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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Com um bom futebol, São Paulo venceu, mas não foi o suficiente.

São Paulo acaba com invencibilidade do Cruzeiro, mas é eliminado no Mineirão (ou no Morumbi?)

Por Rubens Chiri / saopaulofc.net
Pela Copa do Brasil, o São Paulo foi a Minas Gerais tentar reverter a derrota por 2 a 0 no Morumbi. O Tricolor lutou até o fim, ganhou por 2 a 1, mas o placar não foi suficiente e o Cruzeiro avançou para oitavas da Copa do Brasil.

Não faltou "ousadura" para o Rogério Ceni escalar o time são-paulino. Sem Sidão e Lucas Fernandes (aprimoram a forma física), Araruna e Buffarini (ambos com estiramento na coxa esquerda), Wellington Nem (lesão no menisco do joelho esquerda), Chavez (edema na coxa esquerda), Thiago Mendes (suspenso) e por último Jucilei, que viajou, mas sentiu a coxa e iniciou no banco (entrou nos primeiros 10 minutos, após lesão de Bruno). Com tantos desfalques, Ceni arriscou colocando Morato, estrante, ao lado de Pratto. E acertou.

São Paulo iniciou o jogo, como devia ter iniciado no jogo de ida, pressionando. Não apenas teve maior posse de bola, porém bem com ela, do meio para frente. Antes do gol de Pratto, Cícero e Cueva tiveram chance de abrir o placar, mas desperdiçaram. Já 'EL URSO' atacou para o lado certo e abriu o placar em Minas. Após passe de Morato, Pratto marcou de cabeça. Tricolor estava muito bem na partida, porém após a saída de Bruno, que sentiu a coxa, para a entrada de Jucilei, não atuou como 1º volante. João Schmidt continuou mais recuado. Wesley teve que fazer a função de lateral direito, não foi mal, mas não foi tão bem quanto Bruno estava sendo. Entretanto, no final do 1º tempo o São Paulo teve a chance de fazer o segundo com Pratto, de novo, mas Rafael se esticou, deu um tapa na bola, ela ainda pegou na trave antes de sair pela linha de fundo. Cruzeiro começou a assustar no finalzinho do 1º tempo, mas sem êxito.

Na 2ª etapa o Tricolor continuou em cima, mas com falha individual de Rodrigo Caio, Cruzeiro empatou. Após errar o corte do lançamento, a bola sobrou para Arracaeta, o zagueiro são-paulino cometeu uma falta perigosa, que seria desnecessária caso tivesse acertado o corte. Da cobrança de falta, saiu o gol de Thiago Neves. Depois disso, Rogério mexeu para deixar o time ainda mais ofensivo. Saíram Cícero e Cueva, para entrada de Gilberto e Thomaz, respectivamente. E mais um acerto de Ceni. Gilberto entrou e fez o 2º gol. A bola foi levantada na área, Rodrigo Caio ajeitou de cabeça, Maicon dominou com o peito e a bola sobrou para Gilberto que finalizou bem. São Paulo não desistiu e lutou até os minutos finais. A vitória por 2 a 1 não foi o suficiente para limpar o estrago feito no Morumbi.

Rodrigo Caio errou dois botes no primeiro tempo e viu Arrascaeta antecipar em cima dele algumas vezes. No segundo tempo, pecou muito, errou o corte e cometeu a falta que acabou no gol do Cruzeiro. Maicon continuou com bons desarmes. Cícero errou muitos passes e Cueva também não foi bem. Peruano ainda não está 100%, já que ficou 20 dias parado por causa de lesão. Gilberto, Morato e Pratto, foram os melhores da partida.

Agora o Tricolor volta para São Paulo e foca no jogo de volta da semi-final do Paulista, na Arena Itaquera, contra o Corinthians. O jogo de ida foi 2 a 0, para o Corinthians, no Morumbi. Lembrando que nessa fase do Paulista, não há o critério de gol fora de casa, resultados como 3 a 1, 4 a 2 e assim por diante, favoráveis ao São Paulo, é decidido nas penalidades máximas.

FICHA TÉCNICA
Local:  Estádio Governador Magalhães Pinto, Mineirão (MG)
Cartões amarelos: Rodrigo Caio, Júnior Tavares e Wesley (SAO)
Gols: Thiago Neves (CRU); Gilberto e Lucas Pratto (SAO)
Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio, auxiliado por Fabrício Vilarinho e Bruno Raphael Pires

CRUZEIRO
Rafael; Mayke (Henrique), Léo, Manoel (Luis Caicedo) e Diogo Barbosa; Hudson, Ariel Cabral, Thiago Neves, Arrascaeta (Alisson) e Rafinha; Rafael Sobis. Técnico: Mano Menezes

SÃO PAULO
Renan Ribeiro, Bruno (Jucilei), Maicon, Rodrigo Caio e Júnior Tavares; João Schmidt, Wesley, Cícero (Gilberto) e Cueva (Thomaz); Morato e Lucas Pratto. Técnico: Rogério Ceni

Calcanhar de Aquiles exposto?

