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domingo, 5 de março de 2017

Com pé direito! São Paulo vence Santo André, em semana decisiva

Com time misto, Tricolor goleia o Santo André.


O São Paulo tem uma semana decisiva pela frente, o primeiro jogo contra o ABC pela Copa do Brasil, na quarta-feira e o clássico contra o Palmeiras, no sábado. Mas antes de focar totalmente nela, o Tricolor recebeu o Santo André e com time "misto", Tricolor venceu por 4 a 1.

Sem Maicon, que saiu machucado contra o PSTC, Rogério decidiu poupar jogadores como Rodrigo Caio (pendurado, podendo ficar fora contra o clássico, nem no banco foi), Pratto, Thiago Mendes e Bruno estavam no banco.

Logo no início do jogo, São Paulo abriu o placar com Cícero. Após cobrança curta de escanteio, Luiz Araújo cruzou para a área, a bola passou por Lugano e Cícero, em posição de impedimento, marcou o primeiro. O gol foi irregular, mas o Tricolor continuou atacando em busca de ampliar o placar. E conseguiu, o "anãozinho" marcou o segundo. Depois de roubada de bola no campo de defesa, Júnior Tavares recebeu, deixou para Luiz Araújo que encontrou Cueva, sozinho, para completar para o gol.

Quando o Tricolor tem a bola, a gente tem a impressão de que ele faz gol na hora que quer e ele também parece ter essa impressão, tanto que no 2º tempo o mandante vacilou e Santo André diminuiu o placar. Depois de cobrança de falta, Reniê desviou, a bola passou por Lugano e Baraka, e Leonardo apareceu para desviar, após saída ruim de Sidão, Santo André diminuiu. O técnico Rogério pensando na semana decisiva, tirou Cueva, mas continuou com time agressivo, colocando Thiago Mendes (lugar de Araruna) e Nem. E foram eles, que ajudaram o Tricolor a aumentar o placar. Thiago passou para Wellington Nem que se livrou da marcação e bateu para o gol, no rebote de Zé Carlos, Luiz Araújo empurrou para o gol dando carrinho, chegou até a tomar com a mão na bola, o juiz não viu e validou o gol. Para finalizar, Gilberto deixou o dele. Depois de jogada ensaiada de escanteio, Thiago Mendes cruzou na cabeça do atacante, que apenas completou para o fundo do gol. Jogo terminou em 4 a 1.

Foram dois gols irregulares, entretanto o São Paulo continuou pressionando e foi, sem dúvida alguma, melhor em campo. Sofreu pressão, mas não como nos últimos jogos. Destaque para Jucilei, que foi muito bom na marcação, com bom posicionamento à frente da zaga.

Com esse resultado, Tricolor continua líder no Grupo B, com 14 pontos, quatro a frente do vice-líder. O São Paulo receberá, pela terceira fase da Copa do Brasil, o ABC-RN, quarta-feira (08/03), às 19h30. Pelo Campeonato Paulista, o Tricolor vai até o Allianz Park enfrentar o Palmeiras, sábado (11/03), às 16h.

FICHA TÉCNICA

Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo, Morumbi - São Paulo
Gols: Cícero, Cueva, Luiz Araújo e Gilberto (SAO); Leonardo (STA)
Cartões amarelos: Lugano, Cueva e Gilberto (SAO)
Arbitragem: Luiz Flavio de Oliveira, auxiliado por Alex Alexandrino e Leando Matos Feitosa

SÃO PAULO
Sidão; Buffarini, Lugano, Douglas e Júnior Tavares; Araruna (Thiago Mendes), Jucilei (Wellington), Cícero e Cueva (Wellington Nem); Luiz Araújo e Gilberto. Técnico: Rogério Ceni

SANTO ANDRÉ
Zé Carlos; Cicinho (Jean), Reniê e Leonardo; Fernando Neto, Baraka, Serginho (Edmilson), Dudu Vieira e Eduardo Ramos (Paulinho); Henan e Claudinho. Técnico: Sérgio Soares

Liverpool 3-1 Arsenal: Há algo muito errado acontecendo

A partida contra o Liverpool, válida pela vigésima sétima rodada da Premier League, era nossa primeira pela competição depois de três semanas. O jogo prometia ser muito difícil, pois além de termos que jogar fora de casa contra o time que mais pontua enfrentando os seis primeiros colocados e da ausência confirmada do nosso maestro Mesut Ozil, uma notícia, pouco antes de a partida começar, pegou todos de surpresa: Alexis Sanchéz começaria no banco; mas disso eu falarei depois.

