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segunda-feira, 27 de março de 2017

Nos poupe de um futebol "nutella"

Fala nação azul, vida de torcedor ás vezes consegue ser algo bem engraçado, olha só, esperamos a semana toda, passamos um final de semana sem o nosso joguinho sagrado e isso tudo para quê? Para presenciarmos um confronto na segunda-feira, tão mediano que chegou a doer na alma.

Vamos lá, se tinha uma maneira do Cruzeiro fazer um primeiro tempo tão ruim não seria possível, porque a Raposa superou todas as chances possíveis e como se isso não bastasse conseguimos empatar a partida com um pênalti duvidoso, poxa Cruzeiro, me poupe e nos poupe, por favor, você consegue fazer melhor que isso.

Infelizmente, sobre o jogo entre Cruzeiro e Uberlândia, encontramos mais pontos negativos. Erros de um Cruzeiro sem entrosamento em campo e méritos do adversário que soube administrar a partida e se adaptar conforme o duelo.

@Cruzeiro
O mínimo que o Maior de Minas poderia fazer depois de nos torturar no primeiro tempo, era ter uma postura digna de Cruzeiro Esporte Clube no segundo tempo, se isso aconteceu? Bom, não, porém a etapa final foi mais reconfortante, conseguimos virar o jogo e tivemos algumas oportunidades de aumentar o marcador, entretanto o Cruzeiro tem uma velha rotina de perder centenas de gols e se isso custou caro? O que vocês acham?

Não adiantou o Cruzeiro fazer cera, que já no final do jogo o Uberlândia encontrou um gol não, um golaço. A Raposa deixou a desejar, poderia ter mostrado um futebol “raiz” e conquistado um resultado melhor. Essa noite, iremos dormir decepcionados e com o pensamento que a Raposa poderia ter se esforçado um pouco mais, porém vida que segue, são coisas do futebol.

@Cruzeiro
Agora, Cruzeiro, o papo é reto e direito para você. Sábado é dia de quê nação? Isso mesmo, estamos em outra semana de clássico, aquela semana que os dias e horas não passam. Temos um único pedido, Cruzeiro Esporte Clube, faça a sua parte, porque ninguém é obrigado a ver um futebol “nutella”. E da-lhe Cruzeiro.

Paula Fernandes / @Paulinha_CEC

São Paulo foi superior, mas cedeu o empate no Majestoso

Morumbi lotado, queda de torcedor, provocações e empate, marcou o Majestoso desse final de semana.

Com mais de 50 mil torcedores no Morumbi, São Paulo recebeu o Corinthians, pela penúltima rodada da primeira fase no Campeonato Paulista, o jogo terminou empatado, um gol para cada. Foi o quarto jogo sem vitória de cada equipe no torneio – quinto se computada uma partida pela Copa do Brasil –, mas o resultado foi pior para a equipe tricolor que precisa de uma vitória na última rodada, contra o São Bernardo, para voltar a liderar o Grupo B.

Com torcida única, o Morumbi teve público de mais de 51 mil torcedores, mas em meio da festa na arquibancada, houve um acidente. Um homem, Bruno Pereira da Silva, de 23 anos, natural de Pindamonhangaba, morreu após cair da arquibancada superior do Morumbi. Ele tentava trocar de setor, mas caiu para fora do estádio, próximo ao portão 17, em cima de um veículo estacionado no local. Na queda, Bruno sofreu múltiplos ferimentos na cabeça, braços e também pernas – teve fratura exposta. Em estado grave, o torcedor recebeu massagem cardíaca dos socorristas do estádio e foi levado em uma ambulância ao Hospital Municipal do Campo Limpo, que também fica na zona sul da cidade. Contudo, ele não resistiu aos ferimentos e chegou ao local já sem vida.

São Paulo foi com vários desfalques, Sidão (lombalgia), Bruno (entorse no tornozelo direito) e Wesley (aprimora forma física após artroscopia no joelho), além de Lucas Pratto, Buffarini e Cueva (Eliminatórias). Então, Rogério Ceni apostou no jovem Araruna na lateral direita, que na base jogou um tempo nessa posição, além de Wellington Nem no lugar de Cueva e Gilberto de centroavante.