 Foto: Nelson Perez/FFC

São duas derrotas seguidas. Lesões surgem. Alguns que eram esperança se mostram ilusão. Velhos erros se apresentam. O ano do Fluminense está bom até agora, mas já se pode ensaiar ligar o alerta amarelo pensando no resto da temporada, que já começa a ter um pouco de risco hoje nesse jogo contra o Goiás pela Copa da Brasil.

Pra começar, a torcida parece com pouca vontade de ir ao jogo, mesmo sendo no Maracanã e tendo transporte extra para a volta pra casa. O mesmo povo que reclamava de ter de pegar trem para ver jogo em Edson Passos. Pelo menos ainda não há um alvo específico para a impaciência das arquibancadas, ao menos por enquanto.

A zaga, tal qual em um episódio de Chaves, está previsível, sabemos como tomaremos os gols e reagimos da mesma forma. A zaga titular não é digna de arrepios e calafrios, mas hoje eu compraria um carro usado de Gum e Leandro Eusébio do que de Henrique e Renato Chaves. Aí tem a zaga reserva, repleta de Xerém. Uma solução barata e que não dá tantos problemas, principalmente quando comparamos com zagueiros de confiança de certos treinadores(Cristóvão Borges nos eliminou da Sul Americana quando botou Fabrício, que falhou dando um gol pro mesmo Goiás no Maracanã). Aí hoje o titular é Nogueira, que levou um banho de bola do Nova Iguaçu. Ele é o melhor dos três da base(ele, Reginaldo e Frazan),o que me faz sentir falta do Gum. Precisamos de dois zagueiros pro resto do ano ou estaremos diante de frustrações.

Achar que o Pedro já é melhor que o Dourado não o fará magicamente melhor que o mesmo. Precisamos de um centroavante pra não depender tanto dele em casos de emergência e até mesmo para se reforçar, pois até o fim do ano perderemos Richarlison. E é preciso que o ataque seja mais incisivo, dificuldades pra fazer gols surgem. O jogo contra o Liverpool era pra ser uma goleada histórica.

E, por fim, não devemos nos exaltar logo de cara com o Abel, da última vez que fizemos isso, 2013 aconteceu. Mas ele mexeu muito mal no jogo passado. Tirar logo o mais habilidoso do time e manter o cone do dia matou o time mais do que a expulsão do Cavalieri. Isso é muito pior do que insistir com Marquinho todo jogo no segundo tempo.

Talvez o alarme esteja sendo acionado cedo demais, mas quando se acompanha um clube por anos, já se consegue antever os desastres.

Paulistano cresce na hora certa e elimina o Basquete Cearense

Emoção foi a palavra da série disputada entre Paulistano e Basquete Cearense. Depois de quatro jogos muito equilibrados, o último não poderia ser diferente, vitória do Paulistano por 76x72 que eliminou o Basquete Cearense e avançou às quartas do NBB para enfrentar o Franca.

A partida da noite dessa terça-feira serviu para mostrar a força de ambas as equipes que travaram grandes duelos nas últimas semanas. Prevaleceu a juventude do Paulistano que, mesmo com muitos jogadores jovens e com pouca experiência em playoffs, não se intimidou e levou a equipe a próxima fase. Vale lembrar que o time paulista ficou atrás no placar faltando 1:21 para o final do jogo mas conseguiu a virada nas mãos de Arthur Pecos, que selou a classificação com dois lances livres.
Alegria dos jovens do Paulistano (Foto: NBB)

Esperança na juventude

O trio jovem formado por Lucas Dias, Arthur Pecos e Georginho foi o grande destaque da série e chamou a responsabilidade no jogo 5, anotando 51 pontos combinados. É neles que o torcedor aposta para seguir liderando a equipe. Depois de estar perdendo a série por 2x1, o Paulistano se viu obrigado a vencer as duas últimas partidas para avançar. Venceu com grande superioridade em Fortaleza (82x67) e mostrou sangue frio para matar a série dentro de casa. Mesmo com uma média de idade baixa, os garotos do treinador Gustavo de Conti já mostrou que não treme em jogos decisivos, o que pode ser crucial para a próxima fase.


Deixou escapar

Foi uma grande temporada para o time treinado por Alberto Bial, o Carcará fez uma boa temporada regular e dificultou muito a vida do Paulistano nos playoffs. Entretanto a eliminação vem com um gosto amargo, a equipe esteve com a série na mão e por muito pouco não conseguiu uma grande classificação. Os destaques da equipe, Duda e Davizinho não conseguiram se impor nos momentos decisivos, anotando apenas 18 pontos combinados no jogo 5, e acabaram sendo derrotados. Com essa eliminação, o Basquete Cearense segue sem vencer nenhuma série de playoffs no NBB.

O que esperar de Franca x Paulistano?

O confronto entre paulistas tem tudo para ser bem equilibrado, são duas equipes que sempre chegam aos playoffs e são muito fortes jogando dentro de casa. O desafio maior para o Paulistano é conseguir vencer dentro do Ginásio Pedrocão, casa do Franca, que tem a vantagem do mando de quadra. Na temporada regular foram dois encontros entre as equipes com duas vitórias para o time de Franca, por 76x72 no Ginásio Antonio Prado Jr e por 78x71 na cidade interiorana. 



Henrique Ferreira

O jantar foi Peixe

Na noite desta terça-feira  (18), o Paysandu foi ao Mangueirão para enfrentar o Santos-AP no jogo de volta da Copa Verde. Na primeira partida, os times empataram em 1x1 e um empate sem gols levaria o time paraense às finais.

O primeiro tempo do alviazul foi um dos piores da temporada. Aos 13', o pênalti polêmico dado para o Santos, após uma possível mão de Gilvan, só deixou o torcedor mais apreensivo com a classificação. Fabinho converteu o pênalti e deixou o time amapaense em vantagem.

O Paysandu tentava jogadas pela lateral esquerda para chegar ao gol, mas Hayner e Bergson não conseguiam completar as jogadas. Numa das melhores oportunidades do mandante na etapa, foi Ayrton quem cruzou para área, vendo Alfredo chegar atrasado e Diney quase fazer contra. Aos 46' Diogo Oliveira arriscou de fora da área, Axel defendeu e Jhonnathan, no rebote, mandou para fora.
(Foto: Fernando Torres/ASCOM Paysandu)
No segundo tempo, Marcelo Chamusca, mesmo vendo a atuação do time, resolveu não mudar a equipe. A sorte estava mesmo ao lado do técnico bicolor. Aos 6' Hayner recebeu de Bergson e chutou para o gol, Jefferson tentou tirar, porém acabou fazendo contra. 7 minutos depois, Bergson lançou para Jhonnathan, que chutou para Diogo Oliveira ampliar em posição legal. 

O Lobo ainda teve tempo de fazer mais um e carimbar a vaga para a final. Aos 24' Diogo Oliveira cruzou para Alfredo cabecear e marcar o terceiro. O gol gerou muitas reclamações e acabou resultando na expulsão de Balão Marabá. Com um a mais e o placar a favor, foi mais fácil para o alviazul administrar o jogo. O Peixe ainda tentou, entretanto, a partida já estava definida: Paysandu 3x1 Santos-AP.

Próximo confronto: O Lobo volta a jogar neste sábado (22), no segundo jogo da semifinal do Campeonato Paraense, contra o São Raimundo, às 18h30, no Mangueirão.

Palavra da colunista: Num mesmo jogo, o alviazul conseguiu fazer o melhor e o pior tempo da temporada. A primeira etapa mereceu as vaias feitas no intervalo e a segunda etapa mereceu os aplausos. 

No primeiro tempo, vimos um Paysandu que não sabia nem tomar decisões. Hayner foi uma das provas disso, errou em quase tudo que tentou, perdeu diversas bolas, errou diversos passes e formou com Bergson uma dupla difícil de engolir. Aliás, Bergson não conseguia fazer nada no primeiro tempo, não ganhou de nenhum marcador e viu os adversários brincando de roubar bola dele.

Esta etapa foi ruim para todos os jogadores do time. Para alguns mais, para outros bem menos. Ayrton foi um dos que ficou entre os mais, errou vários cruzamentos e tentou resolver sozinho quando podia passar para seu companheiro marcar. De longe, Ayrton, Bergson e Hayner encabeçaram a lista dos piores do primeiro tempo.

No segundo tempo, parece que o time acordou. Hayner fez gol, Bergson participou de dois e Ayrton deu uma "melhorada". Mas o destaque vai mesmo para Diogo Oliveira, que fez um gol e deu uma assistência e demonstrou porque tem que ser titular no Paysandu.
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