Alexis Sanchez smirk
Duas das muitos reações de Sanchéz durante a partida (Foto: BT Sport/Getty)
Assim como prometido, a partida foi realmente muito difícil, especialmente na primeira etapa. Sem Sanchéz, as esperanças ofensivas do Arsenal ficaram por conta de Giroud, Welbeck e Iwobi, mas assim como o resto do time, nada conseguiu fazer nos primeiros 45 minutos além de assistir o Liverpool jogar. Logo aos nove minutos, Sadio Mané encontrou Roberto Firmino sozinho na área, que com facilidade, colocou os Reds em vantagem. Pela intensidade do futebol apresentado pelo Liverpool, 1x0 era pouco, Petr Cech teve que fazer boas defesas para evitar que o os donos da casa abrissem uma larga vantagem, entretanto, aos quarenta, Mané e Firmino trocaram de papéis, dessa vez o brasileiro que encontrou o senegalês sozinho na área, e nosso arqueiro não foi capaz de evitar mais um gol. Descemos para o intervalo com uma desvantagem de dois gols e um futebol pífio até então apresentado.

Para o segundo tempo, uma única, mas crucial mudança na equipe: Sanchéz, que entrou no lugar de Coquelin (seguramente o pior jogador em campo). E em somente três minutos da segunda etapa, fomos capazes de criar mais perigo do que na primeira inteira; após cruzamento, Giroud cabeceou e obrigou Mignolet a fazer uma defesa espetacular para salvar a meta dos Reds, e se o gol não veio, a chance pelo menos serviu para mostrar que havíamos voltado do intervalo mais ligado no jogo. Aos 57’, iniciou-se uma possível reação Gunner, quando Welbeck, após receber belo passe de Alexis, deu um toquinho astuto na bola para encobrir o goleiro Mignolet e descontar para o Arsenal. Infelizmente, a reação não passou disso, e por mais que tenhamos conseguido emparelhar o jogo, não fomos capazes de ser efetivos e o único gol que vimos depois do de Welbeck foi o de Wijnaldun, que já nos acréscimos, somente concluiu a aula de contra-ataque orquestrada por Lallana e Mané e colocou números finais no jogo.

"Welbeck, após receber belo passe de Alexis, deu um toquinho astuto na bola para encobrir o goleiro Mignolet" (Foto: Twitter @Arsenal)
Fica nítido que há algo errado acontecendo quando uma derrota em clássico para um concorrente direto fica em segundo plano. O que todos realmente queriam saber é: Por que diabos Wenger deixou o craque do time, o jogador mais efetivo do campeonato, aquele que não tem medo de chamar a responsabilidade no banco de reservas? Isso realmente ninguém entendeu. Alguns torcedores mais otimistas acreditaram nas palavras do técnico quando o mesmo disse que optou por bancá-lo por preferir priorizar o jogo aéreo, mas sejamos sensatos, isso não faz sentido, ainda mais em uma partida importante como essa de sábado e sem nosso outro principal jogador, Ozil.

Já há alguns dias, vinha circulando na imprensa um boato de que o chileno poderia deixar o Arsenal ao fim da temporada. Outro boato diz que Sanchéz e Wenger tiveram um grande desentendimento, e que Alexis já teria deixado claro sua vontade de trocar de clube. Se é verdade ou não algum desses boatos, não é tão simples saber, mas para muitos Gooners, esses 45 minutos que o chileno ficou no banco de reservas só serviram para dar mais força para uma possível saída do chileno do clube.

O jeito agora é levantar a cabeça e seguir em frente, afinal o Arsenal é maior que qualquer jogador. Entraremos em campo novamente na terça-feira, diante do Bayern pela Champions League, onde teremos a dificílima (mas não impossível) missão de reverter um placar de 5x1. Que a atmosfera do Emiretes dê força para nossos jogadores.