Foi um jogo no início de ataque contra defesa. O São Paulo pressionava e o Corinthians foi claramente com o propósito de se defender, o Tricolor procurava tabelas do lado esquerdo com Júnior Tavares e Luiz Araújo e no lado direito com Wellington Nem e Araruna. O time da casa teve mais a posse de bola toda partida, mas encontrava dificuldade para finalização, já que o Corinthians marcava bem. Tricolor teve chances com Luiz Araújo, entretanto ele as desperdiçou. O time visitante chegou ou tentou chegar algumas vezes com perigo, mas o esquema defensivo são-paulino estava funcionando bem. Os gols saíram já no 2º tempo, após cobrança de escanteio de Araruna, Cícero escorou no segundo pau e Maicon de cabeça fez o gol são-paulino. Na comemoração, o zagueiro comemorou imitando uma galinha. O gol de empate saiu após falha da zaga são-paulina (não podia ser diferente...). Guilherme Arana cruzou e encontrou Jô livre na pequena área, entre Rodrigo Caio e Júnior Tavares, o atacante, de cabeça, empatou a partida. São Paulo quase fez o segundo, com cobrança de falta de Maicon e com cabeçada de Cícero, após cobrança de escanteio, todavia ficou no quase. O lance que também marcou o clássico foi a expulsão de Wellington Nem. Nem recebeu amarelo após carrinho em Léo Jabá, o são-paulino estava com "sangue no olho", também se estranhou com Arana, dando uma solada nele, mas o juiz não deu falta. Ele levou o segundo amarelo em um lance "insignificante", onde em uma disputa de bola, Wellington deixou o braço - que não chegou a encostar - em Camacho. E assim terminou a partida, 1 a 1.

Destaque para Jucilei e Araruna, ambos foram muito bem, defensivamente e ofensivamente. Uma crítica deixo para Ceni por não ter tirado Welligton Nem após a solada em Arana, que o juiz não deu falta, mas ele já poderia ter sido expulso nesse lance. Em geral, o time se comportou bem, marcou bem e chegou com perigo, mas sentiu muito a falta de Cueva, como de costume.

Com esse resultado, o Tricolor fica com mesmos pontos que Linense, porém com uma vitória a menos. Assim, precisa de uma vitória sobre o São Bernardo em São Bernardo do Campo, nessa quarta-feira (29/03), às 21h45 para liderar o Grupo B e decidir a segunda fase em casa, além de precisar torcer para que o Linense perca ou empate, contra o Corinthians em Itaquera.

FICHA TÉCNICA

Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo, Morumbi - SP
Gols: Maicon (SAO); Jô (COR)
Cartões Amarelos: Maicon e Cícero (SAO); Pablo, Gabriel, Maycon, Rodriguinho e Jô (COR)
Cartão Vermelho: Wellington Nem (SAO)
Arbitragem: Vinícius Furlan, auxiliado por Anderson José de Moraes Coelho e Eduardo Vequi Marciano.

SÃO PAULO
Renan Ribeiro, Araruna, Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; Jucilei, Thiago Mendes e Cícero; Wellington Nem, Gilberto (Chavez), Luiz Araújo (Neilton). Técnico: Rogério Ceni

CORINTHIANS
Cássio, Léo Principe, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana (Moisés); Gabriel, Maycon, Jadson, Rodriguinho (Camacho) e Pedrinho (Léo Jabá); Jô. Técnico: Fábio Carille

Eduardo Ramos marca no finalzinho e clássico termina empatado

Em um domingo repleto de clássicos não poderia faltar o Re-Pa, que de praxe foi disputado no Mangueirão. O resultado do jogo pouco importava para as equipes, pois ambas já estavam classificadas para as semifinais, o que estava em jogo mesmo era o espírito do Derby.

Fonte: Globo Esporte
Como de costume, houve diversas polêmicas envolvendo a partida, dentre elas convém ressaltar o pedido de troca de vestiários e de exame antidoping pelo Paysandu, e a ausência de Edgar, que foi cortado da partida por Josué Teixeira. A partida em si também foi extremamente polêmica, devido a diversos erros de arbitragem cometidos, principalmente, por Dewson Freitas.

