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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Invictos? Não mais

O Remo jogou ontem contra o Independente no estádio Navegantão em Tucuruí, pelas semifinais do Parazão. O time vinha sem várias peças importantes, como Eduardo Ramos e Flamel, além de voltar de Paragominas com um amargo 1 a 1.

Foto: Akira Onuma / O Liberal
Logo de início percebeu-se superioridade técnica dos mandantes, que atacavam em velocidade enquanto os azulinos se acuavam e no máximo trocavam passes, mas sem chegarem à área adversária. Não demorou: Aos 23 minutos a bola sobrou na área para Chicão marcar 1 a 0 para o Independente.

A primeira chance do Leão veio apenas aos 31 minutos, com Gabriel Lima pela direita, porém não resultou em nada. O jogo continuou morno até o intervalo, e foram poucas as investidas remistas contra o Galo.

Logo após voltarem do intervalo, aos 4' do 2º tempo, Monga recebeu na área e deixou o goleiro André Luis sem chances de impedir o 2x0. Os azulinos até tiveram chances de diminuir, porém os jogadores trabalharam pouco a bola durante todo o jogo. Só apresentaram melhora de desempenho no final do segundo tempo, mas já era tarde demais.

O Remo, que até então era líder invicto, segue com a vida complicada para o jogo de volta contra o Independente em Belém. Com incertezas e falhas técnicas, a reconquista do título estadual pode estar mais longe do que o técnico remista, Josué Teixeira, imaginava. Os jogadores que estão no DM têm apenas 10 dias para se recuperarem antes do reencontro.

Foto: Akira Onuma / O Liberal
A partida de volta das semifinais será dia 23/04 no Mangueirão, em Belém. Em entrevista ao Globo Esporte, Josué disse que acredita na virada em casa, e que terá tempo suficiente para recuperar os jogadores e prepará-los para a decisão.

Catimba uruguaia? Péssima arbitragem? Precisa de mais para parar o Palmeiras

Um herói improvável. (Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação)
Raça, catimba, técnica, camisa pesada... Cenário perfeito para um típico jogo pegado, com "cara" de Libertadores. E foi isso mesmo que aconteceu na quarta-feira (12), quando o Palmeiras recebeu o Peñarol no Alliaz Parque lotado pela Copa Libertadores. Dois campeões frente a frente, dois times que já inclusive decidiram a competição. Nada poderia atrapalhar esse clima, certo? Errado, ao menos para o senhor Roddy Zambrano, árbitro do jogo. Mas vamos com calma aos fatos...

O 11 inicial escolhido por Eduardo Baptista foi formado por Fernando Prass; Fabiano, Mina, Edu Dracena e Zé Roberto; Felipe Melo, Tchê Tchê, Guerra, Dudu e William; na frente, Borja.

Desde o início do jogo, nenhum dos times teve vida fácil. Muitas faltas e pouco futebol marcaram o começo da partida, especialmente por parte dos uruguaios. Mesmo também não conseguindo ser efetivo, o Palmeiras ditava as ações.

O sistema defensivo do Peñarol se mostrava bastante sólido, e uma alternativa para escapar disso eram as jogadas individuais de Dudu pelo lado esquerdo do campo. No entanto, todas eram paradas com faltas.

Aos 32 minutos, saiu o primeiro gol da partida. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Ramón Arias apareceu sozinho (Fabiano não o acompanhou) na área para testar a bola para o fundo das redes de Fernando Prass. 1 a 0 Peñarol. Um gol completamente inesperado visto o que produziu os visitantes até então, e que pareceu abalar um pouco o time da casa, que passou a cometer algumas faltas bobas e se mostrou um tanto desatento. Por pouco o Peñarol não fez 2 a 0, não fosse por uma grande defesa de Prass. Descemos para o intervalo atrás no placar.

Para o segundo tempo, Eduardo optou por não fazer mudanças na equipe. Ainda bem. Voltamos a campo muito mais ligados, para compensar o futebol que faltou na primeira etapa. O maior anseio do time era marcar o mais rápido possível para buscar a virada o quanto antes. Dito e feito. Logo aos dois minutos da segunda etapa, William apareceu sozinho na área para empurrar para o fundo das redes, jogo empatado no Allianz Parque.