Por: Matheus Moraes // Twitter: @mathmoraees

Em noite de jogadores poupados e briga, o Miami Heat bate o Cleveland Cavaliers

Após uma derrota amarga para o Orlando Magic na sexta-feira, o Miami Heat voltou a vencer. O adversário da vez foi o líder da Conferência Leste, o Cleveland Cavaliers, que jogou sem seus três principais jogadores. A vitória por 120 a 92 deu ao time do sul da Flórida a sua 29ª da temporada e a equipe ainda sonha em conquistar uma vaga para os Playoffs da NBA.

O Heat foi com o seu time titular, enfrentando um Cleveland Cavaliers sem Lebron James, Kyrie Irving e Kevin Love. Mesmo assim, o primeiro quarto foi muito equilibrado, com os ataques prevalecendo sobre as defesas e terminando em 35 a 35. Foi apenas no segundo quarto que o time deslanchou e com ótimas defesas de Tyler Johnson e Josh Richardson e um Goran Dragic inspiradíssimo no ataque, anotando 13 pontos nos dois primeiros quartos, que o Miami Heat conseguiu uma vantagem grande no placar, liderando por 67-51 no intervalo.

O terceiro quarto foi ainda melhor para o time da Flórida, onde Dragic anotou 10 pontos, dando ele seus 23 da noite e o time abriu 26 de vantagem, terminando o quarto em 101 a 75. No último quarto, os titulares não jogaram, a não ser por Rodney McGruder, que acabou por se envolver em uma confusão.

Em uma das últimas jogadas da partida, Rodney McGruder, do Miami Heat, subiu para uma enterrada e, ao descer, deu um empurrão no Channing Frye, do Cleveland Cavaliers, o que resultou no descontentamento do seu companheiro de equipe JR Smith. No final do jogo, JR teve de ser impedido de "partir para cima" de Rodney e de Dion Waiters e foi levado pelos seguranças para fora de quadra.

Rodney McGruder e JR Smith brigam no final do jogo/ Divulgação
Próximo jogo do Miami Heat é justamente contra o próprio Cleveland, fora de casa, na Quicken Loans Arena.

Goran Dragic 23 pontos, 5 assistências
Hassan Whiteside 20 pontos, 13 rebotes
Tyler Johnson 17 pontos, 6 rebotes, 2 roubos

Venceu, mas...

Não foi a apresentação dos sonhos, longe disto, mas o Taubaté saiu da cidade de Rio Claro com mais três pontos na bagagem ao bater o Velo Clube pelo placar 2x0. A pressão pela vitória pareceu, no primeiro tempo, atrapalhar o rendimento das equipes, que vinham de derrota na rodada anterior.

Na segunda etapa, o Velo teve logo no primeiro tempo uma grande oportunidade de abrir o placar, mas o goleiro Célio Gabriel salvou o Burro em jogada novamente criada sobre o problemático lado esquerdo da defesa taubateana. Ou os laterais retornam logo da lesão, ou clube preencha a última vaga de inscrição para um atleta da função. Chega de improvisos que não estão dando certo. Quem está atuando improvisado não tem culpa alguma, louva-se o esforço.

O velho ditado do “Quem não faz, toma”, mais uma vez entrou em cena no Benitão. No lance seguinte, o Taubaté chegou a seu primeiro gol aproveitando erro grotesco da zaga adversária, que tentou sair jogando dentro da área. Mérito para Cassinho, que roubou a bola e finalizou sem chances para o goleiro.

O gol que confirmou a vitória do Alviazul, com o Taubaté com dez em campo após expulsão de Rafael Ferro, saiu já no último minuto. Com todo o Velo no ataque, Luciano arrancou do campo de defesa e serviu o artilheiro Caíque, que apenas empurrou a bola para o fundo das redes, anotando seu sexto gol na Série A2.

