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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Recomeço alvinegro

Chega essa época do ano, e no futebol é muito normal os clubes irem ao mercado para contratar peças pontuais para fortalecer o elenco para as competições mais difíceis que um mero estadual. No Figueirense é um pouco diferente. Abril de 2017 e o alvinegro começa a montar um novo time. A reformulação prometida na chegada de Carlos Arini começou a ter forma nesta terça-feira (11).

Nesta última terça-feira, Carlos Arini anunciou dispensas e contratações (Foto: Polidoro Júnior)
Em entrevista coletiva, o Superintendente de Esportes do alvinegro, confirmou a dispensa de quatro atletas do atual elenco. São eles: O zagueiro Dirceu, e os atacantes Anderson Aquino, Bill e Elias. Hoje (12), os jogadores dispensados já treinaram em separados, exceto Elias que foi liberado para resolver problemas particulares, e que assinará sua rescisão de contrato na próxima segunda-feira.

Ainda nesta coletiva, foi anunciada a assinatura de pré-contrato com três jogadores. O meia Renan Mota, do São Bento-SP; o atacante e um dos artilheiros do Paulista, Henan, do Santo André; e por último, o único que não havia tido o seu nome especulado, o zagueiro Ferreira, do Guarani de Campinas.

Nesta quarta, Anderson Aquino, Bill e Dirceu, já treinaram em separado (Foto: José Henrique Koltermann)
A reformulação total do elenco do Figueirense é só mais um sinal da péssima administração do presidente Wilfredo Brillinger. Contratações erradas que terão o contrato rescindido e que por consequência deverão gerar mais dívidas, e até processos trabalhistas. Coisa que no Figueirense é de praxe ter praticamente todo ano. Olhemos os últimos 20 anos, e veremos que esta é de longe, um dos piores começos de temporada. Um time montado para iludir o torcedor que no início do ano via as contratações sendo feitas, e se enganava achando que esse ano seria um dos melhores. Não com Wilfredo à frente.

Não rebaixado no Catarinense por ter mais sorte do que juízo, a missão do Figueirense agora é buscar a dignidade de volta, ter a vergonha na cara, e fazer uma Série B como um time do tamanho do Figueirense deve fazer. Uma má campanha seria o fim dos tempos.

Patrick Silva | @figueiradepre

Chegou a hora de ir pro estádio

É amanhã, chegou a hora tão esperada pela torcida esmeraldina; a continuação da saga na Copa do Brasil tem mais um capítulo diante de um dos times do eixo Rio-SP, o Fluminense. O Goiás terá a volta de Léo Gamalho e Tiago Luís e vai com força total para a partida, a imprensa goiana está promovendo uma imensa divulgação do jogo, convocando você torcedor a ir às arquibancadas do Serra Dourada, me senti na obrigação de fazer o mesmo. E para isso, montei um guia completo da situação dos dois times.

Goiás tem seus dois confrontos mais importantes do ano contra o
Fluminense durante as próximas semanas. Foto: Goiás Esporte Clube
---> Reforços que chegam em hora crucial

Sim, ele está de volta. Léo Gamalho já treinou com bola na última terça-feira (11) com time titular, assim como ele, Tiago Luís está de volta com toda sua qualidade aos 11 iniciais. O que muda? Muita coisa, muita coisa mesmo!

Léo Gamalho mesmo ficando fora de cinco jogos (Anápolis, CRAC, Vila Nova, Iporá e Itumbiara) ainda é o 3º artilheiro do Brasil, com 11 gols, a presença de área dele é vital ao Goiás ainda mais que o maior ponto fraco do Fluminense é o mais forte do nosso artilheiro, explicarei depois.

Tiago Luís tem excelentes números pela camisa esmeraldina, suas cobranças de faltas podem fazer a diferença na hora de levar o placar para o Rio de Janeiro.

