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sábado, 8 de abril de 2017

Kouyaté salva a cabeça de Slaven Bilic

Visualiza um jogo feio na sua memória. Visualizou? Foi assim o jogo hoje (08/04) no Olímpico de Londres entre West Ham United e Swansea City, apesar do time londrino martelar muito, e ser praticamente um ataque contra defesa. As duas equipes lutam pelo rebaixamento. O West Ham subiu uma posição e agora se encontra em 14º, com 36 pontos, enquanto o time galês permanece na 18ª posição. Eu, sinceramente, já esperava um jogo desse nível.

Foto: BBC Sports
Os Hammers vinham de cinco derrotas, entre elas, duas contra times londrinos, contra o Arsenal, por 3x0 no Emirates Stadium, e contra o Chelsea, 1x2 no Olímpico de Londres. Jogamos sem surpresa, só com a entrada do lateral esquerdo Masuaku no lugar de Cresswell. Os 11 iniciais: Randolph, Byram, José Fonte, Collins e Masuaku: Kouyaté, Noble (Que estava fazendo seu jogo 400), Ayew, Lanzini e Snodgrass; Antonio. Hoje, ganhamos pelo placar mínimo, mas poderíamos ter ganhado por mais. Perdemos muitas chances. Ayew, Snodgrass e Calleri, que entrou no lugar do Antonio, que se machucou ainda no primeiro tempo.

O jogo começou frenético, aos 9 minutos, o improvisado Antonio invadiu a área e foi derrubado. Porém, o juiz não deu nada. Aos 20 minutos, Antonio recebeu o cruzamento do Byram, jogou na área de novo, e Snodgrass cabeceou. Defesaça de Fabianski, onde pegou a bola encima da linha. Dez minutos depois, Noble pegou uma bola no meio de campo, enfiou para o ganês Ayew, que chutou pra mais uma bela defesa do goleiro do time galês. Um minuto depois, o primeiro ataque do Swansea. Uma bola enfiada pro Routledge, que cruzou a bola e o Fonte tirou pra escanteio. Nesse escanteio, o baixinho do Swansea City aproveitou a falha da zaga e quase marcou de letra, porém, Antonio isolou a bola da área dos Hammers.

Alguns minutos depois, Michail Antonio recebeu uma bola enfiada, e sentiu uma lesão. Saiu o inglês para a entrada do argentino Jonathan Calleri.  No fim do primeiro tempo, precisamente aos 43 minutos, uma triangulação entre Noble, Snodgrass e Kouyaté resultou no gol. Noble deu um passe longo pro Snodgrass, que deu o passe de primeira para o volante senegalês, que ajeitou e meteu a bomba, sem chances pro Fabianski. 1x0 West Ham. Com a vantagem, o West Ham começou a administrar o jogo.

Aos 49 minutos, Ayew cruzou pro Snodgrass, porém, o Federíco Fernández falhou, e sobrou pro Byram, que jogou pela rede de fora. Depois disso, não teve quase nenhuma chance. No finalzinho do jogo, aos 81 minutos, Luciano Narsingh recebeu livre e chutou no ângulo. Randolph salvou. Três minutos depois, Calleri cruzou e, na rebatida da zaga, Ayew meteu um chutaço pra defesa do goleiro polonês novamente. Aos 45’ um cruzamento vindo da esquerda e Calleri quase ou E acabou assim. West Ham 1x0 Swansea City, uma vitória para nos tirar do sufoco. Na próxima rodada, iremos enfrentar o Sunderland, no sábado, no Stadium of Light. Já o Swansea City enfrenta o Watford no Vicarage Road. Uma vitória essencial para fugirmos do rebaixamento.

Por: Guilherme Pacheco // @PachGuilherme

No Mané, no problem

Liverpool vence o seu primeiro jogo na Premier League sem Sadio Mané (Foto: Reprodução/Liverpool FC)
Todos sabem o quanto o Liverpool sente dificuldades na ausência de Sadio Mané. O senegalês muitas vezes é o jogador que faz a diferença para o time de Klopp, que sente a sua falta. Sem o jogador contra o Bournemouth só não ganhamos por muito pouco, e todos sabiam de que hoje (08), contra o Stoke City teríamos que lutar para vencer.

Após um primeiro tempo sem ritmo, sem criatividade e muitos sustos, o Liverpool saiu atrás no placar, devido a uma falha na marcação que deixou Walters sozinho. No segundo tempo, Klopp colocou o "little magician" Philippe Coutinho e Roberto Firmino, que fizeram a diferença, ambos marcando os gols para os Reds, vencendo o Stoke por 2-1 no Bet365 Stadium.

Todos os torcedores, inclusive eu, tivemos a mesma reação quando vimos à escalação de Klopp: "O que é isso?!". O time veio com muitas mudanças e Klopp optou por deixar Coutinho e Firmino como opções no banco, escolhendo um esquema tático que o Liverpool ainda não havia usado na temporada, com três zagueiros. O Liverpool foi a campo com: Mignolet; Alexander-Arnold, Lovren, Matip, Klavan e Clyne; Wijnaldum, Can e Milner; Origi e Woodburn.

