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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Teve de tudo só faltou o gol para o JEC


Nesse domingo quem foi a Arena Joinville pôde ver de tudo, desde pênalti defendido a gols perdidos cara a cara. Com um primeiro tempo agitado, com sustos pro JEC logo no início em um chute de Júnior Dutra muito bem defendido por Jhonatan, mas supremacia tricolor, apenas faltando a bola na rede, onde até trapalhadas fizeram parte do ataque tricolor. Já no segundo tempo o Avaí começou melhor e logo ao início sofreu um pênalti, novamente com intervenção de Jhonatan não sofreu o gol. Disso tirou-se a conclusão, só faltou o gol para o jogo, independente do lado, a partida merecia um gol.

Primeiro tempo

Um futebol muito brigado na primeira etapa, razão para três cartões amarelos. Muita vontade dos dois lados proporcionou uma ótima partida ao espectador, que pôde ver logo aos 2' uma lambança entre Aldair e Alex Ruan que acabaram dividindo uma bola que poderia ter resultado em gol, na sequência da jogada Luiz Meneses de fora quase marcou em belo chute. Aos 25' a chance mais clara do primeiro tempo, Junior Dutra fica de frente para Jhonatan, chuta cruzado e Jhonatan pratica ótima defesa. O jogo seguiu sem maiores sustos até o final do primeiro tempo, com o JEC dominando, aos 25' Capa sofreu uma lesão tendo que ser substituído, após isso um jogo morno até o final da primeira etapa.


No 4-2-3-1 o JEC começou com os habituais jogadores, com a estreia de titular de Luis Meneses.

Segundo tempo

Começou eletrizante pros manezinhos da ilha, com mais gás voltaram com pressão para cima do tricolor. Já aos 48' Max coloca a mão na bola em um chute de Rômulo, Marquinhos assumiu a cobrança, chutou no meio e Jhonatan fez bela defesa, mesmo Rômulo que sofreu o pênalti desperdiçou o rebote isolando a bola. A partir desse momento o JEC se tornou superior, até pela mudança com a saída de Luiz Meneses o JEC ficou com um meio mais criativo, chegando mais vezes com bolas em profundidade na área. Com todas as chances do jogo e muitas bolas alçadas na área do JEC ninguém fez gol.


Em uma espécie de 4-1-4-1 Fabinho Santos inovou com Fernandinho na volância.

Análise dos jogadores

Jhonatan - Garantiu novamente um clean sheet e já acumula quatro em seis partidas, vem crescendo jogo a jogo.

Roberto - Mesmo improvisado deu conta do recado, não tem o mesmo rendimento que como volante, mas ainda assim foi um dos destaques do JEC.

H.Mattos - Não foi das suas melhores partidas pelo JEC, mas também não prejudicou o time em lances cruciais.

Max - Fazia um ótimo primeiro tempo, voltou para o segundo bem e por uma fatalidade cometeu o pênalti, mesmo assim não tira os méritos da boa partida.

Fernandinho - Fez um primeiro tempo apagado, já no segundo tempo deslocado pro meio jogou com facilidade e mostrou boa visão de jogo.

R.Teixeira - Melhor partida pelo JEC, como um Pitbull foi guerreiro e manteve a zaga muito bem guardada, contra o poderoso meio do Avaí.

L.Menezes - Jogou bem, mas cansou, tem um potencial incrível, mas tropeça no seu físico, que mesmo jovem não consegue jogar mais de um tempo.

F.Alves - Sentiu falta do Caíque, foi bem na partida, mas assim como o torcedor, Fabinho sentiu falta de seu companheiro de ala, não conseguindo assim tanta efetividade.

L.Flávio - Ainda não mostrou a que veio.

A.Ruan - Jogou de forma razoável na ponta, mas na lateral foi destaque, mostra muito vigor físico.

Aldair - Não foi brilhante, mas ainda assim é o melhor 10 do elenco.

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G.Xuxa - Tentou muitas jogadas, mas faltou objetividade, não foi o mesmo que contra o Galo.

Ciro - Entrou, brigou, mas foi mal na finalização.

J.Sutil - Teve pouco tempo para jogar, ficou mais recuado.

Jogar em Pamplona deixou de ser uma pedra no sapato?

Em uma rodada marcada por lesões "feias", o Real Madrid foi à campo neste sábado (11), pela 22ª rodada da La Liga, visando retomar a liderança. Num confronto considerado difícil pelo nosso técnico Zidane, a equipe merengue foi até a Pamplona, enfrentar o Osasuna.