---> Provável estreia de nova contratação

Michael, destaque do Campeonato Goiano, já treina nas instalações esmeraldinas e até foi testado com a equipe titular, gerando grande agrado a quem viu os treinos. A diretoria esmeraldina correu contra o tempo e conseguiu regularizar o jogador, ele apareceu no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF às 11 horas da manhã de hoje, Michael poderá sim enfrentar e dar muito trabalho a defesa carioca, que é nosso próximo assunto.

Michael já treina com a camisa do Goiás, falta a regularização. Foto: Thiago Menezes
---> Conheça nosso adversário

Poderíamos ter adversários piores pelo caminho? Talvez, mas o Fluminense é sim um time para se tomar muito cuidado, observando os últimos jogos do tricolor carioca, pude anotar cada destaque e cada defeito, e venho repassar para vocês quem pode surpreender e estragar nossa noite no Serra Dourada.

- Se analisarmos a defesa do Fluminense além de Cavalieri encontramos dois bons laterais, LUCAS e LÉO que tem boa profundidade, mas na hora da marcação, o lateral esquerdo Lucas tem seus defeitos e costuma levar "bola nas costas". Além disso, temos os zagueiros HENRIQUE e RENATO CHAVES, Renato é o ponto fraco da zaga carioca, tem alto número de cartões para um zagueiro e não marca bem a bola aérea, já Henrique jogou em um grande clube da Europa (Napoli) e por baixo tem qualidade e ótima técnica em desarmes, porém assim como Renato Chaves, Henrique não é bom na bola aérea deixando bem claro que esta será a maior arma do Goiás, e com Léo Gamalho em campo, não podia ser melhor.

- Do meio pra frente, Abel Braga tem o melhor ataque entre os times da Série A em 2017. Temos vários jogadores pra destacar, o garoto WENDEL, com o estilo de jogo parecido com o de Léo Sena, mas possui mais técnica que o meia esmeraldino.

Além dele temos a dupla de gringos JEFFERSON OREJUELA e JÚNIOR SORNOZA, os dois meio-campos vieram do vice-campeão da Libertadores Independente del Valle e constantemente são convocado para suas seleções, Orejuela tem como forte o desarme, já Sornoza merece atenção especial, com a lesão de Gustavo Scarpa o meia equatoriano se destaca em todas suas últimas partidas, armando o jogo e com chutes venenosos de média-longa distância.

- O Fluminense joga em 4-3-3, e o seu tridente de atacantes merece destaque. WELLINGTON é o mais perigoso dos três, tem bom drible, é muito rápido e se torna o pesadelo de qualquer lateral esquerdo do Brasil. HENRIQUE DOURADO já tem 10 gols em 15 jogos este ano, e é um centroavante clássico, se tiver a chance não pensará duas vezes para balançar nossas redes. E por último, mas não menos importante, servindo as seleções de base do Brasil e oriundo do América Mineiro temos o jovem RICHARLISON, que podia muito bem ensinar Carlos Eduardo a fazer gols.

---> 11 INICIAIS DE GOIÁS X FLUMINENSE

GOIÁS: Rangel, Hélder (Tony*), Everton Sena, Fábio Sanches, Patrick, Pedro Bambu, Bolt, Léo Sena, Tiago Luis, Léo Gamalho e Aylon (Michael* ou Carlos Eduardo*).

* Todos os jogadores em parenteses podem tanto como começarem na titularidade, como estrearem no segundo tempo, no caso de Michael e Tony.

FLUMINENSE: Cavalieri, Lucas, Renato Chaves, Henrique, Léo, Orejuela, Wendel, Sornoza, Wellington, Richarlison, Henrique Dourado.