O primeiro objetivo já tinha ido, mas era pouco, queríamos mais. E conseguimos! Apenas quatro minutos após o primeiro gol, Dudu já fez o segundo: Guerra recebeu sozinho pelo lado direito, ergueu a cabeça e enxerga o camisa 7 livre de marcação do outro lado da área para mandar a bola para o fundo das redes. Em seis minutos de segundo tempo, já havíamos virado o jogo aplicando um futebol extremamente dominante. Havia roteiro melhor que esse? A resposta é sim. A chance de isso acontecer veio dos pés de Borja em cobrança de um pênalti sofrido por Dudu. O atacante colombiano, sempre tão frio quando a bola está na marca da cal, isolou a cobrança e desperdiçou a chance de aumentar a vantagem palmeirense. Minutos após desperdiçar o penal, Borja ainda teve a chance de se redimir, mas parou no bom goleiro Guruceaga. Coisas do futebol.

Nosso capitão fez o segundo gol palmeirense.  (Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação)
O gol de pênalti não veio, mas em momento algum o Palmeiras tirou o pé, pelo contrário, seguia em cima todo o tempo. O Peñarol pouco fazia além de cometer faltas e enrolar na bola parada, um gol naquele momento praticamente mataria o jogo. Oportunidades de abrir 3 a 1 não faltaram, mas marcar não estava sendo uma tarefa fácil. Em outra oportunidade clara, Guruceaga fez grande defesa em chute de Michel Bastos (entrou no lugar de Borja) e no rebote, Hernández salvou em cima da linha a finalização de Tchê Tchê. Lance incrível.

No lance seguinte ao quase-gol de Tchê Tchê, o improvável de novo aconteceu: Gol de empate do Peñarol. Após falta levantada na área, Gastón Rodriguez apareceu livre para aproveitar o rebote de Prass e ainda provocou a torcida palmeirense na comemoração, apontando para o patch com os cinco títulos de Libertadores na camisa do Peñarol. A partir daí, só conseguia pensar em uma coisa, "mexeu com a torcida errada Rodriguez, mexeu com time errado". Queriam jogar com o peso da camisa, logo contra nós, o maior campeão do Brasil, o primeiro campeão mundial. Aquilo não ia ficar daquele jeito.

Com o decorrer do jogo, Roddy Zambrano foi escancarando sua inaptidão para arbitrar uma partida com tamanha importância como a que foi requisitado. Nunca antes vi um juiz que demorasse tanto para assinalar suas marcações. Completamente perdido em campo. Os uruguaios, que claramente tinham a proposta de cozinhar o jogo, usufruíram bem da situação, especialmente após seu segundo gol.

Não havia outro resultado imaginável para nós se não a vitória. Não seria catimba uruguaia ou um péssimo juiz que nos parariam naquela noite. Ainda tínhamos quinze minutos mais os acréscimos para conquistar os três pontos, então seguimos pressionando.

Minutos após o gol de empate do Peñarol, aconteceu o lance mais INACREDITÁVEL da partida: Tchê Tchê acha William no meio da zaga uruguaia; o atacante avança em velocidade e dribla o goleiro. Este que vos escreve já pulara do sofá com o grito de gol na beira da garganta, mas em uma fração de segundo, fico calado e as mãos vão à cabeça. William acertou o travessão. Por que tinha que ser tão sofrido? Eu me perguntava.

O Peñarol simplesmente não queria mais jogar futebol. Se durante o jogo todo já havíamos tido mais tempo de bola parada do que rolando, nos minutos finais do jogo isso se agravou consideravelmente. O pouco caso dos uruguaios em jogar somados à enrolação natural do árbitro tornavam cada bola parada e substituição do Peñarol em uma eternidade. Quando a placa subiu indicando cinco minutos de acréscimo podia parecer um tempo adicional considerável, mas visto os fatores já citados, era pouco.

 (Foto: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação)
A cera do Peñarol era tanta que até seu técnico Leonardo Ramos foi expulso por chutar uma bola para dentro de campo. Aos 46’, já nos acréscimos tivemos uma falta para cobrar na lateral do campo. Dudu se posicionou para cobrar, mas um jogador adversário ficava em frente à bola, impedindo a cobrança. Ao invés de interferir, Zambrano preferiu deixar rolar por mais de dois minutos, até que Dudu compreensivelmente se irritou e reclamou com o árbitro. Quando pensei que Zambrano finalmente puniria o jogador do time visitante que impedia a cobrança, o árbitro equatoriano puxou o cartão amarelo para DUDU! Nosso capitão, irritado com a decisão do juiz, como qualquer outro palmeirense, reclamou novamente. Zambrano aparentemente não gostou de ouvi-lo e EXPULSOU DUDU, vermelho direto! Eu, como torcedor, não me lembro de ter ficado tão irritado com algo relacionado à futebol como nesse lance. Como um juiz pífio como esse pode ser arbitro FIFA desde 2012? Um completo absurdo.

