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sábado, 18 de fevereiro de 2017

Lobo devora águia

Num jogo válido pela quinta rodada do Campeonato Paraense, o Paysandu enfrentou o Águia de Marabá, na tarde deste sábado (18), no Mangueirão. A partida, que tinha como mandante o Azulão, foi realizada em Belém por culpa das péssimas condições do Zinho de Oliveira, Estádio do Águia, em dias de chuva.

Nos primeiros segundos de jogo, o Paysandu já assustava e não demorou para ser recompensado. Com 1’, Ayrton cobrou escanteio e a bola sobrou para Bergson, que acertou o chute direto para o gol, fazendo 1x0 para o clube belenense. Quatro minutos depois do lance, o Papão fez o seu segundo, quando Leandro Carvalho levantou a bola na área, Alfredo ganhou do marcador e tocou na saída do goleiro.

Apesar da vantagem do alviazul, o time não deixou de atacar e buscava o terceiro gol a todo custo. Aos 22’, quase conseguiu. Mas Maicki Douglas não deixou. Leandro Carvalho tabelou com Bergson e o último tentou a finalização, impedido pelo goleiro do Azulão. Depois de cinco minutos, o Paysandu conseguiu fazer 3x0, Leandro Carvalho passou por Ednaldo, cruzou rasteiro, Alfredo fez o corta luz e Wesley bateu forte para a meta de Maicki Douglas.

(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
O Lobo mantinha a posse de bola, indo ao ataque várias vezes, com oportunidades. A melhor foi aos 36’, quando Ayrton bateu falta na área e Alfredo, sozinho, cabeceou por cima do gol. O Águia só conseguiu chegar à área do Papão aos 41’, com Carlos Eduardo parecendo bem nem pela ponta direita e cruzando na área, Vinicius tentou o desvio, porém Pablo conseguiu tirar o perigo da jogada.

Na segunda etapa, o Azulão fez alterações na equipe para tentar mudar a situação da equipe. Saíram Eric e Felipinho para entrada de Cleo e Ramon. Com 3’, Cleo enfiou a bola, Perema errou o corte e Vinícius chutou para o gol, Emerson deu rebote, a pelota sobrou para Tiago que, sozinho, errou o chute, na melhor oportunidade do Águia no jogo. O time teve outra oportunidade aos 21’, crescendo no jogo, quando Kaíque chutou de fora da área e a bola pegou efeito, passado perto do goleiro alviazul.

O Paysandu só ameaçou o time mandante aos 32’ com Ricardo Capanema, que arriscou o chute de fora da área e a bola foi na trave. E depois aos 43’ quando Wilkerson chutou rasteiro, Aslen chegou batendo de esquerda e Maicki Douglas fez milagre para evitar a última chance de gol da equipe bicolor. A partida acabou como terminou o primeiro tempo, com 3x0 no placar.

Próximo jogo: O Lobo jogará novamente nesta quinta-feira (23), contra o Castanhal, no Modelão, às 20h00. Jogo válido pela sexta rodada do Parazão.

Palavra da colunista: Nesta tarde, o Paysandu conseguiu decidir o jogo com cinco minutos jogados, diante de um Águia apático, que só se tornou ofensivo no segundo tempo. O placar poderia ter sido ainda mais largo, porém depois desses cinco minutos, apesar da postura adotada, só foi feito mais um gol. Com toda certeza, ficou barato para o time marabaense.

Podemos destacar em mais um jogo, Leandro Carvalho, que tem se tornado peça chave e que com a sequência, deve ajudar ainda mais o time. Em dois jogos como titular, ele marcou um gol e deu três assistências. O ataque, em si, melhorou bastante. Alfredo fez seu segundo gol pelo Papão em dois jogos e Bergson chegou ao seu quarto gol com a camisa alviazul. Foi mais uma partida em que o ataque se complementou.

Aslen e Wilkerson, os garotos da base do Lobo fizeram uma boa partida. O primeiro com chances de fazer seu primeiro gol pelo profissional. E Wilkerson fazendo bom cruzamento e atacando bem, o lateral-esquerdo também sabe atuar como meia e ponta, ainda não atuou nessas duas posições no profissional, mas tem qualidade em ambas. Duas promessas boas para o clube.

Devolvam o nosso Ypiranga

Após quatro resultados negativos (três pelo Gauchão e um pela Copa do Brasil) o Ypiranga viajou até o sul do estado para enfrentar o Brasil de Pelotas pela quarta rodada do Gauchão 2017.

Ambas as equipes estavam na zona de rebaixamento, o Ypiranga sem somar nenhum ponto e o Xavante com apenas um ponto na tabela juntos eram as surpresas negativas do campeonato. As duas equipes tradicionais entraram em campo muito pressionadas por suas respectivas torcidas, do lado amarelo e verde a estreia do técnico Guilherme Macuglia era a principal novidade, já do lado xavante Gustavo Papa o veterano centroavante após grande jogo contra o Criciúma pela Primeira Liga começava a partida na equipe titular do Brasil.