--> Está na hora de acreditar

O time esmeraldino vive uma crise desde a saída de Gilson Kleina, isso é um fato indiscutível. Mas se não dermos o apoio necessário agora, com certeza a equipe não encontrará forças suficientes para seguir adiante na Copa do Brasil. Está na hora de marcamos nossa presença no Serra Dourada, cantarmos 90 minutos e apoiarmos nossa equipe mesmo ela não estando digna de tal motivação, esqueça tudo que se passou nesta temporada e venha acreditar na classificação, a Força Jovem em parceria com a imprensa goiana estará distribuindo 20 mil balões para fazermos a festa, não esqueça de baixar um aplicativo de lanterna e colocar pra piscar na entrada dos jogadores! Torcedor, está na hora de acreditar!!

VEM PRO SERRA ESMERALDINO!


Confiante, Bruno Oliveira quer Bragantino brigando até o fim pelo acesso

Após o empate amargo na última rodada da série A2 do Paulistão, diante do Taubaté, o Bragantino, do lateral-direito Bruno Oliveira, autor de um dos gols mais bonitos desse primeiro semestre - contra o Água Santa, joga a vida contra o Oeste nesta quarta-feira (12), às 19h30, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista.

Faltando apenas três jogos para o final da primeira fase, o Massa Bruta quer fazer valer o mando de campo para seguir rumo ao objetivo, que é o acesso ao Paulistão 2018. O lateral-direito falou sobre o jogo desta quarta-feira, tirando como lição a partida anterior, quando o time tinha tudo para entrar no G4 e cedeu o empate no fim da partida.

- No último jogo, contra o Taubaté, fizemos um primeiro tempo abaixo do esperado, mas no segundo tempo nossa postura foi outra, conseguimos marcar o gol. Só que o futebol pune, e o adversário conseguiu empatar no fim. Tentamos correr atrás do prejuízo e ainda perdemos algumas chances de matar o jogo, situações que não podemos deixar se repetir nessa quarta-feira, principalmente agora se tratando de reta final. Nessa fase que estamos buscando o G4 temos que ser mais eficientes, buscar concluir com gols, as jogadas. Estamos focados e preparados para impor nosso ritmo contra o Oeste, e vamos em busca da vitória, comenta confiante o lateral.

Já são 26 pontos conquistados, apenas um a menos que o terceiro e o quarto colocado - Rio Claro e Guarani. Nessa caminhada rumo à classificação, o time de Bruno Oliveira vai disputar nove pontos, sendo seis em casa - e apenas três fora. O atleta também comentou sobre a importância do apoio da torcida nesse momento decisivo e sobre a responsabilidade de classificar entre os quatro.

- A expectativa de fazer belos jogos e conquistar a classificação está muito grande no dia a dia do elenco, sabemos que em casa não podemos pensar em perder pontos. Estamos cientes do que fazer em campo e da responsabilidade que temos. Por isso, pedimos a presença em massa do nosso torcedor para nos apoiar, com a ajuda deles tenho certeza que ficaremos ainda mais motivados para o objetivo maior do clube, que é classificar e retornar à elite - e iremos brigar até o fim por isso, finaliza Bruno.

Foto: Rafael Moreira / C.A Bragantino

A história foi feita: Westbrook e seus 42 Triplos-Duplos


Ele conseguiu! Após três jogos batendo na trave, Russell Westbrook passou o lendário Oscar Robertson em quantidade de Triplos-Duplos na temporada regular. O ex-jogador fez na temporada 1961/1962, jogando pelo extinto Cincinatti Royals, nada menos que 41 TD. E nessa temporada, o armador do Oklahoma City Thunder mostrou que não era impossível de bater esse recorde. Ele foi batido no jogo de ontem, 10 de Abril, contra o Denver Nuggets, no Pepsi Center, em Denver.