A bola rolou às 16h30, meia hora após o previsto, graças à intensa chuva que caiu em Belém e acabou por danificar o gramado. Assim que o jogo começou o Paysandu mostrou superioridade em campo, dominando a partida e levando mais perigo, enquanto a defesa azulina não se encontrava. Logo aos 11' do primeiro tempo o Remo sofreu um gol, marcado por Bergson dentro da área.

Capanema, volante bicolor, foi expulso aos 23 minutos, em decorrência de duas faltas cometidas sobre Eduardo Ramos. Há quem diga que o árbitro foi duro demais na penalização do jogador, entretanto há quem concorde com o cartão vermelho. Porém, mesmo com um a mais, o Remo não conseguiu se sobressair sobre o rival no primeiro tempo.

Na segunda etapa percebeu-se uma melhor atuação azulina, e foram várias as chances que o Leão teve de empatar. Do outro lado o Paysandu finalizava pouco e mantinha-se acuado na defesa, dificultando a vida dos remistas. Mas aos 44' Eduardo Ramos aproveitou a sobra e empatou o jogo, fechando o placar final: 1x1.

Com esse resultado, ambas as equipes seguem líderes dos seus respectivos grupos, e o Remo segue líder geral invicto. O próximo confronto azulino pelo Parazão será contra o Paragominas dia 8 de abril, porém antes o Leão enfrentará o Santos-AP pela Copa Verde, às 19h do dia 30, em Belém.

No primeiro Derby do Cerrado do ano, Vila Nova e Goiás não saem do 0x0

No último domingo (26), Vila Nova e Goiás se enfrentaram no Serra Dourada, as equipes buscava concretizar de vez a classificação para as semifinais da competição é também da liderança do Grupo A. No primeiro clássico entre Vila Nova x Goiás do ano, os ataques pararam nas boas defesas dos goleiros Elisson e Marcelo Rangel. A festa mesmo ficou por conta do torcedor.

Após cinco meses, Vila Nova e Goiás voltaram a se enfrentar em clássico de número 291. O último confronto entre as duas equipes aconteceu pelo Brasileirão Série B, quando o Tigrão venceu pelo placar de 2x1. Os rivais vivem momentos parecidos no estadual, já na partida os tempos distintos deixou o jogo bem disputado. A partida ainda contou com um aperitivo a mais, a forte chuva que espantou um pouco o calor de Goiás. E após vários anos, Vila e Goiás voltaram a disputar um grande clássico no Serra Dourada.

(Foto: Reprodução).
O jogo

No primeiro tempo, o Tigrão tomou as iniciativas da partida saindo mais para o jogo, parecia que finalmente o time voltaria a jogar aquele futebol do início do estadual. Mazola mudou o esquema do time para tentar surpreender a equipe esmeraldina. Tirando o fôlego do adversário. Conseguiu. O ataque colorado fez a defesa adversária trabalhar, parando nas boas defesas do goleiro Marcelo Rangel.

Vila começou melhor no jogo, mas viu o rival crescer na partida e ganhar superioridade. Aos 17' da etapa inicial, Alemão não cortou uma bola alcançada na área colorada e a bola sobrou para Otacildo, o goleiro Elisson salvou o Tigre do que seria o primeiro gol da partida.

Com 33' Patrick arrancou invadiu a área colorada e bateu cruzado, mal. A bola acabou saindo pela linha lateral. Mas, a melhor oportunidade de gol do primeiro tempo foi do Goiás.

Aos 43' Carlos Eduardo recebeu, deixou PH no chão e arrancou ficando frente a frente com o goleiro Elisson. E o atacante perdeu o tempo da bola. Dois minutos depois, Everton conduziu a bola e arriscou da intermediária. No centro do gol, o goleiro esmeraldino defendeu. Destaque do primeiro tempo para os goleiros.

