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sexta-feira, 10 de março de 2017

Estrela de Dion Waiters brilha mais uma vez e o Miami Heat vence o Charlotte Hornets

Mais uma vez, o Miami Heat teve uma liderança no final do jogo e também dificuldades para manter. Porém, como foi no último jogo, Waiters foi o cara importante dessa partida. No final, o Miami Heat conseguiu sua terceira vitória consecutiva e a 31ª vitória na temporada, sendo 20 dos últimos 24 jogos com resultado positivo para a equipe, após ganhar por 108 a 101 sobre o Charlotte Hornets.

O primeiro quarto começou arrasador para o time da Carolina do Norte, onde abriram com 13-3 até o pedido de tempo do técnico Erik Spoelstra. Foi então que o Miami Heat voltou para o jogo e encostou no placar, mas ainda continuou perdendo por 22 a 18. No segundo quarto, o Heat combinou boas defesas, com Waiters acertando no ataque e colocando o Heat à frente por 12 pontos de diferença. Com o jogo parecendo que ia ser mais um massacre em casa do time da Flórida, a equipe relaxou e acabou cedendo uma virada, mas o quarto terminou empatado em 54-54.

O terceiro quarto prometia "pegar fogo" e foi exatamente isso que aconteceu. Kemba Walker e Goran Dragic, respectivos armadores de cada time, foram bem no ataque, mas o jogador do Hornets se deu melhor e levou o time a uma liderança de 86 a 81 indo para o último quarto. Foi então que a genialidade de Spoelstra entrou em ação. Com um time composto por James Johnson, Goran Dragic, Josh Richardson, Wayne Ellington e Willie Reed, o Heat impôs uma forte defesa e com uma ótima contribuição de seu pivô reserva, a equipe fez uma "run" de 15-3 no quarto e tomou a liderança, só precisando manter isso para o final do jogo.

Dion Waiters chama a torcida do Miami Heat após grande vitória sobre o Charlotte Hornets (Foto: NBC Sports)
O problema que qualquer torcedor do Miami Heat sabe que o time tem é fechar o jogo. Várias viradas de seus adversários nos finais dos jogos deram à franquia um recorde de 11-30 até certo momento da temporada. Até, pelo menos, Dion Waiters mostrar seu valor como o cara que decide os jogos e ontem foi mais uma dessas partidas para o ala-armador do Heat. Voltou para o jogo faltando um pouco mais de três minutos para acabar e acertou duas bolas de três e manteve a liderança em sete pontos, até a bola do Kemba Walker para diminuir a diferença para quatro. Foi então que, faltando poucos segundos para acabar o jogo e com o relógio da posse quase estourando, Dion Waiters recebeu a bola no canto centro-esquerdo da quadra, bem marcado, subiu para mais um arremesso difícil e chuá. Dion Waiters fez de novo.

O Heat está agora a 0.5 vitórias do 7º e 8º colocados, Detroit Pistons e Chicago Bulls respectivamente.

Dion Waiters- 24 pontos, 5 assistências
Goran Dragic- 22 pontos, 6 rebotes, 10 assistências
Luke Babbitt- 12 pontos, 4 rebotes
Hassan Whiteside- 10 pontos, 15 rebotes, 2 roubos, 4 tocos
James Johnson- 10 pontos, 6 rebotes, 5 asistências, 3 tocos

O Miami Heat volta a quadra no sábado contra o Toronto Raptors, em casa, na American Airlines Arena.

LET'S GO HEAT

Gabriel Barros

Dybala, o pendulo entre linhas defensivas e o sucesso europeu pra Juventus

Dybala decidiu contra um compacto Milan (foto: LaPresse)
As rodadas vão se passando, o caldo vai engrossando no futebol do velho continente e semana após semana nos aproximamos do fim da temporada 2016/2017, sobretudo para os grandes que ainda disputam troféus nacionais e continentais. Na Juventus a luta pelas três frontes segue firme, +11 perante a Roma na Serie A e dupla vantagem sobre Napoli e Porto por Coppa Italia e UEFA Champions League, respectivamente pela semifinal e oitavas de final destas competições. E para avançar nestas, além dos gols, sobretudo de Higuain e da tradicional defesa sólida, a Juventus tem um elemento entrelinhas que será fundamental para o final do ano futebolístico: Paulo Dybala.

