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quarta-feira, 29 de março de 2017

“Lei do Ex”, nos ajude

Ela costuma ser implacável. No futebol a “Lei do Ex” sempre marca presença. Talvez ai esteja a principal esperança do Taubaté para a rodada de número 14 do Campeonato Paulista da Série A2.

O confronto diante do Guarani no Joaquinzão colocará frente a frente duas equipes com campanhas praticamente idênticas na competição, com o Burro da Central levando vantagem de um gol no saldo. Apesar da igualdade, a fase dos times é totalmente diferente.

Léo Aro foi revelados na categorias de base do Guarani. Foto Bruno Castilho/EC Taubaté
Enquanto o Bugre derrotou na rodada anterior o Água Santa, fora de casa, na estreia do técnico Vadão, elevando a moral da equipe, o Taubaté vem de três rodadas sem vitória e com os torcedores pouco otimista em dias melhores.

Artilheiro da A2, Éverton defendeu o Bugre em 2016. Foto: Bruno Castilho/EC Taubaté
Uma forma de animar a galera taubateana, é justamente acreditar na tal do “Lei do Ex”. Quatro jogadores do atual elenco Alviazul já defenderam a camisa do Guarani, entre eles o atacante Éverton, artilheiro da A2.

Cassinho vestiu a camisa do Guarani em 2014. Foto Bruno Castilho/EC Taubaté
Principal nome do Taubaté na temporada, o atacante atuou pelo Bugre na Série C do Brasileirão, ajudando o clube a conquistar o acesso a Série B nacional. Quem também já defendeu o time campineiro, em 2014 é o meia Cassinho. Dono da camisa 10 do Taubaté, o jogador também é um dos poucos que se destacam no atual momento da equipe.

Os outros nomes a já terem atuado pelo Guarani são o volante Vitor Rossini e o atacante Léo Aro, ambos revelados pelo Bugre. Em Taubaté, Léo ainda não mostrou o futebol de que dele se esperava. Reserva do técnico Evaristo Piza, caso entre em campo nesta quinta-feira, terá talvez a última oportunidade de justificar sua contratação. Já o volante estreou no último final de semana e também deverá esquentar o banco de reservas.

“Lei do Ex”, contamos com você!

Revelado em Campinas, Vitor Rossini estreou no último final de semana pelo Taubaté. Foto Bruno Castilho/EC Taubaté

A seleção despertou o nosso maior sintoma de inautenticidade

29 de março de 2016. Há exatamente um ano, o Brasil conseguia empatar, após de uma atuação muito fraca, a partida contra o Paraguai após estar perdendo por 2 a 0, com gols de Ricardo Oliveira e Daniel Alves, no último lance do jogo. A seleção de Dunga mais uma vez não conseguia uma atuação boa e convincente e saiu no lucro com esse empate no Defensores del Chaco.

Na época, o Brasil estaria fora até da zona de repescagem das Eliminatórias para a Copa da Rússia. “Será que a única seleção presente em todas as copas ficaria de fora?”, “Será que vamos nos classificar?”. Foram as perguntas feitas por um torcedor após uma campanha ridícula: Duas vitórias, uma derrota e três empates e zero atuações de acordo com o tamanho da Seleção Brasileira.

Ah, mas tudo bem.. A Copa América vem aí e tudo vai voltar ao normal”. É, no final das contas esse torcedor estava certo, mas chegaremos lá. Nos Estados Unidos, teríamos Equador, Taiti e Peru no nosso grupo. Desses, só conseguimos vencer da forte seleção da América Central e nem nos classificaríamos para as quartas de final, graças ao gol de Raul Ruidíaz.

Eu odeio essa seleção, tem mais é que perder mesmo e ficar fora da Copa pra ver se aprende!”.

Foi isso que aquele mesmo torcedor disse. Nesse momento, ele estava pensando em largar tudo e começar a torcer e acompanhar alguma seleção europeia. “Vai me dar mais alegrias!” – disse o revoltado torcedor.

Eis que chegou Adenor. Para os mais íntimos, Tite. Vindo com o prestígio de ser considerado o maior técnico da história do Corinthians, ele assumia o cargo na seleção em busca de, praticamente, um milagre: Colocar os “pingos nos is” e restabelecer o nome do Brasil no mundo do futebol.

Tite é bom, mas essa seleção não tem solução” – publicou o torcedor em todas as suas redes sociais.

