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terça-feira, 18 de abril de 2017

Obrigado por tudo Bilic, mas já deu

Com essa campanha pífia na Premier League na temporada de 2016/2017, pelas expectativas criadas por 80% dos Hammers por causa da temporada passada, onde fomos excelentes para as nossas pretensões, precisamos de mudanças. E tem que começar trocando o técnico. Nada contra o croata Slaven Bilic, que jogou por 1 temporada no clube em 97-98, mas o clube precisa mesmo de mudanças. Até porque já se fala em desgaste de alguns jogadores com o treinador. Por exemplo, as mesmas variações nas formações, sem repetir alguma escalação em sequência, a improvisação de alguns jogadores em posições um pouco diferentes e a insatisfação de alguns medalhões em ficar no banco. Não tenho o que culpar o Bilic, pois acredito que o planejamento das contratações foi esdrúxula, como por exemplo, a contratação do renomado lateral-direito Arbeloa, que deve sair, o meia escocês Snodgrass, que vinha até fazendo uma boa temporada pelo Hull City, porém não está rendendo o esperado, e o zagueiro português José Fonte, que vem falhando em alguns jogos. Não acho difícil uma saída do treinador, até porque muitos nomes vem sendo comentados, entretanto o mais forte na mídia é o ex-treinador do Liverpool e do Real Madrid e que atualmente treina o Newcastle United, o espanhol Rafa Benítez. Mas não adianta trocar de técnico e não mudar o planejamento.

(Foto: Croatian Sports)
Desde a temporada passada, Slaven Bilic tirava leite de pedra, apesar de ter duas peças fundamentais no time que não estão mais fazendo parte do clube: o meia francês Dimitri Payet e o nosso querido estádio Upton Park, o time era mais encaixado, mais organizado. Na temporada passada, vencemos Manchester United, Chelsea, Liverpool e Arsenal. Nessa temporada, não vencemos nenhum ainda, não que seja obrigação máxima vencer eles. Mas como disse anteriormente, o time ainda sente muita falta do Payet. Afinal, era ele o maestro, era quem chamava a responsabilidade e homem de confiança do técnico. Agora, retornando ao assunto do treinador, não devemos colocar toda a culpa no homem que tirou Laurent Blanc do sério e cavou a expulsão do zagueiro na Copa de 1998. O planejamento nas contratações, a mudança para o Olímpico de Londres, o desgaste dos jogadores, a falta de Payet, são fatores que influenciam. Para mim, se a demissão ocorrer no final da temporada, muito deve-se ao fato da expectativa em torno do clube. Os Hammers, que tinham encantado tanto na temporada passada, perderam a magia nessa temporada. E para a magia voltar a mudança tem que ocorrer. COYS!

Por: Guilherme Pacheco - @PachGuilherme

Tigrão vence a Aparecidense no primeiro jogo das semifinais do Goianão 2017

Após velhos e longos anos, o Tigrão finalmente voltou a vencer um jogo de uma semifinal do Campeonato Goiano. O time do Mazola Jr desbancou o de Zé Teodoro por 2x1. Sem marcar desde março, Wallyson fez gol e foi essencial na vitória colorada. Mateus Anderson marcou o segundo e Washington descontou para o Camaleão. Com o placar o Tigrão precisa apenas de um empate simples para ir à grande final.

E pela primeira vez durante todo o campeonato, Mazola Jr não foi covarde ao iniciar a partida com 3 atacantes. Porém no segundo tempo ele retrancou a equipe e daí em diante foi só pressão da equipe de Aparecida.
(Foto: Douglas Monteiro / Vila Nova FC)
O primeiro tempo para o Vila Nova foi o melhor possível. Dominando a partida o Tigrão chegou ao gol logo no início da partida. Aos 03' de jogo, apos o zagueiro Mirita em uma tentativa de afastar a bola da área, ela sobrou é o Wallyson que chegava pegou de primeira fazendo um lindo gol, 1x0 Vila. Ao marcar o Vila seguiu dominar a partida. O Camaleão chegou a ameaçar com Robert que chutou colocado, mas a bola foi para fora.