(Foto: Reprodução / Vila Nova FC).
No segundo tempo começou com o Tigrão em cima, aos 4' Maguinho bateu na entrada da área, pegou o arqueiro esmeraldino. Quatro minutos depois, Wallyson recebeu uma bola longa, mas Rangel ficou com ela. Goiás bem atento no jogo rebateu aos 11' da segunda etapa Tiago Luís bateu e Elisson fez uma grande defesa.

Com 13 minutos, o time esmeraldino tomou conta do jogo. Tigrão se recuou e tentou se defender. Em outra boa chegada do Vila, Everton chutou, mas a bola parou na marcação esmeraldina.

A partida começou a ficar perigosa para os goleiros devido a forte chuva, então os times tentaram arriscar mais de fora da área. Aos 25' Tiago Luís livre pela esquerda, arriscou e Elisson mandou por escanteio. Jogo foi lá e cá. Em seguida o Tigre rebateu com Everton que chutou de fora da área. Rangel com dificuldade rebateu a bola, mas pegou na sequência. Sem chance de rebote para o ataque colorado.

Aos 37' Elisson ajudou novamente o Tigrão, Carlos Eduardo em boa jogada se livrou dos zagueiros, mas Elisson atento se livrou da bola. O jogo se encaminhava para o fim e a pressão era toda do Vila Nova. Aos 41' Wallyson recebeu e bateu forte. A bola passou pela trave esquerda de Rangel, que secou essa com os olhos. Não foi dessa vez.

Pressão colorada. Dois minutos depois, Geovane mandou uma bomba de fora da área, obrigando Marcelo Rangel a trabalhar novamente. Outra boa defesa no jogo. Mais pressão colorada. No último minuto o zagueiro Alemão chutou, a bola bate no braço do zagueiro esmeraldino é a torcida pede pênalti.

O Tigrão folga na rodada do meio de semana e voltando a campo só no próximo domingo (2), contra o Itumbiara em casa. A princípio o jogo está marcado para o Estádio Serra Dourada às 16h.

Opinião

Muito bem postado em campo desde o inicio da partida o Vila se mostrava ser outra equipe, como também foi no jogo diante do Iporá. Mazola fez algumas alterações, mudando também o esquema do último jogo com três atacantes para três zagueiros para muitos ele já entraria com medo do Goiás. Pelo contrario e pela primeira vez o esquema dele rendeu.

Mazola já havia testado esse esquema em outros jogos pelo Goianão, não deu certo. A zaga batia cabeça. Por que dessa vez daria? Foi essa a pergunta do torcedor. Bom, como hoje nossa lateral peca na marcação o ideal seria ele entrar mesmo no 5-3-2. Deslocando um dos zagueiros para ajudar na marcação das laterais. Foi isso que ele fez. Era o que ele tinha no momento.

O destaque nesses últimos jogos do Tigrão, principalmente neste clássico foi justamente o goleiro Elisson, que recentemente ganhou a vaga de Wendell. O goleiro que veio do Cruzeiro foi destaque por onde passou demorou ganhar uma oportunidade como titular.

Outro destaque é o zagueiro Alemão, que herdou a vaga do jovem Brunão também sem segurança tinha sido sacado do time titular. Por sinal o prata da casa voltou a ganhar uma oportunidade contra o Goiás e não comprometeu em momento nenhum a equipe. Jogando bem e ainda ajudou na marcação da lateral. 

A ascendência do campeão

Após muitas dúvidas e críticas finalmente o atual bicampeão paulista assegurou sua classificação no estadual. O time da Vila mais famosa do mundo alcançou esse feito ao vencer suas duas últimas partidas fora de casa contra o São Bento por 2 a 0 e Santo André por 1 a 0 deixando para trás a forte Ponte Preta e a surpresa Mirassol em um grupo que pode ser taxado como um dos mais fortes já montados no novo formato do Campeonato Paulista, por contar também com o atual vice-campeão Audax.

O elenco está se mostrando cada vez mais compacto e convicto de seus objetivos. A frequente alternância entre os quatro jogadores de lado de campo (BH, Hernandez, Copete e Vitor Bueno) não deixa ninguém cair de produção temendo a perda da titularidade, isso faz nós torcedores voltarmos a acreditar na equipe e na possibilidade concreta de títulos de expressão, como o da Libertadores. 