O treinador teria doze partidas para tentar reverter toda essa situação e tentar chegar perto da Rússia. Em um terreno cheio de tristeza, Tite plantou trabalho e confiança. Nos primeiros jogos, o primeiro sinal de nesse lugar nasceria um lindo jardim: 3 a 0 contra o Equador em Quito e 2 a 1 contra a Colômbia em Manaus. Com um Brasil muito mais bonito de se ver e com Gabriel Jesus, venceríamos as duas primeiras batalhas com o novo técnico.

"Convocar Paulinho e Renato Augusto? Nem eu que não sou técnico convocaria dois jogadores da China pra seleção. Isso é piada" – mesmo com as vitórias, o torcedor continuava reclamando.

Tite conseguiu misturar de uma maneira perfeita jogadores de sua confiança com jogadores que estão brilhando nos campos à fora. O meio-campo é uma engrenagem com a cara do treinador e que só funciona se três itens estiverem juntos: o próprio Tite, Renato Augusto e Paulinho. Os contestados meio campistas, junto com Casemiro, são a espinha dorsal de uma equipe muito forte defensivamente – desde que Tite assumiu, o Brasil só levou dois gols.

A defesa não era o único ponto forte dessa equipe. Em um 4-3-2-1, além da eficiente trinca no meio de campo, vemos Neymar e Phillipe Coutinho jogando no auge do seu futebol: Livres para circular sob todas as partes do campo e com o auxílio do atacante e de um volante surpresa (que sobe ao ataque, surpreendendo a defesa adversária), os dois vem apresentando um futebol invejável e marcando belos gols.

"Brasil voltou a jogar bem, mas tem a Argentina aí agora. Duvido que vão passar do Messi assim..."

Dito e feito. Na volta ao Mineirão, um sonoro 3 a 0 nos nossos maiores rivais. Pra colocar a cereja no bolo, 2 a 0 no Peru em Lima. Liderança e vaga para a Copa do Mundo praticamente encaminhada. E isso tudo em apenas seis jogos.

Por um tempo o torcedor ficou longe das redes sociais. Disse que teve um problema com a sua internet.

Alegria! A nova cara da Seleção! (Foto: Pedro Martins/ MoWa Press)
29 de março de 2017. Brasil é a primeira seleção do mundo classificada no campo para a próxima Copa do Mundo. Tite: 8 partidas. 8 vitórias. 24 gols marcados. O Brasil de Tite seria o primeiro colocado das Eliminatórias mesmo se tirássemos os pontos conquistados com Dunga. 4 a 1 no Uruguai e 3 a 0 no Paraguai com uma equipe que enche os olhos de qualquer um. Padrão tático, ataque e defesa.

"BRASIL! Eu te amo, Tite!! Rumo a Rússia!!!" – postou o torcedor ontem, após o jogo na Arena Corinthians.

A Seleção Brasileira despertou a inautenticidade de cada um. Muitos morderam a língua por desacreditar na pentacampeã do mundo quando estávamos em uma situação ruim. Esse torcedor, que é só mais um que foi pego na sua própria contradição. Antes, criticava e jurava que não ia mais ligar pra seleção. Hoje, ama e comemora a classificação – e com razão.

Mas, cá entre nós, a camisa da Seleção é muito pesada pra ela ficar de fora de uma Copa do Mundo. Mais do que a classificação, Tite trouxe pra gente a esperança de que podemos sim lutar pelo Hexa. Por ora, temos que manter os pés no chão e continuar o trabalho que vem sendo feito.

Até a Rússia.

Mudança mexe com a Série B do Catarinense

Com um pouco mais de três meses faltando para o início da Série B do Campeonato Catarinense, surgiu na tarde desta quarta-feira (29), uma notícia que mexe e muito com a competição.

Desistência mexe com a Segundona de SC
Em ofício enviado à FCF (Federação Catarinense de Futebol), o Atlético Itajaí comunicou que decidiu desistir de participar da próxima edição da segunda divisão de Santa Catarina. O clube alegou dificuldades financeiras para disputar a competição e pediu afastamento de todas outras competições por um ano.

Novo no futebol, o Clube Atlético Itajaí completaria um ano de vida no próximo dia 20 de abril. Em 11 meses de existência, o Itajaí chegou à final e sagrou-se campeão da terceira divisão no ano de 2016, após dois confrontos com o Fluminense de Joinville. Em uma das partidas da final, o clube Itajaiense chegou a aplicar uma goleada por 6x1 em cima de seu adversário.

