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quinta-feira, 9 de março de 2017

Iluminados?

Você deve estar estranhando este título, me achando empolgado, exagerado, ou surrealista. O time goleou seus dois últimos adversários? Sim, e jogou muito bem nos dois jogos inclusive. Há muito que melhorar dentro de campo na equipe esmeraldina, algumas peças não se encaixa... E o futebol pode render ainda um pouco mais, todos nós sabemos que sim. Dos cinco testes para nosso treinador Gilson Kleina que falei em meu último texto, ele passou (e muito bem, diga-se de passagem) pelos dois primeiros... Ainda faltam três pra saber se ele é o cara certo pra ficar aqui.

Gamalho comemorando seu primeiro gol contra o Cuiabá. foto: Goiás Esporte Clube
Não sou desses que sai dizendo que o Goiás não fez mais que a obrigação. Os dois adversários eram bem inferiores, claro, mas o assunto do texto de hoje nem chega perto de ser isso. Quando me refiro ao nosso time como iluminado, quero dizer que, em meio a tantos problemas que acabariam com muitos elencos e derrubariam muitos treinadores, a equipe esmeraldina dentro de campo parece não se abalar com o que ocorre do lado de fora, pelo contrário, se mostra unida até demais, seja com o treinador, com a torcida, ou entre os jogadores.

Também não vou ser hipócrita. No texto passado comentei o fato de Kleina estar com a corda no pescoço pra muitos torcedores e também para a imprensa goiana. Ainda sigo com a teoria dos cinco jogos pós-crise, que são eles que mostram como o elenco vai reagir após momentos como o caso Walter, e agora com a demissão do diretor de futebol Harlei Menezes.

Sobre o jogo, não há o que dizer. Atuação de gala por parte da equipe esmeraldina, vimos um camisa 10 (Juan) extremamente flexível e que cai muito para os lados, e que conta com Tiago Luís. Desta dupla diversas jogadas de perigo foram criadas, provando que Kleina está começando a por sua "cara" no time. O que tanto a imprensa criticava o time por só ter bola aérea, ontem foi mostrado que o treinador ouviu, e acatou a crítica dos comentaristas. Quero destacar também as boas atuações de Léo Sena, Victor Bolt e claro, do nosso artilheiro Léo Gamalho.

Time mostrou união, e jogou muito bem contra a equipe mato-grossense
Se há algo negativo em nosso time, é o fato de faltar sim algumas peças importantes... Pedro Bambu até aguenta a lateral direita, mas até quando vamos usar Patrick? Além de um lateral, precisamos de zagueiros reservas para nossa dupla, não quero ter que falar sobre Felipe Macedo novamente nesta coluna. Fora isso, devo deixar bem claro que pra mim o tempo de Carlos Eduardo na titularidade acabou faz muito tempo, acho que só agora a torcida começou a perceber o que pra mim já era óbvio.

Muito que fazer, e agora o objetivo é melhorar cada vez mais, se continuarmos assim vamos conseguir, afinal, desistir não está no nosso sangue.

Artur Pinheiro ll Facebook
Linha de Fundo ll @SiteLF 

Entre altos e baixos, Internacional vence Sampaio Corrêa

Brenner, artilheiro do Internacional nessa temporada.
As novas experiências que o Inter vêm enfrentando nessa peregrinação rumo a sua volta à elite do futebol, mostra um time disposto, porém com muitas dificuldades para se reconstruir.
   
A escalação do time gaúcho no jogo de quarta-feira contra o Sampaio Corrêa, foi diferente do jogo contra o Grêmio no domingo. Dessa vez, vimos um jogo bagunçado e errado. Apesar de ter começado o jogo muito bem, logo o time maranhense criou confiança e começou a desarmar as jogadas coloradas.
    
O primeiro tempo foi bastante decepcionante para os torcedores colorados. Quem assistia, via bastante erro de passes e poucas finalizações. Na oportunidade, Paulão, apesar de impedido, balançou a rede do gol e o juiz validou.
     
