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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Crystal Palace 3x0 Arsenal: Uma noite de terror no sul de Londres

Não venho aqui para fazer o mesmo que todos vêm fazendo: Críticas óbvias à equipe. É clara e evidente a fraqueza deste Arsenal 2017 e, não é preciso escancarar ainda mais todos estes problemas com texto pronto para apontar os defeitos do time. É algo inacreditável o que está acontecendo, pois estamos conseguindo – não sei como – piorar ainda mais a situação. Já tivemos nossas fases ruins e nossos momentos de “crise” em outras temporadas nessa era Wenger, mas de forma tão vexatória e humilhante como têm sido, principalmente nesses últimos meses, nunca antes foi visto.

Além dos resultados que são péssimos, desta vez estamos falhando até mesmo em apresentar um bom jogo contra equipes menores. A falta de padrão e organização do time assusta. Só não assusta mais que todas as incertezas que rodeiam o Arsenal. Já estamos em abril e não temos plano algum para a próxima temporada.

Cheguei a acreditar que, após tantas frustrações, encontraríamos um caminho de recuperação no campeonato. Até voltamos a apresentar um bom futebol depois de muito tempo na última quarta-feira contra o West Ham, quando vencemos por três a zero em casa; isso, após termos mostrado um espírito de luta para buscarmos o empate por duas vezes contra o Manchester City três rodadas antes. Neste Arsenal, no entanto, não se pode confiar... 

Nesta segunda-feira (10), visitamos o Crystal Palace no Selhurst Park, pela 32ª rodada da Premier League. A vitória era absolutamente viável, já que os Eagles têm um dos piores desempenhos jogando em casa na competição e, é um dos maiores fregueses do Arsenal e de Wenger. O que vimos, entretanto, foi mais um vexame dos Gunners.

Uma noite para ser esquecida... mais uma na temporada (Foto: Arsenal Worldwide). 
O Arsenal, mais uma vez, entrou desfalcado: Petr Cech, David Ospina e o capitão Koscielny, baixas recentes da equipe – todos lesionados. Não seria um problema, já que tanto Emiliano Martinez, quanto Gabriel entraram bem na equipe e foram destaques na última partida – o argentino, aliás, é um dos poucos pontos positivos dessas últimas semanas e com certeza, merece mais atenção por parte do clube.

Apesar da imensa superioridade do Arsenal na posse de bola – como quase sempre –, o time pouco produziu ofensivamente e, defensivamente, sofreu com o ataque do Palace, principalmente na segunda etapa. Townsend abriu o placar logo aos dezesseis minutos de jogo após cruzamento de Zaha. No segundo tempo, as coisas só pioraram. Os donos da casa encurralaram o Arsenal em uma pressão insuportável e, assim como no primeiro tempo, pouco antes dos vinte minutos, aos dezessete, o Crystal Palace marcou mais um. Novamente depois de jogada de Zaha, desta vez o autor do gol foi Cabaye, que acertou um belo chute para aumentar a vantagem dos mandantes. O terceiro gol nasceu de um pênalti, cinco minutos depois. Martinez derrubou Townsend na área. Milivojevic bateu bem e definiu a vitória do Palace. Um 3x0 categórico. A maior vitória dos Eagles no confronto em toda a história.

Devo confessar que, assim como todos os fãs do Arsenal, já não aguento mais essa história de: Ter que erguer a cabeça e seguir em frente após mais um revés, mas principalmente, após mais uma apresentação pífia de uma equipe tão valorizada. Seguiremos, é bem verdade, afinal, este é nosso clube, o que amamos e acompanhamos sempre, mas não é mais possível tratar com tanta passividade o que vêm acontecendo – ISSO NÃO É NORMAL. Nós precisamos de mudanças no clube, de uma nova mentalidade e, talvez sim, de novos profissionais, que sejam capazes de levar este clube de volta ao seu lugar: No topo, brigando por títulos e sendo campeão.

Por: Thalles Monari // Twitter: @_thallesmonari

Southampton é guerreiro e vence o West Bromwich fora de casa

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Jordy Clasie comemora seu gol e o que deu a vitória ao Southampton ( Foto: The Sun)
Como de costume, foi difícil e emocionante, mas nosso Southampton venceu fora de casa pelo placar de 0 x 1. O gol foi marcado pelo volante holandês Jordy Clasie. Nessa partida, tivemos Fraser Fortser com um jogo espetacular e salvando o time de um empate, Ryan Bertrand completou 100 jogos com a camisa do clube e mais um jogo sem gol de Shane Long. Vamos ao jogo:

Com Oriol Romeu suspenso e Steven Davis machucado, Claude Puel optou por colocar Clasie e Hojbjerg para substituí-los. A partida começou bem equilibrada, mas com os Saints sempre com mais posse de bola e tentando envolver o West Bromwich. E isso veio a acontecer aos 24 minutos. Após um chute de Fraser Forster, Shane Long dominou e avançou pela esquerda, passou para Tadic que escorou para Jordy Clasie na cabeça da área soltar uma bomba de pé direito no ângulo do goleiro Ben Foster, que só ficou olhando, abrindo o placar para os Saints e Puel premiado por coloca-lo para jogar. O time da casa só veio a assustar aos 38 minutos, quando Chadli cruzou e Rondon cabeceou no contrapé de Forster, que de mão trocada, fez uma defesa maravilhosa.