Cassinho anotou o primeiro gol da vitória do Burro diante do Velo Clube. Foto: Bruno Castilho/EC Taubaté
Os pontos vieram na bagagem para Taubaté, mas a atuação não convenceu. No momento, cá entre nós, precisamos mesmo são das vitórias, que nós segura na parte de cima com a chegada da metade da competição. Um respiro para aquelas que acreditam que as coisas ainda podem piorar, visto que o Burro ainda não enfrentou boa parte dos times considerados favoritos na divisão.

Já para sonhar com uma no G4, é preciso melhorar, e muito. Próximo jogo, União Barbarense, lanterna da competição, em casa. Não existe outro resultado que não seja uma nova vitória.

Invicto no Campeonato Alagoano e mal na Copa do Nordeste, CSA entra em campo neste domingo pelo estadual


Apesar do bom retrospecto no Campeonato Alagoano, onde é o único invicto, o CSA não vai bem à Copa do Nordeste. A segunda derrota para o Itabaiana (SE) liga o alerta no Azulão do Mutange. A pergunta que fica é: Será que o CSA conseguirá fazer boa campanha na Série C com o elenco atual? Estar invicto no estadual não quer dizer muita coisa, já que o CSA só enfrentou times de menor expressão até aqui.

Apesar dos maus resultados na Copa do Nordeste, a diretoria está bancando o técnico Oliveira Canindé no comando do Azulão. Canindé tem crédito com a diretoria e com a torcida, devido ao acesso à Série C. Por outro lado, muitos torcedores do CSA reclamam de alguns jogadores que o técnico marujo insiste em garantir no time titular. Em 2016, as reclamações eram sobre o meio-campista Bismarck. Em 2017, já se reclama do meio-campista Daniel Costa. Contra o Itabaiana (SE) ficou evidente que Daniel Costa evita divididas e não auxilia na marcação. Claro, não devemos fazer uma “caça as bruxas” e apontar para ele ou para qualquer outro jogador isolado. Entretanto, fica evidente que algumas peças não se encaixam, mesmo com a insistência do técnico Oliveira Canindé.

Neste domingo, 5 de março de 2017, o CSA enfrentará o CEO em Olho D’água das Flores com o objetivo de garantir a classificação antecipada para a fase seguinte do estadual, além da liderança isolada (considerando os dois grupos).

Galo 2X1 Villa Nova – Que os jogos comecem, e o Eu Acredito também

Segundo o Oráculo dos Tempos Modernos, o Google, a palavra tradição tem origem no latim Traditio, que por sua vez significa entregar, passar adiante. A tradição também pode ser interpretada como a transmissão de costumes, comportamentos, memórias, crenças, lendas, para pessoas de uma comunidade, sendo que os elementos transmitidos passam a fazer parte da cultura.  Portanto, a palavra remete a um registro histórico de fatos que identifiquem um povo com seus costumes; remete à manutenção de certos signos ao longo do tempo.

Fonte: Portal Hoje em Dia
No futebol tal conceito erroneamente se mistura com envergadura. Clubes vencedores se autoproclamaram tradicionais, sem que de fato uma tradição estivesse estabelecida, no imaginário, no folclore de sua gente e (por que não?) no olhar dos seus rivais.

Nesse quesito o Estado de Minas Gerais, e consequentemente o futebol praticado nas alterosas é riquíssimo (em todas as suas regiões), porém um jogo certamente ilustra de maneira mais clara o que foi dito acima. Trata-se de Villa Nova x Atlético, confronto válido pela 6ª rodada do Campeonato Mineiro.

Um pouco de história

Os dois clubes foram fundados em 1908 – O Galo em 25 de Março e o Leão em 28 de Junho – e se enfrentam desde 1912 com uma estatística amplamente favorável ao Galo (143 vitórias), embora o Villa (42 vitórias) tenha um bom número de triunfos (estamos falando de um time com muito menos poder de investimento).

A relação dos rivais do fim de semana é interessante, tendo em vista que ela se mistura com a própria introdução e a popularização da cultura do futebol em Minas Gerais. No caso do Villa Nova tal associação com a introdução do esporte é mais explícita, dada a umbilical relação da cidade de Nova Lima com a Inglaterra. O Villa Nova Athletic Club foi criado por mineradores britânicos (naturais de Birmingham, e torcedores do Aston Villa) da St. John Del Rey Minning Company. É importante ressaltar que estes ingleses foram responsáveis por introduzir o Football nas Minas, não só em Nova Lima, mas onde quer que eles estivessem trabalhando.