O inter voltou do intervalo com o mesmo time, porém com energias renovadas. Logo no início, D'alessandro fez um passe espetacular para Nico López, que com muita calma fez o segundo gol para o Internacional. De falta, Daniel fez o primeiro gol para o maranhense deixando 2x1 no placar. Os colorados continuaram formando oportunidades e Brenner fez o terceiro e logo em seguida o quarto gol para o Inter.

O jogo acabou 4x1 para o time gaúcho, facilitando a classificatória para a próxima rodada. O jogo de volta será na próxima quarta-feira às 21h45min no Beira-Rio em Porto Alegre-RS.

Palmeiras empatou após expulsão de Vitor Hugo; expulsem também a soberba e a perseguição

Se alguém da Conmebol oferecesse a possibilidade do empate logo após a expulsão do Vitor Hugo diante do horrível Atlético Tucumán, certamente o palmeirense aceitaria com grande satisfação considerando o tempo restante do jogo. O gol espírita sofrido dois minutos depois faria os mais resistentes aceitarem de vez o negócio.

(Foto: Divulgação/Cesar Greco/Ag. Palmeiras)
Mesmo assim, após o Palmeiras conseguir voltar com um ponto na bagagem da Argentina jogando 70 minutos com um jogador a menos e saindo atrás no placar, a torcida tratou de culpar e reclamar do treinador Eduardo Baptista. Será que ele realmente merece tantas críticas assim? Eu acho que não.

Eduardo apresentou um erro ontem: Entrar com dois volantes marcadores contra um time que tinha muita dificuldade em trabalhar a bola. Poderia sim ter ousado e trocado Thiago Santos por mais um meia-armador. Neste caso, o time jogaria no 4-1-4-1 que a torcida tanto reclama. Ele, reconhecendo que o desempenho tem sido melhor, optou por manter a dupla de volantes na frente da área seguida pela linha de três meias.

Vale lembrar, Eduardo não tinha Tchê Tchê ou Moisés para fazer esse segundo volante. É bem verdade que poderia também ter escalado Zé Roberto nesse papel, trazendo Egídio pela esquerda – e deixando a tradicional avenida pela esquerda que já é comum quando Egídio está em campo. O que parece é que qualquer ação do treinador seria motivo para críticas e reclamações. O desenvolver do jogo confirmou isso.

O Palmeiras controlava bem a partida e já tinha criado uma grande chance com Borja (a primeira de três perdidas pelo ótimo atacante em noite infeliz) quando Vitor Hugo foi expulso infantilmente. Eduardo optou (corretamente) por recompor a defesa tirando o menos combativo Michel Bastos. Novamente parte da torcida se manifestou contra, pedindo pela improvisação de um volante que não está habituado a jogar em linha na zaga e poderia colocar tudo a perder em um posicionamento errado.

A seguir, as reclamações foram para a falta de ousadia em manter Guerra no banco e seguir com os dois volantes em campo, ignorando o fato de que mesmo com um jogador a mais o time argentino pouco exigiu de Fernando Prass. Ao contrário, quem assustou mais foi o Palmeiras que poderia ter vencido a partida caso Borja não perdesse outra grande chance no segundo tempo ou a bola de Jean escapasse cinco centímetros da cabeça de Dudu.

Mais uma vez, as cornetas voltam a soar pelo nome de Cuca, sem nenhuma razão. Cuca não colocaria Guerra com um jogador a menos empatando fora de casa. A imagem de um time ofensivo que parece morar na memória do torcedor palmeirense ficou no primeiro turno de 2016. O Palmeiras da reta final era bastante conservador, jogando com volante fixo e muitas vezes sem o meia-armador (Cleiton Xavier) – e não apenas por lesão, mas também por opção.

Por vezes esquecemos que o jogo dentro de campo não é um videogame. Eduardo fez as opções corretas e ficou próximo de vencer. A torcida, porém, parece nutrir um ódio cego apenas pela inexperiência do treinador. Tivesse o Cuca feito exatamente as mesmas opções de ontem seria enaltecido (merecidamente) pela mesma torcida.

