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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

De portões fechados, mas de braços abertos para a vitória

De portões fechados em Coruripe, no Estádio Gérson Amaral, CRB e CSE se enfrentaram pela 5ª rodada do Campeonato Alagoano Carajás de 2017. O tricolorido de Palmeira dos Índios antes do início da partida se encontrava na 4ª colocação de seu grupo. Já o Regatas estava líder e soberano em seu grupo.

Primeiro tempo

Começo de jogo bem interessante. A equipe regatiana ficava em cima, segurando a bola sempre e tentando chegar ao gol. Já o CSE tinha que marcar e evitar sofrer o gol. Uma vez ou outra o Tricolorido chegava ao ataque através dos contra-ataques.

Aos 23' em jogada pela direita, Edson Ratinho avança pela direita e lança a bola para a área. Neto Baiano subiu sozinho, cabeceou e fez o gol. Mas acabou sendo anulado, o atacante do Galo estava impedido. Em seguida aos 25' novamente Neto Baiano sozinho, mas desta vez finalizou para fora e ficou lamentando pelo gol perdido.


Maílson envolveu bastante a defesa adversária. Liso como é foi sendo marcado e derrubado pelos atletas do time visitante. O Galo dominava totalmente as ações na partida, enquanto o Tricolor Palmeirense apenas assistia o toque de bola. Danilo Pires caminhava com a redonda pela intermediária, daí recebeu falta no minuto 36'. Neto Baiano, Edson Ratinho e Diego estavam nela. O lateral esquerdo do Galo foi mais rápido e bateu colocado no canto direito do goleiro que acabou dando o rebote. Gabriel, zagueiro do Galo, foi rápido e conseguiu chegar nela e finalizar para o gol abrindo o placar na partida. CRB 1 a 0 CSE.

Segundo tempo

Sérgio Mota saiu no intervalo e deu lugar ao meia Chico. Aos 11' Danilo Pires fez boa jogada em contra-ataque rápido e perigoso. O meia invadiu a área e efetuou o cruzamento. Maílson chegou sozinho nela e acabou cabeceando para fora. No minuto seguinte, Maílson tocou para Danilo Pires que sozinho entrou na área, mas acabou simulando pênalti ao "ser tocado" pelo defensor do CSE. O meia acabou levando o amarelo por simulação.

Aos 18' Neto Baiano saiu para a entrada do atacante Elias. No final da partida, Jorginho entrou no lugar do também volante Jocinei. Já nos acréscimos, minuto 47', Maílson recebeu passe de Chico e bateu forte para ampliar o placar e chegar junto na artilharia com quatro gols marcados em seus três jogos disputados na competição. CRB 2 a 0 CSE.

Folga? Que nada! Domingo já tem clássico!

Semana cansativa do CRB. Dois jogos em um espaço de três dias, e ainda se preparando para o primeiro clássico do ano pelo estadual. O Galo não se aquieta, não tira folga. Treino atrás de treino. Domingo o jogo é contra o CSA, será às 16h. Mas o local ainda não está definido.

Ficha técnica

CRB
Titulares: Juliano; Edson Ratinho, Boaventura, Gabriel (C) e Diego; Adriano, Jocinei, Danilo Pires e Sérgio Mota; Maílson e Neto Baiano.
Reservas: Bruno, Rafinha, Audálio, Adalberto, Jerfferson Recife, Jorginho, João Paulo, Elias, Clebinho, Chico e Emaxwell.
Técnico: Leonardo Condé

CSE
Titulares: Adílson; Kaká, Breno, Davi e Alefe; Jair, Matheus Cunha, Sorato e Da Silva; Etinho e Rhuann
Reservas: Wadson, Jadson, João Paulo, Jonas, Lourinho, Henrique, Diego Costa, Juliano, Geovanio, Ila e Wellington.
Técnico: Givanildo Sales

Déjà vu

Não vou destinar esse texto para falar única e exclusivamente sobre o jogo de ontem. Mas tenho que começar falando sobre isso, ou melhor, sobre mais uma tragédia. Depois de algum tempo, conseguimos terminar em primeiro lugar no nosso grupo da UCL. Como felicidade de Gunner dura pouco, teríamos (de novo) o Bayern no nosso caminho.

