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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Exibição frustrante no Parque do Sábia

Uberlândia, MG, 20 - Em partida apática e irreconhecível, Uberlândia conhece sua primeira derrota em casa e sai do G4 no Campeonato Mineiro.

Entrada do UEC em campo. Foto: Lucas Papel.

Em meu último texto, falando sobre o jogo contra o Atlético Mineiro, no Horto, havia elogiado a postura da equipe que se doou e até os minutos finais, conseguira um ótimo resultado na longínqua capital mineira. Nesta semana a conversa é um pouco diferente, o time se comportou apático à organização que a Tombense demonstrou na tarde ensolarada de domingo (19), diante mais uma vez de uma boa presença de público.

Quem se habilitou a comparecer no Gigante do Parque do Sábia, desde os primeiros instantes do confronto, percebeu que o Uberlândia não teria vida fácil. Não teve, pior ainda, foi, (deixando a paixão pelo clube minimamente de lado) perceber que saiu barato na tarde de domingo no Triângulo Mineiro, em nenhum momento o UEC esteve próximo de marcar um gol [aqui vale um parêntese] - (Quando o jogo estava no 0-0, Rodney, em minha humilde opinião o melhor jogador do Verde, acertou uma bola na trave, e foi só).

Como o futebol é cíclico. Há pouco menos de dez dias, a equipe estava em lua de mel com a torcida, campanha 100%, vitória fora de casa e uma derrota prevista contra o Atlético, que alheio ao placar foi positiva. Durante a semana aconteceu à dispensa do volante Elivelton, que entrou em campo pela última vez em Belo Horizonte, a alegação é de insuficiência técnica. Chegou o domingo e o jogo ruim desenvolvido pelo UEC, foi capaz de jogar a torcida contra o time, vaias e diversas reclamações puderam ser ouvidas ressoando na imensidão do Parque do Sábia, sobrou até para o treinador.

Mas até aí tudo bem, a cultura que reina em nosso futebol é mesma essa, a do 8 ou 80. Digo aqui já de antemão que não compactuo com tal pensamento pueril e vazio. Porém se ganhamos, todos os erros são acobertados; Se perdemos, tudo é motivo para trocas radicais. Dessa vez, a partida esteve sempre próxima aos visitantes, que conseguiram vencer em uma finalização firme, se aproveitando de um buraco formado no lado direito da defesa do Verde.

Acho que devemos ter em mente que o mais importante para um torcedor e uma cidade que são pólos a nível de Minas Gerais e regiões próximas de estados vizinhos e que infelizmente se acostumaram a ver o Verde da Mogiana no Módulo II de Minas, é novamente conquistar a continuidade no Módulo I, reconquistar toda nossa tradicionalidade, de nada adianta dar um passo maior do que a perna, um imediatismo que pode nos levar novamente ao buraco.

O jogo de ontem pode ser sim um ponto fora da curva, a equipe possuí jogadores experientes e bons valores, destaco aqui - Mauro Viana e Robinho, a dupla de zaga, João Paulo e Rodney. Mas temos que ser realistas, o Verdão venceu duas equipes que enfrentam graves problemas, essencialmente o Tricordiano. As duas vitórias foram sobre postulantes prováveis ao descenso. Na sequência, o jogo em BH. No primeiro confronto mais igualado tecnicamente, não fomos capazes de nos impor, paramos na correta marcação da Tombense e organização dos adversários.

Uberlândia, Tombense, Campeonato Mineiro (Foto: Lucas Papel)
O UEC sempre esteva mais próximo da derrota contra a Tombense. Foto: Lucas Papel.
Agora em quatro jogos, 50% de aproveitamento (2V - 2D), a defesa que passou ilesa nos primeiros dois jogos, já sofreu quatro gols nos outros dois. A tabela agora mostra o Verde mais querido e forte, ainda bem, em 5º com seis pontos. O campeonato não acaba agora e teremos muitas emoções e histórias a serem escritas no Mineiro 2017.

