A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

quarta-feira, 8 de março de 2017

O primeiro passo para a eternidade

Antes de sair para o Maracanã para ver a estreia na Libertadores, parei um pouco para refletir sobre o que o torcedor do Flamengo pode esperar para a competição mais aguardada do ano para o time, torcida, todos. Rapidamente cheguei à conclusão que pela primeira vez depois de anos o Flamengo entra totalmente preparado e com fama de favorito ao título. Técnico mantido, time que se construiu ano passado e se reforçou mais ainda nessa temporada, torcida impulsionada, Maracanã.

Todos esses elementos são peças fundamentais para o Flamengo chegar à Libertadores para vencer, ser time grande na competição, fazer valer o mando de campo, esquecer (ou lembrar) os vexames do passado e fazer melhor, bem melhor. O Flamengo entra em campo na noite dessa quarta-feira (8 de março) com a intenção de estrear na competição como Flamengo e a Nação já começou essa história esgotando os mais de 50 mil ingressos que foram postos a venda no Maracanã. 

Formação inicial do Flamengo para a estreia. Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Sem medo, confiança, isso aqui é Flamengo. O San Lorenzo hoje vai conhecer o maior inferno que eles poderiam entrar, quem diz que a torcida do Flamengo só canta quando faz gol, me desculpe, mas vai quebrar a cara. Já dizia Joel Santana: "eles não respiram, eles não correm, eles não jogam..." e hoje não vai ser diferente, não há Papa que impeça o voo mais alto que o Urubu pode dar, não há canto argentino que abafe o Hino do Flamengo, hoje começa a caminhada mais importante do Flamengo no ano, vamos repetir a alma de 2009, nada é impossível para a Nação.

Até mais tarde, Nação. O Bi é a minha obsessão.

Por: Matheus Subtil / @matheusubtil 

A triste e vexatória realidade de um clube que já não impõe mais respeito

O Arsenal entrou em campo nesta terça-feira com uma sonora goleada na cabeça: Os 5-1 do jogo de ida. E "para ajudar" nesta dura caminhada que teríamos na noite, cerca de duzentos fãs fizeram muito barulho antes da partida, nas redondezas do estádio, todos efusivamente pedindo a saída de Arsène Wenger. A atmosfera para o jogo era de pouco apoio e muitas críticas, mas sobre isso falarei logo mais...

Quando a escalação foi anunciada, esbocei certo otimismo na esperança de uma atuação, no mínimo, positiva da equipe: Tínhamos Xhaka e Ramsey juntos e Oxlade jogando pelo meio, onde tem tido um bom rendimento na temporada. Alexis, Theo e Welbeck na frente, prometiam muita força pelas pontas, com um ataque veloz e que pressionaria a saída de jogo do Bayern, contudo, algo que me pegou de surpresa — e nem foi o fato de ter Özil, que estava praticamente fora desta partida (por gripe forte), como opção no banco de reservas — poucos minutos antes do jogo, Danny Welbeck sentiu uma lesão no aquecimento e mesmo anunciado como titular minutos antes, ficou fora da partida, dando lugar a Giroud. A entrada do francês mudaria completamente a cara do ataque do Arsenal no jogo, já que com Olivier, perderíamos a mobilidade na frente, como teríamos com Danny ou até mesmo com Lucas Perez, deixado no banco novamente; Algo difícil de entender.

Fizemos uma primeira etapa extremamente digna, pressionamos o Bayern o tempo todo e tomamos o controle da partida, sem dar muito espaço para a equipe alemã. Largamos na frente, todavia, em jogada individual, Theo Walcott invadiu a área e fuzilou as redes de Manuel Neuer, aos 19 minutos; Theo foi de longe o jogador mais efetivo do Arsenal no primeiro tempo. Comemorei muito o gol, mas como qualquer ser que tenha o mínimo de consciência, tinha a noção exata de que uma classificação era impossível, já havíamos sido eliminados na Alemanha.