O Ypiranga veio para o jogo ainda sem marcar nenhum gol no campeonato, o centroavante Michel  logo aos 3 minutos após passe de Kaio Wilker saiu sozinho com o goleiro Eduardo Martini mas dominou mal e a bola ficou com o goleiro Xavante. E a má fase de Michel ficou ainda mais escancarada depois que Maycon cruzou da esquerda e Michel sozinho finalizou por cima. Era um grande início de jogo do canarinho, assim como foi nas outras quatro partidas, mas existe um velho ditado no futebol ''quem não faz, leva!''.

Aos 32 minutos do primeiro tempo falta para a equipe do Brasil, Marlon cruzou e o veterano Gustavo Papa sozinho de cabeça, abriu o placar no Bento Freitas, dos nove gols sofridos pelo Ypiranga no ano, sete foram de cruzamento pra área.

Gustavo Papa abriu o placar no Bento Freitas (Foto: Carlos Insaurriaga/Brasil)
Macuglia viu que Michel não ia fazer gol tão cedo e o substituiu por Gustavo Ramos, mas o jogo continuou feio e com as duas equipes mostrando o porquê estão do lado debaixo da tabela. Foram três mudanças pra cada lado o que não surtiu muito efeito, o jogo se seguia para o fim quando em um escanteio Marcio cruzou e Kaio Wilker cabeceou, mas Martini fez uma bela defesa. Até que aos 47 minutos da etapa final, no apagar das luzes Galhardo cruzou da direita e Jean Silva se antecipou e ampliou para o Brasil. Fim de papo no Bento Freitas, com o resultado o Brasil de Pelotas sobe para quatro pontos, enquanto o Ypiranga continua sem pontuar e sem marcar gols.

AH SAUDADE... 

O torcedor do Ypiranga está passando por um dos piores momentos dos últimos tempos, Leocir Dal'Astra chegou ao Ypiranga, quando a equipe estava sendo rebaixada a segunda divisão do Campeonato Gaúcho, montou um trabalho e conseguiu além de levar o Ypiranga de volta a elite do Gauchão, fez o canarinho voar e alcançar um lugar na Série C do Brasileiro. Seus times tinham muitos defeitos, jogavam ''feio'', seus treinamentos eram ultrapassados, os meias praticamente assistiam a ligação entre a defesa e o ataque sempre no balão, mas a equipe vencia, não convencia, mas vencia e isso fez dele em termos de resultados o maior treinador da história do Ypiranga.

A atual direção quis montar para 2017 uma equipe nova, demitiu o ultrapassado Leocir e contratou um estudioso de futebol, Carlos Moraes; Não renovou com a dupla de volantes Robson e Jessé, que não eram grandes jogadores, mas honravam e mostravam vontade e determinação, deixou Sander, Tulio, João Paulo, Danilinho, Labarte... E tantos outros jogadores irem embora por que ''queriam receber dinheiro demais'', porém nunca ficou claro o quanto demais era isso, quando eram indagados somente repetiam ''não vamos falar de valores''.

Mas eu falo de valores, a eliminação na Copa do Brasil para o modesto PSTC, custou mais de 1 milhão aos cofres do Ypiranga, uma possível queda para a Série B do Gauchão outro milhão, a direção trocou o certo pelo duvidoso, essa mudança toda orquestrada pelo Departamento de Futebol, que ainda não se explicou, poderá custar mais de 2 milhões de reais ao clube.

Eu já vi esta história, ano que vem nossos diretores de futebol e toda a diretoria é trocada, os que acabaram com o clube vão embora, e a torcida fica! Nós o patrimônio maior do Ypiranga ficamos, sofremos, e vamos olhar para trás e falar: Ah que saudade... 

Locir Dal'Astra (Foto: ComArte.upf.br)

Hora de mudança

Quatro jogos sem vencer e a queda para a zona de rebaixamento ligaram o alerta pelos lados do Joaquinzão. Ou o Esporte Clube Taubaté reage imediatamente ou a situação ficará complicada para o técnico Evaristo Piza.

A vergonhosa atuação da equipe diante do Batatais está latejando na cabeça do torcedor. Eram 21 jogos invictos em casa. As cobranças após a partida apenas refletiram o sentimento de decepção. Uma vitória levaria à equipe a parte de cima de tabela. Mas de longe a equipe fez por merecer.

Neste sábado o Burro da Central volta a campo. O jogo será fora de casa diante do Capivariano e a expectativa de toda a torcida do Alviazul está em mudanças no time. Uma ou duas talvez não sejam suficientes entre os onze titulares. A equipe clama por alterações na meta, na zaga, no meio e no ataque. Caso contrário, a mudança inevitável será a da comissão técnica!

Foto: Bruno Castilho/EC Taubaté


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