Uberlândia: Thiago Braga, Rodney, Mauro Viana, Robinho (Bruno Costa), Vandinho, João Paulo, Alê, Bruno Moreno (Marcos Nunes), Marco Goiano (Diogo Peixoto), Vanger (Jefersom Berger) e Reinaldo Alagoano. Tec. Paulo César Catanoce.

Próximo Jogo pelo Campeonato Mineiro:
25 de Fevereiro - 16h (hora Brasília) - Parque do Sábia.
Uberlândia x América/TO.

Por: @carlosjr92educa
Carlos Alberto de Sousa Júnior - Colunista do Uberlândia

Canary Review - Vencer a todo custo

Música de fundo: Gareth Emery  Standerwick - Saving Light (feat. HALIENE)

Veja os melhores momentos dos dois últimos jogos:


ON THE BALL, CITY!

Acompanhe o Norwich em...

Atlético 4 -1 América: E aquele meio segundo…

Salve, salve, nação atleticana! Ontem o Galão da Massa recebeu o América no salão de festas pela quarta rodada do nosso tão surrado e criticado Campeonato Mineiro, saiu com os três pontos e a única campanha 100% do campeonato até aqui.

Na arquibancada e no gramado, nunca se viu tanta criança naquele estádio. Uma iniciativa diferente e muito bacana do Galo, que, ao que parece, acordou de vez para o marketing. Não foi 100%, é verdade, porque o pessoal se esqueceu que criança consome (e muito) no estádio, principalmente picolé, água e pipoca, e não havia vendedores suficientes para dar conta do recado. Mas o espetáculo foi muito legal e foi só a primeira vez, tomara que nas próximas isso melhore.

Fonte: Superesportes
No campo, o Galo galgou mais um ou dois degraus na longa escadaria da nova mentalidade/esquema tático.  Escalação repetida, time foi escalado no 4-4-1-1, com Giovanni, Rocha, Leo Silva, Gabriel e Fábio Santos na primeira linha; Otero aberto na direita, Elias e Carioca alinhados na meia cancha e Danilo aberto na esquerda formavam a segunda linha; com Cazares e Fred posicionados mais a frente.

De maneira geral, acredito que o Roger tenha feito um bom resumo do jogo quando disse que o “o placar não refletia o quanto o clássico tinha sido disputado”. É verdade, foi disputado mesmo, principalmente na primeira metade do primeiro tempo e nos quinze ou vinte minutos após o segundo gol alvinegro (tanto que o América logo diminui), mas acredito que algumas circunstâncias têm que ser consideradas nessa “equação”.

Em primeiro lugar, no início do jogo, quando os times estão com 100% de energia para gastar e ainda se estudando e se entendendo reciprocamente, é normal que a entrega e a disposição façam mais diferença, em comparação com a tática, principalmente depois que o jogo já está “assentado”. Foi o que aconteceu, o América se dispôs a não fazer um jogo só de defesa no início, marcava mais alto, se entregava e criou alguns lances de perigo, mas nada demais. A partir dos quinze minutos até o final do primeiro tempo o Galo mandou no jogo.

Depois, no segundo tempo, o Galo continuou muito melhor até fazer o segundo gol, quando acredito que aconteceu um “duplo fenômeno”: De um lado, o Galo deu uma relaxada porque estava com dois de vantagem e tinha dominado amplamente (eu diria quase que completamente) o jogo desde o meio do primeiro tempo. E, de outro lado, o América percebeu que se continuasse como estava a vaca caminharia para o brejo de forma lépida e faceira, dando aquele “plus a mais”. Resultado:Gol do América, que acreditou que podia fazer algo diferente e se jogou cada vez com mais vontade em busca do empate, até que o Galo, acertando dois contra-ataques mortais, acabou com o jogo e deu números finais ao placar: Quatro a um.

Ou seja, concordo com o Roger que o jogo foi, sim, muito disputado, mas acredito que em momento nenhum o Galo tenha sido inferior ou sequer equivalente ao América na disputa tática. Naqueles momentos em que o psicológico fez mais diferença, como dito acima, o América produzia mais, mas foi só.