No primeiro tempo, até que as coisas não foram tão ruins: O Bayern amassou - podendo até ter feito vários gols - nos 20 minutos do primeiro tempo. Depois desse tempo, o Arsenal conseguiu encaixar o seu jogo de contra-ataque e chegou com perigo duas vezes, uma com Özil e a outra com Xhaka, mas não passou de Manuel Neuer. Os bávaros abriram o placar em uma obra prima de Robben, que (pra variar) cortou pra esquerda e bateu com maestria para o gol. Ainda conseguiríamos empatar, com Alexis no rebote do pênalti que ele mesmo perdeu.

Iríamos (pelo menos eu) com a esperança de continuar com a mesma pegada no segundo tempo. Como os contra-ataques estavam encaixando, o ideal seria Walcott no lugar do Iwobi, mas Wenger optou por não mexer, opção dele. Com pouco mais de dez minutos, o nosso atestado de óbito seria assinado: Koscielny sentiu dores e deixou o jogo, dando lugar a Gabriel. O resto da história todos já sabem, um 5 a 1 humilhante e (praticamente) mais uma eliminação nas oitavas da Champions League. 

A imagem que define perfeitamente a atuação do Arsenal. (Foto: BongartsGetty Images)
Mas isso já não é novidade pra gente. Na verdade, já é um filme que já decoramos todas as falas. Mas será que repetir esse filme todo ano é o ideal? Será que não é hora de mudança? Tempo de tentar mudar os atores e tentar escrever um novo roteiro?

A culpa disso tudo não é inteiramente de Arsène Wenger, mas o francês é muito responsável por essa outra goleada. Como eu disse antes, quando o Arsenal se encontrou nos contra-ataques, era pra ter colocado Walcott no lugar do Iwobi, que estava apagado. Falta pulso para o treinador achar soluções quando o time está jogando mal, não há uma variação tática e ele continua insistindo nos mesmos jogadores que há muito tempo pouco jogam.

Esse é o caso de Mesut Özil. Ele é bom jogador? Indiscutivelmente sim. Mas, infelizmente, não está jogando nada. Desde que saíram as cavadas da imprensa sobre renovações de contrato, o desempenho de Mesut caiu. O pior de tudo não é ele jogar mal em si, mas pelo pouco caso que ele faz com os maus resultados que o time vem tendo. Dentro de campo, ele não corre atrás do volante adversário quando estamos perdendo ou recua para tentar buscar a bola no campo de defesa. Pra ele, tanto fez como tanto faz - e esse é o grande contraste dele com Alexis Sanchez.

Muitos podem falar "Ah, a função dele não é essa, não é correr atrás dos adversários". Realmente não é a função dele, mas ele podia se empenhar mais no momento em que mais precisamos dele. Ontem, por muitas das vezes que o Bayern dominava a bola, ele apenas olhava e admirava. Estava em um camarote dentro do campo.

Mas o maior problema não é o alemão. Em minha opinião, esse foi o grande sinal de que precisamos de mudanças urgentes. Mas antes de qualquer julgamento, não podemos queimar Arsène e deixar que ele simplesmente vá. Ele é o maior treinador da história do Arsenal. Mas seus ideais já estão enferrujados. Arsène, obrigado por tudo, mas é hora de ir. É hora de novos ares. É hora de evitar novos déjà vus.

COYG.

Sergio Santana (@sergiostn_)

Tabu na Vila? Na Era Ceni, não

Luiz Araújo e Cueva colocam Santos para dançar e São Paulo acaba com tabu na Vila Belmiro.

Era o primeiro clássico do São Paulo com Rogério como técnico, no Brasil (teve na Flórida Cup contra o Corinthians), torcida única santista, tabu de nove anos sem vencer na Vila Belmiro, tudo conspirava em um placar nada agradável para o Tricolor Paulista... Entretanto, Cueva e Luiz Araújo mudaram essa história e o jogo terminou em 3 a 1 para o São Paulo.

O Tricolor começou o jogo completamente desorganizado, o time era o mesmo, mas estava perdido na movimentação santista. Assim, aos 10' os volantes (Thiago Mendes e João Schimdt) falharam na marcação e Buffarini, sozinho, não conseguiu conter Vitor Bueno, que cruzou na cabeça de Copete, marcando o gol do peixe. Ainda no final do 1º tempo, o Tricolor começou a se ajeitar e Gilberto foi derrubado dentro da área, o juiz marcou pênalti, que Cueva, com "cuevadinha", converteu. Primeiro tempo acabou em 1 a 1.