Westbrook vibra com o feito incrível que ele fez: Um monstro (Foto:Matthew Stockman/Getty Images)
O jogo foi digno de um jogador que merece ser o MVP.  Além do recorde, o jogador teve uma atuação espetacular, com 50 pontos, 16 rebotes, 10 assistências e um game-winner, ou seja, a última bola do jogo que deu a vitória ao OKC. Um jogador espetacular, vangloriado e aplaudidos em todos os ginásios que joga. Após bater o próprio recorde, Oscar Robertson comentou o feito:

"Eu não poderia estar mais feliz por ele. Parabéns ao Russell Westbrook por uma temporada magnífica!”, comentou. Ele ainda afirmou que ele merece ser o MVP nessa temporada.“Meu voto é para o Westbrook, e explico o porquê. Ele assumiu o ataque do Thunder depois que a saída de Kevin Durant para o Golden State Warriors mudou a equipe. Nesta temporada, ele bateu qualquer outro armador no um contra um. E o mais importante, ele deveria ser premiado por suas atuações excepcionais nesta temporada e por suas conquistas individuais para a carreira”.

Oscar Robertson - Cincinnati Royals - NBA (Foto: Getty Images)
Oscar na época que fez os seus 41 triplos duplos ( Foto: Getty Images)
O recorde foi sair apenas no último quarto. Faltava apenas uma assistência. Após duas tentativas de passe e arremesso de Sabonis, Westbrook infiltrou, e passou na zona morta para Semaj Christon, que com uma bola certeira, fez a décima assistência e contribuiu para o recorde do "Senhor Triplo-Duplo". O mais impressionante é que esse era um recorde que ninguém esperava ser quebrado, pois era praticamente impossível, mas essa palavra não existe para Westbrook. Foram 55 anos de espera, afinal, recorde foram feitos para serem quebrados. O camisa zero também alcançou uma outra marca, que foi terminar a temporada regular com um triplo-duplo de média, feito que também só o Robertson tinha conseguido.

Agora, com o final da temporada regular, Westbrook vive uma concorrência com o ex-companheiro James Harden para ver quem será o MVP. Com todos esses feitos realizados e por todos os problemas sofridos no início da temporada por conta da saída de Kevin Durant, provavelmente ele será o eleito, mas não se deve jogar fora toda a bela temporada de James Harden, que também ficará na história.

Nos playoffs, por incrível coincidência, Oklahoma City Thunder e Houston Rockets irão se enfrentar logo na primeira fase, protagonizando um dos melhores duelos entre os dois melhores jogadores da NBA atualmente.

Parabéns Westbrook!

João Eduardo Gurgel

Noite mágica em Torino

No ataque pelo lado direito, quase da intermediária, Birindelli cruzou, Zalayeta pegou de primeira e fez o gol. Lichsteiner pela esquerda, fez um cruzamento para Tevez. O argentino girou, bateu fraco de esquerda, Ter Stegen bateu roupa e a bola sobrou pra Morata, que pegou o rebote e fez o gol. Esses haviam sido os últimos gols da Juventus contra o Barcelona na história recente.

O primeiro gol foi em 22 de abril de 2003, pelas quartas da UCL de 2002/2003, ele nos garantiu a classificação. Eram outros tempos, não existia um domínio mundial de duas equipes e, se existisse, a Juventus poderia ser colocada entre uma delas, dado o histórico recente do campeonato. O segundo, foi o gol de empate na final de 2015, mas o resultado final vocês lembram.

Esses dois gols eram os últimos gols da Juventus em cima do Barcelona até ontem (13) onde o mundo se rendeu a uma Juventus que renasceu das cinzas desde o calciofarsa. Tudo bem, chegamos na final há dois anos, mas essa geração atual de até uns 18/19 anos nunca viu a Juventus se impor da forma como foi ontem contra um time que dominou os últimos 15 anos na Europa.

Allegri não decepcionou e simplesmente repetiu o trabalho realizado nos últimos tempos. Entrou com a escalação que qualquer bianconero um pouco mais atento sabe de cor. Esse foi o início de uma noite que a torcida merecia.

Mosaico da torcida indicava que era o momento. Foto: Juventus.com
Confesso que após o jogo fiquei vendo as entrevistas dos técnicos, os gols repetidos, depois continuei vendo os melhores momentos com narrações em inglês, italiano e português. Fui dormir pensando no que eu tinha acabado de ver. Realmente há uns nove anos não conseguiria apostar em uma partida dessa.