Fonte: Atlético; Bruno Cantini
Do lado do Galo, algumas boas notícias quanto à evolução do esquema tático. Duas me chamaram particularmente a atenção: Em primeiro lugar, a marcação alta começando já na saída de bola do adversário. O América não conseguiu sair jogando com a bola no chão praticamente nenhuma vez, era sempre chutão do goleiro pro “bumba meu boi” lá na frente. Fred, Cazares e Otero sempre se encostavam aos zagueiros. E, por outro lado, com o Galo foi o inverso. Mesmo nos momentos em que o América se propunha a marcar a saída de bola do Galo, nosso time conseguiu, em vários deles, sair jogando com passes e triangulações, mesmo sob pressão. Isso foi novidade, não me lembro do Galo ter tido confiança pra isso nos jogos anteriores, quando a marcação estava presente já na saída.

De uma forma geral, o time começa claramente a absorver o esquema de jogo e dá pra ver que os jogadores já sabem onde está o companheiro, ou onde vai estar, em quase todas as situações. Isso faz com que o jogo fique mais fluido, menos “mecânico”. Principalmente nos três primeiros jogos do ano, a maneira como o time se comportava quando tinha a bola lembrava um robô dos filmes dos anos 70 ou 80, se mexendo aos trancos, sem fluidez nenhuma. Atribuo isso ao fato de que os jogadores, ainda não acostumados ao esquema, terem sempre que gastar “meio segundo” a mais pensando o que fazer com a bola. Vale a pena assistir aos VT’s desses três primeiros jogos pensando nisso. Esse “meio segundo” matava praticamente todas as jogadas do time, principalmente quando o adversário se dispunha a pressionar na marcação. Daí a grande dificuldade, eu acredito, de o time conseguir chegar ao gol do adversário naqueles primeiros jogos.

Fonte: Superesportes
Nos últimos três, entretanto, as coisas começaram a clarear de forma considerável. Ontem, o que se viu foi um time que errou mais nos lances individuais (cortesia principalmente de Cazares e Marcos Rocha) do que no coletivo. Aliás, como o próprio Roger disse ontem e já tinha dito antes em outra oportunidade, o time ganhou o jogo no coletivo.

E, no coletivo, o Galo dominou amplamente o América. Várias vezes conseguiu roubar a bola se valendo da marcação que começava já na linha dos atacantes, e todos – repita-se, TODOS – os jogadores participaram da marcação, inclusive Cazares, que errou mais na hora de produzir jogadas do que no posicionamento defensivo. Até Marcos Rocha, que muitas vezes no passado recebeu críticas por não defender tão bem, parece estar conseguindo se encontrar no esquema e, no aspecto defensivo, não decepcionou.

Outra prova de que o time está quase eliminando aquele “meio segundo” a mais é a quantidade de passes de primeira trocados entre os jogadores do Galo, mesmo em lances onde o espaço não era tão grande. De novo, basta assistir os VT’s dos primeiros jogos e comparar com o de ontem. A diferença nos toques de primeira é gritante.

Nota de destaque também para a evolução física do Galo. O time agora corre do começo ao fim e, ao que tudo indica, a era das “lesões em série” ficaram para trás (você não está vendo, mas estou batendo na madeira enquanto escrevo isso). Esse aspecto deve ter duas faces, uma pela própria preparação física em si, que deve estar melhor, e outra porque no esquema de “jogo apoiado”, como chama o Roger, os jogadores se desgastam muito menos. Correm “certo”, por assim dizer.

No individual, o que se viu foi, acima de tudo, Fred vivendo grande momento. Marcou gol de todo jeito e ainda deu uma assistência para uma jogada que teve a assinatura do nosso Maico-infiltração-suel. Ainda me surpreendo com a capacidade que ele tem de passar em espaços onde parece que não vai dar.

Fonte: Globo.com
Otero continua mostrando disposição e qualidade pra não sair do time de jeito nenhum. O meio defensivo e a zaga me pareceram muito bem colocados, o América praticamente só conseguiu chegar, quando chegou, pelas laterais. Aliás, justiça seja feita, parece que as longas férias forçadas fizeram bem demais ao nosso Léo Silva e ele, por sua vez, fez bem demais ao time. Elias já estava mais ambientado, Carioca jogou muito bem. Fábio Santos e Marcos Rocha melhoraram muito na defesa e no apoio ao ataque. Rocha errou alguns passes e lançamentos bobos, mas se redimiu no final com um toque excepcional que praticamente construiu o terceiro gol do Galo.