Na segunda etapa, os Saints entraram somente com o foco de segurar o placar, mas de não ficar recuado para não tomar pressão do time de casa, tanto que o time teve 58% de posse de bola contra 42% dos Brom. Aos 67’, Redmond recebeu cruzamento e chutou de primeira no canto, defendido pelo goleiro. No ataque seguinte, Tadic veio com a bola, cortou para meio e bateu no ângulo. A bola raspou a divisão entre a trave e o travessão, quase saiu o segundo. No finalzinho da partida, o West Bromwich foi para uma pressão. Após a cobrança de escanteio, o jogador do time desviou e Dawson na pequena área chutou para o gol, mas esqueceu da muralha Fraser Forster, que com a mão direita salvou o Southampton da derrota. Fim de jogo, 1 x 0 e vitória importantíssima.

Com os três pontos, o Southampton se manteve na nona posição com 40 pontos. O time terá uma semana para Puel aprimorar e aperfeiçoar os treinos e só retornará aos gramados no sábado, dia 15 de abril contra o Manchester City, no Saint Mary's.

Curtinhas do Southampton:

-Steven Davis foi nomeado o Jogador Norte-Irlandês do ano.

-Charlie Austin está perto de retornar aos treinos com bola.

-Van Dijk está fora da temporada. Motivo: Lesão.

-Van Dijk também está muito perto de acertar sua ida para o Chelsea por um valor perto de 40 milhões de libras.

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Steven Davis eleito o jogador norte-irlandês do ano (Foto: Southampton FC)
WE MARCH ON

JOÃO EDUARDO GURGEL

Crac 0x0 Vila Nova: Tigrão precisa urgentemente voltar a jogar o seu futebol

Apenas cumprindo tabela, Crac e Vila Nova entraram em campo na tarde do último domingo (9), o time de Catalão entrou em campo já rebaixado para a Divisão de Acesso. O Tigrão já classificado para a próxima fase esperava a definição do seu adversário. Com poucas chances para ambos os lados, as equipes não saíram do empate sem gols.

Com um time misto, o Vila Nova foi a campo com o pensando na próxima fase da competição. Enquanto a bola rolava em Catalão, aconteciam outras três partidas que definiria as semifinais. Mesmo com a derrota, a Aparecidense permaneceu na primeira colocação no geral, Goiás empatou em 2x2 e também permaneceu na segunda colocação. Já o Atlético ao vencer o Goianésia por 4x2 além de rebaixar o adversário, se classificou na terceira colocação jogando o Vila Nova para quarto.

Ficaram definidas assim as semifinais do Goianão 2017: Vila Nova x Aparecidense e Atlético x Goiás.

(Foto: Reprodução / Vila Nova FC).
Em um jogo de dar sono, Vila por mais uma vez não mostrou poder de reação. Se o plano era escolher adversário e pegar a Aparecidense na próxima fase, tudo saiu como o planejado. Agora é o momento de separar os homens dos meninos e ver quem é quem. O Vila Nova após a derrota humilhante para o Goianésia não jogou mais bola e aquele time que ao decorrer da competição se mostrou bem preparado para chegar às finais do estadual, não jogou mais aquele futebol que a torcida esperava ver.

Na partida contra o Crac, o Vila se mostrou um time sem vontade para ir em buscar do resultado. Parecia mesmo que estava escolhendo seu adversário na próxima fase. Mesmo jogando diante de um adversário tecnicamente fraco na competição, a equipe do Vila não levou perigo ao gol do goleiro Colaço. Do lado Colorado quem trabalhou foi o goleiro Elisson, destaque na partida.

A falta de um meia fez com que o Vila não criasse tanto no jogo. Mazola que optou por ir com quatro volantes, deixou o único meia que foi até Catalão no banco. Seu time então ficaria sem meia de armação. Nada disso, como o senhor Uiles gosta do improviso, colocou o Albano para tentar cumprir a função, pelo visto não conseguiu fazer bem o que o treinador queria. Em algumas das boas jogadas do Vila Nova, veio dos pés de dois volantes na partida. Marcos Serrato e Moraes Júnior levaram perigo ao gol adversário ainda no primeiro tempo. Mas, só.

Mazola Jr mexeu na equipe na etapa final, alterações que não mudou em nada o rumo do jogo. Se a partida no primeiro tempo deu sono, no segundo foi pior ainda. Parecia que os jogadores das duas equipes entregaram os pontos, ninguém levou mais perigo ao gol de Colaço e Elisson.