Lucas Lima e "Copeterror" na vitória de sábado contra o Santo André. Por: Twitter Official do Santos
O peixe é considerado um dos grandes favoritos a qualquer competição que disputar no ano, apesar da irregularidade demonstrada no começo da temporada é indiscutível que o alvinegro praiano tem potencial para alcançar seus objetivos, e boa parte disso se deve ser creditada ao treinador Dorival Junior que mesmo com as críticas pesadas da torcida não se deixou influenciar e trouxe nosso Santos de volta aos caminhos das vitórias.

Agora esperamos seriamente que essa evolução demonstrada nos últimos jogos continue constante e o belo aproveitamento em mata-mata dos últimos anos se repita neste ano. "A Vila Belmiro como um caldeirão reafirmará a tese de que o Santos é o campeão". Sem querer criar falsas ilusões, mas a passagem para Dubai tá 840 dólares.

Por: Gabriel Ferraz / _vsferraz 

Tudo ficou para a última rodada

Após dois resultados que animaram o torcedor canarinho (vitória de 2x1 sobre o líder Novo Hamburgo e empate em 1x1 contra o Internacional) o Ypiranga viajou até Gravataí na região metropolitana de Porto Alegre, o Estádio Antonio Vieira Ramos (Vieirão) sede do Cerâmica (clube já inativo) foi o palco do certame que tinha tudo para ser o jogo que afastaria o Ypiranga da zona do rebaixamento.

A torcida do Ypiranga (inclusive eu) viajou 400 km em um micro apertado para acompanhar de perto o canarinho, havia dos torcedores á esperança de ver a equipe semelhante aos dois últimos jogos, porém este confronto era longe de casa, onde o canarinho mostra suas maiores fraquezas, o mesmo elenco, o mesmo técnico, mas não o mesmo futebol.

Desde os primeiros momentos o Ypiranga se mostrava totalmente perdido, o Cruzeiro tomava iniciativa e encontrava o Ypiranga sempre apático, e não demorou muito para as chances começarem, aos 30 minutos veio o castigo, após erro de passe de Kaio Wilker o Cruzeiro aproveitou a falha de marcação e Lucão apareceu para abrir o placar. A partir deste gol parecia que o Ypiranga iria acordar, mas não foi isso que se viu, o Cruzeiro seguia dominando e no fim do primeiro tempo Éder perdeu a bola no meio campo e em uma jogada parecida com o do primeiro gol a bola sobrou para Thiago Alagoano aumentar o placar 2x0 Cruzeiro. 

Gol de Lucão(Foto Site: cruzeiropoa.com.br)
O segundo tempo iniciou com o Ypiranga melhor, Éder quase descontou, mas parou por ai, foi a única chance de gol do Ypiranga na partida, após esse lance foi um verdadeiro ''Deus nos acuda!'', aos 5 minutos Thiago Alagoano quase alcançou a bola e aumentou o placar, aos 10 minutos Willian acertou o travessão, aos 15’ Lucão parou na defesa do Carlão, aos 26’ de novo Lucão parou em boa defesa de Carlão. A agonia só terminou após Diego Real apitar o fim de jogo, Cruzeiro 2x0 Ypiranga e podia ser bem mais.

CRUZEIRO – Deivity; John Lennon, Dão, Vladimir e Sander; Tawan, Thiago Alagoano (Jaderson), Lucas Martins e William Koslowisky; Ronaldo (Mateus) e Lucão (Raul). T – Ben Hur Pereira.

YPIRANGA – Carlão, Marcio, Negretti, Wagner (Evair) e Vinicius, Tairone, Jackson, Thales Cunha e Kaio Willker, Eder (Artur) e Michel. T – Guilherme Macuglia.

LOCAL: estádio Vieirão, Gravataí, RS
ARBITRAGEM: Diego Real com Leirson Martins e Gustavo Schier. Lucas Guimarães Horn como quarto arbitro.

