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sexta-feira, 24 de março de 2017

Aos que desistiram e aos torcedores amendoim

Não vim comentar a virada sobre o CRAC que ocorreu na última quarta-feira (22). Meu texto hoje fala sobre outro assunto, que envolve o time como um todo. Curiosamente, pra não dizer irônico, Gilson Kleina pediu demissão um dia após o meu último texto que defendia em partes a sua permanência. Agora te pergunto torcedor, finalmente a imprensa conseguiu tirar Kleina, com a especulação de nomes como Vanderlei Luxemburgo, Guilherme Alves e Argel Fucks você acha que o Goiás vai achar a "fórmula mágica" do futebol e se tornar um time imbatível?

Hoje o assunto não é uma mera análise, é um debate com você torcedor
Imagem: Internet
Minha resposta? Não, vai passar longe disso, me chame de louco, doente, o que quiser, mas é algo muito maior que defender um técnico. Ano passado debatendo com um palmeirense sobre a forma como Cuca fazia o time jogar não era as mais "vistosas", mas os resultados chegavam e a torcida ia ao Allianz Parque com um enorme sorriso no rosto me fez chegar a uma conclusão que temos capacidade de fazer o mesmo.

Não, eu não estou comparando meu time com o Palmeiras, longe disso, quero chegar a outro ponto. Por qual motivo, mesmo Cuca sendo criticado por críticos de calibre nacional (Mauro Cezar Pereira/ESPN era extramente contra sua forma de jogo, e a apelidava de "cucabol") ele não foi demitido? Fácil, ele tinha resultados e a torcida estava do lado dele. Por mais que em uma partida ou outra faltava à beleza dentro de campo, Cuca trazia a vitória para casa, era 1x0 com muito esforço, mas são os três pontos que importam. Quero enfatizar novamente que a torcida apoiou sempre o time, independentemente do futebol apresentado por Cuca.

Kleina ganhou os dois clássicos jogando muito bem, tinha o melhor aproveitamento dentro de casa, perdeu apenas dois jogos no meio de um turbilhão que era o problema com Walter, fora isso, levou o time até a 4ª fase e o mais perto que ele passou de vexame foi ir pros pênaltis com um time da mesma divisão que a nossa (se fosse um empate fora de casa pela Série B, ninguém estaria achando ruim), hoje o Goiás já está entre os times do eixo do Sudeste-Sul e vai tentar ir mais longe ainda na Copa do Brasil. Era um técnico que tinha vestiário, mantinha o elenco unido, e estava nos deixando na liderança do campeonato. Porque então ele quis sair?

Muito fácil achar a resposta, o Goiás é um dos poucos times que uma grande parte da torcida vai para o estádio "atrapalhar" a equipe ao invés de apoiar, mesmo vencendo há protesto para demissão do técnico (É impossível trabalhar em um ambiente assim). Enquanto a organizada e alguns torcedores dão máximo apoio, cantando e fazendo a festa nas arquibancadas, o resto do estádio fica calado... Sem cantar, sem apoiar, sem aplaudir, só abrindo a boca para xingar ou reclamar do time. Não sou eu que estou dizendo isso, faço das palavras de nosso camisa 10 as minhas:

A pressão parece que é contra nós e não a nosso favor. O jogo mal começa e com cinco minutos, zero a zero e já estamos sendo xingado e vaiado e isso não é torcer pelo time que a gente ama e que você tem paixão. Já fui torcedor e nunca fui para o estádio para xingar jogador. A atmosfera que existe aqui a gente está jogando contra todo mundo dentro da nossa casa. Líder do Campeonato, na quarta rodada da Copa do Brasil, ganhamos dois clássicos - então acho que algumas coisas precisam ser repensadas para o Goiás estar onde está”... Juan em entrevista ao Diário de Goiás.