Em conclusão: O time continua a evoluir sob o comando do Roger. Ainda não “chegou lá”, mas estamos no caminho. Jogo a jogo a gente vai acompanhando o resultado dos treinos e eu acredito que temos razão de sobra para alimentar esperanças bem altas para esta temporada.

Vai, Galo!

Por: @GalodeEsquerda - Aveztruzão da Massa e Equipe Vingadores LF

Venceu, mas ficou longe convencer

À tarde de sábado (18) foi de futebol no bairro do Rochdale, na cidade de Osasco. Audax e Corinthians se enfrentaram em partida válida pela 4ª rodada do Campeonato Paulista. O Timão conquistou uma vitória simples, com o primeiro gol de Kazim com a camisa do clube.

Foto: Lucas Felipe
Visando o clássico contra o Palmeiras na próxima quarta-feira (22), o técnico Fabio Carille promoveu quatro mudanças com relação ao time que venceu o Novorizontino na 3ª rodada. Moises, Fellipe Bastos, Marlone e Jô deram lugar a Guilherme Arana, Camacho, Léo Jabá e Kazim, respectivamente.

O Corinthians, mais uma vez, não conseguiu apresentar um bom futebol, talvez pela falta de entrosamento com a mudança de quatro peças e também o forte calor dificultou a movimentação. O jogo teve uma parada técnica para hidratação aos vinte minutos e Carille aproveitou para conversar com o time.

A conversa deu resultado logo que a bola voltou a rolar, Kazim pegou uma sobra na ponta esquerda da grande área e chutou entre a trave e o goleiro adversário. A bola caprichosamente ainda raspou a baliza antes de entrar, 1 a 0 para o Corinthians e alívio para a Fiel.

Na etapa complementar, o Audax gostou mais do jogo e criou as principais oportunidades de gol. Carille tentou mudar um pouco o time colocando Maycon, Marlone e Fellipe Bastos nos lugares de Kazim, Léo Jabá e Camacho, mas o Corinthians continuou sem inspiração para assustar a defesa dos donos da casa.

Muito mais na vontade do que na técnica, o time de Osasco tentava o empate, mas o Timão segurou o resultado até o final. Com a vitória, o Corinthians chegou aos nove pontos, na liderança do Grupo A do Paulistão. Na próxima rodada, os comandados de Carille enfrentam o rival Palmeiras, na Arena Corinthians, na quarta-feira (22), às 21h45.

Lucas Felipe (@lsouza73)

A lei do retorno é implacável

Após sair derrotado na abertura do Goianão 2017, o Atlético Goianiense fez valer aquela velha lei do retorno e devolveu o mesmo 1x0 do 1° turno ao Vila Nova. Assim como foi no início do estadual a partida foi decidida em um único lance de bola parada, Wanderson em cobrança de falta garantiu a vitória para o Atlético é a liderança do Grupo B. Já para o Tigrão a derrota custou caro é a liderança do Grupo A.

A semana para o Vila Nova foi bastante movimentada na quinta-feira (16), jogo diante do Fast em Manaus onde garantiu a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil. Após uma viagem cansativa, a equipe só chegou a Goiânia na sexta-feira às 23h30. Sem descanso o time chegou e treinou na tarde do último sábado.

Se para o Atlético essa vitória trouxe um pouco mais de alívio, para o Tigrão pode trazer ainda mais preocupação. O time ainda sem aquele 10 clássico, não pode contar com o atual 10 da equipe. O meia Hiroshi sentiu ainda no primeiro tempo da partida contra o Fast Clube, e foi substituído na ocasião por Moraes Jr. Já no clássico outro problema, Geovane que vem recentemente de uma lesão foi substituído aos 3' do primeiro tempo após uma pancada de um jogador Atleticano.