O segundo tempo veio e, com ele, um Arsenal que no início manteve seu ritmo e continuou pressionando, em busca do segundo gol. Aos 10 minutos da etapa complementar, eis que é marcado um pênalti para os alemães, o lance capital do jogo, que matou o Arsenal na partida. Laurent Koscielny se chocou com Lewandowski na área, o árbitro marcou pênalti e em seguida expulsou nosso capitão por reclamação. Creio que, se não todos, a maioria esmagadora acha o lance um tremendo absurdo, um contato absolutamente normal de jogo.

O que veio em seguida foi um verdadeiro desastre, eu como um Gooner, sinto vergonha só de lembrar. Recuso-me a acreditar que uma expulsão de um jogador, por mais importante que ele seja, possa desestabilizar o time de tal forma. O elenco mostra, novamente, uma fraqueza psicológica acentuada em momentos importantes. O Bayern apenas jogou futebol e nos mostrou como deve ser jogado, aplicou em pleno Emirates Stadium outro 5-1, no agregado, 10-2 para os alemães.

Nem nos meus piores pesadelos, nem o mais pessimista torcedor do Arsenal ou até mesmo o mais otimista torcedor do Bayern, ninguém poderia imaginar que seria desta forma, tamanha surra, lá e cá, chega a ser surreal. O Arsenal não é assim. Nós, fãs de toda a parte do mundo, que apesar do momento ser péssimo, estamos juntos com o time em todos os jogos, acompanhando as partidas e torcendo; O que esperamos são, no mínimo, apresentações dignas, que honrem o que este clube representa, honrem o sentimento que há por trás daquele canhão estampado na camisa vermelha. 

Só não precisava se expor ao ridículo para o mundo todo, Arsenal (Foto: Mirror).
Antes do vexame, a onda de protestos e movimentos contra o Boss, tomou conta das redondezas de Highbury. A marcha deu-se início em frente ao antigo estádio, tendo destino final no Emirates Stadium. Havia por volta de uns 200 ou mais fãs do Arsenal participando deste protesto, cantando coisas do tipo: "We wants Wenger Out" - "Queremos que o Wenger saia".

Procuro respeitar ao máximo todo o tipo de opinião, mas neste caso, não é um simples posicionamento quanto ao futuro do clube. Creio que hoje, apesar de existirem alguns fãs que defendam a permanência de Arsène, estes representam uma minoria indiferente. Praticamente todos os fãs do Arsenal concordam que é preciso mudar, pois infelizmente, o tempo de Arsène Wenger chegou ao fim no clube. Não dá mais.

Dito isso, entretanto, sou totalmente contrário a essa onda de abusos e insultos que parte da torcida tem adotado. Apesar de tudo, Arsène Wenger merece o respeito de todos os torcedores. A história que ele construiu dentro do Arsenal é fantástica e merece ser preservada e enaltecida, sempre que possível.

A situação atual chegou a níveis incontroláveis, algo entristecedor (Foto: Mirror). 
O ideal não seria um adeus desta forma, mas percebi que não há momento certo para dizer adeus, muito menos que há justiça no futebol. O justo, com certeza seria uma despedida com títulos, por tudo o que ele representa para o clube, mas não é bem assim que funciona. O momento de dizer adeus chegou, ele será feito da pior maneira possível, com o clube vivendo uma crise catastrófica, poucas vezes antes vista, porém, é a realidade e devemos encarará-la.

Por: Thalles Monari // Twitter:@_thallesmonari

O exército de um homem só e os 30 mil de Nowitzki

Quem nunca se sentiu responsável por algo muito grande, com o sentimento de que somente você consegue atingir um objetivo esperado por uma coletividade não pode entender o que está passando Russel Westbrook. A saída de Kevin Durant fragilizou em demasia a equipe de Oklahoma, e não é exagero dizer que o Thunder não estaria em vias de ir aos playoffs caso Westbrook não estivesse tirando os coelhos de sua cartola.

Na noite de ontem, Russel fez 58 pontos, a maior marca de sua carreira, mas não foi suficiente para superar o Portland Trail Blazers em casa. Nurkic foi decisivo, e impôs a derrota à equipe de Oklahoma. A desolação na expressão de Westbrook revela a face de alguém que sabe que está lutando com todas as forças por uma equipe em um nível imensamente abaixo do seu. Steve Adams e Victor Oladipo são bons jogadores, mas não conseguem acompanhar Russel nessa difícil jornada do OKC pós-Durant.