Realmente, era um confronto difícil, pois a equipe merengue estava há cinco anos sem vencer o Osasuna no Estádio Reyno de Navarra. Considerado uma pequena "pedra no sapato" da equipe merengue, o Real Madrid enfrentou o lanterna da competição usando novamente o esquema 3-5-2. Nesta formação, o Real Madrid foi à campo com: Navas; Varane, Sérgio Ramos e Nacho; Marcelo, Modric, Casemiro, Isco e Danilo; Cristiano Ronaldo e Benzema.

O zagueiro Tano Bonnín, do Osasuna, teve uma lesão grave. Fonte (Globoesporte)
O jogo ficou marcado não só pela vitória do Real Madrid, mas também pela lesão do zagueiro do Osasuna, Tano Bonnín, depois de dividida com Isco aos 13'. Os jogadores ao redor ficaram chocados com a cena, Isco abaixou a cabeça e lamentou o lance, mesmo sabendo que não teve culpa, Marcelo ficou horrorizado ao ver aquela cena, dentre outros jogadores que também reagiram da mesma forma. O jogador posteriormente viria a ser substituído por outro defensor, o David Garcia.

No decorrer da partida, o Osasuna passou a ter mais posse de bola, porém, sem fundamento, contando com a imprecisão na conclusão das jogadas e nas finalizações. O Real Madrid, que vinha fazendo uma partida discreta no primeiro tempo, deu uma cara nova ao jogo marcando o primeiro gol da partida. Após belo passe de Benzema, Cristiano Ronaldo tocaou embaixo das pernas do goleiro Sirigu, marcando o primeiro gol da equipe merengue: 1-0.

Depois de alguns minutos trocando passes sem objetividade, o gol da equipe da casa não demorou a vir. Aos 33', após belo lançamento de Fuentes, Sérgio Leon, com toda classe e categoria tocou por cima de Keylor Navas, fazendo uma pintura, e também, o gol do empate. O jogador é o artilheiro da equipe do Osasuna, com sete gols na competição. Deu muito trabalho ao nosso setor defensivo, sendo um dos destaques na partida.

Cristiano Ronaldo comemorando o seu gol, o primeiro da partida. Fonte (Goal)
No segundo tempo, ambas as equipes voltaram sem alterações. Continuaram a travar um duelo de muita intensidade, contra-ataque rápidos, movimentação e troca de passes, do mesmo jeito que foi no primeiro tempo. Aos 56', Danilo sofreu lesão no tornozelo, e foi substituído por James Rodriguez. Dessa maneira, a nossa equipe passou a utilizar outro esquema, deslocando Nacho pra lateral-direita, deixando de usar três zagueiros, vindo a atuar no esquema 4-4-2. 

A formação 3-5-2 foi muito criticada pelos torcedores, que alegaram que o Zidane estava sendo "medroso", por ser um duelo contra o lanterna da competição. E nessa alteração, o resultado foi notório: Posse de bola passou a ser maior pra equipe merengue, sofreu menos pressão da equipe da casa, a equipe começou a apresentar um futebol mais vistoso, e logo em seguida, viria a marcar o gol da virada.

Depois de jogada de Benzema pelo meio, que foi interceptado pelo zagueiro dentro da área, a bola sobrou pra Isco, que veio do meio-campo e avançou pela diagonal, pegando a bola e chutando cruzado pra fazer o segundo gol da equipe merengue: 2-1.

O Real Madrid não vencia em Pamplona há 5 anos. Fonte (Goal)
O jogo, após a virada do Real Madrid, passou a ficar mais tranquilo, morno. O Osasuna chutou a gol algumas vezes, mas sem oferecer perigo ao nosso goleiro Keylor Navas. Aos 72', Benzema foi substituído, dando o lugar a Lucas Vazquez. Nos minutos finais, Marcelo deu o passe em diagonal, Cristiano Ronaldo fez o corta luz, e Lucas Vazquez recebeu a bola, e tocou com categoria por cima do goleiro, marcando um golaço de cavadinha, e o terceiro da partida: 3-1.

O Real Madrid, além de quebrar um tabu de cinco anos sem vencer em Pamplona, retomou a liderança e pode se distanciar mais ainda dos rivais. Com dois jogos a menos, após o jogo do último domingo (05/02), contra o Celta de Vigo, ter sido adiado, o Real Madrid ainda tem que recompor os dois jogos da La Liga que faltam, e tem a obrigação de vencer, se quiser abrir uma vantagem considerável dos rivais, e seguir firme em busca do 33º titulo da La Liga.

