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segunda-feira, 6 de março de 2017

Zlatan em dia de Fellaini...

Nesse último jogo ficou difícil diferenciar! (MUFC)
Quem assistiu ao jogo do Manchester contra o Bournemouth em Old Trafford pela vigésima sétima rodada da Premier League, além do empate em 1x1, viu algo muito, mas muito raro de acontecer, viu Ibra ter um dia para ser esquecido...

O viking perdeu chances, errou passes, levou um cartão amarelo por reclamação, deveria ter sido expulso por uma cotovelada num adversário, levou um pisão na orelha e pra finalizar perdeu o pênalti que daria a vitória aos Red Devils e nos tiraria da incomoda sexta posição, que há tanto vem nos perseguindo.

É impossível que isso aconteça novamente nesta temporada. (MUFC/Getty)
Lógico que colocar a culpa ou cobrar isso só de Ibra seria uma injustiça monstruosa da minha parte, ele tem crédito de sobra. O pior de tudo isso foi a cotovelada, pois a liga não deve deixar barato e ele deve ser suspenso por pelo menos uns dois jogos e vai nos fazer muita falta durante esse tempo.

Sobre o jogo parece que estamos dando murro em ponta de faca, finalizamos mais de 15 vezes e só conseguimos marcar um, com Rojo, parece brincadeira, mas todo goleiro que chega no Teatro dos Sonhos para jogar contra o nosso time pega logo o papel principal e invariavelmente vem saindo como o destaque da partida, e nessa logicamente não foi diferente. Artur Boruc quando estiver bem velhinho, na Polônia, vai pegar o Blu-ray dessa partida para mostrar aos seus netinhos como ele era bom na época em que defendia o Bournemouth.

Jonas voltou à equipe titular e nitidamente precisa de ritmo de jogo. No lance do pênalti foi afoito, caiu e deu chance do adversário cavar a penalidade máxima usando o erro infantil do nosso zagueiro, para mim ele deve formar a dupla titular com Bailly, mas precisa recuperar urgentemente o ritmo.

Nada de baixar a cabeça, quinta feira tem Liga Europa e o Viking vai deixar o dele. (MUFC/Getty)
Nossos 15 dias de batalha não começaram bem, mas ainda temos quatro partidas pela frente, valendo classificação na Liga Europa e FA Cup, que para mim devem ser a prioridade do clube e, na próxima quinta-feira, vamos à gélida Rússia enfrentar o Rostov. Espero que voltemos com um bom resultado para nos dar tranquilidade de encarar o Chelsea pela FA Cup.

É isso aí, até a próxima coluna e GGMU!

Tem que respeitar o Inter

O time desorganizado da B que jogou de igual com o time Campeão.
O Grenal passou e mudou o que eu tinha em mente sobre o Inter, logicamente Grenal é um clássico, há que se respeitar. Mas na grande maioria das vezes é um jogo feio, faltoso e chato de assistir.

Outro elemento que corroborava que o jogo poderia ser uma catástrofe era que o Internacional está na Série B, e desde o rebaixamento todos os gremistas queriam muito esse confronto, para poder sacramentar o sepulcro colorado.  Muitos diziam que uma nova goleada se aproximava.

Pois é, não rolou. O Grêmio dominou a partida, o que é normal, pois está pronto a meses, diferentemente do Inter que foi muito mal em toda a primeira etapa, mas não deixou o tricolor se criar, até por que o Inter tem que ser respeitado.

Zago mostrou que é treinador inovador e tirou coelhos da cartola. Nico não pode de jeito nenhum sair do time titular. O uruguaio simplesmente bota medo no adversário. E como sempre D’Alessandro é o homem Grenal. O gringo não se limitou em trabalhar o meio campo, trabalhou a marcação e muitas vezes foi visto chamando a atenção da defesa pra melhorarem o posicionamento e a atenção.

Empate na Arena do Grêmio foi um bom resultado, afinal a segunda maior força de Porto Alegre é o empate.

Estamos se reconstruindo e aos poucos mostrando que a camisa do Internacional é muito grande e que "Grenal é Grenal e vice-versa".

Primeiro turno de alto e baixos

A equipe do Esporte Clube Internacional de Lages foi muito irregular nesse primeiro turno. As únicas vitórias do time foram dentro de casa, que em grande parte das partidas jogou muito bem, já fora de casa o time não conseguia mostrar um futebol envolvente e não conseguiu a vitória em todas as partidas.

Com muitas críticas ao técnico Joel Cornelli e a preparação física do time, o Inter acabou esse primeiro turno em 7º. Vendo que o Campeonato do Inter será da tabela pra baixo, essa posição foi boa. Mas a torcida esperava mais do time, algo a mais. Porém, como já disse, a equipe era muito inconsistente tendo como melhor partida um 4-1 frente ao Joinville, em Lages e a pior sendo um 3-0 frente ao Brusque, em Lages também.