O time atuou de maneira magistral. Os onze titulares fizeram aquilo que se esperava deles. Alguns dirão algo contra Higuain. Tudo bem, eu entendo, mas o trabalho tático realizado por ele também há de ser valorizado. Vi gente o comparando com Morata. Olha... Com todo respeito que Morata merece, peguem os números de gols de um e de outro. A resposta estará na sua frente.

Tenho que dar meus parabéns ao Marotta e ao Nedved pela grande contratação de Dani Alves. O brasileiro teve uma atuação de gala na partida de ontem (juntamente com Alex Sandro – pra mim, o melhor jogador de linha da Juventus nesta temporada). Sua contratação já teria bastado por ontem. Dani utilizou toda sua bagagem, conhecimento dos seus antigos companheiros, pouco subiu ao ataque, pois sua tarefa não foi das mais fáceis: Marcar Neymar, que do trio MSN é aquele que vive melhor fase.

A partida de Giorgio Chiellini, bandeira suprema bianconera, ontem foi absurda. Não perdeu uma bola, chegou dividindo tudo o que precisava e ainda marcou um gol. A partida de ontem nos fez pensar se o resultado de 2015 poderia ter sido diferente se ele tivesse jogado. Isto é passado. Recado para Allegri: Não precisamos mais de Chiellini no Campeonato Italiano. Temos Bonucci, Barzagli, Rugani e Benatia que podem muito bem dar conta do recado. Preserve Chiellini e o deixe bem para Champions (seja lá quantas partidas mais poderemos ter – que sejam mais quatro!).

Alex Sandro, Pjanic e Dybala comemoram com Chiellini. Foto: Juventus.com
Parece que o mundo conheceu ontem Paulo Dybala. Tem aqueles que conheciam o argentino de nome, aqueles que jogavam FIFA 2017, aqueles que não faziam a menor ideia da sua existência e aqueles que sabem do potencial de La Joya. A felicidade nos dois magníficos gols de Dybala foi contagiante. Confesso que quando Paulo bateu de primeira para marcar o segundo gol me emocionei. Sei que nada estava ganho ainda, mas passou um filme de tudo aquilo que vivemos em um passado recente. Parabéns, Dybala!

Se tem alguém que merece ganhar esta UEFA Champions League 2016/2017 este é Gianluigi Buffon. Óbvio que mesmo a Juve tendo uma partida perfeita (como a de ontem) a força do Barcelona faz com que Buffon seja acionado. Ele foi. Ele defendeu um chute de Iniesta que era um gol. O gol de empate catalão. Mas Buffon, nosso super-herói, estava lá. Após sua defesa saiu o segundo gol de Dybala. Tudo escrito.

Após toda a emoção, temos que ter a mente no lugar. Demos um ótimo passo, mas infelizmente temos mais um jogo. O Barcelona tem jogadores envolventes que já deram mostra do que são capazes. É bem possível (e provável) que tomemos gols na partida de volta. Isso não nos faz perder o status de melhor defesa do mundo. Temos que jogar da mesma forma que jogamos ontem. Suportar os momentos difíceis, sofrer e fazer o Barcelona sofrer. Serão sete longos dias até a volta.

Todos os comentaristas falaram, todos falaram no Facebook, Twitter, Instagram, bate papo da Uol e etc., que a Juventus não é o PSG. Óbvio que não, a história diz quem somos. Se a história estava ao nosso favor ontem, ela tem que estar ao nosso favor na semana que vem, mas com humildade. Humildade em trabalhar e merecer o resultado no Camp Nou e voltar com a classificação para mais uma semifinal de UCL. Para que a noite de ontem não vire o prelúdio da tragédia, tal como com os parisienses. O Barcelona merece respeito. A Juventus merece nosso respeito!