Falta mais apoio daqueles que abandonaram o time. Foto: Fox Sports
Esse tipo de torcedor, que é 0 apoio, e 100% reclamação, tem o apelido de "amendoim” (pelo fato de ficar sentado mascando amendoim e resmungando o jogo inteiro). Pra você que adéqua a este perfil de torcedor, quero avisar que "infelizmente" está na hora de mudar de postura. Não ajuda em nada ficar apenas reclamando dentro do estádio, o time não vai pra frente se você só ofender as mães dos jogadores, e não cantar nenhuma música, nem o hino do time. O tão falado titulo de expressão que você não se cansa de pedir, todos querem sim, mas ele não vai chegar nunca se você ficar apenas reclamando. Resumindo, para essa parte da torcida, falta uma coisa: Paciência.

Apoio é tudo, se você canta, aplaude e motiva os jogadores, jogar dentro de casa volta a ser uma vantagem. Acho que ficar exigindo por um futebol igual o do Barcelona é muito para um time que está na segunda divisão e passa por uma reformulação a todo vapor, entenda que para a imprensa, principalmente a goiana, sempre haverá algum defeito em nosso time por mais que ele jogue o "fino da bola" e distribua goleadas em seus adversários. Eles criticam não só pelo simples fato de falar que algo está ruim, mas porque falar mal de algo traz muito mais audiência do que elogiar um trabalho!

Se ano passado nem o Campeão Brasileiro da Série A (Palmeiras) não escapava das críticas, não vai ser o Goiás que vai agradar a todos, está na hora de entender que o problema não é mais o técnico, e sim os torcedores que estão "abandonando" o time, trocando ele pelo sofá da sala, ou indo ao estádio para ser uma voz contra, e não a favor da camisa esmeraldina. Peço a você torcedor, que se inspire nos torcedores palmeirenses, que por mais que a mídia fale mal da forma de jogar do time, você olhe os resultados que o técnico e o elenco traz, Kleina foi embora de forma errada e hoje eu tenho grande receio de quem vai assumir o nosso time. Pois dependendo de quem assumir (qualquer um dos três citados no início desse texto) tem é medo do futebol que será mostrado em campo, fará todos pedirem Kleina de volta.

Marcelo Oliveira é o 4º cogitado pela imprensa na equipe. Mesmo eu vendo esse nome como algo utópico, torço pra que se torne verdade e ele assuma a equipe esmeraldina. Foto: Circuito Mato Grosso
Pra você que vai ao estádio, peço para que adote o comportamento dos torcedores "fanáticos", cante sem parar e vibre todo momento. É claro que alguém vai errar um passe fácil, isso acontece a todo o momento, mas se você motivar ao invés de reclamar, as chances de isso acontecer de novo diminuem. Pra você que não vai mais, que abandonou o time, fica aqui meu convite para que você vá ao clássico desse domingo, e nos próximos jogos.

Mais do que nunca nosso time precisa de seu apoio, o Goiás está passando pela fase mais crítica de sua história e ele só vai conseguir superar esse momento se você estiver lá apoiando. Mude a mentalidade e apoie o time na vitória, na derrota, jogando bem ou mal... Esqueça o que a imprensa diz e honre a camisa que você torce! Paciência que aquele Goiás que todos nós queremos irá voltar! Mas não voltará sozinho, será com nosso apoio!

Artur Pinheiro ll Facebook
Linha de Fundo ll @SiteLF 

Hora de mudar o sinal: Vermelho ou verde?

O torcedor do Esporte Clube Taubaté está preocupado. A derrota da última quarta-feira ascendeu o sinal amarelo no Burro da Central. A atuação abaixo do esperado e os repetitivos erros na defesa, somado aos inúmeros desfalques fazem com que o Alviazul entre em campo neste final de semana para enfrentar a Votuporanguense com o torcedor com o pé atrás.