Depois de o jogo ficar parado por quase cinco minutos, a falta finalmente pode ser cobrada, agora por Michel Bastos. Para tentar compensar o tempo perdido, foi adicionado mais três minutos de jogo aos acréscimos, isso quando a partida já passara dos 50 minutos no segundo tempo.

O Palmeiras tentava a todo custo chegar ao gol. Com quase que todos os jogadores no campo ofensivo, nos expomos demais, proporcionando à equipe uruguaia a chance de contra-atacar. Em uma dessa, quase sofremos a virada, mas Gastón Rodriguez -aquele que fez o segundo gol- finalizou por cima do gol de Prass.

Quando o segundo tempo já beirava os 54 minutos, partimos para o ataque pela última vez. No melhor estilo Cucabol do ano passado, um arremesso lateral foi cobrado para área, Mina desviou de cabeça e Fabiano quase marcou, mas Guruceaga mandou para escanteio. Do córner esquerdo, viria nossa chance final. Michel Bastos levanta a bola na área, Fabiano sobe de cabeça e faz explodir o Allianz Parque. ERA O GOL DA VITÓRIA! Logo dele, de Fabiano, nossa peça mais fraca em campo. Mais uma vez Fabiano foi herói, mais uma vez um herói improvável. Eu, como qualquer Palmeirense, gritei até perder a voz. Sem duvida alguma, o gol que mais comemorei desde muito tempo.

Um fato no mínimo curioso sobre a péssima arbitragem de Roddy Zambrano foi como a imprensa brasileira e uruguaia trataram do jogo. Ambas viram o time de seu país prejudicado; no Brasil pela enrolação e pela expulsão de Dudu e no Uruguai por Zambrano ter deixado o jogo durar mais que o acréscimo determinado. Só mais uma forma de exemplificar o quão ruim foi a noite de Zambrano.

É, Rodriguez; pelo visto também sabemos jogar no peso da camisa. Respeitem o Palmeiras; agora queremos a América! AVANTI!

Por: Matheus Moraes // Twitter: @mathmoraees

Gol contra e lei do ex: Aquele jogo onde nada deu certo

Com gol contra de Lucas Pratto, São Paulo foi derrotado no Morumbi após 16 partidas sem perder.

(Foto: Divulgação/Rubens Chiri/saopaulofc.net)
Morumbi lotado, São Paulo há 16 jogos sem perder em casa. Tudo conspirava para um jogo maravilhoso do Tricolor, tudo, menos os próprios jogadores. Com uma partida pífia, São Paulo perde de 2 a 0 para o Cruzeiro na Copa do Brasil.

Sem Cueva (estiramento no músculo posterior da coxa esquerda sofrido com a Seleção Peruana) e Chavez (sofreu um edema na região posterior da coxa esquerda durante as atividades da última terça (11) e está sob os cuidados do Reffis), Ceni foi para o jogo com o que tinha de melhor. Assim, o Cruzeiro sabia o quão difícil seria o jogo, apostou na marcação bem encaixada, dificultando a saída de bola são-paulina e jogando nos erros do time da casa. Já o Tricolor tentava apostar nas laterais, entretanto foi uma das piores partidas de Wellington Nem e Luiz Araújo, ambos que vão pelas laterais do campo. Rogério até tentou inverter os dois, passando Luiz para direita e Nem pela esquerda, porém não adiantou de nada, pode dizer até que Nem ficou mais perdido que antes. Rogério vendo isso, no segundo tempo, colocou Thomaz no lugar de Wellington Nem. Todavia, tava tudo dando tão errado que o primeiro gol do Cruzeiro, foi gol contra, de Lucas Pratto. Depois de cobrança de falta, Thiago Neves cruzou para a área e Pratto cabeceou para o próprio gol. E em um dia que tá estando tudo errado, não pode faltar ela, a lei do ex. Hudson, de cabeça, marcou o 2º do Cruzeiro. Tirando os destaques ruins. É bom também destacar os bons, como a partida de Maicon e Jucilei, além de Thomaz, que em minha opinião, tem que ser titular na ausência de Cueva.