No final das contas o Vila Nova saiu satisfeito de campo, mesmo batendo na mesma tecla sempre de que a equipe não escolheria seu adversário na próxima fase. O clube acabou se livrando de um bom clássico na fase mata-mata. Mas, se a equipe não mudar, não voltar a entrar em campo com raça e vontade realmente chegar a final vai ser bem complicado. Então não vai adiantar muito nadar para morrer na praia.

A princípio a primeira partida entre Vila Nova e Aparecidense estava marcada para o próximo sábado (15), ás 16h. A FGF confirmou no início da tarde desta segunda-feira (10), que a pedido do clube mandante, no caso o Vila Nova o jogo foi transferido para a segunda-feira (17), às 20h no Estádio Serra Dourada. A segunda partida segue indefinida.

Pontos importantes

Vem jogando muito bem e calando os críticos. (MUFC/Getty)
Visitamos o lanterna da Premier League nesse domingo e o mais importante de tudo foi conseguir os três pontos. O Sunderland mostrou toda sua fragilidade e mesmo jogando no Stadium of Light foi uma presa fácil para os Red Devils.

Com o resultado de 3x0, gols de Ibra, Mkhitaryan e Rashford, o Manchester não precisou nem jogar um bom futebol para alcançar o resultado e, apesar do futebol preguiçoso, quem assistiu o jogo percebeu que o time marcaria os gols a qualquer momento.

Ibracadabra marcou mais um gol de extremo talento. (MUFC/Getty)
O viking, Ibra, mostrou mais uma vez que pode falar o que quiser, pois quando a bola está rolando no gramado ele simplesmente resolve. O gol dele, apesar de não ter sido plástico, foi um gol de tirar o chapéu. Ele estava bem marcado e com um zagueiro na sobra, mesmo assim ele conseguiu chutar uma bola colocada saindo da tentativa de defesa do arqueiro adversário. Um golaço!

No início do jogo um susto, De Gea não foi para a partida, inclusive não foi nem para o banco. Uma pequena lesão o afastou do jogo, pois o departamento médico achou por bem poupar o paredão, com isso Sérgio Romero foi para a partida e deu continuidade às suas boas aparições na temporada.

Outro ponto a ser destacado foi a exibição de Shaw, que há muito não apresentava um bom futebol, parece que os puxões de orelha em público fizeram bem para o jovem lateral. Fez uma partida digna do que se espera dele, apoiando bem o ataque e dando uma cobertura eficiente na defesa, agora é manter o ritmo para evitar futuras broncas.

Fellaini, que eu tanto faço críticas, vem calando minha boca a cada partida, nesta não foi diferente. Uma partida segura, chegando ao ataque constantemente sem deixar a defesa desguarnecida, foi premiado como capitão da equipe e não fez feio.

Três pontos importantíssimos para a classificação a Champions. (MUFC/Getty)
A nível de classificação os três pontos foram importantes para não deixar os adversários se afastarem, mas temos que parar de perder pontos bobos se ainda quiser subir na tabela. Na próxima quinta-feira visitaremos a Bélgica para enfrentar o Anderlecht no Constant Vanden Stockstadion pela Liga Europa. Jogo duro e de extrema importância para nossas pretensões de mais um título na temporada.

No domingo teremos o clássico contra o Chelsea em Old Trafford, sinceramente não sei se em nossa atual situação jogar em casa nos favorece, pelos números em 16 jogos no Teatro dos Sonhos marcamos 27 pontos, já nas 14 visitas aos adversários somamos 30 pontos. Jogo difícil e teremos que nos superar para reverter essa situação.

Quero deixar aqui meu total apoio ao Manchester United Brasil que vem organizando uma campanha de doação de sangue. Faça parte torcedor! Isso sim é fazer diferença, não importa de onde você é, com certeza sua cidade tem um ponto para doação de sangue. Até a próxima e GGMU!

#SangueRedDevil

Fogão demora para acordar, perde em Itaquera, e está fora do Paulistão 2017

O Campeonato Paulista já tem três, de quatro de seus semifinalistas para a próxima fase do torneio estadual. O Botafogo, infelizmente não disputará uma vaga na final, mas pode se orgulhar de ter chego entre os oito melhores pela quinta vez seguida. Tudo bem que o futebol mostrado nesse primeiro semestre não foi de encherem-se os olhos, mas já dá para se ver uma DNA sendo montado no time, e que Moacyr Junior tem tudo para ser o treinador que levará o tricolor novamente, a uma Segunda Divisão de Brasileirão.

O Botafogo em dois duelos contra o Corinthians levou apenas um gol, e se for levar em conta todos os duelos contra os chamados “times grandes” no estadual deste ano, a Pantera teve um retrospecto respeitável. Perdeu na estreia para o Palmeiras fora de casa, mas jogando muito bem. Perdeu na Vila para o Santos, mas também jogando um futebol de igual. E por fim, empatou com o São Paulo dentro do Santa Cruz, pressionando o Tricolor Paulista até os minutos finais, e quase saindo com um resultado melhor.