Taubaté foi derrotado em casa pelo Sertãozinho na rodada de meio de semana da A2. Foto: Bruno Castilho/EC Taubaté
O confronto na longe cidade de Votuporanga será a segunda, e talvez última chance, de equipe mostrar que tem potencial para chegar às rodadas finais na briga por uma vaga nas semifinais. Enquanto o Burro patina, assim como alguns de seus rivais mais próximos na tabela também tropeçam, a turma da parte de baixo da classificação começa a somar pontos, aumentando o temor por uma ingrata luta contra o rebaixamento nas rodadas finais.

O técnico Evaristo Piza mais uma vez é alvo de críticas. Boa parte dos taubateanos, querem a demissão do treinador. Em caso de nova derrota, a pressão será ainda maior. Para o azar do treinador, o Departamento Médico a cada dia fica mais cheio, e as opções para escalar o time estão escassas. Para esta rodada, apenas 18 atletas estão à disposição.

Mais uma vez a equipe entrará cheia de improvisos em campo. Laterais não existem. Israel voltando de lesão ficará no banco, mas ainda com problemas físicos dificilmente terá condições de entrar em campo. O atacante Gabriel mais uma vez terá que se desdobrar para fazer uma função que não é a sua. Na esquerda, mais do que nunca, o zagueiro Luis Felipe tornou-se o do dono da lateral até o final da competição em virtude da fratura de Rodrigo Soares.

Outra dor de cabeça estará na cabeça de área. Sem Alex Silva, talvez o melhor jogador da equipe no torneio, a bronca deverá ficar por conta de Nildo ou Vitor Rossini, atletas que ainda não atuaram na competição. O primeiro foi de longe o pior jogador do clube nas partidas da pré-temporada, o segundo chegou ao Taubaté já com o campeonato em andamento e é uma incógnita.

Uma improvável vitória em Votuporanga será motivo para festejar como um título. Nova derrota ascenderá o sinal vermelho.

Imperialismo Brillinguiano

A situação do Figueirense, ultimamente, vai de mal à pior. Muitas pessoas passaram por aqui e só fizeram mal ao. Porém, arrisco em dizer que nenhuma pessoa fez tanto mal quanto o atual presidente Wilfredo Brillinger.

Imperialismo Brillinguiano
Catarinense de Turvo, Wilfredo Brillinger, 59 anos, se diz torcedor fanático do Figueirense desde 1975, quando veio morar em Florianópolis. Porém, em entrevista à jornalista do Grupo RBS, Estela Benetti, em julho de 2013, Wilfredo relatou que na infância, era torcedor do Internacional. Não tendo dinheiro, começou a ir à famigerada turma do barranco. Começou a trabalhar, foi para a arquibancada, para as cadeiras cobertas, e se tornou sócio em 1992. Em 1996 foi um dos sócios que fundou a ASFIG (Associação dos Amigos do Figueirense), associação esta que é proprietária do CFT do Cambirela, local onde o clube treina diariamente. Em 2009, a sua empresa, a Angra Construção, patrocinou toda a reforma e ampliação do memorial que fica no Orlando Scarpelli.

Em 2010, Wilfredo começava a planejar sua entrada de fato no Figueirense. O convite do seu amigo de infância e então presidente na época, Nestor Lodetti, assinou um contrato de parceria com o Figueirense, criou a Alliance Sports, e começou a administrar o clube junto à diretoria.

Em 2012, após divergências políticas, rompeu com Lodetti, e na noite do dia 2 de outubro, uma terça-feira, foi eleito presidente do Figueirense no lugar de seu amigo, Nestor Lodetti. Eleito com 80 votos a favor do Conselho Deliberativo, a eleição foi bastante contestada pela torcida. No dia da eleição, membros do grupo denominado Democracia Alvinegra, foram à frente do estádio protestar com uma faixa com os dizeres de "Conselho dormiu, Alliance assumiu". O grupo desejava um espaço maior dos sócios nas eleições e decisões políticas no Figueirense. Um sonho que não foi realizado até hoje.

