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sábado, 18 de março de 2017

Invasão Paulistana

O Esporte Clube Taubaté tem neste domingo mais um desafio na Série A2 do Campeonato Paulista. A missão do Burro da Central não será nada fácil. Ao entrar em campo para enfrentar o Juventus, o Alviazul carregará com ele o tabu de mais de 50 anos sem derrotar o Moleque Travesso na Rua Javari.

A última vez em que o Taubaté bateu o Juventus em seus domínios foi no 3 de novembro de 1962, 1x0, gol de Diango, em confronto válido pela elite do futebol paulista. De lá para cá foram muitos confrontos, por todos os campeonatos possíveis, e no máximo que o Taubaté conseguiu foi retornar para casa com empates. 

Cerca de 500 torcedores do Taubaté deverão comparecer a Rua Javari. Foto: Bruno Castilho/EC Taubaté
Apesar de todo o tabu, estar na Rua Javari é sempre uma diversão para nós taubateanos. Os irmãos juventinos provavelmente são nossos maiores amigos no futebol. A recepção é sempre boa antes e depois dos jogos. Claro que durante os 90 minutos cada um defendem suas cores.

A expectativa na cidade de Taubaté é de uma verdadeira invasão de torcedores do Burro na capital. Ciente disto, a diretoria do Burro solicitou ao Juventus que enviasse ingressos para serem vendidos em Taubaté. Dos 300 bilhetes recebidos, mais de 250 foram vendidos antecipadamente. Outros torcedores adquiriram os ingressos via Internet.

Aos menos quatro ônibus e um micro ônibus já foram contratados pelas torcidas organizadas. Uma van com torcedores que moram na vizinha cidade de Tremembé também estará presente na caravana, além de outras que partirão de Taubaté. Nas Redes Sociais muitos torcedores que irão de carro estão oferecendo carona a outros que estão dispostos a acordar cedo na manhã deste domingo. Outros torcedores que moram na capital também estarão presentes. A tendência é que os cerca de 500 lugares reservados aos visitantes na Javari estejam ocupados.

Dentro das quatro linhas, o técnico Evaristo Piza finalmente poderá diminuir o número de improvisos no time taubateano. Rodrigo Soares retorna a lateral esquerda após cinco partidas ausente. Já na lateral direita, com Rafael Ferro cumprindo seu último de jogo gancho e Israel lesionado, mais uma vez a camisa 2 deverá ser dada ao atacante Gabriel.

Quebrar este tabu será de fundamental importância para os taubateanos. Sair da capital com o os três pontos manterá o Taubaté na parte de cima da tabela e praticamente afastará o temor de boa da torcida que é o de ver o clube despencar na classificação nesta reta final do torneio e correr risco de rebaixamento. Sim, o Burro ocupa a 5ª colocação, mas muitos ainda temem pelo pior, visto que nas nove rodadas que restam, os confrontos reservados ao Alviazul serão contra os times mais bem colocados da competição, e o Taubaté está longe de convencer.

Burro da Central não vence o Juventus na capital desde 1962. Foto: Bruno Castilho/EC Taubaté
Curiosidades

- Nestes mais de 50 anos, o Taubaté conseguiu uma vitória em 2013 na Rua Javari, ao derrotar o Palmeiras B, que mandava suas partidas pela Série A3 na Mooca. Os gols da vitória por 2x1 foram marcados pelo atacante Bruno Morais.


- A relação entre taubateanos e juventinos é tão boa, que em 2012 a torcida dos dois times se juntaram para realizar algo inédito no futebol, protestar contra o técnico Karmino Colombini, que na época dirigia o Taubaté, porém já havia passado pelo Moleque Travesso sem deixar muitas saudades.  Representantes das duas torcidas ficaram lado a lado atrás do banco de reservas cobrando o treinador, que após o jogo pediu demissão do Alviazul.

Leão goleia Atlético e se classifica na Copa Verde

O Leão jogou anteontem contra o Atlético-AC, em Belém, em busca da classificação para as quartas de final da Copa Verde. Os clubes voltaram de um placar de 1 a 1 da Arena da Floresta e, devido ao gol fora de casa, acreditava-se que os azulinos iriam jogar pelo empate, porém Josué apostou forte no ataque.