Resultado de imagem para russell westbrook
Soldado abatido em Oklahoma (foto: slamonline.com)
Outra grande marca da noite foi o feito de Dirk Nowitzki. O alemão foi o sexto jogador na história da NBA a atingir a marca de 30 mil pontos. Um dos melhores jogadores de todos os tempos marca mais uma vez seu nome na história de Dallas, e segue batalhando para levar os Mavericks para mais um playoff.

Resultado de imagem para dirk nowitzki
30k para o alemão (foto: Forbes)
Por fim, ficou de lição nessa noite de 7 de março que batalhar sozinho pode não ser eficiente, mas no fim o seu nome vai ficar marcado na memória dos tempos caso você dê tudo de si. Westbrook é o presente, e Dirk é a história.

O dia que ainda não começou

Quarta-feira de manhã, mais um dia de meio de semana? Não. Hoje é um dia diferente, um dia que só começará quando a bola rolar no maior palco do futebol ocidental e um dia que terminará, bem ou mal, ao apito do árbitro. Hoje é o dia em que poderemos presenciar a maior virada da história da maior competição de clubes do mundo ou uma derrocada sem igual de um dos maiores clubes do mundo. Hoje é dia de Barcelona x Paris Saint-Germain.

Nas entrevistas coletivas o time e o técnico esbanjaram uma confiança que alimentou a esperança de nós, torcedores, porém até mesmo o mais otimista entre nós e eles sabe que é uma missão difícil, um roteiro digno da franquia de filmes do Tom Cruise, um roteiro que só terá final feliz caso nossos protagonistas estejam encarnados no personagem, coisa que no fatídico dia em Paris não aconteceu.

Protagonistas que se esqueceram do personagem na última partida. Será que a história será outra?
O time vem bem, jogou muito no fim de semana, apresentou o futebol que queríamos ter visto mês passado, mas ainda não é tarde e se tem um time que é capaz, esse time é o Barcelona, se tem um ataque que é capaz, esse ataque é o MSN, fomos o primeiro time a eliminar o todo-poderoso Real Madrid de Di Stéfano, Puskas e companhia, poderemos também ser o primeiro time a reverter um 4x0. Fichas na mesa, coração na garganta e a camisa no peito, assim será o dia dos blaugranas.

Classificados na UCL e Sérgio Ramos sendo decisivo: Parece até predestinado

Em jogo eletrizante e com Sérgio Ramos novamente sendo decisivo, o Real Madrid foi até o sul da Itália, enfrentar a Napoli nesta terça-feira (07), em busca de garantir a classificação na Champions League. Fazendo jus ao seu favoritismo, novamente fomos gigantes e saímos vitoriosos, rumando as quartas de finais.

Vindo de vitória no Campeonato Espanhol contra o Eibar, no último sábado (04), o Real Madrid foi confiante pra Nápoles, com todas as peças possíveis e dependendo apenas de si mesmo pra classificar. Com a equipe inteiramente titular, utilizando o tradicional 4-3-3, fomos à campo com: Keylor Navas; Marcelo, Sérgio Ramos, Pepe e Carvajal; Kroos, Casemiro e Modric; Cristiano Ronaldo, Benzema e Bale.

Sérgio Ramos novamente foi decisivo e marcou dois dos três gols da partida. (Fonte: Sport English)
A equipe napolitana colocou a vida na partida de hoje: Torcida em peso, cantando a todo instante e com aquela pitada de vingança, relembrando a última vez que enfrentou o Real Madrid em Champions League, na qual saiu derrotado. Acumulando como melhor resultado em Champions League uma singela eliminação em oitavas de finais, a torcida lotou em peso o Estádio San Paolo, e estavam confiantes pra partida de hoje - e com razão. Só que o Real Madrid, gigante e aguerrido como todos conhecemos, foi mais uma vez estraga-prazer, assim como em 87/88, na qual eliminamos a Napoli de Maradona e Careca. Aquela havia sido a melhor colocação da Napoli em UCL. O técnico Maurizio Sarri implementou um esquema de jogo "suicida", na qual a proposta de jogo era a marcação adiantada, pressão na saída de bola e no meio-campo madridista – nos contra-ataques a equipe se adiantaria toda, os zagueiros jogavam praticamente no meio-campo. Um estilo de jogo arriscado e ousado, que durante o primeiro tempo foi bem reproduzido em campo.

