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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Na bola parada, Sampaio perde o jogo e a liderança, em Santa Quitéria

Debaixo de muita chuva, Santa Quitéria e Sampaio Corrêa se enfrentaram na tarde deste domingo (19) pela 4º rodada do Grupo A do Campeonato Maranhense. O jogo foi realizado no Estádio Rodrigão, em Santa Quitéria. De virada, a Raposa levou a melhor sobre o Tubarão e venceu por 2 a 1.

Sampaio perdeu de virada para o Santa Quitéria, no Estádio Rodrigão (Foto: Divulgação / sampaiocorreafc.com.br)
O Sampaio abriu a contagem no marcador aos 29 minutos do primeiro tempo com Otávio. O volante tricolor acertou um chute forte de longa distância, sem chance para o goleiro Solan.

Até abrir o placar, a Bolívia Querida dominou amplamente a posse de bola e marcou mais presença no ataque. Mas após sofrer o gol, o Santa Quitéria passou a se arriscar mais no setor ofensivo e deu trabalho para a defesa do Sampaio. E aos 36 minutos, a Raposa chegou ao gol de empate. Jonas Piu-Piu aproveitou cruzamento em cobrança de escanteio, antecipou-se à zaga boliviana e mandou de cabeça para o gol.

Na volta para o segundo tempo, o técnico Vinícius Saldanha fez duas alterações cruciais para a crescente do adversário. O lateral esquerdo Zadda foi substituído pelo meia Felipe Costa e o lateral direito Zé Leandro deu lugar ao atacante Henrique. Com essas mudanças, o volante Otávio passou a fazer a lateral esquerda e Ruhan foi deslocado para a direita, sua posição de origem. Dessa forma, Daniel Barros ficou sobrecarregado no setor de marcação no meio-campo.

O Sampaio tentou voltar ao domínio do placar, mas não conseguiu levar tanto perigo. O Santa Quitéria tornou a pressionar e chegou ao gol da virada. Aos 24 minutos, o zagueiro Renato “soltou a bomba” em cobrança de falta quase na entrada da área e estufou as redes do goleiro Jean.

O Tricolor se lançou ao ataque com muito ímpeto e ainda conseguiu acertar o travessão em uma cabeçada de Carlos Alberto, que entrou no lugar de Cleitinho, mas foi só. O time da casa ainda explorou os contra-ataques e por pouco não ampliou o placar, próximo ao fim do jogo.

O desempenho do time e as alterações durante a partida colocaram em descrédito o trabalho do técnico Vinícius Saldanha, que foi muito contestado após o término do jogo pelos torcedores bolivianos presentes no estádio. O time tem apenas uma vitória no campeonato, justamente sobre o Santa Quitéria, na estreia.

Com essa derrota, o Sampaio caiu para o segundo lugar do grupo, já que o Imperatriz venceu o São José por 2 a 1, no Estádio Dário Santos, em São José de Ribamar, também na tarde deste domingo, e agora lidera com oito pontos. O Santa Quitéria chegou aos cinco pontos, mesma pontuação do Sampaio, mas o Tricolor tem vantagem no saldo de gol.

O próximo embate da Bolívia Querida será contra a Juazeirense, pela 4ª rodada do Grupo C da Copa do Nordeste, na quarta-feira (22), às 19h30, no Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro (BA). Pelo Maranhense, o Sampaio enfrentará o São José. A FMF havia definido o jogo para o dia 25, próximo sábado, mas a CBF marcou a partida contra o Guarani de Juazeiro (CE), pela segunda fase da Copa do Brasil, para o dia 26/02 (domingo de carnaval) e acabou alterando para o dia 1º de março, quarta-feira, a pedido da FMF e da diretoria do time maranhense. Assim, não há definição de data para a partida contra o Peixe-Pedra.

FICHA DE JOGO:
SANTA QUITÉRIA 2 X 1 SAMPAIO CORRÊA
Local: Estádio Rodrigão, Santa Quitéria (MA)
Data: 19 de fevereiro de 2017, domingo
Horário: 15h45
Árbitro: Paulo Sérgio dos Santos Moreira
Gols: Jonas Piu-Piu, aos 36’ 1ºT, e Renato, aos 24’ 2ºT; Otávio, aos 29’ 1ºT
Cartões amarelos: Anderson e Léo Ares (Santa Quitéria); Jean, Henrique e Otávio (Sampaio Corrêa)

Santa Quitéria: Solan; Thiaguinho, Renato, Patrick e Pedro Júnior; Davis (Léo Ares), Tim Marco (Rodrigo), Marciano e Alessandro (Anderson); Jonas Piu-Piu e Rogerinho. Técnico: Marquinhos Fumê.

Sampaio Corrêa: Jean; Zé Leandro (Henrique), Breno, Marques e Zadda (Felipe Costa); Otávio, Daniel Barros, Cleitinho (Carlos Alberto), Ruhan e Hiltinho; Guilherme. Técnico: Vinícius Saldanha.