Inter de Lages/ Divulgação
A torcida esperava mais do time com certeza, porém nesse segundo turno teremos a chegada de novos contratados. Alguns confirmados são Luan, Campeão da Copa São Paulo pelo Figueirense em 2008 e Léo Kanu, que tem passagem por Portugal e vários times do Sul do Brasil, além de Max, artilheiro da atual edição do Campeonato Carioca.

Espera-se mais da equipe, porém um meio da tabela não é o fim do mundo. O time pode com certeza melhorar muito com os reforços, mas precisa-se de alguém que saiba montar as peças. 

Marcando território no próprio lar

O começo de temporada do CRB em 2017 parece agradar a todo custo. Léo Condé está no comando há apenas dois meses e consegue de momento satisfazer quase todas as necessidades de torcida e do elenco alvirrubro. Os números são ótimos, mas apenas obrigação para a folha salarial, investimento e elenco que tem o clube.

(Pei Fon / Portal TNH1)
Foto: TNH1
Diferente do ano passado que tinha o mesmo sistema defensivo, este ano, até o momento, foram apenas sete gols sofridos em um espaço de treze partidas disputadas. O que mais surpreende é que a partida em que o Galo levou mais gols foi contra o Altos em confronto válido pela Copa do Brasil que terminou em 2 a 0 para a equipe adversária. Destas treze partidas disputadas, foram sete em que o sistema defensivo de Léo Condé saiu zerado de campo. Há um rodízio no elenco, mas em partidas mais importantes a dupla de zaga titular é formada por Flávio Boaventura e Gabriel. Adalberto e Audálio são os reservas desta dupla.

Partida fraca e vitória sufocante

O rendimento da equipe na partida contra o ASA neste último domingo não foi nada agradável. Por sorte, o adversário conseguiu errar de uma forma que o Regatas não conseguiu. Elias, aproveitando a péssima fase de Neto Baiano fez o gol da vitória aos 47' do segundo tempo em cobrança de pênalti.

Por parte dos alvinegros, houve reclamação na expulsão de Leandro Kível. A geradora de imagens do Campeonato Alagoano não reproduziu toda a cena que envolveu a expulsão de Flávio Boaventura e Leandro Kível. Os jogadores estavam discutindo e, trocaram tapas. O árbitro de forma correta expulsou os atletas.

Há favorito no estadual?

O grupo em que se encontra a equipe do CRB está em nível técnico nivelado por baixo. É de se assustar, equipes como Murici e Coruripe em situação tão decadente. O primeiro está na terceira fase da Copa do Brasil e com vaga na Série D. Já o Hulk, que após uma crescente em 2014 e 2015, ficou de fora da Série D de 2016, mas após o acesso do CSA, está de volta.

Outras duas equipes no grupo se "destacam", é o caso de Sete de Setembro e CEO. As duas equipes não fazem uma boa campanha e muito menos apresentam um bom futebol. A equipe da Capital soma 10 pontos na competição. Mas tem um saldo negativo de 11 gols. O CEO vem logo atrás, são 9 pontos somados e um saldo de -1.

No outro grupo há certo equilíbrio. CSA, ASA, CSE e Santa Rita somaram mais de 11 pontos na competição. A equipe azulina tem 20. Destas quatro equipes, nenhuma possui saldo negativo, diferente do Grupo A, onde apenas o CRB tem saldo de gols positivo.

Não é possível apontar favoritos, Léo Condé utilizou os reservas em três oportunidades no Campeonato Estadual, onde venceu duas e perdeu uma partida.
No hexagonal será outra competição, com caráter mais decisivo e competitivo das equipes que não irão poupar o suor de seus atletas.

Números

13 jogos
7 vitórias
4 empates
2 derrotas
19 gols marcados
7 gols sofridos

Um vacilo, pênalti não marcado e outra derrota na conta

Uberlândia, MG, 06 - Em partida morna, com poucas chances e polêmicas de arbitragem, América venceu na bola parada.

L'immagine può contenere: stadio e spazio all'aperto
Jogo  com poucas ocasiões de gol, bola parada definiu o confronto. Reprodução/Facebook Oficial do UEC.
O verdadeiro verdão das Minas Gerais, encarou mais uma vez um confronto direto na luta pelo G4, e novamente não conseguiu se impor frente ao adversário. O oponente deste domingo (05) foi o América Mineiro, no Horto. O UEC segue ainda uma sina de não empatar nenhuma partida à quase dois anos, a data está prestes a cumprir aniversário, foi no dia 18 de Março de 2015 contra o Araxá, ainda pela primeira fase do Módulo II de Minas.