Fonte: Acervo Jornal Hoje em Dia
Ademais, o Villa Nova também foi o primeiro clube a disputar uma partida profissional na Região Metropolitana (Vitória por 2x1 contra um combinado do Bairro da Lagoinha em BH), antes mesmo do próprio Atlético; o primeiro a realizar uma partida interestadual (Derrota por 7x1 para o Riachuelo, no Rio de Janeiro); e o primeiro formar jogadores que disputariam uma Copa do Mundo pela Seleção Brasileira (Zezé Procópio e Perácio em 1938, embora ambos na realização do Mundial da França já não estivessem nos quadros alvirrubros). Por fim, vale o destaque que o auge do Villa Nova ocorreu nos anos 30 (títulos estaduais em 32, 33, 34 e 35), certamente uma consequência direta da construção do seu estádio: o Alçapão do Bonfim, inaugurado em 1930, remodelado em 1989, e que está ativo até os dias atuais.

No caso do Galo, sua história acima dos títulos e das glórias, guarda ligação com a popularização do esporte na Capital. Assim como o Villa, o clube começou a ser encarado com mais seriedade pelos rivais nos anos 30, seja pelas conquistas (Campeão Mineiro em 31, 36,38 e 39; e Campeão da Copa dos Campeões Estaduais em 1937 – primeiro título interestadual de sua história), seja pelo crescimento estrondoso de sua torcida.

Foi naquela década que o clube se assumiu como um dos únicos, se não o único da capital a abraçar os marginalizados. Na Belo Horizonte de um Brasil Café com Leite, o América havia sido fundado pela Aristocracia, ganhando grande apelo também da classe média, enquanto o Yale/Palestra era exclusivo para os oriundo.

O engraçado é que a história às vezes prega algumas peças: Os “velhos” palestrinos em uma demonstração de asco, não só aos atleticanos como também às classes populares, cunharam um apelido para a torcida alvinegra: “Cachorrada” (que perdura até hoje, e nós inclusive até nos apropriamos).  Ao passo que nos dias atuais, através de uma campanha de marketing/hashtag, os azuis contemporâneos se intitulam como “#timedopovo”, algo no mínimo estranho para uma agremiação que não consegue nem 30% de ocupação nos seus jogos em casa, ah o mosaico cinza! (mas que não é assunto para hoje).

O jogo

Pegando nosso Delorean, voltando do túnel do tempo, os velhos rivais se enfrentaram novamente no último sábado pela sexta rodada do Campeonato Mineiro. Roger Machado mandou a campo um time praticamente titular com Giovanni, Rocha, Leo Silva, Gabriel, Fabio Santos, Yago, Elias, Otero, Danilo, Robinho e Fred. Alinhados no 4-4-1-1, dando continuidade aos trabalhos e à ideia de futebol do treinador Gaúcho.

Ademais, este era o último teste antes da estreia da Libertadores, e confesso que o segundo tempo contra a Chape, e esse jogo contra o Villa, foram de apresentações abaixo do esperado. Sinal de alerta ligado. Talvez tenha sido até bom esse pseudo sofrimento para nos lembrar de que estamos na véspera da Libertadores.

Talvez, o último teste pré-Libertadores também teve objetivo de lembrar ao torcedor, que se não for sofrido, não é Galo. Bem lembrados do que passamos em tempos de Liberta, enfim vamos ao jogo!