Em 2012, torcedores já protestavam contra Wilfredo Brillinger (Foto: Renan Koerich/Grupo RBS)
Como dito, a eleição de Brillinger surgiu depois de várias discussões políticas entre os dirigentes do Figueirense e conselheiros. Desde o ano de 2010, integrantes do clube discutiam o contrato assinado com a Alliance Sports.

Após dois anos discutindo e renegociando um contrato que era desfavorável ao Figueirense, Wilfredo Brillinger tirou a sua última carta da manga: Perdoaria as dívidas do clube em troca da totalidade da administração. E assim acabou sendo. Sem outra saída viável e com dívidas em torno de 27 milhões, os conselheiros optaram por eleger Wilfredo Brillinger, e assim começou o “Imperialismo Brillinguiano”.

Eleito em 2012, Wilfredo dava início ao seu imperialismo (Foto: Luiz Henrique/Figueirense FC)
No mesmo ano que assumiu, o clube foi rebaixado à Série B do Brasileiro, porém não teve culpa, pois já estava tudo praticamente perdido. Em 2013, na sorte e numa recuperação vinda do além, conseguiu acesso à elite após um ano turbulento. Em 2014, após seis anos de jejum, conquistou o título do Catarinense, assim como em 2015, só que neste o título foi conquistado na justiça após um erro varzeano da equipe do Joinville.

As glórias só serviram para iludir alguns dos torcedores e esses não olharem o que realmente acontecia no Figueirense. Dívidas e mais dívidas eram acumuladas, salários eram atrasados, jogadores entravam na justiça contra o Figueirense. Inclusive Fernandes, o maior ídolo do clube, que só se afastou do Figueira vendo a administração de Wilfredo. Em meio a tudo isso, Brillinger sempre vinha à imprensa com a mesma arrogância e o mesmo discurso de que salários atrasados não existiam e que tudo estava certo. Mas se tudo estava certo, por que tudo estava dando errado?

Com as más campanhas na Série A de 2015 e 2016, os torcedores alienados, começaram finalmente a acordar - alguns. Jogadores sem nenhum potencial foram contratados como reforços de peso - vide Everton neste ano; treinadores vieram e se foram antes do término de seu contrato, o que só alimentou o crescimento das dívidas.

De 2016 pra cá, uma sucessão de erros. Dentre eles, a contratação de Argel Fucks, que é amigo pessoal de Brillinger, e viria para salvar o Figueirense. O motivo de sua contratação seria a boa campanha feita no ano anterior, o resultado foi apenas um mês de trabalho, com nove jogos e uma vitória. Para seu lugar, mais um erro: Tuca Guimarães, auxiliar que havia sido promovido a treinador. Como esperado, não deu certo e Wilfredo e sua corja que tinha como parceria o Superintendente Cleber Giglio, foram atrás de um novo técnico. Marcos Santos foi a aposta. Começou bem, com uma vitória em cima do Santa Cruz. Porém o tal fato novo haveria de parar por aí, pois daí para frente, foi só ladeira abaixo, o que culminou com o rebaixamento, mesmo com um ridículo Termo de Compromisso apresentado pelo presidente, prometendo entrega total dos jogadores. O mesmo que haveria garantido entrega total dos jogadores, após o rebaixamento, viria à imprensa fazer ataques a esses mesmos atletas, alegando falta de comprometimento. Ora bolas, falta de comprometimento? Mas não haviam assinado um Termo de Compromisso?

O jamais esquecido Termo de Compromisso que só serviu para chacota (Foto: Luiz Henrique/Figueirense FC)
Como prêmio, o treinador Marcos Santos ganhou a chance de montar o elenco para esta atual temporada, ao lado de Leo Franco, contratado para o lugar do contestado e demitido Cleber Giglio, e de Branco, o famigerado Assessor da Presidência, outra invenção ridícula de Brillinger. Juntos, montaram um elenco com Bill, Everton, Juliano, Weldinho, Dirceu, e mais uma penca de jogadores. O que o torcedor achava que seria um dos elencos mais fortes, acabou se revelando um dos piores times do Figueirense nos últimos anos.