A partida foi ficando morna, sem os times arriscarem tanto. O Tigrão seguia na busca do seu segundo gol. As boas chances do primeiro tempo foram feitas pelo lado com Maguinho. Aos 34' após uma reposição do goleiro Elisson o atacante Moisés não desistiu do lance, brigou, caiu mas ficou com a bola que de primeira lançou para Mateus Anderson que avançou e não desperdiçou, gol do Vila 2x0. Tigrão tomava conta do jogo. Ainda no primeiro tempo Rafael Cruz chegou a marcar para os visitantes, mas o juiz anulou o gol. 

De volta para o segundo tempo, a Aparecidense começou em cima em busca do primeiro gol. Mesmo com dificuldades para criar o Camaleão foi para cima. O segundo tempo foi todo da equipe visitante. Enquanto o Vila apenas administrava a partida. Wallyson ainda teve uma grande chance de marcar o terceiro, parou na boa defesa do goleiro Pedro Henrique. 

Sem sucesso nos ataque, a Aparecidense aproveitou que o Vila recuou e foi para cima. Aos 30' da etapa final, Washington ex-jogador do Vila Nova, diminuiu para a Aparecidense após uma bela cobrança de falta, 2x1.

A partida de volta está marcada para a próxima segunda-feira (24) ás 20 horas, mas corre grande risco de ser antecipada para o sábado (22) ás 16 horas, tudo vai depender da vistoria marcada para amanhã quarta-feira no Estádio Aníbal Batista de Toledo, onde deve ser decidido se o estádio poderá receber a partida.
(Foto: Douglas Monteiro / Vila Nova FC)
Opinião

Nas rodadas anteriores o senhor Mazola Jr foi a público falar que o Vila não conseguia jogar com três atacantes. O que me assustou nesta semifinal foi ele entrar a campo com esse mesmo esquema de três atacantes. Foi justo, foi válido. Pelo menos no primeiro tempo rendeu e deu certo, funcionou e o ataque acordou. Wallyson e Mateus Anderson voltaram a balançar as redes, mas Moisés ainda ficou devendo o dele. 

O primeiro tempo foi para empolgar, entretanto o segundo... foi de dar sono. Vila jogou no primeiro e deixou o visitante jogar no segundo. Mazola recuou o time mesmo sabendo que podia arriscar mais e já garantir a classificação ali mesmo, foi assim que acabou levando gol. Apesar da vantagem o Tigrão precisa de cautela para o jogo de volta, é uma vantagem que garante ao adversário o poder da reação.

Após 11 anos, o Vila agora fica a um passo da final e com uma leve vantagem em mãos a classificação é questão de tempo e de bastante organização. Vila terá uma semana cheia pela frente onde deve aproveitar para recuperar jogadores no DM, um deles o volante PH. Agora é ter foco e seguir, porque a caminhada até lá vai ser longa.

Pra Cima Deles Tigrão!

Middlesbrough 1-2 Arsenal: mudanças em todos os sentidos

Foto do jogo: alegria após voltar ao caminho das vitórias (Foto: Ian McNicol)
Estamos cercados por uma nuvem negra que persistia em assombrar as nossas paisagens. Sem vencer fora de casa desde a 21ª rodada e vindo de uma derrota vergonhosa contra o Crystal Palace, tivemos o Middlesbrough pela frente nessa segunda(17), no (muito bonito) Riverside Stadium, e a vitória era a única solução para abafar alguns de nossos (muitos) problemas. 

Mas para conseguirmos nos livrar dessa nuvem chata que nos rondava, precisávamos passar por algumas mudanças. O que acabou acontecendo de muitas maneiras no jogo desta segunda. Na primeira, vimos uma nova formação na equipe, dessa vez com três zagueiros. Bellerin foi sacado do time e o promissor Rob Holding entrou para reforçar a parte defensiva. Desde 1997 que não víamos um esquema com três defensores a frente de nosso goleiro. 

No começo, vimos alguns problemas: a falta de entrosamento e de posicionamento era notável, já que os nossos defensores não estavam acostumados a jogar nesse esquema. Então, no primeiro tempo vimos o Arsenal tendo alguns problemas com a defesa e com a saída de bola no meio de campo, o que nos rendeu poucos ataques e um Boro chegando mais ao ataque.
A perfeita falta do "El Niño Maravilla" (Foto: Jan Kruger)
Pela nossa sorte, temos um jogador espetacular como Alexis Sanchez. Já no final da primeira etapa, Xhaka sofreu falta na entrada da área e o chileno cobrou de uma maneira perfeita: Brad Guzan não teve nem reação. 