O jogo de volta no Mineirão é quarta-feira (19/04) às 19h30, São Paulo tem que vencer por três gols de vantagem ou dois, desde que seja 3x1, 4x2, e assim por diante. Se fizer 2x0, a decisão será nos pênaltis. Já pelo Paulista, pela semifinal, o São Paulo receberá o Corinthians, no Morumbi, domingo (16/04) às 19h, com torcida única.

FICHA TÉCNICA

Local: Estádio Cícero Pompeu de Toledo, Morumbi (SP)
Cartões amarelos: Jucilei e Thiago Mendes (SP); Ariel Cabral e Ábila (CRU)
Gols: Lucas Pratto (CONTRA) e Hudson (CRU)
Arbitragem: Anderson Daronco (RS-Fifa), auxiliado por Rafael da Silva Alves e Leirson Peng Martins (ambos do RS)

SÃO PAULO
Renan Ribeiro, Buffarini (Araruna), Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; Jucilei, Thiago Mendes e Cícero (Gilberto); Wellington Nem (Thomaz), Lucas Pratto e Luiz Araújo. Técnico: Rogério Ceni

CRUZEIRO
Rafael, Mayke, Léo, Manoel e Diogo Barbosa; Ariel Cabral, Hudson (Lucas Romero), Thiago Neves (Alisson), Arrascaeta e Rafinha; Ábila (Raniel). Técnico: Mano Menezes

Em terra de malandro, quem tem Aylon é rei

Jogos importantes têm o seu charme, e na Copa do Brasil não é diferente. Na noite de ontem (13) o Goiás conseguiu uma importantíssima (e suada) virada diante o Fluminense e venceu o primeiro capítulo da guerra contra os cariocas. Um jogo que acordou o torcedor esmeraldino para a realidade, e que precisamos ajustar pequenos detalhes se quisermos seguir firmes e dar a 2017 um final feliz com uma boa campanha na Copa do Brasil e na Série B.

Mesmo o jogo sendo em véspera de feriado, a torcida abraçou o time e fez a festa, tanto dentro como fora das arquibancadas, essa foi a recepção do ônibus. Foto: Goiás Esporte Clube
Disse a você leitor que a torcida acordou pra realidade em diversos sentidos. Primeiramente quero deixar claro aqui a minha total insatisfação (desde o jogo contra o Anápolis, confira clicando aqui) com a permanência de Carlos Eduardo no time titular, um garoto totalmente despreparado que demonstra um nervosismo absurdo e a falta de técnica é tanta que ele tropeça em suas próprias pernas.

CHEGA! NÃO DÁ MAIS!

Carlos necessita de muito, mas muito treinamento e tomar um forte "chá de banco" pra ver que precisa melhorar em fundamentos básicos do futebol. Michael com apenas 45 minutos em campo se mostrou muito mais preparado para entrar na titularidade desse time. E deixo bem claro aqui, que caso o Fluminense elimine o Goiás na próxima quarta, a culpa é toda do Carlos que perdeu o que poderia ter sido o 3º gol esmeraldino após cruzamento de Michael, e ainda conseguiu ser expulso no lance seguinte. Parabéns pela sua incompetência dentro de campo Carlos, sua ausência vai fortalecer o time no jogo de volta!

Carlos ontem deixou claro que merece ser reserva. Foto: Goiás Esporte Clube
Voltando para o jogo, ficou claro ontem que nosso elenco ainda precisa de peças, ainda temos carência de bons laterais, Helder se mostra um jogador com bastante dedicação dentro de campo, mas não passa de um lateral mediano (por isso defendo a permanência dele como reserva) e Jefferson demorou pra se encontrar na partida. Enquanto Jefferson "acordava" Wellington Silva aproveitou o vacilo de sua marcação, e costurou a defesa esmeraldina pra achar Marcos Júnior livre na esquerda, ele não costuma errar e ontem não foi diferente, um chute sem chances pra Rangel e alegria dos tricolores calava o Serra Dourada no início do jogo.