Ypiranga x Caxias

O jogo mais importante do ano será quarta feira no Colosso da Lagoa, o Ypiranga entra em campo na zona do rebaixamento e dependendo de resultados para conseguir se manter na elite do Gauchão, a vitória diante do Caxias tem que vir combinada com um tropeço do São Paulo que enfrenta em casa o Grêmio ou um tropeço do Brasil que enfrenta o Passo Fundo fora de casa. Após 10 rodadas do Gauchão vejo que os resultados paralelos não são difíceis de ocorrerem, o que vai ser difícil é vencer o bom time do Caxias.

Nós torcedores estaremos nas arquibancadas sofrendo, mas acreditando, torcendo para Grêmio e Passo Fundo de longe e torcendo pelo nosso canarinho de perto. Que os bons ventos soprem no Colosso da Lagoa na noite desta quarta-feira que Arthur Incerti, Favorino Pinto, Ercilia Di Francesco Amorim, Fioravante Tagliari, Florêncio Antunes de Oliveira, Francisco de Oliveira Dias, Heraclides Franco, Jacinto Godoy, João Antonio Sírtoli, João Magnabosco, João Reis Solon, João Vitorino dos Reis, José Maria de Amorim, Lizandro Araújo, Nilo Amorim, Otto Feldmann, Paulo Damasceno Ferreira, Sigismundo Pllak, Sebastião César, Silvestre Péricles Monteiro, Simão Vasconcelos de Souza, Themistocles Ochoa, Theodoro Tedesco e Vitório Alovise, que todos estes nobres senhores e senhoras que são os responsáveis pelo nosso Ypiranga existir, olhem lá de onde estiver este jogo, que torçam pelo nosso clube, todas as energias positivas serão necessárias para nos livrar do horror que é a segunda divisão, somos os maiores vencedores dela sim, nós sabemos, porém não é nada agradável estar lá.

Que o Ypiranga vença quarta, que os resultados ajudem e a partir de quinta um novo começo tem de ser planejado, novas atitudes, novos jogadores e que o Ypiranga seja outro para a Série C.

Com erro crasso no fim, Flamengo e Vasco ficam no empate

Já se tornou comum, padrão, o que mais couber de adjetivos. O "clássico dos milhões" como é chamado pela imprensa, hoje em dia já não tem tanta graça assim, só sobrou à histórica rivalidade das equipes. Não importa qual seja o campeonato, rodada, público ou estádio, todos (ou quase todos) os últimos jogos entre Flamengo x Vasco terminaram e a única coisa que se fala em debates esportivos é: Erro de arbitragem (seja pra qual lado for).

Se não fossem do mesmo estado, se não houvesse a rivalidade entre as torcidas, a encarnação diária nas ruas, o que sobraria de futebol para falar deste duelo? Ultimamente, os jogos são de nível pífio, alto número de faltas, jogadores pilhados da pior maneira possível. Até onde isso vai chegar?

Arão comemora o gol de empate em Brasília. Fonte: flamengo.com.br
Era para ter sido mais um clássico comum no Campeonato Carioca, no Maracanã, torcidas disputando no grito, jogo limpo e juiz fazendo o que lhe cabe. Porém o falido Campeonato Carioca já não proporciona isso ao torcedor. Em Brasília, Flamengo x Vasco se enfrentavam pela rodada 4 da Taça Rio, o Flamengo já estava classificado para a semifinal do Estadual, porém foi com força máxima para o clássico. Já o Vasco precisava se recuperar da eliminação precoce da Copa do Brasil e o time ainda busca a afirmação com o recém-chegado Milton Mendes, novo técnico da equipe.

O jogo em si foi de extremos, principalmente para o Flamengo. No 1° tempo, o Vasco dominou o time durante os 30 primeiros minutos e essa superioridade se fez valer quando Nenê dividiu com Réver, ganhou a disputa e cruzou para Pikachu abrir o placar na capital federal. Após a luz de o estádio acabar, o Flamengo equilibrou o jogo, porém não conseguiu ser efetivo nas finalizações com Leandro Damião.

