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sábado, 15 de abril de 2017

É campeã, Chapecoense vence Joinville e garante vaga na final do Catarinense

Uma tarde para ficar na história da cidade de Chapecó, os pouco mais de 12 mil torcedores que foram a Arena Condá na tarde deste sábado (15), viveram momentos emocionantes e de lembranças, já que a vitória de 2x0 sobre o Joinville, garantiu o título do returno, e a Taça Sandro Pallaoro para a galeria de troféus do Verdão.

Foto: Sirli Freitas
Foi uma campanha incontestável, muitas vezes usando da superação e a força vinda de 71 estrelas no céu iluminando esse novo grupo de jogadores e comissão técnica. Se no turno faltaram três pontos para alcançar o Avaí na tabela, esses três pontos sobraram no returno, garantindo a melhor campanha na tabela geral com uma rodada de antecedência, já que a equipe da capital foi derrotada em casa para o Almirante Barroso por 1x0.

Com a bola rolando e precisando apenas da vitória para seguir vivo na competição, o Joinville começou os primeiros minutos anulando o Verdão, com forte marcação e a maior posse de bola, a equipe do norte do estado esfriava o jogo, e corria em busca do gol.

E foi assim que o Joinville quase abriu o placar aos 15 minutos, depois de cruzamento de Fernandinho, a zaga do Verdão falhou e a bola caiu nos pés de Bruno Batata, que livre de marcação chutou por cima da meta de Arthur Moraes, e desperdiçou grande oportunidade.

A Chapecoense respondeu aos 19 minutos, quando Reinaldo cobrou falta na direita e encontrou Arthur Caíke, também livre de marcação cabecear por cima do travessão de Matheus. A bola parada era mesmo a principal arma para o Verdão tentar abrir o placar, novamente em cobrança de falta, mas desta vez direto, Reinaldo quase surpreendeu e encobriu o goleiro do JEC.

E foi na bola parada que a Chape enfim abriu o placar na Arena Condá, aos 31 minutos Reinaldo cobrou o lateral forte na área, o zagueiro Darlei se atrapalhou todo e colocou a mão na bola, Sandro Meira Ricci sem dúvidas assinalou penalidade para o Verdão, o lateral esquerdo foi para a cobrança, deslocando Matheus e jogando a bola no fundo das redes.

O resultado e a noticia da vitória parcial do Almirante Barroso sobre o Avaí incendiaram os torcedores e jogadores do Verdão na segunda etapa, voltando dispostos a definir logo a partida. Logo nos primeiros minutos, uma pressão verde e branca, aos 3 minutos após cobrança de escanteio, Arthur cabeceou no ângulo, Matheus se esticou todo e salvou o Joinville. Dois minutos depois foi a vez de a trave salvar, quando Rossi invadiu a área e tirou do goleiro, caprichosamente a bola bateu na trave e salvou o JEC.

Com o andar do relógio, e a pressão total do Verdão, era questão de tempo para o torcedor soltar o grito de campeão, que ficou mais intenso aos 38 minutos, quando Girotto encontrou Túlio de Mello livre na área para marcar o segundo, definir o placar e dar o título do returno e a vaga na grande final do Campeonato Catarinense.

A Chapecoense volta a campo na próxima terça-feira (18), quando receberá na Arena Condá o Nacional do Uruguai, pela terceira rodada da Taça Libertadores da América.

Com a melhor campanha na classificação geral, a Chapecoense fica com a vantagem de decidir à segunda partida da final na Arena Condá, as datas ainda a serem definidas pela Federação Catarinense de Futebol, mas deverão ficar entre dia 30/04 a partida de ida na Ressacada, já a volta no dia 07/05, na Arena Condá em Chapecó.

A Taça Sandro Pallaoro fica onde deveria estar, em Chapecó e com a Chapecoense, cidade e clube que o presidente Pallaoro, vítima do acidente aéreo do dia 29 de novembro. Sandro foi junto com Maurinho e Cadú, os responsáveis por tirar a Chapecoense de sem série, para a Série A do Brasileirão, e a final da Copa Sul-Americana, o sonho de conquistar a América acabou interrompido a poucos quilômetros de Medellín. Como o presidente sempre tratava do roupeiro ao presidente, foi assim que a Chapecoense cresceu, e vai continuar crescendo, honrando cada passo dado e que jamais será esquecido.

SANDRO, SANDRO PALLAORO PARA SEMPRE IREMOS TE LEMBRAR!

Marcelo Weber || @acfmarcelo

Crystal Palace busca empate com o atual campeão Leicester

Uberlândia, MG, 15 - Em Partida entre duas equipes em recuperação, em Selhurst Park, o Palace buscou resultado de empate no segundo tempo.