O Galo teve algumas oportunidades no primeiro tempo, na primeira delas Otero, que fez uma excelente partida, cobrou falta e o goleiro do Leão espalmou. Yago, que foi o substituto de Rafael Carioca, suspenso na ultima rodada, ainda fez dois bons lançamentos, um achando Fred livre, porém impedido e o segundo deixando Danilo na cara do gol, mas o versátil jogador chutou para fora. Apesar dos bons lançamentos, Yago foi substituído por Cazares, aos 30 minutos, em uma tentativa de Roger de dar mais poder de fogo ao time que estava sendo facilmente entrincheirado pelas linhas do Villa Nova, desenhadas pelo bom Leston Jr. Róger recuou Elias, deixando o time mais ofensivo. Não pareceu, mau negócio, já que o Vila Nova não vinha apresentando perigo, contudo o antídoto virou veneno e o time sofreu com um meio campo as vezes bem descoberto. Aos 40 minutos o Leão atacou pela esquerda e conseguiu um escanteio. Lula cobrou e Felipe Augusto, livre, marcou para o Vila. Mas o Galo não deu tempo para comemorações, e dois minutos chegou ao empate em um lance em que Robinho passou para Marcos Rocha dentro da área. O lateral cruzou, Danilo ajeitou de cabeça para Fred, marcar de cabeça, o gatilho mais rápido do oeste! Matador mesmo.

Fonte: Globo.com
No segundo tempo, o Vila fechou a marcação, dificultando a vida do Atlético. Mas se é treino para Libertadores, cabia ao Galo furar e marcar. Nas primeiras tentativas, além do alvinegro não conseguir mais que chutes de longa distância. Era clara a dificuldade na articulação. Ademais, o Vila deu até um susto, marcou seu tento, porém com impedimento (bem marcado diga-se).  Pauso para afirmar, que nesse momento, corações dispararam, recordando que o Galo tem dessas coisas, e deixando fresco na memória que para os próximos dias o “eu acredito” tem que estar afinado, mas é eu acredito mesmo, não basta cantar. Como diria a atleticana Cassia Eller, palavras pequenas, palavras apenas, palavras... Tem que acreditar mesmo!

Voltando ao jogo, Roger Machado substituiu Robinho por Rafael Moura, e o Galo passou a ter mais um centroavante em campo. Aí meus amigos, começou a bagunça organizada que nos é peculiar e aquela pressão para tentar arrancar o resultado a fórceps. E ele veio! Foi aos 37 minutos, quando Cazares em um raro lampejo, depois de tabelar com Rafael Moura e Fabio Santos, encontrou Otero livre que arrematou no contra pé do ex-presidente Fernando Henrique estabelecendo a virada, para alegria da torcida atleticana.

Fonte: Portal Superesportes
Na próxima rodada do Estadual, o líder Atlético enfrenta o Tupi, novamente no Independência. Mas o coração alvinegro já acelera pensando em Copa Libertadores da América, já que o Galo estreia na próxima quarta-feira (8), contra o Godoy Cruz, na cidade de Mendoza, na Argentina.

Que os jogos comecem! E o eu acredito também!

Por: @AlinedeLimaMun2 e @Mhfernandes89 e Equipe Vingadores LF

Jogar contra clubes bascos? Não é problema

Em jogo fácil e com Benzema assumindo protagonismo, o Real Madrid foi até o País Basco, onde enfrentou o Eibar, neste sábado (04), pela 26ª rodada da La Liga. Após acumular um empate frustrante contra o Las Palmas em pleno Santiago Bernabéu, a equipe merengue goleou o clube basco com propriedade, e luta pra recuperar a liderança perdida na rodada anterior, após tropeçar contra a equipe das Ilhas Canárias.

Invictos contra clubes do País Basco, o Real Madrid já venceu: Athletic Bilbao, Real Sociedad, Osasuna, Alaves, e hoje, o Eibar. Menção honrosa ao Eibar, que conseguiu arrancar um empate em 1-1 contra a nossa equipe no Bernabéu – são dados interessantes que valem ser ressaltados. Aquele empate ficou engasgado e hoje fizemos jus a esse pequeno 'tabu' no Campeonato Espanhol.

Fomos à campo com time completamente misto e desfalcado, alguns jogadores foram poupados, tais como: Cristiano Ronaldo (aprimorando forma física e recuperando de dores musculares), Kroos, Marcelo e Carvajal (esses foram relacionados, porém, ficaram no banco). Já o Bale, foi expulso na partida contra o Las Palmas e pegou gancho de dois jogos, e Morata com acúmulo de cartões amarelos, ambos suspensos. Utilizando o tradicional 4-3-3, o Real Madrid foi à campo com: Keylor Navas; Nacho, Sérgio Ramos, Pepe e Danilo; James, Casemiro e Modric; Asensio, Benzema e Lucas Vázquez.

