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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Roberto Cavalo comanda o Oeste pela 5° vez

O Oeste anunciou a volta de Roberto Cavalo, pois os números de Vilson Taddei não impressionavam. Em três jogos na Arena Barueri, o time não alcançou os objetivos. Fazendo apenas cinco pontos dos nove almejados. Empatando em 2-2 com Taubaté, 1-1 contra o Capivariano e apenas uma vitória, esta contra o União Barbarense (3-0).

Na sua estreia como novo técnico do Rubrão, Roberto Cavalo chegou com uma derrota, em Penápolis, contra o Penapolense por 1x0.


Seu segundo jogo foi fora de casa novamente, em Nova Friburgo (RJ), contra o time da casa, o Friburguense. O treinador saiu com uma vitória por 1x0 e conquistou a vaga para a próxima fase da Copa do Brasil.

Sua terceira batalha será contra o Batatais, na Arena Barueri, neste domingo (19), às 16h00min. Somando, por enquanto, uma vitória e uma derrota pelo Oeste.

O técnico faz sua quinta passagem pelo Rubrão.

Márcio Goiano está de volta ao Figueirense

Após a vergonhosa derrota e eliminação para o Rio Branco-AC pela Copa do Brasil, o Figueirense demitiu imediatamente o técnico Marcos Santos. E no mesmo dia, anunciou o nome de seu novo comandante.

Márcio Goiano está de volta (Foto: Luiz Henrique/Figueirense FC)
Márcio de Azevedo, ou simplesmente Márcio Goiano, tem 47 anos e vem para a sua terceira passagem como técnico do Figueirense. Em 2010, Goiano chegou ao Figueira para estrear em sua carreira como treinador. Nessa sua primeira passagem de estreia, Márcio Goiano comandou o alvinegro em 69 jogos, obteve 34 vitórias, 20 empates e sofreu 14 derrotas, com um aproveitamento de 58,9%. Nesta sua passagem, Goiano levou o Figueirense ao vice da Série B, assim conquistando o acesso à Série A do Brasileiro. Naquela circunstância, revelou o lateral Juninho, e o meia Roberto Firmino, hoje no Liverpool.

Márcio Goiano foi demitido no término do turno do Catarinense de 2011. Para seu lugar, veio Jorginho, que com uma base montada por Goiano, fez o Figueirense ter a sua melhor campanha na Série A, ficando a três pontos da Libertadores.

Um ano e meio depois, em 2012, Márcio Goiano voltou ao Figueirense em meio a uma crise tremenda. Com o clube na zona de rebaixamento da Série A, Goiano tinha como missão impossível, livrar o Figueira do descenso. Começou bem, obtendo vitórias importantes, animou o torcedor, mas não conseguiu livrar o time da Série B e não continuou para o ano seguinte. Nesta sua última passagem, comandou o alvinegro em 14 jogos, com 4 vitórias conquistadas, 3 em empates, 7 derrotas, e com um aproveitamento de 35,7%. Aproveitamento parecido com o do demitido Marcos Santos, que foi de 28,7%.

Em sua última passagem, Goiano não conseguiu evitar rebaixamento alvinegro (Foto: Ricardo Duarte/Agência RBS)
Desde sua última passagem, Márcio Goiano não evoluiu. Seu melhor trabalho fora do Figueira foi em 2015 quando foi vice do Campeonato Goiano com a Aparecidense. Fora isso, nenhum outro trabalho de destaque. Hoje, volta para recuperar e tirar o Figueirense de um abismo interminável.

Claramente, Márcio Goiano chega ao Figueirense por um único motivo: Ter identificação com o clube. Respeitamos Goiano por tudo que ele fez como jogador e treinador, mas hoje, não seria o momento para a sua volta. Não sei se é a palavra certa, mas Márcio Goiano está ultrapassado. Trazer um técnico apenas por ter identificação com o clube, beira à burrice. De nada adianta. Vide três exemplos: Começando pelo próprio Márcio Goiano que fez ótimo trabalho em 2010, voltou em 2012 e não foi o mesmo; Vinícius Eutrópio conquistou acesso e título estadual em sua primeira passagem, em 2016, voltou e foi abaixo do esperado apesar de ter sido o melhor treinador alvinegro na temporada; e Argel, que em 2014 livrou-nos do rebaixamento e foi campeão estadual no ano seguinte, também voltou em 2016 e foi um completo fracasso. Insistir em nomes que já passaram por aqui não dá resultado. Identificação com o clube não faz o time aumentar de rendimento. Quero errar, mas o Figueirense pode pagar caro por escolher um técnico barato.