Foto: Douglas Monteiro / Vila Nova FC.
O Vila Nova entrou a campo com quatro volantes de ofício, mas foi obrigado a se livrar de um após uma pancada forte em Geovane. Saindo Geovane, Everton seria a arma do Vila para levar perigo ao gol Atleticano. Saiu um volante e entrou um meia e o esquema de jogo não mudou.

Mazola se preocupou mais em se defender do que ir ao ataque. Mesmo focado em se defender as primeiras oportunidades foram surgindo para a equipe Colorada, Maguinho e Jonathan em dois chutes de fora da área ameaçaram o gol do goleiro Kléver.

Aos 13' Moisés livre recebeu um lançamento, obrigando o goleiro Kléver a sair de cabeça para tirar a bola. O atacante foi novamente exigido três minutos depois, em jogada individual Moisés rolou a bola para dentro da área obrigando a defesa atleticana trabalhar.

Aos 18' o ataque do Vila parou novamente no goleiro Kléver, Maguinho até tentou lançar para Moisés, mas o goleiro interviu e segurou a  bola.

Com Jonathan o Vila ainda levou perigo ao gol adversário, aos 20' do primeiro tempo após uma arrancada o lateral chutou para fora. Aos 22' Bruno Pacheco arriscou e Marcos Serrato afastou. O lateral Jonathan voltou a acionar Moisés que deixou a bola passar.

Foto: Douglas Monteiro / Vila Nova FC.
De volta para o segundo tempo, o Atlético foi para cima com um minuto Daniel Borges levantou para o desvio de Bonfim, mas Wendell segurou firme. Logo em seguida Moisés deu a resposta com um chute para fora. Novamente Moisés cabeceou em direção ao gol de Kléver sem muito perigo.

O gol Atleticano saiu aos 20' quando Viçosa foi derrubado próximo a área, Wanderson aproveitou uma brecha na barreira e cobrou no canto de Wendell, 1x0 Atlético.

Aos 40' Mazola Jr exaltado reclamou muito por uma falta não marcada no atacante Moisés, e acabou sendo expulso. Daí em diante o Vila foi para cima. Com 43' da etapa final Jonathan perdeu uma boa oportunidade. Dois minutos depois Kléver foi obrigado a trabalhar após a cabeçada de Vandinho. Pressão Vilanovense que foi em busca do empate nos minutos finais. 

No próximo sábado (25), abrindo a segunda rodada o Vila Nova visitará o Anápolis, no Jonas Duarte às 16h00. No 1° turno o Tigrão venceu por 3x0 no Serra Dourada. O Anápolis que ainda não venceu na competição e lanterna do Grupo B com apenas cinco pontos conquistados.

Knicks é bem representado no All Star Weekend

O fim de semana das estrelas acabou. Mais um show de belas jogadas, enterradas, e muita descontração entre os jogadores marcou esse fim de semana. Falando dos integrantes do New York Knicks, na sexta-feira, nos jogos dos calouros e segundo ano, o time Mundo venceu o time EUA por 150 a 141, com ótima atuação de Porzingis, que fez 24 pontos, 10 rebotes e deu duas assistências. Já Hernángomez fez dois pontos e pegou seis rebotes.

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Hernangomez em ação no jogo dos calouros (Foto: Newsday)
Mas o melhor de Porzingis ainda estava por vir. Ele participou do torneio de habilidades e desbancou na sua chave os pivôs DeMarcus Cousins (Sacramento Kings) e Nikola Jokic (Denver Nuggets) e foi para a final contra Gordon Hayward, do Utah Jazz. E não é que o nosso letão ganhou. E com autoridade, acertando a bola de três no seu primeiro arremesso. Mais um ano em que os "grandalhões" vencem os armadores. Com isso, Porzingis se tornou o primeiro jogador da história dos Knicks a ganhar o Torneio de Habilidades. Parabéns KP!

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Porzingis enterra sobre Okafor e Kaminsky ( Foto:NorthJersey.com)
No jogo das estrelas, disputado no domingo, houve a participação de Carmelo Anthony mais uma vez, sendo sua sexta participação sendo um Knick. Vindo do banco, o ala fez, em 19 minutos, 10 pontos e pegou três rebotes. Uma participação fraca, diante das suas últimas aparições. O MVP do jogo foi o ala-pivô Anthony Davis, do New Orleans Pelicans. O jogo terminou em 192 a 182 para o Oeste.