Neilton que não apareceu no jogo, não voltou no intervalo e em seu lugar entrou Luiz Araújo. Assim Santos não conseguia manter a posse de bola e recuava a linha defensiva. Se aproveitando da falha do meia Lucas Lima, Luiz Araújo e Gilberto tabelaram, o garoto de Cotia saiu na cara de Vladimir, o driblou e tocou, virando o placar. Santos colocou mais um atacante, mas de nada adiantou, quem marcou de novo, foi ele, Luiz. Sidão lançou para Araruna que encontrou Cueva livre, o peruano se livrou de 1, 2, 3... Marcadores santistas e deixou o garoto na cara do gol, que novamente, só tocou, fazendo o 3º gol são-paulino da partida. São Paulo com posse de bola tirou o ritmo santista e na 2ª etapa decidiu em dois contra-ataques.

Na próxima rodada o Tricolor enfrenta o Mirassol, sábado (18/02), às 19h30, com a promessa de Morumbi lotado (novamente), além de possivelmente ser a estreia de Lucas Pratto com a camisa do São Paulo.

FICHA TÉCNICA

Local: Estádio Urbano Caldeira (Vila Belmiro), Santos - SP
Gols: Copete (SAN); Cueva e Luiz Araújo (2) (SAO)
Cartões Amarelos: Zeca, Bruno Henrique e Rodrigão (SAN); Thiago Mendes, Cícero, Neilton e Cueva (SAO)
Arbitragem: Vinicius Gonçalves Dias Araujo, auxiliado por Anderson Jose de Moraes Coelho e Bruno Salgado Rizo

SANTOS
Vladimir; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Yuri e Zeca; Thiago Maia, Leandro Donizete (Bruno Henrique) e Lucas Lima (Thiago Ribeiro); Vitor Bueno, Copete e Kayke (Rodrigão). Técnico: Dorival Júnior

SÃO PAULO
Sidão; Buffarini, Rodrigo Caio, Maicon e Júnior Tavares; João Schmidt, Thiago Mendes (Araruna) e Cícero; Neilton (Luiz Araújo), Gilberto e Cueva (Bruno). Técnico: Rogério Ceni

No dia de São Valentim, brilhou São Ederson

Jogadores benfiquistas cumprimentam e agradecem pela grande partida de Ederson (Imagens: Lusa)
O Benfica venceu o primeiro jogo das oitavas de final da Liga dos Campeões da Europa, contra o Borussia Dortmund. O placar mínimo de 1 a 0 deu aos encarnados uma boa vantagem para o jogo da volta na Alemanha, podendo o Benfica classificar-se apenas com um empate. Porém mesmo com a vitória, com o gol isolado de Mitroglou, o personagem da partida foi o goleiro brasileiro Ederson, que fez várias defesas difíceis no jogo e ainda salvou um pênalti de Aubameyang. No dia de São Valentim (dia dos namorados na Europa) se tornou dia de São Ederson.

Benfica e Dortmund começaram a disputa por uma vaga nos quartos de final da Champions, o Glorioso foi a campo com duas baixas, o atacante Jonas, cortado de última hora da partida e sem a presença de Zivkovic, que cumpria um jogo de suspensão, castigo da época de quando ainda era jogador do Partizan.

Com a ausência dos dois, Rui Vitória optou por Carrillo jogando na ponta esquerda e Rafa faria a dupla de ataque com Mitroglou na frente. Nos minutos iniciais, o Benfica conseguiu por 5 minutos envolver os alemães, com dribles eficazes de Carrillo, Semedo, Salvio e Rafa. Salvio conseguiu logo no primeiro minuto, inclusive, chegar à cara do gol de Burki, mas rematou muito alto e totalmente sem direção perdendo uma boa oportunidade para, de cara, inaugurar o marcador.

Após esses cinco minutos, o Benfica deu a bola ao Borussia que trocava passes e tomava as ações do jogo, dando ao Benfica o contra ataque. As linhas benfiquistas estavam bem distribuídas em campo, e era difícil transpor a zaga, mas duas vezes Dembelé deu passes precisos que deixaram Auba na cara do gol. Para sorte benfiquista, o gabonês mandou longe da baliza as duas. Quando a bola acertava o alvo, o nome benfiquista da noite estava lá para fazer a defesa.