O segredo da Libertadores sempre foi empatar fora e vencer em casa, cenário que está dentro do conforme para o Palmeiras até o momento. A torcida, porém, parece esquecer-se disso com uma soberba que não é normal. Achar que vai ganhar e golear sempre é um erro que pode custar caro. Nem Barcelona e Real Madrid conseguem vencer sempre e não raro passam muitas dificuldades nas suas partidas.

O Verdão poderia ter vencido sim ao se lançar ao ataque, como poderia ter perdido em um contra-ataque. Não existe nenhuma garantia de qualquer cenário abrindo totalmente o time que, mesmo assim, teve boas chances para marcar e vencer o jogo. O que nos tirou a vitória não foi necessariamente a falta de coragem (como tantos falaram), mas a falta de pontaria.

Será que aproveitando uma das várias chances criadas, sem nenhuma alteração diferente, as críticas seriam tão duras assim? A humildade é uma das virtudes de ser humanos, ao contrário da soberba que nunca ajudou dentro da história do clube. Sobre isso, aliás, vale lembrar uma frase importante: "a soberba nunca desce de onde sobe, mas cai sempre de onde subiu". Espero que ela não faça a queda sinônimo de eliminação.

Barcelona e seu dia de Taubaté

A quarta-feira foi histórica para o Barcelona. O gigante espanhol reverteu um resultado que parecia impossível e avançou para as quartas de finais da Champions League. Milagre? Para nós taubateanos algo normal! A centenária do Esporte Clube Taubaté reserva três viradas inesquecíveis.

A primeira delas aconteceu em 1942. O Alviazul chegou à decisão do Campeonato Paulista da Interior, e teve como adversário na decisão o Lusitana da cidade de Bauru. No jogo de ida, disputado na casa do rival, derrota pelo placar de 4x0. No confronto da volta, em Taubaté, vitória por sonoros 7x0 e título para os taubateanos, o então terceiro da competição na qual o clube já havia erguido o troféu em 1919 e 1926.

Muitos anos se passaram até a chegada de 2009. O Burro da Central vivia o pior momento de sua história, amargava a Série B do Campeonato Paulista, a última divisão estadual. Com tropeço aqui e ali, o Taubaté chegou ao quadrangular final da competição e na rodada final precisava derrotar no Joaquinzão o Palestra, de São Bernardo, por dois gols de diferença.

O 1x1 seguia no placar até aos 42 minutos do segundo tempo, quando Thiago Furtuoso, de pênalti, colocou o Burro em vantagem. Porém ainda faltava um gol, que saiu dos pés do mito Gilsinho aos 54 minutos. Festa no Joaquinzão e retorno a Série A3.

Já calejado as viradas e aos resultados improváveis, o Taubaté chegou em 2015 a decisão da Série A3 para enfrentar a Votuporanguense. Já com o acesso garantido, os dois times buscam fechar com chave de ouro suas campanhas, presenteando os torcedores com a taça. Na ida em Votuporanga, 3x0 para os donos da casa. E lá foi o Burro da Central novamente mostrar que a palavra impossível não existe em seu dicionário.

Élton Morelato comemora um dos gols do Burro na final na Série A3 de 2015. Foto: Pedro Nogueira/Jornal Voz do Vale
Em uma manhã de domingo chuvosa e de muito frio, o Taubaté fez 4x0. O primeiro tempo virou 2x0, gols de Lelo e Fandinho. O segundo tempo se arrastava (isso quando a bola não parava nas poças de água) e os gols não saiam. E foi justamente graças a uma poça de água que o Alviazul chegou ao terceiro gol. Wellington Carioca aproveitou a ajuda e tocou para Ferreira, que bateu cruzado para Elton Morelato, de carrinho, balançar a rede, aos 41 minutos. O resultado já garantia o título para os taubateanos, mas para confirmar a conquista, aos 47, Fandinho anotou o quarto gol da goleada.