Márcio Goiano vai à Chapecó assistir a partida do Figueirense contra a Chapecoense, na segunda-feira será apresentado oficialmente, e na quarta-feira faz a sua estreia no clássico contra o Avaí, atual líder do campeonato.

Patrick Silva | @figueiradepre

Um nó que dá para desatar

Quem assistiu o clássico paulista na Vila Belmiro nessa quarta-feira foi premiado com um ótimo jogo de futebol. De um lado o Santos e o seu já conhecido DNA ofensivo, com um jogador da terceira linha de meio campo escalado na zaga para que a saída de bola tenha mais qualidade. Do outro, um São Paulo embalado pela vitória em casa sobre a Ponte Preta, abastecido pelo suor de um treinador com sede vitórias aliada a uma bela apresentação. O resultado dessa equação não poderia ser diferente: Gols.

Na primeira etapa, como de praxe nos jogos na Vila, o Santos partiu para cima de seu adversário, intimidando com chances de gols variando as jogas pelos lados (assim que saiu o gol) com infiltrações dos laterais causando aquele alvoroço organizado que a garotada da baixada santista faz como poucos no futebol brasileiro, com chutes contra a meta do goleiro Sidão. No lado adversário, o Tricolor paulista iniciou o jogo com aquela que vem se tornando uma de suas características: Muita troca de passes, ontem sem muita objetividade. Mas já demonstrando um esboço da estratégia para a partida: Pressão na marcação alta forçando o erro adversário, recuperação da posse da bola e saída rápida no contra-ataque. O que só viria na segunda etapa.

A parte final da partida foi muito nivelada, o que não quer dizer uma queda de rendimento da equipe alvinegra, mas sim uma evolução na tricolor. Cueva com ótima visão de jogo explorou a velocidade do ataque são paulino, formado por Luiz Araújo e Gilberto. E tudo que Rogério Ceni planejou para a partida surtiu efeito, pois os gols e as chances que poderiam aumentar ainda mais o placar surgiram depois de uma forte marcação sob pressão, recuperação da bola e intensidade na finalização da jogada. Um jogo a altura do confronto.

A quebra de tabu no estádio santista (há seis anos o time não perdia em seu estádio pelo Campeonato Paulista) fez com que vaias ecoassem na Vila mais famosa do mundo. O que culminou com a entrevista coletiva de Dorival Júnior um pouco fora do habitual. Um repórter ao questionar se o técnico “levou um nó tático” de Rogério Ceni ouviu não uma resposta, mas uma pergunta: O que significa o termo? Vou dar o meu pitaco: Foi sim um nó professor. Um nó consiste em entrelaçar o adversário, o popular envolver. Exatamente o que a equipe São Paulina fez nos últimos 45 minutos de partida: Rodeou a equipe santista na marcação, não dando espaços para a criação de jogadas. Nó no futebol é interpretativo, relativo. Nesse caso foi real, literal. Mas não foi cego. Do mesmo jeito que reinventou um Santos ofensivo até no setor defensivo, Dorival tende a ajustar a equipe antes da estreia na competição continental, até pelas opções justamente para o setor que mais preocupa hoje e que ainda não estrearam, como é o caso do zagueiro Cléber. Paciência é a palavra. Até para a eufórica torcida São Paulina. Do mesmo jeito que é cedo para criticar, é para elogiar.

(Foto: Ricardo Saibun / Santos FC)

Após início avassalador, Knicks perde para o Thunder

Virou rotina para nós, torcedores dos Knicks, ver nosso time mais perder do que ganhar, mas ontem (15), na Chesapeake Arena, poderia ser diferente. Sabemos a qualidade da nossa equipe, mas por incrível que pareça, Jeff Hornaceck não consegue fazer funcionar. Mas vamos ao jogo:

Um início de jogo fenomenal, com Carmelo com 19 pontos no primeiro quarto, colocando Andre Roberson no bolso, Porzingis matando suas bolas de três, Rose com suas infiltrações sensacionais e com uma defesa muito eficiente, os "Knickboxers" abriram quase vinte pontos entre o final do primeiro quarto e início do segundo.