Enfim, saiu um novo texto do Palace: "Meus amigos voltei, eu tava ficando doido". Eu, Crystal Palace, finalmente voltei ao caminho direto e reto, rumo ao primeiro escalão da classificação, o fantasma da Championship já não nos aflige tanto.

Mosaico da torcida do Palace com alusão aos 250 jogos de Zaha pelo clube e a frase: Sul de Londres se levantou, criados no Palace, vive e morre pelo azul e vermelho. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace. 
Contrastando com o momento que vivemos hoje, há algumas rodadas atrás, a situação das Águias do sul de Londres era quase calamitosa, caminhavam para um abismo que não parecia ter fim, derrotas se acumulavam e os fieis torcedores acompanhavam aflitos, o processo de definhação da equipe. Big Sam não demonstrava sinais de que ajudaria o "CP" sair dessa situação. Com apenas míseros 19 pontos após 25 jogos, amargávamos uma compatível 19ª colocação. 

25, esse era o número de jogos que o Palace havia completado na temporada por Premier League. 25, de Fevereiro, esse foi o dia da 26ª rodada, Selhurst Park recebeu, àquela altura, um confronto mais que direto na luta contra o rebaixamento, Palace x Boro. Nesse dia fazia quase um mês da última vitória do Crystal Palace, a única em dois meses, o solitário triunfo de 2017. As Águias venceram o jogo decisivo. E o que aconteceu de lá pra cá?

Aconteceram outras seis partidas, contando o empate desta tarde de sábado (15), em Londres. Aconteceu que multiplicando 25 por 10, chega-se ao número de vezes que o "Leão" Wilfried Zaha vestiu a malha azul e vermelha. Aconteceu que perdemos uma só partida: Quatro vitórias (incluindo contra Chelsea e Arsenal) e um empate. Resultado dessa sequência; 35 pontos em 32 jogos, apenas a 15ª colocação, porém estamos a sete pontos da incômoda zona de rebaixamento.

No peito, na raça, no comprometimento e qualidade dos atletas o "CP" jamis se entregará. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
Diante de uma bela festa dos "hinchas sul-americanos do sul de Londres", entraram em campo Palace e Leicester, que também vive momento dispare ao que se encontrava até pouco tempo. A empolgação arrefeceu logo há seis minutos, com o gol de Huth para os visitantes. Durante toda a etapa inicial, o Crystal se manteve próximo da área do Leicester, com algumas tentativas bloqueadas. O resumo desta etapa foi 1-0 para o atual campeão da Premier League.

Com a volta do intervalo, voltou também à desatenção do começo do confronto. Em contra-ataque veloz, Vardy foi lançado pela direta, com um corte seco, se colocou em condições de finalizar, aumentando a contagem, 2-0 Leicester. Parecia que novamente afundaríamos em nossa ansiedade, em nossa certa dose de displicência, tudo indicava que retornaríamos a rotina do perde e ganha. Parecia.

Não deu tempo sequer de tomar um copo d'água na cozinha. Na sequência ao segundo gol visitante, Cabaye aproveitando a sobra recolocou o Palace na disputa. Aquela máxima de quem persiste sempre alcança, valeu para o Crystal, Benteke usou a cabeça, com muita inteligência testou para a contagem do placar igualar, e assim, sacramentar a remontada na situação adversa da partida, a continuação da boa sequência das Águias no campeonato, o distanciamento dos três últimos colocados e o placar em 2-2. 

Que cabeçada! Benteke usou a cabeça para empatar o confronto. Reprodução/Twitter Oficial do Crystal Palace.
Crystal Palace: Hennessey, Ward, Kelly, Sakho, Schlupp (Van Aanholt), Milivojevic, Cabaye, Townsend, Puncheon, Zaha (McArthur), Benteke. Téc. Sam Allardyce.

Próximo Jogo pela Premier League:
23 de Abril - 12:30h (hora de Brasília) - Anfield.
Liverpool x Crystal Palace.

Por: @carlosjr92educa
Carlos Alberto de Sousa Júnior - Colunista do Crystal Palace

Sunderland 2-2 West Ham: Deixamos a vitória escapar novamente

Hoje vimos novamente o West Ham deixar escapar uma vitória que seria de extrema importância na Premier League. O jogo foi contra o Sunderland, atual lanterna do campeonato, no Stadium of Light. Com o emprego por um "fio", Slaven Bilic foi para o campo com uma equipe de certa forma ofensiva.