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Mitroglou faz golaço e Benfica vence Braga

Mitroglou foi autor de uma obra de arte que garantiu a vitória benfiquista. (Foto: Hugo Delgado/Lusa)
O Benfica venceu neste domingo o Braga, no Estádio da Pedreira pelo placar mínimo de 1 a 0. O gol solitário da vitória benfiquisa foi marcado por Kostas Mitroglou em uma jogada individual magnífica do grego.

O jogo contra o Braga começou com o Benfica a sentir um pouco de pressão, claro, entrou em campo já na segunda colocação devido à vitória do Porto na sexta-feira e necessitava do triunfo fora de casa para reassumir a liderança da liga. Para isso, a equipe benfiquista ainda necessitaria conseguir a vitória sem Ederson suspenso e Jonas lesionado.

Para o lugar de Jonas, Rui Vitória apostou em Rafa novamente como havia feito na partida de terça-feira com o Dortmund, para o gol quem assumiu a meta benfiquista foi Júlio César, o experiente goleiro brasileiro voltou ao gol benfiquista após cinco meses. Curiosamente sua última partida como titular tinha sido justamente contra o Braga, quando o Benfica venceu por 3-1, no Estádio da Luz.

O jogo começou e o Benfica iniciou os primeiros 20 minutos melhor, com mais posse conseguia chegar à área bracarense, mas falhava sempre na conclusão da jogada. Com isso o Braga começou a gostar do jogo e chegava com perigo à meta de Júlio César, que se mantinha atento e seguro para realizar as defesas e também contava com a falta de pontaria do Braga. O lance mais agudo do time da casa no primeiro tempo foi num escanteio que Battaglia cabeceou na trave. Pelo lado dos tricampeões, o melhor momento foi num cruzamento de Rafa pela direita que Mitroglou desviou por cima da trave de Marafona.

No segundo tempo, o Benfica entrou com a postura necessária para vencer a partida, tomou conta da posse de bola e pressionava para o gol inaugural, o Braga buscava os contra-ataques e o jogo ficou intenso, as principais jogadas de perigo se davam pelo lado benfiquista. Até que aos 35 minutos do segundo tempo, Mitroglou recebeu sozinho pela direita, passou por três jogadores da equipe do minho e bateu forte com a perna direita para fazer o gol da vitória benfiquista na partida. Um gol importantíssimo rumo ao tetra campeonato.

Após a partida, Pizzi declarou que esperava um jogo complicado, mas afirmou que a determinação benfiquista em busca do gol faria a vitória acontecer. Rui Vitória parabenizou a equipe do Braga pela excelente partida de futebol.

A próxima partida do Benfica é contra o Chaves, sexta-feira no Estádio da Luz.

Empate frustrante e pensamento no returno

Sem vencer a três partidas, com duas derrotas e um empate, a Chapecoense voltou ao gramado da Arena Condá precisando da vitória para seguir sonhando com ao título do turno no Campeonato Catarinense.

Foto: Sirli Freitas
Do outro lado, um adversário em crise, e que também buscava manter o sonho de conquistar o turno do estadual, depois da eliminação precoce na Copa do Brasil, perdendo para o Rio Branco do Acre, demitiu o ex-técnico Marquinhos Santos, anunciando a volta de Márcio Goiano, que acompanhou a partida deste domingo (19), das tribunas.

O clima quente de quase 30 graus parece não ter esquentado os jogadores em campo, com a bola rolando, a Chapecoense partia com apoio do torcedor, partia para cima dos alvinegros, mas errava muitos passes. Já o Figueirense, não conseguia criar boas jogadas, e apenas se defendia nos minutos iniciais.

As principais jogadas de perigo eram de bola parada, e foi assim que aos 12 minutos, Andrei Girotto quase abriu o placar, após cobrança de escanteio, o volante subiu sozinho e cabeceou para o chão, Thiago Rodrigues bem colocado pulou para salvar.

O lance deu um gás a mais ao Verdão, que iniciou uma pressão e obrigou o goleiro alvinegro trabalhar, primeiro aos 16 minutos após bela jogada de Rossi, Girotto apareceu livre novamente, agora para desviar com o pé, Thiago novamente pulou no cantinho e fez grande defesa. Depois aos 25’, Rossi recebeu livre e invadiu a área, chutando forte, novamente o goleiro espalmou e salvou o Figueirense.

O balde de água fria veio aos 42 minutos, na sua primeira chegada de perigo, em cobrança de escanteio de Anderson Aquino, Elias saiu mal e Bruno Alves desviou de cabeça para o fundo das redes, abrindo o placar para os visitantes, e aumentando a pressão para a Chapecoense.

As equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações, enquanto o Figueirense jogava fechadinho, buscando segurar o placar, a Chapecoense se jogava com tudo para o ataque em busca do empate.