Virada do Barça entra para a história da Champions League. Foto: Reuters / Albert Gea
Provavelmente o Barcelona não se inspirou nestes feitos do Gigante do Vale, mas sabemos muito bem como todos se sentiram na quarta-feira na Catalunha. Quem sabe um dia a gente não se encontra por aí, que sabem em Tóquio, Yokohama ou Dubai, e quem sabe também não damos alguns gols da lambuja para vocês da Espanha e partimos para uma nova virada. Afinal, é algo comum para nós.

São Paulo vence, com gosto de "cabia mais"

Com destaque para Luiz Araújo, que marcou dois gols, São Paulo venceu bem o ABC.

A semana tão decisiva para o Tricolor chegou, mas chegou bem. Com noite inspirada de Luiz Araújo, o Tricolor venceu por 3 a 1 o primeiro jogo da 3ª fase da Copa do Brasil.

Ainda sem Maicon (entorse no tornozelo esquerdo) o técnico Rogério Ceni também não pôde contar com Sidão (lombalgia), logo Denis voltou a ser titular e no lugar de Maicon, Breno fez dupla com Rodrigo Caio. E por opção do técnico, Bruno voltou para a lateral direita, deixando Buffarini como opção no banco.

O jogo começou com bombardeio tricolor, teve bola na trave e muitas defesas do goleiro. Entretanto, o que mais chamou atenção no 1º tempo, foi o quanto Jardel, do ABC, estava perseguindo o Cueva. Foram cerca de três faltas perigosas em cima do meia tricolor e apenas na terceira, ele levou cartão amarelo, que com certeza era lance para vermelho, tanto que o próprio técnico do ABC preferiu tirá-lo para não ficar com um a menos. Mas mesmo com isso, depois de tanto insistir lá na frente, o primeiro gol são-paulino saiu com Luiz Araújo. Cícero fez um lindo lançamento para Cueva que dominou e passou para Araújo bater de pé direito e marcar o primeiro do São Paulo. O Tricolor não tirou o pé do acelerador e antes da 1ª etapa acabar, teve tempo pra mais uma bola na trave, porém acabou 1 a 0.

Na segunda etapa, o Tricolor voltou do mesmo jeito que saiu para o intervalo, extremamente ofensivo. E assim, aos 5' Luiz Araújo, de novo, fez o segundo. João Schmidt fez belo lançamento para Luiz Araújo, que dominou, driblou Edson e bateu cruzado. Mas... Como em todos outros jogos, depois de fazer 2 a 0, o São Paulo tomou gol. Após cobrança de escanteio do ABC, Márcio Passos subiu entre Breno e Cícero e conseguiu alcançar a bola, diminuindo para o time visitante. O Tricolor respondeu rápido e com Lucas Pratto, fez o terceiro. Thiago Mendes cruzou na medida para Pratto cabecear e mandar para o fundo do gol: 3 a 1.

Assim, o São Paulo vai com a vantagem para Natal, o jogo será quarta-feira (15/03), às 19h30, e se classifica até perdendo de 1 a 0. Pelo Paulista, o Tricolor enfrenta o Palmeiras, no Allianz Park, sábado (11/03), às 16h.

FICHA TÉCNICA

Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo, Morumbi - São Paulo
Gols: Luiz Araújo (2) e Lucas Pratto (SAO); Márcio Passos (ABC)
Cartões Amarelos: Jardel e Gegê (ABC)
Arbitragem: Braulio da Silva Machado (SC), auxiliado por Nadine Schramm Camara e Henrique Neu Ribeiro (ambos de SC)

SÃO PAULO
Denis; Bruno, Breno, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; João Schmidt (Wellington), Thiago Mendes e Cícero; Luiz Araújo (Neilton), Lucas Pratto e Cueva (Wellington Nem). Técnico: Rogério Ceni

ABC
Edson; Levy, Oswaldo, Cleiton e Romano; Jardel (Jhonata - Dalberto), Márcio Passos, Felipe Guedes e Gegê; Erivélton e Caio Mancha (Nando). Técnico: Geninho
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