Na minha opinião, achei um placar injusto por conta do que os dois times criaram. Logo com cinco minutos do segundo tempo, essa conta seria paga, já que Downing conseguiu um cruzamento perfeito para Negredo, empatando a partida. 

O gol animou o time da casa. Em lances seguintes, o time teve claras chances de gol com Downing, que chutou para fora, e Ayala, que parou em grande defesa de Cech. Depois de sustos, chegamos à segunda mudança do dia. O time pareceu ter passado por um choque de realidade e passou a colocar a bola no chão - muito também por Ramsey e Özil começarem a jogar, o que foi essencial. 

Aos 26 minutos, Alexis conseguiu um bom cruzamento para Ramsey, que deu um inteligente e bonito toque de peito para o alemão chegar batendo de perna direita, desempatando o jogo. Finalmente, chegamos à terceira mudança: como deu gosto ver o nosso alemão jogar hoje. Além de jogar com a alma, ajudando na marcação e vibrando com o coração, ele se mostrou atento e jogou muita bola, mostrando um Özil que a gente se acostumou a ver antigamente e esperamos que vire rotina novamente.

O gol de Özil (Foto: Getty Images Europe)
A quarta mudança é algo que ainda não aconteceu, mas que eu gostaria muito que se tornasse realidade. Calma, não quero entrar em méritos de Wenger. Apesar de achar válido a formação com três zagueiros e concordar que ela possibilitou Ramsey e Özil a jogarem melhor, não acho que é ideal arriscar um esquema novo a essa altura do campeonato. Se na pré-temporada ou na próxima temporada, o time poderia evoluir com esse esquema e eu acharia uma opção viável. Mas agora não, nem pensar. 

Ah, todos os caminhos nos levam à Wembley. Nosso próximo jogo é contra o Manchester City, pela semifinal da FA Cup. Come On You Gunners! 

Temos um campeonato?

Neste domingo o Chelsea foi a Manchester, enfrentar o United, em Old Trafford. O clássico que no primeiro turno marcou o excelente Blues, naqueles 4 a 0, teve outra tonalidade no segundo turno. O time da casa vinha de uma bela sequencia de 21 jogos sem perder na Premier League, seria um grande desafio para o time de Londres.
Diego reclama com o arbitro após lance irregular no gol. Fonte (Chelsea.com)
O Chelsea entrou em campo pressionado, devido a grande vitória do Tottenham um dia antes, a vantagem que já havia sido de 11 pontos, era apenas de 4 e por isso uma vitória era importante. Antonio Conte fez duas mudanças no time titular, Zouma entrou na vaga de Azpilicueta e Fabregas na de Matic.

Após vencer os dois primeiros duelos contra Mourinho, Conte não conseguiu o mesmo sucesso desta vez. O treinador português montou um sistema tático que funcionou perfeitamente, não dando saída para o italiano. Diferente das últimas vezes quando marcou por zona, Mourinho montou uma estratégia de marcação individual, e com isso ele ganhou totalmente o meio campo, Ander Herrera comandou as ações na parte central, ganhando seu duelo contra Hazard. O próprio Herrera  que, dominando com a mão, puxou o contra ataque e lançou Rashforrd, ele ganhou de David Luiz e aos 7' minutos abriu o placar.

Conte até tentou, mas o duelo tático foi bem vencido por Mourinho. Fonte (Getty Images)
O United dominou ompletamcente o primeiro tempo, envolvendo a zaga do Chelsea e criando algumas chances de ampliar o marcador. O gol saiu aos 3' minutos da segunda etapa. Herrara chutou e a bola desviou em Kante, sem qualquer chance para Courtois. Conte até tentou mudar o jeito do time jogar, mas ficou preso no esquema de Jose. Os Blues tiveram a bola, porém não levavam risco ao gol rival, que teve algumas chances no contra ataque.

Com a derrota o Chelsea fica estacionado nos 75 pontos, e vê os Spurs mais perto, com 71 pontos. Spurs que será o próximo adversário do Chelsea, sábado pela FA Cup. Pela Premier League, voltamos a campo dia 25 contra o Southampton, em casa, jogo crucial para mostrar ao rival londrino que o campeonato não está tão aberto quanto parece. 

