A SUA LINHA DE NOTÍCIAS

Tecnologia do Blogger.

Arquivo do blog

TWITTER

FACEBOOK

Premier League Brasil

Siga-nos nas redes sociais

Popular Posts

Quem sou eu

CLASSIFICAÇÃO

domingo, 12 de março de 2017

Revanche doce: Paysandu derrota Galo e volta a liderança

Na tarde deste domingo (12), o Paysandu voltou a jogar em Belém, na sétima rodada do Campeonato Paraense, contra o Independente, na Curuzu. O jogo tinha tudo para ser difícil, pois o alviazul já havia perdido para o Galo Elétrico na segunda rodada por 1x0 e o adversário estava invicto na competição.

Logo antes da bola rolar, a torcida teve uma surpresa, o 4-3-3 foi abandonado para dar lugar a um arriscado 4-2-4. Com o tempo percebeu-se que o primeiro sistema ainda era utilizado, mas apenas em momento defensivo. No 4-3-3, Wilkerson fazia o meio campo e no 4-2-4, ele fazia o ponta esquerda.

O primeiro lance perigoso saiu aos 11’, quando Ayrton fez a torcida vibrar com a cobrança de falta quase perfeita do lateral alviazul, a bola foi no ângulo e pareceu ter entrado, porém ela foi pela Linha de Fundo. O Paysandu esbarrava numa forte marcação do Independente, que abusava das faltas e que também não levava perigo para o adversário.

(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
No segundo lance mais perigoso do Papão no primeiro tempo, aos 32’, Wilkerson chegou pela ponta esquerda e cruzou, a bola parecia despretensiosa, mas Leandro Carvalho conseguiu o cabeceio, que acabou sendo defendido por Evandro Gigante. Os times foram ineficientes na criação de jogadas e isso resultou numa primeira etapa sem gols e com muita reclamação da torcida.

Na segunda etapa, Marcelo Chamusca resolveu atender as reclamações e corrigir seu erro. Tirou William Simões, botando Wilkerson na lateral-esquerda e colocou Diogo Oliveira no meio. Voltou para o 4-3-3, dessa vez com um armador. Logo aos 2’, a substituição começou a surtir efeito, o meia alviazul bateu uma falta venenosa e quase abriu o placar. Ele apareceria de novo, desta vez, aos 8’ e para fazer. Leandro Carvalho recebeu o passe de Rodrigo Andrade e passou para Diogo Oliveira, que chegou batendo para o gol, a bola ainda sofreu desvio do goleiro e entrou, fazendo 1x0 na Curuzu.

Quase dez minutos depois, Wegno, responsável pela maior parte das faltas cometidas pelo Independente, levou cartão vermelho direto após carrinho que tirou Wilkerson da partida. Com a expulsão, o Galo Elétrico montou duas linhas sem atacante, buscando fortalecer a defesa.

Aos 29’, Rodrigo Andrade tocou para Leandro e ele arriscou um belo chute, que acabou indo no travessão. Depois disso, o time de Tucuruí cresceu no jogo e, mesmo com um a menos, passou a arriscar mais. Com trinta e três minutos, Dudu cabeceou para o gol e quase empatou. Dez minutos depois, Hayner perdeu a bola sozinho e Magno puxou o contra-ataque, entrou na área com liberdade e chutou, mas seu chute foi para fora.

Palavra da colunista: O time, que culpou o gramado na segunda rodada, quase ficou sem desculpas neste domingo, porém a sorte esteve ao lado do time alviazul. Vamos começar por aquele que, em tese, deveria botar o melhor time em campo para jogar: Marcelo Chamusca. O técnico tentou ser ousado, mas esqueceu de que este sistema não tem como dar certo no Paysandu, por conta das características dos jogadores. Ele montou o time de maneira errada e só corrigiu depois de muita reclamação da torcida.

Wesley teve uma atuação para se esquecer. Errou diversos passes, não fez faltas em momentos importantes e deixou muito a desejar. Outro que se saiu mal foi Bergson, o artilheiro do clube na temporada, estava com a Síndrome do Kiko, não tocava a bola por nada, nem quando poderia dar passes que resultariam em gol, além disso, só queria a bola se fosse no pé.

O prêmio de melhor do jogo vai ter que ser dividido. Leandro Carvalho e Diogo Oliveira foram os que se saíram melhor em campo. O primeiro chegou a sua quarta assistência na temporada e fez bem sua função. Já Diogo fez seu primeiro gol em jogos oficiais pelo Paysandu e mudou o time depois que entrou.