Berrío enche o pé e vira para o Fla. Fonte: flamengo.com.br
No 2° tempo, muita coisa mudou. Aos 8 minutos, após receber o 1° amarelo, Luís Fabiano perdeu a cabeça e deu uma peitada no árbitro. Sem hesitar, o juiz aplicou o 2° cartão no atacante e o camisa 9 cruzmaltino foi expulso de campo. Após a expulsão o Flamengo cresceu muito em campo e logo depois de ter um gol anulado, Arão subiu após cobrança de escanteio de Mancuello e testou para o gol, 1 a 1 e o Flamengo era melhor em campo. Pouco tempo depois, Berrío recebeu passe de Arão e com um corte seco e chute forte virou o jogo.

Tudo parecia ir bem, até que nos acréscimos, o juiz Luís Antonio Silva dos Santos aplicou um pênalti no mínimo absurdo para a equipe do Vasco. O árbitro afirmou que a bola havia batido no braço de Renê, porém é possível ver claramente que a bola pega na barriga do camisa 6 rubro-negro. Sem voltar atrás, o camisa 10 cruzmaltino converteu o pênalti e o clássico terminou empatado em 2 a 2, com o juiz roubando a cena mais uma vez.

Não adianta mais chorar pelo que aconteceu no último domingo (26), só fica a esperança pro que vai acontecer com a arbitragem dos campeonatos estaduais e até mesmo do Campeonato Brasileiro, algo precisa ser feito. O Flamengo segue invicto no Carioca 2017 e vai forte rumo ao 34° título estadual.

Vamos, Flamengo!

Por: Matheus Subtil
Twitter: @matheusubtil 

Os 70 pontos de Devin Booker

Na noite de sexta-feira (24), O Phoenix Suns enfrentou o Boston Celtics fora de casa, no TD Garden. A vitória dos celtas veio logo cedo quando os visitantes ficaram sete minutos sem acertar um arremesso de quadra. Mas o jogo foi marcado por outra situação.

Com apenas 20 anos, Devin Booker sempre se mostrou um exímio pontuador. O ala-armador foi selecionado na 13ª escolha do Draft de 2015 e no início desta temporada se tornou o maior pontuador em jogos disputados no México, com duas performances de mais de 30 pontos no país. Além disso, o jovem fez mais de mil pontos em sua temporada de calouro, mesmo tendo jogado poucos jogos como titular.

Na sexta foi mais um dia perfeito para Devin. Ele acertou 21 dos seus 40 arremessos de quadra, o que representa mais de 50% de aproveitamento. Além disso, acertou 24 lances livres dos 26 tentados. Realmente, Booker estava pegando fogo naquela noite, totalizando nada menos que 70 pontos.

Booker e seus companheiros comemoram o fato histórico. (Foto: Twitter oficial do Leandro Barbosa)
Reação dos jogadores adversários

Após o jogo, Isaiah Thomas e Jae Crowder deram declarações polêmicas sobre a performance de Booker. "Nós estamos indo para os playoffs e eles estão indo para a loteria (do Draft)", disse Thomas em entrevista após a vitória.

O companheiro de equipe de Thomas, Crowder, escreveu uma resposta ao Instagram da NBA após a postagem da foto acima. "Nunca vi tanta gente feliz depois de uma derrota", disse ele em sua resposta.

Os dois casos repercutiram nas redes sociais, porém Devin Booker não respondeu às provocações.

Isaiah Thomas provoca Devin Booker em entrevista (Foto: Bleacher Report)
Gabriel Barros e João Eduardo Gurgel

Gosto amargo: Em RexPa polêmico, Paysandu sofre empate

(Foto: Cássia Gouvêa / Linha de Fundo)
Neste domingo (26), a capital paraense já amanheceu com um clima diferente, era novamente dia de RexPa. A chuva que se faz presente na maioria das vezes em que se joga o clássico, logo apareceu e também foi responsável pelo atraso da partida em meia hora. No segundo Clássico-Rei do ano, o Paysandu teve a chance de ter sua revanche e também de acabar com a invencibilidade do adversário.

O time alviazul foi quem começou melhor na partida e quase abriu o placar aos 8’, quando Bergson cobrou uma bela falta, obrigando André Luís a fazer grande defesa. Três minutos depois, Diogo Oliveira deixou Ayrton na cara do gol, o mesmo chutou cruzado e Bergson, que estava no segundo pau, se jogou para marcar de carrinho.