Agora, esperamos que o time volte mais motivado, e que consiga apresentar o seu melhor basquete. Os playoffs são logo ali e estamos ainda longe de alcançar esse objetivo. Time nós temos, saber jogar, também sabemos, só falta saber ajustar a defesa e parar de cometer quase vinte turnovers por jogo. Esperamos também que o trio Rose - Carmelo - Porzingis seja efetivo durante os jogos e que o banco contribua tanto no ataque, como na defesa.

Temos que achar um meio termo, entre a vitória sobre o Spurs e a derrota para OKC, na qual abrimos 17 pontos de diferença e não conseguimos segurar o resultado.

Let's Go KNICKS - João Eduardo Gurgel

Juventus, Palermo, inspiração argentina e 50 anos de Baggio

Na última sexta-feira (17) a Juventus enfrentou o Palermo em Turim, pela 25ª rodada do Campeonato Italiano. A partida foi adiantada para que a Juve se preparasse melhor para o jogo contra o Porto, lá em Portugal, pelas oitavas-de-final da Champions League.

Massimiliano Allegri colocou a Juventus em campo da seguinte forma: Buffon; Dani Alves, Benatia, Bonucci, Asamoah; Khedira, Marchisio; Sturaro, Dybala, Pjaca; Higuain. Chiellini teve um estiramento na coxa na partida contra o Cagliari e não jogou. Sua presença também é incerta contra o Porto.

Dani Alves teve mais uma oportunidade de iniciar a partida para ganhar ritmo após sua lesão. Desde a contratação de Rincon, Sturaro não iniciou sequer uma partida no time titular e viu seu espaço ser bem reduzido e, para completar, Pjaca iniciou a partida precisando mostrar mais futebol.

O traço mais marcante dessa Juventus penta campeã italiana é não dar chances para equipes menores roubarem pontos. Novamente nessa temporada percebemos poucas oportunidades para essas equipes de menor expressão durantes os jogos. Contra o Palermo não foi diferente.

Logo aos 12 minutos de jogo, a Juventus bateu falta na intermediária, lançando a bola para a área, Higuaín bateu de primeira e o goleiro Posavec do Palermo fez a defesa, no rebote Cláudio Marchisio abriu o placar de perna esquerda.

Ainda no primeiro tempo, a Juventus subiu a marcação na saída de bola do time da Sicilia. Após vacilo da defesa, Sturaro roubou a bola e sofreu falta na entrada da área. Paulo Dybala cobrou a falta com maestria, indefensável, colocando a bola no ângulo esquerdo do goleiro da sua ex-equipe. Dois a zero para a Juventus e Dybala não comemorou o gol em respeito a seu passado.

Dybala não comemorou seus gols contra o Palermo. Foto: Juventus.com
Já no segundo tempo, aos 62 minutos de jogo, a Juve fez boa jogada pelo lado direito do ataque, Dybala deu belo lançamento para Higuaín, que deu um toque sutil e letal por cima de Posavec, que nada pôde fazer. Foi o terceiro dos bianconeri.

Desde a mudança de esquema que Allegri efetuou do 3-5-2 (vezes 4-3-2-1) para o 4-2-3-1, em todos os jogos contra times menores a Juventus não deu chance para os adversários. Joga em ritmo lento, controlando o jogo e marcando nos momentos em que as oportunidades surgem.

Para finalizar a inspiração argentina, quase no final do jogo, o Palermo tinha a bola no campo de ataque e em uma cobrança de lateral. Em péssimo recuo para o zagueiro, ele falhou na frente de Higuaín, que arrancou com a bola desde o meio-campo, com o zagueiro em sua marcação, deixou a bola com um toque de classe de calcanhar para Dybala, que marcou o quarto gol da Juventus. Ainda teve tempo para o Palermo fazer seu gol mais inútil de todo o campeonato e completar o placar do jogo.

Neste momento, não há nenhum torcedor bianconero que critica os 90 milhões de euros pagos por Gonzalo Higuaín. Melhor jogador do time nesta temporada! Temos sorte por ter Pipita do nosso lado.