Parecia um sonho, mas foi ai que tudo começou a desandar. O senhor triplo-duplo Russel Westbrook comandou uma incrível reação dos Thunder e conseguir tirar a diferença e mais, virar o jogo, fazendo-o ir para o vestiário com uma pequena vantagem de dois pontos, 62 a 60 para OKC.

No terceiro quarto, o time voltou a cometer vários turnovers e deixando os donos da casa abrir vantagem de 10 pontos. Mesmo com Holiday e Rose contribuindo no ataque, a defesa mais uma vez, deixou a desejar.

No ultimo quarto, pouca emoção e pouco basquete e os Knicks não conseguiram arranjar forças para reagir e mais uma derrota na temporada. Frustrante! O cestinha do time foi Carmelo com 30 pontos. Agora o time só irá jogar depois do All Star Weekend.

Nenhum texto alternativo automático disponível.
Carmelo Anthony no All Star Game (Foto:nba.com)
Uma notícia de última hora deixou todos contentes. Com a lesão de Kevin Love, Carmelo Anthony foi mais uma vez selecionado para defender a Conferência Leste no NBA All Star Game. Essa será a décima participação de Melo no Jogo das Estrelas, no domingo. Na sexta-feira, será possível assistir Porzingis e Hernangomez jogando pelo time Mundo no jogo dos calouros e segundo ano.

João Eduardo Gurgel

Início frustrante na Europa League – Dê glicose aos seus comandados, Poch!

Começou a caminhada na segunda competição mais importante do continente. Mesmo antes de saber o adversário, nós tínhamos poucas dúvidas que chegaríamos à próxima fase, já que certamente enfrentaríamos um time muito inferior. Na ocasião do sorteio, os Spurs brigavam diretamente pela Premier League, o que dividia opiniões sobre qual competição deveria ser a priorizada...

Hoje, é quase unanime que brigar por um título na temporada, será mais viável através da FA Cup ou da própria Europa League. Tanto pela diferença do Chelsea, quando pelo futebol apresentado recentemente, a conquista nacional parece cada vez mais improvável – não que seja um absurdo, a campanha ainda é muito boa, só que esperávamos mais –. Contudo, a temporada não está perdida, um título nunca deve ser desprezado e não deve faltar essa ambição, longe disso.

Tottenham's Harry Winks, Harry Kane and Dele Alli look dejected after Gent's Jeremy Perbet scored their first goal
Os Spurs sofreram o revés na estreia (Foto: Reuters)
A própria escalação deste jogo demonstra que a competição europeia passará a ser uma das prioridades de Maurício Pochettino, que mandou à Bélgica o que tinha de melhor, salvo os desfalques por motivo de lesão – Lloris; Walker, Alderweireld, Dier e Davies; Wanyama, Dembélé, Winks, Sissoko (os dois últimos novidades) e Alli; Kane –. Dois que estão frequentemente no time titular ainda entrariam no segundo tempo: Eriksen e Son.

Tudo para termos uma vitória convincente, certo?! Errouuuu! (voz do Faustão). Antes de mais nada, vale lembrar: Na Inglaterra não existe Carnaval e nenhum brasileiro no elenco atual. Será que alguns jogadores deram uma de Edmundo nos tempos de Fiorentina e resolveram dar uma passada nos primeiros blocos aqui no Brasil? Não sei... O fato é que alguns apresentaram sintomas de ressaca recentemente.

Obviamente, isso é apenas uma forma bem humorada de justificar as últimas atuações, cujo o Tottenham não foi nada convincente. Desde o confronto contra o West Brom, quando goleou por 4 a 0, a equipe não joga bem – levando em conta que nas vitórias contra Wycombe e Boro, e principalmente no empate contra o City, os resultados só vieram na base da vontade –. E foi exatamente isso que faltou no empate contra o Sunderland e na derrota para o Liverpool.