Toque de chapa de Dybala para o primeiro gol. Foto: Juventus.com
Até a partida de volta teremos um compromisso contra o Pescara, próximo sábado (15) pelo Campeonato Italiano. O time do Mar Adriático é o lanterna da competição e já está virtualmente rebaixado. Allegri já confirmou que iremos com um time bem mesclado, para dar descanso aos jogadores da partida de ontem. Eu entraria com um time 100% reserva, parecido com: Neto, Lichsteiner, Rugani, Barzagli (Benatia), Mattiello; Marchisio, Sturaro, Rincon, Lemina, Asamoah; Kean (se estiver em condições físicas). Acredito que Allegri acabará colocando um ou outro titular.

Pés no chão para que a magia bianconera se repita na Catalunha.

Fino alla fine, FORZA JUVENTUS!

Em jogo eletrizante, Miami vence os atuais campeões e deixa o sonho de playoffs vivo

Time se abraça após o jogo, com o discurso emocionante do capitão Udonis Haslem (Foto: Fox Sports/ Reprodução)
Com apenas dois jogos restantes na temporada regular, o Miami Heat enfrentou um Cleveland Cavaliers desfalcado, sem dois dos três principais jogadores, incluindo o candidato a MVP, LeBron James, precisando vencer, em casa, para se manter com chances de classificação para os playoffs. O jogo também era importante para o time de Ohio, já que o time estava empatado com o Boston Celtics pela primeira colocação da conferência Leste.

O primeiro quarto começou disputado, os times trocavam lideranças, até que os Cavaliers, liderados pelo veterano Deron Williams, que substituiu o armador Kyrie Irving na partida, conseguiram uma ótima sequência ofensiva e saíram liderando por 37-24. Foi nesse momento que Tyler Johnson e Hassan Whiteside começaram a pontuar e conseguiram empatar o jogo para o Heat, mas Kyle Korver fez quatro pontos seguidos e botou os Cavs quatro pontos à frente indo para o intervalo, com o placar em 60 a 56.

No terceiro quarto, James Johnson rapidamente cometeu sua quarta falta, deixando ele com problemas nesse aspecto e forçando o técnico Erik Spoelstra a retirar ele, o que fez Cleveland desgarrar do placar novamente, com Iman Shumpert, Channing Frye e Deron jogando bem. O jogo estava começando a ficar difícil para o time da Flórida, que foi para o último período perdendo por 91-80. Porém, antes de acabar o quarto, Wayne Ellington pegou a bola faltando dois segundos, deu um drible e arremessou do meio da quadra para bater o cronômetro, mas a jogada foi revista pelos juízes e foi julgada como não válida e o Heat ficou com 11 pontos de desvantagem.

O último período viu a genialidade de Spoelstra em relação às rotações. O treinador colocou em quadra James Johnson, Goran Dragic, Josh Richardson, Okaro White e Ellington. Com raça, White conseguiu forçar faltas importantes em Kevin Love, uma das estrelas do time visitante. O Heat, que entrou no quarto perdendo por 11, rapidamente tomou a liderança, com bolas de três pontos de Wayne, James atacando a cesta e um Richardson jogando com vontade na defesa. A jogada que marcou essa "run" do time foi quando Deron tentou um passe para Love, que foi desviado por Josh e permitiu que o mesmo saísse no contra-ataque para uma enterrada sensacional.

O jogo estava próximo do final, com o Heat liderando por sete, mas os Cavs se recusaram a se render. Korver acertou uma bola de três, mesmo bem marcado, Williams converteu bolas dificílimas e Love colocou Cleveland a frente por 108-106 faltando menos de um minuto. Foi então que Dragic pegou a bola faltando poucos segundos para acabar a posse e arremessou direto para a cesta empatando o jogo. Os três outros ataques foram desastres para as equipes. Os Cavaliers foram para a primeira tentativa, mas sem sucesso. Logo após, James Johnson foi para cima de Kyle Korver, mas acabou cometendo a falta de ataque, sua quinta total.