A partida não apresentou um esplendor técnico por parte de nenhuma das equipes, chegou a ser moroso, lento e sem alternativas. Durante a primeira etapa, pouca inspiração e muita transpiração. Essa foi basicamente a tônica do confronto. Com toda a dificuldade nas construções de jogadas, o gol só poderia sair através da bola parada, gol de Rafael Lima para os mandantes. A defesa do verde foi facilmente batida na jogada, uma falha de marcação, um vacilo que custaria mais tarde a sorte da partida.

Essa situação de bola parada do América foi algo que foi alvo de preocupação à Catanoce, que foi tema de orientação e muito treinamento na sessão de apronto para a partida deste domingo. A falha, por desatenção, mau posicionamento, é fato; mas infelizmente para o Furacão Verde, essa situação é inerente ao jogo, quem consegue ser mais eficiente, normalmente vence partidas.

Paulo Cesar Catanoce; Uberlândia  (Foto: Reprodução/ Premiere)
Catanoce elogiou a atuação do Verdão. Reprodução/Premiere
No 2º tempo o Uberlândia foi a equipe que mais buscou propor o jogo, claro, tinha o placar desfavorável e normalmente iria se expor na busca do empate. Só que o volume de jogo não se traduzia em qualidade e eficiência na finalização, para atrapalhar mais, quando necessário, o goleiro do América esteve presente para evitar que o verde empatasse o encontro, que acabou sendo definido por um lance de bola parada. Em jogo pouco inspirado e muito frio, os donos da casa aproveitaram a chance do jogo.

Dá-nos alento saber que a equipe tem se comportado bem na competição, ressalva seja feita à partida diante da Tombense. As outras duas derrotas foram para equipes da capital, em BH. Contra o América novamente o UEC se portou bem, sendo até melhor que os donos da casa que não conseguiram envolver o verdão, que por sua vez foi hesitante na hora de concluir.

À parte que as equipes fizeram no campo, temos que falar mais uma vez de arbitragem em Minas. Não me importa que soe choro de derrotado, provavelmente os acontecimentos não mudariam a história do jogo, ontem. Mas tivemos novamente erros "técnicos", um pênalti para cada lado, o que deveria ser marcado para o Uberlândia foi clamoroso, e subitamente ignorado por vossa excelência árbitro. Sem contar algumas faltas invertidas.

Mas aqui não peço que "ajudem" meu time, longe disso, também entendo e relevo que erros aconteçam. O que peço aqui é que tenhamos jogos com mais lisura e condições minimamente equiparadas. A questão suscitada é do fato das decisões terem critérios diferentes dependendo da camisa, as equipes da capital tem o poderio técnico, financeiro, e de audiência, não precisam disso para serem campeões.

O UEC caiu para a 5ª posição, perdendo a vaga momentânea no G4. Agora passado mais da metade da competição, fica nítido o descolamento dos sete primeiros colocados para os cinco últimos, três pontos separam a Caldense para o Tupi, time mais próximo ao bloco de cima. A briga por um lugarzinho na semifinal continuará.

Uberlândia: Thiago Braga, Cesinha, Mauro Viana, Robinho, Vandinho, João Paulo, Alê (Marco Goiano), Rodney, Diogo Peixoto, Jefersom Berger (Marcos Nunes) e Shumacher (Reinaldo Alagoano). Tec. Paulo Cézar Catanoce.

Próximo Jogo pelo Campeonato Mineiro:
12 de Março - 16h (hora Brasília) - Castor Cifuentes.
Villa Nova x Uberlândia.

Por: @carlosjr92educa
Carlos Alberto de Sousa Júnior - Colunista do Uberlândia

Remo empata em 1 a 1 com o Atlético-AC na estreia pela Copa Verde

O Clube do Remo fez sua estreia na Copa Verde ontem (05/03) contra o Atlético-AC na Arena da Floresta, e devido a vários desfalques durante toda a partida, voltou para Belém somente com um empate.

Polaco, autor do gol do Galo disputando a bola contra Tsunami (Foto: Globo Esporte/Nathacha Albuquerque)
O Galo entrou em campo com postura ofensiva, dificultando a vida da zaga azulina durante os 45 minutos iniciais. A melhor chance de gol do adversário veio logo no primeiro tempo, com um belo lance de Polaco, que ficou cara a cara com o goleiro Vinicius, e por pouco não marcou.