Desta vez, não foi diferente, o que é ainda mais frustrante quando o adversário é o Gent. Convenhamos que, o time belga poderia oferecer poucos sustos, uma vez que os Spurs jogassem, talvez, setenta por cento daquilo que poderiam. Com o time praticamente todo titular, então, era de se esperar que a equipe tivesse uma boa atuação, uma vitória e, consequentemente, encaminhasse a classificação já na ida. Não foi o que aconteceu.

Tottenham's Ben Davies in action with Gent's Moses Simon
Ben Davies não é o  único que deve ser crucificado (Foto: Reuters)
É comum oscilar em atuações, ainda mais com desfalques importantes – sobretudo Rose –, mas nada justifica a falta de vontade dos demais. O técnico argentino, por sua vez, fez o que pôde e promoveu mudanças. Porém, nada adiantou, os jogadores apresentaram um desleixo demasiado e a equipe pouco assustou o adversário ao longo dos 90 minutos, exceto na bola na trave de Kane.

O que já havia sido ruim no primeiro tempo, só ficaria pior no segundo, quando sofremos o revés: 1-0. O resultado em si não é nada desesperador e a desvantagem é totalmente reversível em Londres. As últimas atuações, porém, são preocupantes para quem almeja uma vaga direta na Champions, seja qual for a forma de conquista-la. Sugiro, portanto, que Pochettino dê glicose para curar essa ressaca!

#COYS

Por: Marcelo Júnior

Twitter: @marcelinjrr / @SiteLF / @LFEuropa

De volta a Copa do Brasil, Vila Nova sofre para se classificar

De volta a Copa do Brasil após 10 anos, o Vila Nova foi até Manaus enfrentar a equipe do Fast Clube na noite da última quinta-feira (16), na Arena Amazônia. Com um a menos o Tigrão empatou a partida em 1x1. O gol do Vila foi marcado por Moisés, Thiago Brandão empatou para o Fast.

Com um novo formato de competição, o Tigrão se classificou com o empate por estar em uma posição melhor que a do adversário no ranking da CBF. Na próxima fase, o Vila recebe o Vasco da Gama no dia 1 de março, no Serra Dourada.

Com a classificação, o Vila Nova enfrenta o Vasco na próxima fase. Foto: Reprodução / Globo Esporte GO. 
Com a volta dos titulares, o Vila teve um início de jogo criterioso. O Fast ameaçava mais, enquanto o Tigrão observava o adversário em tentativa de furar o bloqueio da defesa. As primeiras iniciativas do jogo foram tomadas pela equipe da casa com Júnior Neymar e Robinho. O atacante ameaçou o gol do goleiro Wendell nos minutos iniciais, a bola parou na trave. Já pelo lado colorado, a dupla de ataque pouco criou. Moisés sendo muito acionado na partida desperdiçou várias chances de abrir o placar.

Aos 20' da etapa inicial quando Hiroshi com dores foi substituído por Moraes Jr. O Vila cresceu na partida, a ligação entre meia e ataque foi essencial na partida. Mazola Jr optou pelo meia ao invés do prata da casa Everton. O atacante Wallyson teve a melhor oportunidade do Vila no primeiro tempo, ele se livrou do goleiro e com o gol livre chutou o zagueiro tirou em cima da linha.

De volta para o segundo tempo, o Tigrão teve mais liberdade para atacar. Um empate perigoso, 0x0 nada estava garantido. Vila foi para cima, Maguinho teve a oportunidade de abrir o placar por dois momentos na partida chutando para fora. Wallyson também tentou parando várias vezes na barreira do goleiro Naylson.

Aos 22' após várias tentativas, Moisés abriu o placar. Marcos Serrato fez á jogada, chutou para a defesa do goleiro Naylson, e no rebote a bola sobrou para Moisés que não desperdiçou: 1x0 Vila. Dois minutos depois, Moraes Jr de frente para o goleiro chutou para fora perdendo a chance de liquidar a partida.