Aos 9 minutos, Nadson lançou Reinaldo na esquerda, o lateral invadiu a área e chutou forte, mas Thiago Rodrigues estava em uma tarde inspirada, desviando na bola que explodiu no travessão, no rebote Rossi tentou de bicicleta, a novamente lá estava o travessão para salvar.

Vagner Mancini tentou alterar a forma de o time jogar, Nadson e Wellington Paulista deram lugar a Martinuccio e Túlio de Melo, mas nada mudava, o Verdão pressionava, criava ótimas jogadas, mas tinha uma dura batalha, furar a meta defendida por Thiago Rodrigues, que salvou novamente aos 21 minutos em chute rasteiro de Girotto.

A entrada de Luiz Antônio no lugar de Girotto deu um toque de bola melhor, e mais qualidade na saída de bola. Mas o tempo passava, e parecia não ser à tarde Chapecoense, quando não era o goleiro alvinegro, era a sorte que jogava contra, aos 38 minutos o zagueiro Nathan recebeu livre, cara a cara com Thiago, mas chutou para fora talvez a melhor oportunidade do jogo para a Chape.

Se o futebol é injusto, hoje ele não foi, depois de toda pressão durante os dois tempos, aos 46 minutos, Rossi enfim encontrou o caminho das redes, e empatou a partida, em cruzamento de Niltinho, o baixinho atacante se agigantou e cabeceou sem chances para Thiago Rodrigues, enlouquecendo a torcida.

Restavam poucos minutos, era praticamente impossível, e após o apito final do árbitro, o empate frustrou as duas equipes, que praticamente deram adeus às chances de levar o primeiro turno do Catarinense, mas valeu a força de vontade e aos gritos de “Vamo Vamo Chape” os jogadores deixaram o gramado da Arena Condá, recebendo o apoio do torcedor.

A Chapecoense volta a campo novamente na Arena Condá na próxima quarta-feira (22), quando receberá o Metropolitano, às 21h45min.

O empate frustrou os torcedores que compareceram nas arquibancadas para apoiar a equipe, além de praticamente eliminar qualquer possibilidade de conquista do turno, é hora de pensar, e focar no returno, corrigir principalmente os erros defensivos, além de urgentemente a contratação de um camisa 10. O torcedor vem fazendo sua parte, agora é com Vagner Mancini e seus comandados provarem que são dignos de vestirem uma camisa que leva mais que um escudo, levam 71 estrelas consigo. VAMO VAMO CHAPE!

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Eliminação e a volta de Marquinhos Santos

Caros tricolores foi uma semana muito agitada, com o jogo pela Copa do Brasil e de reviravoltas na vida do clube e da torcida, vislumbrando o objetivo maior do clube que é sair da Série C. Na quarta-feira o time foi eliminado pelo São Raimundo-PA, pelo placar de 2 a 1, tendo saído na frente no marcador, porém levou a virada do time paraense. Tivemos um gol mal anulado e um pênalti mal marcado a favor dos mandantes (mas nada justifica a péssima atuação e principalmente a retranca armada no segundo tempo).

Com essa derrota, o técnico Hemerson Maria não resistiu à pressão e acabou sendo demitido logo após a partida. Com isso, na quinta-feira surgiram diversas especulações sobre quem seria o novo comandante tricolor, vários nome foram cogitados e os bastidores tomaram uma grande proporção.

O nome escolhido foi o de Marquinhos Santos, que havia sido demitido na última quarta-feira, do Figueirense, ele é um velho conhecido da torcida tricolor e esteve no ano passado, porém saiu antes dos dois jogos do mata-mata, após algumas desavenças e contratempos com a diretoria. Na temporada passada ele comandou o time em 37 jogos, tendo 19 vitórias, 10 empates e oito derrotas e conquistou o estadual pelo Fortaleza.

Uma das principais missões de Marquinhos Santos é conquistar, novamente, a confiança da torcida. (Foto: Reprodução)
OPINIÃO DO COLUNISTA

  - Todos nos merecemos uma segunda chance, o que passou, passou ele fez uma grande besteira em abandonar o barco no momento decisivo, mas, teve seus motivos, suas decisões pessoais e uma possível briga com a diretoria.

  - Ele não é uma unanimidade na torcida e precisa mostrar um grande trabalho para ter de volta a confiança e o respaldo para subir o Fortaleza Esporte Clube.

 - Sabe muito de tática e de montar times competitivos e precisa urgentemente arrumar o nosso time.

 - Ele é um bom técnico e para o momento que vivemos foi a melhor opção dentre as existentes. Muitos podem criticar a diretoria e achar um amadorismo, porém, continuar da maneira que estava ou trazer alguém pior seria desesperador.

  - Volto para terminar o que comecei na temporada passada. Este é o meu objetivo. Feliz em retornar onde fui muito bem tratado - pontuou o treinador.