O Botafogo se acostumou a jogar contra grandes, e os resultados vêm melhorando a cada temporada. É um avanço muito grande, para aquela equipe que costumava jogar atrás, e sempre amedrontada, quando batia de frente com um time de maior expressão.

O JOGO:

Timão e Pantera foram a campo em Itaquera com o objetivo claro de ingressas as semifinais do Paulistão 2017, mas também em quitar com o torcedor, uma dívida de bom e empolgante futebol, algo que não se viu no jogo do último sábado. Era dia de conhecer o terceiro dos quatro, que disputarão uma vaga na final estadual desse ano.

Quando a bola rolou, o que se viu foi um pouco mais de atitude, e vontade de atacar, do que as equipes mostraram no jogo de Ribeirão Preto. O Corinthians, como se esperava desde antes da partida, foi quem mostrou as credenciais desde o primeiro minuto, partindo para cima do Fogão, e querendo decidir o jogo com rapidez. O alvinegro de Itaquera foi o time que menos investiu financeiramente na temporada, entre os quatro. Porém, é também o único dos quatro, em que os atletas jogam cada partida como uma final de campeonato.

Se não vai na técnica, vai na raça. Romero era o mais dedicado em conseguir a bola, e sair vencedor em todas as divididas que disputava. Tanto é, que em um dos lances do primeiro tempo, o paraguaio levou uma alçada por trás de Samuel Santos, que lhe abriu um ferimento impressionante na coxa.

foto: divulgação (assessoria botafogo-sp)
O Pantera fez um jogo de marcação em cima nos primeiros 45min. Entrando em campo com três jogadores de contenção, Moacyr tinha como principal objetivo, neutralizar as jogadas do time da casa no meio de campo, para conseguir uma recuperação que resultasse em contra-ataque. Marcão Silva, Bileu e Pituca, eram os responsáveis por ditar o ritmo de cadência no meio campo tricolor.

Encontrando dificuldades, o time Corintiano apostou em bolas alçadas na área, e ligações diretas para os homens de frente. Rodriguinho foi o primeiro que teve grande chance de marcar, e na hora de finalizar tentou encobrir Neneca, mas perdeu a passada. Sem desanimar, o mesmo Rodriguinho foi para área, e depois de um belo cruzamento do meia Jadson, o volante como elemento surpresa, surgiu para abrir o placar para o Timão.

Com o time em desvantagem, Moacyr Junior subiu para o 2º tempo com o pensamento de se arriscar e sem ter nada a perder, atacar o time da casa. Moacyr ao longo da etapa final promoveu alterações que mostraram claro seu desejo de pressionar o Corinthians, em buscado gol de empate. Colocou o meia Kauê, tirando o lateral Fernandinho, passando as alas para Pituca, e fazendo o time ficar mais a frente. E logo mais a frente no cronometro, colocando o meia armador Bernardo, e o garoto Wesley, para dar mais poderio ofensivo ao time de Ribeirão.

No entanto, com pouca criatividade no setor de meio campo, e com mais uma vez o badalado meia Bernardo apagado, o Fogão continuou na busca por contra-ataques, coisa que o Corinthians com muita raridade dava oportunidades. O time de Itaquera trabalhava sempre a bola em direção a Jadson, o maestro desse time Corintiano, e que aos poucos vem recuperando a forma física, que lhe fez ser ídolo da torcida na campanha do Hexa Brasileiro.

foto: divulgação (assessoria botafogo-sp)

Clayton, o contestado Marquinhos Gabriel, e o garoto Pedrinho ainda entraram no time alvinegro, e o Botafogo até os minutos finais acreditou, porém de nada adiantou. O time de Fábio Carille mais uma vez é econômico, entretanto efetivo, e está entre os quatro melhores times do Paulistão 2017. Já o Botafogo, passa por um pequeno período de intertemporada, até estrear na Série C do Brasileirão no dia 14 de meio, contra o Bragantino, fora de casa.

Continua "secando" Tottenham

Entrando em campo relativamente pressionado, o Chelsea enfrentou o Bournemouth, fora de casa, no último sábado (08). Depois de ver o Tottenham golear antes de seu jogo, os Blues foram a cancha com "apenas" quatro pontos de vantagem para o vice-líder e precisando vencer para voltar a ter a mesma distância inicio da rodada (sete pontos). Os donos da casa vieram também sob pressão, após 2 empates seguidos.

Hazard com o gol aberto para o segundo gol. Fonte (Chelsea.com)
Antonio Conte manteve a escalação que venceu o Manchester City no meio da semana, com Fabregas continuando como reserva e Matic mantido entre os titulares. A estratégia dos dois times era bem nítida desde o primeiro minuto de jogo, o Bournemouth se defendendo e buscando sair em velocidade para o contra ataque, o Chelsea retendo a bola e buscando trocar passes para abrir a defesa rival.