Asensio, James e Benzema marcaram os gols da partida. (Foto: Managing Madrid)
Sem Cristiano Ronaldo e Bale, Benzema chamou a responsabilidade e foi sem dúvidas o homem da partida. Assinalou dois gols e uma assistência, foi onipresente no ataque, dando opção de passe nas pontas, correndo bastante, buscando o jogo e partindo pra cima. Não demorou muito pra deixar sua marca – Aos 14', Asensio cruzou rasteiro na área, Benzema chutou e o goleiro defendeu, mas, a bola acabou sobrando novamente no pé de Karim, que não perdoou e marcou o primeiro gol da partida.

Nosso centroavante, muitas vezes contestado, estava com faro de gol aguçado na partida de hoje. Fez o primeiro gol e queria mais, ainda com o mesmo ritmo frenético dos primeiros 15 minutos. Aos 25', após cobrança de falta de James, Benzema estava bem posicionado na área, e apenas empurrou com o pé a bola para as redes. 2-0.

Insatisfeito em marcar os dois gols, Benzema também teve seu momento 'garçom'. Aos 29', Benzema recebeu passe de Modric, avançou pela ponta-direita e cruzou rasteiro na área, encontrando James, que, deu carrinho na bola e marcou o terceiro gol da partida. No decorrer do primeiro tempo não houveram mais gols e jogadas de 'efeito', ficou nisso - goleada e Real Madrid com posse de bola esmagadora. Praticamente matou o jogo no primeiro tempo.

O coletivo da nossa equipe funcionou novamente e vitória foi assegurada no primeiro tempo. (Fonte: Tribuna.com)
No segundo tempo, o Real Madrid voltou sem alterações e manteve o ritmo do primeiro tempo por alguns minutos. Ainda tocando a bola com calma e envolvendo o rival, o quarto gol saiu após contra-ataque mortal do Real Madrid. Aos 60', Benzema deu belo lançamento para Asensio, o espanhol avançou com velocidade e tocou para James, que finalizou na trave - bola voltou nos pés de Marco Asensio, que, mesmo sem ângulo, chutou cruzado e marcou o quarto gol da partida.

O nosso técnico Zinedine Zidane aproveitou a goleada pra rodar o elenco. Em um intervalo de 10 minutos, queimou as três alterações. Colocou Mariano Diaz no lugar de Benzema, Kovacic no lugar de Modric e Isco no lugar de James Rodriguez. Desses jogadores que entraram, o que mais pede passagem é o Isco, que vem jogando bem ultimamente e vem fazendo menção de sair do Real Madrid. O jogador Mariano Diaz, nascido na República Dominicana, joga poucas vezes na equipe e hoje teve oportunidade pra mostrar trabalho, porém, não teve chances claras de gols.

Nossa equipe inteira foi bem, coletivo funcionou e os Blancos apresentaram um futebol convincente. O Eibar teve seus lampejos na partida, por alguns minutos teve a posse de bola, e, conseguiu converter em gol. Aos 72', Pedro León cruzou bola na área e encontrou Ruben Pena, que mandou a bola pras redes, diminuindo a partida. Mas de nada adiantou, partida terminou assim e iremos confiantes pra Champions League.

O Real Madrid, mesmo com a vitória, ainda é o segundo colocado do Campeonato Espanhol. O Barcelona goleou o Celta de Vigo no Camp Nou e é o líder 'provisório'. Vale ressaltar que o Real Madrid tem um jogo a menos, após adiar o jogo do dia 05/02, contra o Celta de Vigo, pelo temporal que atingiu a cidade de Vigo. O nosso próximo destino é o sul da Itália, em Nápoles, onde enfrentaremos a Napoli pelas oitavas de finais da Champions League.

#HalaMadrid

Por: Kayo Henrique | | Twitter: @Heenrique010
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