Foto: Reprodução / Globo Esporte GO.
Com o resultado favorável o Vila Nova pressionava o adversário marcando em cima. Dominava a partida até os 35' quando PH, já amarelado foi expulso. Com Wallyson, Vila ainda teve uma boa oportunidade na partida. E com um a menos, o Fast foi para cima em busca do empate que veio aos 41' da etapa final. O gol saiu após uma cobrança de escanteio que Thiago Brandão não perdoou: 1x1. Resultado que ainda dava a classificação ao Vila Nova.

A partir do gol de empate o jogo se complicou para os Goianos. E com um a mais o Fast foi para cima em busca do segundo gol, é o Vila soube se segurar mesmo em desvantagem. Após 10 anos fora da competição o Colorado segue forte para o próximo confronto e espera casa cheia diante da equipe do Vasco em Goiânia.

Agora com foco voltado para o Campeonato Goiano, o Tigrão já pensa no clássico contra o Atlético no domingo (19), que acontece no Serra Dourada, ás 17h. O jogo abre o 2° turno da competição. 

Oeste estreia na Copa do Brasil com vitória

O Oeste foi a Nova Friburgo enfrentar o time da casa, Friburguense. O jogo foi muito bom de se ver, dois times querendo lutar bastante pela classificação para a próxima fase.

No começo do jogo, os refletores do Estádio se apagaram e a partida ficou um bom tempo paralisado. Porém nem com isso conseguiu acabar com o espetáculo, eram dois times que estreavam na Copa do Brasil.

(Foto: Felipe Basílio)
Oeste jogou muito bem e dominou o jogo inteiro. Deixou o Friburguense na roda, mas demorou a fazer valer o domínio, o gol só saiu no finalzinho, marcado pelo atacante Mazinho.

Próximo jogo: Oeste jogará na próxima quarta-feira (22), contra o Internacional, no Beira Rio às 21:45.

Valeu, Eduardo

Ao marcar o primeiro gol do jogo e correr para abraçar o novo treinador, Eduardo Pereira (o nosso Dudu) fez sua melhor jogada na partida diante do São Bernardo. Não foi a única de uma boa atuação – sobretudo no segundo tempo -, mas valeu muito como resposta para a ridícula atitude de certa torcida organizada que começou a protestar contra o outro Eduardo ainda no primeiro tempo.

Dudu abraça Eduardo Baptista após marcar o primeiro gol da partida. (Foto: Gazeta Press)
A cantoria não só é absurda, considerando que esse era apenas o terceiro jogo da temporada, como também é negativa na medida em que adiciona uma pressão que não ajuda de nenhuma maneira na evolução da equipe, independente de quem esteja comandando o elenco.

Evolução que, diga-se, já começa a aparecer mesmo em um cenário de constantes mudanças: Tchê Tchê lesionou, Guerra e Moisés passaram a poder jogar. E ainda fazendo seus acertos, Eduardo Baptista já conseguiu linhas mais próximas (embora ainda com buracos normais de um início de temporada) e bom uso das laterais de campo.

Não que tenha sido um grande primeiro tempo. Abusando um pouco da bola longa e quase sempre a direcionando para Roger Guedes (que é muito melhor na velocidade do que na disputa física), o Verdão passou a errar muitos passes diante de um organizado São Bernardo. O Bernô chegou a assustar duas vezes, exigindo boa participação de Prass.

No segundo tempo, o injustamente cobrando Eduardo Baptista conseguiu acertar o time em relação aos lançamentos. O Palmeiras passou a tocar mais a bola e controlou o jogo praticamente inteiro – exceção feita a uma bobagem de Prass que quase resultou no gol dos visitantes. Se essa bola entra, a culpa realmente seria do treinador?

Eduardo também foi muito feliz nas suas alterações. Raphael Veiga e Michel Bastos entraram bem e deram um novo fôlego ofensivo que logo foi convertido em gols de Dudu e Jean, este segundo de pênalti. Com a vantagem no placar, o Verdão teve mais tranquilidade e as jogadas passaram a sair com maior naturalidade. Talvez até um indicativo do que podemos esperar nas próximas rodadas.

Com paciência, tudo tende a se acertar e o time ficar cada vez mais entrosado. Erros ainda precisam ser corrigidos, porém não há motivo para desespero. Alguns precisam também entender que não é videogame e as coisas não acontecem da noite para o dia. Afinal, não estamos mais juntos rumo aos títulos?