O Barcelona faz bem em acreditar, mas crer não é poder

Dybala ou Messi, quem sairá feliz? (foto: www.imagephotoagency.it)

Pouco mais de 24 horas para o jogo mais esperado da fase quartas de final da Uefa Champions League, goste você ou não. O mundo quer saber se o Barcelona conseguirá realizar um novo "milagre" ou se a Juventus avançará no torneio usando da sua sólida defesa. De qualquer modo, crer é um dever e isto ensina, de certo modo, os italianos.

Um clube gigante, multi campeão e repleto de grandiosas goleadas em seu quase secular estádio, o Barcelona é obviamente um dos maiores times do século atual e detém consigo três grandes atacantes que guiam com dribles, passes e gols o time blaugrana para as recentes glórias. Com base nisso e em muito mais, o Barça pode sim vencer a Velha Senhora.

As frases mais célebres da Juve são "Fino Alla Fine" (Até o fim) e "Vincere non è importante, ma è l'unica cosa che conta" por Giampiero Boniperti, lenda dentro e fora de campo pelos campeões italianos (Vencer não é importante, e sim a única coisa que conta), em outras palavras, a mentalidade vencedora, de lutar por todo e qualquer objetivo e saber como fazê-lo é uma das forças da Juventus em seus 34 campeonatos e suas 11 copas nacionais ao longo dos seus quase 120 anos. O Barcelona é menos forte do que na final de 2015, os bianconeri são mais fortes e mais sólidos. Acreditar é um dever catalão, mas não somos o PSG. Perder, empatar, ganhar são resultados do esporte e temos que jogar, não aguardar sentados em uma vantagem de factível superação.

Teremos a "remuntada" ou a festa será em listras preto e brancas no Camp Nou? Que soe o hino e seja outro show do esporte.
Mas claro, da minha parte, Forza Juventus.

City 3x0 Southampton: Pausa para refletir

Estamos sempre acostumados nos jogo do nosso Southampton à ver um time com bastante posse de bola, dominando o meio campo, sempre atacando bastante e uma defesa bastante sólida. Nesse sábado contra o Manchester City tudo foi diferente. Os visitantes nos dominaram no nosso Saint Mary's principalmente no segundo tempo.

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Stephens tenta impedir o chute de Aguero (Foto:UA Football)

Início bom dos "Citizens" e mau aproveitamento dos atacantes

Logo aos cinco minutos, os adversários já tinham chutado duas vezes e ambas com perigo ao gol de Fraser Forster. O time de Manchester foi mais organizado durante o primeiro tempo, sempre criando as melhores chances com o alemão Sané e com o argentino Kun Aguero. Nosso time criou até boas oportunidades com Tadic e Ward-Prowse e com Gabbiadini, que retornou após estar lesionado. Mas um ponto a se dizer: Como faz falta Charlie Austin. Desde que o atacante se lesionou, os reservas Shane Long e Jay Rodríguez cansaram de receber oportunidades e muitas vezes, não convenceram. A seca de gols de ambos os jogadores tem feito com que Redmond, Tadic e Ward-Prowse subirem mais para o ataque pois os atacantes não estão dando conta do recado. Agora com a volta de Gabbiadini pode ser que o ataque volte a melhorar.

Após vários bons jogos, zaga volta a falhar

Nossa dupla Yoshida e Stephens foi muito bem elogiada nos últimos jogos dos Saints. Só o que aconteceu nesse jogo? O time do City fez o que quis e entrou com facilidade em nossa defesa, obrigando nosso arqueiro a fazer algumas boas defesas. Vale ressaltar que nessa temporada perdemos Van Dijk por lesão, José Fonte foi para o West Ham e Gardos poucas chance recebe. Acho que talvez  em um jogo de menor porte poderia ser testado o recém-chegado Martín Cáceres. 

Os 3 gols da equipe de Manchester foram marcados por Kompany, Sané e Aguero, todos no segundo tempo e nosso goleiro não teve culpa em nenhum. A próxima partida será no dia 25 de Abril contra o Chelsea em Londres, no Stanford Bridge.


WE MARCH ON


João Eduardo Gurgel















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