BORA LEÃO!!!
SAUDAÇÕES TRICOLORES!!!
QUEREMOS O ACESSO!!!

Paraná vence o PSTC em Cornélio Procópio

Antes da semana decisiva para o Tricolor tem pela frente, onde vai enfrentar o Londrina pela Primeira Liga e o Bahia pela Copa do Brasil, a equipe entrou em campo com a missão de retomar a liderança do Estadual, já que o J. Malucelli ganhou o Prudentópolis e conquistou o topo da tabela.

Paraná, elenco, Ninho da Gralha (Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo)
(Foto: Hugo Harada/Gazeta do Povo)
A vitória veio, e com ela, a liderança também. Porém, foi nada fácil. O calor combinado com o gramado atrapalhou o time paranista criar jogadas, mas não pode dar desculpas; jogador profissional tem que jogar em qualquer circunstância.

O time interiorano começou melhor a partida, obrigando o goleiro Léo fazer várias defesas. O Tricolor estava tão mal que até o Leandro Vilela quase fez gol... Contra, mas parou na defesa do seu companheiro. O Paraná levou perigo ao goleiro adversário em dois lances no primeiro tempo, com Vitor Feijão, num chute alto cruzado que passou muito perto da meta procopense e com Matheus Carvalho, que tentou encobrir o goleiro sozinho, mas chutou a bola alta demais.

No começo do segundo tempo, após cobrança de escanteio batida por Renatinho, à bola sobrou sozinha para Felipe Alves, que ajeitou e mandou para o fundo do gol: 1x0 para o Tricolor. Depois do gol, o jogo ficou truncado. Porém, perdendo em casa e estando na zona de rebaixamento, o PSTC não poderia se entregar.

O resto do jogo foi só ataque da equipe mandante e de contra-ataques do Paraná (que davam em nada). Léo, que já tinha ido bem à etapa inicial, teve que trabalhar bastante nos 45 minutos finais e fez ótimas defesas garantido o resultado.

MELHOR DA PARTIDA

O goleiro Léo foi o responsável por não deixar o PSTC abrir o placar, e depois do gol Tricolor, não deixou o adversário empatar. Fora que o goleirão ainda teve o obstáculo da grama alta, que pode atrapalhar bastante o arqueiro. Resumindo, fez muitas defesas importantes e assegurou o resultado para o Paraná.

APRESENTAÇÃO DO GOLEIRO LÉO NO PARANÁ CLUBE
Léo em sua apresentação no Paraná (Foto: Geraldo Bubniak/Gazeta Press)
PRÓXIMO JOGO

Tricolor ainda fica no interior do estado para a partida contra o Londrina pela Primeira Liga às 19h15, no Estádio do Café, da próxima terça-feira (21). Se ganhar, estará praticamente classificado para a próxima fase da competição.

Inter, paciência tem limite

Está cada dia mais difícil de assistir os jogos do Internacional, sendo que eu disse que não iria querer ver um "Espetáculo" no começo de ano, por que sei que o Inter foi completamente destruído em um ano onde não havia técnico na casamata e nem uma direção que tivesse a fim de ajudar o Inter.

Mas agora temos que parar e analisar os jogos que o Inter vem apresentando. Não existe muitos jogos que dão esperanças a torcida pelo resto da temporada. Se o torcedor se esforçar ele consegue ver o time tentando jogar futebol, tentando aplicar toque de bola, mas pequenas coisas incomodam e muito.

Foto: Deive Pazos
Um time pequeno como o Passo Fundo, que tem a folha salarial menor que o salário do Anderson não pode encaixotar o Inter. Será que é o Passo Fundo jogou bem ou o Inter segue repetindo erros que prejudicam o desempenho em campo?

A falta de efetividade do time que joga com apenas um atacante na frente, e uns meios de campo que não são meias de verdade e acabam sucumbindo a marcação fechada que todos os times irão fazer sobre o Inter neste ano.

Aos poucos eu começo a duvidar do nosso atual comandante, ele é bom técnico, mas talvez não seja o momento ideal para ele estar no Inter. Ele está fazendo os testes que realmente são necessários, mas a insistência de alguns nomes são irritantes. Paulão e Ernando são duas "palavras" que não são mais aceitáveis serem pronunciadas. Valdívia já mostrou que ta ainda apavorado, merece o banco, Diego não é jogador, ele ainda é Sub-20.

Enfim nem tudo está errado com o colorado, mas agora não dá mais para relevar as coisas. Zago e direção precisam abrir o olho. O torcedor não aguenta mais viver o ano de 2016, por favor, façam um "Réveillon" e reconstruam o Inter.

No estádio vazio, um empate sem muito brilho

Com portões fechados, assim foi o primeiro Clássico das Multidões no Campeonato Alagoano Carajás de 2017. Após brigas e cenário de guerra nas ruas de Maceió, foi decidido pela justiça que as arquibancadas deveriam estar assim.