A equipe da casa entrou com algumas alterações em relação ao jogo anterior: Jayme entrou como titular, André Luís (cortado na ida por conta de problemas de saúde) estava na responsabilidade do gol azulino e Edgar foi escalado para o banco. Tais mudanças causaram incerteza no Fenômeno Azul, porém, assim que bola rolou todos se surpreenderam com a atuação remista.

Foto: Tarso Sarraf / O Liberal
Logo quando o árbitro apitou o Remo já começou a pressionar o Atlético e logo fez a primeira finalização. Logo aos 7` Flamel fez uma bela jogada pela direita e cruzou para Nano, porém o camisa 9 desperdiçou. Os mandantes continuaram a pressionar no ataque, destacando-se na equipe Eduardo Ramos e Jayme, que armavam a maioria das jogadas e apresentavam maior perigo diante a zaga atleticana. Aos 17 minutos algo inesperado aconteceu: Nano caiu na área adversária e teve que sair de campo, sendo substituído por Edgar.

A partir dos 25 minutos as coisas mudaram, e o Galo passou a pressionar mais, marcar melhor, e consequentemente estava dando muito pouco espaço para os remistas chegarem ao ataque. O Leão, que antes dominava a partida, encontrava-se acuado no campo de defesa, fazendo de tudo para não sofrer gols, e a maioria das chances do Atlético que não se converteram em gols foram graças às defesas de Andre Luis.

No segundo tempo ambos os times entraram com posturas diferentes, porém o Remo voltou a dominar a partida, e logo aos 4 minutos Henrique marcou de cabeça para o Leão, fazendo 1 a 0 no Mangueirão. O ritmo azulino permaneceu agressivo, e apenas 11 minutos após o primeiro gol Tsunami marcou o segundo. A partir desse ponto o Atlético passou a ficar desanimado, e não demorou muito para a goleada de fato acontecer. Aos 35' saiu o terceiro gol, e aos 44' o quarto, fechando assim o placar em 4 a 0.

Foto: Tarso Sarraf / O Liberal
Em entrevista Josué declarou: "Gostei. No momento, estamos tendo tempo de treinamento muito curto, pouca sequência de trabalho e a resposta foi positiva. Flamel ajudou bastante. Eduardo Ramos carregou bem a bola, que é característica dele. Elizeu, pena que sentiu. Marquinhos fez novamente um grande jogo. Estou satisfeito com o grupo que tenho. Os garotos estão entrando e mostrando qualidade. Jayme, muita gente não acreditava mais nele, mas vejo muita qualidade e, além disso, muito espírito aguerrido, de grupo. A presença do Jayme foi muito importante. Fez uma grande leitura de jogo. (...) Quero repetir a mesma escalação no próximo jogo, mas não teremos o Tsunami, que está suspenso. É mais uma questão a resolver. Edgar não vai jogar, mas antes de pensar em quem vai substituir o Edgar, tenho que recompor a minha linha defensiva e vamos trabalhar isso no sábado (18/03). Muito falam que o Remo tem tomado muitos sustos, mas esquecem de ver que jogamos os últimos quatro jogos com zagas diferentes. Não era essa a nossa intenção, mas são coisas que acontecem".

O Remo voltará a jogar pela CV contra o vencedor do duelo entre Fast-AM e Santos-AP, que acontecerá dia 19/03. Apenas após o termino da 1ª fase serão decididas as datas dos confrontos pelas quartas. Porém o foco agora é outro, pois os azulinos voltam a jogar já neste domingo, contra o São Raimundo pelo Parazão.

Classificados e impacientes

O Paysandu voltou aos gramados nesta sexta-feira (17), para enfrentar o Galvez-AC, no segundo jogo da primeira fase da Copa Verde. Na primeira partida, no Acre, os times empataram em 0x0, ou seja, qualquer empate com gols daria ao Imperador a classificação e eliminaria o Lobo. O time paraense conseguiu cravar a classificação, porém com uma atuação totalmente indigna.

No primeiro tempo, o Papão era quem comandava. A primeira chance saiu aos logo aos 4’, quando Ayrton cruzou na cabeça de Cearense e o atacante desperdiçou, mandando por cima. Seis minutos depois, o clube da casa voltava a levar perigo para o adversário, dessa vez com Ricardo Capanema, que roubou a bola e arriscou de fora da área, mas teve o chute defendido por Máximo.