No segundo tempo, ambas as equipes voltaram com posturas semelhantes, e como já era esperado, Careca abriu o placar para a equipe acreana aos 7' da etapa final. Aos 30' veio à reação: Edgar adentrou a área e passou a bola para Flamel colocar para dentro, igualando o placar. O Remo ainda tentou, nos minutos finais, a virada, porém o gol não veio e o jogo terminou no empate: 1x1.

Remo pressionava muito o Atlético no segundo tempo (Foto: Globo Esporte/Nathacha Albuquerque)
Com esse resultado o Leão precisa apenas do 0 x 0 em casa para avançar para a segunda fase. Caso haja um empate por 1 x 1, a decisão será nos pênaltis, e a partir de 2 x 2 ou com uma vitória simples o Atlético se classifica. As equipes se enfrentarão novamente dia 16/03 às 20h30, em Belém. Quem sair classificado do Mangueirão enfrentará o vencedor do confronto entre Santos (AP) e Fast (AM) que ocorrerá dia 19.

Fla-Flu na final? A taça já tem dono

JOGO1

Depois de pouco mais de um mês de trabalho, o Fluminense mudou completamente a forma de jogar e foi campeão da Taça Guanabara contra o Flamengo. Atuação com garra e a precisão na disputa de pênaltis nos levaram a mais um título em cima do rival.

A semana foi muito desgastante para o Flu. Não apenas na briga para que a torcida do clássico fosse dividida, mas na volta da vitória contra o Sinop. A chuva na cidade do Mato Grosso forçou os jogadores e comissão técnica a fazer uma longa viagem de ônibus até a capital Cuiabá. Tivemos menos tempo para recuperação e treinos. Ao invés de se apoiar nisso, Abel disse que o acontecido não influenciaria em nada.

Fomos para o jogo sem duas peças no meio de campo: Scarpa e Douglas. Havia certa preocupação com o quanto Pierre e Richarlison poderiam ser capazes de substituir os titulares. Pela formação, ficava claro que jogaríamos com mais cautela e explorando a velocidade dos três meias que trocam de posição toda hora. O que não se esperava era que o gol de contra-ataque saísse tão rápido. Logo com quatro minutos Wellington correu mais de 70 metros e só parou para comemorar na frente da nossa torcida. O problema foi não termos segurado a vantagem por muito tempo. O Flamengo conseguiu o empate poucos minutos depois com a saída errada de Júlio César e aos 23’, William Arão virou. Nossa sorte parecia estar acabando até Guerrero meter a mão na bola dentro da área e Dourado converter a penalidade. Pouco antes do fim do primeiro tempo ainda conseguimos a virada com a bela jogada que culminou no gol de Lucas.

Fluminense x Flamengo - 04/03/2017
Wellington só parou aí. Foto: Nelson Perez/Divulgação FFC
Veio o segundo tempo e o Flu estava mais arrumado e seguro. Passamos a controlar as ações do jogo e o Flamengo continuava a se limitar a bolas na área. Zé Ricardo colocou Gabriel e continuamos melhores. Só com a entrada de Berrío que passamos a ser mais ameaçados. Caindo pelo nosso lado esquerdo, deu muito trabalho para Léo. Abel Braga, no entanto, colocou o garoto Marquinhos Calazans para ajudar por aquele setor. Acabou que numa falta na entrada da área Guerrero conseguiu o empate e levou o jogo para a disputa dos pênaltis.

Não sabia o que esperar das cobranças. Nossos principais batedores não jogaram ou já tinham sido substituídos. Julio também era uma incógnita. Do outro lado tinha um goleiro que a torcida não confiava só que com jogadores mais experientes. Acabou que a estrela do Flu brilhou mais forte, Julio pegou uma cobrança e Vaz perdeu outra. Campeões.

Fluminense x Flamengo - 04/03/2017
Julio César falhou no empate mas se redimiu nos pênaltis. Foto: Nelson Perez/Divulgação FFC
Parabéns aos jogadores que conseguiram a campanha invicta e só tomaram gol na final, à torcida que compareceu mesmo com todas as dificuldades e principalmente ao Abel que conseguiu reanimar um time que terminou 2016 morto.

Fluminense x Flamengo - 04/03/2017
Henrique vem jogando incrivelmente bem. A faixa fez bem a ele. Foto: Nelson Perez/Divulgação FFC
Desse título podemos tirar muitas coisas boas, mas não podemos achar que está tudo certo. Tirando os clássicos, pouco se pode tirar de uma competição de nível técnico inferior às que ainda iremos disputar. Fico muito feliz quando vejo nosso técnico dizendo que viu muitos erros e que já está pensando no Criciúma. Isso mostra que o trabalho é sério e que não pretende se sustentar em cima de resultados.