O resultado de tudo isso hoje, é um Figueirense brigando contra o rebaixamento no estadual, com os salários de fevereiro atrasados, e tentando começar um novo planejamento três meses após o início da temporada com novo técnico, novo Superintendente de Esportes, novos jogadores por vir, e sem nenhuma perspectiva de melhora. E isso tudo por culpa da administração do senhor Wilfredo Brillinger, que há cerca de sete anos vem destruindo o Figueirense Futebol Clube.

Patrick Silva | @figueiradepre

Westbrook: Um monstro que continua quebrando marcas na NBA

A temporada regular está no fim, os playoffs batendo na porta e por mais um ano o Oklahoma City Thunder vai se classificando para a pós-temporada. Logo no início da temporada, o time teve a baixa de Kevin Durant saindo e indo para o Golden State Warriors e cabia a Russell Westbrook comandar a equipe nesse ano.

E não é que ele literalmente comanda o time. Atualmente, o time está na sexta posição com 41 vitórias e 30 derrotas. Mas não é isso que impressiona, e sim os seus 35 Triplos-Duplos até agora. Um marco histórico e inesperado por todos. Na história da NBA, temos Oscar Roberson, pelos Bucks, com 41 Triplos-Duplos em uma temporada e tínhamos, na segunda posição, Wilt Chamberlain, com 31. Russ já passou Wilt e agora, com 11 jogos restantes, ele corre contra o tempo para conseguir sete para alcançar esse fato, que com certeza, será um dos mais históricos e incríveis da NBA.

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Westbrook: Mais um TD na temporada (Foto: SportsCenter)
Westbrook possui atualmente, médias de 31.2 pontos, 10.5 rebotes e 10.4 assistências por jogo. Na vitória sobre os 76ers na quarta-feira (22), ele foi o primeiro jogador na história da NBA a fazer um Triplo-Duplo acertando todos os arremessos que tentou, sem nenhum erro. Foram 6-6 nos arremessos de quadra e 6-6 nos lances livres. Ainda nessa temporada, o armador teve um jogo de nada menos que 58 pontos.

Sua liderança com o grupo é incontestável. O time joga para ele, mas suas jogadas de infiltração, enterradas, vontade e raça fazem dele um All-Star e um dos melhores jogadores da liga. Será candidato a MVP com certeza e a meu ver, ganhará do outro favorito James Harden, do Houston Rockets.

Ajuda dentro da quadra

Westbrook conta no seu elenco com bons e regulares jogadores, são eles: Victor Oladipo, Steven Adams, Andre Roberson e Taj Gibson. Além deles, outros bons jogadores, que juntos formam uma equipe forte e competitiva.

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Roberson, Oladipo, Westbrook e Adams, da esquerda para a direita (Foto:Bleacher Report)
O time pode não ganhar a NBA, ou sim, ninguém sabe, mas o time que for enfrenta-los nos playoffs terá que jogar muito, terá que suar muito a camisa, porque passar sobre Russell Westbrook não é para qualquer um.

João Eduardo Gurgel

Entre altos e baixos, o Heat se mantém na zona dos playoffs

Na terça-feira (21), o Miami Heat enfrentou o Phoenix Suns e venceu a partida por 112-97. Já na noite passada, o Heat acabou perdendo para o Toronto Raptors em casa por 101 a 84. Com os resultados, o time da Flórida se mantém na oitava posição, brigando por uma vaga nos playoffs.