A compactação do Benfica era bem executada, mas o contra-ataque não surtia efeito, os benfiquistas tomavam as decisões precipitadas na hora de definir a jogada fatal.

O jogo foi ao intervalo com o placar zerado, com Ederson sendo o melhor em campo. No reinício de jogo, o gol encarnado. Em escanteio cobrado por Pizzi, Luisão, que fazia seu jogo 500 com a camisa do clube lisboeta, subiu mais alto que todos pra fazer uma assistência de cabeça para Mitroglou que dominou esquisito, mas foi o suficiente para tirar Burki do lance, e encher o pé para fazer o gol da vitória do clube da Luz.

EDERSON

Ederson defende pênalti de Aubameyang
Ederson já ia sendo o homem do jogo, por estar fazendo várias interceptações e defesas importantes na partida. O melhor momento dele no jogo foi quando Fejsa tocou com o braço na bola e o árbitro assinalou pênalti, Aubameyang teria a chance de se redimir dos gols sofridos, mas Ederson, mais uma vez salvou o Benfica. Aliás, de todos os cinco chutes do Borussia no alvo, todos foram defendidos pelo goleiro brasileiro.

A atuação do goleiro foi tão brilhante que o guardião está concorrendo a ser o jogador da semana na Liga dos Campeões.

LUISÃO

Luisão assitriu Mitroglou para dar a vitória ao Benfica
Se a partida de Luisão foi brilhante, também foi especial o brasileiro fez uma partida perfeita defensivamente, e ainda no seu aniversário e 500º jogo pelo Benfica, foi ele quem presenteou Mitroglou para fazer o gol benfiquista na noite, o primeiro do grego na Champions.

O Benfica volta à campo domingo, às 17:15 quando enfrenta o Braga, pelo Campeonato Português.

Sampaio empata com Imperatriz, mas se mantém na liderança do grupo

O Sampaio Corrêa foi a Imperatriz defender a liderança do Grupo A do Maranhense diante do Imperatriz. O jogo, válido pela 3ª rodada, aconteceu ontem (15/02), no Estádio Frei Epifânio D’Abadia, às 20h15, e terminou em 1 x 1.

Imperatriz e Sampaio empatam no Frei Epifânio (Foto: Divulgação/Imperatriz)
O Cavalo de Aço começou pressionou bastante no primeiro tempo e levou perigo à meta tricolor em diversas oportunidades, obrigando o goleiro Jean a fazer defesas importantes. O gol que abriu o placar foi marcado aos 31 minutos por Léo Azevedo. Rubens cobrou escanteio e, após um bate e rebate na pequena área, a bola sobrou para o zagueiro, que, mesmo rodeado de marcadores, conseguiu mandar para o fundo da rede.

Com o resultado parcial adverso, o Tricolor não conseguia oferecer grande perigo ao mandante. Ainda no primeiro tempo, não satisfeito com o desempenho do time, o treinador do Sampaio trocou Cleitinho pelo atacante Henrique, pois Giovani estava isolado no ataque. Na volta para o segundo tempo, outra alteração. Giovani deu lugar ao jovem Guilherme.

O Sampaio passou a atacar mais e dominar a posse de bola, mais ainda por conta da mexida do técnico Sinomar Naves, do Imperatriz, que tirou o volante Robson Simplicio e colocou o zagueiro Bruno Lopes em seu lugar. Assim, o time da casa passou a dar espaço para as investidas do Tricolor.

Depois de tanta pressão, a estrela de Guilherme brilhou e a Bolívia Querida chegou ao gol de empate. A defesa do Imperatriz bobeou e a bola sobrou para o atacante, livre de marcação. Ele entrou na área e finalizou no canto esquerdo do goleiro Rodrigo Ramos, dando números finais ao marcador.

Com o empate, o Sampaio se manteve na liderança do grupo com cinco pontos, mesma pontuação do Imperatriz, mas com dois gols de saldo, um a mais que o time da região tocantina. O São José está em terceiro lugar, enquanto o Santa Quitéria está em quarto, ambos com dois pontos. Estes dois últimos já jogaram na terceira rodada, no dia 05/02, e empataram em 1 a 1.

A Bolívia Querida volta a campo no próximo domingo (19/02) para enfrentar o Santa Quitéria, às 15h45, no Estádio Municipal Daniel Rodrigues Leal (Rodrigão), na cidade de Santa Quitéria.