Wilkerson fez um primeiro tempo meio apagado, pois o sistema favorecia isso, entretanto, quando aparecia era quase sempre bem. Na segunda etapa, em outra posição, ele conseguiu melhorar, mas acabou tendo sua atuação interrompida depois de um carrinho.

Um time que tem tudo para dar certo

Fala nação azul, até aqui continuamos com o gostinho de invencibilidade e dessa vez, o alvo foi America-MG. Se vocês me perguntarem se o Cruzeiro mereceu essa vitória, irei responder á vocês, que sim, pela proposta de jogo que a Raposa obteve principalmente no primeiro tempo.

Entretanto, algo que vem irritando a torcida cruzeirense, é a modo como a Raposa se transforma por completo depois que marcou o primeiro gol, tudo bem, que nossa equipe está bem organizada, entrosada, mas esse detalhe mínimo é bem irritante.

Após o gol, o Cruzeiro se preocupa em apenas administrar o duelo, se surgir uma oportunidade está ótimo, mas caso contrario a opção é recuar (alguém avisa que jogar recuado não funciona com o Cruzeiro, obrigada).

@versoscruzeiro
Bom, isso pode acontecer por alguns motivos: Não querer se desgastar, para ter um bom rendimento físico nos próximos confrontos (sem esquecer que o time celeste tem um calendário apertado esse ano); e é bem nítido que o Cruzeiro está jogando o Mineiro com objetivo de uma classificação e não vê tanta necessidade de fazer um futebol de primeira linha, mas olha, se a Raposa se esforçasse poderia fazer.

Uma das características da torcida do Cruzeiro é sempre ser exigente, a verdade que nunca está bom, vejo isso como uma qualidade, não se contentar com o “pouco” que os jogadores oferecerem, principalmente esse ano que no fundo estamos com esperança de conquistar algo.

Sobre o jogo, como estava dizendo foi um confronto marcado por uma primeira etapa com um volume alto pelo lado cruzeirense, a Raposa conseguiu criar varias oportunidades para balançar as redes. O primeiro gol azul e branco foi em uma cobrança de pênalti, aos 15’, mais um gol do “tio Sóbis”.

Apenas uma palavra resume como foi o segundo tempo, apático, se antes o Cruzeiro tinha um grande volume de jogo, na segunda etapa quem resolveu jogar foi o América, que criou ótimas jogadas, agora é o momento que levantamos as mãos para o céu e agradecemos por ter um baita goleiro como o Rafael.

Como o Maior de Minas, resolveu não se desgastar muito o placar do jogo foi “magrinho”, 1x0 e mais três pontos somados, já visando a nossa classificação.

Paula Fernandes / @Paulinha_CEC

Clássico raiz, vitória gourmet #SegueOLíder

Novamente peço calma a você torcedor, vou explicar o porque desse título. Gourmet é o nome que se dá a um estilo de culinária mais elaborada, que atende as exigências do consumidor com gosto mais apurado em relação à qualidade e apresentação do prato. Fazendo alusão as piadas que vemos na internet sobre este termo, podemos muito bem comparar o futebol de nossa equipe ao termo gourmet, já que em campo cada vez mais o time vem agradando e mostrando futebol e resultados convincentes com a torcida. Ontem não foi diferente, o time tiveram jogadas ensaiadas, criou diversas chances de gol, e soube lidar muito bem com a pressão atleticana quando esteve com um a menos em campo. Resultado? 2x1 para a equipe esmeraldina, três vitórias seguidas, e com destaque para o bom futebol apresentado nas últimas duas.

Time comemorando após o gol de Carlos Eduardo. foto: Goiás Esporte Clube
Antes de explicar o termo raiz, quero deixar este parágrafo como uma "dedicatória" para nosso camisa 10 Juan, que foi disparadamente o melhor jogador dentro de campo, possui uma visão de jogo incrível, e incrível é também a sua enorme versatilidade tática. Ontem o baixinho administrou com excelência nosso meio campo, fazendo a bola rodar e entregando duas assistências para os dois gols esmeraldinos. Pelo fato já ter jogado na lateral Juan consegue inverter com Tiago Luís durante a montagem da jogada ofensiva, e ganha espaço na Linha de Fundo, com esse espaço ele faz cruzamentos que sempre resultam em perigo. Se não é na Linha de Fundo, no meio ele consegue mostrar toda sua maestria, e ontem foi impecável. Uma nota que ele já carregava nas costas, 10.

Juan tem pouco tempo com a camisa do Goiás, mas já mostra o motivo
de sua contratação. foto:Goiás Esporte Clube
Voltando ao assunto sobre o título deste texto, raiz também pode ser usado para se referir a algo/alguém que possui características clássicas, antigas.. Dentre outros adjetivos. Ontem em campo tivemos todas as qualidades que compõem um clássico "raiz":

- Expulsões;
- Emoção do início ao fim;
- Futebol de boa qualidade;
- Nervos a flor da pele, apenas em campo.

Um prato cheio pra você torcedor, não? O verdão teve dificuldades no início do jogo, o primeiro tempo teve muitas finalizações para os dois lados, mas foi Tiago Luís que abriu o placar para o nosso lado. Logo no início do segundo tempo o Goiás ampliou com o criticado Carlos Eduardo (o que não muda minha opinião de que ele não merece a titularidade) e passou a maioria da segunda etapa com um a menos após a expulsão de Everton Sena. Daí em diante, vimos um clássico duro, com muitas entradas fortes, cartões amarelos e vermelhos. Nada que tirasse nossa vitória no final.

Tiago foi "gourmet" até em sua comemoração, fazendo referência
a um chef especialista em churrascos. Foto: Goiás Esporte Clube
Ainda defendo minha teoria:

É muito cedo para dizer se Gilson Kleina é o treinador certo para o Goiás. Mas já é certo que o grupo permaneceu unido e apoiando ele diante de todos os problemas que a equipe passou nas última semanas. Da minha teoria dos cinco jogos, já se passaram três, e aquela faixa de "Fora Kleina" apresentada na Serrinha uma semana atrás já foi esquecido por muitos.

Ainda há necessidade em aguardar os próximos dois resultados, para saber se Kleina tem vestiário e deu uma cara ao time (é o que tudo esta me levando a crer) ou se ela vai ser útil ou não em um futuro próximo. A próxima batalha é garantir a classificação para o sorteio da próxima fase da Copa do Brasil, contra o Cuiabá, quinta-feira na Arena Pantanal. Até lá desejo uma ótima semana a todos, e já quase ia me esquecendo... #SegueOLíder

Artur Pinheiro ll Facebook
Linha de Fundo ll @SiteLF

Cobra sem veneno

Depois da ótima vitória contra o Bahia na última quarta-feira, o Tricolor voltou a jogar nesse domingo (12) contra o Cascavel, pelo Campeonato Paranaense, conquistando a vitória por 2x1 com time reserva.

Felipe Alves comemorando o gol da virada (Foto: Reprodução/RPC)
O jogo começou pegando fogo. A Serpente até que começou com seu veneno abrindo o placar no Olímpico Regional aos 2 minutos de partida. Após cobrança de escanteio batida por Léo Maringá, Everton Dias cabeceou mandando a bola para o fundo da meta paranista.

O único jogador titular do Paraná na partida foi o Renatinho, pois foi expulso contra o Bahia e não enfrentará o ASA em Arapiraca. Foi ele quem bateu o escanteio que originou o gol de empate Tricolor; a bola sobrou na área para o zagueiro Artur que deu um meio-voleio para a defesa do goleiro cascavelense, porém a bola sobrou para Nathan Cachorrão dar a primeira alegria à torcida no jogo.

No começo do segundo tempo, depois de cobrança de falta batida por Renatinho, Wesley, atacante do Cascavel, tirou a bola com a mão, mas o juiz não deu pênalti. Também nem foi preciso, pois pouco tempo depois, aos 12 minutos, Jonas Pessalli cruzou para a cabeçada de Felipe Alves, no contra-pé do goleiro: Cascavel 1x2 Paraná.

O Tricolor ainda teve chances de ampliar o placar, como no lance de Rafael Furtado que saiu livre para o gol e parou no goleiro adversário. O lançamento do lance tinha sido feito por Gabriel Furtado, que é seu irmão gêmeo.

DESTAQUES

Na partida de hoje, dois nomes chamaram mais a atenção em campo: Nathan e Jonas Pessalli. Em seu primeiro jogo como titular, Nathan já deixou seu primeiro gol e mostrou muita raça em campo, como no lance que sentiu a perna, mas ainda assim correu para cruzar a bola na área adversária. Já Pessalli, não vinha bem nas últimas partidas, mas hoje teve uma boa atuação em campo, dando uma bela assistência para o segundo gol paranista.

PRÓXIMO CONFRONTO

Próximo jogo do Paraná será de muita importância para a sequência da boa fase do time. Em Arapiraca, no Fumeirão, pela ida da 3º fase da Copa do Brasil. O time estará sem Renatinho, mas tem elenco para repor a ausência do 10 paranista, como Guilherme Biteco.

Sobrevivemos. Agora chegou a hora de encarar a realidade

Um sol para cada um e uma partida muito fraca. Este foi o resumo do confronto entre Taubaté e União Barbarense pela décima rodada do Campeonato Paulista da Série A2.

Com o time remendado e atuando com laterais improvisados, o Burro da Central apresentou um futebol bem pobre nos primeiros 45 minutos no Joaquinzão. Na volta para a etapa final, o técnico Evaristo Piza resolveu mexer na equipe, promovendo as entradas de Rafael Rosa e Tiago Tremonti. 

Gol solitário de Alex Silva garantiu mais três pontos para o Taubaté na A2. Foto: Bruno Castilho/EC Taubaté
Os primeiros minutos foram terríveis, com o Taubaté tomando pressão em casa para o lanterna do campeonato. Se não fosse as grandes intervenções do goleiro Célio Gabriel, as coisas ficaram ruins para o Burro.

Com o passar do tempo, o Alviazul se encontrou, o mínimo, para vencer a partida. Aos 27 minutos, Cassinho cobrou falta com perfeição, a bola bateu na trave e sobrou para o capitão Alex Silva apenas empurrar para o fundo das redes.

Com o resultado, o Taubaté subiu para o quinto lugar e chegou a quatro vitórias nas últimas cinco partidas. As quatro vitórias sobre equipes que estão na zona de rebaixamento ou muito próximas delas. O Burro sobreviveu bem à série de partidas em tese mais tranquilas da competição.

Daqui para frente, é hora de mostrar a real condição do time: Seguir na parte de cima ou jogar para se manter na divisão. Próximo compromisso, Juventus na Rua Javari. O time da Mooca luta para sair das últimas posições, porém o Taubaté é freguês histórico do Moleque Travesso, ainda mais jogando na capital. Já se vão 55 anos sem ganhar do Juventus na Javari, porém isto é assunto para a próxima postagem.

Uma derrota que abriu os olhos: O que está errado?

O começo de temporada do Clube de Regatas Brasil parecia ser diferente dos outros que se passaram. A eliminação precoce na Copa do Brasil deixou dúvidas no ar, mas a equipe do Altos que nos eliminou, mostrou na Copa do Nordeste diante do Fortaleza que sabe jogar e mereceu se classificar. Até o último jogo, as coisas pareciam estar bem, o elenco estava forte e era notável que alguns atletas não demonstravam e ainda não conseguem demonstrar o real significado de receberem um salário tão bom.

A lista de jogadores que foram contratados para brigar pela titularidade é ampla, mas os que merecem ser dos onze iniciais são poucos. Dos remanescentes da temporada passada, a defesa se mostra sólida em certos pontos. Juliano está conseguindo conquistar a confiança de alguns, mas nem todos. Gabriel e Flávio Boaventura estão fazendo boas partidas, mas este último continua a pecar em momentos e acaba sendo expulso não por dois cartões amarelos ou uma falta perigosa, e sim por agressão ao jogador adversário.

Diego e Marcos Martins continuam na titularidade do clube. Mas o primeiro é discutível de sua posição, podendo ser colocado em um setor mais próximo ao ataque pela qualidade que tem de conduzir a bola e sempre tentar chegar ao gol.

(João Marcelo Cruz / Portal TNH1)
Foto: João Marcelo Cruz
Léo Condé, mesmo com um time financeiramente superior a todos seus adversários na temporada está mostrando dificuldades em quase tudo dentro de campo. Para começar, será que o salário dado a todos os jogadores é justo? Há um grupo de jogadores que mostra compromisso com a equipe e fazem partidas boas sempre que estão dentro de campo, caso de: Adriano, Gabriel e Diego. Outros jogadores não conseguem ter uma boa sequência e falham em momentos cruciais. Neto Baiano que já soma 57 partidas com a camisa do CRB não mostra eficiência em outro número que deveria por obrigação agradar os torcedores. Destas mais de cinquenta partidas, são apenas 14 gols marcados.

Há outros jogadores que não tem boa fase também, caso de Sérgio Mota que foi contratado para ser o "camisa 10" do clube ao menos no primeiro semestre. Maílson que tanto mostra habilidade nas partidas não consegue soltar a bola em momentos que pode definir a partida, sempre tenta individualizar demais e não consegue terminar a jogada por ter mais de dois marcadores para roubar a bola.

A hora agora é de consertar as falhas e trabalhar. O elenco é o mais rico do grupo da Copa do Nordeste, mais rico do Campeonato Estadual e não se deve haver perigo por conta de uma partida mal jogada, posicionamento falho ou jogada individual que atrapalha os jogadores de frente.

O Presidente Marcos Barbosa deve se pronunciar sobre os resultados da equipe. Certo que os números são bons, mas não são tão bons assim. Dispensar jogadores descompromissados é dever do presidente. Se não fosse a equipe do Miguelense no caminho do CRB, os números não estariam da forma que estão. O dinheiro tem de sair do bolso agora, a equipe está crescendo e não deve utilizar argumentos do tipo: "Ano passado foi do mesmo jeito, conseguiremos da mesma forma".

O ano passa, o time evolui, o futebol em si de outras equipes também. Não dá pra ficar chutando com o mesmo pé toda vez, nem sempre vai dar certo.

Sampaio perde para o River, em Teresina, e está eliminado no Nordestão

River e Sampaio Corrêa se enfrentaram na noite deste sábado (11), às 18h15, no Estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina (PI), pela 5ª rodada do Grupo A da Copa do Nordeste. A derrota por 1 a 0 eliminou todas as chances de classificação para a Bolívia Querida, que possui apenas três pontos e uma vitória.

O técnico Francisco Diá promoveu a estreia de Roniery na lateral direita, após as dispensas dos laterais direitos Artur e Zé Leandro, além do volante Cloves, do lateral esquerdo Zadda, do goleiro Paulo Rafael e do atacante Carlos Alberto. Renan Dutra também estreou na zaga.

Sampaio perde para o River no Lindolfo Monteiro (Foto: Stephanie Pacheco)
O jogo

O River iniciou o jogo de forma ávida. Logo aos 4 minutos, Rodrigo Tiuí recebeu uma bola enfiada na área pela esquerda e, cara a cara com o goleiro Jean, chutou por cima do gol.

O primeiro tempo só voltou a ter emoção nos acréscimos, quando o árbitro anulou corretamente um gol do Sampaio. Esquerdinha cobrou escanteio de forma fechada, o goleiro Leandro passou da bola e Otávio, na segunda trave, tocou com o braço para o gol. Inicialmente, o árbitro e o assistente validaram o gol, mas o quarto árbitro interferiu e anulou a jogada.

O segundo tempo mal começou e logo no primeiro minuto o River abriu o placar. A bola foi lançada ao ataque pelo goleiro Leandro. Roniery, que fez um bom primeiro tempo, tentou recuar de cabeça para Jean, mas a bola acabou sobrando para o atacante Tety, que dominou e com um único drible deslocou Valderrama e o goleiro Jean e finalizou para o gol aberto.

Aos 39 minutos, o Sampaio perdeu uma ótima oportunidade para empatar a partida. Hiltinho cobrou falta rápida na entrada da área e tocou para Henrique, que se desvencilhou do marcador, mas chutou mal de direita em cima do goleiro.

O que parecia ser um jogo movimentado acabou ficando morno, sem criatividade das duas equipes. O gramado irregular, que mais parecia um pasto, também não contribuiu para apresentar um bom futebol. Os dois times finalizaram pouquíssimas vezes. Do ponto de vista técnico, foi uma partida fraquíssima, com mais uma péssima atuação do Tricolor Maranhense, que não conduziu produzir quase nada que representasse perigo ao time riverino.

Próximo confronto

O Sampaio agora "muda a chave" para a Copa do Brasil, na qual enfrentará o Internacional (RS), no jogo de volta, no Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), às 21h45. É uma missão quase impossível, pois no jogo de ida, o time maranhense foi goleado por 4 a 1, no Castelão.

FICHA DO JOGO:
RIVER (PI) 1 X 0 SAMPAIO CORRÊA

Local: Estádio Lindolfo Monteiro, Teresina (PI)
Data: 11 de março de 2017, sábado
Hora: 18h15 (horário de Brasília)
Árbitro: Leo Holanda (CE)
Gol: Tety, 1’ 2ºT
Cartões amarelos: Emerson, Leandro, Viola e Juninho Paraíba (River); Cleitinho, Otávio e Esquerdinha (Sampaio)

River: Leandro; Rossales, Gustavo Eugênio, Brissuela e Wesley; Amorim (Emerson), Humberto e Juninho Paraíba; Tety (Negueba), Rodrigo Tiuí (André Luís) e Viola. Técnico: Eduardo Húngaro.

Sampaio Corrêa: Jean; Roniery, Breno, Renan Dutra e Esquerdinha; Otávio (Henrique), Valderrama, Daniel Barros, Cleitinho (Wesley) e Hiltinho; Giovani (Guilherme). Técnico: Francisco Diá.

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

O aloprado Juventus x Milan

A esta altura do campeonato todos sabem que a Juventus bateu o Milan pelo placar de 2x1 no Juventus Stadium, na última sexta-feira, 10, em um jogo repleto de oportunidades, polêmicas e que colocou em campo 52 títulos italianos, nove títulos de Champions League, Copas, Supercopas, Ligas Europa, etc.

Desde o primeiro minuto de jogo a Juventus impôs sua superioridade técnica e tática frente a um Milan acuado. Allegri colocou a Juventus em campo em um 4-2-3-1 modificado: Buffon; Barzagli, Benatia, Bonucci e Asamoah; Pjanic, Khedira, Dani Alves, Dybala, Pjaca; Higuín. Sim, Barzagli começou na lateral direita, Asamoah na esquerda, Dani na meia direita, fazendo vias de Cuadrado e Pjaca na meia esquerda, fazendo o papel de Mandzukic.

Aos sete minutos de jogo, a primeira polêmica: Dybala entrou na área milanista pelo meio, driblou Zapata e o colombiano “deu um rapa” no argentino. Pênalti claro, não marcado pelo árbitro da partida. Na sequencia do lance, Pjaca ainda perdeu boa oportunidade de gol, chutando a bola para fora, rente à trave.

Aos 28 minutos, após grande pressão bianconera, Dani Alves lançou Benatia dentro da área (sim, para vocês verem o tamanho da pressão, o ZAGUEIRO estava dentro da área, em lance que não era escanteio ou bola parada ), que dominou a bola e estufou as redes do Milan abrindo o placar do jogo.

Benatia comemora seu gol junto a Dybala. Foto: Juventus.com
Aos 42 minutos de jogo a única chance do Milan resultou em seu gol. A bola estava na ponta direita do ataque bianconero, Romagnoli chutou a bola tentando afastar o perigo, Bonucci falhou na interceptação no meio, a bola sobrou para Deulofeu na esquerda, que ganhou de Barzagli e passou pra Carlos Bacca dentro da área, que empatou a partida. No primeiro tempo o Milan foi eficiente: um chute, um gol.

No segundo tempo a Juventus continuou pressionando o Milan, forçando o jovem goleiro italiano a fazer grandes defesas e se consagrar como o melhor jogador da partida. Ao todo foram 20 finalizações da Juventus contra quatro do Milan, 56% de posse de bola bianconera, 10 escanteios para nós contra apenas dois deles. Um alto volume de jogo que não resultou em mais gols por conta da noite feliz de Donnarumma.

O árbitro deu 4 minutos de acréscimo na segunda etapa. Aos 47, Asamoah fez grande jogada pela esquerda, sendo parado por um forte carrinho dado por Sosa. O argentino já tinha cartão amarelo, tomou o segundo e consequentemente foi expulso. Após a cobrança da falta, Higuaín ainda tentava um voleio para sua consagração, mas que infelizmente passou raspando a trave direita milanista.

Aos 49 minutos e 13 segundos Higuaín ainda recebeu cruzamento dentro da pequena área, matou no peito, bateu forte, para outro milagre de Donnarumma. No rebote, aos 49 minutos e 18 segundos, Lichsteiner recebeu, cruzou e a bola bateu nos braços abertos de De Sciglio dentro da área. O árbitro assinalou pênalti.

O Juventus Stadium veio abaixo, muitas reclamações por parte dos jogadores do Milan junto ao assistente que fica atrás do gol, mas o árbitro confirmou a penalidade. Dybala bateu forte no canto esquerdo, Donnarumma até acertou o canto, mas não pegou. Apoteose de Dybala, êxtase no Juventus Stadium e a Juventus ganhou a partida por 2x1.

Momento em que Dybala bate o pênalti que deu a vitória a Juve. Foto: Juventus.com
Em um jogo desses, algumas considerações precisam ser feitas.

Assim que a penalidade foi marcada, torcedores de times que almejam algo que está nas mãos da Juventus se manifestaram nas redes sociais na Itália e no mundo, afirmando que a Juventus sempre ganha roubado. Veja, esse é um pensamento de conversa de boteco. Desde a queda para a Série B a Juventus demonstrou que não se conformaria em ser coadjuvante. Investiu em jogadores e projetos que não deram certo e acabou amargando um período na mediocridade.

Após o título do Milan na temporada 2010-2011, a Juventus acertou as contratações, acertou um elenco, comissão técnica e diretoria, aliada a incompetência de Inter e Milan e domina a Itália até os dias de hoje. Nesse período são cinco scudettos, duas copas, supercopas, final de UCL... Ninguém consegue isso por acaso.

Aos sete minutos de jogo Zapata derrubou Dybala dentro da área. Falta dentro da área é pênalti. Não importa se um time é melhor do que o outro e que a penalidade desestabilizaria o Milan. O pênalti marcado na mão de De Sciglio é totalmente interpretativo. O lateral italiano estava com os braços abertos dentro da área, o que pode caracterizar a penalidade. A bola veio muito forte, o que pode caracterizar que ela bate sem intenção.

O que é incompreensível é ignorar a penalidade sofrida por Dybala, afirmar que neste momento o árbitro simplesmente “errou” e que, no momento em que ele interpreta um lance em favor da Juventus (no caso a penalidade – que, na visão de muitos aconteceu e para outros não aconteceu) ele “roubou”. Isso é um pensamento simplista, raso. Todos podem ter suas opiniões sobre a penalidade crepuscular, mas qualquer coisa a mais é ladainha.

Até no gol do Milan, Carlos Bacca estava centímetros à frente, em impedimento. Como julgar a arbitragem desta forma?

O árbitro deu quatro minutos de acréscimo no segundo tempo. Do momento em que houve a expulsão de Sosa até que houvesse a cobrança da falta transcorreram mais de 40 segundos. Aos 49 minutos e 18 segundos, Lichsteiner recebeu, cruzou e o restou vocês já sabem. O jogo continuou além dos acréscimos porque Sosa se recusou a sair rápido, ganhando tempo. Acabar o jogo aos 49’ só beneficiaria o infrator (Milan/Sosa) e o árbitro acertou ao permitir a continuação do jogo e a penalidade.

Após a partida, inconformados, os jogadores do Milan depredaram o vestiário do visitante no Juventus Stadium. Montella pediu desculpas, institucionalmente não há manifestação do Milan. A Juventus, como uma senhora elegante, afirmou que não cobrará os prejuízos do Milan. Senti falta de uma nota do time da Lombardia que honrasse o tamanho da sua gigante história.

Sejamos honestos: Na bola o Milan não merecia o empate e a Juventus merecia a vitória. Os rossoneri foram massacrados durante a partida. Claro que o goleiro do Milan faz parte do espetáculo, que caso não fosse vazado, seu time tivesse marcado e, consequentemente, saído com a vitória teria sido justo. Justo mas não merecido. A vitória da Juventus foi justa e merecida.

Tradicional comemoração dos jogadores com a torcida. Foto: Juventus.com
O futebol é fantástico pelo imponderável, por isso o mérito não importa. Basta ser justo para ser real. No jogo em questão, se tem alguém que poderia reclamar de algo seria a Juventus no pênalti no Dybala. No lance da bola na mão ou mão na bola de De Sciglio, vai da interpretação do árbitro em saber se este assumiu o risco ao manter o braço aberto demais, ou se colocou a mão na bola de forma proposital, ou se não era lance para falta. Entretanto, como alguém (jogadores do Milan) ficam inconformados a ponto de danificar o vestiário do time da casa sendo que não foram melhores que estes? O jogo só durou além dos acréscimos pelo imponderável e não pela organização.

Não vou aqui filosofar sobre justiça, moral e mérito. A incompetência do Milan é latente. Está ai para todos verem. Nesses quase seis anos de dominação bianconera, todas as suas reclamações não passam de um “sonho de uma noite de verão”. Não só as deles. Deixem pensar raso e dormirem tranquilos com isto. Enquanto eles se acomodam nas desculpas, a Juventus corre atrás de suas ambições.

A vitória da Juventus foi tão justa, legal e merecida quanto à do Milan na Supercopa.

Gianni Agnelli estaria orgulhoso do papel da sua Juve. Tanti auguri, Avvocato!

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!

Sorveteiro Dudu oferece 3 bolas com cobertura extra

Uma característica muito legal dos clássicos está no fato de que costumam contar histórias que transcendem os campeonatos aos quais estão inseridos. O Choque-Rei foi mais um exemplo disso recontando uma história que parece até repetida: Outra vitória larga do Palmeiras sobre o rival com direito a gol de cobertura, assim com tinha sido com Robinho tempos atrás em outra vitória por 3x0.