Fomos praticamente anulados no primeiro tempo. O Real Madrid criou poucas chances - quase nada. Não conseguia ficar muito tempo com a bola, a marcação estava muito forte, e até então o esquema da equipe adversária vinha funcionando, tanto que posteriormente sairia o gol da equipe da casa. Aos 24', após bela troca de passes da Napoli, o meia eslovaco Hamsik recebeu a bola e tocou de primeira pra Mertens, que não perdoou e mandou pras redes batendo cruzado e de esquerda. 1-0.

Morata entrou no decorrer da partida e deixou sua marca. (Fonte: Goal)
Durante o segundo tempo, o Real Madrid passou a se postar melhor em campo. Conseguiu segurar a pressão imposta pela Napoli no primeiro tempo, e no segundo tempo ditou o ritmo da partida. Visivelmente desgastada pelo ritmo frenético do primeiro tempo, a Napoli não ofereceu muito perigo e apresentou muita inconsistência na zaga - em menos de 5 minutos do segundo tempo, o Real Madrid finalizou mais que no primeiro tempo inteiro. Não demorou muito pra usufruirmos do quesito em que somos mestrados: A bola aérea. Aos 51', Toni Kroos cobrou escanteio na medida pra Sérgio Ramos cabecear pras redes de seu compatriota Pepe Reina e empatar a partida.

O Real Madrid é a equipe no mundo que mais marca gols na bola aérea. Não só é letal ofensivamente na bola aérea, como também defensivamente a dupla de zaga ganha todas por cima, é uma máquina na bola aérea. Aproveitamos do enfraquecimento da equipe mandante, e matamos o jogo no segundo tempo, diferindo qualquer possibilidade de classificação da Napoli - ou melhor, eliminando de vez a possibilidade.

Parece até predestinado, Sérgio Ramos marcar gols decisivos de cabeça. Não foi suficiente pro nosso zagueiro artilheiro deixar de infernizar a equipe italiana. Aos 57', Kroos bateu escanteio, Sérgio Ramos subiu no alto e cabeceou no gol, a bola desviou em Mertens e matou o goleiro Pepe Reina. A UEFA deu gol contra do Mertens, mas o importante foi a virada e classificação sendo assegurada. 1-2.

Com jogo praticamente ganho, o nosso técnico Zidane começou a rodar o elenco, fazendo substituições pra administrar o jogo e descansar algumas estrelas do time. Saiu Gareth Bale pra entrada de Lucas Vázquez, Benzema deu lugar a Morata e Isco entrou no lugar do croata Luka Modric. As alterações surtiram efeito, Isco deu versatilidade e mais intensidade no nosso ataque, Vázquez ao lado de Isco mostraram entrosamento e infernizaram o lado esquerdo napolitano com toda a velocidade de ambos, mesclado com a estrela de Morata, que cada vez mais vem brilhando mais forte. Apenas Zidane não vê isso.

Nos minutos finais, Marcelo deu belo passe pra Cristiano Ronaldo, que finalizou com a perna esquerda e parou em Pepe Reina, o goleiro espanhol deu rebote nos pés de Morata, que foi oportunista e chutou forte para o gol, marcando o terceiro gol da partida, repetindo o placar da ida. Mas placares iguais não resultavam em penalidade? (piada enfadonha).

O Real Madrid está classificado para as quartas de finais da Champions League! Após terminar todos os jogos da oitavas de finais, serão realizados os sorteios dos confrontos das Quartas da UCL. O próximo duelo do Real Madrid será contra o Real Betis, no próximo domingo (12/03), pelo Campeonato Espanhol. A equipe merengue enfrentará a equipe da Andaluzia no Santiago Bernabéu, e dependerá apenas de si mesmo pra recuperar a liderança da La Liga.