Saudações Tricolores do Campeão da Taça Guanabara

Matheus Garzon

Vila Nova vence, mas o futebol apresentado não convence

De volta ao Onésio Brasileiro Alvarenga, o Tigrão recebeu o Rio Verde na tarde do último domingo (5). O Vila vinha da eliminação na Copa do Brasil, a equipe que ainda não mostrou aquele futebol bonito de se ver caiu muito de rendimento. O Rio Verde vinha de vitória diante do Goiás. E foi o visitante que colocou fogo na partida, André Luís abrir o placar e viu sua equipe dominar a partida daí em diante, o Vila todo perdido em campo só foi reagir mesmo nos minutos finais da partida, Moisés é Wesley Matos garantiram a vitória do Colorado que venceu por 2x1. Venceu e não convenceu. A equipe ainda está devendo bastante. Passando a euforia da eliminação para o Vasco, vamos aos fatos.

A equipe errou no momento que não deveria, faltou maturidade para alguns é coragem para outros. O Mazola Jr foi covarde ao entrar com três zagueiros, se isso era medo de perder não adiantou muito. Jogando em casa ele deveria impor a equipe dele em campo e tomar frente da partida, não foi o que aconteceu. Ele preferiu se acovardar. Errou feio.

A preguiça da equipe na partida contra o Rio Verde era evidente, foram reagir quando a torcida começou a vaiar e pedir jogador. A equipe não criava, não colocava a bola no chão. Nessa altura do campeonato não se pode mais dormir no ponto. Antes que seja tarde, o momento para voltar a jogar aquele futebol que dá gosto de ver é agora. Nem sempre os três pontos é o suficiente. 

(Foto: Reprodução / Glauber Caldas - Vila Nova FC).
No primeiro tempo de partida parecia que o Rio Verde estava em casa, a equipe tomou frente e dominou as ações desde o início. A dupla André Luís e Saulo deu dor de cabeça para a defesa vilanovense. E dessa vez o visitante tomou as ordens da casa e após a superioridade na partida chegaram ao gol. Aos 35' da primeira etapa em uma bela jogada, André Luís aproveitou a falha da defesa colorada e abriu o placar, 1x0 Rio Verde.

O Vila até que tentou reagir após a cobrança de falta do lateral Jonathan e na cabeçada do Brunão, mas parou nas belas defesas do goleiro Tom. O Vila estava perdido, não conseguia segurar a bola. Os lançamentos para o ataque muita das vezes paravam na defesa do Rio Verde. Faltou inteligente, a equipe estava mal postada em campo. Com dois meias parecia que o estilo de jogo do Vila mudaria, não mudou. O meio ficou exposto, deixando livre para a equipe do Sudoeste fazer o que bem quis na partida. O Tigre insistia nas bolas aéreas, muitas das vezes a bola mal chegava ao ataque. Para chegar ao empate era preciso mudar.

De volta para o segundo tempo, o Vila continuou perdido em campo. Mazola Jr fez algumas mudanças na equipe para deixar o Vila Nova mais ofensivo, não adiantou. A equipe continuou desorganizada em campo, ainda sem criar chances reais de gol. Jogando mal, e bem abaixo do esperado, o torcedor perdeu a paciência com a equipe e a vaia tomou conta da partida. Aos 30' quando o som de "queremos jogador", o Vila buscou a reação na partida ao ser mais ofensivo pelas laterais.

Com gol no último minuto Tigrão vence o Rio Verde. (Foto: Foto: Marcello Dantas / O Popular ).
Aos 38' Wallyson arrancou e deu um belo passe em velocidade para Moisés que não desperdiçou bateu cruzado tirando do goleiro Tom deixando tudo igual na partida, 1x1. O jogador que foi o mais criticado na partida pelos torcedores chegou a não comemorar o gol. No empate de 3x3 em Rio Verde, no primeiro turno Wesley Matos foi expulso e isso pode ter causado a queda técnica da equipe naquela partida.

Dessa vez ele se redimiu. Aos 49' Wallyson cobrou escanteio, é lá estava ele, Wesley Matos subiu mais alto que todo mundo para cabecear para o fundo das redes do goleiro Tom, 2x1. Faltou técnica e sobrou raça.

Com a vitória o Tigrão somou 17 pontos seguindo na liderança do Grupo A, o Goiás com 14 pontos vem logo em seguida. No próximo domingo (12), o Vila Nova visita a equipe do Goianésia no Estádio Valdeir José de Oliveira, em jogo valido pela 9ª rodada do segundo turno do Goianão 2017. Já o Rio Verde recebe o Itumbiara no Mozart Veloso do Carmo também no domingo.

Mais uma derrota e cada vez mais perto da Série A3

Na manhã deste domingo (05), o Oeste jogou fora de casa e perdeu para Sertãozinho de virada, no Estádio Frederico Dalmazo.