Escalações

CSA
Titulares: Jeferson; Celsinho, Leandro Souza, Douglas Marques e Rayro; Dawhuan, Everton Heleno, Cleyton e Marcos Antônio; Thiago Potiguar e Jacó
Banco: Alexandre Cajuru, Denílson, Thales, Matheus, Rafinha, Serginho, Jeam, Didira, Daniel Costa, Daniel Cruz e Alex Henrique.
Técnico: Oliveira Canindé

CRB
Titulares: Juliano; Edson Ratinho, Boaventura, Gabriel e Diego; Adriano, Jorginho, Chico e Sérgio Mota; Maílson e Neto Baiano.
Banco: Bruno, Rafinha, Audálio, Jefferson Recife, Jocinei, João Paulo, Clebinho, Elias, Jonata e Emaxwell.
Técnico: Léo Condé

Primeiro tempo

Jogo totalmente sem graça. Sem torcida para apoiar os atletas, se concentrar e assistir a partida parecia muito difícil. Mas logo isto mudaria. Maílson pela esquerda produzia jogadas brilhantes. Mas sempre sem conclusão por parte de Neto Baiano que não conseguia chegar à bola para finalizar e marcar o gol. A defesa do CSA conseguia evitar o gol do Regatas.


A arbitragem bastante "eficiente" em lances duvidosos. Edson Ratinho tirou bola na linha, e assim, jogadores e comissão técnica do CSA reclamavam sem parar, alegando que a bola havia entrado. Boaventura claramente "pisou" no jogador Jacó, e recebeu apenas amarelo. Jogador este que mais tarde, ainda no primeiro tempo, faria o primeiro gol do jogo. Ainda houve mais uma reclamação, Thiago Potiguar teria saído com a bola pela lateral e os jogadores do CRB pararam esperando decisão da arbitragem. Na sequência do lance, quase gol do CSA.

Já no fim da primeira etapa, escanteio para o Regatas na esquerda. Diego jogou na área, Gabriel acertou o cabeceio e a bola bateu na trave. Na sobra, Flávio Boaventura sozinho dentro da pequena área fez o gol com a perna esquerda aos 43'. CSA 1x1 CRB. E após o gol, fim de jogo aos 45' o árbitro apitou para o fim do primeiro tempo.

Segundo tempo

As equipes estavam decididas em matar o jogo no segundo tempo. Seja empatar e virar a partida, ou ampliar o placar e tentar goleada. Mas aos 10' em jogada feita pela esquerda, a bola quicou dentro da pequena área, Everton Heleno chegou batendo e Juliano falhou. Clayton, bem posicionado conseguiu marcar o gol de empate da equipe Maruja. CSA 1x1 CRB. Agora o jogo esquentava de vez.


A partir dos 15' houve lances perigosos por parte do Azulão do Mutange. Jacó bem perigoso, dando dor de cabeça para os zagueiros da equipe do Regatas. A primeira alteração do Galo foi aos 27'. Chico saiu com a camisa de número 7, e Clebinho entrou com sua camisa de número 18. O meio de campo do Galo não funcionava bem. Neto Baiano também não contribuía em sua péssima atuação no ataque. Jeferson ficou deitado no campo por três minutos preocupando o treinador Oliveira Canindé. Já haviam acontecido as três alterações do CSA, ou seja, se o goleiro não pudesse continuar, um jogador de linha iria para o gol.

Já no final, aos 40', Sérgio Mota deixou o campo para a entrada do jogador João Paulo Penha. O Galo no fim da partida ficou em cima, pressionando o CSA que tentava segurar a bola e utilizar dos contra-ataques para marcar o gol da vitória. E no minuto 48', Júlio César Farias apitou para o final do jogo.

E agora?

O Galo no próximo sábado irá receber o ABC em casa já pela Copa do Nordeste. Líder do grupo terá duas partidas em Maceió como mandante. E também irá enfrentar o CSA outra vez, mas pelo que parece, será com torcida única (somente a torcida azulina) também no Estádio Rei Pelé.

Mais um empate? Oeste e Batatais ficam no 0x0 na Arena

Oeste jogando na tarde deste domingo, recebeu em casa o grande time do Batatais e saiu com empate amargo sem gols, na Arena Barueri.

O Rubrão está com três empates, uma derrota e uma vitória nesta Série A2 do Paulista, está muito abaixo do seu rendimento em outras edições do Campeonato Paulista.


O Oeste precisava de uma vitória para tentar chegar ao G4, mas não foi dessa vez que conseguimos. Jogando em casa, o time jogou muito mal e não conseguiu a vitória diante o time do Batatais.

O clube agora pensará no jogo de quarta-feira (22), valendo tudo ou nada na Copa do Brasil. O próximo jogo do Rubrão no Campeonato Paulista será dia 25/02, às 15h00min contra o time da casa, o Votuporanguense.