Rubens Angelotti, presida FCF, ao lado de Anelisio Machado, presidente do Fluminense de Joinville (Foto: Divulgação/FCF)
O substituto do Itajaí na Série B do Catarinense será o vice-campeão da Terceirona, o Fluminense de Joinville. O clube de Joinville que se preparava para a disputa da Série C do Catarinense que começa em maio, agora terá mais um tempo para buscar mais reforços para agora disputar a Segundona.

Patrick Silva | @figueiradepre

Cordino e Imperatriz não saem do zero no jogo de ida da decisão do primeiro turno do Maranhense

Cordino e Imperatriz se enfrentaram, em Barra do Corda, no Estádio Leandrão, nesta tarde, às 15h45, pelo jogo de ida da final do primeiro turno do Maranhense. Nenhuma das equipes balançou as redes. 0 x 0 foi o placar final. Nas semifinais, o Imperatriz eliminou o Maranhão pelo placar de 3 a 1, no Frei Epifânio D’Abadia, e o Cordino se classificou ao vencer o São José, em Barra do Corda, por 2 a 1.

Cordino e Imperatriz não balançaram as redes no primeiro jogo da decisão do primeiro turno (Foto: Leonilson Mota)
O Imperatriz começou o primeiro tempo pressionando bastante, mas sem grande perigo. O Cavalo de Aço assustou apenas com Lacraia, que fez uma grande jogada individual e arriscou um chute de fora da área, mas o goleiro Eduardo Alves fez uma ótima defesa.

Após os 15 minutos, o Cordino conseguiu dominar a posse de bola e criou algumas ótimas oportunidades de gol. Em uma delas, o lateral direito Michel ficou cara a cara com Rodrigo Ramos, mas não teve frieza para finalizar e acabou mandando a bola para fora. A pressão da Onça continuou e, aos 35 minutos, Pedro Gusmão quase abriu o placar. O atacante chutou forte, Rodrigo Ramos defendeu e Bruno Limão afastou o perigo em cima da linha do gol.

O segundo tempo foi bastante equilibrado, sem grandes chances de gol para as duas equipes. Ulisses, aos 44 minutos, ainda tentou tirar o zero do placar, mas, sozinho na área, finalizou pela Linha de Fundo. O placar inicial permaneceu e o Imperatriz continua sendo o único invicto no estadual.

Com um bom planejamento na pré-temporada, principalmente na montagem de um elenco “cascudo”, com jogadores muito experientes, que já conquistaram pelo menos um título maranhense, como Rodrigo Ramos, Robson Simplício, Dudu e Rubens, o Cavalo de Aço chegou a final bem gabaritado e tenta o seu terceiro título estadual.

O Cordino, por sua vez, tem feito mais um ótimo campeonato, tirando proveito dos jogos em casa, onde é muito difícil de enfrenta-lo, sobretudo pelas condições do gramado, que sempre causa dificuldade aos adversários. Ulisses, como sempre, é o jogador de maior destaque da equipe, sendo novamente o artilheiro do estadual até o momento, com oito gols.

O detentor do título do primeiro turno do Maranhense tem direito a uma vaga na Copa do Nordeste e Copa do Brasil de 2018. Por ter uma melhor campanha, o Imperatriz joga por dois resultados iguais para ser campeão. O segundo jogo da decisão será no próximo sábado (01/04), às 18h30, no Estádio Frei Epifânio D’Abadia, em Imperatriz.

FICHA DO JOGO:
CORDINO 0 X 0 IMPERATRIZ

Local: Estádio Leandrão, Barra do Corda (MA)
Data: 29 de Março de 2017, quarta-feira
Horário: 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Jorge Luís Viana da Silva

Cordino: Eduardo Alves; Michel, Bruno Erlan, Ferreira e Jerfferson; Júnior Negrão, Romero, Alison e Di Maria (Lucas); Ulisses e Pedro Gusmão (Jocivan). Técnico: Marlon Cutrim.
Imperatriz: Rodrigo Ramos; João Rodrigo, André Penalva, Bruno Lopes e Bruno Limão; Robson Simplício (Mateus Ferreira), Carlos Dutra e Rubens; Júnior Lacraia (William Amorim), Léo Paraíba (Lucas Silva) e Cris. Técnico: Sinomar Naves.

Marcos Fernandes || Twitter: @poetafernandes
Linha de Fundo || @SiteLF
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