O Rubrão saiu na frente com o gol de Da Matta, aos 6 minutos do primeiro tempo, ele recebeu passe de Robert e chutou para marcar o gol. O time ainda teve chance de ampliar com cobrança de pênalti, mas Robert chutou em cima do goleiro e perdeu.

(Foto: Barueri Esporte Forte)
O empate do Sertãozinho saiu aos 46', após cobrança de escanteio, Felipe Silva de cabeça marcou. A virada do adversário saiu no segundo tempo, quando após um cruzamento, Reginaldo marcou contra.

Com mais esta derrota, o Oeste chegou ao 16° lugar na tabela e precisa só de vitória, nesse momento, para escapar do rebaixamento para a SÉRIE A3.

O rubro-negro volta a jogar no domingo (12), contra o Velo Clube, na Arena Barueri, às 16h00.

É jogo grande? Pode confiar

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Jogadores comemoram gol na vitória contra o Arsenal (Foto: divulgação)
Vindo de uma derrota e péssima atuação contra o Leicester, o Liverpool recebeu o Arsenal em Anfield no último sábado (04), e teve uma excelente atuação, como já é costumeiro contra times da parte de cima da tabela. Ganhou e ganhou bem: 3-1 com direito a gol nos acréscimos. A receita parece infalível, Liverpool contra adversários top 6 na Premier League é vitória praticamente certa aos Reds.

A escalação do adversário surpreendeu Alexis Sanchéz, melhor jogador do Arsenal na temporada, estava no banco. O Liverpool, que não tem nada a ver com isso, foi pra cima e com tranquilidade de quem sequer estava sendo incomodado, abriu o placar aos 9' com gol de Roberto Firmino após chute cruzado de Sadio Manè. Ainda no primeiro tempo, aos 39', o brasileiro retribuiu o presente e após bela troca de passes, deixou o senegalês livre pra marcar o segundo. No intervalo o placar marcava 2-0, um resultado justo de um tempo onde o Liverpool foi absoluto. Ganhava todas no meio, acelerava pelas laterais e finalizava com qualidade.

Após o intervalo, Alexis Sánchez entrou e deu ao adversário maior volume de jogo. Foi dele, inclusive, o passe para Welbeck marcar e diminuir. O jogo ganhou emoção e intensidade após o gol do time londrino. Lá e cá, com muitas chances criadas, inclusive uma bola cabeceada na trave por Origi. O meio funcionava, Wijnaldum e Lallana distribuíam o jogo enquanto Emre Can ia muito bem à marcação. Mignolet fez ótimas defesas para nos salvar e na frente, Coutinho, Firmino, Mané e depois Origi, davam sufoco à zaga adversária.

Nos acréscimos do jogo, quando éramos relativamente pressionados, em contra-ataque muito bem armado, Lallana lançou Origi, que deu um belo passe para que Wijnaldum chutar de primeira e assim dar números finais à partida.

Com a vitória, o Liverpool agora ocupa a 4ª colocação, um ponto a frente do Arsenal, porém com um jogo a mais. Na próxima rodada, contra o Burnley, o time de Jurgen Klopp tem a chance de mostrar que não vai mais vacilar contra times pequenos.  

Ypiranga segura empate no jogo dos desesperados contra o São José

Após a vitória contra o Veranópolis o Ypiranga viajou até Gravataí enfrentar a equipe do São José. O jogo dos desesperados contava com ambas as equipes na zona de rebaixamento do Gauchão 2017. O Ypiranga com três pontos buscava sua segunda vitória seguida, já o São José também com três pontos buscava sua primeira vitória.

Por falta de liberação do Corpo de Bombeiros, a partida foi realizada no estádio do já extinto Cerâmica, na cidade de Gravataí, a poucos minutos da Zona Norte de Porto Alegre, casa do Zequinha, a chuva era forte e o campo estava com diversas poças de água dificultando o bom andamento da partida.

Michel camisa 9 do Ypiranga após cinco jogos sem marcar era esperança para finalmente desencantar e logo aos 9 minutos de jogo teve ótima oportunidade e mais uma vez desperdiçou, o São José respondeu aos 22 minutos com Paulinho parando na ótima defesa de Carlão, o jogo seguiu ''pegado'' e com ambas as equipes procurando o gol até que no último lance do primeiro tempo Kaio Wilker foi derrubado pelo goleiro Fábio, pênalti para o Ypiranga, Kaio Wilker cobrou e abriu o marcador em Gravataí.