#HalaMadrid

Por: Kayo Henrique | | Twitter: @Heenrique010

Lembranças, emoção e vitória Chapecoense

A noite da terça-feira (7) será inesquecível para o torcedor da Associação Chapecoense de Futebol, uma noite memorável, em que o mesmo clube que há tão pouco tempo brigava por um calendário cheio, e que hoje estreava pela Taça Libertadores da América.

Juan Barreto/AFP
Jogando na Venezuela, o Verdão mostrou superioridade, levando no peito o brasão de Campeão da Copa Sul-Americana, e acompanhado de 71 estrelas espalhadas pelo céu, uma noite de lembranças, lindas defesas de Arthur Maia, como Danilo fez, as jogadas em velocidade de Tiaguinho, nos pés de Niltinho, os belos cruzamentos de Dener, representado hoje em uma noite mágica do lateral Reinaldo, a Chapecoense garantia sua primeira vitória na maior competição da América, com gols de Reinaldo e Luiz Antônio, com placar de 2x1.

Com desfalques de Rossi e Amaral, Vagner Mancini parece ter aprovado a atuação do volante Moisés Ribeiro, que voltou a jogar após grave contusão no joelho, jogando com três volantes e três atacantes, a Chapecoense impôs o ritmo da partida.

Aos 16 minutos um lance polêmico revoltou a torcida Chapecoense, Niltinho disparou em velocidade, mas ao finalizar foi derrubado dentro da área de Vega, o árbitro Equatoriano mandou o jogo seguir. Ai começava a inspiração do Verdão, que só não abriu o placar aos 18 minutos, porque o goleiro da equipe Venezuelana fez um milagre na cabeçada de Girotto. Só dava Chapecoense, foi assim que aos 32 minutos, Reinaldo cobrou falta sem ângulo, e mesmo assim jogou a bola no fundo das redes de Vega, marcando o primeiro gol do Verdão na competição.

Sem alterações na segunda etapa, quem precisava do resultado eram os donos da casa, e foi assim que iniciou a parte final da partida, com os Venezuelanos por muito pouco não empatando o placar aos 4 minutos, em chute de Orozco, que passou por cima do travessão de Arthur Moraes.

Quando parecia que o Zúlia iria pressionar e empatar a partida, aos 23 minutos coube a Luiz Antônio, recebendo de João Pedro, chutar de fora da área, sem chances para Vega, ampliando o placar para a Chapecoense.

A torcida em Chapecó vivia momentos inesquecíveis, em sua estreia de Libertadores, em um ano de reconstrução total do clube, uma vitória jogando na Venezuela. Mas como todos sabem, nada na Chapecoense é conquistado sem sofrimento, aos 32 minutos, depois do cabeceio de Zambrano, Arango desviou e diminuiu o placar.

O gol enlouqueceu a torcida que lotou o Estádio Pachencho, viu aos 40 minutos, a Chapecoense por pouco não liquidou a fatura, depois de bela jogada de Reinaldo, a bola sobrou para Apodi chutar de primeira, a bola explodiu no travessão de Vega.

A resposta dos Venezuelanos veio três minutos depois, Arango acertou belo chute de fora da área, quase marcando um golaço, se não fosse Arthur Moraes fazer linda defesa e espalmar em escanteio. Restavam poucos minutos, até que o apito final fez tanto jogadores e torcida em Chapecó, fazer uma linda festa, relembrando momentos mágicos vividos nos últimos anos.

Agora a equipe troca a chave, voltando totalmente à cabeça na disputa do returno Catarinense, quando enfrenta o Inter de Lages, no Estádio Tio Vita, no próximo sábado (11). O próximo compromisso na Libertadores já é na próxima quinta-feira (16), quando recebe na Arena Condá, o Lanús, às 19h30min.

Como é rica a história da Chapecoense, o espírito de Condá está presente, e mostramos que nada foi em vão, o Verdão honrou 71 vidas, e voltou honrar o Estado Catarinense e o Brasil.

Marcelo Weber || @acfmarcelo 
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana