscou de muito longe, a bola acabou desviando em Tsunami e foi direto para o gol, sem chances para o goleiro André Luís, empatando a partida e dando fim aos lances perigosos do primeiro tempo.

No segundo tempo, os times voltaram sem alterações. A primeira oportunidade foi do Papão, quando Bergson puxou o contra-ataque e mandou uma “bomba”, o goleiro azulino, atento, espalmou para escanteio. O rival respondeu aos 17’, quando Edgar cruzou rasteiro na área e Val Barreto e Jaquinha se atrapalharam na hora do desvio, apesar disso a bola ficou perto de entrar, sobrando para Emerson salvar em cima da linha.

Aos 23’, o lance que definiu a partida. Diogo Oliveira cruzou na área e Leo Rosa desviou com o braço, o juiz marcou o pênalti e Cearense insistiu para cobrar. O mesmo bateu muito mal, no meio do gol, de forma displicente e André Luís fez a defesa. No contra-ataque, Rodrigo Andrade precisou fazer uma falta em Edgar e levou seu segundo cartão, sendo expulso.

O Paysandu tentou continuar pressionando, mas logo o fato de ter um a menos pesou e o Remo iniciou sua reação que acabou resultando num gol. Aos 48’, Jaquinha ganhou de Wesley e tocou para Edgar, que dominou e bateu cruzado para fechar o placar. Logo depois, Leandro Carvalho tentou decidir sozinho e quase conseguiu, no último suspiro do Paysandu, ele chutou de fora da área, porém André Luís defendeu.

Próximo confronto: O Paysandu enfrenta o São Francisco, num jogo válido pela terceira rodada do Parazão, que não ocorreu antes por conta de logística. A partida será realizada na Curuzu, às 20h30.

Palavra da colunista: Buscar culpados após esta partida é incrivelmente fácil. Vamos começar por quem cometeu o primeiro erro, o técnico. Marcelo Chamusca pecou na escalação e depois, mesmo vendo que alguns atletas não estavam rendendo, ele demorou bastante para fazer as substituições.

Porém o maior culpado da derrota de hoje é o nosso camisa 9, Leandro Cearense, que fez um único lance aproveitável na partida. Com exceção deste, foi praticamente nulo. Não apareceu para finalizar jogadas, perdeu bolas fáceis e errou muitos passes, nunca conseguindo dar continuidade lances. Além de tudo isso, ele perdeu o pênalti, que insistiu que decidiu o jogo. Depois disso, tudo começou a desandar.

Daniel Sobralense e Jhonnatan foram os outros dois atletas que competiram com Cearense pelo prêmio de pior da partida. Ambos não conseguiam dominar e Jhonnatan simplesmente não marcava e quando tentava atacar, falhava. Sobralense, por sua vez, não acertava um passe e atrapalhava o ataque bicolor.

O melhor da partida foi Rodrigo Andrade, mesmo expulso, o Pelezinho teve uma atuação digna. Marcou por ele e por outros, atacou pelos atacantes e foi premiado com um belo gol. Foi expulso porque precisou matar o contra-ataque. Outros que merecem uma menção honrosa: Leandro Carvalho e Pablo. O primeiro entrou e deu um gás na partida, teve mais oportunidades que os outros atacantes, mesmo jogando menos tempo. Já o segundo, tirou bolas perigosas e ganhou a maioria dos embates com os atacantes rivais, apesar de um passe errado que quase beneficiou o Remo. 

Apresentações, casa cheia e goleada, assim foi a 1ª vez de Ceni

Com mais de 50 mil e com Pratto e Jucilei sendo apresentados, Rogério estreia em casa goleando por 5 a 2.


Morumbi lotado, estreia de Rogério Ceni como técnico, no Morumbi, apresentação de Pratto e Jucilei, tudo conspirava para um jogo bom para o São Paulo, e assim foi. Com hat-trick de Gilberto, São Paulo goleou, de virada, a Ponte Preta por 5 a 2.

Poupando Buffarini (que jogou em todas as partidas do ano) e Chavez (que reclamou de dores musculares), Rogério apostou em Jr Tavares e Bruno nas laterais, e no meio João Schimdt. Cicero e Thiago Mendes, já no ataque, no lugar de Chavez, Gilberto, o autor de três dos cinco gols do jogo.

Com uma marcação bem cerrada do time pontepretano, o único espaço que o Tricolor tinha era pelas laterais, entretanto, demorou em que o time percebesse isso. O primeiro gol da partida foi da Macaca. Após falha de Thiago Mendes, que cedeu o contra-ataque para a Ponte, Lucca lançou Pottker que recuou para Matheus Jesus, esse se livrou da marcação e encheu o pé para o gol. Sidão tocou na bola, mas não o suficiente para não deixá-la entrar. Depois de sofrer o gol, São Paulo não desanimou, continuou com o futebol que treinou e assim, conseguiu empatar com Cueva. Depois de Aranha rebater chute do Gilberto, o peruano estava livre e só empurrou para o fundo do gol. No final do 1º tempo, Cueva viu Gilberto passando e deu um ótimo passe para o "Gibagol", Aranha falhou e 2 a 1 para o Tricolor.

A Ponte Preta voltou no segundo tempo querendo jogar, mas o São Paulo não tirou o pé do acelerador. E assim, depois da falha de Fábio, Thiago Mendes chutou de longe e acertou o gol. No lance seguinte, Luiz Araújo se livrou da marcação de Fábio - não foi a noite dele - e cruzou para Gilberto que fez seu segundo gol, o quarto do Tricolor. O quinto saiu de uma jogada de escanteio, onde Gilberto fez de joelho, o teu terceiro gol. No final da partida, após aquela relaxada do time que está goleando, João Schmidt falhou e deu contra-ataque para a Ponte. Lins chutou de fora da área, Sidão defendeu, mas no rebote, Lucca marcou. Fim de jogo por 5 a 2.

A próxima partida do Tricolor é o clássico SanSão, na Vila Belmiro, quarta-feira (15/02), às 21h45.

Ficha técnica

Gols: Cueva, Thiago Mendes e Gilberto (3) (SPO); Matheus Jesus e Lucca (PON)
Cartões amarelos: Cícero (SPO); Nino Paraíba, Kadu e Jeferson (PON)
Arbitragem: Thiago Duarte Peixoto, auxiliado por Marcelo Carvalho Van Gasse e Alex Ang Ribeiro

SÃO PAULO
Sidão; Bruno, Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; João Schmidt, Thiago Mendes (Araruna) e Cícero (Lugano); Cueva (Shaylon), Gilberto e Luiz Araújo. Técnico: Rogério Ceni

PONTE PRETA
Aranha; Nino Paraíba, Kadu, Fábio Ferreira e Jeferson (Artur); Naldo, Jadson e Matheus Jesus (Yago); Clayson (Lins), William Pottker e Lucca. Técnico: Felipe Moreira

Arsenal 2-0 Hull City: Futebol suficiente, vitória necessária

Ganhar ou ganhar. Sim, aquele velho discurso clichê de sempre, e no compromisso diante do Hull City no sábado não foi diferente. O jogo, válido pela rodada 25, possuía um peso maior do que o comum para uma partida em casa contra um décimo sétimo colocado da liga, afinal, o time vinha de duas derrotas seguidas e uma nova derrota poderia significar de vez um adeus à corrida pelo título. Felizmente, os três pontos vieram.

O jogo em si não foi dos mais bonitos e empolgantes de se assistir. Nossa equipe rendeu muito menos do que é capaz, principalmente no primeiro tempo, onde permitimos que o Hull criasse chances, que obrigaram Petr Cech a fazer boas defesas. Já pelo nosso lado, faltava criatividade, muito por conta da atuação apagada de Ozil; e se o gol não vinha através de jogadas mágicas ou tabelas envolventes, ele veio na raça: Após um bate-rebate dentro da pequena área originado por uma finalização salva de Gibbs, Alexis Sánchez dividiu a bola com o goleiro e empurrou para o gol com a mão direita, fazendo 1x0 para os Gunners aos 34 minutos. Um gol chorado, mas que tirou um peso enorme das costas dos jogadores.

Imagem relacionada
"Alexis Sánchez dividiu a bola com o goleiro e empurrou para o gol com a mão direita" (Foto: Getty)
A segunda etapa não nos proporcionou grandes sustos. O Arsenal controlou o jogo tranquilamente e manteve o foco em administrar o resultado. Nosso segundo gol veio só nos acréscimos, com um roteiro até que parecido: Alexis Sánchez e mão na bola. Em um belo contra-ataque, Sánchez achou Lucas sozinho para cabecear para o gol, mas Sam Clucas, com a mão, evitou o gol do espanhol. De pênalti, Alexis novamente, fechou a conta.

O segundo gol também serviu para consagrar Sánchez como primeiro Gunner a marcar dois gols em três jogos consecutivos contra um mesmo adversário na Premier League desde Thierry Henry, contra o Charlton, em 2002. O chileno inclusive marcou em todas as ocasiões que enfrentou o Hull: Em quatro jogos, sete gols marcados. Outros destaques do jogo foram o lateral Kieran Gibbs, que foi bastante acionado durante os noventa minutos, Petr Cech, que depois uma partida ruim contra o Chelsea, conseguiu mostrar serviço em todas as vezes que foi requisitado e por fim. Ox-Chamberlain, que mais uma vez se deu bem jogando no meio campo, sendo o jogador com o maior número de recuperações na partida; quando foi substituído, recebeu aplausos de pé.

Resultado de imagem para ox chamberlain vs hull
"Ox-Chamberlain, que mais uma vez se deu bem jogando no meio campo"
O Arsenal entrará em campo novamente na quarta-feira, contra o Bayern de Munique na Allianz Arena, em jogo válido pela ida das oitavas de final da Champions League. Uma partida nada fácil, mas a vitória diante do Hull pode ter servido para aumentar a confiança dos nossos atletas.

Por: Matheus Moraes // Twitter: @mathmoraees

A cada dia o coração dos napolitanos bate mais forte

Um sonho bobo, talvez impossível... Porém a forma com que Napoli vem jogando anima os torcedores e planta uma questão na cabeça de todos, será que o Napoli pode superar o tão poderosíssimo Real Madrid? Na minha visão e de alguns especialistas sim. Sarri esta encantando muitos amantes de futebol com sua filosofia de jogo, de troca de passes lembrando muito o "Tic Taca" do Barcelona.

Giaccherini faz seu primeiro gol na temporada (foto/divulgação:ESPN)
Sobre o jogo de sexta (10) diante do Genoa, a energia dentro do San Paolo era diferente. A tensão tomava o ambiente e somado com a dificuldade do Napoli em fazer gols devido à marcação forte aplicada pelo Genoa foi deixando o ambiente cada vez mais nervoso.

O primeiro tempo passou em branco. Porém o segundo tempo veio e com ele a válvula de escape Mertens, o belga além de fazer gols ele também faz jogadas desconcertantes e arruma algumas assistências. Aos 50' depois do belga bagunçar da defesa adversária a bola espirra para Zienlinsk que manda um “pataço” de esquerda e abre o placar para o time do sul da Itália. Pela volta dos 68' o "Falso 9" napolitano fez uma jogada açucarada e só rolou para Giaccherini botar pra dentro e fechar o caixão.

Agora a duvida foi implantada na cabeça do torcedor do Napoli, Mertens continua para o resto da temporada ou Milik volta? Mertens já era querido, agora "tomou" de vez o coração da torcida, o atacante polaco vai ter que esperar a sua vez.

Mané é Mané

Sadio Mané foi o homem do jogo e conduziu o Liverpool à vitória (Foto: Premier League/Divulgação)
Malandro é malandro, mané é mané, Coutinho é Coutinho, Liverpool é Liverpool. Expressões que literalmente não dizem nada, mas que faz todo o sentido para qualquer torcedor Red após o jogo do último sábado (11), contra o Tottenham. O senegalês foi o homem do jogo, marcando os gols na vitória por 2-0 que poderia ter sido bem maior. O próprio Sadio Mané esteve muito perto de fazer o hat-trick em mais de uma oportunidade.

Mané foi quem sobrou, mas a equipe toda jogou bem. A defesa, apesar de alguns sustos, se manteve firme e conseguiu sair zerada da partida. Lucas Leiva fez um excelente trabalho como zagueiro e Mignolet salvou-nos quando foi necessário.

O time adotou a postura que mais deu certo até aqui: marcação forte, pressionando a saída de bola do adversário, assim, inclusive, saiu o segundo gol. Mané e Firmino pressionaram Dier e lhe tomaram a bola, pegando todo o sistema defensivo do Tottenham desarrumado. Voltamos também a ver velocidade no ataque, o melhor que apresentamos até agora com Jurgen Klopp, que mantém o ritmo da equipe a mil por hora, atordoando o adversário. Mané, Coutinho e Firmino tiraram o fôlego da defesa do Tottenham, que tem muito a agradecer a Hugo Lloris por suas defesas salvadoras.

Vencemos e vencemos bem. No entanto, jogos grandes são a nossa especialidade e é contra os pequenos que temos falhado. Resta torcer para que dessa vez o time engrene e mantenha-se imponente, com a postura vencedora apresentada em Anfield no sábado.

Ocupamos a quarta posição na tabela no momento, porém, podemos ser ultrapassados pelo Manchester City, que joga segunda contra o Bournemouth. De qualquer modo, a vitória é importantíssima e quebra a nossa pior série de resultados na temporada e nos dá força pra continuar brigando pela vaga no seleto top 4 ao fim do campeonato.  

Não consigo enxergar a luz no fim do túnel

A situação é crítica, calamitosa. Na tabela a distância do primeiro time fora da zona de rebaixamento não é inatingível, porém, as atuações do Palace não indicam nada que possa mudar o cenário que se apresenta atualmente.

A cena é cada vez mais comum, gol sofrido e derrota na conta. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
Big Sam ainda não se provou como técnico principal das Águias do sul de Londres, após oito partidas, míseros quatro pontos conquistados. Até que a vitória na 23ª rodada deu uma esperança, esperança esta que se esvaiu novamente em duas rodadas. Realmente, como as coisas se apresentam, não consigo mais enxergar a luz no fim do túnel.

Na tarde de sábado (11), em um ambiente difícil para o Palace, mas contra um adversário que historicamente na Premier League era favorável às Águias de Croydon. Antes deste encontro, outros sete jogos foram realizados, com cinco vitórias do Palace e apenas uma para o Stoke. Neste contexto, o Crystal que foi a campo contou com: Hennessey, Ward, Tomkins, Delaney, Van Aanholt, Milivojevic, McArthur (Remy), Zaha (Schlupp), Puncheon (Cabaye), Townsend e Benteke.

O Stoke começou partindo para cima, Hennessey apareceu em finalização de Arnautovic logo há 10 minutos. O primeiro tempo foi bem justo e ambas as equipes tiveram suas oportunidades para abrirem o marcador. A melhor oportunidade do Palace na etapa inicial foi na finalização de Van Aanholt, que não foi capaz de tirar o 0-0 do placar.

Basicamente o segundo tempo começou semelhante à etapa anterior, sem muitas chances claras de gol. Na primeira oportunidade de gol e praticamente a única durante todo o restante da partida, o Stoke conseguiu romper o bloqueio do Crystal Palace. Com 22' da etapa final Allen concluiu após assistência de Ramadan, que se aproveitou do espaço na defesa do Palace para dominar já dentro da grande área e tocar para a finalização de primeira de Allen.

O Palace na base do abafa, sem mostrar organização na construção das jogadas, algo que, aliás, é dificuldade desde os tempos de Pardew e que com Allardyce só se tornou mais gritante, tentou fazer algo. Os chutes aconteciam, seis ao todo na partida, um apenas no alvo e a má pontaria, pressa, desorganização e a situação delicada, não foram páreo para o Stoke, o final foi 1-0 para os donos da casa e uma dor de cabeça aguda para o torcedor do Palácio de Crystal.

Palace de Zaha novamente mostrou pouca criatividade e pecou nas finalizações. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
A distância para conseguir se livrar da zona de rebaixamento continua pequena, mas enquanto o Palace não vencer, ficará impossível deixar a incômoda colocação na tabela. A situação vai se complicando com o passar das rodadas, a cada final de semana é uma rodada a menos para escapar do retorno à Championship. Com a 25ª concluída para o Crystal, o saldo é de 19 pontos em 75 possíveis (5V - 4E - 16D) e um 19º lugar na Premier League 2016/17.

Próxima partida do Crystal Palace pela Premier League:
25 de Fevereiro - 15h (hora Brasília) - Selhurst Park.
Crystal Palace x Middlesbrough.

Por: @carlosjr92educa
Carlos Alberto de Sousa Júnior - Colunista do Crystal Palace.

Ser líder: Um esforço que vale a pena

Após o ponto conquistado em Natal, em uma semana totalmente desgastante envolvendo três competições sendo três jogos em três estados diferentes, o CRB deve poupar totalmente seu time titular nas partidas contra ASA (terça) e CSE (quinta), para que no clássico contra o CSA (domingo) o elenco esteja 100% para a partida.


O empate conquistado contra o ABC foi de uma importância gigantesca. A equipe terminou o "turbo" na liderança com cinco pontos, mesmo a vantagem sendo mínima para o quarto colocado. Serão agora dois jogos como mandante diante de ABC e Itabaiana, concluindo a primeira fase em um clássico diante do CSA no Rei Pelé como visitante. Não se sabe se a partida será realizada na capital e se terá torcida visitante presente.

Fevereiro desgastante

O Galo já entrou em campo quatro vezes neste mês. Com a eliminação da Copa do Brasil, a equipe não irá receber premiações extras por passar de fase. Mas evitará viagens mais longas pela competição.

Ainda serão disputados mais quatro jogos neste mês. Os adversários sendo todos do Campeonato Alagoano. ASA (14) em Arapiraca, CSE (16) em Coruripe, clássico contra o CSA (19) sem local definido e o Miguelense (22) também sem local definido. Após estes jogos, o Galo voltará à campo somente no dia 1 de março contra o ABC já pela Copa do Nordeste.
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana