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quinta-feira, 16 de março de 2017

CSA atropela Coruripe e mantém liderança e invencibilidade no estadual

Em jogo antecipado pela 9ª rodada do Campeonato Alagoano, na quarta-feira 15/03, o CSA atropelou o Coruripe no Trapichão com portões fechados. Jogando com facilidade, o CSA aplicou 3x0 no adversário. Tanto neste quanto nos próximos dois compromissos, um pela Copa do Nordeste e outro pelo Campeonato Alagoano, o Azulão do Mutange apenas cumpre tabela.

Apesar da boa campanha no estadual, o CSA não deve relaxar, pois a eliminação na Copa do Nordeste ascendeu um perigoso alerta no que se refere à Série C do Campeonato Brasileiro. Sem resistência no estadual, uma vez que o CSA apenas enfrentou equipes de menor expressão, a boa campanha não é referência para muita coisa. O período é de tranquilidade no Mutange desde que a equipe siga bem no campeonato estadual.

O CSA precisa dar uma resposta positiva a seu torcedor em 2017, o mesmo que fez com que o Azulão tivesse boa média de público em 2016 (média de 11.116 no Campeonato Brasileiro) e um dos 10 programas de sócio-torcedor que mais cresceram no país no mesmo ano.

Foto: Ailton Cruz/Gazeta de Alagoas
Se, de um lado, o CSA cumpre tabela, do outro lado o jogo valia muito para o Coruripe. Com a derrota, o Hulk fecha a primeira fase do estadual sem chances de classificação para o hexagonal final. Isto implica que o time do litoral sul alagoano jogará o quadrangular da permanência.

Se o alerta está ligado no Mutange, em Coruripe a situação é desesperadora. Muito mal no estadual, com apenas uma vitória em nove jogos, o Hulk precisa repensar seu projeto visando a Série D do Campeonato Brasileiro.

É verdade que o Coruripe não teve vida fácil contra CSA e ASA (três derrotas em três jogos), mas derrotas frente aos times do Santa Rita, CSE e Miguelense (lanterna do estadual) colocaram o Hulk nesta situação. Provavelmente os adversários do Coruripe no Campeonato Brasileiro, que são Central/PE, Juazeirense/BA e Sousa/PB, oferecerão mais resistência do que as equipes do Santa Rita, CSE e Miguelense. Assim, nos resta aguardar o que será feito em Coruripe até o início do torneio nacional.

Parabéns!


Música de fundo: Blue Monday - New Order


Acompanhe o Norwich em...

Um regulamento estranho para a Segundona de SC

Nesta última terça-feira (7), foi realizada na sede da Federação Catarinense de Futebol, a reunião do Conselho Técnico do Catarinense Série B 2017. Com presença de representantes dos 10 clubes que irão participar da competição, foi decidido o regulamento do campeonato nesta temporada.

Catarinense Série B 2017 você acompanhará todos os detalhes no Linha de Fundo
O Catarinense Série B 2017 terá uma das fórmulas de disputa mais bizarrras já vista. O campeonato será disputado em turno e returno, em pontos corridos, com os pontos sendo zerados na virada de turno. Até aí tudo bem, mas agora vem à parte estranha da história.

Caso uma mesma equipe seja campeã dos dois turnos, ela sim, será declarada campeã e garante acesso à elite. Porém, sobem duas equipes, e essa definição será decidida num confronto de ida e volta entre os dois melhores colocados na classificação geral.

Na eventualidade de os turnos terem campeões diferentes, os times em questão não terão vaga garantida na final do campeonato, e sim em uma semifinal. As equipes campeãs disputarão a vaga à final em um confronto de mata-mata contra os dois melhores colocados na classificação geral. Os vencedores dos confrontos vão à final, e consequentemente, garantem acesso à elite do futebol catarinense.

Dirigentes decidiram nesta terça o regulamento da Série B 2017 (Foto: Divulgação)
Outra novidade é a de que foi decidido por votação (44 a 11), que o Catarinense Série B 2017 será um campeonato Sub23, com atletas nascidos a partir do ano de 1994. Porém, estará permitido o uso de cinco jogadores com idade acima por partida.

Com as participações de Barra, Camboriú, Concórdia, Guarani de Palhoça, Hercílio Luz, Itajaí, Jaraguá, Juventus, Marcílio Dias e Operário de Mafra, o Catarinense Série B 2017 terá início no dia 2 de julho, e término em 15 de outubro.

Patrick Silva | @figueiradepre

Atlético 100% no Mineiro

Depois do jogo de ontem cheguei a uma conclusão inevitável, somos bipolares. Alternamos momentos de extrema tristeza, provocada pela fraquíssima atuação do Galo em Mendoza, contra o péssimo time do Godoy Cruz, com momentos de extrema alegria, pelo que vimos ontem no jogo contra a também fraquíssima equipe do Tupi de Juiz de Fora.

Precisamos de um “Zoloft”, ou algo parecido, para lidarmos com essa montanha-russa de emoções que é o Clube Atlético Mineiro, que, invariavelmente, joga bem em casa e mal fora de casa.

Ao contrário do que aconteceu na Argentina, em que o time entrou em campo com zagueiros, volantes e atacantes e, assim, ficou sem nenhuma criatividade no meio de campo, ontem tivemos Cazares no lugar do volante Danilo. Com isso tivemos ligação entre os setores do time, articulação no meio de campo. Quase todas as bolas passavam pelo equatoriano, que, além da criação, roubou a bola do adversário no lance que deu origem ao segundo gol do Atlético.

Esperto, após tomar a bola, Cazares passou para Robinho, que deu um drible desconcertante no zagueiro adversário e tocou à direita do goleiro, marcando um belo gol.

Robinho já havia participado da jogada que deu origem ao primeiro gol. Num passe que deu pra Otero, que dentro da área não conseguiu dominar a bola, mas, digamos, ajeitou para o atrapalhado volante Marcel dar um chutaço, a bola bateu no travessão e quando tocou a grama já estava dentro do gol.

Foto: globoesporte.com
O primeiro tempo foi assim, quase completo domínio do Galo, com exceção para duas bolas lançadas na área, uma num escanteio em que a defesa atleticana não cortou e o zagueiro do Tupi cabeceou, a bola bateu no travessão, e uma outra bola que bateu nas costas do atacante do Tupi e foi pra fora.

Além do Cazares no meio de campo outra mudança ocorreu no posicionamento do meia Elias, que desde que chegou ao Atlético vinha jogando em uma única posição, volante, sempre no campo de defesa do Galo. Acontece que, jogando de volante, volante mesmo, só com função de marcar, o Elias é um jogador comum, nem mais, nem menos.

Contra o Tupi foi diferente, Elias apoiou o ataque, apareceu na área adversária e foi premiado com uma bola rebatida que ele chutou de primeira para fazer um belo gol, quase no fim do jogo.

A essa altura o Galo já vencia por 3 a 0. O terceiro gol foi marcado pelo zagueiro Gabriel, que, após cobrança de escanteio de Cazares, chutou para a rede a bola que sobrou livre para ele quase na pequena área.

Foi 4 a 0 em ritmo de treino. Tudo definido no primeiro tempo, porque o segundo tempo seguiu arrastado. O Galo feliz com a vitória parcial e o Tupi sem nenhuma força para reagir.

Sem força e sem time para reagir, para se ter uma ideia da fragilidade do adversário basta observar o jogo do nosso valente zagueiro Felipe Santana, que não cometeu nenhum daqueles erros absurdos que costuma cometer. Bom, isso no primeiro tempo, porque no segundo o zagueiro não se antecipou a uma bola que bateu no gramado e simplesmente o encobriu, sorte que foi parar nas mãos do goleiro Giovanni, que impediu o gol do Tupi.

Para não dizer que não falei de Fred, ele jogou bem, não fez gol, mas participou bastante do jogo.

Destaque também para o retorno do Luan, o menino maluquinho voltou a jogar depois de um longo período no departamento médico.

Pelo Galo o melhor em campo foi o Cazares, que articulou muito bem as jogadas de ataque do Galo. Menção honrosa para Robinho, que também jogou bem.

Do Tupi destaque para os belos nomes, o meia JáJá era. O zagueiro Edmario, filho de um saudoso torcedor dos tempos em que jogavam Edmundo e Romário. E o atacante Flávio Caça-Rato, o CR7 da zona da mata.

Quanto à nossa bipolaridade, precisa ser tratada. O Dan Nepomuceno precisa contratar com urgência um psicanalista. Jogadores, técnico e até o Belmiro, o massagista, precisam ir para o divã. Isso porque o time não pode ficar nessa: Joga bem em casa e fora de casa não joga.

O Campeonato Brasileiro está próximo, o Atlético precisa se preparar para vencer os jogos na casa do adversário, principalmente os times de menor expressão. Não dá para ganhar o Brasileirão vencendo apenas os jogos no Independência.

Depois dessa constatação freudiana, não custa dizer que o Galo está 100% no mineiro, sete vitórias em sete jogos. Isso deve ser visto com reservas, porque o Campeonato Mineiro não é referência para outros campeonatos, mas funciona muito bem para que o time adquira ritmo de jogo.

O Galo alcançou a vitória de número 100 no novo Independência, desde a sua reinauguração em 2012 foram 147 jogos, com 32 empates, 15 derrotas e a centésima vitória conquistada ontem.

No independência o time vai bem, agora falta cumprir a outra metade do trabalho: Aprender a jogar fora de casa!

CARLOS EDUARDO OLIVEIRA

Sampaio perde novamente para o Inter e se despede da Copa do Brasil

Com a ingrata missão de reverter à desvantagem no primeiro confronto (4 a 1), o Sampaio Corrêa foi a Porto Alegre para enfrentar o Internacional, no Estádio Beira-Rio, na noite de ontem, às 21h45, pela 3ª fase da Copa do Brasil. A Bolívia Querida tentou, mas o resultado foi decepcionante, 3 a 0 para os gaúchos.

Sampaio sofre nova derrota para o Inter e está eliminado da Copa do Brasil (Foto: www.futebolinterior.com.br)
Os gols

O Internacional abriu o placar aos 41 minutos do primeiro tempo. Em contra-ataque, Fabinho cruzou da direita e Carlos subiu sozinho para cabecear para o fundo das redes.

O segundo gol do Colorado aconteceu aos 23 minutos do segundo tempo. Após erro de passe de Valderrama no meio de campo, Iago lançou a bola ao ataque, o zagueiro Renan Dutra não cortou e Carlos mandou por cobertura, na saída de Jean, para ampliar o placar.

O Inter fechou a conta aos 30 minutos. D’Alessandro cobrou falta com maestria no ângulo direito, sem chance para Jean, e determinou a derrota do Tricolor.

Analise do jogo

O Sampaio fez um bom primeiro tempo, marcando bem, sobretudo com a estreia do volante Diego Silva, controlando o meio de campo e tomando uma atitude ofensiva, acionando bastante o ataque, pois não havia nada a perder. O Internacional explorou alguns contra-ataques, principalmente pelo lado direito, onde Esquerdinha atuou e deixava sempre espaço para as investidas do ataque Colorado. E foi assim que aconteceu o primeiro gol.

A Bolívia Querida ainda teve duas oportunidades no primeiro tempo. Guilherme, após passe enfiado de Hiltinho na área, finalizou cruzado, mas Marcelo Lomba defendeu com segurança. Após o primeiro gol da partida, Hiltinho invadiu a área, driblou o marcador e tentou acertar rasteiro no canto direito, mas o goleiro se esticou todo para espalmar para fora.

Na volta para o segundo tempo, o técnico Antônio Carlos Zago mexeu na equipe colorada e sacou o venezuelano Seijas para a entrada de D’Alessandro. Assim, o Inter conseguiu quebrar a marcação imposta pelo tricolor, que cansou depois dos 20 minutos, e passou a dominar o meio de campo. O jogo passou a ficar nas mãos do time gaúcho e o Sampaio nada pôde fazer. Além dos erros individuais, cruciais para a derrota, o que pesou contra a Bolívia Querida foi a falta de opções ofensivas.

Estreias

Para a próxima partida, o Sampaio poderá contar com novas estreias. O volante Alessandro Paraná, que se lesionou na pré-temporada, está recuperado e poderá, enfim, fazer o seu primeiro jogo com a camisa tricolor. O goleiro Alex Alves já está à disposição do treinador Francisco Diá e deve ser o novo dono da camisa 1. Além dele, o zagueiro Maracás, o lateral direito e volante Pedro e o atacante Uillian já estarão regularizados e disponíveis. Vale lembrar que para um jogo tão importante não se pode mexer tanto na equipe que vem jogando por conta da falta de entrosamento entre os novos contratados. Então ainda veremos alguns desses jogadores “meia-boca” em campo no próximo embate.

Próximo confronto

A Bolívia Querida voltará aos seus domínios no dia 19 (domingo) para enfrentar o Imperatriz, pela última rodada da fase de grupos do primeiro turno do Maranhense. A partida acontecerá no Castelão, às 16h. O Sampaio precisa vencer por uma boa diferença e torcer por um empate entre São José e Santa Quitéria, pois os três possuem cinco pontos, mas o Peixe-pedra tem maior saldo de gol, ou torcer por uma vitória da Raposa e, dependendo do saldo de gols da partida, poderá avançar para as semifinais.

FICHA DO JOGO:
INTERNACIONAL 3 X 0 SAMPAIO CORRÊA

Local: Estádio Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
Data: 15 de março de 2017, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo D’Alonso Ferreira (SC)
Gols: Carlos, aos 41’ 1ºT e 23’ 2ºT, e D’Alessandro, aos 30’ 2ºT
Cartões amarelos: Charles, Iago e Seijas (Internacional); Hiltinho, Daniel Barros e Breno (Sampaio Corrêa)

Internacional: Marcelo Lomba; William, Neris (Valdemir), Ernando e Iago; Charles, Fabinho, Valdívia (Gustavo Ferrareis) e Seijas (D’Alessandro); Roberson e Carlos. Técnico: Antônio Carlos Zago.

Sampaio Corrêa: Jean; Roniery, Breno, Renan Dutra e Esquerdinha; Diego Silva, Valderrama, Daniel Barros (Wesley) e Hiltinho; Henrique (Ruhan) e Guilherme (Giovani). Técnico: Francisco Diá.

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF

Justiça não ganha jogo: Flamengo tropeça na Libertadores

Parece inacreditável, mas aconteceu. O Flamengo tinha tudo para sair com um resultado positivo do Chile e disparar de vez na liderança do Grupo 4 da Libertadores, mas não soube fazer o seu papel e permitiu que a Universidad Católica ganhasse o jogo em uma cabeçada firme de Santiago Silva na reta final do jogo.

O jogo começou antes mesmo do apito inicial, quando San Lorenzo e Atlético Paranaense se enfrentavam em Buenos Aires, o Flamengo ficava de olho na partida que poderia ajudar e muito na classificação provisória do grupo. O Furacão venceu, afundou o hermanos do San Lorenzo e mandou o Flamengo para 3° do grupo, porém ainda jogaríamos e como favoritos. Esta aí o calo do Flamengo em Libertadores, achar que é favorito em todas as partidas seja ela dentro ou fora de casa e mesmo assim deixar a desejar.

A grande diferença é que dessa vez o Flamengo jogou como grande, algumas vezes até melhor que o futebol apresentado no 1° tempo contra o San Lorenzo, mas algumas falhas defensivas individuais e a falta de pontaria (que só aconteceu nessa partida) dos atacantes falou mais alto e isso não faltou para os Chilenos, que aproveitaram as poucas oportunidades que tiveram. 

Falhas defensivas e falta de pontaria custaram os 3 pontos no Chile. Foto: Flamengo
Muito se reclama pelo Zé Ricardo ter iniciado o jogo com "três volantes", porém não foi isso que pode ser visto em campo. A entrada de Márcio Araújo (que fez um ótimo jogo) liberou Rômulo e Arão e ao contrário do que dizem, o time ficou longe de ter entrado em campo com uma tática defensiva e de esperar o adversário, não faltaram chances para o Flamengo matar o jogo, só Guerrero finalizou seis vezes, Diego chutou na trave, Réver e Arão perderam gols incríveis, são detalhes que trilham o caminho de um time na Libertadores, pro bem ou pro mal.

Vale ressaltar também a atuação de Rafael Vaz, que já vem tirando a paciência do torcedor Rubro Negro há tempos, o camisa 3 quase deu um gol de presente para Santiago Silva num recuo de bola extremamente infantil para Alex Muralha, que operou um milagre e defendeu a bola. O zagueiro também tem sido muito pressionado por forçar demais as jogadas longas com chutões, só ontem Vaz errou oito dos nove que tentou. Porém, ele não joga sozinho, são mais 10 em campo que precisam suprir essa falha do jogador e dessa vez não aconteceu. Diego fez uma partida apática e em uma falta inocente na lateral do campo, surgiu o gol da Universidad Católica. Santiago "El Tanque" Silva aproveitou o erro da marcação de Berrío e testou para o fundo do gol de Muralha, 1 a 0. Depois do gol, não houve mais jogo, apenas a expulsão de Berrío que vai complicar e muito o time para os próximos jogos.

Não é momento para crise, é natural perder fora de casa na Libertadores, é preciso lembrar também que mesmo perdendo, fomos superiores e se manter o bom futebol somado a boa pontaria, podemos tranquilamente nos classificar para as oitavas de final da competição. É momento de acalmar os ânimos, não pensar em crise, não acabar o mundo agora, ainda faltam quatro jogos e muita coisa ainda vai acontecer.

Queremos a Copa. Vamos, Flamengo!

Por: Matheus Subtil / @matheusubtil 

O Cruzeiro ganhou de novo, "cê" acredita?

Fala nação azul, então quer dizer que no momento o Cruzeiro é o único time da Série A que ainda não experimentou o gosto amargo da derrota? E é dessa maneira que vamos esforçando a não criar expectativas, agora se isso está funcionado já é outro assunto.

Com certeza, você está esperando a hora certa para fazer aquele leve questionamento: “O Cruzeiro só pegou times inferiores”, tudo bem, entretanto pense comigo, se esse pensamento fosse digno de algum parâmetro, nos dois últimos anos teríamos pelo menos começado a pré-temporada com resultados melhores ou com um estilo de jogo mais interessante e envolvente.

Então por mais que sabemos que um dia essa nova invencibilidade ira acabar, inclusive isso faz parte do futebol, certo? Um dia perdemos, outro ganhamos e assim levamos a vida. Enfim, o que quero concluir com isso tudo é que não sabemos como o ano cruzeirense irá terminar, mas já conquistamos um bom começo e creio que todo esforço da Raposa vem valendo a pena e é um alivio poder ver o time cruzeirense nesse entrosamento e organização, algo que não vimos nos dois últimos anos, sem poder desmerecer qualquer adversário que encaramos e esquecer-se que o futebol é um esporte imprevisível.

@Cruzeiro
Sobre o jogo, um confronto de baixa intensidade, o Cruzeiro apenas administrando a vantagem construída no primeiro jogo. Agora, se achamos que o duelo iria ser sem surpresas, estávamos completamente enganados, vamos comigo relembrar os melhores momentos desse confronto.

A verdade é que a torcida celeste, não aguenta mais esperar o Thiago Neves marcar o primeiro gol e ontem ele teve tantas oportunidades, entre elas um pênalti perdido, isso tudo será nervosismo com uma gota de ansiedade? Porque não tem outra explicação. Gol, o Thiago Neves não marcou, mas dois dos três marcados foram passes de Neves, tudo bem, que dois gols foram contra e o outro ficou por conta do Tio Sóbis. Vou confessar que os jogadores do Murici estavam com mais vontade de marcar gol que o próprio time cruzeirense, juro que não estou reclamando.

O maior problema do Cruzeiro está sendo a conclusão das finalizações, parece até que faz parte da rotina do Cruzeiro, tipo assim “Ah, se eu não perder milhões de gol em uma partida, não sou eu mesmo”, socorro. Temos muito que melhorar, mas enquanto isso, vamos sofrer com uma partida de cada vez e nos vemos no próximo confronto nação azul e da-lhe Cruzeiro.

Paula Fernandes / @Paulinha_CEC

Com emoção: Mina marca no último minuto e garante vitória ao Palmeiras

Foi sofrido. No sufoco. No último minuto. O final, apesar de tudo, foi positivo: Com gol de Mina já nos acréscimos, o Palmeiras conseguiu finalmente furar o bloqueio do Jorge Wilstermann e conquistar a vitória que, além do alívio, ainda garantiu a liderança do grupo ao Verdão.

Mina comemora o único e sofrido gol da partida. (Foto: Divulgação/Cesar Greco/Ag. Palmeiras)
Eduardo Baptista escalou bem o time com Guerra centralizado e Dudu pela esquerda. A decisão por deixar Keno no banco diante de uma equipe que ficaria o tempo todo atrás foi acertada já que a principal característica do jogador é a velocidade e ele não teria espaço para isso durante o primeiro tempo.

Jogos como esse tem um script padrão: Se o Palmeiras marca um gol cedo, provavelmente conseguiria uma goleada com a natural exposição do visitante. À medida que o tempo passa sem gol, porém, o jogo tende a ficar mais perigoso com o time cada vez mais exposto e vulnerável aos contra-ataques. Foi exatamente o que aconteceu.

O primeiro tempo não foi ruim. O Verdão tinha a posse de bola, conforme esperado, e trabalhava em busca de espaços na organizada (embora limitada) defesa boliviana. Algumas chances surgiram – a melhor delas em cabeceio de Borja -, mas o gol não saiu. Os bolivianos assustaram uma única vez em bola parada que obrigou ótima intervenção de Prass.

O grande nome palmeirense era do meia Guerra. Com boas jogadas, ele conseguia quebrar a primeira linha de marcação do Jorge Wilstermann, mas a segunda linha permanecia muito sólida.

Com muita cera e uma boa colaboração do juiz, os bolivianos conseguiram cozinhar o jogo e levaram o 0x0 para o intervalo. Desta forma, não deram ritmo ao Palmeiras, travando a partida o tempo todo e não permitindo que o Verdão se sentisse confortável ou fizesse uma forte pressão - a cada ataque perigoso, um ou dois minutos de bola parada.

O jogo seguiu o mesmo panorama do primeiro tempo na etapa final. Contra um time tão recuado, o jogo seria de paciência. O Verdão voltou bem e até marcou, mas o gol foi anulado. Depois de dez minutos, o time passou a acelerar as jogadas e errar passes simples.

Com os bolivianos mais cansados e espaçados, surgiu à oportunidade de colocar os velocistas Keno e Roger Guedes, boas opções de Eduardo. A noite muito abaixo da média de Dudu e Tchê Tchê também atrapalharam o desempenho ofensivo palmeirense já que os dois costumam ser o motor desse time desde o ano passado.

Se não era uma grande noite tecnicamente, inspiração e vontade nunca faltaram. Em um jogo tão travado e truncado, o grande ponto positivo foi a torcida que em nenhum momento vaiou o time e seguiu apoiando, fato esse destacado pelo treinador depois da partida. O ambiente favorável fez o time seguir pressionando até o final quando Mina finalmente conseguiu balançar as redes após boa assistência de Roger Guedes.


A vitória na raça dá ainda mais confiança para o time alviverde. Um empate diante dos bolivianos, ainda que não tenha sido uma atuação horrorosa, seria bastante trágico – em especial considerando a eliminação precoce de 2016. Essa é daquelas partidas em que o resultado vale mais do que a atuação, principalmente porque dificilmente jogadores tão importantes voltarão a atuar tão mal.

O que não pode existir é uma ilusão de que jogos serão mais tranquilos daqui para frente: Na Libertadores o jogo será sempre mais brigado do que jogado, com muita cera e quebra de ritmo. Que tenha servido de lição.
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