West Ham: Randolph, Byram, Masuaku, Collins, Fonte, Fernandes, Kouyate, Snodgrass, Ayew, Lanzini e Carroll.

(Foto: Reprodução/ The Sun)
A partida começou bastante pegada, muito perde e ganha no centro do campo e sem jogadas individuais. O West Ham começou a surgir no jogo após a aparição de Ayew e Lanzini com suas jogadas individuais e com velocidade. Aos 5 minutos do 1º Tempo, o ganês aproveitou passe (chute) de Carroll e empurrou para o fundo do gol, abrindo o placar.

Com a vantagem no placar, após orientações de Bilic, o West Ham começou a segurar a bola mais no centro do campo, com isso pouco se criava e o Sunderland ganhava mais oportunidades em bolas paradas, 20 minutos depois do gol feito, o lanterna conseguiu empatar com Khazri em um lindo gol olímpico.

O West Ham após sofrer o empate continuou tendo a posse de bola, mas sem levar perigo para o Sunderland. Logo no inicio do 2º Tempo em uma cobrança de escanteio, Collins se antecipou e colocou o West Ham na frente do placar. Então, Bilic novamente resolveu colocar a equipe pra trás, substituiu Snodgrass colocando o zagueiro Nordveit, esperando o final da partida.

Como todos sabemos da sorte do West Ham, aos 90 minutos com o time todo atrás do centro do campo, o Sunderland conseguiu empatar com Borini, uma falha de Randolph que saiu totalmente equivocado e permitiu a finalização do italiano.

Com o resultado de 2-2 o West Ham se encontra na 13ª posição da Premier League. Em uma temporada em que esperávamos que tudo poderia ser calmo e com certa alegria, vemos o West Ham brigando contra posições desagradáveis.

Atlético 5x2 Sport Boys - O Galo em seu estado puro

No jogo de ontem o Galo foi mais Galo do que nunca. Até os 26 minutos do segundo tempo os jogadores alvinegros fizeram sua torcida sofrer, com um jogo sem criatividade, falhas na defesa, gols perdidos no ataque e um placar adverso que mostrava 1 para o Galo, 2 para o Sport Boys.

Então os ponteiros do relógio andaram, e aos 26 minutos Fred fez o gol de empate, aos 29’ o gol da virada, e o nosso artilheiro ainda viria a fazer mais dois gols, aos 44’ e aos 48’ do segundo tempo.

Placar final 5x2 para o Galo. Mais uma vitória épica, improvável, que me fez lembrar a música do Renato Russo, “Quando tudo está perdido, sempre existe um caminho...”.

Fonte: Atlético Mineiro: atlético.com.br Fotógrafo: Bruno Cantini
Pois esse caminho atende pelo nome de Rafael Moura, que foi para o jogo quando o Galo estava em desvantagem no placar. O nosso jogador-torcedor deu uma nova dinâmica ao ataque e participou da jogada que deu origem ao terceiro gol do Galo, além do passe para o quinto gol.

O Atlético entrou em campo com Giovani, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Gabriel, Fábio Santos, Rafael Carioca, Elias, Robinho, Luan, Otero e Fred.

Com a entrada de Luan o técnico Roger Machado pretendia ter em campo um jogador que contagiasse os demais jogadores, com sua raça, sua entrega e com suas qualidades técnicas, sobretudo a capacidade de marcação.

O Atlético abriu o placar logo aos 5 minutos do primeiro tempo, cruzamento de Marcos Rocha pela direita, falha do goleiro, que além de não cortar tocou de leve na bola, praticamente ajeitando para o gol de cabeça de Robinho.

Parecia que o jogo seria muito fácil, goleada na certa.

Fonte: Atlético Mineiro: atlético.com.br Fotógrafo: Bruno Cantini
Grande engano. Aos 10 minutos o time boliviano empatou. Cruzamento pela esquerda de Capdevilla, o zagueiro Gabriel falhou e o atacante Tenório fez de cabeça.

A partir daí o Atlético sofreu para criar jogadas ofensivas, o meio de campo não funcionava, sem criatividade, sem movimentação.

Aos 30 minutos, com uma lesão na coxa esquerda, Luan foi substituído por Cazares. Enquanto esteve em campo, Luan não jogou bem, parecia desentrosado e mal posicionado em campo.

No fim do primeiro tempo e começo do segundo Robinho e Fred perderam chances claras de gol: Robinho falhou feio ao tentar um voleio e Fred, numa bola rebatida que sobrou para ele na cara do gol, chutou por cima do travessão.