O jovem argentino é um talento enorme, todos sabem, e com a mudança tática de Massimiliano Allegri desde janeiro do 3-5-2 e mudanças à época para 4-3-1-2, o ex-Palermo joga agora mais longe do gol, mas quase como um antigo meia de ligação (ou como os cada vez mais raros trequartista no Calcio) no 4-2-3-1, jogando atrás de Higuain e livre para se deslocar sobretudo para ser opção para o criador Pjanic mas para Dybala as coisas não tem sido fáceis. A lesão muscular sofrida contra o Milan no primeiro turno deixou o camisa 21 de fora de diversas semanas do time bianconero e com a nova função e sem 100% da forma física, a adaptação é gradual.

Os gols têm vindo por conta do enorme capacidade de bater na bola seja com a esfera redonda ou parada e no aspecto de movimentação, Dybala tem jogado entre as linhas defensivas dos adversários da Juve. De maneira comparativa, Higuain é o homem gol, Mandzukic é opção na ponta esquerda que usa do físico e recompõe o meio como um totem difícil de ser superado, Cuadrado pela direita é o corredor que dribla e superam adversários usando disto enquanto Paulo precisa se adaptar a movimentação alta, média, baixa, compacta, espalhada ou não dos adversários fazendo movimentos diferentes jogo após jogo o que é difícil de fato. Esta adaptação que tem ocorrido bem e gradualmente, além de quem sabe obter a melhor da forma e desempenho enquanto os demais adversários tendem a estar em declínio nesse período da temporada pode ser o trunfo da tetra campeã italiana em busca do sonhado título europeu... Não basta querer, mas poder fazê-lo e tendo um ponto brilhante, como é A Joia Dybala permite que a Juve grite seu nome como combatente aos troféus desejados mais uma vez.

Maranhão e Cordino já sabem seus adversários na Série D 2017

Cordino e Maranhão serão os representantes maranhenses na Série D 2017
Na tarde de ontem (09/03), a CBF definiu os grupos do Brasileiro Série D 2017. São 68 clubes disputando o título e o acesso à Série C de 2018. A primeira fase do campeonato iniciará no dia 21 de maio (domingo). Serão classificados, ao todo, 32 times (os 17 líderes de cada grupo e os 15 melhores segundos colocados) para a segunda fase, prevista para iniciar no dia 02 de julho.

Maranhão e Cordino serão os representantes maranhenses na competição. Esta será a primeira participação do time de Barra do Corda em competições nacionais. A Onça de Barra do Corda ficou no Grupo A4, enquanto o MAC, participando pela terceira vez da quarta divisão, caiu no Grupo A5. O Maranhão estreará fora de casa contra o Potiguar (RN) e o Cordino jogará em casa com o Santos (AP).

Veja como ficaram definidos os dois grupos e os jogos das duas equipes maranhenses na primeira fase:

GRUPO A4
Altos (PI), Cordino, Santos (AP) e Tocantins
Jogos do Cordino:
21/05 – Cordino x Santos (AP)
28/05 – Altos (PI) x Cordino
04/06 – Tocantins x Cordino
11/06 – Cordino x Tocantins
18/06 – Cordino x Altos (PI)
25/06 – Santos (AP) x Cordino

GRUPO A5
Maranhão, Potiguar (RN), River (PI) e Uniclinic (CE)
Jogos do Maranhão:
21/05 – Potiguar (RN) x Maranhão
28/05 – Maranhão x River (PI)
04/06 – Maranhão x Uniclinic (CE)
11/06 – Uniclinic (CE) x Maranhão
18/06 – River (PI) x Maranhão
25/06 – Maranhão x Potiguar (RN)

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Empate com cara de derrota

Mais um jogo, menos uma vitória. O Vasco quase saiu com mais uma derrota. Com gol no finalzinho do segundo tempo, o time conseguiu empatar, mas não conseguiu convencer.

Fonte: Uol
O primeiro tempo da partida não foi lá essas coisas. Nenhum dos times mostrava um futebol muito competente. O Vasco até teve algumas chances, mas pecou nas finalizações. As melhores oportunidades foram com Thalles aos 21 minutos e Kelvin aos 30’, mas os dois perderam o gol.

O Vitória levava pouco perigo, a melhor chance da equipe foi com Gabriel Xavier, aos 40’, mas ele adiantou e Martín Silva conseguiu chegar. Aos 46 minutos Euller fez a segunda falta em cima de Kelvin, levou o segundo amarelo e foi expulso do jogo. Tudo que o Vasco precisava para fazer um segundo tempo melhor. 

Fonte: oglobo
Com um a mais em campo, o time carioca deveria ir com tudo na segunda etapa. Mas não foi isso que aconteceu. A equipe não conseguia manter o volume de jogo, nem criar boas oportunidades, quase não levava perigo.

Enquanto o Vasco não aproveitava as chances, o Vitória não deixou escapar. Aos 22’ Manga, estreante vascaíno, colocou a mão na bola dentro da área, pênalti para o time visitante. Patric bateu e marcou, 1x0 para o Vitória.

Depois disso o Cruz-Maltino tentou reagir, chegou a acertar a trave com Gilberto, aos 32 minutos, mas parecia que nada dava certo. O empate veio com um pênalti polêmico aos 47’ do segundo tempo. Nenê foi derrubado por David e o juiz marcou pênalti, o próprio camisa 10 bateu e fez para o time da casa. A partida terminou empatada, 1x1. O Vasco, que jogava e casa, não convenceu o torcedor. Cristóvão Borges recebeu muitas vaias e os torcedores pediram a saída dele.

O jogo de volta será na casa do Vitória, e se os times ficarem no 0x0, quem leva é o Leão. O placar de 1x1 leva pros pênaltis. O Vasco só fica com a vaga se empatar a partir de 2x2 ou se ganhar o jogo.

Ana Clara Soares (@AnaClaraSoares1)

Ficha técnica:

Vasco: Martín Silva; Gilberto, Rafael Marques (Jomar), Rodrigo e Henrique; Douglas e Jean; Kelvin (Muriqui), Nenê e Escudero (Manga Escobar); Thalles. Técnico: Cristóvão Borges

Vitória: Fernando Miguel; Patric, Kanu, Alan Costa e Euller; José Welison e Willian Farias; Paulinho (Geferson), Cleiton Xavier (David) e Gabriel Xavier (Bruno Ramires); Kieza. Técnico: Argel Fucks

Cartões amarelos: Gilberto (Vasco); Willian Farias, Euller, Paulinho, David e Kanu (Vitória)
Cartão vermelho: Euller (Vitória)
Árbitro: Elmo Resende Cunha (GO)

Nowitzki e os 30 mil pontos na NBA

Antes do jogo desta terça-feira (08), o alemão Dirk Nowitzki precisava de vinte pontos para chegar-nos 30 mil na carreira. Apenas cinco jogadores conseguiram esse feito: Michael Jordan, Kobe Bryant, Wilt Chamberlain, Kareem Abdul-Jabar e Karl Malone. A marca atingida ontem pelo jogador do Dallas Mavericks ajuda a consumar sua carreira e se torna a segunda vez que um jogador consegue esse feito por um só clube, sendo o primeiro Kobe Bryant pelo Los Angeles Lakers.

Havia muita expectativa quanto ao jogo e se Dirk, que tem 13.9 pontos por jogo de média, conseguiria uma performance de vinte pontos para chegar à marca. Foi aí que o alemão surpreendeu a todos e anotou 18 pontos apenas no primeiro quarto de partida. Foi naquele momento que todos sabiam que Nowitzki conseguiria.

Foi então que, faltando 11 minutos para acabar o segundo quarto, Dirk recebeu a bola de costas para a cesta contra a marcação de Larry Nance, virou para a cesta e arremessou contestado para dois pontos. Depois desse momento, só se ouviam gritos de celebração no American Airlines Center e comoção dos mais próximos do alemão.

Dirk acerta o arremesso sobre Nance para os 30 mil pontos (Foto: Encrypted Gstatic)
Em clima de emoção, o técnico de arremeso de Dirk, Holger Geschwindner, chorou após sua conquista e se tornou o momento mais icônico da noite. Ainda assim, os Mavericks ganharam, não só com a marca de Nowitzki, mas também o jogo contra o Los Angeles Lakers por 122 a 111.

Holger Geschwindner, técnico de arremesso de Dirk, chora após a marca atingida pelo alemão (Foto: SB Nation)


Gabriel Barros e João Eduardo Gurgel

Caso Fernandinho: Jogador consegue liminar na justiça

O meia-atacante Fernandinho, tido por muitos como a grande promessa do futebol maranhense dos últimos anos, conseguiu uma liminar através da justiça, após entrar em litígio com o Sampaio, determinando o seu desligamento do clube. A rescisão do seu contrato foi publicada ontem no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF.

O presidente Sérgio Frota garantiu que o clube cumpriu com todas as exigências legais quanto ao atleta e que recorrerá da decisão judicial. E, segundo as suas fontes, o jovem jogador já está de malas prontas para jogar pelo Noroeste, da Série A3 do Paulista.

Já é a segunda vez que o jogador entra em litígio com o clube. Na primeira oportunidade, no ano passado, a justiça determinou que ele voltasse ao time. Fernandinho foi titular nos três primeiros jogos do time neste ano, mas não balançou as redes. Pelo time profissional, o meia-atacante marcou apenas um gol, que foi contra o Goiás, na última rodada da Série B 2016.

Diante dos fatos, digo que o Sampaio não precisa de jogadores assim. Ele será uma eterna promessa ou vai deslanchar na carreira? Não há como saber o futuro, mas se continuar assim, não irá muito longe.

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Santos enfim faz sua estreia na temporada 2017

Foto: @dnasantistaoficial
Foram só os 45 minutos finais de estreia na Libertadores, contra um Sporting Cristal que está longe de ser uma das principais forças da competição, com Vladimir fechando os gol nos últimos lances? Sim. Mas após sete jogos no estadual (se ignorarmos a estreia contra o Linense) o futebol do Santos apareceu.

INÍCIO DE TEMPORADA TURBULENTO

Há três meses atrás, não havia motivo para não listar o Peixe entre os favoritos de tudo que disputasse na atual temporada. Manutenção de toda base vice-campeã brasileira, comissão técnica com trabalho de mais longevidade entre os clubes da Série A e ainda, seis contratações (algumas questionáveis e caras) que chegariam para acabar com a falta de qualidade no elenco. O Santos disparava na frente de seus concorrentes.

Golada em amistoso vai, goleada na estreia do Paulistão vem e o ousado esquema de Dorival Jr, com apenas um zagueiro de ofício, laterais atuando muito pelo meio campo, liberdade de criação para Lucas Lima... Tomou um baile dentro da Vila Belmiro para o São Paulo. Crise? Só para torcida.

De fato o pós-clássico trouxe derrota para Ferroviária em casa e empate fora contra o Ituano, mas o torcedor santista ficou mal acostumado a vencer, principalmente dentro de casa se viu numa situação incomoda. Mais que isso. O torcedor que se acostumou ver o time jogar futebol, independente do resultado e do adversário, via um Santos apático, sem criatividade e em certos momentos, desconcentrado.

Se isso justifica a invasão de vestiário, vaias nas arquibancadas e o fim da crença no time, são discussões para outrora. O que de maneira alguma é justificável, é o trabalho de Dorival Jr. Apesar que em relação à isso, alguns membros dentro da diretoria parecem discordar.

O VERDADEIRO SANTOS EM CAMPO

Pela primeira vez na temporada, o Peixe conseguiu ter seus pilares, Renato, Lucas Lima e Ricardo Oliveira em campo, em boas condições físicas para atuar os 90 minutos.

Posto isso, no primeiro tempo a equipe parecia à mesma do Campeonato Paulista. Insegura, pouca ideia de jogo e apesar do gol dos peruanos terem sido irregular, falhando defensivamente, dessa vez com Cléber e David Braz (sim, ele mesmo) formando a primeira linha. Mas na virada do intervalo, a postura mudou.

Foto: EFE
Marcação alta, troca de passes rápida e dois shows. Primeiro de Thiago Maia, muito criticado ao fim da temporada passada, o campeão olímpico jogou um bolão, não só defensivamente (onde não perdeu um desarme), mas apareceu com muita precisão ao marcar o gol de empate. Gol esse, que teve participação magistral de Lucas Lima. O meia parece não ter sentido a "não convocação" para seleção brasileira e desfilou em campo na segunda etapa.

AH, É VLADIMIR!!!

Há quantos anos Vladimir é reserva no Santos? Desde 2009. O goleiro inclusive foi campeão da América pelo Peixe em 2011, mas jamais inspirou confiança de muita gente.

Após a lesão de Vanderlei, o jogador de 27 anos foi colocado à prova no clássico contra o Corinthians em Itaquera e apesar da derrota, fechou o gol. Agora, em estreia de Libertadores, mais uma belíssima atuação. Foram duas defesas milagrosas nos minutos finais, que salvaram o Santos de uma derrota injusta e garantiram o primeiro ponto da equipe na competição.

Agora, o Santos volta parte de sua atenção para o Estadual, onde precisa somar pontos no grupo, já que hoje não estaria classificado a fase final. Porém, já na próxima quinta, receberá o The Strongest em partida válida pela segunda rodada da competição continental.

O futebol apresentado ainda é muito inferior ao que todos esperam. Muitos jogadores podem (e devem) render muito mais. Entretanto, após a partida contra os peruanos, o Santos deu um fio de esperança ao seu torcedor, que tem tudo para se reencontrar com bom futebol para o restante da temporada.

Pedro Ramos  |  @PedroRamos17_

Godoy Cruz-Arg 1 x 1 Galo - Foi ruim, mas tá bom

Um empate na estreia da Libertadores da América, jogando na Argentina é sempre um bom resultado, certo? Nem sempre. Poucas coisas me irritam mais na vida do que a falta de postura do Galo em jogos fora de casa e infelizmente me parece que isto já se tornou, de certa forma, “Institucional”. Em 39 anos de vida eu me lembro de ver o Galo realmente forte e decisivo fora de casa em poucas campanhas. Puxando pela memória, rapidamente, lembro-me durante a Copa União de 87 e na primeira fase e oitavas de final da Libertadores de 2013.

Fonte: Gazetta Esportiva
Que a nossa torcida é diferenciada e dá um incentivo a mais ao time isto não se discute, ocorre que nos últimos anos temos tido elencos reconhecidamente fortes, renomados e quase nunca justificamos este status nas partidas realizadas fora de casa. Inclusive esta ausência de equilíbrio em nossas campanhas nos fez deixar de ganhar mais títulos e transformou os que vencemos em verdadeiras sagas épicas. As campanhas da Libertadores, a partir das quartas de final, e Copa do Brasil falam por si. Se dentro do Horto o ritmo do time é acelerado e o aproveitamento é muito bom, fora de MG a coisa muda de figura e nesta quarta-feira não foi diferente.

Abri este texto com um “jargão” comum entre boleirada tupiniquim, empate na Argentina, especialmente em estreia de Libertadores, é um baita resultado. Isto, como tudo na vida, tem que ser relativizado e bem analisado por nós. Existem empates e empates. O cenário de ontem, adversário iniciando a temporada, estádio relativamente vazio e um juiz imparcial era o ideal para os três pontos. E convenhamos que para empatar com o Godoy Cruz não precisa gastar para ter um dos três elencos mais caros do torneio. Tenho todo o respeito pela equipe de Mendoza, mas ela não faz parte da prateleira de cima e nem a do meio do futebol argentino.

O Galo foi a campo com Giovanni, Rocha, Gabriel, L.Silva, Fábio Santos, Carioca, Elias, Otero e Danilo, com Robinho e Fred a frente. Novamente o 4-4-1-1. Contudo diferente de outras ocasiões, a organização entre linhas não aconteceu, deixando vazios nas costas dos laterais, principalmente de Fábio Santos que não se entendeu com Danilo. Ofensivamente a falta de um meia provocou certa desorganização, algo que a diretoria terá que ver em algum momento.

Fonte: Diário Lance
Na partida de hoje vi mais uma vez um Galo protocolar, preguiçoso e desorganizado na sua defesa. Entra ano e sai ano, entra e sai treinador e esta postura nas partidas fora de casa não muda! O golzinho besta sofrido no começo do jogo é quase que uma marca registrada nossa, assim como as bobagens e desatenções do sistema defensivo. Fora uma cabeçada do Leonardo Silva, o Galo não levou perigo algum para o goleiro Rey e empurrou o primeiro tempo, de forma irresponsável, com a barriga. Como disse antes, esta foi a primeira partida oficial do Godoy Cruz em 2017 e enquanto a equipe deles teve fôlego nos deu um trabalho absurdo! Fosse o time de Mendoza um pouco mais qualificado, sairíamos no intervalo com uns três gols na sacola e menos três pontos na classificação.

No intervalo parece que o Roger acertou um pouco a casa alvinegra e o cansaço bateu no time argentino. Durante o segundo tempo, conseguimos tocar um pouco melhor a bola e o empate ainda na primeira metade dos 45 minutos finais deu ao Galo maior tranquilidade, contudo faltou ambição e organização para buscar a vitória. A expulsão do defensor Ortiz veio tarde e acabamos por arrecadar apenas um ponto nesta primeira partida do torneio continental.

Fonte: Portal Super Esportes
Gostaria de finalizar este texto com uma observação que eu já deveria ter feito em postagens anteriores. Não sou do tipo de torcedor que pega no pé de um determinado jogador, mas precisamos conversar sobre o Fábio Santos. Não sei o que aconteceu de dezembro para cá, mas nosso lateral esquerdo tem acumulado partidas muito abaixo de sua já comprovada capacidade técnica. Se a segurança na marcação e competência no apoio foram destaques positivos no returno do Brasileirão 2016, neste ano elas não apareceram. Tenho percebido um Fábio Santos pouco interessado em marcar e extremamente preocupado em dar às suas jogadas ofensivas um “acabamento” exagerado e incompatível com a sua real qualidade. Na partida de hoje, foi pelo lado esquerdo de nossa defesa que o Godoy Cruz criou 90% de suas jogadas ofensivas. Depois daquela convocação do Tite a coisa desandou… Roger tem que corrigir isto, sob pena de termos problemas ao longo da temporada.

Fonte: Portal Superesportes
Foi um resultado aquém dos nossos investimentos e pretensões, mas que não é de todo ruim pela forma como o Galo permitiu que o jogo se desenrolasse e pelo empate na outra partida do grupo entre Sport Boys Warnes e Libertad. Na próxima rodada, no dia 13/04, daqui mais de um mês, receberemos o Sport Boys e não é aceitável um outro resultado que não a vitória e de preferência com um futebol mais organizado e comprometido. Qualquer outro postulante ao título que tenha visto o jogo de hoje e não conheça o real potencial do Galo pode ter esboçado um sorrisinho e esfregado as mãos. A partir da próxima rodada é a hora do Galo mostrar sua força e firmar o pé como favorito ao título. Que as apresentações do time sejam coerentes com o discurso que os jogadores colocam em suas entrevistas. Assumem-se o favoritismo que tenham postura de favoritos.

Galo sempre!
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