Se hoje, no ataque, temos a qualidade de Dybala e o faro de gol de Higuaín, do início até a metade da década de 90 tivemos a honra (e ele teve a honra de jogar pela Juventus) de ter Roberto Baggio no nosso ataque.

Roberto Baggio, no Delle Alpi, com seu prêmio de melhor jogador do mundo de 1993: nostálgico!
Os tempos eram outros. O campeonato italiano era o maior campeonato local do mundo. No período em que Baggio atuou pela Juventus, Maradona e Careca jogavam pelo Napoli, o Milan tinha seu esquadrão com Baresi, Maldini, Albertini, Rijkaard, Gullit e Van Basten e a Inter tinha Matthaus e Klinsmann (sem contar a Sampdoria com suas boas campanhas). Eram outros tempos.

Com seu famoso corte “rabo de cavalo”, Roberto Baggio foi definido por Platini como um “camisa 9,5”. Isso porque o italiano rondava as posições características do camisa 10 e do camisa 9. Era, ao mesmo tempo, um meia muito habilidoso e um atacante com um feroz faro de gol.

Baggio foi comprado (a seu contragosto) junto a Fiorentina por 18 milhões de Liras Italianas, um recorde para a época. Teve ótimos números, sendo campeão da Copa da UEFA de 1993, da Copa da Itália 1995, do Campeonato Italiano de 1995 e da Supercopa da Itália 1995. Baggio ainda foi eleito o melhor jogador do mundo do ano de 1993.

Muito mais que o pênalti perdido na final da Copa do Mundo de 1994, Baggio foi um jogador genial. Ficou de 1990 a 1995 na Juventus, fez parte de um ataque com Ravanelli, Vialli e viu o surgimento de um tal Alessandro que veio do Padova. Muito provavelmente, por conta desse Alessandro foi vendido (novamente a contragosto) pelo mesmo valor que foi comprado ao Milan. Lippi preferia o tal garoto, com menos lesões.

Gostaria de ter visto os dois por mais tempo juntos! Quem sabe se Baggio, com menos lesões e Del Piero, a história das finais da UCL do final da década de 90 teriam sido outras. E, pelos seus 50 anos (completados no último dia 18) aqui fica minha homenagem a este craque.

Próximo jogo da Juventus é quarta-feira, contra o Porto! Finalmente chegou!

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!

Deixem o Eduardo trabalhar

Que a pressa é inimiga da perfeição, como diz aquele antigo ditado, muitos sabem. Só que outros tantos parecem esquecer-se desse detalhe quando exigem resultados em duas ou três partidas, como aconteceu diante do São Bernardo quando o Verdão já dava sinais de melhoras. O segundo tempo daquela partida confirmou isso.

Diante do Linense, mais uma prova de evolução do time comandado por Eduardo Baptista. O adversário é dos mais fracos do campeonato, é verdade, mas o Verdão fez o que dele se espera em jogos deste tipo: Venceu e convenceu. Praticamente sem dar chances para o time de Lins, o placar de 4x0 resumiu bem o que foi a partida.

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Dudu e Willian comemoram o primeiro gol. (Foto: Agência Estado)
O mais legal do jogo foi a construção dos gols: Quase todos de jogadas trabalhadas, treinadas e com movimentação dos jogadores de ataque. Atuação soberba de Dudu que participou de todos os gols e foi o melhor em campo mesmo sem balançar as redes. Importante em 2016, ele parece que seguirá sendo o grande nome de 2017 mesmo com as grandes contratações.

Se para os torcedores já deu gosto de ver, para o Eduardo deve ter sido ainda melhor, em especial em relação às críticas que vinha sofrendo ao longo da semana. Críticas que, diga-se, eram bastante injustas. O próprio Cuca sabia que, caso ficasse, precisaria jogar um futebol mais vistoso para 2017 já que a reta final do Verdão no Brasileiro foi segura, mas passou longe de atuações brilhantes. Jogos em casa contra Sport, Inter e Botafogo foram exemplos disso.