Fonte: Atlético Mineiro: atlético.com.br Fotógrafo: Bruno Cantini
Aos 10 minutos do segundo tempo veio o castigo, cruzamento da direita, Messidoro ganhou de Gabriel e fez de cabeça o segundo gol do Sport Boys.

O time jogava mal, nervoso, placar adverso, parecia que tudo estava perdido.

Não para a torcida, que continuou apoiando o time, e fez isso o jogo inteiro, principalmente após sofrer o segundo gol. É incrível a torcida do Galo.

Aos 12 minutos do segundo tempo Rafael Moura entrou no lugar de Otero e o Atlético partiu para o ataque.

Aos 26’ Rafael Carioca chutou forte, de fora da área, Fred, no meio do caminho desviou a bola e fez o gol de empate.

Três minutos depois, em jogada que começou com Rafael Moura, a bola sobrou livre para Elias, que tocou para o meio e encontrou Fred livre para marcar o terceiro gol.

Isso é Atlético em estado puro, quando tudo indicava uma catástrofe, aconteceu à virada, com a emoção com a qual já estamos acostumados.

Até o apito final, Fred viria a fazer mais dois gols, fechando o placar em 5 para o Galo, 2 para o Sport Boys.

Foi um prêmio para a torcedor que lotou o Independência, apoiou, gritou Galo a plenos pulmões. O melhor do jogo sem dúvida foi a torcida.

Atlético Mineiro: atlético.com.br. Fotógrafo: Bruno Cantini
Fred cumpriu o seu papel, fez os gols, grande artilheiro. Após o jogo deu uma entrevista emocionado, onde mostrou o quanto ficou abalado com a expulsão no último jogo do Galo pelo Campeonato Mineiro.

Um grande lugar comum é dizer que os jogos da Libertadores são difíceis, são mesmo, mas até os 29 minutos do segundo tempo, quando o time conseguiu a virada, o próprio Atlético tornou o jogo difícil.

A forma de jogar do Atlético é muito óbvia, muito fácil de ser marcada. Os jogadores tocam a bola até o meio de campo, depois abrem para Robinho ou Otero nas pontas e só.

Quando Robinho recebeu a bola do lado esquerdo, nenhum jogador correu para a Linha de Fundo para receber e cruzar. Nenhum jogador saiu em velocidade pelo meio.

Com isso não teve opção de passe, Robinho se limitou a correr com a bola dominada da esquerda para o meio e por ali ficou. Ou o adversário retoma a posse de bola, ou há algum cruzamento da intermediária na esperança de que Fred resolva dentro da área.

É muito pouco, faltam velocidade e intensidade ofensiva para o Galo, falta movimentação sem a bola. Falta uma jogada em que um jogador leve com ele a marcação para que outro jogador apareça em condições de concluir.

Ontem foi assim até os quase 30 minutos do segundo tempo, o time melhorou com a entrada de Rafael Moura e com a necessidade de reverter o placar.

Além de Fred que fez os gols, destaques para Fábio Santos, que ontem se apresentou bem. O venezuelano Otero, que muitas vezes se deslocava, da direita para a esquerda para marcar, dando cobertura para Fábio Santos, que chegou à Linha de Fundo e fez pelo menos dois cruzamentos perigosos, e Elias, que marcou no meio de campo e apareceu bem no apoio ao ataque.

Destaque negativo para Robinho, que não joga bem faz tempo, perdeu um gol razoavelmente feito ao tentar o voleio, não ajuda na marcação e não cria jogadas ofensivas. Também Marcos Rocha, que parecia muito nervoso, falhou muito na marcação, não apoiou o ataque e com exceção da jogada do primeiro gol, fez pouquíssimos cruzamentos.

O Sport Boys surpreendeu, o time boliviano veio para jogar na defesa e cumpriu seu plano tático à risca e sem violência, e ainda apareceu bem no ataque com Zampiery e Capdevilla.

O Atlético não apresentou bom futebol, mas conquistou o resultado, na raça, como é de costume.

O Galo volta a jogar pela Libertadores na próxima quarta-feira, dia 19/04,  às  21h45 contra o Libertad. O jogo será no Paraguai, o que é ótimo, será uma grande chance para o Galo realizar uma boa apresentação fora do Independência. O Atlético precisa aprender a jogar bem e ganhar os jogos na casa dos adversários, pela Libertadores e no Campeonato Brasileiro, que começa em maio.

Não será possível ganhar o Campeonato Brasileiro sem vitórias nos estádios dos adversários, principalmente contra times de menor expressão e que não tem no elenco jogadores reconhecidos pelo talento como ocorre com o Galo.

Valeu pela vitória, mas o time precisa trabalhar muito.

Por: Carlos Eduardo Oliveira
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