O esquema tático escolhido por Jürgen Klopp não agradou. O Liverpool geralmente tentava a jogada direta, que não funcionava a maioria das vezes. Os jogadores pareciam e não estavam habituados a jogar daquela forma, sem entrosamento e muitas vezes não sabiam o que fazer.

Honestamente, não era de se esperar que os jovens Alexander-Arnold e Woodburn fizessem a diferença, e não fizeram. Arnold sofreu e muito para marcar Arnautovic e Woodburn não conseguiu criar muito, quando teve oportunidades não fez a decisão correta. A defesa foi insegura em todo o primeiro tempo, inclusive falhando no gol de Jonathan Walters, que é uma espécie de carrasco do Liverpool.

Na segunda etapa a história foi outra: Klopp colocou Coutinho e Firmino no jogo, dando uma cara mais criativa e ofensiva para o Liverpool. Até o primeiro gol Red a pressão era total, sem dar espaço ao Stoke e criando muitas chances.

Philippe Coutinho marca o gol que coloca os Reds de volta na partida (Foto:Liverpool FC)
O gol finalmente veio com Coutinho, que pegou a sobra da defesa do Stoke aos 70' e abriu o placar. Com esse gol o pequeno mágico se torna o artilheiro brasileiro na Premier League, com 30 gols, superando Juninho Paulista.

Dois minutos depois, mais um brasileiro deixou sua marca. Após um passe magistral de Wijnaldum, que estava muito mal na partida, Roberto Firmino fez um golaço, chutando de primeira e encobrindo o goleiro do Stoke, virando o jogo para o Liverpool.

Hoje mostramos o nosso espírito de luta mais uma vez. Sem o nosso principal jogador, não atuando bem e atrás no placar, conseguimos virar o jogo e começar a garantir nosso lugar na próxima UEFA Champions League, que é o objetivo pra temporada. Todos sabem que não será fácil e que também não precisamos jogar bem em todas as ocasiões, o importante é conquistar a vitória, não importa a maneira.

O próximo jogo será muito difícil, contra o West Brom fora de casa. Contudo, após a vitória de hoje, estaremos com confiança e com vontade de assegurar nosso lugar na Champions League e quem sabe brigar pelo título de forma mais intensa na próxima temporada.

Vou me despedindo por aqui e YNWA.

Por Gabriel Coelho / @gabrielcoelhof_

O Campeonato Carioca foi previsto por South Park

Eu poderia falar de como o jogo contra o Liverpool foi incrível, o que de fato foi, mas muito mais pela falta de vontade dos uruguaios para atacar e aquele jogador querendo cavar vaga no Botafogo tentando bicicleta de qualquer lugar, o problema é que fazer isso com a bola no chão e mirar na nuca do adversário ainda não é permitido em campos de futebol ou pela Convenção de Genebra. E o rascunho que fiz antes do jogo era tão cauteloso que soa ridículo.

Mas hoje tive uma epifnia pensando na sequência interminável de clássicos que valem virtualmente nada, pois se enfrentarão de novo supostamente pra valer. Assim, teremos um Botafogo x Fluminense com times reservas onde no fundo ambos querem perder, pra conseguir mais tempo para treinar e descansar, competições mais importantes estão retornando. De fato, entre os quatro semifinalistas, o único que brigará pra valer é o Vasco, tanto porque eles estão disputando um título já na semifinal quanto pelo fato de que se eles são eliminados, praticamente entram em intertemporada até o Brasileiro.

[Foto: Nelson Perez/FFC]
Mas como se traça um paralelo entre um campeonato deficitário e que vive de charme, tradição e de dar metade da renda de todos os jogos pra federação com uma série de animação politicamente incorreta? Há um episódio onde tudo o que as crianças querem é entrar de férias e há apenas uma coisa impedindo: O campeonato de baseball, o qual elas disputam com má vontade, jogando pra perder e conseguirem o sonhado descanso. Quem realmente se importa com o campeonato são os pais, que ignoram as vontades dos filhos e a má vontade nos jogos. Eles acabam chegando à final basicamente porque seus adversários se esforçam muito mais pra jogar mal.

Dito isso, ao jogo de domingo. O time de reservas do Fluminense está começando a se entrosar, ainda que seja o mesmo que perdeu de forma humilhante para o Nova Iguaçu. O Botafogo está engasgado com a virada que levou depois de um primeiro tempo onde Renato Chaves conseguiu fazer o Roger parecer o Messi driblando. Até ontem eu poderia afirmar que eles tinham a vantagem, mas com o Camilo criando caso e uma crise sozinho por não querer ficar no banco, tudo ficou em aberto. E justo quando há reservas pedindo passagem desesperadamente, Wendel, Calazans, Lucas Fernandes começaram a jogar bem...

Espero que o surrealismo do campeonato ainda assim proporcione bons jogos e públicos minimamente razoáveis. E quero ver vontade de vencer, obviamente, mas certos paralelos são gritantes demais para se ignorar.
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