O Remo tentava responder, mas a forte marcação do Paysandu impedia o time azulino de completar as jogadas. Esta forte marcação acabou resultando na perda de Ricardo Capanema aos 22 minutos de jogo, que foi expulso depois de levar dois cartões amarelos. Esse poderia ter sido o grande problema do jogo, porém Chamusca conseguiu mais uma vez voltar às reclamações para ele, quando resolveu botar um volante no lugar do único meia e não no lugar de um dos três atacantes.

O Lobo até conseguiu segurar o adversário no primeiro tempo, administrando o tempo e campo de jogo, e quase ampliou com cabeceio de Gilvan, após cobrança de escanteio. Logo, outra perda importante aconteceu, Bergson, autor do gol, saiu machucado, deixando a situação do time ainda mais complicada.

(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
Na segunda etapa, o jogo virou praticamente ataque do Remo contra defesa do Paysandu. Logo aos 7’, o clube visitante assustou com cabeçada de Val Barreto, que foi defendida por Emerson, de forma estranha. Os bicolores responderam com 11’ de jogo, quando Leandro Carvalho soltou uma bomba de primeira, depois de um a sobra de bola na frente da área, porém a bola foi por cima do gol.

O time azulino fazia do escanteio sua arma mais eficaz. E quase conseguiu o empate duas vezes depois de um, na primeira, Igor João completou com cabeceio para o gol, mas Ayrton salvou em cima da linha. Na segunda, aos 25’, Val Barreto cabeceou, sozinho, na rede pelo lado de fora. E foi de um escanteio que o empate aconteceu, a bola veio pelo lado direito, Henrique desviou para Eduardo Ramos cabecear, Emerson conseguiu operar um milagre, porém no rebote, o camisa 8 não desperdiçou.

Próximo jogo: O Paysandu entra numa maratona de jogos contra o Águia de Marabá, serão três jogos seguidos contra a equipe marabaense. O primeiro é nesta sexta-feira (31), às 20h, no Zinho de Oliveira e é válido pela Copa Verde.

Palavra da colunista: Até a expulsão, o time bicolor era claramente superior na partida e a maioria das suas chances sempre tinham a participação de Bergson e Diogo Oliveira. Por isso se entende muito pouco o que aconteceu depois do segundo amarelo de Ricardo Capanema. De todos os jogadores em campo, Chamusca escolheu justamente um dos mais participativos no jogo, para ser sacrificado, dando lugar a Rodrigo Andrade.

Com o decorrer da partida ficou mais claro o erro do técnico, que poderia ter retirado Leandro Cearense. O centroavante fez mais uma daquelas partidas onde conseguiu falhar em quase tudo. Não disputava a bola, não acreditava nos lances, não matava a bola e virou uma parede em campo.

A saída do Bergson, depois de uma lesão, mudou todo o sistema, Hayner entrou e acabou assumindo a lateral, levando Will para o meio, num 4-4-1. Hayner, que, aliás, teve uma boa participação, sendo muito importante na recomposição. Will, que depois acabou saindo também, teve uma boa atuação, apesar dos erros no final, por cansaço. Essa foi outra substituição muito questionada, já que na mente da maioria dos torcedores, colocar Aslen era não só desnecessário, como não ajudaria a segurar o resultado.

Finalizando os comentários sobre jogadores, é preciso citar os melhores em campo neste RexPa, Rodrigo Andrade, Gilvan e Leandro Carvalho. Os dois primeiros se saíram mais do que bem na defesa e Leandro, além de ser responsável por quase todos os lances de perigo do clube alviazul, ainda ajudou na marcação, o ponta bicolor acreditou em todas as jogadas e correu como nunca.

É necessário falar sobre mais uma péssima atuação de Dewson de Freitas, o árbitro FIFA do Pará, que não consegue apitar um único RexPa sem cometer erros. Faltou presidente bater no peito para vetar Dewson. E mais uma vez nos vimos prejudicados, quando Capanema, com duas faltas, levou dois amarelos e foi expulso aos 22 minutos e Tsunami, com quatro faltas, levou apenas um cartão amarelo. 
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