FICHA DO JOGO:
IMPERATRIZ 1 X 1 SAMPAIO CORRÊA

Local: Estádio Frei Epifânio D’Abadia, Imperatriz (MA)
Data: 15 de fevereiro de 2017, quarta-feira
Horário: 20h15 (local)
Árbitro: Mayron Frederico dos Reis Novais
Gols: Léo Azevedo, aos 31’ 1ºT (Imperatriz); Guilherme, aos 30’ 2ºT (Sampaio)

Imperatriz: Rodrigo Ramos; João Rodrigo, André Penalva, Léo Azevedo (Rômulo) e Aelson; Robson Simplicio (Bruno Lopes), Dudu, Adauto (Júnior Lacraia) e Rubens; Léo Paraíba e William Amorim. Técnico: Sinomar Naves.

Sampaio Corrêa: Jean; Arthur (Zé Leandro), Marques, Arthur Sanches e Esquerdinha; Otávio, Cloves, Valderrama, Daniel Barros e Cleitinho (Henrique); Giovani (Guilherme). Técnico: Vinícius Saldanha.

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Internacional estréia Copa do Brasil com vitória


Autor do primeiro gol do Internacional, Valdivia, comemora com D'alessandro. (Foto: ScInternacional)
O time gaúcho enfrentou nessa quinta-feira (15) o Princesa de Solimões pela Copa do Brasil no estádio Olímpico Regional em Cascavel-PR. Apesar de fora de casa, a torcida do Internacional mostrava que mesmo em fase ruim, continua apoiando os jogadores.

O time amazonense não jogava desde o final de outubro, o que tornou o primeiro tempo um jogo com poucas finalizações, já que o Inter só precisava do empate e os jogadores do Princesa estavam se encontrando em campo.

Com vontade de fazer história eliminando o favorito do jogo, os jogadores do Amazonense não facilitaram a chegada do time adversário no primeiro tempo.

No segundo tempo, houve mudanças no time de Porto Alegre. Valdivia entrou no jogo e abriu o placar do jogo aos 15', animando a torcida e os jogadores. Com o placar 1 a 0, Internacional se abriu mais e encontrou harmonia em suas jogadas.

O segundo gol começou com um lindo passe de D'alessandro para Brenner que dominou e balançou a rede aos 36' do segundo tempo. O jogo encerrou com vitória do colorado gaúcho, mas torcedores ainda estão insatisfeitos com o desempenho do time.

Mesmo ganhando, Internacional mostra que ainda não está conseguindo achar o time ideal para enfrentar os campeonatos que estão por vir. Especulações afirmam que o colorado está querendo negociar com Marcelo Cirino e Portman para reforçar o time para o Brasileirão.

Opinião:

A fase anda bem ruim para o Internacional. A Copa do Brasil já começou, o Gauchão já começou e continuamos vendo um time com os mesmo defeitos de 2016. Não tem harmonia entre os jogadores.

O técnico Zago não tem opções de mudança do time, dificultando bastante um time 100%. Com jogadores que sabemos que não serve para o time ele insiste em colocar em jogo e deixar peças chaves no banco de reservas para testes. Valdivia, por exemplo, ficou o primeiro tempo no banco, com gritos da torcida pedindo a entrada do jogador o técnico se viu obrigado a colocá-lo, e foi o meia que abriu o placar no Olímpico.

Encontramos o problema? Paysandu volta a vencer no Parazão

A estrela da noite, Leandro Carvalho. (Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
Na noite desta quarta-feira (15), o Paysandu recebeu o São Francisco, na Curuzu, num jogo atrasado, válido ainda pela terceira rodada do Campeonato Paraense. O confronto tinha tudo para ser complicado, já que ambos eram lanternas em seus respectivos grupos.

O Papão vinha modificado de seu último confronto, o centroavante, Leandro Cearense, muito criticado após sua atuação no RexPa, foi para o banco, cedendo lugar para Alfredo, que finalmente estreou pôde estrear camisa alviazul. Além desta novidade, o time contava com Leandro Carvalho, no lugar de Jhonnathan, que também teve um desempenho ruim no clássico. O clube começaria a partida com três atacantes, como há algum tempo a torcida cobra.