Aos poucos o time parece se acertar mesmo que ainda não esteja completo. Vale lembrar também, Eduardo ainda não teve como escalar os seus onze titulares juntos e essa missão será mais uma vez postergada: A notícia ruim da partida foi justamente a lesão de Moisés. Força, profeta!

Um bom teste para essa evolução será na próxima quarta-feira com o clássico diante do Corinthians. Apesar do nosso melhor momento, já cansamos de ver o time que está por baixo superar as dificuldades no Dérbi e aprontar. Por isso é fundamental entrar focado e encarar esse jogo como um mata-mata: A vitória em Itaquera vai trazer uma tranquilidade ímpar para a sequência do trabalho – ao menos até a estreia na Libertadores.

AtleTiba 370: O dia que seria histórico

Jogadores de ambas as equipes agradecendo ao torcedor. (RCC - Rede Coxa de Comunicação)
É de conhecimento de todos que a dupla não vendeu os direitos de transmissão de seus jogos no Campeonato Paranaense, por não concordarem com os valores oferecidos. Há pelos menos 15 dias todos sabiam que a transmissão do jogo seria realizada via Youtube/Facebook.

Na tarde de ontem seria realizado o 1º clássico AtleTiba do ano do estádio da Arena da Baixada, porém em uma atitude arbitrária, o presidente da Federação Paranaense de Futebol, Hélio Cury, proibiu o juiz Paulo Roberto Alves Junior de iniciar a partida se a transmissão pela internet não fosse cancelada, e o grande detalhe de tudo isso foi que isso só aconteceu no horário em que a partida estava marcada.

Para variar o Sr Hélio Cury tentou ser maior que os clubes, como sempre. Sempre acha que está na razão. Este Sr falou que: “Tinham pessoas que não estavam credenciadas dentro do campo. O árbitro foi comunicado e não iniciou a partida. E nenhuma dessas pessoas [da transmissão independente de Atlético e Coritiba] estavam credenciadas. Centenas [eram 12 profissionais no total] de pessoas estavam dentro do campo sem estar credenciadas".

Em entrevista o presidente Alviverde, Rogério Bacellar disse: “A posição do Coritiba é clara. Isso é falta de vergonha na cara dos dirigentes da Federação. Estamos possibilitando aos torcedores que não tinham condições de ir no jogo a oportunidade de assisti-lo gratuitamente. Eles não têm esse direito de impedir a torcida de ver o maior clássico do estado. Eles não tiveram a capacidade de negociar com a televisão um valor melhor para os clubes paranaenses e querem blindar a nossa torcida”.

Bacellar ainda disse o seguinte: “Os dois times falaram que transmitiram [o jogo] do lado de fora e a Federação falou que não haveria o jogo da mesma forma. Não é plausível essa justificativa da Federação”.

Em um vídeo divulgado pelo site Uol, o quarto árbitro da partida Rafael Traci desmente o que o próprio Hélio Cury teria dito: "O pessoal não pode transmitir porque não é a detentora do campeonato. É isso que a gente recebeu de informação. Se continuarem eles (funcionários da transmissão) dentro do campo, nós não podemos ter essa partida", completou.

A lei Pelé no artigo 42 deixa claro que: Os clubes são os detentores do direito de arena, o que os permite negociar como bem entender.

Pra quem não sabe, o motivo para os clubes não terem assinado com a Globo é a verba oferecida: 1,5 milhão de reais, nove vezes a menos que os quatro grandes paulistas, e menos que os 2,2 milhões que times pequenos receberam pelo Carioca. Mesmo sem a realização do jogo, o canal do Coxa no YouTube teve quatro vezes mais audiência que a TV costuma ter.

Em um lindo gesto, os jogadores de ambos os times se uniram e de mãos dadas saudaram a torcida e se retiraram definitivamente. Os clubes juntamente peitaram a FPF e a Rede Globo.

Coritiba e Atlético-PR são maiores que qualquer coisa, quem manda no clube é o próprio clube. Esta atitude da dupla AtleTiba foi histórica e pode ser um marco nas negociações com a televisão no futebol brasileiro.

Parabéns Coritiba e Atlético-PR!!!

Texto feito por: @_Andreysuldovski
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