#VaiRubrão
#VaiOeste

Fio de esperança

Forte calor, dois times dentro da zona de rebaixamento e pressão sobre os treinadores. O clima da partida entre Capivariano e Taubaté na Arena Capivari foi quente.

Desde o primeiro minuto as duas equipes demonstraram que a tarde seria longa para seus torcedores. Em duas etapas distintas, melhor para o Burro da Central que após quatro jogos sem vencer fez 2x1 e voltou a somar três pontos, subindo na tabela de classificação.

Célio Gabriel realizou sua estreia no gol do Burro da Central. Foto:Bruno Castilho/EC Taubaté
O técnico Evaristo Piza foi o personagem da partida. Contestado em Taubaté, o treinador levou o time de Capivari para elite do futebol Paulista em 2014. Na segunda etapa, quando o placar já estava favorável ao Alviazul, Piza foi expulso após dar um bico na bola após pelota sair pela linha lateral. Na saída de campo, o treinador discutiu com torcedores da casa no alambrado. Os dois lados acusaram terem sido agredidos.

Retirado de campo, Piza foi acompanhar os minutos finais das arquibancadas, ao lado da torcida taubateana. Poucos minutos depois, o zagueiro Júnior Campos, também expulso, foi lhe fazer companhia junto à torcida. Guardada as devidas proporções, a situação lembrou Tite nas quartas de finais da Libertadores de 2012 diante do Vasco. Ali a torcida era para o Taubaté, independente das severas críticas recebidas pelo comandante nos dias anteriores. Todos estavam jogando juntos.

Na raça e na grande atuação do goleiro Célio Gabriel (finalmente titular!) o Burro segurou a vitória. Com o apito final, alivio e um início de esperança de que o Taubaté finalmente embale.

Preocupado com a segurança, visto que os jogadores e a comissão técnica taubateana ficaram presos no gramado por cerca de até dez minutos após o encerramento do jogo, os torcedores abraçaram o time até a descida para os vestiários. Quem sabe uma nova história comece a ser escrita a partir de agora para equipe na temporada. Mas o certo que ainda tem muito que ser melhorado!

Observações

1. Na minha postagem anterior a partida, citei que eram necessárias mudanças em todos os setores da equipe. E elas vieram. Na camisa 1, Célio Gabriel mostrou que tem que ser titular. O gol sofrido na cobrança de falta é discutível, mas o goleiro mostrou estar em melhor momento que o então titular Mauricio. Tiago Tremonti e Léo Aro precisavam momentaneamente sair da equipe. São ótimos jogadores, mas o banco os chamavam nesta rodada. Rychely, finalmente recuperado de lesão, fez seu primeiro jogo como titular. Marcou um gol e se doou pelo time.

2. No ataque, Éverton mostrou que veio para deixar seu nome no clube. Ainda é cedo claro, mas em seis jogos, o atacante marcou quatro gols, mostrando a fama de goleador que o fez ser ídolo na Primeira Divisão da Holanda.

Éverton marcou gols nas últimas quatro partidas da Série A2. Foto: Bruno Castilho/EC Taubaté
3. O torcedor novamente foi mal tratado nos estádios do interior. Após percorrer os 255 km que separam as cidades de Taubaté e Capivari, os taubateanos sequer tinha água no setor visitante. A organização parecia pouco se importar com os 34 graus na sombra. Após muita cobrança, no intervalo, um ambulante vendendo garrafinhas com o valor de R$5,00 fez a festa. Minutos depois, e de muita reclamação com representantes da Federação, duas caixas com copinhos de água foram dadas aos torcedores, que também tiveram dificuldades para entrar na Arena, pois apenas quatro policiais faziam a vistoria em todos os portões de entrada. Boa parte dos visitantes, não mais do que 30, entrou no estádio já com a bola rolando. Imagina se fosse jogo de grande público! Ah, a catraca eletrônica também apresentou defeito. 

Um zagueiro na hora certa

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Martín Cáceres é o novo zagueiro dos Saints (Foto: Daily Star)
Há uma semana do jogo mais importante da temporada, o Southampton anunciou a contratação do zagueiro uruguaio Martin Cáceres. Ele chega para suprir a vaga deixada por José Fonte, que foi para o West Ham. O jogador estava sem clube desde que deixou a Juventus no final da temporada passada.

De todas as opções que eu tive, acho que a melhor foi essa. Estou muito feliz por ter acertado com o clube. Estou ansioso para conhecer meus novos companheiros”, disse Cáceres ao site oficial do Southampton.

Ele assinou até o final da temporada e foi uma contratação bastante pontual. Com a lesão de Van Dijk, só ficou o jovem Stephens e o contestado Yoshida, que até vem jogando bem. O diretor do clube, Les Reed, fez diversos elogios ao jogador de 29 anos. O jogador também é sempre convocado para a seleção uruguaia e é companheiro titular de Diego Godín.