A partida começou melhor para o clube mandante, que tentava explorar jogadas pelas laterais, mas esbarrava na forte marcação e nas faltas, nem sempre bem punidas, do Leão Santareno. O time dependeu muito de bola alçada para assustar o time visitante e só depois do amarelo aplicado ao He-man, o Paysandu passou a ter mais facilidade para jogar. O São Francisco até tentava dar respostas às investidas bicolores, porém os contra-ataques azulinos não davam resultados.

A torcida bicolor, já impaciente com o time, pode comemorar somente aos 25’, quando Leandro Carvalho cruzou para área e Alfredo fez o corta luz para Bergson abrir o placar. Não demorou muito para que o clube conseguisse ampliar este placar, desta vez, Leandro Carvalho recebeu a bola atrás da linha do meio de campo e saiu em velocidade, passou por Alemão e fez 2x0 na Curuzu.

Na segunda etapa os times voltaram iguais. E com apenas 56 segundos de jogo, o Paysandu marcou seu terceiro gol na partida. Desta vez, Ayrton cobrou falta e Alfredo subiu para mandar a bola, de cabeça, para o gol, sem nenhuma chance para Labilá.

O bicolor voltou a assustar o goleiro azulino e quase ampliou o placar com Ayrton, em cobrança de falta, todavia a pelota acabou indo para fora. O Leão começou a tentar explorar os contra-ataques, mas parava na zaga bicolor e quase não conseguia levar perigo a Emerson. No melhor lance da equipe santarena, aos 45’, o goleiro do Papão estava atento e impediu o gol de honra.

Na foto só quem foi garçom ou fez gol - ou quem fez os dois, no caso de Leandro Carvalho. (Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
Com a vitória, o Lobo chegou aos seis pontos e saiu da lanterna diretamente para a liderança do Grupo A1, empatado em pontos com outros dois clubes, Paragominas (2º) e São Raimundo (3º), e garantindo o primeiro lugar pelo saldo de gols.

Próximo confronto: O Paysandu enfrentará o Águia de Marabá neste sábado (18), às 16h, no Mangueirão. O Azulão é o mandante da partida e só não será em seus domínios, pois o Zinho de Oliveira não está condições de receber a partida.

Palavra da colunista: Primeiramente vamos aos elogios, pois não é só de corneta que vive um torcedor. Na noite desta quarta, pudemos ver uma boa atuação do Paysandu, principalmente após a saída de Daniel Sobralense. O técnico acertou em colocar três atacantes e finalmente dar oportunidade para que o Alfredo pudesse mostrar seu futebol.

O ataque titular merece o “melhor da partida”, três gols e os três marcados por diferentes atacantes. Mas é fato que um se sobressaiu. Leandro Carvalho fez uma partida muito acima da média, deu assistência, participou de muitas jogadas de ataque e fez um gol sozinho. Uma atuação incrível da cria da base bicolor. Bergson deixou o seu e foi participativo e Alfredo, apesar de um começo meio apagado, acordou e conseguiu mostrar seu valor, além do gol na partida, se mostrou um centroavante diferente, que participa mais das jogadas e tem inteligência. Aslen entrou no segundo tempo e fez de tudo para mostrar trabalho, foi em todas as bolas, tentou alguns cruzamentos, todavia ainda é cedo para falar.

O meio de campo do clube foi o setor que pior se saiu nessa partida, não foi ruim, porém entre os setores, com certeza foi o com menos destaque e com um pouco mais de erros. Daniel Sobralense só provou o que já tínhamos visualizado anteriormente, não serve para ser titular, tem muita dificuldade na criação. Diogo Oliveira, que entrou no seu lugar, até que demonstra um pouco mais de qualidade, entretanto, está bem longe de ser o camisa 10 que esperávamos. Wesley deve ser um dos poucos volantes existentes que tem tanta dificuldade em fazer uma falta. Capanema fez o básico, não errou muito e teve que se virar para cobrir o lateral, William Simões.

Pablo e Gilvan fizeram uma boa atuação, impediram bem as tentativas do São Francisco. Ayrton deu uma assistência, participou mais e defendendo, foi muito melhor do que no último RexPa. Já William Simões fez o feijão com arroz nas suas subidas, mas nas descidas, deixa tudo nas costas do volante. Perema entrou bem e não comprometeu.

Depois de 17 dias, reencontramos a vitória. Porém, tenhamos calma. Apesar de já termos corrigido alguns erros. Esta não pode mascarar os defeitos que ainda existem no time e que precisamos melhorar o quanto antes. 
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