No jogo de terça, o time da casa dominou os Suns do início ao fim. O momento mais crucial da noite foi quando Hassan Whiteside subiu para dar um toco em Marquese Chriss e acabou acertando a mão na parte debaixo da tabela. O pivô saiu com dores e com sua mão sangrando, tendo que tomar treze pontos na mão e se tornando dúvida para o jogo contra o Raptors. A atuação do time foi bem consistente e segura, com sete jogadores chegando na marca dos 10 pontos ou mais, sendo eles Whiteside, Josh Richardson, Goran Dragic, Tyler Johnson, Wayne Ellington, James Johnson e Willie Reed. 
Hassan Whiteside corta a mão no jogo contra o Phoenix Suns e precisa tomar 13 pontos (Foto: Heat Nation)


Contra os Raptors

Mesmo com a mão direita machucada, o jogador foi titular contra o Toronto e contagiou os companheiros com energia no início de jogo, com a equipe terminando o primeiro quarto vencendo por 33-23. Mas o ataque, que foi muito eficiente nos últimos jogos, teve uma queda considerável de rendimento, com 51 pontos totais nos três últimos quartos. Mais uma vez, Dion Waiters fez falta e o Heat acabou por perder duas partidas em três jogos desde sua lesão, contra os Raptors e os Blazers. O jogador não tem data para retorno.
James Johnson sobe para a bandeja sobre Patrick Patterson na derrota por 101-84 contra os Raptors (Foto: News Locker)
Pela segunda vez em um período de três jogos, o Miami Heat permitiu 40 ou mais pontos para um jogador. Damian Lillard fez 49 pontos no jogo do domingo, contra os Blazers, e DeMar DeRozan, da equipe canadense, fez 40 no jogo de ontem. Além disso, sem Goran Dragic e Hassan Whiteside em quadra, o Heat sente falta da liderança de Waiters nessas partes do jogo.

A defesa não funcionou no jogo, pois não teve ajuda na marcação de DeRozan e a defesa no perímetro permitiu 67 pontos feitos por três jogadores, já o ataque foi anulado pela defesa dos Raptors, fazendo apenas 84 pontos no jogo.

Hassan Whiteside- 16 pontos, 14 rebotes, 2 tocos
Goran Dragic- 13 pontos, 7 rebotes, 7 assistências, 4 roubos
Rodney McGruder- 13 pontos, 4 rebotes

O Miami Heat volta a jogar no domingo (26) contra o Boston Celtics, fora de casa, no TD Garden.

GO HEAT

Gabriel Barros

Golaços e triplete de Paulinho: Brasil vence Uruguai e encaminha passaporte para a Rússia

Em jogo perfeito, com goleada categórica e atuação de gala do contestado Paulinho, a seleção canarinho goleou o Uruguai e praticamente assegura seu passaporte para a Rússia.

Na matemática, ainda não estamos garantidos na Copa do Mundo de 2018, mas já é possível equiparar com as melhores seleções, ou até mesmo colocar em um patamar acima. Com Tite, a Seleção Brasileira acumula 8 vitórias consecutivas, com 22 gols marcados e apenas 2 sofridos. É notório a diferença de como a equipe se posta em campo, como cumprem suas funções táticas de maneira perfeita, fazendo com que joguem um futebol vistoso - ao contrário do antigo treinador, Carlos Caetano Bledorn Verri, mais conhecido como Dunga, que apenas segregava um futebol pífio e más resultados. A seleção brasileira de Tite é a personificação de coletividade — todos são importantes pro seu esquema, seus comandados se sentem a vontade e flutuam em campo.

Paulinho foi o grande destaque da partida. (Foto: Dante Fernandez/AFP)
Em menos de cinco minutos, a seleção brasileira quase abriu o placar em jogada de Neymar - o jogador do Barcelona puxou o contra-ataque, encontrou Coutinho livre, que cruzou rasteiro pra área — Firmino desacreditado não chegou à tempo no lance e desperdiçou a primeira chance clara de gol. Pressão e, até então, só o Brasil jogava.