Esperamos que o jogador tenha o sucesso que teve na Velha Senhora, e que possa trazer o título da Copa para nós. E que no final da temporada, os Saints renovem com esse excelente zagueiro. O Southampton joga no dia 26 de fevereiro, em Wembley, a final da EFL Cup contra o Manchester United.

We Marching On - João Eduardo Gurgel

O novo CSE: 1997-2017

No dia 7 de maio de 1997, o CSE mudou de nome de Centro Social Esportivo, passou a se chamar Clube Sociedade Esportiva. A medida foi tomada pelos dirigentes para livrar o clube das dívidas que tinha com o INSS e outros credores. Inclusive o Juca Sampaio foi doado à Prefeitura de Palmeira dos Índios para que não fosse confiscado. Neste ano, o Tricolorido não participou da primeira divisão do Campeonato Estadual. Mas no ano seguinte, em 1998, marcou presença.

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CSE em 1986
1998, ano da volta do Tricolor para a primeira divisão. O primeiro adversário foi a equipe do Capela, jogo realizado no Domingo 08/03 daquele ano. O resultado se encerrou por 1 a 1. Na segunda rodada o confronto era contra o ASA, o primeiro tropeço da equipe de Palmeira. O resultado da partida foi de 3 a 0 para o alvinegro arapiraquense. Confronto este que é conhecido como o Clássico do Interior. Nesta edição do estadual o clube acabou amargando a 9ª colocação.

No ano seguinte, 1999, o Índio Xucuru acabou sendo rebaixado. Foram três vitórias em 22 jogos, campanha horrível que lhe rendeu a lanterna da competição. A melhor campanha do Tricolor de Palmeira dos Índios desde que mudou o nome para Clube Sociedade Esportiva em 1997 foi no Campeonato Alagoano de 2014. A equipe acabou sendo eliminada na primeira fase, com 18 pontos conquistados. Mas na pontuação geral acabou ficando com a 4ª colocação, já que o Murici que acabou indo para as semifinais fez apenas 15 pontos, três a menos que o Tricolor.

Rebaixamentos

Após a queda em 1999 como lanterna da competição, o CSE só foi voltar à elite no ano de 2003 como campeão da edição da segunda divisão de 2002. De 2003 até o ano de 2006, o Tricolor sempre figurava entre os últimos colocados, escapando do rebaixamento sempre duas rodadas ou na última. Até que no ano de 2007, na última rodada contra o CSA em Maceió, o Tricolorido deu adeus a primeira divisão.

No ano seguinte, já na segunda divisão, mais um acesso, desta vez como segundo colocado da competição após perder o título para outra equipe tradicional em Alagoas, o Capelense.

Foram dois rebaixamentos, 1999 e 2007. Voltou como campeão e vice nos anos de 2002 e 2009. Até os dias de hoje o Tricolor continua firme na primeira divisão, crescendo de pouco em pouco no cenário estadual.

Segunda Divisão - Campeão e Vice

Até o ano de 2002, o CSE sempre batia na trave na hora de conseguir o acesso. No ano de 2002, a equipe ficou apenas na quarta colocação, ano em que apenas o primeiro colocado conseguia o acesso. No ano seguinte, novamente amargando a quarta colocação do campeonato.

Mas enfim chegou a hora de se consagrar de vez. A campanha foi intocável. O clube foi imbatível do começo ao fim. Passou como primeiro colocado num grupo que tinha três equipes. Além do CSE, ainda estavam Igaci e Desportivo Penedense. Vencendo duas e empatando duas, o Tricolor conseguiu oito pontos e a liderança do grupo.

Na semifinal, enfrentara a equipe do Dimensão Saúde. Em duas partidas, um empate "xoxo" por 0 a 0 e uma goleada por 4 a 1 garantiram o CSE na final. Mas para chegar à elite novamente, precisaria ser campeão. A equipe do Sete de Setembro era quem lhe esperava. Uma vitória por 2 a 1 no jogo de ida e um empate por 1 a 1 na volta garantiram o CSE na primeira divisão, e de quebra o título da divisão de acesso.

Após o rebaixamento de 2007, o CSE fazia uma campanha impecável na segundona de 2008. Em sua estreia, empate de 2 a 2 com a equipe do CEO em Olho D'Água das Flores. Na segunda rodada uma goleada magnífica por 6 a 1 no Sete de Setembro. Na terceira rodada um empate sem gols contra o São Luiz em Maceió. Novamente em Maceió, mas desta vez pela quarta rodada o CSE venceu o São Domingos fora de casa pelo placar de 5 a 0. E em Palmeira pela quinta rodada um empate com o Capelense por 1 a 1 para garantir a classificação do Tricolor para as semifinais.

Na primeira partida contra o CEO, um empate por 3 a 3 parecia que favoreceria a equipe visitante. Tomar três gols em casa é bastante complicado para quem deseja conquistar algo. Mas o CSE no jogo da volta devolveu os três gols, só que desta vez não levou nenhum.

