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sábado, 25 de março de 2017

Mais do mesmo

Escrever após os jogos do Esporte Clube Taubaté está cada vez mais repetitivo. A cada rodada que passa, o time não evolui. A sensação é que o “mais do mesmo” tomou conta da equipe. O empate diante da Votuporanguense neste sábado não fugiu à regra.

- A zaga voltou a apresentar erros gravíssimos. Mais do mesmo;
- Os laterais (improvisados) seguem sendo avenidas, principalmente pelo lado esquerdo. Mais do mesmo;
- Ficar uma partida sem sofrer gols parece ser um milagre. Mais do mesmo;
- Bola na área na defesa é um Deus que nos acuda. Mais do mesmo;
- Jogadores contratados para serem os pilhares do time seguem omissos em campo. Mais do mesmo;
- Os nomes mais famosos esquentam o banco, e quando entram em campo justificam as escolhas do treinador. Mais do mesmo;
- Evaristo Piza segue criticado desde a primeira rodada. Mais do mesmo;

O ponto fora da curva na equipe é o atacante Éverton. Autor dos dois gols em Votuporanga, o jogador chegou a sete gols em doze partidas com a camisa do Burro da Central. De longe o principal nome do time.

Taubaté tem seis jogos para definir seu futuro na Série A2. Foto: Bruno Castilho/EC Taubaté
A partir de agora o Alviazul terá seis desafios até o final do torneio. Uma pedreira atrás da outra. Com o “mais do mesmo” que o time apresenta desde o início da competição, a realidade aponta para secar os adversários que ameaçam reagir e torcer para que a Série A2 chegue logo ao seu final. De preferência sem risco de brigar nas últimas rodadas contra um possível rebaixamento. 

Viva Galo Doido minha vida - 109 anos de Amor Incondicional

Viva! Viva! Viva Galo Doido Minha Vida! O aniversário do Clube Atlético Mineiro certamente é uma data que remete o sofrimento, o calvário, o sacrifício. Ao mesmo tempo, é um dia que uma ideia foi exposta ao mundo, um amor incondicional que certamente mudou o curso da história. Foi criada uma religião, uma entidade transcendental, sobrenatural, capaz de movimentar a fé no improvável, no impossível.

Fonte: Imagem Google
Você se engana, se espera um texto futebolístico ou esportivo. Hoje, 25 de março, é dia de falar de religião, é dia de falar dos 109 anos do Clube Atlético Mineiro. Uma história de amor que vem além do campo de jogo, além da alegria das vitórias e do sofrimento das derrotas. Ser Galo é crer em um mesmo ideal. É ter conversado diretamente com o sagrado e o profano. Sim, caro leitor, todo atleticano já conversou diretamente com Deus. Tal papo, longe de ser reto, se nos deu poucos segundos que separaram a corrida de Riascos e o milagre do São Victor. Nesta poeira estelar desfrutamos do Paraíso.

Fonte: Globoesporte.com
Contudo, ao mesmo tempo, assim como o céu, o inferno também conhecemos, inclusive conversamos com o chifrudo, o sete peles, o tinhoso em pessoa naquele fatídico 0 a 0 contra o Vasco em 2005 em que saímos abraçados do Mineirão direto para os portões de onde não entra a esperança. E como homens, enfrentamos o inferno de cabeça erguida, juntos, ao som de nossos hinos, quem não se lembra do gol mágico de Galvão com cruzamento de Tcho na virada contra a Portuguesa quando estávamos na fatídica 14ª posição da Série B... Aquele gol foi tão emblemático quanto à perna milagrosa do Santo. Ali demos um tapa no capeta!


Assim amigo atleticano existe algo que une essas duas histórias, uma coincidência, seja na nossa conversa com Deus, seja na nossa conversa com o Diabo. Tal intersecção éramos nós, os atleticanos, a massa do GALO. Éramos nós que estávamos lá, juntos cantando nosso hino, gritando Galo, torcendo não só contra o vento, mas contra qualquer fenômeno que desafie nossa capacidade única de desafiar o impossível.

Quando navegamos nas ondas do tempo no dia 25 de março de 1908, quando aquele grupo de estudantes seu reuniu no coreto do Parque Municipal, na capital mineira, e criou ali aquele que seria a alegria de viver de uma torcida apaixonada. Viva os pés do escritor e poeta Aníbal Machado que marcou, em 1908, o primeiro gol do glorioso, antes de se dedicar aos versos do coração.