Josh Richardson comemora após enterrada (Foto: Patrick Farrell/ Miami Herald)
O jogo seria decidido por uma posse crucial: Cleveland tinha a chance de ganhar, ou Miami forçaria o Overtime. Deron Williams pegou a bola, fez um "pick-and-roll" com Kevin Love, tentou o passe, que foi desviado por Whiteside e sobrou para Johnson, que tentou puxar um contra-ataque que não resultou em nada. Prorrogação em Miami e mais cinco minutos para definir o futuro da franquia da Flórida.

O time da casa começou arrasador no período extra, abrindo seis pontos de vantagem. Mas logo em seguida, Korver acertou uma bola de longa distância. Tyler respondeu com uma bandeja. Na jogada seguinte, Love recebeu no canto esquerdo, arremessou de três e ainda recebeu a falta, convertendo uma jogada para quatro pontos. Com um ponto de diferença, J-Rich subiu para uma arremesso dificílimo e acertou, aumentando a diferença para três.

Foi então que Deron Williams matou uma bola de longe e recebeu a falta de James, sua sexta da partida, ejetando o ala-pivô do Heat, o que nos proporcionou uma das cenas mais marcantes da noite: A câmera flagrou Johnson chorando no banco de reservas por não poder ajudar seus companheiros dentro de quadra. Mas a equipe não abaixou a cabeça e, com Tyler acertando quatro lances-livres seguidos, em uma delas forçando a sexta falta de Kevin Love, e uma defesa sensacional nas últimas duas posses, conseguiu bater o Cleveland Cavaliers por 124-121 e uma vitória importantíssima para manter o time vivo na briga pelas últimas vagas da pós-temporada da conferência Leste.

James Johnson se preocupa após cometer a sua sexta falta, ejetando ele da partida (Foto: Patrick Farrell/ Miami Herrald)
No final, Udonis Haslem, capitão do time, reuniu todos na quadra e deu um discurso para os jogadores, que comemoravam e se emocionaram com a vitória e a luta da equipe nos jogos finais.

Tyler Johnson- 24 pontos, 5 rebotes, 4 assistências
Hassan Whiteside- 23 pontos, 18 rebotes, 2 tocos
Josh Richardson- 19 pontos, 6 rebotes, 4 assistências, 5 roubos
James Johnson- 16 pontos, 9 assistências (ejetado por faltas)
Goran Dragic- 15 pontos, 5 rebotes, 4 assistências

O time da Flórida volta a jogar na quarta-feira (12) contra o Washington Wizards, em casa, na American Airlines Arena, com a única opção de vencer e precisando de um tropeço do Chicago Bulls e/ou Indiana Pacers para garantir vaga nas fases finais.

LETS GO HEAT

Gabriel Barros

Bauru varre o Macaé e está nas quartas do NBB


Depois de vencer as três primeiras partidas da série de oitavas de final contra o Macaé Basquete, o Bauru está classificado para as quartas de final do NBB e vai enfrentar o Brasília. A partida que definiu o destino das equipes foi disputada na última segunda-feira (10/04) com vitória do Dragão por 93x83.

Alex foi o destaque da equipe paulista na série  (Foto:Raphael Bózeo/Macaé Basquete)
A força do Dragão

Apesar de franco favorito à vaga, o Bauru não teve a vida tão fácil assim na série. O time macaense, que vinha crescendo no final da temporada regular, fez jogos equilibrados e decididos apenas no último quarto onde a experiência da equipe paulista prevaleceu.

Com boas atuações de nomes de peso no basquetebol nacional como Alex Garcia, Jefferson e Léo Meidl, e a força de sua torcida no Ginásio Panela de Pressão, o Bauru se impôs e arrancou a vitória necessária para eliminar o aguerrido Macaé nesta segunda-feira. Destaque para o veterano Alex, que jogou durante 38 minutos e anotou 22 pontos.