Uma vitória maiúscula por 3 a 0 fora de casa garantiu o CSE na primeira divisão do Campeonato Alagoano do ano seguinte. Felicidade era grande no elenco. Mas eles queriam mais, queriam a taça. Por azar e mérito da equipe da Capelense, o título não veio. Derrota por 2 a 1 em Capela e um empate por 1 a 1 em Palmeira deram o título à equipe adversária. Mas mesmo assim o Tricolor estava de volta à elite.

Será um CSE promissor?

Na elite desde 2009, o Tricolor ostenta sua regularidade na primeira divisão. Não cai e não briga por título. São nove anos seguidos na primeira divisão, feito inédito para o clube que foi "refundado" em 1997. O Estádio Juca Sampaio vem sendo reformado nos últimos anos, mesmo que não pareça. Jogadores como Luiz Paulo, Paulo Victor, Peri, Danilo Pires e Túlio Maravilha já passaram por este CSE que está em fase de crescimento. Certo que alguns não tiveram tanto destaque, e outros apenas passaram. Mas é um forte indício de que o clube está numa crescente.

Eterno freguês

Após vitória convincente na Champions League, contra a Napoli, na última quarta-feira (15/02), o Real Madrid foi à campo neste sábado (18), pela 23ª rodada da La Liga. Ainda em Madrid, no Santiago Bernabéu, a equipe merengue, que poupou vários jogadores, enfrentou a boa equipe do Espanyol pra se assegurar na liderança.

O Espanyol nunca foi uma equipe difícil de enfrentarmos, vide os últimos confrontos entre as duas equipes, na qual o Real Madrid não sai derrotado desde 2005. Atualmente na nona colocação da La Liga, a equipe de Quique Flores nunca deu trabalho pra nós, e hoje não foi diferente. Usando o tradicional 4-3-3, a equipe merengue foi à campo com: Kiko Casilla; Nacho, Pepe, Varane e Carvajal; Kroos, Kovacic e Isco; Cristiano Ronaldo, Morata e Lucas Vázquez.

O Real Madrid marca há 42 jogos consecutivos, recorde histórico da equipe. (Foto: Javier Soriano)
No primeiro tempo, o jogo foi bastante morno, com poucas jogadas de efeito e pouquíssimas finalizações a gol. Um alento veio quando após belo lençol de Isco, tocou a bola para Kroos, que avançou pela ponta esquerda e cruzou rasteiro na área, e Morata finalizou marcando o primeiro gol da partida, porém, impedido. Lance invalidado, nada de gols e, até o momento, era a única finalização a gol do jogo. Menção honrosa também, ao drible de Cristiano Ronaldo, que deu um elástico/caneta desconcertante em David Lopez, o meia do clube catalão ficou na saudade.

O primeiro gol veio após poucos minutos, para incendiar o jogo e dar ânimo pra nossa equipe, que vinha tendo partida pífia até então. Aos 33', após tabela de Isco e Cristiano Ronaldo, Isco recebeu a bola de volta e cruzou na área, e encontrou seu compatriota Morata, que cabeceou firme para o gol, marcando o primeiro gol da partida: 1-0.

Após quase 3 meses fora dos gramados, Bale volta a ser relacionado, e entra marcando gol. (Foto: Javier Soriano)
No segundo tempo, o Real Madrid voltou sem alterações, e continuou tendo posse de bola esmagadora, mas nada de converter em gols. A equipe do Espanyol, que não assustou muito na partida, teve a primeira finalização para o gol aos 61', quando Hernán Perez aproveitou rebote no cabeceio de Pepe, e avançou pela diagonal, chutando cruzado, forçando Kiko Casilla a fazer boa defesa. O paraguaio entrou no decorrer da partida, não ofereceu muitos problemas pra nossa equipe, mas vale ressaltar as faltas duras que cometeu no jogo, consequentemente levando um cartão amarelo.

As alterações começaram a surgir, e o nosso técnico Zinedine Zidane colocou Casemiro aos 61', Bale aos 71' e Marcelo aos 81'. Todos contavam muito com a volta do Gareth Bale, o ponta galês ficou três meses fora dos gramados, atuando pela última vez contra o Sporting, pela UCL. E não demorou muito pro mesmo deixar sua marca, após belo passe de Isco, Bale com toda sua velocidade e impulsão, arrancou e chutou a bola cruzado no canto, sem chances para Diego Lopez, marcando o segundo gol da partida: 2-0.

A partida não teve muitos lances relevantes, do início ao fim foi morna, com poucas finalizações a gol. Continuamos líder, e com dois jogos a menos, podendo tornar a vantagem mais considerável. Voltaremos a campo na próxima quarta (22), pela La Liga, contra o Valencia, no Mestalla. Já pela Champions League, somente no dia 7 de março, no San Paolo, contra a Napoli.

#HalaMadrid

Por: Kayo Henrique | Twitter: @Heenrique010
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