O Galo por sua história poderia ser chamado Clube Atlético Mineiro Primeiro... Primeiro time mineiro a jogar uma partida contra um time internacional, quando venceu campeão português Victória de Setúbal, por 3 a 1 em 1929.


Primeiro time mineiro a ter um jogador a ser convocado pela seleção brasileira, o atacante Mário de Castro, em 1930, que recusou o convite alegando que não vestiria nenhuma camisa que não fosse a alvinegra, com a qual marcou 195 gols em apenas 100 jogos, provavelmente a maior média do futebol mundial.

Fonte: Acervo Galo Digital
Primeiro campeão interestadual em 1937, quando se sagrou Campeão dos Campeões do Brasil, o primeiro título Brasileiro não foi nem o de 71, mas não precisamos de um fax para atestar tal proeza.

Primeiro time brasileiro a realizar uma excursão pela Europa, nos dourados anos 50. Entre 2 de novembro e 7 de dezembro daquele ano, o time disputou dez partidas contra equipes da Alemanha, Áustria, Bélgica, Luxemburgo e França. Foram seis vitórias, dois empates e apenas duas derrotas. A brilhante campanha rendeu ao Atlético o título simbólico de ‘Campeão do Gelo’ e abriu as portas da Europa para o futebol brasileiro.

Fonte:Acervo Hoje em Dia
Única equipe a bater o Scratch de 1970; Primeiro campeão da Conmembol, em 1992; Primeiro campeão Brasileiro em 1971; Primeiro a emocionar e mobilizar até quem não era torcedor ao ganhar a Copa Libertadores da América em 2013, com Ronaldinho Gaúcho e companhia; Primeiro lugar em viradas históricas, durante a Copa do Brasil de 2014, sobre o Corinthians e Flamengo, com direito a ser campeão em cima do rival Cruzeiro.

Primeiro a ter uma torcida que torce contra o vento...

Fonte: Globoesporte.com
O "Atleticanismo" se fortaleceu com o sangue de muitos heróis: Veio do orgulho de carregar um mito nos ombros, um tal de Ubaldo Miranda, príncipe negro erguido por gente de todo tipo, em um país com muitas chagas de um regime escravocrata ainda recém-revogado; veio também da impetuosidade de um trio maldito, da raça de um grupo que excursionou pelo velho continente, que levou um grito de GALO ao gelo de uma Europa combalida pelo pós Guerra. Atleticanismo que esteve presente em um peito de aço de um folclórico Rei sem Coroa, que desafiando as leis da imaginação parou no ar, parou nas nossas memórias; passou também por um homem, ou melhor, um Rei que, através de seus punhos cerrados, nos dava alegrias, mas ao mesmo tempo era uma voz de liberdade em um país calado pela Ditadura.

Fonte: Acervo Hoje em Dia
Posso falar de uma canhota que mais era uma Bomba não é mesmo seu Eder Aleixo? Um lateral, Nelinho, com raízes no rival, mas que honrou o manto como se fosse sua única casa; um Goleiro de Deus, o João de Deus, que apesar de seus milagres não se sagrou campeão, um garoto que nasceu com o vento aos seus pés E-E-E-EULLER; não posso esquecer-me de um baixinho de pernas meio tortas e dribles fáceis, todos sabiam o que ele ia fazer, mas ninguém nunca o pegou era um Olê Marquês; também tem um centroavante; sem tanta grife, mas que no calvário nos carregou Ma-ri-nho – Gol, Gol. Uma metralhadora Ta-ta-ta-ta-ta que nos devolveu a confiança com seus gols no longínquo dois mil e nove... E para fechar um Bruxo, mago supremos do futebol, que com sua arte nos livrou de todas as punições e dos sofrimentos, nos colocou de volta aos trilhos. Obrigado por existir Ronaldinho Gaúcho! 

Fonte: Globoesporte.com
Poderia escrever mais 109 linhas de verso, 109 linhas de prosa, cantar outros heróis, declamar outros versículos da nossa história. A vida nos fez Galo, e ao mesmo tempo fizemos o Galo Nossa Vida!

Por: @Mhfernandes89, @AlinedeLimaMun2 e Equipe Vingadores LF
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