São José 1x1 Ypiranga (Foto - www.yfc.com.br)
A segunda etapa iniciou com o Ypiranga recuado e o São José pressionando muito, a entrada de Clayton mudou a postura da equipe da capital, e aos 18 minutos Rafinha recebeu e chutou de fora da área para empatar o jogo, 1x1 no placar, resultado que se manteve até Marcio Coruja encerrar a partida aos 50 minutos do segundo tempo.

Ambas as equipes após a partida permanecem na zona de rebaixamento com quatro pontos, o Ypiranga pode passar a semana fora da ''zona maldita'' caso o Passo Fundo perca de dois gols de diferença para o líder Novo Hamburgo no Estádio do Vale.

O Ypiranga volta a campo no próximo domingo no sul do estado contra o São Paulo de Rio Grande, equipe que briga diretamente com o canarinho para não cair a 2° Divisão do Gauchão.

Opinião

Somente de pensar que não perdemos o jogo já é motivo de melhora, são dois jogos sem perder e fazendo gols, o que dá muita esperança ao torcedor do Ypiranga, essa melhora do canarinho aliada aos maus resultados e o que vem jogando São Paulo, Passo Fundo e São José mostra que é possível sim escapar do rebaixamento, o jogo de domingo será crucial para o São Paulo de Rio Grande, se não vencer o Ypiranga o time de Rio Grande se torna o principal candidato a Segunda Divisão, já que nas últimas quatro rodadas, além de enfrentar Internacional e Grêmio, jogará fora de casa com o Veranópolis.

É visível que Michel não dá mais, após seis partidas o jogador que veio para substituir João Paulo não fez nenhum gol e ainda perdeu um pênalti contra o Juventude que certamente se convertido faria o Ypiranga não estar hoje na zona do rebaixamento, nesse momento é complicado achar jogador, os bons estão empregados, mas para a Série C é inevitável ir atrás de um 9, até mesmo tentar trazer João Paulo de volta.

Macuglia acertou a equipe com o Tairone de volante, faz dois jogos que o Ypiranga não leva gol de bola aérea e pra quem acompanha, sabe que isso é uma grande notícia, para os mais fanáticos como eu, lembramos aquele jogo contra o PSTC com dois gols de bola aérea, se Carlos Moraes tivesse visto o que Macuglia viu, teríamos o São Paulo no Colosso da Lagoa.

Jorginho comanda vitória fora de casa

(Divulgação/Atlético-GO)
Depois de cumprir suspensão contra o Iporá, Jorginho voltou e comandou a vitória do Atlético contra o Itumbiara. Jogando fora de casa, o Dragão venceu pelo placar de 3 a 0 com gols de Jorginho (que balançou as redes duas vezes e mostrou o quanto é importante nesse elenco) e do atacante Júnior Viçosa, que provou o faro de gol e vontade de ser artilheiro. O Itumbiara, ainda sem vencer no Campeonato Goiano, entrou em campo com três atacantes, mas ficou muito exposto no meio campo e o Atlético se aproveitou dos espaços cedidos.

Os donos da casa não conseguiram incomodar o goleiro Kléver durante o primeiro tempo. Após o intervalo, com a entrada de Romarinho para o Itumbiara, houve uma melhora significativa, mas logo Júnior Viçosa jogou um balde de água fria marcando o segundo gol. O Atlético administrou o resultado e para coroar o seu retorno ao time, Jorginho fechou a conta. Além dos gols, mostrou o poder de liderança no time. Outro destaque no jogo foi para o talismã rubro-negro Luiz Fernando, que fez uma bela partida.

Um destaque negativo foram os “torcedores”, onde o juiz teve que fazer uma pausa durante o primeiro tempo devido a uma briga entre “rubro-negros” e “tricolores da fronteira”. Que papelão, hein, galera?! Lugar de arruaceiros não é no estádio. O Atlético perdeu a liderança do Grupo B devido o resultado da rodada passada, onde a Aparecidense ganhou do Itumbiara por 2 a 0 e hoje ganhou do Crac pelo placar de 1 a 0 e se mantém na liderança devido aos critérios de desempate.

O futuro de incertezas é um caminho indesejável

Hoje, o Arsenal enfrenta sem dúvida alguma, um dos momentos mais complicados de sua história. A seca de títulos importantes e o recente retrospecto nas principais competições que disputa, são pontos que contribuem para seguidos dias, semanas, meses e anos de eterna melancolia, decepção e frustração pelos lados do Emirates Stadium. E estes são fatores que cercam o maior e mais complexo dilema do clube: Arsène Wenger.

A minha opinião e meu posicionamento sobre Arsène Wenger é e sempre foi bem clara, todos que me conhecem e/ou me acompanham sabem que o respeito e a idolatria que tenho por este homem é ímpar. Sempre o defendi e jamais duvidei de sua capacidade. A permanência dele no Arsenal nunca foi um problema pra mim.