Gol fora de casa é um erro que ninguém gosta de cometer, custa caro e é um balde de água fria. Só que no caso do nosso time, esse balde não veio pra esfriar a partida e sim para acordar os jogadores. Só a partir dos 10 minutos do 1º tempo que o Goiás conseguiu acertar a marcação e começou a tocar a bola e era claro que a ausência de um meia armador no time estava atrapalhando, Léo Sena tem grande qualidade e visão de jogo mas não consegue cumprir a missão de armar todas as jogadas do time, as vezes ele "some" entre as linhas de marcação, e acaba perdendo a bola. Mesmo com um a mais em campo a melhor chance que obtivemos no primeiro tempo foi o chute de longa distância de Tiago Luís.

O primeiro tempo se encerrava com o Goiás atrás do placar. Foto: Goiás Esporte Clube
O segundo tempo veio com a estreia do jovem Michael, e que estreia! O baixinho causou muitos problemas pra defesa carioca e mostrou que veio pra brigar por titularidade, sua força de vontade, velocidade e habilidade pra driblar resultaram em um gol anulado (mas que foi um belo gol) e deram uma boa primeira impressão ao torcedor goiano que gostou do que viu. O Fluminense recuava a espera de um contra ataque e agora vem à outra parte que ficou visível ao torcedor ontem: A qualidade de nosso elenco.

Furar uma retranca é complicado? Sim, claro que é, mas os jogadores mesmo assim cometiam erros bobos (alguns passes errados, finalizações pra fora) que demonstram que ainda faltam um pouco de qualidade ao time. Mas não é nada que seja tão desesperador, pois temos sim dois ''camisas 10'' no banco (Juan e Jean Carlos) e ontem o técnico demorou em perceber que o time precisava de um armador e de um jogador que tenha qualidade no passe para levantar a bola na área. Era isso que Jean fazia ao entrar no jogo, buscava receber a bola nas laterais da intermediária e alçava na área tentando encontrar Léo Gamalho e Aylon.

Jean ontem fez a diferença, tanto empatando a partida como sendo o armador que o time precisava desde o início do jogo. Foto:Goiás Esporte Clube
A zaga do Fluminense estava bem postada, e quando parecia que nada adiantava veio um chutaço de Jean que lá da intermediária achou o ângulo de Júlio César, a bola ainda caprichosamente bateu na trave antes de entrar, e o Goiás finalmente empatava a partida e tirava da garganta o grito de gol. Após esse chute, o Fluminense abdicou da partida, e o Goiás chegou novamente ao ataque com Michael, que ao cruzar a bola dentro da área encontrou Aylon. O que aconteceu nesse lance gerou extrema polêmica, mas em um esporte que é envolvido por malandragem em diversos sentidos, a simulação de Aylon e sua sinceridade ao confessar só se tornam um simples caso dos diversos erros de arbitragem que temos aqui no Brasil.

Gamalho que não tinha nada a ver com a situação virou o jogo para nós. Não defendo a simulação de Aylon, mas não acho ruim o que aconteceu, justo o Goiás que por incontáveis vezes se viu prejudicado contra times do eixo Rio-SP e arbitragens extremamente tendenciosas, é de se estranhar que dessa vez o erro tenha sido ao nosso favor. Resta a nós torcedores esperar por uma melhorar quase utópica de nossos árbitros, enquanto isso vamos conviver com erros e mais erros por aí, quem é prejudicado reclama demais, e quem é favorecido se cala até a situação se inverter e ele ser prejudicado... Enquanto isso ninguém faz nada para tentar melhorar o nosso futebol. Ontem saímos com a vitória, e agora podemos sonhar com a vaga.

Se ajustarmos pequenos ajustes, esse time pode sim fazer história. Foto: Goiás Esporte Clube
Resumindo, nós esmeraldinos temos que comemorar e muito. Batemos no melhor ataque da Série A e ganhamos de um time que até então estavam invictos em 2017 (a formação titular de Abel Braga, no caso). O Goiás está correndo atrás de reforços ao longo do ano, creio que Jean pode sim ser nosso camisa 10, e que Juan pode se reabilitar e voltar com seu bom futebol, são apenas pequenos ajustes que vão nos garantir um 2017 cheio de alegrias. Para a partida de volta, o Fluminense perde cinco titulares (Cavalieri, Renato Chaves, Scarpa, Marcos Júnior e Henrique Dourado) e me resta fazer uma pergunta a você torcedor esmeraldino: VOCÊ ACREDITA?

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