A equipe merengue tem pela frente na próxima quarta (15), a forte equipe da Napoli, pela Champions League. Ainda contando com um desfalque importantíssimo, o Bale, recuperando de lesão, o Real Madrid pode contar com as voltas de Luka Modric, Carvajal e Kroos. Já pela La Liga, só joga no próximo sábado (18), contra o Espanyol, no Santiago Bernabéu.

#HalaMadrid

Por: Kayo Henrique | Twitter: @Heenrique010

De Sanremo a Cagliari: A Itália se pinta de bianconero

A Itália é um país cheio de tradições. Duas tradições relativamente novas para o país são: O futebol, desde meados do século XIX (lembrado que em território italiano há cidades com mais de dois mil anos, portanto há tradições muito mais antigas que o futebol) e o festival de Sanremo que ocorre anualmente.

Parlando do que nos interessa primeiramente: No último final de semana ocorreu a 23ª rodada da Série A Tim com todas as equipes jogando seu futuro. A Juventus foi até a Sardegna enfrentar o time da capital da região, o Cagliari. Que vinha de uma campanha razoável, mas sem correr risco de rebaixamento.

Escutando as rádios esportivas de Roma durante a semana passada, eles tinham alguma esperança da diferença de sete pontos entre a Juve e a Roma (segunda colocada do campeonato) cair, visto que o time da capital italiana iria enfrentar o Crotone (praticamente rebaixado) e nós iríamos enfrentar um time que poderia nos impor mais dificuldades.

Cláudio Marchisio volta ao time titular e dá assistência para o primeiro gol de Higuaín. Foto: Juventus.com
Enfim, não é preciso dizer que eles erraram em seu prognóstico. Max Allegri manteve o 4-2-3-1 na seguinte escalação inicial: Buffon; Lichtsteiner, Bonucci, Chiellini, Alex Sandro; Khedira, Marchisio; Cuadrado, Dybala, Mandzukic; Higuain. Novidade foi o retorno de Marchisio no time titular. Allegri poupou Sami Khedira, que vinha de grande sequencia de jogos e colocou nostro Principino para ganhar ritmo de jogo. Não se arrependeu.

Logo aos 16 minutos do primeiro tempo, Cláudio Marchisio mostrou porque é ídolo da torcida não apenas por ser da Primavera, mas sim também por seu futebol moderno: Deu um lançamento fantástico para Higuaín, que obviamente não perdoou e colocou a Juventus em vantagem.

O jogo transcorreu sem que a Juventus corresse maiores perigos, controlando as ações e, consequentemente, o time da casa. Logo no retorno do intervalo, Cuadrado fez boa jogada pela meia direita, passando para Dybala. La Joya fez ótimo passe para o homem de 90 milhões de euros fazer o seu 21º gol na temporada, tornando-se o artilheiro isolado do campeonato com 18 gols e igualando a marca de Suarez como artilheiro da Europa. O homem é um predador nato, dentro da área engole os adversários.

Destaque para uma defesa espetacular de Buffon já na segunda etapa. Apesar de ser difícil falar do nosso portiero nos últimos jogos (estamos jogando bem e marcando muitos gols) é sempre um prazer ver essa lenda em campo com a braçadeira de capitão. Que esses momentos sejam eternos!

Com as recentes atuações fica difícil imaginar que deixaremos escapar o título, mesmo com jogos difíceis como contra a Roma no Olímpico e o Napoli no San Paolo. Pela sexta vez tentaremos pintar a península de bianconero.

Dybala foi substituído mais uma vez, mas agora sem maiores dramas. Foto: Juventus.com
Quando a fase é boa, nos apegamos a tudo, inclusive falando sobre a outra tradição do início do texto. O vencedor da 67ª edição do Festival de Sanremo é Francesco Gabbani, com sua divertida música “Occidentali's Karma”. E não é que Gabbani é tifoso bianconero e já declarou que agora, depois de vencer o disputado festival, seu sonho é encontrar com nada mais, nada menos que nosso Super-herói Gigi Buffon. Nada bobo!

Gabbani irá representar a Itália no festival de música europeu Eurovision. Que ele e a Juventus tenham sorte em âmbito continental assim como estamos tendo dentro do território italiano.

Próximo jogo da Juventus é nessa sexta-feira (17) contra o Palermo, no Juventus Stadium. Será nossa última partida antes da disputa com o Porto na Champions League. Vamos ver como Allegri colocará o time em campo. Temos folga na tabela para uma eventual escalação diferente visando à competição continental.

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!
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