Após um inicio de muita pressão, em dois minutos o Chelsea fez dois gols. O primeiro saiu depois de chute de Diego Costa que desvia em Smith, inicialmente o gol foi dado para o atacante azul, mas depois foi confirmado gol contra. O segundo gol saiu dois minutos depois, Hazard recebeu lindo lançamento de Kante, o belga arrancou pela esquerda, driblou o goleiro e ampliou a vantagem dos Blues. Tomando dois gols em pouco tempo, o Bournemouth se viu obrigado a sair para o jogo e buscou pressionar o Chelsea na reta final do primeiro tempo. Aos 41' minutos, King mandou uma bomba para o gol e diminui o placar.

Alonso comemora após magistral cobrança de falta. Fonte (Chelsea.com)
O segundo tempo foi de um jogo aberto, com mandantes e visitantes criando várias chances de gol. No momento de maior pressão de seu adversário, Marcos Alonso cobra uma falta maravilhosa, o goleiro Boruc nem se mexe. Era o terceiro gol do Chelsea. Depois do gol, os visitantes desperdiçaram muitas chances, passaram a controlar o jogo e não correr mais riscos, apenas no final do jogo os donos da casa tentaram uma pressão, mas sem sucesso.

À vitória do Chelsea foi crucial para a caminhada rumo ao hexa, pois, além de voltar a ter sete pontos de vantagem, os Blues enfrentam o Manchester United, em Old Trafford na próxima rodada, por isso, ter uma "gordura" para queimar é importante. Os azuis de Londres voltam a campo no próximo domingo, contra o United.

Com segundo tempo avassalador, Southampton bate o Crystal Palace

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Yoshida comemora o seu gol: Melhor ano do japonês com a camisa dos Saints. (Foto: Reuters)
Finalmente voltamos a ganhar. E ainda melhor, apresentando um bom futebol. Nesta quarta-feira, 5, recebemos o Crystal Palace em casa e saímos vencedores pelo placar de 3 x 1, com gols de Redmond, Yoshida e James Ward-Prowse. Benteke marcou para o Palace. O jogo foi disputado em nossa casa, em pleno Saint Mary's Stadium. Vamos ao jogo:

O jogo

Infelizmente, os visitantes precisaram abrir o placar para que o Southampton acordasse para o jogo. Aos 35’, Towsend invadiu a área e bateu cruzado, o artilheiro belga Benteke só empurrou para o gol e abriu o marcador para enfurecimento dos torcedores. Parecia que estava se desenhando um jogo bastante dramático para o time do sul. Mas, no final do primeiro tempo, aos 45 minutos, após cruzamento da direita, Redmond dominou a bateu mascado e bola foi entrando de mansinho no canto de Hennessey, empatando o jogo, 1x1. Com isso, os Saints foram para o intervalo mais motivados em buscar a virada.

No segundo tempo, voltamos melhores, mas foi os visitantes que assustaram. Kelly aproveitou a escorada de cabeça de Benteke e mandou uma bomba na trave. Desse lance por diante, só deu Southampton.Tadic se mostrou mais uma vez muito eficiente, mandando várias ótimas bolas para Shane Long, que perdeu uma cara a cara com o goleiro. Que fase vive o nosso atacante irlandês. Logo em seguida, o sérvio puxou pela ponta, cruzou rasteiro e Steven Davis soltou a bomba, mas o zagueiro tirou em cima da linha. Era pressão do time, mas a zaga do Palace não cedia. Até que aos 84 minutos, Redmond fez boa jogada e tocou para o meio da área, Stephens tentou aparar e acabou dando um passe para Maya Yoshida empurrar para virar o jogo para o Southampton e consolidar a sua excelente fase nessa temporada.

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Ward-Prowse marcou e fechou o caixão para o Southampton (Foto: Mirror.uk)
No minuto seguinte, após boa jogada do português Cèdric, o próprio cruzou para o meio da área e James Ward-Prowse vindo de trás, só empurrou para fechar o caixão e sacramentar a vitória. Fim de jogo e 3 x 1 para o Southampton. Após a ótima atuação, a torcida aplaudiu de pé o time. Na próxima rodada, os Saints jogam no sábado fora de casa contra o West Bromwich visando cada vez mais subir na tabela.

WE MARCH ON

JOÃO EDUARDO GURGEL

Escolho o bianconero

O primeiro terço do mês de abril acabou e junto com ele o primeiro terço das decisões da Juventus neste mês tão importante. Duas partidas contra o Napoli, passamos para a final da Copa da Itália e ainda mantivemos boa distância para a Roma no campeonato. No último sábado (08) enfrentamos o Chievo no Juventus Stadium, para manter o bom momento.

Allegri manteve as alterações no time, visando parte técnica e tática. Entramos para enfrentar o time de Verona da seguinte forma: Buffon; Lichtsteiner, Barzagli, Rugani, Alex Sandro; Khedira, Marchisio; Cuadrado, Dybala, Sturaro; Higuain. Fiquei surpreso com as escalações de Khedira e Higuain, que jogaram as três partidas seguidas deste mês.

Alguns dizem que Higuain não marca gols decisivos. Na Juventus não é o que tem ocorrido. A maioria de seus gols têm sido importantes, gols que representam vitórias/classificações para a Juve. Contra o Chievo, o argentino foi responsável pelos dois gols que nos deram a vitória por 2x0. O primeiro resultou de grande jogada de Dybala rente à Linha de Fundo ainda no primeiro tempo. O segundo, já no final da partida, também em boa jogada de Dybala, que passou para Lichsteiner, que assistiu Higuain para o gol.

Com a vitória em casa e a vitória da Roma, mantivemos a distância de seis pontos para o time da capital, lembrando que ainda temos o jogo contra eles na metade do mês que vem no Estádio Olímpico. Com o apito do juiz, todos, sejam jogadores, torcedores, comissão técnica e diretoria podem falar livremente e sem peso na consciência sobre a partida que está no imaginário coletivo bianconero: Juventus x Barcelona, amanhã (11) pela ida das quartas de final da UEFA Champions League.

Bonucci na divulgação "It's time" da Juventus para o duelo frente ao Barça. Foto: Juventus.com
Nitidamente a Juventus amadureceu nesta temporada. No início tivemos oscilações de desempenho, culminando na perda da Supercopa da Itália para o Milan. A partir de então entrou um 4-2-3-1, com a base de Buffon, Dani Alves (Lichsteiner) Bonucci, Chiellini, Alex Sandro; Khedira, Pjanic, Cuadrado, Dybala, Mandzukic; Higuain.

Outros jogadores bem utilizados, seja vindo do banco, sejam entrando no rodízio são: Barzagli, Benatia, Rugani, Asamoah, Marchisio e a aquisição de Rincon.

Além disso, tivemos os episódios de desentendimentos entre alguns jogadores pontuais e Allegri. Pela ordem: Dybala, Lichsteiner e Bonucci. Este último causou o basta geral, punição para os envolvidos e um acerto de contas de diretoria, comissão técnica e elenco. Ajustamos as direções e voltamos para o foco central. Amadurecemos.

Se eu não fosse bianconero e tivesse que apostar no classificado, este seria o Barcelona. É o time mais vitorioso dos últimos 15 anos, vem de classificação heroica e impensável sobre o PSG (um bom time com bons jogadores), possui o melhor jogador dos últimos 10 anos (alguns dizem ser o maior da história – não entrarei neste mérito), tem um atacante que se ajustou perfeitamente ao estilo do jogo da equipe (Suarez), tem uma bandeira do estilo do jogo da equipe (Iniesta) e, se não bastasse, tem aquele que é apontado como o herdeiro do trono de melhor jogador do mundo após o monopólio de CR7 e Messi (Neymar).

Como diria o poeta: Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Sou bianconero. Se eles têm tudo isso, nós temos a própria história que serve de apoio. Temos um time que se identifica muito com essa história vencedora da equipe. Time que por vezes encarna o pragmatismo necessário para vencer que está no nosso DNA. Eu escolhi ser Juventus pela minha história italiana, pela identificação de valores e pelo foco na vitória.

Espero que todos os jogadores estejam bem fisicamente, tecnicamente e mentalmente. Estando todos dessa forma, espero que Allegri repita a escalação mais utilizada até aqui no jogo de amanhã. Que joguemos o nosso máximo, que todos os jogadores deixem o sangue em campo, que os torcedores torçam como nunca (esquecendo divergências) e que o resultado apareça.


Não temos o mesmo poder de fogo do Barcelona. Provável que até o PSG tenha mais poder de fogo que a Juventus. Entretanto, somos muito, mas muito mais competitivos que o time francês. O Barcelona sabe disso. Todos sabem. O Barcelona entra na disputa como favorito, mas a Juventus venderá tudo muito caro. Espero ver Buffon vibrando com a torcida (com aquela cara de que saiu do hospício), Chiellini com a cabeça enfaixada todo malucão, Bonucci sendo o delegado da defesa, Dybala driblando, Cuadrado e Mandzukic se matando de ponta a ponta, Khedira tabelando e Higuain decidindo.

Se depois de tudo isso der Barcelona (como deu na final entre os times) lamentaremos e seguiremos em frente. Se der Juventus... Bem, se der Juventus (a sobrevivente italiana) eu nem sei o que pensar. Eu escolhi o bianco e o nero pela identidade. É quem eu sou. Está na alma. Eu estou pronto!

E vocês?

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!

Futebol de cinco reais: É este mesmo o CRB?

Não adianta, a cada rodada que se passa, não há evolução em qualquer setor ou jogador do elenco. Maílson fez partida pífia, sendo efetivo apenas em alguns lances de marcação, mas na hora do "vamos ver" falhou e desperdiçou chances que poderiam sair o gol do CRB. No quinto clássico, o terceiro empate. E nestes cinco, nenhum atacante balançou as redes do rival. Onde estamos errando?

Análise

O presidente Marcos Barbosa tenta a todo custo fingir que está tudo bem no grupo. Ontem foi realizado o jogo de número vinte na temporada de 2017. São apenas nove vitórias, mas também apenas três derrotas. O número que chateia é talvez os de empates, mas não é por pouco, são oito empates na temporada, sendo desses, seis por 0 a 0.

É notório que na defesa, há uma evolução em comparação ao ano passado. São quase felizes onze partidas na temporada sem sofrer um gol durante 90 minutos, partida por partida. Mas essa felicidade do setor defensivo não é compensada no ataque, e o célebre ditado: "O melhor ataque é a defesa" não é tão bem assim no CRB.

Dos 60 pontos disputados na temporada, foram conquistados infelizes 35. O time no papel e financeiramente é o melhor no Campeonato Estadual. Na Copa do Nordeste, em seu grupo, o Regatas também era o favorito. E no confronto contra o Altos, pela Copa do Brasil, a diferença de folha salarial era enorme.

Foto: Ailton Cruz / Gazeta de Alagoas
O que pode ser feito?

Faltam pouco mais de um mês para a estreia na Série B, ou melhor dizendo, 32 dias para o começo. O Regatas precisa se reforçar e começar a elaborar de forma imediata a lista de dispensa, com metade do elenco incluso. É evidente que os pouco mais de cinco milhões de cota de TV da Série B ainda não foram gastos. Se o investimento mínimo de três milhões no elenco não for bem feito, iremos sofrer. Certo que times com menor investimento surpreendem em várias competições, não só no Brasil como no mundo todo. O investimento de três milhões nos sete meses de competição, já rende pouco mais de 428 mil reais gastos por mês com atletas, sem contar com dinheiro de patrocinadores e afins.

Para o restante do Campeonato Estadual, é infelizmente ver estes atletas prosseguindo a cada rodada por um título que deixou de passear nas mãos do verdadeiro favorito. Cabe à diretoria e torcedores combinarem, virarem um par perfeito, incluindo preço dos ingressos e um bom número de espectadores nas partidas.

Números do clássico

511 partidas
193 vitórias do CRB
153 vitórias do CSA
165 empates

Chapecoense vence Metrô e fica a um passo da grande final

Chapecó viveu no inicio da semana, momentos de fortes emoções, ao receber e retribuir todo carinho do povo Colombiano e torcida do Atlético Nacional. Aos poucos, nossos “hermanos” chegavam ao Oeste Catarinense, os jogadores foram recebidos com maior carinho pela torcida Chapecoense.

Foto: Fernando Mattos
Na terça-feira (4), foi difícil acordar e não pensar na partida, o vilão do grande dia não era nossos adversários, era o relógio, a emoção tomou logo no inicio da tarde, com eventos na Praça Coronel Bertaso, e depois na Arena Condá.

Tentei transformar em palavras o que foi a noite deste dia 04 de Abril, mas em vão, não existem palavras para descrever uma partida aonde não existe adversário, aonde não existem duas torcidas, Chapecó é Atlético Nacional, e vice-versa.

Reinaldo abriu o placar em cobrança de pênalti aos 23 minutos, Macnelly Torres empatou para o Nacional e recebeu mais de 19 mil aplausos da arquibancada, que explodiu de emoção aos 28’, quando Luiz Otávio usou a cabeça para fechar o placar e deixar o Verdão em vantagem.

Virando a chave, e voltando totalmente as atenções no returno do Campeonato Catarinense 2017, a Chape entrou em campo neste domingo (9) pressionada, com a vitória do Joinville por 3x1 sobre o Inter de Lages no sábado, o clube do norte do estado colava na primeira posição da tabela, com os mesmos números de pontos do Verdão. O adversário era o desesperado Metropolitano, em Blumenau.

Com a bola rolando, o sempre horrível gramado do SESI, complicou o bom futebol. Quem se deu melhor foram os donos da casa, que aproveitaram a bobeira da zaga, e abriu o placar aos 18 minutos, com Trípodi encobrindo Arthur Moraes e marcando um golaço, inaugurando o placar.

Mas a felicidade da torcida do Metrô e das torcidas de Joinville, Avaí e Criciúma duraram pouco, por que em cobrança de falta, Reinaldo aos 23 minutos encontrou Arthur Caíke para empatar a partida.

O gol desmoronou os donos da casa, que se complicaram ainda mais depois da expulsão do zagueiro Júnior Fell aos 31 minutos, o lance gerou muita reclamação e diversas inundações de lágrimas no norte, capital e sul do estado.

Com um a mais e o domínio da partida, era questão de tempo a virada Chapecoense, e ela não demorou a aparecer, ainda no primeiro tempo, mais exatamente aos 41 minutos, Rossi cruzou na medida para Wellington Paulista, esticar a perna e mandar a bola no fundo das redes de Villar.

Sem alterações nos jogadores e na forma das equipes jogarem, o segundo tempo iniciou com a Chapecoense passando por cima do Verdão do Vale, primeiro aos 9 minutos em chute de primeira de Girotto, que passou muito perto da meta de Villar, na segunda o goleirão só teve o trabalho de buscar no fundo das redes, aos 10 minutos quando novamente Wellington Paulista oportunista e livre apareceu para ampliar o placar, e dar tranquilidade para a Chape.

O jogo esfriou, muitos torcedores estavam cochilando se não fosse o susto que a transmissão do PFC, com um chiado no áudio da partida, sem inspiração pelos donos da casa e com a vitória garantida para a equipe do Oeste, o placar não se alterou até o apito final de Héber Roberto Lópes.

A Chapecoense completa seis vitórias seguidas, contando Campeonato Catarinense e Recopa Sul-Americana, além de líder do returno, é também a líder da tabela geral, dois pontos na frente do Avaí, ficando com a vantagem de decidir a segunda partida da final em Chapecó, se não bastasse esses números, a Chapecoense ainda conta com a melhor defesa e o melhor ataque da competição.

Eis que surgiu o povo chorão de Santa Catarina, que diz que a Chapecoense comprou esse campeonato e preferem se fizer de cegos quanto às estatísticas.

A Chapecoense volta a campo apenas no próximo sábado (15), quando recebe na Arena Condá o Joinville, no duelo que pode definir o Verdão na grande final do Campeonato Catarinense, e já deixar a Taça Sandro Pallaoro aonde é seu lugar, em Chapecó.

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Miami Heat vence e permanece vivo na luta pelos playoffs

O Heat entrou no jogo deste sábado (8) precisando ganhar fora de casa do Washington Wizards e manter o sonho de uma vaga na pós-temporada do basquete norte-americano. O time da capital precisava vencer também, já que buscava a terceira colocação da conferência Leste.

O primeiro quarto começou com um domínio dos Wizards, mas Tyler Johnson veio bem do banco e, juntamente com Hassan Whiteside, ajudou o Heat a diminuir a diferença, mas ainda saiu perdendo por 29-28. No segundo quarto, o Heat impôs uma sequência de ótimas defesas, inclusive em cima de John Wall, que fez apenas 16 pontos no jogo, com a marcação de Josh Richardson. O período terminou empatado, mas a promessa de um jogão do começo estava sendo atingida.

O terceiro foi pegado, mas Goran Dragic, armador do Heat, que havia feito apenas três pontos no primeiro tempo, melhorou no terceiro período e deu ao time da Flórida uma liderança de quatro pontos indo para a parte final do jogo. Nos 12 minutos finais, Miami liderava por 78-74, mas deixou a liderança escapar.

Hassan Whiteside sobe para o gancho sobre Gortat para 2 de seus 30 pontos na noite. (Foto: The Fresno Bee)
Foi no final do jogo que começou a ficar muito interessante. Whiteside estava em uma das melhores noites da carreira e flertava com os 30 pontos, que conseguiu com um gancho lindo para cima do polonês Marcin Gortat. Richardson continuava com sua ótima performance defensiva, com quatro roubos de bola e dois tocos, mas a jogada que mudaria a história do jogo ainda estava por vir.

Com 20 segundos restantes no cronômetro e os times empatados em 102-102, Wall sofreu uma falta e acertou apenas um dos dois lances-livres que cobrou. Foi então que um herói incomum surgiu para o Heat. James Johnson pegou a bola quase no meio de quadra, foi para a cesta, deu um giro espetacular que deixou Markieff Morris perdido na defesa e fez uma bandeja sensacional que deu Miami a liderança faltando apenas 11 segundos de jogo.

Washington ainda tinha chances de ganhar e todos esperavam a bola no seu principal jogador, John Wall. Porém, Kelly Oubre passou a bola por cima do armador e J-Rich, esperto na jogada, conseguiu recuperar a bola e sofreu a falta, já que os Wizards não tinham opção. Converteu os dois "arremessos livres" e deu uma liderança de três pontos com nove segundos no relógio.

Foi então que Bradley Beal recebeu a bola na linha de três, fez um "pick and roll" com Gortat e tentou um arremesso de três por cima de Whiteside, mas acabou por levar um toco na tentativa. O Miami Heat derrotava o Washington Wizards em pleno Verizon Center. Isso deu ao time a vitória no confronto da temporada, em 3-0 com apenas um jogo restante entre as duas equipes, na American Airlines Arena no dia 12 de abril.

Goran Dragic, Hassan Whiteside e James Johnson se abraçam após vitória importante na capital norte-americana (Foto: Twitter Oficial do Miami Heat)
Hassan Whiteside- 30 pontos, 12 rebotes, 2 roubos, 3 tocos
Tyler Johnson- 19 pontos, 4 rebotes
Goran Dragic- 18 pontos, 4 rebotes, 7 assistências, 2 roubos
James Johnson- 15 pontos, 11 rebotes, 5 assistências
Josh Richardson- 10 pontos, 5 roubos, 2 tocos
Wayne Ellington- 10 pontos, 2 roubos

O Miami Heat volta a jogar segunda-feira (10) contra o Cleveland Cavaliers, em casa, na American Airlines Arena.

GO HEAT

Gabriel Barros
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