O jogo acabou esfriando, tendo poucas chances concisas de ambos os lados. Quando o Paysandu voltou a aparecer, foi para abrir o placar e encaminhar a classificação alviazul. Aos 31’, Diogo Oliveira acertou um belo chute de perna esquerda, de fora da área e marcou um golaço na Curuzu. O meia bicolor quase ampliou onze minutos depois da mesma forma, entretanto, Máximo estava atento e fez a defesa.
(Foto: @Paysandu)
Na segunda etapa, o Galvez começou a se espertar e foi quem começou a assustar o adversário. Aos 2’ Ferrari recebeu a bola pelo lado esquerdo e quase empatou a partida, porém no momento da finalização, acabou chutando mal e a bola foi por cima. O Lobo respondeu com Leandro Carvalho, que fez bela jogada pela direita e arriscou para fora. Mas o time militar estava realmente empenhado em pressionar buscando o empate, que quase saiu aos 14’, após um cruzamento na área, Rafael cabeceou para o gol e a bola bateu em Ferrari, que atrapalhou o caminho para o fundo da rede.

A pressão era forte, todavia, nem todas as tentativas do Galvez chegavam realmente a levar perigo para o Paysandu. Até que aos 46’, Ciel caiu na área e o árbitro assinalou simulação. O lance polêmico irritou os jogadores do Gavião, que foram para cima do juiz pedindo pênalti. No lance seguinte, contra-ataque para equipe mandante e Bérgson cortou para o meio e mandou no ângulo, fazendo 2x0 e classificando o Lobo para as quartas de final.

O jogo acabou com muita reclamação, os jogadores do Galvez foram ao juiz reclamar e alguns cartões saíram após o fim da partida. Além destas reclamações, a torcida do Paysandu vaiou muito a equipe paraense. Alguns torcedores foram até o banco de reservas pedir a saída do técnico Marcelo Chamusca e acabaram sendo surpreendidos por jogadores do clube xingando a torcida.

OS GOLS:


Próximo jogo: O Paysandu volta aos gramados nesta terça-feira (21), às 20h30, contra o São Francisco, no Colosso do Tapajós. O jogo é válido pela rodada 8 do Parazão.

Palavra da colunista: A escalação do time já havia sido liberada no dia anterior ao jogo e desde que foi citada, foi supercriticada. O primeiro questionamento era à entrada de Capanema no lugar de Rodrigo Andrade, um dos jogadores mais regulares do Paysandu em 2017, e não no de Wesley, que tem sido contestado por fazer mais partidas ruins que boas. Outro nome questionado foi o de Leandro Cearense no lugar de Alfredo, sem motivo aparente.

A paciência acabou, não há mais motivos para manter um treinador como Chamusca, que apesar dos resultados estarem sendo positivos, tem contado mais com a sorte do que com a qualidade. Nesta partida fomos pressionados o segundo tempo inteiro, praticamente e o técnico só fez substituição para chamar mais o Galvez para cima. O clube até consegue, no fim das contas, sair com números positivos, porém quase sempre com atuações pífias, com desempenho medíocre. O arrogante técnico mantém atletas no time titular que não são melhores que jogadores do banco, não conseguem ter um sistema eficiente e ainda cita como “surreais” as reclamações dos torcedores.

É importante falar sobre a atuação grotesca de Bergson que não pode ser apagada pelo (belo) gol dele no final do jogo. Perde muitas bolas e deixa muito a desejar. É artilheiro do time, mas erra o dobro do que acerta. Outro comentário que precisa ser feito é sobre Cearense, só provou que não merece a titularidade, passou mais tempo reclamando dos passes e das bolas que não deram para ele, do que realmente fazendo alguma coisa pelo time. E se formos fazer um “piores da partida”, William Simões merece um lugar especial nessa “premiação”, o lateral-esquerdo está fazendo o que todos seus antecessores nos últimos 10 anos fizeram: Sendo ruim.

Mas nesse jogo, uma das coisas que mais tirou a torcida do sério foi Ricardo Capanema, que deu mais um motivo para ser chamado de desequilibrado. O atleta, que recebeu cartão amarelo antes mesmo dos 10 minutos do primeiro tempo e por muito pouco não foi expulso durante a partida, resolveu responder as reclamações da torcida, xingando os torcedores que pediam a saída de Chamusca. Além dele, Leandro Carvalho, Aslen e Rodrigo Andrade foram filmados “respondendo” a torcida. Tanto Capanema como Leandro já tiveram muitos problemas no Paysandu e mesmo assim, hoje recebem apoio dos torcedores. Cadê o respeito com os bicolores?
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