Por hora, façamos igual nosso capitão: Vamos abraçar o Eduardo Baptista.

Preciso falar sobre Léo Gamalho

Estou sem escrever a muito tempo, devido a muitas perguntas de quem me acompanha, venho aqui explicar que estou sem computador, portanto não sei quando vou poder escrever ou não. Grato pela procura, e pela compreensão de todos, peço desde já desculpas por não escrever sobre as últimas cinco partidas esmeraldinas.

É torcedor... Walter pode até ter voltado ano passado, com todo seu peso e carisma, mas senti a enorme necessidade de falar sobre Léo Gamalho. Muitos colocaram enormes expectativas em cima do retorno do gordinho camisa 18 (sinceramente ainda estou esperando ele retornar de verdade), mas quem vem roubando a cena é ele, o nosso camisa 9, Gamalhovic, Ibra do Cerrado, Samurai Esmeraldino, chame como quiser, ele vem marcando gols e mais gols e nós torcedores só temos a agradecer depois de tanto sofrer com a ausência de um camisa 9.

Léo Gamalho virou sinônimo de gols pela equipe esmeraldina. (Foto: TV GOIÁS)
É só tu parar pra observar o que tivemos após a saída do Tufão:

2014 – Samuel (Samucone) e Bruno Mineiro, Araújo...
2015 - Wesley, Bruno Henrique improvisado, Zé Love...
2016 - Rafhael Lucas, Cléo, Marcão...

De todos citados, o único que ainda tenho um pouco de respeito é o Marcão que chegou a fazer uma partida boa aqui, outra ali.. Em 2016 contratamos Léo, chegou como reserva do Marcão e não fez nada contra o Londrina e Criciúma. Chegou a pegar banco definitivo em Pelotas, mas quando entrou contra o Ceará e marcou um gol no final, começou ali a jornada:

Ceará: Primeiro gol pelo alviverde
Vasco: Empate de cabeça
Bahia: Gol de desconto
Oeste: Caixa de novo
Paraná: 2 de cabeça, titularidade absoluta, oportunista nato
Avaí em branco
Bragantino: 2 gols, vitória e 3 pontos na conta dele

Com essa sequência ele tinha conquistado seu espaço no Goiás, passou apenas cinco jogos dos 12 como titular sem marcar, das quatro vezes que saiu do banco marcou gol  e terminou com a melhor média de gols por jogo no Brasil. Nosso Samurai finalizou 2016 sendo um dos poucos que mantiveram a moral alta com a torcida, seu faro de gol continuou cada vez mais e ele não para. São seis jogos e oito gols marcados em 2017, contando com um elenco melhor pra lhe dar o apoio necessário, Gamalho mostra que não sente dificuldade nenhuma em continuar marcando jogo após jogo:

Aparecidense: Gol da virada
Rio Verde: Dois gols no oportunismo nato
ACG: Definiu o clássico, sofrendo e marcando o pênalti
Anápolis: Empate milagroso, último lance do jogo
Goianésia: Deixou mais um matando o jogo
Itabaiana: Dois gols em 6 minutos (um de cobertura)

Com espaço definitivo no time, Gamalho é artilheiro de todas as competições
que o Goiás disputa esse ano (na copa do Brasil está igualado com outros 4 jogadores)
foto: globoesporte.com
Fiz esse texto com o intuito de desabafo, por três anos sofremos por gols e mais gols perdidos por incompetência, ver Gamalho decidindo por nós até mesmo na ausência de Walter é sensacional. Não vou ser injusto, quero muito que Walter volte ser aquele que conquistou todos os esmeraldinos, mas fico muito feliz de ver que temos um elenco com dois "matadores" natos. Não sabemos como vai ser daqui pra frente, se Gamalho continuará assim durante a Série B ou não, só o tempo vai dizer, mas que podemos confiar nele, está claro que sim.

Números do Gamalho
23 jogos
19 gols
0.82 gols por jogo (Média altíssima)
Em 2017, 14 finalizações e 8 gols, ele precisa de 1.75 chutes no gol pra marcar

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