Dudu comemora o primeiro gol do jogo. (Foto: Divulgação/Cesar Greco/Ag. Palmeiras)
A semana anterior ao jogo também costuma ser divertida já que os times gostam de pregar respeito e usar clichês que muitas vezes não entram em campo. Foi a vez de o São Paulo usar o “jogaremos como estamos acostumados” mesmo que fosse óbvio que não aconteceria desta forma.

Seria uma sandice que o time comandado por Ceni se abrisse para atacar o Palmeiras, especialmente como visitante. Com um time muito mais sólido defensivamente, o Verdão deveria ter ainda mais facilidade do que teve para passar pelo rival nesta tarde de sábado, mesmo com ausências importantes no time titular como Jean, Zé Roberto, Felipe Melo e Borja.

A partida acabou servindo também para entender o conceito de elenco, que erroneamente foi ironizado no último clássico diante do Corinthians. Mesmo sem quatro titulares (e há quem ainda conte Edu Dracena nesta lista), o Verdão sentiu pouco e jogou bem. O São Paulo lembrou a todos que tem um time razoável, mas um péssimo elenco: A ausência de Cueva praticamente matou a criação ofensiva.

Acertadamente, o São Paulo cozinhou o jogo no primeiro tempo. A bola ficou muito mais com os visitantes do que com o alviverde ao longo dos primeiros quinze minutos. Se a posse era absolutamente inofensiva, serviu para segurar uma eventual pressão que, como sabemos, o Palmeiras gosta de exercer dentro do Allianz Parque.

Por outro lado, o adversário da tarde tinha enormes dificuldades em acertar a saída de jogo e criar lances de perigo. Prass só precisou trabalhar em um contra-ataque nas costas de Egídio. No restante da etapa inicial, só apareceu em tiros de meta ou bolas paradas jogadas para a área palmeirense. O Verdão, ao contrário, sempre que apertou um pouco a marcação viu o rival errar passes ou apelar para a bola longa. Mesmo assim, faltava capricho no último passe.

Capricho esse que não faltou em mais uma roubada de bola no campo de ataque, desta vez com Egídio desarmando (acreditem se quiser) e tocando para Dudu. O camisa 7 não hesitou e bateu dali mesmo, marcando outro gol antológico contra o rival e abrindo o placar no final do primeiro tempo.

O gol simplesmente matou o rival. No segundo tempo, um passeio. Exceção a uma falta e uma saída errada de Mina em que Pratto obrigou Prass a defender, o Palmeiras mandou no meio-campo e no jogo. Tchê Tchê marcou outro bonito gol e nova falha de Dênis possibilitou que Guerra também marcasse o seu - de certa forma se redimindo do erro no Derby.

Tchê Tchê que, aliás, lembrou a todos o quão importante é dentro de campo. Com ele, o criticado 4-1-4-1 funcionou bem. Com linhas mais próximas, o São Paulo tinha enormes dificuldades de criar qualquer coisa. Sua movimentação impressionante e incansável complica qualquer marcação - inclusive a análise tática já que ele nunca fica plantado em um lugar do gramado.

Recuperado de lesão, Tchê Tchê voltou a marcar e foi fundamental na vitória do Verdão. (Foto: Divulgação/Cesar Greco/Ag. Palmeiras)
A mensagem que o jogo deixa é de apoiar. Enquanto a torcida estiver jogando junto, apoiando time e treinador, as coisas tendem a acontecer com mais naturalidade. A boa apresentação nesta bonita tarde de sábado reforçou essa importância de seguir caminhando junto, inclusive gritos a favor do zagueiro Vitor Hugo, considerado o “vilão” da última partida.

No mais, olé para a torcida e algumas chances perdidas que poderiam tornar o placar ainda mais elástico. A vitória no clássico era especialmente importante para dar confiança para Eduardo Baptista, mas nem ele mesmo imaginava tamanha facilidade para ter sua primeira vitória em jogos deste porte pelo Verdão. Se repetir o desempenho na quarta-feira deve, enfim, ganhar um pouco mais de tranquilidade e confiança para seguir o bom trabalho que faz até aqui.
←  Anterior Proxima  → Inicio

Inscreva-se no canal LFTV

Curta nossa página no Facebook

Siga-nos no Twitter

Mais lidas da semana