Arsène chegou ao clube em 1996, desde então, o elevou a um patamar inimaginável. Através de sua filosofia de jogo, a crença em suas ideias e uma forma ética, correta e a mais humana possível de gerir seus grupos de jogadores, o francês foi responsável por umas das maiores revoluções na história do futebol inglês. Após períodos gloriosos e de muitas conquistas dentro de campo, o Arsenal passou a crescer fora dele também, a imagem e a marca do clube tornou-se cada vez mais forte e mundialmente conhecida. O crescimento foi tanto que se fez necessária uma nova casa, que comportasse muito mais fãs e que nos desse um poder lucrativo mais amplo. Arséne Wenger foi o principal responsável por este crescimento.

Estádio feito, mudança concluída, tudo perfeito e muito lindo, a partir de agora rumo a dias intermináveis de glórias? Ainda não. Precisávamos pagar esta conta.

O squad lendário do Arsenal com o tempo foi se desfazendo, a qualidade e os recursos disponíveis foram ficando cada vez mais limitados. Sem grande poder de investimento e com elencos inferiores ao de nossos rivais, disputar a principal liga do mundo e a mais competitiva no futebol europeu e se manter entre os primeiros, era tarefa quase que improvável. Não foi o que vimos. Em um momento diferente, tendo que sustentar um time limitado até então, ele conseguiu. Nesses 20 anos de clube, jamais ficou abaixo do top 4 na liga e sempre levou o clube ao menos às Oitavas de Final da Uefa Champions League, mantendo sua filosofia de jogo, mesmo com toda a escassez de recursos e perdendo nossos principais jogadores. Ele nos manteve entre os melhores.

Seja qual for sua opinião sobre o atual momento, abusar dos insultos a este homem é faltar com respeito ao próprio clube. (Foto: The Guardian). 
O momento atual, entretanto, é outro. A partir de 2013, passamos a investir novamente com força no futebol, o estádio já não era mais nenhum empecilho, todo o esforço feito anteriormente passaria, enfim, a ser uma solução para o clube - na teoria - já que voltamos a ter boas condições de competir com nossos rivais. Mostramos nossa força no mercado indo buscar: Mesut Özil no Real Madrid; Alexis Sanchez no Barcelona; Petr Cech no Chelsea, e nesta temporada, gastando mais de £90M em contratações: Shkodran Mustafi, Granit Xhaka e Lucas Perez (as principais delas).

No início desta atual temporada, o sentimento que cercava o torcedor Gooner era de esperança e boas expectativas para que pudesse ser essa: a famigerada temporada de conquistas - e até começamos bem - contudo, tropeçamos mais uma vez em nossa incompetência no mês de Janeiro em diante, e apesar de todo o investimento feito, infelizmente o que vemos é um Arsenal incapaz de manter o fôlego em toda a temporada, que sofre com a falta de alternativas táticas e de variações em seu jogo, que depende muito do talento individual de seus principais jogadores quando a "coisa aperta".

A paciência do torcedor, talvez tenha chegado ao fim, afinal, todos nós amamos o Arsenal e não aguentamos o ver nesta situação: Sendo motivo de chacota dos rivais e tendo fracassos contínuos. O futuro do clube, porém, é incerto, como é destacado no título do texto.

Arsène Wenger está em seus últimos meses de contrato com o clube e com este cenário atual, uma renovação não é cabível. A relação de grande parte da torcida com o Boss já está em níveis altíssimos de desgaste. A onda de protestos e fãs que são a favor da saída de Wenger têm só crescido a cada derrota da equipe.

Infelizmente, é com muita tristeza e dor que digo isso: O Arsenal precisa de mudanças, e elas precisam ser feitas no comando técnico.

Eu, como um grande e fiel fã do Arsenal, amo Arsène Wenger, o idolatro. Sempre o apoiarei e terei o maior respeito pela história que ele construiu no clube e pela pessoa fantástica que ele é. Jamais farei campanhas contra ele e nunca irei apoiar esses grupinhos Wenger Out. Não gostaria que ele nos deixasse, mas infelizmente, é necessário agora.

Cabe ao clube tomar as decisões corretas, começar a se planejar para uma mudança e buscar fazer as melhores escolhas pensando no sucesso do Arsenal FC, tendo sempre, o maior respeito e gratidão ao Boss.
Terei orgulho em dizer aos meus filhos e netos que virei um fã do Arsenal na era de Arsène Wenger (Foto: Arsenal.com).
"Arsène Wenger não é maior que o Arsenal, mas o Arsenal só é maior por causa de Arsène Wenger".

Por: Thalles Monari // Twitter: @_thallesmonari
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