Pela primeira vez sob o comando de Tite, o Brasil saiu perdendo. No primeiro tempo, após falta de comunicação em bola praticamente dominada, Marcelo recuou com o peito para Alisson - Cavani não desistiu da jogada e contou com desatenção do goleiro da Roma, que acabou perdendo o tempo da bola, fazendo pênalti no centroavante uruguaio. Aos 9', o jogador do PSG e artilheiro das eliminatórias, bateu firme no canto e marcou o primeiro gol da partida.

Alguns minutos depois, o 'patrocinado' de Adenor viria responder com gol. Em bela jogada de Neymar pelo lado esquerdo do campo, avançou em diagonal e tocou para Paulinho, que não perdoou e chutou de fora da área, marcando um golaço e empatando a partida. Menção honrosa ao Paulinho, contestado por muitos pela titularidade e até mesmo por suas constantes convocações, foi crucial no jogo de hoje e o melhor em campo sem sombra de dúvidas.  Assumiu o protagonismo e brilhou no Centenário com um belo triplete.


Primeiro Tempo: 1-1
A seleção brasileira continua invicta no comando de Tite. (Foto: Pedro Martins/MoWa Press)
No segundo tempo, o Brasil voltou no mesmo ritmo, mantendo a mesma pegada da primeira etapa. Paulinho novamente foi acionado e com toda sua onipresença em campo, fez o segundo gol da partida — Aos 52', Firmino fez belo pivô e finalizou pro gol, obrigando Martín Silva fazer boa defesa. Bola sobrou nos pés de Paulinho, que só teve o trabalho de empurrar para as redes. Gol da virada, à frente no placar de forma justa, pela disposição que o Brasil mostrou no primeiro tempo e no decorrer da partida. O Estádio Centenário, em momento raro, ficou completamente calado - parecia campo neutro.

Aos 74', Miranda deu um chutão e Neymar foi acionado - mais veloz, ganhou de Coates e deu um belo toque com categoria, encobrindo Martín Silva. Mais um golaço no Centenário e o estádio se calou por completo.

Com jogo praticamente ganho, viabilizando descansar algumas peças pro próximo jogo e dar rodagem na equipe, Tite fez algumas substituições: Fernandinho no lugar de Renato Augusto, Willian no lugar de Coutinho e Diego Souza no lugar de Firmino. Nos minutos finais, Paulinho recebeu belo cruzamento de Daniel Alves, e com muita classe, fez o gol de peito, marcando um hat-trick. 4-1, sete pontos de vantagem do vice-líder Uruguai e outra vez um futebol de encher os olhos — renovando as pretensões e mais próximo do Hexa? Só Tite pode nos dizer.

O Brasil volta aos gramados contra o Paraguai, em jogo que acontece na Arena Corinthians, às 21h45 (horário de Brasília).

FICHA TÉCNICA:

URUGUAI 1 X 4 BRASIL
Local: Estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai)
Data: 23 de março de 2017, quinta-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Patricio Loustau (Argentina)
Assistentes: Diego Bonfa e Gustavo Rossi (ambos da Argentina)
Cartões amarelos: Maxi Pereira, Godín e Coates (Uruguai); Casemiro, Marcelo e Daniel Alves (Brasil)
Gols: URUGUAI: Cavani, aos 9 minutos do primeiro tempo; BRASIL: Paulinho, aos 18 minutos do primeiro tempo e aos 7 e aos 42 minutos do segundo tempo; Neymar, aos 29 minutos do segundo tempo
URUGUAI: Martín Silva; Maxi Pereira, Coates, Godín e Gastón Silva; Arévalo Ríos, Vecino, Sánchez (Hernández) e Cristian Rodríguez; Rolán (Stuani) e Cavani
Técnico: Óscar Tabárez
BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Marcelo; Casemiro, Paulinho, Philippe Coutinho (Willian), Renato Augusto (Fernandinho) e Neymar; Roberto Firmino (Diego Souza)
Técnico: Tite
Por: Kayo Henrique | | Twitter: @Heenrique010
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