Macaé cai de cabeça erguida

Depois de vencer cinco dos últimos sete jogos da temporada regular, o time carioca abandonou a briga para não cair e conseguiu chegar aos playoffs. O torcedor ainda deposita suas esperanças futuras no armador norte-americano Kendall Anthony, que teve uma ótima primeira temporada no NBB e é o cestinha da competição até o momento, com 20,55 pontos de média.

O que esperar de Brasília x Bauru?

O confronto é de gente grande, de um lado o Brasília, três vezes campeão do NBB, do outro o Bauru, vice-campeão nas últimas duas edições do campeonato. Na temporada regular foram dois encontros entre as equipes com duas vitórias para o Brasília, 79x62 no Panela de Pressão e 92x89 na capital federal.

Henrique Ferreira

Os números mentem

Na noite de hoje (11), o alviazul chegou ao seu quarto empate na temporada, enfrentando o São Raimundo, segundo colocado do seu grupo. Mais uma vez, o resultado acabou não refletindo a história do jogo, onde o Pantera demonstrou superioridade nos dois tempos, arriscando mais, chegando mais e fazendo mais, mas não conseguindo sair do 0x0.

Quem olha apenas os números do Paysandu este ano se surpreende. Em 2017, o time disputou 15 jogos, venceu nove, empatou quatro e perdeu dois. Um aproveitamento  69%, com 22 gols marcados e seis gols sofridos. Estes números levam a crer que o clube está tendo um grande início de ano. Mas por que eles não convencem seus torcedores? Qual o problema que mais incomoda? A primeira e a segunda pergunta tem resposta quase unânime: Atuação em campo e Marcelo Chamusca. Sendo o técnico bicolor um dos responsáveis da atuação tão criticada.

(Foto: Akira Onuma)
Em quase quatro meses no comando bicolor, Chamusca não foi capaz de emplacar um sistema de jogo sólido. Faz escalações duvidosas e está sempre fazendo escolhas óbvias para as substituições, que além de não surtirem mais efeito, não surpreendem nenhum adversário. Apesar de não levar gol em 10 dos 15 jogos, tem um sistema defensivo vulnerável, que só não fica mais evidente por causa do Emerson. Essa vulnerabilidade ficou clara em dois jogos de volta da Copa Verde, contra o Galvez e contra o Águia de Marabá, e também no Parazão, na noite desta terça, contra o São Raimundo. Nos três, os resultados ruins foram evitados pelo goleiro bicolor e em alguns momentos por deficiência técnica dos atacantes adversários.

O elenco também apresenta diversos problemas (e eles não cabem num só texto). Daniel Sobralense, indicação do técnico, não tem a menor condição de atuar em uma Série B, seu único lance bom na temporada foi um passe de letra para o gol de Ayrton (contra o Águia). Seu companheiro de posição, Diogo Oliveira, é claramente superior, mas ainda não é o que o torcedor esperava. O meia oscila bastante, em alguns jogos se sai bem e demonstra ser importante para o time, em outros desaparece em campo. Dos três meias que já foram relacionados este ano, é o único que justifica relação. O problema explícito do meio campo dificulta o jogo ofensivo e acaba deixando o time dependente de jogadas individuais, a maioria das vezes comandada por Leandro Carvalho.

A cada jogo fica mais evidente que Marcelo Chamusca, mesmo tendo continuidade, não conseguirá fazer nada diferente do que já faz. O mesmo tenta mascarar seus erros falando de seus números, mas esquece que só enfrenta adversários de divisões inferiores e sem divisão, o que facilita ter resultados como os que têm. Se todos os anos o torcedor diz que Campeonato Paraense e Copa Verde não são parâmetro para a Série B com o time jogando bem, imagina com ele jogando mal.

Próximo jogo: Paysandu volta a jogar neste sábado  (15), contra o Santos-AP, no Castelão (MA), às 19h30, pelo primeiro jogo da semifinal da Copa Verde.
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